Aproveitando o interregno natalício sofrido pelo campeonato nacional de iniciados, a Academia de Futebol do SC Beira-Mar levará a efeito amanhã, sábado, dia 21 de Dezembro, um torneio triangular destinado ao escalão sub-15 e que terá lugar no Parque de Jogos José O. Santos, em Frossos.
O evento terá a participação das equipas do SC Beira-Mar, AD Taboeira e AA Avanca, segundo o calendário seguinte:
09h30: SC Beira-Mar - AD Taboeira
10h30: AD Taboeira - AA Avanca
11h30: SC Beira-Mar - AA Avanca
Os jogos terão uma duração de 50 minutos, divididos em duas parte de 25 e, havendo no final uma classificação estabelecida de acordo com o regulamento, não estarão em disputa quaisquer prémios individuais ou colectivos.
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sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
domingo, 27 de outubro de 2013
INICIADOS A: Deslumbramento deu em sofrimento
AD Estação, 1 - SC Beira-Mar, 2
(0-0, ao intervalo)
Num
jogo que implicou uma viagem de muitos quilómetros à cidade da Covilhã para
defrontar a equipa do Estação, os nossos atletas, depois de 65 minutos de
completo domínio sobre o adversário, tendo chegado à vantagem de 2-0 com um “bis”
de Ramalho, quase deitavam tudo a perder nos últimos minutos, por facilitarem
em demasia, o que levou a ter que suportar algum sufoco no final para segurar a
vantagem.
Partida de sentido único na 1ª parte, com total domínio da nossa equipa, que entrou muito bem a jogar coletivamente, pecando apenas no momento da finalização, tendo logo nos primeiros 10 minutos desperdiçado 3 excelentes oportunidades para inaugurar o marcador, com Vlad aos minutos 2’ e 4’ a atirar ao lado da baliza, e J. Claro aos 7’ a rematar de pé esquerdo por cima, quando estavam em excelente posição de finalizar com êxito.
A
equipa da Covilhã, apenas aos 18’ conseguiu chegar à nossa área, mas, num lance
aparentemente inofensivo, quase inaugurava o marcador, por falta de intensidade
no momento de tirar o esférico da zona de perigo, embora fosse o canto do cisne
deles até ao intervalo.
Continuámos a mandar na partida, mas por algum desacerto e cerimónia para marcar, o golo não aparecia, tendo o Ramalho aos 23’ e Vlad aos 29’, falhado mais duas flagrantes “chances” de alojar a bola nas redes do Estação.
Com 3 substituições efetuadas ao intervalo, a equipa demorou alguns minutos a voltar a impor o seu jogo, mas quando o coletivo funcionou, deu frutos e aos 47’, após recuperação e assistência primordial de J. Claro, Ramalho isola-se e faz 1-0, atirando por cima do guarda-redes numa finalização digna de ponta de lança.
O golo espevitou-nos e continuámos alojados no meio campo adversário, em pressão constante, e, aos 55’, Luís Carlos assiste Ramalho, que bisa na partida de forma sublime após driblar vários adversários.
Aos 60’, mais uma excelente oportunidade, que “mataria” a partida, mas Vlad não consegue por um “danoninho” concluir com êxito um cruzamento de Luís Carlos.
Quando se pensava que os 5 minutos finais, iam ser serenos, com a equipa autoritária a impor a sua qualidade na troca e posse de bola, por algum deslumbramento, permitimos aos 66’ que o Estação, na sequência de um canto concedido de forma totalmente desnecessária, reduzisse para a vantagem mínima de 1-2.
Acusámos em demasia o golo sofrido e permitimos ao Estação acreditar que era possível chegar ao empate, o que esteve próximo de acontecer na sequência de mais um lance de canto.
Com mais concentração, podíamos já em período de descontos ter acabado com a incerteza no desfecho final, num lance de contra-ataque em que faltou qualidade no último passe.
Apesar de a vitória ser inteiramente justa e não sofrer qualquer contestação, fica o aviso sério, de que é preciso estar concentrados os 70’ de jogo e que nunca se podem dar as vitórias por garantidas, qualquer que seja o adversário.
Arbitragem sem problemas, apenas com pequenos erros.
Um agradecimento especial a todos os pais que puderam acompanhar e apoiar a equipa.
Os técnicos Pedro e João Teles apresentaram:
Marcelo (gr); Adriano (Bernardo, int), Dani, Arsénio, Rui Jorge (Peralta, int); Daniel Neves (C. Jorge, int), J. Claro (cap.), Rui Pedro, Ramalho (Marcelo D., 56’) Afonso (Luís Carlos, 45’) e Vlad.
Suplentes não utilizados: Ricardo e André Pires.
(0-0, ao intervalo)
Num
jogo que implicou uma viagem de muitos quilómetros à cidade da Covilhã para
defrontar a equipa do Estação, os nossos atletas, depois de 65 minutos de
completo domínio sobre o adversário, tendo chegado à vantagem de 2-0 com um “bis”
de Ramalho, quase deitavam tudo a perder nos últimos minutos, por facilitarem
em demasia, o que levou a ter que suportar algum sufoco no final para segurar a
vantagem.Partida de sentido único na 1ª parte, com total domínio da nossa equipa, que entrou muito bem a jogar coletivamente, pecando apenas no momento da finalização, tendo logo nos primeiros 10 minutos desperdiçado 3 excelentes oportunidades para inaugurar o marcador, com Vlad aos minutos 2’ e 4’ a atirar ao lado da baliza, e J. Claro aos 7’ a rematar de pé esquerdo por cima, quando estavam em excelente posição de finalizar com êxito.
A
equipa da Covilhã, apenas aos 18’ conseguiu chegar à nossa área, mas, num lance
aparentemente inofensivo, quase inaugurava o marcador, por falta de intensidade
no momento de tirar o esférico da zona de perigo, embora fosse o canto do cisne
deles até ao intervalo.Continuámos a mandar na partida, mas por algum desacerto e cerimónia para marcar, o golo não aparecia, tendo o Ramalho aos 23’ e Vlad aos 29’, falhado mais duas flagrantes “chances” de alojar a bola nas redes do Estação.
Com 3 substituições efetuadas ao intervalo, a equipa demorou alguns minutos a voltar a impor o seu jogo, mas quando o coletivo funcionou, deu frutos e aos 47’, após recuperação e assistência primordial de J. Claro, Ramalho isola-se e faz 1-0, atirando por cima do guarda-redes numa finalização digna de ponta de lança.
O golo espevitou-nos e continuámos alojados no meio campo adversário, em pressão constante, e, aos 55’, Luís Carlos assiste Ramalho, que bisa na partida de forma sublime após driblar vários adversários.
Aos 60’, mais uma excelente oportunidade, que “mataria” a partida, mas Vlad não consegue por um “danoninho” concluir com êxito um cruzamento de Luís Carlos.
Quando se pensava que os 5 minutos finais, iam ser serenos, com a equipa autoritária a impor a sua qualidade na troca e posse de bola, por algum deslumbramento, permitimos aos 66’ que o Estação, na sequência de um canto concedido de forma totalmente desnecessária, reduzisse para a vantagem mínima de 1-2.
Acusámos em demasia o golo sofrido e permitimos ao Estação acreditar que era possível chegar ao empate, o que esteve próximo de acontecer na sequência de mais um lance de canto.
Com mais concentração, podíamos já em período de descontos ter acabado com a incerteza no desfecho final, num lance de contra-ataque em que faltou qualidade no último passe.
Apesar de a vitória ser inteiramente justa e não sofrer qualquer contestação, fica o aviso sério, de que é preciso estar concentrados os 70’ de jogo e que nunca se podem dar as vitórias por garantidas, qualquer que seja o adversário.
Arbitragem sem problemas, apenas com pequenos erros.
Um agradecimento especial a todos os pais que puderam acompanhar e apoiar a equipa.
Os técnicos Pedro e João Teles apresentaram:
Marcelo (gr); Adriano (Bernardo, int), Dani, Arsénio, Rui Jorge (Peralta, int); Daniel Neves (C. Jorge, int), J. Claro (cap.), Rui Pedro, Ramalho (Marcelo D., 56’) Afonso (Luís Carlos, 45’) e Vlad.
Suplentes não utilizados: Ricardo e André Pires.
domingo, 29 de setembro de 2013
INICIADOS A: Nervosismo inicial deu lugar a goleada
SC Beira-Mar, 4 - CA Fundão, 0
(2-0, ao intervalo)
A equipa de iniciados do SC Beira-Mar regressou às vitórias esta manhã, no estádio Mário Duarte, ao bater por confortáveis 4-0 o Académico do Fundão, num jogo em que os auri-negros justificaram plenamente o triunfo, ficando a dever a si próprios um resultado mais volumoso.
A entrada no jogo, contudo, denotou alguma intranquilidade, a que não serão porventura alheios os resultados alcançados neste início de campeonato. Valeu a limitação de recursos do adversário, que, apesar da vontade, raramente incomodou a baliza defendida por Marcelo.
Vlad voltou a estar muito activo neste jogo e, depois de aos 5' ter proporcionado, através de um cruzamento da direita, um cabeceamento a João Bernardo que saiu ao lado e constituiu a primeira situação de perigo, foi ele que inaugurou mesmo o marcador, aos 8', numa jogada individual em que, depois de ter ganho a bola a um adversário, se isolou e, friamente, atirou para o 1-0 na cara do guardião beirão.
Este golo acalmou um pouco a turma aveirense, que passou a controlar melhor as operações e a criar uma sucessão de lances em que, contudo, falhava a finalização. Com Vlad sempre no "olho do furacão", aos 13', o nº 20 aveirense, em mais uma jogada individual, proporcionou uma grande defesa ao guarda-redes contrário, para, aos 17', solicitado por um passe atrasado de João Bernardo, atirar por alto, quando, em posição frontal e livre de marcação, tinha tudo para ampliar a vantagem.
O segundo golo teimava em não aparecer, como aconteceu, aos 23', num livre de Robim que roçou o poste esquerdo, ou, aos 27', quando Luís Carlos, isolado por um passe a rasgar do "capitão" Claro, atirou contra o corpo do guardião do Fundão, falhando ainda a recarga de baliza aberta.
Só a dois minutos do intervalo os auri-negros puderam respirar um pouco melhor, quando Rui Pedro finalizou facilmente para o 2-0 uma excelente jogada de combinação no ataque aveirense, em que Luís Carlos e Vlad foram também protagonistas. Foi uma boa maneira de acabar o primeiro tempo.
Na segunda parte a equipa do Fundão tentou reagir e, no primeiro quarto de hora, foi mesmo a equipa que mais se viu, ainda que nunca tivesse criado uma só oportunidade de golo. Foram mesmo os auri-negros, passado este período inicial, que voltaram a ameaçar e estiveram a ponto de elevar a contagem, não fosse uma má decisão de Vlad, que, aos 53', depois de se ter isolado na direita, preferiu o remate de ângulo difícil, quando tinha dois colegas, no meio, em melhor posição para finalizar.
Ramalho, que tinha entrado neste segundo tempo, também esteve na cara do golo, aos 57', mas permitiu igualmente a defesa ao guardião Zé. Foi o ensaio para o 3-0 que haveria de alcançar, aos 66', numa finalização fácil de cabeça, à boca da baliza, recargando uma primeira defesa do guarda-redes do Fundão, que parou como pôde um desvio de Vlad a um cruzamento da esquerda de Carlos Jorge, após boa jogada. O 4-0 final aconteceu em cima dos 70' regulamentares, dando um colorido ao marcador mais de acordo com o que se viu em campo. Foi um grande golo de cabeça de Vlad, que bisou na partida, desviando ao primeiro poste, em antecipação à saída do guarda-redes, um cruzamento bem medido da direita de Rui Pedro.
A arbitragem esteve em bom nível e o técnico Pedro Teles apresentou:
Marcelo (gr); Peralta (Rui Jorge, int), Arsénio, Dany e Robim; João Claro (cap), Afonso (Ramalho, int) e Rui Pedro; Vlad, Luís Carlos (Carlos Jorge, 52') e João Bernardo (Marcelo Dias, 63').
Suplentes não utilizados: Álvaro (gr) e D. Neves.
(2-0, ao intervalo)
A equipa de iniciados do SC Beira-Mar regressou às vitórias esta manhã, no estádio Mário Duarte, ao bater por confortáveis 4-0 o Académico do Fundão, num jogo em que os auri-negros justificaram plenamente o triunfo, ficando a dever a si próprios um resultado mais volumoso.
A entrada no jogo, contudo, denotou alguma intranquilidade, a que não serão porventura alheios os resultados alcançados neste início de campeonato. Valeu a limitação de recursos do adversário, que, apesar da vontade, raramente incomodou a baliza defendida por Marcelo.
Vlad voltou a estar muito activo neste jogo e, depois de aos 5' ter proporcionado, através de um cruzamento da direita, um cabeceamento a João Bernardo que saiu ao lado e constituiu a primeira situação de perigo, foi ele que inaugurou mesmo o marcador, aos 8', numa jogada individual em que, depois de ter ganho a bola a um adversário, se isolou e, friamente, atirou para o 1-0 na cara do guardião beirão.
Este golo acalmou um pouco a turma aveirense, que passou a controlar melhor as operações e a criar uma sucessão de lances em que, contudo, falhava a finalização. Com Vlad sempre no "olho do furacão", aos 13', o nº 20 aveirense, em mais uma jogada individual, proporcionou uma grande defesa ao guarda-redes contrário, para, aos 17', solicitado por um passe atrasado de João Bernardo, atirar por alto, quando, em posição frontal e livre de marcação, tinha tudo para ampliar a vantagem.
O segundo golo teimava em não aparecer, como aconteceu, aos 23', num livre de Robim que roçou o poste esquerdo, ou, aos 27', quando Luís Carlos, isolado por um passe a rasgar do "capitão" Claro, atirou contra o corpo do guardião do Fundão, falhando ainda a recarga de baliza aberta.
Só a dois minutos do intervalo os auri-negros puderam respirar um pouco melhor, quando Rui Pedro finalizou facilmente para o 2-0 uma excelente jogada de combinação no ataque aveirense, em que Luís Carlos e Vlad foram também protagonistas. Foi uma boa maneira de acabar o primeiro tempo.
Na segunda parte a equipa do Fundão tentou reagir e, no primeiro quarto de hora, foi mesmo a equipa que mais se viu, ainda que nunca tivesse criado uma só oportunidade de golo. Foram mesmo os auri-negros, passado este período inicial, que voltaram a ameaçar e estiveram a ponto de elevar a contagem, não fosse uma má decisão de Vlad, que, aos 53', depois de se ter isolado na direita, preferiu o remate de ângulo difícil, quando tinha dois colegas, no meio, em melhor posição para finalizar.
Ramalho, que tinha entrado neste segundo tempo, também esteve na cara do golo, aos 57', mas permitiu igualmente a defesa ao guardião Zé. Foi o ensaio para o 3-0 que haveria de alcançar, aos 66', numa finalização fácil de cabeça, à boca da baliza, recargando uma primeira defesa do guarda-redes do Fundão, que parou como pôde um desvio de Vlad a um cruzamento da esquerda de Carlos Jorge, após boa jogada. O 4-0 final aconteceu em cima dos 70' regulamentares, dando um colorido ao marcador mais de acordo com o que se viu em campo. Foi um grande golo de cabeça de Vlad, que bisou na partida, desviando ao primeiro poste, em antecipação à saída do guarda-redes, um cruzamento bem medido da direita de Rui Pedro.
