SC Beira-Mar, 4 - UD Oliveirense, 0
(1-0, ao intervalo)
A equipa de iniciados do SC Beira-Mar obteve, neste domingo, mais uma bela vitória no campeonato nacional da