A arbitragem esteve em bom nível e o técnico Pedro Teles apresentou:
Marcelo (gr); Peralta (Rui Jorge, int), Arsénio, Dany e Robim; João Claro (cap), Afonso (Ramalho, int) e Rui Pedro; Vlad, Luís Carlos (Carlos Jorge, 52') e João Bernardo (Marcelo Dias, 63').
Suplentes não utilizados: Álvaro (gr) e D. Neves.
domingo, 15 de setembro de 2013
INICIADOS A: Eficácia e Marcelo foram a chave do sucesso
SC Beira-Mar, 3 - D Castelo Branco, 0
(2-0, ao intervalo)
A equipa de iniciados do SC Beira-Mar estreou-se a vencer no campeonato nacional, ao bater esta manhã, no Estádio Mário Duarte, o Desportivo de Castelo Branco, num jogo correspondente à 3ª jornada da série D. A vitória foi folgada, e os 3-0 do resultado tiveram na eficácia auri-negra, sobretudo na primeira parte, onde Vlad (2 golos) foi o seu expoente máximo, e na manhã inspirada do seu guardião Marcelo os seus principais responsáveis.
A formação de Pedro e João Carlos Teles entrou melhor na partida e como corolário desse ascendente viria a adiantar-se no marcador logo aos 6', numa jogada de processos simples pela esquerda que terminou num cruzamento rasteiro e mortífero de João Bernardo para a boca da baliza, onde Vlad surgiu a finalizar de uma forma aparentemente fácil.
Este melhor período dos aveirenses duraria até cerca dos 13', quando um "tiro" de longe de João Bernardo passou muito perto do alvo e constituiu uma verdadeira ameaça para as redes albicastrenses. Porém, a formação de Castelo Branco reagiu e passou a discutir mais o jogo, instalando-se com maior frequência no meio-campo contrário e levando algum perigo à baliza de Marcelo. Foi então a vez do guardião aveirense mostrar os seus dotes, evitando por duas vezes (30' e 34') o golo dos forasteiros. No primeiro lance, com todos a gritarem golo, o remate é desferido mesmo já dentro da área, após jogada e cruzamento do lado esquerdo e, no segundo, a boa defesa opõe-se a um forte disparo de meia-distância. Em ambos Marcelo se opôs com grande categoria, mantendo a sua equipa na frente.
Em cima do intervalo, e se calhar num momento que já ninguém aguardava, os auri-negros elevaram para 2-0 e foram para intervalo com uma maior tranquilidade. Vlad, num lance a papel químico do primeiro golo, voltou a finalizar à boca da baliza um cruzamento rasteiro da esquerda, desta feita de Rui Pedro, que foi inteligentemente lançado à linha por João Bernardo numa reposição lateral de bola.
O segundo tempo foi quase uma cópia da etapa inicial, com o Beira-Mar a entrar novamente melhor no jogo, podendo Rui Pedro, aos 43', a passe atrasado da direita de Vlad, ter alargado a vantagem, valendo desta vez a boa intervenção do guarda-redes beirão.
Também à semelhança da primeira parte, o Desportivo reagiu a este melhor período inicial do seu adversário e, aos 49', dispôs da mais flagrante oportunidade de todo o jogo, com o seu jogador nº 9, lançado em profundidade, já depois da bola ter ultrapassado Marcelo e com a baliza completamente desguarnecida, a atirar às malhas laterais.
Aos 56', Marcelo voltou a brilhar, opondo-se com valentia à marcação de um livre frontal que levava força e alguma colocação, acabando por desviar a bola para canto. Mais uma vez tudo se repetiu, não marcou a formação de Castelo Branco, fê-lo a da casa, elevando para 3-0 aos 59', numa jogada iniciada na direita e finalizada por C. Jorge, que, depois de ter falhado uma primeira tentativa, corrigiu como uma boa execução que fez a bola sobrevoar o guarda-redes e um defesa que se encontrava na linha final.
Vitória justa dos aveirenses, perante um adversário inconformado e que discutiu sempre o jogo, justificando, por isso, a marcação do seu tento de honra, que não surgiu e acabou por traduzir no resultado números que espelham uma diferença algo exagerada.
Com uma arbitragem completamente tranquila e numa manhã de temperatura propícia à prática do futebol, o Beira-Mar apresentou-se com:
Marcelo (gr); Peralta, Arsénio, Dany e Adriano; João Claro (cap), C. Jorge (Marcelo D., 61') e Rui Pedro; Vlad (Rui Jorge, 65'), Jorge C. (Luís Carlos, int) e João Bernardo.
Suplentes não utilizados: Xico (gr); D. Neves e J. Ramalho.
(2-0, ao intervalo)
A equipa de iniciados do SC Beira-Mar estreou-se a vencer no campeonato nacional, ao bater esta manhã, no Estádio Mário Duarte, o Desportivo de Castelo Branco, num jogo correspondente à 3ª jornada da série D. A vitória foi folgada, e os 3-0 do resultado tiveram na eficácia auri-negra, sobretudo na primeira parte, onde Vlad (2 golos) foi o seu expoente máximo, e na manhã inspirada do seu guardião Marcelo os seus principais responsáveis.
A formação de Pedro e João Carlos Teles entrou melhor na partida e como corolário desse ascendente viria a adiantar-se no marcador logo aos 6', numa jogada de processos simples pela esquerda que terminou num cruzamento rasteiro e mortífero de João Bernardo para a boca da baliza, onde Vlad surgiu a finalizar de uma forma aparentemente fácil.
Em cima do intervalo, e se calhar num momento que já ninguém aguardava, os auri-negros elevaram para 2-0 e foram para intervalo com uma maior tranquilidade. Vlad, num lance a papel químico do primeiro golo, voltou a finalizar à boca da baliza um cruzamento rasteiro da esquerda, desta feita de Rui Pedro, que foi inteligentemente lançado à linha por João Bernardo numa reposição lateral de bola.
O segundo tempo foi quase uma cópia da etapa inicial, com o Beira-Mar a entrar novamente melhor no jogo, podendo Rui Pedro, aos 43', a passe atrasado da direita de Vlad, ter alargado a vantagem, valendo desta vez a boa intervenção do guarda-redes beirão.
Aos 56', Marcelo voltou a brilhar, opondo-se com valentia à marcação de um livre frontal que levava força e alguma colocação, acabando por desviar a bola para canto. Mais uma vez tudo se repetiu, não marcou a formação de Castelo Branco, fê-lo a da casa, elevando para 3-0 aos 59', numa jogada iniciada na direita e finalizada por C. Jorge, que, depois de ter falhado uma primeira tentativa, corrigiu como uma boa execução que fez a bola sobrevoar o guarda-redes e um defesa que se encontrava na linha final.
Vitória justa dos aveirenses, perante um adversário inconformado e que discutiu sempre o jogo, justificando, por isso, a marcação do seu tento de honra, que não surgiu e acabou por traduzir no resultado números que espelham uma diferença algo exagerada.
Com uma arbitragem completamente tranquila e numa manhã de temperatura propícia à prática do futebol, o Beira-Mar apresentou-se com:
Marcelo (gr); Peralta, Arsénio, Dany e Adriano; João Claro (cap), C. Jorge (Marcelo D., 61') e Rui Pedro; Vlad (Rui Jorge, 65'), Jorge C. (Luís Carlos, int) e João Bernardo.
Suplentes não utilizados: Xico (gr); D. Neves e J. Ramalho.
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
INICIADOS A: Erros demasiado penalizadores
GD Gafanha, 2 - SC Beira-Mar, 0
(1-0, ao intervalo)
Após a 1ª jornada, na qual a equipa sofreu uma derrota por números demasiado expressivos, era pedida grande atitude e empenho para este 2º jogo.
Início
de jogo…e...golo do Gafanha aos 2’, numa transição mal conseguida e a partir
desse momento o adversário começou a jogar com o resultado e com o relógio!
A 1ª parte foi-se arrastando, com o Beira-Mar a produzir algumas boas jogadas de envolvimento e tentando chegar à igualdade, enquanto o Gafanha só procurava destruir e pontapear para a frente, jogando no contra-ataque.
No final do 1º período, conseguimos 2 livres perigosos à entrada da área adversária, não sendo aproveitados da melhor maneira. Torna-se necessário sermos mais competentes e objetivos na realização desses lances, bem como na concretização dos cantos.
Na 2ª parte procurámos de forma incansável o golo da igualdade, no entanto fomos traídos por alguma ansiedade, que nos foi prejudicial no momento de decidir, mas podemos e sabemos fazer muito melhor!
Aos 63’, numa jogada aparentemente inofensiva do Gafanha, o golpe de misericórdia no jogo, com um atleta da casa a “ganhar” um penalty, que foi convertido e levou o resultado final para uns 2-0 totalmente injustos – mas é a crueldade do futebol!
Esta derrota foi muito mais por demérito nosso do que merecida pelo Gafanha, que se limitou a aproveitar as nossas “falhas”…, no entanto é preciso concentração, atitude e empenho nos 70 minutos de jogo!
Num jogo fácil de dirigir, foi poupado um vermelho direto a um jogador do Gafanha, que agrediu no chão um jogador nosso e ficam algumas dúvidas no lance do penalty que deu o 2-0, pois o adversário mergulhou antes mesmo do contacto.
Levantar a cabeça e treinar afincadamente, para no próximo jogo conseguir os 3 pontos!
Os técnicos Pedro e João Teles apresentaram:
Marcelo (gr); Adriano (Dany, 30’), Robim (Jorge C., 57'), Arsénio, Peralta; J. Claro (cap.), Rui Pedro e C. Jorge, Ramalho (D. Neves, 65’), Vlad e Luís Carlos.
Suplentes não utilizados: Francisco (gr), Rui Jorge e Marcelo D..
Por fim, fica uma citação de Tales de Mileto:
A coisa mais difícil do mundo é conhecermo-nos a nós mesmos, e o mais fácil é falar mal dos outros.
(1-0, ao intervalo)
Após a 1ª jornada, na qual a equipa sofreu uma derrota por números demasiado expressivos, era pedida grande atitude e empenho para este 2º jogo.
A 1ª parte foi-se arrastando, com o Beira-Mar a produzir algumas boas jogadas de envolvimento e tentando chegar à igualdade, enquanto o Gafanha só procurava destruir e pontapear para a frente, jogando no contra-ataque.
No final do 1º período, conseguimos 2 livres perigosos à entrada da área adversária, não sendo aproveitados da melhor maneira. Torna-se necessário sermos mais competentes e objetivos na realização desses lances, bem como na concretização dos cantos.
Na 2ª parte procurámos de forma incansável o golo da igualdade, no entanto fomos traídos por alguma ansiedade, que nos foi prejudicial no momento de decidir, mas podemos e sabemos fazer muito melhor!
Aos 63’, numa jogada aparentemente inofensiva do Gafanha, o golpe de misericórdia no jogo, com um atleta da casa a “ganhar” um penalty, que foi convertido e levou o resultado final para uns 2-0 totalmente injustos – mas é a crueldade do futebol!
Esta derrota foi muito mais por demérito nosso do que merecida pelo Gafanha, que se limitou a aproveitar as nossas “falhas”…, no entanto é preciso concentração, atitude e empenho nos 70 minutos de jogo!
Num jogo fácil de dirigir, foi poupado um vermelho direto a um jogador do Gafanha, que agrediu no chão um jogador nosso e ficam algumas dúvidas no lance do penalty que deu o 2-0, pois o adversário mergulhou antes mesmo do contacto.
Levantar a cabeça e treinar afincadamente, para no próximo jogo conseguir os 3 pontos!
Os técnicos Pedro e João Teles apresentaram:
Marcelo (gr); Adriano (Dany, 30’), Robim (Jorge C., 57'), Arsénio, Peralta; J. Claro (cap.), Rui Pedro e C. Jorge, Ramalho (D. Neves, 65’), Vlad e Luís Carlos.
Suplentes não utilizados: Francisco (gr), Rui Jorge e Marcelo D..
Por fim, fica uma citação de Tales de Mileto:
A coisa mais difícil do mundo é conhecermo-nos a nós mesmos, e o mais fácil é falar mal dos outros.
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
INICIADOS A: Estreia com sabor amargo
SC Beira-Mar, 0 - Anadia FC, 5
(0-2, ao intervalo)
No jogo de apresentação perante o seu público no campeonato nacional da categoria, a equipa de iniciados do SC Beira-Mar sofreu uma derrota algo pesada contra o Anadia, como atestam os 0-5 do resultado final. A vitória dos trevos da bairrada não sofre contestação, embora o resultado final evidencie números bastante exagerados, para o que se passou em campo. Há que levantar a cabeça e pensar no próximo jogo, este já passou e… foi apenas um pequeno “percalço”!
Com o jogo bastante equilibrado na 1ª parte, apenas de bola parada o Anadia conseguia chegar à nossa baliza, com vários cantos e livres no nosso meio campo. E foi precisamente na sequência de um livre aos 30’, que os forasteiros se adiantaram após um ressalto bem aproveitado. Reagimos aos 32’ com uma boa oportunidade, na sequência de canto com grande remate de Adriano, correspondido com enorme defesa.
Contudo, antes do intervalo e após falha defensiva muito comprometedora, permitimos o 0-2, para o adversário e este golo foi um rude golpe para as aspirações auri-negras.
Na 2ª parte, tentámos reagir e conseguimos alguns momentos de bom futebol, mas de novo alguma “ansiedade” e várias falhas colectivas, foram fatais, nomeadamente em 2 contra-ataques para o 0-3 aos 52’ e 0-4 aos 57’.
Aos 62’, ainda tivemos mais uma contrariedade, após um lance perfeitamente normal em futebol, em que o rigor do árbitro levou à expulsão de um nosso atleta.
Foi mais uma contrariedade e aos 65’, o Anadia marcou o 5º golo, naquele que foi o lance mais fácil de concretizar.
A jovem equipa de iniciados, merecia pelo menos um golo de honra, mas temos que aceitar a vitória da equipa bairradina, que evidenciou maior maturidade, pois alguns “nervos” e desatenções colectivas, fizeram que o 1º jogo no Mário Duarte, não deixe grandes motivos para mais tarde recordar!
Num jogo fácil de dirigir mas com vários erros, alguns graves e que quase sempre foram em desfavor do Beira-Mar.
Os técnicos Pedro e João Teles apresentaram:
Marcelo (gr); Adriano, Dani, Arsénio, Peralta (Jorge C., 49'); J. Claro (cap.), Rui Pedro e Bernardo; C. Jorge, Ramalho (Robim, 65’) e Luís Carlos (Vlad, int.).
Suplentes não utilizados: Francisco (gr), Zé Artur, Rui Jorge e Marcelo D..
(0-2, ao intervalo)
No jogo de apresentação perante o seu público no campeonato nacional da categoria, a equipa de iniciados do SC Beira-Mar sofreu uma derrota algo pesada contra o Anadia, como atestam os 0-5 do resultado final. A vitória dos trevos da bairrada não sofre contestação, embora o resultado final evidencie números bastante exagerados, para o que se passou em campo. Há que levantar a cabeça e pensar no próximo jogo, este já passou e… foi apenas um pequeno “percalço”!
Com o jogo bastante equilibrado na 1ª parte, apenas de bola parada o Anadia conseguia chegar à nossa baliza, com vários cantos e livres no nosso meio campo. E foi precisamente na sequência de um livre aos 30’, que os forasteiros se adiantaram após um ressalto bem aproveitado. Reagimos aos 32’ com uma boa oportunidade, na sequência de canto com grande remate de Adriano, correspondido com enorme defesa.
Contudo, antes do intervalo e após falha defensiva muito comprometedora, permitimos o 0-2, para o adversário e este golo foi um rude golpe para as aspirações auri-negras.
Na 2ª parte, tentámos reagir e conseguimos alguns momentos de bom futebol, mas de novo alguma “ansiedade” e várias falhas colectivas, foram fatais, nomeadamente em 2 contra-ataques para o 0-3 aos 52’ e 0-4 aos 57’.
Aos 62’, ainda tivemos mais uma contrariedade, após um lance perfeitamente normal em futebol, em que o rigor do árbitro levou à expulsão de um nosso atleta.
Foi mais uma contrariedade e aos 65’, o Anadia marcou o 5º golo, naquele que foi o lance mais fácil de concretizar.
A jovem equipa de iniciados, merecia pelo menos um golo de honra, mas temos que aceitar a vitória da equipa bairradina, que evidenciou maior maturidade, pois alguns “nervos” e desatenções colectivas, fizeram que o 1º jogo no Mário Duarte, não deixe grandes motivos para mais tarde recordar!
Num jogo fácil de dirigir mas com vários erros, alguns graves e que quase sempre foram em desfavor do Beira-Mar.
Os técnicos Pedro e João Teles apresentaram:
Marcelo (gr); Adriano, Dani, Arsénio, Peralta (Jorge C., 49'); J. Claro (cap.), Rui Pedro e Bernardo; C. Jorge, Ramalho (Robim, 65’) e Luís Carlos (Vlad, int.).
Suplentes não utilizados: Francisco (gr), Zé Artur, Rui Jorge e Marcelo D..
segunda-feira, 29 de julho de 2013
Sorteio nacional de iniciados: Beira-Mar-Anadia na jornada inaugural
O auditório Manuel Quaresma, na sede da Federação Portuguesa de Futebol, em Lisboa, acolheu esta segunda-feira o sorteio da 1ª fase do campeonato nacional de iniciados, prova em que o SC Beira-Mar é um dos 70 participantes do continente.
A formação auri-negra integra a série D e a sorte determinou para a jornada inaugural, a disputar no dia 1 de Setembro, um clássico regional entre o Beira-Mar e o Anadia.
Segue o calendário completo da 1ª volta:
1ª Jornada: 01-09-2013 - SC Beira-Mar - Anadia FC
2ª Jornada: 08-09-2013 - GD Gafanha - SC Beira-Mar
3ª Jornada: 15-09-2013 - SC Beira-Mar - D Castelo Branco
4ª Jornada: 22-09-2013 - A Académica C - SC Beira-Mar
5ª Jornada: 29-09-2013 - SC Beira-Mar - CA Fundão
6ª Jornada: 06-10-2013 - GD Mealhada - SC Beira-Mar
7ª Jornada: 13-10-2013 - AD São Romão - SC Beira-Mar
8ª Jornada: 20-10-2013 - SC Beira-Mar - A Naval 1º Maio
9ª Jornada: 27-10-2013 - AD Estação - SC Beira-Mar
A 1ª fase termina a 12 de Janeiro de 2014 e serão apurados para a 2ª fase (haverá uma 3ª para apuramento do campeão) os 2 primeiros classificados de cada uma das 7 séries, mais os 2 melhores terceiros. As restantes equipas disputarão uma fase, sempre a 2 voltas, de manutenção/descida.
A formação auri-negra integra a série D e a sorte determinou para a jornada inaugural, a disputar no dia 1 de Setembro, um clássico regional entre o Beira-Mar e o Anadia.
Segue o calendário completo da 1ª volta:
1ª Jornada: 01-09-2013 - SC Beira-Mar - Anadia FC
2ª Jornada: 08-09-2013 - GD Gafanha - SC Beira-Mar
3ª Jornada: 15-09-2013 - SC Beira-Mar - D Castelo Branco
4ª Jornada: 22-09-2013 - A Académica C - SC Beira-Mar
5ª Jornada: 29-09-2013 - SC Beira-Mar - CA Fundão
6ª Jornada: 06-10-2013 - GD Mealhada - SC Beira-Mar
7ª Jornada: 13-10-2013 - AD São Romão - SC Beira-Mar
8ª Jornada: 20-10-2013 - SC Beira-Mar - A Naval 1º Maio
9ª Jornada: 27-10-2013 - AD Estação - SC Beira-Mar
A 1ª fase termina a 12 de Janeiro de 2014 e serão apurados para a 2ª fase (haverá uma 3ª para apuramento do campeão) os 2 primeiros classificados de cada uma das 7 séries, mais os 2 melhores terceiros. As restantes equipas disputarão uma fase, sempre a 2 voltas, de manutenção/descida.
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Aí está o arranque da época 2013/2014
Com o início dos treinos das equipas de juvenis e de juniores agendados para a próxima 2ª feira, dia 22 de Julho, a preparação do arranque da época desportiva de 2013/2014 entrou na sua recta final.
Os primeiros treinos decorrerão no Campo de Jogos de São Bernardo, pelas 10h00 (juvenis) e 18h00 (juniores).
Entretanto, nos últimos dias, a Federação Portuguesa de Futebol divulgou a constituição das séries dos campeonatos nacionais de juniores (1ª divisão), juvenis e iniciados, provas em que o SC Beira-Mar é parte interessada. Os adversários das formações auri-negras nas referidas competições nacionais são os seguintes:
- Associação ACADÉMICA de Coimbra - OAF;
- Futebol Clube PAÇOS FERREIRA;
- Futebol Clube PORTO - Futebol, SAD;
- Futebol Clube VIZELA;
- Grupo Desportivo de CHAVES;
- LEIXÕES Sport Clube - Futebol SAD;
- RIO AVE Futebol Clube - Futebol SDUQ, LDA;
- SPORT CLUBE BEIRA-MAR - Futebol SAD
- Sporting Clube BRAGA - Futebol SAD;
- União Desportiva OLIVEIRENSE;
- VARZIM Sport Clube;
- VITÓRIA Sport Clube - Futebol SAD (Guimarães).
A competição tem a sua 1.ª Jornada no dia 17 de Agosto de
2013, estando o sorteio marcado para 23 de Julho de 2013.
- ACADÉMICO VISEU Futebol Clube;
- ANADIA Futebol Clube
- Associação ACADÉMICA de Coimbra - OAF;
- Associação NAVAL 1.º MAIO;
- Atlético Clube MARINHENSE;
- Clube Futebol REPESENSES;
- NÚCLEO DESPORTIVO SOCIAL (Guarda);
- SPORT CLUBE BEIRA-MAR - Futebol SAD;
- Sporting Clube COVILHÃ;
- UNIÃO Desportiva LEIRIA.
- ANADIA Futebol Clube
- Associação ACADÉMICA de Coimbra - OAF;
- Associação Desportiva ESTAÇÃO
- Associação Desportiva SÃO ROMÃO
- Associação NAVAL 1.º MAIO;
- Clube Académico FUNDÃO;
- Desportivo CASTELO BRANCO;
- Grupo Desportivo GAFANHA;
- Grupo Desportivo MEALHADA;
- SPORT CLUBE BEIRA-MAR - Futebol SAD.
Os primeiros treinos decorrerão no Campo de Jogos de São Bernardo, pelas 10h00 (juvenis) e 18h00 (juniores).
Entretanto, nos últimos dias, a Federação Portuguesa de Futebol divulgou a constituição das séries dos campeonatos nacionais de juniores (1ª divisão), juvenis e iniciados, provas em que o SC Beira-Mar é parte interessada. Os adversários das formações auri-negras nas referidas competições nacionais são os seguintes:
JUNIORES (Campeonato Nacional 1.ª Divisão FPF)
"Zona Norte": - Associação ACADÉMICA de Coimbra - OAF;
- Futebol Clube PAÇOS FERREIRA;
- Futebol Clube PORTO - Futebol, SAD;
- Futebol Clube VIZELA;
- Grupo Desportivo de CHAVES;
- LEIXÕES Sport Clube - Futebol SAD;
- RIO AVE Futebol Clube - Futebol SDUQ, LDA;
- SPORT CLUBE BEIRA-MAR - Futebol SAD
- Sporting Clube BRAGA - Futebol SAD;
- União Desportiva OLIVEIRENSE;
- VARZIM Sport Clube;
- VITÓRIA Sport Clube - Futebol SAD (Guimarães).
JUVENIS (Campeonato Nacional FPF)
"Série C": - ACADÉMICO VISEU Futebol Clube;
- ANADIA Futebol Clube
- Associação ACADÉMICA de Coimbra - OAF;
- Associação NAVAL 1.º MAIO;
- Atlético Clube MARINHENSE;
- Clube Futebol REPESENSES;
- NÚCLEO DESPORTIVO SOCIAL (Guarda);
- SPORT CLUBE BEIRA-MAR - Futebol SAD;
- Sporting Clube COVILHÃ;
- UNIÃO Desportiva LEIRIA.
A competição tem a sua 1.ª Jornada no dia 18 de Agosto de
2013, estando o sorteio marcado para 23 de Julho de 2013.
INICIADOS (Campeonato Nacional FPF)
"Série D": - ANADIA Futebol Clube
- Associação ACADÉMICA de Coimbra - OAF;
- Associação Desportiva ESTAÇÃO
- Associação Desportiva SÃO ROMÃO
- Associação NAVAL 1.º MAIO;
- Clube Académico FUNDÃO;
- Desportivo CASTELO BRANCO;
- Grupo Desportivo GAFANHA;
- Grupo Desportivo MEALHADA;
- SPORT CLUBE BEIRA-MAR - Futebol SAD.
A competição tem a sua 1.ª Jornada no dia 01 de Setembro de
2013, estando o sorteio marcado para 29 de Julho de 2013.
Adivinham-se grandes momentos...
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segunda-feira, 25 de março de 2013
INICIADOS A: Houve Feirense em demasia
SC Beira-Mar, 0 - CD Feirense, 2
(0-2, ao intervalo)
Diante de um Feirense que se apresentou muito forte no Estádio Mário Duarte durante a manhã de domingo, mormente na primeira parte, a equipa de iniciados do SC Beira-Mar foi impotente para impedir uma derrota por 2 golos sem resposta, resultado que, em boa verdade, para além de não sofrer qualquer contestação, poderia ter assumido contornos mais gravosos para a formação orientada por Tiago Pereira. Em suma, foi um jogo em que houve "muito" Feirense para este Beira-Mar.
Com uma boa arbitragem do Sr. Diogo Santos, da AF Aveiro, os auri-negros apresentaram:
Henrique (gr); Amaral (João Gonçalo, int), Bernardo, Guga e Miguel Morgado; Edu (João Ramos, int), Leo (cap) e Pedro Xavier (Tiago Goulart); Didi (João Portugal, 57'), Xavi (Sérgio, 57') e Ricardo Lima.
Suplentes não utilizados: Marcelo (gr) e Fábio Marques.
Se o primeiro tempo foi de inteiro domínio e uma verdadeira demonstração de força da equipa de Santa Maria da Feira, a verdade é que a primeira grande oportunidade de golo pertenceu ao Beira-Mar, logo aos 2' de jogo, quando Leo isolou Fábio Xavier, que não teve engenho para contornar a saída dos postes do guardião contrário.
Este lance foi a excepção que confirmou a regra de uma partida que levou muitas mais vezes o perigo à baliza de Henrique. A velocidade e a técnica do nº 11 adversário iam causando imensos problemas ao último reduto aveirense, tendo disposto mesmo de 2 grandes oportunidades, aos 4' e 7', para inaugurar o marcador. O seu primeiro remate saiu ligeiramente ao lado do poste e o segundo proporcionou ao guardião aveirense uma defesa de recurso para canto. Na sequência deste, no entanto, os "fogaceiros" viriam mesmo a abrir o activo, através de um remate de ressaca do jogador nº 6, desferido à entrada da área.
O Feirense continuou a mandar no jogo e foi sem surpresas que, aos 14', na transformação de um livre directo em posição frontal, o já referido jogador nº 11 elevou a contagem para 0-2. No minuto seguinte mesmo jogador teve tudo para dilatar o marcador, quando, na sequência de mais uma boa jogada individual, ficou na cara de Henrique, que lhe contrariou os intentos.
Os aveirenses, só numa jogada de contra-ataque conduzida pela direita por Didi, aos 16', levaram o perigo à area contrária, mas o desvio de Lima ao primeiro poste saiu sem a melhor direcção. Até ao intervalo, nota para mais 3 grandes ocasiões para a formação da Feira chegar a novo golo. Aos 18', o nº 9 ladeou Henrique mas atirou para fora; aos 25' é Henrique que oferece o corpo à bola rematada pelo isolado nº 11 e, no minuto seguinte, é a vez do nº 7 falhar quase em cima da linha de golo.
Depois de uma excelente primeira parte do Feirense, que exibiu, talvez, o melhor futebol que vimos esta época neste escalão, o Beira-Mar mostrou-se mais na etapa complementar e chegou mesmo a equilibrar o domínio das operações. Seria, no entanto, do Feirense a primeira grande oportunidade para chegar ao golo. Logo aos 38', o inevitável nº 11 é lançado em profundidade, ganha a posição com a sua velocidade, mas Henrique nega-lhe uma vez mais o golo.
A reacção do Beira-Mar fez-se notar aos 41' e 42', em remates de João Ramos, de fora da área que passou muito perto do poste, e de Didi, à meia-volta, após uma boa recepção, que parou nas mãos do guarda-redes da Feira.
A postura do Feirense era agora mais de contra-ataque e foi em lances deste tipo, aos 51' e 54', que o nº 11 poderia ter dado à sua equipa uma vantagem mais confortável e, porque não dizê-lo, merecida. No primeiro, Henrique ganhou-lhe mais uma vez o duelo e, no segundo, as medidas do "chapéu" não foram as ideais.
E se Guga, aos 62', na sequência da marcação de um canto, cabeceou ao segundo poste para fora e perdeu uma boa oportunidade para lançar a incerteza no resultado final, também o Feirense, aos 69', poderia ter "matado" definitivamente o jogo, valendo Henrique, mais uma vez, para se opor ao jogador nº 17 que lhe surgiu na cara. Já em período de compensação, e no meio de uma série de ressaltos na pequena área do Feirense, após a marcação de um canto, o Beira-Mar dispôs da mais flagrante ocasião que teve em todo o jogo para chegar ao golo, mas o guardião contrário, com valentia e também com alguma felicidade, impediu que as suas redes fossem violadas.
Vitória justa do Feirense, num jogo que poderia ter tido mais golos para ambos os lados, com destaque para a quantidade de ocasiões a que Henrique teve de se opor a adversários isolados.
(0-2, ao intervalo)
Diante de um Feirense que se apresentou muito forte no Estádio Mário Duarte durante a manhã de domingo, mormente na primeira parte, a equipa de iniciados do SC Beira-Mar foi impotente para impedir uma derrota por 2 golos sem resposta, resultado que, em boa verdade, para além de não sofrer qualquer contestação, poderia ter assumido contornos mais gravosos para a formação orientada por Tiago Pereira. Em suma, foi um jogo em que houve "muito" Feirense para este Beira-Mar.
Com uma boa arbitragem do Sr. Diogo Santos, da AF Aveiro, os auri-negros apresentaram:
Henrique (gr); Amaral (João Gonçalo, int), Bernardo, Guga e Miguel Morgado; Edu (João Ramos, int), Leo (cap) e Pedro Xavier (Tiago Goulart); Didi (João Portugal, 57'), Xavi (Sérgio, 57') e Ricardo Lima.
Suplentes não utilizados: Marcelo (gr) e Fábio Marques.
Se o primeiro tempo foi de inteiro domínio e uma verdadeira demonstração de força da equipa de Santa Maria da Feira, a verdade é que a primeira grande oportunidade de golo pertenceu ao Beira-Mar, logo aos 2' de jogo, quando Leo isolou Fábio Xavier, que não teve engenho para contornar a saída dos postes do guardião contrário.
Este lance foi a excepção que confirmou a regra de uma partida que levou muitas mais vezes o perigo à baliza de Henrique. A velocidade e a técnica do nº 11 adversário iam causando imensos problemas ao último reduto aveirense, tendo disposto mesmo de 2 grandes oportunidades, aos 4' e 7', para inaugurar o marcador. O seu primeiro remate saiu ligeiramente ao lado do poste e o segundo proporcionou ao guardião aveirense uma defesa de recurso para canto. Na sequência deste, no entanto, os "fogaceiros" viriam mesmo a abrir o activo, através de um remate de ressaca do jogador nº 6, desferido à entrada da área.
O Feirense continuou a mandar no jogo e foi sem surpresas que, aos 14', na transformação de um livre directo em posição frontal, o já referido jogador nº 11 elevou a contagem para 0-2. No minuto seguinte mesmo jogador teve tudo para dilatar o marcador, quando, na sequência de mais uma boa jogada individual, ficou na cara de Henrique, que lhe contrariou os intentos.
Os aveirenses, só numa jogada de contra-ataque conduzida pela direita por Didi, aos 16', levaram o perigo à area contrária, mas o desvio de Lima ao primeiro poste saiu sem a melhor direcção. Até ao intervalo, nota para mais 3 grandes ocasiões para a formação da Feira chegar a novo golo. Aos 18', o nº 9 ladeou Henrique mas atirou para fora; aos 25' é Henrique que oferece o corpo à bola rematada pelo isolado nº 11 e, no minuto seguinte, é a vez do nº 7 falhar quase em cima da linha de golo.
Depois de uma excelente primeira parte do Feirense, que exibiu, talvez, o melhor futebol que vimos esta época neste escalão, o Beira-Mar mostrou-se mais na etapa complementar e chegou mesmo a equilibrar o domínio das operações. Seria, no entanto, do Feirense a primeira grande oportunidade para chegar ao golo. Logo aos 38', o inevitável nº 11 é lançado em profundidade, ganha a posição com a sua velocidade, mas Henrique nega-lhe uma vez mais o golo.
A reacção do Beira-Mar fez-se notar aos 41' e 42', em remates de João Ramos, de fora da área que passou muito perto do poste, e de Didi, à meia-volta, após uma boa recepção, que parou nas mãos do guarda-redes da Feira.
A postura do Feirense era agora mais de contra-ataque e foi em lances deste tipo, aos 51' e 54', que o nº 11 poderia ter dado à sua equipa uma vantagem mais confortável e, porque não dizê-lo, merecida. No primeiro, Henrique ganhou-lhe mais uma vez o duelo e, no segundo, as medidas do "chapéu" não foram as ideais.
E se Guga, aos 62', na sequência da marcação de um canto, cabeceou ao segundo poste para fora e perdeu uma boa oportunidade para lançar a incerteza no resultado final, também o Feirense, aos 69', poderia ter "matado" definitivamente o jogo, valendo Henrique, mais uma vez, para se opor ao jogador nº 17 que lhe surgiu na cara. Já em período de compensação, e no meio de uma série de ressaltos na pequena área do Feirense, após a marcação de um canto, o Beira-Mar dispôs da mais flagrante ocasião que teve em todo o jogo para chegar ao golo, mas o guardião contrário, com valentia e também com alguma felicidade, impediu que as suas redes fossem violadas.
Vitória justa do Feirense, num jogo que poderia ter tido mais golos para ambos os lados, com destaque para a quantidade de ocasiões a que Henrique teve de se opor a adversários isolados.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
INICIADOS A: Sem surpresas
SC Beira-Mar, 7 - Fayal SC, 0
(2-0, ao intervalo)
No jogo disputado na manhã de domingo entre as equipas de iniciados do SC Beira-Mar e os açorianos do Fayal SC, tendo em conta resultados anteriores, era esperada a primeira vitória dos auri-negros e por números que, mais golo menos golo, não deixassem margem para dúvidas relativamente à diferença de valores entre as formações em confronto. E foi precisamente isso que aconteceu, pese embora a primeira parte abaixo do exigível por parte dos aveirenses e alguns rasgos da equipa da cidade da Horta que poderiam ter resultado em golo. Em suma, aconteceu o previsível e a vitória dos comandados de Tiago Pereira não sofre qualquer espécie de contestação.
Num jogo fácil de dirigir e que o árbitro da AF Coimbra, Sr. Edgar Correia, também não complicou, o Beira-Mar apresentou-se com:
Henrique (gr); Tiago Amaral, Edu, Guga e João Portugal (Xavi, int); João Ramos (Pedro Xavier, int), Didi e Leo; Fábio Marques (Rui Pedro, int), Ricardo Lima (João Gonçalo, 56') e Miguel Morgado.
Os primeiros minutos confirmaram de imediato tudo aquilo que se esperava do jogo, com Fábio Marques a perder no primeiro minuto uma flagrante ocasião de golo, que viria a ser obtido logo de seguida, pelo "capitão" Leo, que aproveitou um ressalto na sequência da marcação de um canto para abrir o marcador.
Depois de muitas outras situações, quase consecutivas, que se seguiram para dilatar a vantagem, o 2-0 surgiria, aos 7', numa jogada de Miguel Morgado pela esquerda, que ganhou ao seu opositor r rematou colocado à saída do guardião faialense.
As fragilidades do adversário eram evidentes e o espectro da esperada goleada começava a ganhar contornos bem definidos. Mas... puro engano! Deslumbrados com tantas facilidades, os aveirenses deixaram de jogar como equipa e o resultado foi que, até ao intervalo, não marcaram mais nenhum golo. Aliás, oportunidade para marcar, apenas num lance, aos 28', em que Miguel Morgado, a cruzamento de Didi, falhou à boca da baliza. Pelo contrário, foi o Fayal que mais vezes esteve perto de reduzir, destacando-se os lances ocorridos aos 14' (nº 17 quase rouba a bola a Henrique), 24' (nº 7, isolado, proporciona o desvio de Henrique para canto) e 32' (na sequência de canto, nº 8 falha ao segundo poste, com Henrique fora do lance).
Depois de um primeiro tempo abaixo das expectativas, pese embora o bom começo, a segunda parte, certamente com as correcções feitas por Tiago Pereira ao intervalo, foi bem melhor e, naturalmente, os golos acabaram por surgir. Ricardo Lima, aos 41', Didi, aos 46' e Xavi, aos 49', dilataram rapidamente o marcador para 5-0 e evidenciaram que, jogando colectivamente, o futebol ganha qualidade e tudo se torna mais fácil.
Aos 50', Xavi quase bisava, não fosse ter adiantado em demasia a bola, mas o 6-0 não tardaria, por Guga, que, aos 55', fez o golo mais bonito do jogo, num remate em volei, sem deixar cair a bola cruzada da direita pelo mesmo Xavi.
O Fayal só aos 58' criou perigo pela primeira vez nesta etapa complementar, através da marcação de um pontapé de canto que fez passar a bola em frente da baliza sem que ninguém a tocasse para o fundo das redes. Seria Leo, que bisou e elevou para 7-0, a fechar o resultado em cima dos 70' regulamentares, marcando facilmente de cabeça, à boca da baliza, após um cruzamento milimétrico ao segundo poste efectuado por Rui Pedro.
Em período de descontos, o Fayal esteve prestes a marcar o seu tento de honra, que bem merecia, mas um defesa aveirense gorou os intentos ao adversário, que quase aproveitava uma defesa incompleta de Henrique.
Desta jogo ficam os 3 pontos, o convívio entre 2 equipas de cidades bem distantes mas ambas muito bonitas e a certeza de que o futebol, para ser bem jogado e dar resultados, tem de ser praticado de uma forma colectiva.
(2-0, ao intervalo)
No jogo disputado na manhã de domingo entre as equipas de iniciados do SC Beira-Mar e os açorianos do Fayal SC, tendo em conta resultados anteriores, era esperada a primeira vitória dos auri-negros e por números que, mais golo menos golo, não deixassem margem para dúvidas relativamente à diferença de valores entre as formações em confronto. E foi precisamente isso que aconteceu, pese embora a primeira parte abaixo do exigível por parte dos aveirenses e alguns rasgos da equipa da cidade da Horta que poderiam ter resultado em golo. Em suma, aconteceu o previsível e a vitória dos comandados de Tiago Pereira não sofre qualquer espécie de contestação.
Num jogo fácil de dirigir e que o árbitro da AF Coimbra, Sr. Edgar Correia, também não complicou, o Beira-Mar apresentou-se com:
Henrique (gr); Tiago Amaral, Edu, Guga e João Portugal (Xavi, int); João Ramos (Pedro Xavier, int), Didi e Leo; Fábio Marques (Rui Pedro, int), Ricardo Lima (João Gonçalo, 56') e Miguel Morgado.
Os primeiros minutos confirmaram de imediato tudo aquilo que se esperava do jogo, com Fábio Marques a perder no primeiro minuto uma flagrante ocasião de golo, que viria a ser obtido logo de seguida, pelo "capitão" Leo, que aproveitou um ressalto na sequência da marcação de um canto para abrir o marcador.
Depois de muitas outras situações, quase consecutivas, que se seguiram para dilatar a vantagem, o 2-0 surgiria, aos 7', numa jogada de Miguel Morgado pela esquerda, que ganhou ao seu opositor r rematou colocado à saída do guardião faialense.
As fragilidades do adversário eram evidentes e o espectro da esperada goleada começava a ganhar contornos bem definidos. Mas... puro engano! Deslumbrados com tantas facilidades, os aveirenses deixaram de jogar como equipa e o resultado foi que, até ao intervalo, não marcaram mais nenhum golo. Aliás, oportunidade para marcar, apenas num lance, aos 28', em que Miguel Morgado, a cruzamento de Didi, falhou à boca da baliza. Pelo contrário, foi o Fayal que mais vezes esteve perto de reduzir, destacando-se os lances ocorridos aos 14' (nº 17 quase rouba a bola a Henrique), 24' (nº 7, isolado, proporciona o desvio de Henrique para canto) e 32' (na sequência de canto, nº 8 falha ao segundo poste, com Henrique fora do lance).
Depois de um primeiro tempo abaixo das expectativas, pese embora o bom começo, a segunda parte, certamente com as correcções feitas por Tiago Pereira ao intervalo, foi bem melhor e, naturalmente, os golos acabaram por surgir. Ricardo Lima, aos 41', Didi, aos 46' e Xavi, aos 49', dilataram rapidamente o marcador para 5-0 e evidenciaram que, jogando colectivamente, o futebol ganha qualidade e tudo se torna mais fácil.
Aos 50', Xavi quase bisava, não fosse ter adiantado em demasia a bola, mas o 6-0 não tardaria, por Guga, que, aos 55', fez o golo mais bonito do jogo, num remate em volei, sem deixar cair a bola cruzada da direita pelo mesmo Xavi.
O Fayal só aos 58' criou perigo pela primeira vez nesta etapa complementar, através da marcação de um pontapé de canto que fez passar a bola em frente da baliza sem que ninguém a tocasse para o fundo das redes. Seria Leo, que bisou e elevou para 7-0, a fechar o resultado em cima dos 70' regulamentares, marcando facilmente de cabeça, à boca da baliza, após um cruzamento milimétrico ao segundo poste efectuado por Rui Pedro.
Em período de descontos, o Fayal esteve prestes a marcar o seu tento de honra, que bem merecia, mas um defesa aveirense gorou os intentos ao adversário, que quase aproveitava uma defesa incompleta de Henrique.
Desta jogo ficam os 3 pontos, o convívio entre 2 equipas de cidades bem distantes mas ambas muito bonitas e a certeza de que o futebol, para ser bem jogado e dar resultados, tem de ser praticado de uma forma colectiva.
domingo, 27 de janeiro de 2013
INICIADOS A: Outra vez a eficácia a fazer a diferença
(0-1, ao intervalo)
Com um golo em cada meio tempo, o GD Gafanha voltou a impor-se ao SC Beira-Mar, vencendo por 2 golos sem resposta na jornada inaugural da 2ª fase do campeonato nacional de iniciados, que hoje teve o seu início. Nesta partida, realizada no campo Dr. Manuel Santos Pato, em Bustos, e à semelhança do jogo da 1ª fase disputado no Mário Duarte, o segredo da vitória do nosso adversário esteve numa maior eficácia revelada na zona de finalização. Este atributo, aliado a um maior vigor físico também evidenciado pela equipa da Gafanha da Nazaré, fez pender para o seu lado um jogo que, em termos de posse de bola e domínio territorial, foi pautado pelo equilíbrio. A derrota auri-negra tem de se aceitar, mas ninguém ficaria escandalizado se o encontro tivesse acabado com uma repartição de pontos.
Sob uma arbitragem sem reparos da juíza internacional aveirense, Sandra Bastos, Tiago Pereira apresentou:
Henrique (gr); João Gonçalo, Guga, Leo (cap) e Miguel Morgado; Edu, João Ramos (Evandro, 49'), Pedro Xavier (Didi, 49') e Fábio Marques; Tiago Goulart e Ricardo Lima.
Suplentes não utilizados: Pouseiro (gr), Xavi, João Portugal, Luca.
Num jogo que teve raras oportunidades de golo, entrou melhor o Gafanha, fruto de uma maior agressividade imposta na disputa dos lances divididos. Contudo, esta pressão inicial dos forasteiros foi inconsequente e, passada esta fase, foi o Beira-Mar que começou a aparecer mais no jogo e a levar algum perigo junto da baliza defendida por Marco Pais, falhando, como aliás viria a acontecer ao longo de todo o jogo, no passe decisivo. Aos 12', Fábio Marques poderia mesmo ter feito muito melhor, não aproveitando a saída de entre os postes do guardião contrário para visar com êxito a sua baliza.
E seria precisamente quando o Beira-Mar estava por cima no jogo que surgiu o 0-1. Um golo com simplicidade de processos e que resultou de uma jogada rápida pela direita do ataque do Gafanha, tendo Nassur ganho posição para solicitar Tiago Silva, na zona frontal, que dominou e rematou forte, não dando qualquer hipótese de reacção a Henrique.
Sempre com o jogo longe das balizas, a luta repartia-se a meio-campo e apenas na sequência de uma bola parada, aos 26', o "capitão" do Gafanha Bernardo, num golpe de cabeça, levou algum perigo junto de uma das balizas antes de se chegar ao descanso.
No segundo tempo entrou melhor o Beira-Mar, procurando chegar ao golo que o fizesse sair da posição de desvantagem e, logo aos 39', numa transição que apanhou o Gafanha completamente descompensado na sua retaguarda, os jovens auri-negros desaproveitam uma flagrante superioridade numérica que colocaria 2 jogadores na cara de Marco Pais. Sempre o último passe a falhar!
À semelhança do sucedido na etapa inicial, outra vez com o Beira-Mar melhor no jogo, o Gafanha, aos 43', vai chegar ao 0-2. O golo da tranquilidade resultou de uma desatenção do sector recuado da nossa equipa, que permite um lançamento de linha lateral rápido que isola na direita um adversário, que assiste no meio Tiago Silva para este "bisar" sem dificuldade na cara de Henrique.
Pese embora a tentativa de reacção dos aveirenses, que poderiam ter relançado o jogo quando, aos 46', na sequência de um livre de Lima, Marco Pais larga uma bola que não é aproveitada por ninguém para fazer a recarga, o segundo golo do Gafanha "matou" o jogo, que revelaria, até final, um bom controlo da vantagem por parte dos visitantes e uma incapacidade auri-negra, agravada pelas difíceis condições impostas pela chuva incessante, para fazer mossa junto da baliza contrária.
Numa fase que já se sabia ser de elevado grau de dificuldade, esta é uma derrota que não deve causar qualquer desânimo num grupo que já passou esta época por algumas dificuldades, que soube sempre superar. É o que irá acontecer agora outra vez.
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Sorteio da 2ª Fase do campeonato nacional de iniciados: Novamente o GD Gafanha a abrir!
Realizou-se esta 3ª feira, na sede da Federação Portuguesa de Futebol, em Lisboa, o sorteio da 2ª fase do campeonato nacional de iniciados. Curiosamente, o capricho da sorte determinou que Beira-Mar e Gafanha, os dois primeiros classificados da série D, na 1ª fase, se defrontem novamente na 1ª jornada, que terá lugar no próximo dia 27 de Janeiro.
Esta 2ª fase é disputada por 18 equipas, divididas em 3 séries de 6, apurando-se para a 3ª e derradeira fase os vencedores de cada uma delas mais o melhor segundo classificado, num total de 4 concorrentes.
Conheça agora o calendário completo da nossa equipa, que integra a série B:
1ª Jornada: 27-01-2013 - SC Beira-Mar - GD Gafanha
2ª Jornada: 03-02-2013 - AD Sanjoanense - SC Beira-Mar
3ª Jornada: 09-02-2013 - SC Beira-Mar - UD Leiria
4ª Jornada: 17-02-2013 - CD Feirense - SC Beira-Mar
5ª Jornada: 24-02-2013 - SC Beira-Mar - Fayal SC
6ª Jornada: 03-03-2013 - GD Gafanha - SC Beira-Mar
7ª Jornada: 10-03-2013 - SC Beira-Mar - AD Sanjoanense
8ª Jornada: 17-03-2013 - UD Leiria - SC Beira-Mar
9ª Jornada: 24-03-2013 - SC Beira-Mar - CD Feirense
10ª Jornada: 29-03-2013 - Fayal SC - SC Beira-Mar
Para consulta de todo o sorteio veja o site da FPF.
Na pessoa do seu técnico, Tiago Pereira, endereçamos a todo o grupo os maiores votos de felicidades no decorrer desta fase da prova.
Esta 2ª fase é disputada por 18 equipas, divididas em 3 séries de 6, apurando-se para a 3ª e derradeira fase os vencedores de cada uma delas mais o melhor segundo classificado, num total de 4 concorrentes.
Conheça agora o calendário completo da nossa equipa, que integra a série B:
1ª Jornada: 27-01-2013 - SC Beira-Mar - GD Gafanha
2ª Jornada: 03-02-2013 - AD Sanjoanense - SC Beira-Mar
3ª Jornada: 09-02-2013 - SC Beira-Mar - UD Leiria
4ª Jornada: 17-02-2013 - CD Feirense - SC Beira-Mar
5ª Jornada: 24-02-2013 - SC Beira-Mar - Fayal SC
6ª Jornada: 03-03-2013 - GD Gafanha - SC Beira-Mar
7ª Jornada: 10-03-2013 - SC Beira-Mar - AD Sanjoanense
8ª Jornada: 17-03-2013 - UD Leiria - SC Beira-Mar
9ª Jornada: 24-03-2013 - SC Beira-Mar - CD Feirense
10ª Jornada: 29-03-2013 - Fayal SC - SC Beira-Mar
Para consulta de todo o sorteio veja o site da FPF.
Na pessoa do seu técnico, Tiago Pereira, endereçamos a todo o grupo os maiores votos de felicidades no decorrer desta fase da prova.
domingo, 13 de janeiro de 2013
INICIADOS A: Vitória com sabor duplo
AD Taboeira, 0- SC Beira-Mar, 3
(0-2, ao intervalo)
Uma vitória num dérbi tem sempre um sabor especial, mas quando a essa alegria se junta uma ainda maior, a da qualificação para a fase do apuramento do campeão nacional de iniciados, obtida na última jornada, a satisfação é redobrada.
Num jogo em que o Beira-Mar tinha de fazer o mesmo resultado da Académica, mas em que sabia que uma vitória lhe proporcionava o objectivo desejado, os comandados de Tiago Pereira foram enormes, mostraram efectivamente estofo de campeões e impuseram um categórico 0-3 ao seu rival Taboeira, que jogava no seu terreno.
Para esta derradeira "batalha" da 1ª fase, Tiago Pereira fez alinhar:
Paulo Pouseiro (gr), João Gonçalo, Leo (cap), Guga e Miguel Morgado; Edu, Luca e João Ramos; Ricardo Lima, Tiago Goulart e Xavi,
Jogaram também: Didi e Fábio Marques
Cientes da sua missão, os jovens auri-negros entraram decididos e aos 10' já ganhavam por 0-1, com um soberbo golo de Miguel Morgado, que desferiu um colocado remate de fora da área. Num jogo em que a responsabilidade era enorme, os jovens auri-negros sacudiram essa pressão dos seus ombros e estiveram sempre por cima, sendo o seu melhor jogo coroado com mais um golo, obtido aos 25' por João Ramos que, de cabeça, deu o melhor seguimento a uma solicitação de Xavi.
Com a qualificação à beira de ser conseguida, os auri-negros regressaram das cabinas para a segunda parte com a mesma determinação que, desde início, se verificou ter sido trabalhada durante a semana. E já depois de terem perdido uma "escandalosa" oportunidade para ampliar a vantagem, Ricardo Lima, em mais um golo de belo efeito, fazendo alarde de toda a sua capacidade técnica, tranquilizaria os mais "stressados" fazendo o 0-3 final.
No final houve justa festa, que começou ainda dentro do campo e, para alguns, se alastrou até à Capela do São Gonçalinho.
Parabéns a todo o grupo por este apuramento, conseguido com muito querer e acreditar e que foi tão difícil quanto merecido.
(0-2, ao intervalo)
Uma vitória num dérbi tem sempre um sabor especial, mas quando a essa alegria se junta uma ainda maior, a da qualificação para a fase do apuramento do campeão nacional de iniciados, obtida na última jornada, a satisfação é redobrada.
Num jogo em que o Beira-Mar tinha de fazer o mesmo resultado da Académica, mas em que sabia que uma vitória lhe proporcionava o objectivo desejado, os comandados de Tiago Pereira foram enormes, mostraram efectivamente estofo de campeões e impuseram um categórico 0-3 ao seu rival Taboeira, que jogava no seu terreno.
Para esta derradeira "batalha" da 1ª fase, Tiago Pereira fez alinhar:
Paulo Pouseiro (gr), João Gonçalo, Leo (cap), Guga e Miguel Morgado; Edu, Luca e João Ramos; Ricardo Lima, Tiago Goulart e Xavi,
Jogaram também: Didi e Fábio Marques
Cientes da sua missão, os jovens auri-negros entraram decididos e aos 10' já ganhavam por 0-1, com um soberbo golo de Miguel Morgado, que desferiu um colocado remate de fora da área. Num jogo em que a responsabilidade era enorme, os jovens auri-negros sacudiram essa pressão dos seus ombros e estiveram sempre por cima, sendo o seu melhor jogo coroado com mais um golo, obtido aos 25' por João Ramos que, de cabeça, deu o melhor seguimento a uma solicitação de Xavi.
Com a qualificação à beira de ser conseguida, os auri-negros regressaram das cabinas para a segunda parte com a mesma determinação que, desde início, se verificou ter sido trabalhada durante a semana. E já depois de terem perdido uma "escandalosa" oportunidade para ampliar a vantagem, Ricardo Lima, em mais um golo de belo efeito, fazendo alarde de toda a sua capacidade técnica, tranquilizaria os mais "stressados" fazendo o 0-3 final.
No final houve justa festa, que começou ainda dentro do campo e, para alguns, se alastrou até à Capela do São Gonçalinho.
Parabéns a todo o grupo por este apuramento, conseguido com muito querer e acreditar e que foi tão difícil quanto merecido.
domingo, 6 de janeiro de 2013
INICIADOS A: As melhores notícias chegaram de Castelo Branco...
SC Beira-Mar, 4 - GD Tourizense, 1
(3-1, ao intervalo)
A notícia do dia não foi a vitória da equipa de iniciados do Beira-Mar sobre o Tourizense, por todos aguardada e dada como certa, com maior ou menor dificuldade, mas sim os ecos que chegaram no final da partida vindos de Castelo Branco, onde o nosso rival mais directo, a Académica de Coimbra, deixou ficar 2 preciosos pontos que colocaram os auri-negros de novo em lugar de acesso à disputa da fase de apuramento do campeão do campeonato nacional. Nada estando ainda adquirido, Tiago Pereira e o seu grupo voltam a depender apenas de si próprios, partindo para o último jogo da1ª fase com a certeza de que, em caso de vitória, o objectivo será atingido.
Quanto ao jogo de hoje, vencido por claros 4-1, dizer que foi jogado em ritmo lento, sem muita chama, quiçá porque no subconsciente dos atletas auri-negros estaria um adversário que ocupava o último lugar da série D e que, por esse facto, não lhes deveria criar muitas dificuldades. De qualquer modo, a uma equipa que pode vir a participar, juntamente com as melhores do país, na 2ª fase da prova, é sempre de exigir mais, quanto mais não seja pelo respeito que merecem todos os intervenientes na partida. Fica a vitória, os 3 pontos e, sobretudo, a esperança renovada numa desejada qualificação.
Sob uma arbitragem sem problemas do Sr. Hélder Ferreira, juiz da AF Aveiro, Tiago Pereira apresentou no relvado do estádio Mário Duarte:
Henrique (gr); Tiago Amaral, Leo (cap), Rafa e Miguel Morgado; Luca, Pedro Xavier (Xavi, int) e Fábio Marques; Didi (Bernardo, 47'), Tiago Goulart (Evandro, int) e Ricardo Lima (Edu, 54').
Suplentes não utilizados: Paulo Pouseiro (gr), João Ramos e Guga.
Frente a um adversário com bastantes fragilidades, mas que até criou o primeiro lance de perigo da partida (4'), o Beira-Mar foi jogando o quanto baste para acabar por chegar à vantagem, aos 12', num pontapé de ressaca de Luca após a marcação de um pontapé de canto na direita.
Continuando em ritmo de treino, os aveirenses poderiam ter ampliado a vantagem por Didi, aos 14', ao não aproveitar uma bola largada pelo guarda-redes, que já nos tinha parecido mal batido no lance do primeiro golo, e ainda por Lima, aos 23', que falhou clamorosamente à boca da baliza um cruzamento da direita do primeiro jogador referido.
Contudo, na jogada seguinte e sem grandes surpresas, Tiago Goulart, numa arrancada pela direita, entra na área e fuzila para o 2-0, com um remate de grande potência que não deu qualquer hipótese ao indefeso guardião forasteiro.
As facilidades concedidas pelo Tourizense eram tantas que, sem estar a jogar muito bem, a formação de Tiago Pereira ia construindo um resultado folgado. Didi, aos 26', vê um defesa evitar o 3-0 sobre a linha de golo, números esses que seriam atingidos, aos 29', novamente por Luca e também noutro pontapé de ressaca, desferido desta feita com o pé esquerdo, à entrada da área, na sequência de um canto, desta vez no lado esquerdo. Muito perto de as equipas recolherem aos balneários, de uma forma algo surpreendente mas que se traduziu no melhor golo do jogo, o Tourizense reduziu para 3-1 através de um pontapé muito bem colocado, desferido de fora da área.
Se na primeira parte o jogo já não tinha sido muito interessante, com o resultado praticamente feito o segundo tempo tornou-se ainda mais sensaborão. Com um Tourizense muito empenhado mas sem argumentos para contrariar o maior poderio técnico-táctico dos auri-negros, estes foram gerindo a vantagem e o tempo, aqui e ali com alguns lances de maior perigo para as redes do adversário. Didi poderia ter aumentado, aos 47', mas falhou na direcção o seu golpe de cabeça, após cruzamento de Fábio Marques e Xavi, aos 54', rematou às malhas laterais, após jogada e cruzamento da esquerda de Miguel Morgado.
O 4-1 acabaria mesmo por chegar, aos 54', na sequência de uma boa jogada de ataque pela direita, com Ricardo Lima a assistir Fábio Marques, que finalizou em posição frontal, à boca da baliza. O resultado poderia ter atingido contornos mais desnivelados se Xavi, aos 65', na cara do guardião de Touriz, tivesse procurado assistir um colega, tendo optado por um remate contra o corpo do adversário, ou se o remate cruzado do "capitão" Leo, já em período de compensação, desferido sem oposição após passe a rasgar, tivesse levado melhor direcção.
Para a história fica o resultado e a motivação vinda de Castelo Branco, que vai permitir fazer do jogo da última jornada com o Taboeira uma autêntica final.
(3-1, ao intervalo)
A notícia do dia não foi a vitória da equipa de iniciados do Beira-Mar sobre o Tourizense, por todos aguardada e dada como certa, com maior ou menor dificuldade, mas sim os ecos que chegaram no final da partida vindos de Castelo Branco, onde o nosso rival mais directo, a Académica de Coimbra, deixou ficar 2 preciosos pontos que colocaram os auri-negros de novo em lugar de acesso à disputa da fase de apuramento do campeão do campeonato nacional. Nada estando ainda adquirido, Tiago Pereira e o seu grupo voltam a depender apenas de si próprios, partindo para o último jogo da1ª fase com a certeza de que, em caso de vitória, o objectivo será atingido.
Quanto ao jogo de hoje, vencido por claros 4-1, dizer que foi jogado em ritmo lento, sem muita chama, quiçá porque no subconsciente dos atletas auri-negros estaria um adversário que ocupava o último lugar da série D e que, por esse facto, não lhes deveria criar muitas dificuldades. De qualquer modo, a uma equipa que pode vir a participar, juntamente com as melhores do país, na 2ª fase da prova, é sempre de exigir mais, quanto mais não seja pelo respeito que merecem todos os intervenientes na partida. Fica a vitória, os 3 pontos e, sobretudo, a esperança renovada numa desejada qualificação.
Sob uma arbitragem sem problemas do Sr. Hélder Ferreira, juiz da AF Aveiro, Tiago Pereira apresentou no relvado do estádio Mário Duarte:
Henrique (gr); Tiago Amaral, Leo (cap), Rafa e Miguel Morgado; Luca, Pedro Xavier (Xavi, int) e Fábio Marques; Didi (Bernardo, 47'), Tiago Goulart (Evandro, int) e Ricardo Lima (Edu, 54').
Suplentes não utilizados: Paulo Pouseiro (gr), João Ramos e Guga.
Frente a um adversário com bastantes fragilidades, mas que até criou o primeiro lance de perigo da partida (4'), o Beira-Mar foi jogando o quanto baste para acabar por chegar à vantagem, aos 12', num pontapé de ressaca de Luca após a marcação de um pontapé de canto na direita.
Continuando em ritmo de treino, os aveirenses poderiam ter ampliado a vantagem por Didi, aos 14', ao não aproveitar uma bola largada pelo guarda-redes, que já nos tinha parecido mal batido no lance do primeiro golo, e ainda por Lima, aos 23', que falhou clamorosamente à boca da baliza um cruzamento da direita do primeiro jogador referido.
Contudo, na jogada seguinte e sem grandes surpresas, Tiago Goulart, numa arrancada pela direita, entra na área e fuzila para o 2-0, com um remate de grande potência que não deu qualquer hipótese ao indefeso guardião forasteiro.
As facilidades concedidas pelo Tourizense eram tantas que, sem estar a jogar muito bem, a formação de Tiago Pereira ia construindo um resultado folgado. Didi, aos 26', vê um defesa evitar o 3-0 sobre a linha de golo, números esses que seriam atingidos, aos 29', novamente por Luca e também noutro pontapé de ressaca, desferido desta feita com o pé esquerdo, à entrada da área, na sequência de um canto, desta vez no lado esquerdo. Muito perto de as equipas recolherem aos balneários, de uma forma algo surpreendente mas que se traduziu no melhor golo do jogo, o Tourizense reduziu para 3-1 através de um pontapé muito bem colocado, desferido de fora da área.
Se na primeira parte o jogo já não tinha sido muito interessante, com o resultado praticamente feito o segundo tempo tornou-se ainda mais sensaborão. Com um Tourizense muito empenhado mas sem argumentos para contrariar o maior poderio técnico-táctico dos auri-negros, estes foram gerindo a vantagem e o tempo, aqui e ali com alguns lances de maior perigo para as redes do adversário. Didi poderia ter aumentado, aos 47', mas falhou na direcção o seu golpe de cabeça, após cruzamento de Fábio Marques e Xavi, aos 54', rematou às malhas laterais, após jogada e cruzamento da esquerda de Miguel Morgado.
O 4-1 acabaria mesmo por chegar, aos 54', na sequência de uma boa jogada de ataque pela direita, com Ricardo Lima a assistir Fábio Marques, que finalizou em posição frontal, à boca da baliza. O resultado poderia ter atingido contornos mais desnivelados se Xavi, aos 65', na cara do guardião de Touriz, tivesse procurado assistir um colega, tendo optado por um remate contra o corpo do adversário, ou se o remate cruzado do "capitão" Leo, já em período de compensação, desferido sem oposição após passe a rasgar, tivesse levado melhor direcção.
Para a história fica o resultado e a motivação vinda de Castelo Branco, que vai permitir fazer do jogo da última jornada com o Taboeira uma autêntica final.
domingo, 25 de novembro de 2012
INICIADOS A: Aproveitamento inicial na base do êxito
SC Beira-Mar, 4 - SC Covilhã, 1
(4-1, ao intervalo)
A equipa de iniciados do SC Beira-Mar continuou a defesa do seu 2º lugar da série D do campeonato nacional, batendo esta manhã o SC Covilhã, por expressivos 4-1, no estádio Mário Duarte. O resultado foi construído na primeira parte, período durante o qual os aurinegros revelaram uma grande eficácia, ao contrário da etapa complementar, pautada pelo desperdício de boas oportunidades. No cômputo geral, foi uma vitória justa da formação comandada por Tiago Pereira, que teve pela frente um adversário que deu sempre boa réplica, valorizando, deste modo, o triunfo aveirense.
Com uma boa arbitragem do Sr. Rui Oliveira, juiz da AF Porto, num relvado que as condições meteorológicas pioram de dia para dia, o SC Beira-Mar apresentou:
Henrique (gr) (Bozi, int); Tiago Amaral, Leo (cap), Guga e João Portugal; Edu, Pedro Xavier (Diogo António, int) e João Pedro (Fábio Marques, int); Ricardo Lima, Tiago Goulart (Evandro, 53') e Xavi (Didi, int).
Suplente não utilizado: Sérgio.
Depois de no período de aquecimento, o SC Beira-Mar se ter visto privado do concurso de Miguel Morgado, suturado à face no hospital enquanto decorria o primeiro tempo, os aurinegros tiveram um início de jogo feliz e, aos 7', já venciam por 2-0. O golo inaugural surgiu logo aos 3', num bom remate em "raquete" de Tiago Goulart que não deu qualquer hipótese de defesa ao guardião serrano. O mesmo jogador, pouco depois, ao ser derrubado dentro da área por um adversário, conquistaria para a sua equipa uma grande penalidade, que Ricardo Lima transformaria exemplarmente.
O SC Covilhã, que jogava o jogo pelo jogo e dava um réplica muito interessante, criaria o seu primeiro lance de perigo na transformação de um livre lateral, sobre a direita, com a bola a passar em frente à baliza defendida por Henrique e a sair junto ao poste contrário.
Contudo, a eficácia aurinegra era a nota dominante desta primeira parte e, aos 19', revelando mais uma vez o seu sentido de oportunidade nas bolas paradas, Guga aproveitaria uma bola largada pelo guardião contrário, após a marcação de um pontapé de canto, para chegar ao 3-0.
Tudo corria bem aos aveirenses, mas o Covilhã, também de bola parada e através do seu jogador mais influente, reduziria para 3-1, através de um livre directo ainda longe da linha limite da grande área, mas que o possante e igualmente forte tecnicamente nº 15 serrano, com um potente e colocado remate, transformou num bonito golo, com a bola a bater ainda na barra antes de se anichar nas redes confiadas neste jogo ao jovem guardião Henrique.
Estavam decorridos 25' de jogo e, até ao intervalo, nota para um lance em que Xavi é isolado com um passe em profundidade, rematando contra o guarda-redes e estragando, desta forma, a estatística da eficácia finalizadora da sua equipa. Melhor esteve Ricardo Lima que, em cima do apito para o descanso, num lance semelhante, rematou desviado do guarda-redes e colocou o resultado no 4-1 com que as equipas recolheriam às cabinas.
A segunda parte, apesar das muitas alterações produzidas e do futebol praticado não ter sido de muita qualidade (o terreno de jogo assim determinava), deu mais Beira-Mar, quer em termos de domínio territorial, quer de posse de bola, mas a verdade é que, se quase tudo tinha sido aproveitado no primeiro tempo, nos segundos 35 minutos os aveirenses estiveram muito perdulários. Aos 44', Fábio Marques, muito cerimonioso na hora do remate, perde um lance em que tinha tudo para elevar a contagem e Didi, aos 51', em jogada individual pela esquerda, flecte para o meio e remata à figura do guardião forasteiro.
Os "leões da serra", que nunca desistiram de jogar, também tiveram a sua oportunidade, aos 54', quando Portugal safa entre os postes uma bola que tinha sobrado no seguimento de um lançamento longo para a área, com o guardião Bozi, entrado ao intervalo, fora do lance. Até final (58', 63' e 68'), mais 3 grandes ocasiões para os comandados de Tiago Pereira terem ampliado a vantagem e dado ao marcador contornos de uma maior goleada. Primeiro foi Lima a arrancar um pontapé do meio da rua que levou a bola a embater na barra, depois foi Didi a ver o remate ser desviado por um defesa, após jogada de Evandro pela direita e, finalmente, é Edu que, em remate de ressaca após livre de Lima, proporciona mais uma defesa apertada para canto ao guardião do Covilhã.
Se houve alguma felicidade no modo como o resultado foi sendo construído ao longo da primeira parte, com um aproveitamento quase total das oportunidades de golo, a expressão do resultado foi amplamente justificada pelas oportunidades criadas na etapa complementar. No global, o Beira-Mar foi sempre melhor do que o seu abnegado adversário e justificou plenamente os 3 pontos conquistados na luta pela qualificação para a 2ª fase.
(4-1, ao intervalo)
A equipa de iniciados do SC Beira-Mar continuou a defesa do seu 2º lugar da série D do campeonato nacional, batendo esta manhã o SC Covilhã, por expressivos 4-1, no estádio Mário Duarte. O resultado foi construído na primeira parte, período durante o qual os aurinegros revelaram uma grande eficácia, ao contrário da etapa complementar, pautada pelo desperdício de boas oportunidades. No cômputo geral, foi uma vitória justa da formação comandada por Tiago Pereira, que teve pela frente um adversário que deu sempre boa réplica, valorizando, deste modo, o triunfo aveirense.
Com uma boa arbitragem do Sr. Rui Oliveira, juiz da AF Porto, num relvado que as condições meteorológicas pioram de dia para dia, o SC Beira-Mar apresentou:
Henrique (gr) (Bozi, int); Tiago Amaral, Leo (cap), Guga e João Portugal; Edu, Pedro Xavier (Diogo António, int) e João Pedro (Fábio Marques, int); Ricardo Lima, Tiago Goulart (Evandro, 53') e Xavi (Didi, int).
Suplente não utilizado: Sérgio.
Depois de no período de aquecimento, o SC Beira-Mar se ter visto privado do concurso de Miguel Morgado, suturado à face no hospital enquanto decorria o primeiro tempo, os aurinegros tiveram um início de jogo feliz e, aos 7', já venciam por 2-0. O golo inaugural surgiu logo aos 3', num bom remate em "raquete" de Tiago Goulart que não deu qualquer hipótese de defesa ao guardião serrano. O mesmo jogador, pouco depois, ao ser derrubado dentro da área por um adversário, conquistaria para a sua equipa uma grande penalidade, que Ricardo Lima transformaria exemplarmente.
O SC Covilhã, que jogava o jogo pelo jogo e dava um réplica muito interessante, criaria o seu primeiro lance de perigo na transformação de um livre lateral, sobre a direita, com a bola a passar em frente à baliza defendida por Henrique e a sair junto ao poste contrário.
Contudo, a eficácia aurinegra era a nota dominante desta primeira parte e, aos 19', revelando mais uma vez o seu sentido de oportunidade nas bolas paradas, Guga aproveitaria uma bola largada pelo guardião contrário, após a marcação de um pontapé de canto, para chegar ao 3-0.
Tudo corria bem aos aveirenses, mas o Covilhã, também de bola parada e através do seu jogador mais influente, reduziria para 3-1, através de um livre directo ainda longe da linha limite da grande área, mas que o possante e igualmente forte tecnicamente nº 15 serrano, com um potente e colocado remate, transformou num bonito golo, com a bola a bater ainda na barra antes de se anichar nas redes confiadas neste jogo ao jovem guardião Henrique.
Estavam decorridos 25' de jogo e, até ao intervalo, nota para um lance em que Xavi é isolado com um passe em profundidade, rematando contra o guarda-redes e estragando, desta forma, a estatística da eficácia finalizadora da sua equipa. Melhor esteve Ricardo Lima que, em cima do apito para o descanso, num lance semelhante, rematou desviado do guarda-redes e colocou o resultado no 4-1 com que as equipas recolheriam às cabinas.
A segunda parte, apesar das muitas alterações produzidas e do futebol praticado não ter sido de muita qualidade (o terreno de jogo assim determinava), deu mais Beira-Mar, quer em termos de domínio territorial, quer de posse de bola, mas a verdade é que, se quase tudo tinha sido aproveitado no primeiro tempo, nos segundos 35 minutos os aveirenses estiveram muito perdulários. Aos 44', Fábio Marques, muito cerimonioso na hora do remate, perde um lance em que tinha tudo para elevar a contagem e Didi, aos 51', em jogada individual pela esquerda, flecte para o meio e remata à figura do guardião forasteiro.
Os "leões da serra", que nunca desistiram de jogar, também tiveram a sua oportunidade, aos 54', quando Portugal safa entre os postes uma bola que tinha sobrado no seguimento de um lançamento longo para a área, com o guardião Bozi, entrado ao intervalo, fora do lance. Até final (58', 63' e 68'), mais 3 grandes ocasiões para os comandados de Tiago Pereira terem ampliado a vantagem e dado ao marcador contornos de uma maior goleada. Primeiro foi Lima a arrancar um pontapé do meio da rua que levou a bola a embater na barra, depois foi Didi a ver o remate ser desviado por um defesa, após jogada de Evandro pela direita e, finalmente, é Edu que, em remate de ressaca após livre de Lima, proporciona mais uma defesa apertada para canto ao guardião do Covilhã.
Se houve alguma felicidade no modo como o resultado foi sendo construído ao longo da primeira parte, com um aproveitamento quase total das oportunidades de golo, a expressão do resultado foi amplamente justificada pelas oportunidades criadas na etapa complementar. No global, o Beira-Mar foi sempre melhor do que o seu abnegado adversário e justificou plenamente os 3 pontos conquistados na luta pela qualificação para a 2ª fase.
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
INICIADOS A: Eficácia letal na 1ª parte precipitou derrota aurinegra
SC Beira-Mar, 0 - GD Gafanha, 4
(0-4, ao intervalo)
A equipa de iniciados do SC Beira-Mar sofreu a segunda derrota no campeonato nacional, novamente no estádio Mário Duarte, ao ser batida pelo líder da série D, o GD Gafanha, por pesados 0-4. Não estando em causa a justiça da vitória da formação do concelho vizinho, que fez por a merecer, o modo cruel como o resultado foi sendo construído ao longo da primeira parte, com o Gafanha a chegar ao golo cada vez que rematava à baliza, deixou marcas nos atletas aveirenses, que, sem nunca deixarem de lutar, iam sentido que aquele não era o seu dia.
Apesar de se apresentar no pesado relvado do Mário Duarte como comandante incontestado, o GD Gafanha respeitou o seu adversário, quiçá lembrando-se que a formação de Tiago Pereira foi a única, até agora, que lhe roubou pontos na prova. Fosse por isso ou por outra razão qualquer, os forasteiros entregaram a iniciativa ao Beira-Mar e jogaram sempre com uma arma que se revelaria mortífera, as rápidas transições ofensivas. E essa estratégia mostrar-se-ia ainda acertada, pois, logo aos 4', Marcelo Dias é lançado pela esquerda e chega ao 0-1 através de um remate cruzado que Pouseiro não conseguiu suster.
Estava dado o primeiro golpe! Os aurinegros continuaram, porém, a dar o peito "às balas", jogando abertos, no campo todo, continuando a tomar a iniciativa do jogo. No entanto, apenas de bola parada conseguiram levar o perigo à baliza de Marco Pais, com Leo, aos 6' e 12', a cabecear ao lado e para uma defesa do guardião adversário sobre a linha, na sequência de um livre e de um canto, ambos apontados por Ricardo Lima.
Qualquer reacção aurinegra seria, porém, condenada ao fracasso neste dia. É que, aos 15', no segundo remate efectuado à baliza do Beira-Mar, o Gafanha chega ao 0-2. Diga-se, em abono da verdade, que se tratou de uma magnífica execução do nosso conhecido Gonçalo, que transformou exemplarmente um livre directo, fazendo entrar a bola no canto superior esquerdo da baliza defendida por Paulo Pouseiro, que nada podia fazer.
E, ao terceiro remate, terceiro golo! O 0-3 aconteceu, aos 23', num lance a papel químico do primeiro, sendo que o protagonista, desta feita, foi Tiago Silva.
No lance do terceiro golo, o guardião do Beira-Mar seria tocado na cabeça, acabando por ser substituído pelo Henrique que, nas suas primeiras intervenções, aos 32', estraga a eficácia de 100 por cento ao adversário, negando, por duas vezes e com excelentes defesas, o golo a Marcelo Dias.
Porém, no minuto seguinte, e no seguimento de um cruzamento da direita, que Tiago Silva desviou de cabeça com êxito, nada pôde fazer para evitar o 0-4 com que se foi para intervalo.
No segundo tempo, o filme do jogo não se alterou, o Beira-Mar continuou a porfiar afincadamente na tentativa de conseguir vencer a forte e bem organizada defensiva do Gafanha, o que raramente conseguia, e o nosso adversário a lançar as suas venenosas contra-ofensivas que tão bons resultados tinham dado na etapa inicial. A única diferença do primeiro para o segundo tempo, foi a eficácia da formação "azul", que encontrou pela frente um inspirado Henrique.
Aos 41', na sequência de um canto, a bola ficou à mercê de um jogador do Gafanha que, sem oposição, viu o seu remate embater na floresta de pernas que se encontravam à frente da baliza e, aos, 44', Marcelo Dias volta a ver Henrique ganhar-lhe o duelo, num lance em que surgiu isolado. No minuto seguinte, na sequência da marcação de mais um canto, Henrique volta a defender superiormente um cabeceamento efectuado quase à queima-roupa. A estes lances respondeu Guga, aos 48', com um cabeceamento feito na cara de Marco Pais que saiu à figura deste, num lance que teve origem num livre apontado por Ricardo Lima.
Até final, sem que houvesse registo de mais nenhuma situação de golo junto das balizas, fica a imagem de um Beira-Mar lutador mas incapaz de vencer a fortaleza que era a defensiva contrária e de um Gafanha que tem nas transições ofensivas e na valia técnica de grande parte dos seus jogadores os argumentos mais fortes e que justificam a posição que ocupam neste campeonato nacional. Para ajudar, tudo lhes saiu bem nos primeiros 35 minutos.
Sob uma boa arbitragem da juiza aveirense Ana Amorim, o SC Beira-Mar apresentou-se para este jogo com:
Paulo Pouseiro (Henrique, aos 30'); João Gonçalo (Edu, 57'), Bernardo (Fábio Marques, int), Guga e Miguel Morgado; João Marques (Diogo, 57'), Leo (cap), Sérgio (Evandro, int) e Ricardo Lima; Xavi e Tiago Goulart.
Suplentes não utilizados: João Portugal e Pedro Xavier.
(0-4, ao intervalo)
A equipa de iniciados do SC Beira-Mar sofreu a segunda derrota no campeonato nacional, novamente no estádio Mário Duarte, ao ser batida pelo líder da série D, o GD Gafanha, por pesados 0-4. Não estando em causa a justiça da vitória da formação do concelho vizinho, que fez por a merecer, o modo cruel como o resultado foi sendo construído ao longo da primeira parte, com o Gafanha a chegar ao golo cada vez que rematava à baliza, deixou marcas nos atletas aveirenses, que, sem nunca deixarem de lutar, iam sentido que aquele não era o seu dia.
Apesar de se apresentar no pesado relvado do Mário Duarte como comandante incontestado, o GD Gafanha respeitou o seu adversário, quiçá lembrando-se que a formação de Tiago Pereira foi a única, até agora, que lhe roubou pontos na prova. Fosse por isso ou por outra razão qualquer, os forasteiros entregaram a iniciativa ao Beira-Mar e jogaram sempre com uma arma que se revelaria mortífera, as rápidas transições ofensivas. E essa estratégia mostrar-se-ia ainda acertada, pois, logo aos 4', Marcelo Dias é lançado pela esquerda e chega ao 0-1 através de um remate cruzado que Pouseiro não conseguiu suster.
Estava dado o primeiro golpe! Os aurinegros continuaram, porém, a dar o peito "às balas", jogando abertos, no campo todo, continuando a tomar a iniciativa do jogo. No entanto, apenas de bola parada conseguiram levar o perigo à baliza de Marco Pais, com Leo, aos 6' e 12', a cabecear ao lado e para uma defesa do guardião adversário sobre a linha, na sequência de um livre e de um canto, ambos apontados por Ricardo Lima.
Qualquer reacção aurinegra seria, porém, condenada ao fracasso neste dia. É que, aos 15', no segundo remate efectuado à baliza do Beira-Mar, o Gafanha chega ao 0-2. Diga-se, em abono da verdade, que se tratou de uma magnífica execução do nosso conhecido Gonçalo, que transformou exemplarmente um livre directo, fazendo entrar a bola no canto superior esquerdo da baliza defendida por Paulo Pouseiro, que nada podia fazer.
E, ao terceiro remate, terceiro golo! O 0-3 aconteceu, aos 23', num lance a papel químico do primeiro, sendo que o protagonista, desta feita, foi Tiago Silva.
No lance do terceiro golo, o guardião do Beira-Mar seria tocado na cabeça, acabando por ser substituído pelo Henrique que, nas suas primeiras intervenções, aos 32', estraga a eficácia de 100 por cento ao adversário, negando, por duas vezes e com excelentes defesas, o golo a Marcelo Dias.
Porém, no minuto seguinte, e no seguimento de um cruzamento da direita, que Tiago Silva desviou de cabeça com êxito, nada pôde fazer para evitar o 0-4 com que se foi para intervalo.
No segundo tempo, o filme do jogo não se alterou, o Beira-Mar continuou a porfiar afincadamente na tentativa de conseguir vencer a forte e bem organizada defensiva do Gafanha, o que raramente conseguia, e o nosso adversário a lançar as suas venenosas contra-ofensivas que tão bons resultados tinham dado na etapa inicial. A única diferença do primeiro para o segundo tempo, foi a eficácia da formação "azul", que encontrou pela frente um inspirado Henrique.
Aos 41', na sequência de um canto, a bola ficou à mercê de um jogador do Gafanha que, sem oposição, viu o seu remate embater na floresta de pernas que se encontravam à frente da baliza e, aos, 44', Marcelo Dias volta a ver Henrique ganhar-lhe o duelo, num lance em que surgiu isolado. No minuto seguinte, na sequência da marcação de mais um canto, Henrique volta a defender superiormente um cabeceamento efectuado quase à queima-roupa. A estes lances respondeu Guga, aos 48', com um cabeceamento feito na cara de Marco Pais que saiu à figura deste, num lance que teve origem num livre apontado por Ricardo Lima.
Até final, sem que houvesse registo de mais nenhuma situação de golo junto das balizas, fica a imagem de um Beira-Mar lutador mas incapaz de vencer a fortaleza que era a defensiva contrária e de um Gafanha que tem nas transições ofensivas e na valia técnica de grande parte dos seus jogadores os argumentos mais fortes e que justificam a posição que ocupam neste campeonato nacional. Para ajudar, tudo lhes saiu bem nos primeiros 35 minutos.
Sob uma boa arbitragem da juiza aveirense Ana Amorim, o SC Beira-Mar apresentou-se para este jogo com:
Paulo Pouseiro (Henrique, aos 30'); João Gonçalo (Edu, 57'), Bernardo (Fábio Marques, int), Guga e Miguel Morgado; João Marques (Diogo, 57'), Leo (cap), Sérgio (Evandro, int) e Ricardo Lima; Xavi e Tiago Goulart.
Suplentes não utilizados: João Portugal e Pedro Xavier.
domingo, 4 de novembro de 2012
INICIADOS A: Perdas minimizadas em período de descontos
SC Beira-Mar, 2 - AD Taboeira, 2
(0-2, ao intervalo)
A equipa de iniciados do SC Beira-Mar voltou a deixar-se surpreender em casa e empatou esta manhã com o seu rival Taboeira, que até está fazer um campeonato bem distante daquilo que lhe é habitual. Os aurinegros, que interromperam uma série vitoriosa de 6 jogos, tiveram de recuperar de uma desvantagem de 2 golos e apenas conseguiram o 2-2 final já em período de compensação. Dos 7 pontos que a formação de Tiago Pereira cedeu até agora neste campeonato nacional, 5 foram-no intramuros (derrota com o Estação e empate agora com o Taboeira) como que a fazer crer aos mais supersticiosos que deve haver uma "maldição" qualquer no Mário Duarte.
Sob uma boa arbitragem do Sr. Fábio Silva, árbitro da AF Aveiro, os aurinegros apresentaram:
Paulo Pouseiro (gr), João Gonçalo, Bernardo, Guga e Miguel Morgado; João Ramos (Edu, int), Leo, Diogo (Luca, 55') e Ricardo Lima; Xavi e Evandro (Tiago Goulart, int).
Suplentes não utilizados: Henrique (gr), Pedro Xavier, Amaral e Nolasco.
O primeiro tempo recordou-nos que, um jogo de futebol, muitas vezes, nada mais é que um momento. Com efeito, os primeiros 35 minutos arrastavam-se para o seu final sem que, em termos emotivos, houvesse quaisquer motivos de interesse. As duas equipas, que mostravam "escola", tinham-se equilibrado e anulado mutuamente, não se tendo registado qualquer oportunidade de golo para ambos os lados. Isto até aos 32', quando inesperadamente, surge um jogador do Taboeira solto na esquerda a rematar cruzado para um seu colega emendar ao segundo poste e fazer de um modo fácil o golo. Ainda se viviam as emoções do 0-1 quando, 2 minutos volvidos, Saragoça arranca um pontapé de 30 metros, daqueles que sai uma vez na vida, e faz um espectacular golo, com a bola a entrar ao ângulo superior esquerdo da baliza de Pouseiro, que voou infrutiferamente na tentativa de evitar aquilo que era indefensável.
Com isto, o Taboeira ia para intervalo com uma vantagem de 0-2 que, em boa verdade, nada tinha feito para merecer. Mas é assim o futebol!
A segunda parte foi do Beira-Mar, que partiu para cima do adversário na tentativa de virar um resultado que lhe era desfavorável. Com um terreno de jogo pesado e difícil para circular a bola, as condições beneficiavam quem tinha de defender e o maior poder físico da formação do Taboeira também ajudava a manter o resultado.
Logo aos 37', na marcação de um pontapé de canto, o Beira-Mar esteve perto de reduzir, mas o guardião contrário segurou bem a bola em cima da linha de golo. Aos 47', Diogo ganha vantagem na área, fica na cara do guarda-redes, mas tenta fazer o golo de... calcanhar (!!!), perdendo a ocasião. Valeu que no minuto seguinte, na sequência da marcação de um livre lateral, a bola sobrou para Guga que, solto, colocou a bola no fundo das malhas, encurtando as distâncias para 1-2.
O Beira-Mar continuava a dominar as operações, mas as dificuldades eram muitas e o abuso dos lançamentos longos também. Mas, com o estado do terreno, as bolas paradas e o "chuveirinho" eram as maneiras mais expeditas que os comandados de Tiago Pereira encontravam para colocar a bola na zona do perigo.
O Taboeira só incomodou Pouseiro por volta dos 54', quando o guardião aurinegro largou uma bola, valendo o desvio para canto de um colega para evitar o pior, mas, aos 60', o Beira-Mar quase chega ao empate na sequência de mais um canto, com a bola a andar em cima da linha e a não entrar miraculosamente.
Quando, em cima dos 70' regulamentares, o guarda-redes do Taboeira faz a defesa da manhã, desviando junto ao ângulo um remate em arco de Tiago Goulart, desferido à entrada da área, pensávamos que esse tinha sido o último suspiro da equipa do Beira-Mar. No entanto, os rapazes aurinegros continuaram a sua luta e, passados 2 minutos dos 6 dados de compensação pelo juiz da partida, uma iniciativa de classe de Ricardo Lima permite que a sua equipa chegue ao empate e minimize as perdas desta jornada. O 2-2 final surgiu de um remate cruzado do talentoso jogador aurinegro, que retirou o seu marcador directo da jogada e rematou de pé esquerdo para o fundo da baliza contrária.
E já não deu para mais, apesar do balanceamento ofensivo de toda a equipa da casa, que lhe custou um calafrio a um minuto do apito final do árbitro quando, numa jogada de contar-ataque, o nº 3 adversário rematou ao lado e perdeu a última chance de desempatar o jogo, mas valha verdade que esta repartição de pontos acaba por ser o resultado mais justo.
(0-2, ao intervalo)
A equipa de iniciados do SC Beira-Mar voltou a deixar-se surpreender em casa e empatou esta manhã com o seu rival Taboeira, que até está fazer um campeonato bem distante daquilo que lhe é habitual. Os aurinegros, que interromperam uma série vitoriosa de 6 jogos, tiveram de recuperar de uma desvantagem de 2 golos e apenas conseguiram o 2-2 final já em período de compensação. Dos 7 pontos que a formação de Tiago Pereira cedeu até agora neste campeonato nacional, 5 foram-no intramuros (derrota com o Estação e empate agora com o Taboeira) como que a fazer crer aos mais supersticiosos que deve haver uma "maldição" qualquer no Mário Duarte.
Sob uma boa arbitragem do Sr. Fábio Silva, árbitro da AF Aveiro, os aurinegros apresentaram:
Paulo Pouseiro (gr), João Gonçalo, Bernardo, Guga e Miguel Morgado; João Ramos (Edu, int), Leo, Diogo (Luca, 55') e Ricardo Lima; Xavi e Evandro (Tiago Goulart, int).
Suplentes não utilizados: Henrique (gr), Pedro Xavier, Amaral e Nolasco.
O primeiro tempo recordou-nos que, um jogo de futebol, muitas vezes, nada mais é que um momento. Com efeito, os primeiros 35 minutos arrastavam-se para o seu final sem que, em termos emotivos, houvesse quaisquer motivos de interesse. As duas equipas, que mostravam "escola", tinham-se equilibrado e anulado mutuamente, não se tendo registado qualquer oportunidade de golo para ambos os lados. Isto até aos 32', quando inesperadamente, surge um jogador do Taboeira solto na esquerda a rematar cruzado para um seu colega emendar ao segundo poste e fazer de um modo fácil o golo. Ainda se viviam as emoções do 0-1 quando, 2 minutos volvidos, Saragoça arranca um pontapé de 30 metros, daqueles que sai uma vez na vida, e faz um espectacular golo, com a bola a entrar ao ângulo superior esquerdo da baliza de Pouseiro, que voou infrutiferamente na tentativa de evitar aquilo que era indefensável.
Com isto, o Taboeira ia para intervalo com uma vantagem de 0-2 que, em boa verdade, nada tinha feito para merecer. Mas é assim o futebol!
A segunda parte foi do Beira-Mar, que partiu para cima do adversário na tentativa de virar um resultado que lhe era desfavorável. Com um terreno de jogo pesado e difícil para circular a bola, as condições beneficiavam quem tinha de defender e o maior poder físico da formação do Taboeira também ajudava a manter o resultado.
Logo aos 37', na marcação de um pontapé de canto, o Beira-Mar esteve perto de reduzir, mas o guardião contrário segurou bem a bola em cima da linha de golo. Aos 47', Diogo ganha vantagem na área, fica na cara do guarda-redes, mas tenta fazer o golo de... calcanhar (!!!), perdendo a ocasião. Valeu que no minuto seguinte, na sequência da marcação de um livre lateral, a bola sobrou para Guga que, solto, colocou a bola no fundo das malhas, encurtando as distâncias para 1-2.
O Beira-Mar continuava a dominar as operações, mas as dificuldades eram muitas e o abuso dos lançamentos longos também. Mas, com o estado do terreno, as bolas paradas e o "chuveirinho" eram as maneiras mais expeditas que os comandados de Tiago Pereira encontravam para colocar a bola na zona do perigo.
O Taboeira só incomodou Pouseiro por volta dos 54', quando o guardião aurinegro largou uma bola, valendo o desvio para canto de um colega para evitar o pior, mas, aos 60', o Beira-Mar quase chega ao empate na sequência de mais um canto, com a bola a andar em cima da linha e a não entrar miraculosamente.
Quando, em cima dos 70' regulamentares, o guarda-redes do Taboeira faz a defesa da manhã, desviando junto ao ângulo um remate em arco de Tiago Goulart, desferido à entrada da área, pensávamos que esse tinha sido o último suspiro da equipa do Beira-Mar. No entanto, os rapazes aurinegros continuaram a sua luta e, passados 2 minutos dos 6 dados de compensação pelo juiz da partida, uma iniciativa de classe de Ricardo Lima permite que a sua equipa chegue ao empate e minimize as perdas desta jornada. O 2-2 final surgiu de um remate cruzado do talentoso jogador aurinegro, que retirou o seu marcador directo da jogada e rematou de pé esquerdo para o fundo da baliza contrária.
E já não deu para mais, apesar do balanceamento ofensivo de toda a equipa da casa, que lhe custou um calafrio a um minuto do apito final do árbitro quando, numa jogada de contar-ataque, o nº 3 adversário rematou ao lado e perdeu a última chance de desempatar o jogo, mas valha verdade que esta repartição de pontos acaba por ser o resultado mais justo.
domingo, 21 de outubro de 2012
INICIADOS A: Aprovados com distinção!
SC Beira-Mar, 1 - A Académica C, 0
(1-0, ao intervalo)
Um golo solitário de Tiago Goulart, obtido em fase adiantada da primeira parte, deu um triunfo importante à equipa de iniciados do Beira-Mar que, com este resultado, subiu ao 2º lugar da série D do campeonato nacional e está, pela primeira vez, em posição de apuramento para a 2ª fase da prova.
Quem ficou a perder foi a Académica, apeada da vice-liderança por um Beira-Mar ambicioso e que poderia, neste jogo, ter construído um resultado bem mais volumoso.
Com efeito, neste exame frente aos "estudantes" de Coimbra, quem esteve melhor foi a formação orientada por Tiago Pereira, que desperdiçou uma mão-cheia de oportunidades para ter chegado ao intervalo com um resultado mais folgado do que o magro 1-0.
No segundo tempo, ainda que a maior posse de bola continuasse a pertencer aos aurinegros, os conimbricenses foram em busca da igualdade, que estiveram, mesmo à beira do fim, em vias de alcançar. Teria sido uma injustiça mas, para que se tivesse escrito direito, valeu a intervenção de Paulo Pouseiro, o guardião aveirense que defendeu uma grande penalidade a poucos minutos do apito derradeiro do árbitro.
Um jogo que poderia ter terminado em goleada, acabou em sofrimento para os jovens aurinegros, que puderam, contudo, saborear no final esta magnífica e importante vitória, que os coloca num dos lugares que são o seu objectivo principal.
(1-0, ao intervalo)
Um golo solitário de Tiago Goulart, obtido em fase adiantada da primeira parte, deu um triunfo importante à equipa de iniciados do Beira-Mar que, com este resultado, subiu ao 2º lugar da série D do campeonato nacional e está, pela primeira vez, em posição de apuramento para a 2ª fase da prova.
Quem ficou a perder foi a Académica, apeada da vice-liderança por um Beira-Mar ambicioso e que poderia, neste jogo, ter construído um resultado bem mais volumoso.
Com efeito, neste exame frente aos "estudantes" de Coimbra, quem esteve melhor foi a formação orientada por Tiago Pereira, que desperdiçou uma mão-cheia de oportunidades para ter chegado ao intervalo com um resultado mais folgado do que o magro 1-0.
No segundo tempo, ainda que a maior posse de bola continuasse a pertencer aos aurinegros, os conimbricenses foram em busca da igualdade, que estiveram, mesmo à beira do fim, em vias de alcançar. Teria sido uma injustiça mas, para que se tivesse escrito direito, valeu a intervenção de Paulo Pouseiro, o guardião aveirense que defendeu uma grande penalidade a poucos minutos do apito derradeiro do árbitro.
Um jogo que poderia ter terminado em goleada, acabou em sofrimento para os jovens aurinegros, que puderam, contudo, saborear no final esta magnífica e importante vitória, que os coloca num dos lugares que são o seu objectivo principal.
domingo, 7 de outubro de 2012
INICIADOS A: Golos e vitória só na 2ª parte
SC Beira-Mar, 4 - D Castelo Branco, 0
(0-0, ao intervalo)
A equipa de iniciados A do SC Beira-Mar somou esta manhã, no estádio Mário Duarte, a terceira vitória consecutiva no campeonato nacional da categoria, dando seguimento à boa fase que atravessa e que a faz guindar, desde já, ao 3º lugar da série D, apenas a 3 pontos da liderança.
A vitória folgada, por 4-0, obtida sobre o Desportivo de Castelo Branco, formação que à partida para este jogo estava em igualdade pontual com os aveirenses, apenas foi construída no segundo tempo, após uns primeiros 35 minutos caracterizados por muitas oportunidades desperdiçadas pelo Beira-Mar e por algumas tentativas de contra-ataque dos albicastrenses, prontamente anuladas pelas linhas mais recuadas da casa.
O nulo verificado ao intervalo foi desfeito no segundo tempo, com Sérgio a descobrir a chave do golo e o "capitão" Leo, pouco depois, a elevar para 2-0. Miguel Morgado, com o golo da manhã, obtido através de um petardo desferido com o seu pé esquerdo do meio da "rua" e Ricardo Lima, no aproveitamento de um ressalto na área, deram contornos de goleada a uma vitória que relança a formação de Tiago Pereira na luta pelos primeiros lugares da tabela classificativa.
(0-0, ao intervalo)
A equipa de iniciados A do SC Beira-Mar somou esta manhã, no estádio Mário Duarte, a terceira vitória consecutiva no campeonato nacional da categoria, dando seguimento à boa fase que atravessa e que a faz guindar, desde já, ao 3º lugar da série D, apenas a 3 pontos da liderança.
A vitória folgada, por 4-0, obtida sobre o Desportivo de Castelo Branco, formação que à partida para este jogo estava em igualdade pontual com os aveirenses, apenas foi construída no segundo tempo, após uns primeiros 35 minutos caracterizados por muitas oportunidades desperdiçadas pelo Beira-Mar e por algumas tentativas de contra-ataque dos albicastrenses, prontamente anuladas pelas linhas mais recuadas da casa.
O nulo verificado ao intervalo foi desfeito no segundo tempo, com Sérgio a descobrir a chave do golo e o "capitão" Leo, pouco depois, a elevar para 2-0. Miguel Morgado, com o golo da manhã, obtido através de um petardo desferido com o seu pé esquerdo do meio da "rua" e Ricardo Lima, no aproveitamento de um ressalto na área, deram contornos de goleada a uma vitória que relança a formação de Tiago Pereira na luta pelos primeiros lugares da tabela classificativa.
domingo, 30 de setembro de 2012
INICIADOS A: Vitória e exibição bem conseguidas
SC Beira-Mar, 4 - SC Leiria e Marrazes, 1
(2-0, ao intervalo)
A equipa de iniciados do SC Beira-Mar alcançou esta manhã, no estádio Mário Duarte, uma vitória tranquila sobre o Leiria e Marrazes, por 4-1, números que pecam por escassos face ao domínio exercido durante praticamente todo o jogo pelos comandados de Tiago Pereira e às inúmeras oportunidades de golo que desperdiçaram. Foi o primeiro triunfo alcançado pelos aurinegros diante dos seus adeptos, depois da escorregadela frente ao Estação, e o segundo consecutivo na prova, começando a consolidar-se uma posição na parte superior da tabela classificativa.
Num jogo de grande correcção, que facilitou o trabalho da juíza aveirense, Sra. Maria Helena Oliveira, o SC Beira-Mar apresentou:
Pouseiro (gr); João Gonçalo, Bernardo Costa, Guga e Miguel Morgado; Leo, Pedro Xavier (João Pedro, 52') e Ricardo Lima; Didi (Sérgio, 55'), Tiago Goulart e Xavi (Fábio Marques, int).
Suplentes não utilizados: Ricardo (gr), Tiago Amaral, João Portugal e Edu.
A primeira parte do Beira-Mar foi muito boa, praticamente de sentido único e, desde o primeiro apito, a obsessão pelo golo foi uma constante. Em dois lances que começaram em excelentes jogadas pela direita de Ricardo Lima (1' e 4'), o "10" aveirense ofereceu o golo a Pedro Xavier e a Tiago Goulart mas o primeiro rematou fraco para as mãos do guarda-redes e o segundo fez a bola passar por cima do travessão.
Goradas estas duas primeiras e flagrantes oportunidades para inaugurar o marcador, o Beira-Mar não abrandou nesta sua boa entrada em jogo e, aos 8', foi a vez de Didi estar muito perto do golo, mas o seu cabeceamento, executado à boca da baliza na sequência de cruzamento da esquerda de Xavi, saiu sem direcção. Adivinhava-se o golo, que surgiu, aos 11', por Didi, que chegou ao 1-0 numa insistência, depois da barra ter devolvido um cruzamento-remate efectuado por Xavi do lado esquerdo.
A vantagem era mais do que merecida, escassa até, mas os números do marcador viriam a aumentar, aos 16', com Leo, muito oportuno à boca da baliza, a surgir fulgurante para o 2-0, dando a melhor sequência a uma solicitação da direita de Didi, após uma boa jogada de ataque onde o colectivo marcou pontos.
Antes do descanso, nota ainda para uma incursão de Miguel Morgado pela esquerda, aos 21', terminada com um cruzamento a que Pedro Xavier, na boca do golo, não deu o melhor seguimento, cabeceando para fora e para um forte remate de Lima à barra, aos 23', na execução de um livre directo na zona da meia-lua.
A segunda parte começou com uma toada mais morna e com uma melhor resposta do Leiria e Marrazes que, no primeiro tempo, apenas efectuara um remate à baliza de Pouseiro. No entanto, o sinal mais continuava a ser da equipa da casa, que aos poucos voltou a tomar conta do jogo e a criar uma sucessão de lances de perigo. Aos 44', após mais uma boa iniciativa pela esquerda de Ricardo Lima este proporciona, com um passe atrasado, um remate pronto de Pedro Xavier que fez a bola esbarrar na barra. Pouco depois, aos 47', seria Lima a receber solto, na zona do segundo poste, um cruzamento da direita de Didi, mas o seu remete cruzado passou a rasar o poste.
O 3-0 não tardaria, como corolário para esta nova fase de ascendente aurinegro. Foi aos 50', um lance de magnífica execução técnica de Ricardo Lima, que recebeu sobre a esquerda, evitou o seu adversário mais próximo e rematou fora do alcance do guardião contrário.
O jogo entrou numa fase mais aberta e, depois de Fábio Marques, aos 58', ter falhado mais um golo na cara do guarda-redes de Marrazes, os leirienses chegariam ao tento de honra, com o 3-1 a ser alcançado, aos 65', na sequência de um cruzamento da direita, finalizado na zona frontal.
A resposta seria dada, aos 69', por Tiago Goulart que chega ao 4-1 na sequência de uma transição rápida. Pouseiro, em cima do tempo regulamentar ainda evita o segundo golo dos forasteiros e, já em tempo de compensação, seria Tiago Goulart a falhar novo golo na cara do guarda-redes, deixando-se antecipar quando tinha tudo para dar contornos de goleada ao marcador.
Boa vitória, boa exibição, faltou uma melhor concretização para ter chegado à goleada.
(2-0, ao intervalo)
A equipa de iniciados do SC Beira-Mar alcançou esta manhã, no estádio Mário Duarte, uma vitória tranquila sobre o Leiria e Marrazes, por 4-1, números que pecam por escassos face ao domínio exercido durante praticamente todo o jogo pelos comandados de Tiago Pereira e às inúmeras oportunidades de golo que desperdiçaram. Foi o primeiro triunfo alcançado pelos aurinegros diante dos seus adeptos, depois da escorregadela frente ao Estação, e o segundo consecutivo na prova, começando a consolidar-se uma posição na parte superior da tabela classificativa.
Num jogo de grande correcção, que facilitou o trabalho da juíza aveirense, Sra. Maria Helena Oliveira, o SC Beira-Mar apresentou:
Pouseiro (gr); João Gonçalo, Bernardo Costa, Guga e Miguel Morgado; Leo, Pedro Xavier (João Pedro, 52') e Ricardo Lima; Didi (Sérgio, 55'), Tiago Goulart e Xavi (Fábio Marques, int).
Suplentes não utilizados: Ricardo (gr), Tiago Amaral, João Portugal e Edu.
A primeira parte do Beira-Mar foi muito boa, praticamente de sentido único e, desde o primeiro apito, a obsessão pelo golo foi uma constante. Em dois lances que começaram em excelentes jogadas pela direita de Ricardo Lima (1' e 4'), o "10" aveirense ofereceu o golo a Pedro Xavier e a Tiago Goulart mas o primeiro rematou fraco para as mãos do guarda-redes e o segundo fez a bola passar por cima do travessão.
Goradas estas duas primeiras e flagrantes oportunidades para inaugurar o marcador, o Beira-Mar não abrandou nesta sua boa entrada em jogo e, aos 8', foi a vez de Didi estar muito perto do golo, mas o seu cabeceamento, executado à boca da baliza na sequência de cruzamento da esquerda de Xavi, saiu sem direcção. Adivinhava-se o golo, que surgiu, aos 11', por Didi, que chegou ao 1-0 numa insistência, depois da barra ter devolvido um cruzamento-remate efectuado por Xavi do lado esquerdo.
A vantagem era mais do que merecida, escassa até, mas os números do marcador viriam a aumentar, aos 16', com Leo, muito oportuno à boca da baliza, a surgir fulgurante para o 2-0, dando a melhor sequência a uma solicitação da direita de Didi, após uma boa jogada de ataque onde o colectivo marcou pontos.
Antes do descanso, nota ainda para uma incursão de Miguel Morgado pela esquerda, aos 21', terminada com um cruzamento a que Pedro Xavier, na boca do golo, não deu o melhor seguimento, cabeceando para fora e para um forte remate de Lima à barra, aos 23', na execução de um livre directo na zona da meia-lua.
A segunda parte começou com uma toada mais morna e com uma melhor resposta do Leiria e Marrazes que, no primeiro tempo, apenas efectuara um remate à baliza de Pouseiro. No entanto, o sinal mais continuava a ser da equipa da casa, que aos poucos voltou a tomar conta do jogo e a criar uma sucessão de lances de perigo. Aos 44', após mais uma boa iniciativa pela esquerda de Ricardo Lima este proporciona, com um passe atrasado, um remate pronto de Pedro Xavier que fez a bola esbarrar na barra. Pouco depois, aos 47', seria Lima a receber solto, na zona do segundo poste, um cruzamento da direita de Didi, mas o seu remete cruzado passou a rasar o poste.
O 3-0 não tardaria, como corolário para esta nova fase de ascendente aurinegro. Foi aos 50', um lance de magnífica execução técnica de Ricardo Lima, que recebeu sobre a esquerda, evitou o seu adversário mais próximo e rematou fora do alcance do guardião contrário.
O jogo entrou numa fase mais aberta e, depois de Fábio Marques, aos 58', ter falhado mais um golo na cara do guarda-redes de Marrazes, os leirienses chegariam ao tento de honra, com o 3-1 a ser alcançado, aos 65', na sequência de um cruzamento da direita, finalizado na zona frontal.
A resposta seria dada, aos 69', por Tiago Goulart que chega ao 4-1 na sequência de uma transição rápida. Pouseiro, em cima do tempo regulamentar ainda evita o segundo golo dos forasteiros e, já em tempo de compensação, seria Tiago Goulart a falhar novo golo na cara do guarda-redes, deixando-se antecipar quando tinha tudo para dar contornos de goleada ao marcador.
Boa vitória, boa exibição, faltou uma melhor concretização para ter chegado à goleada.
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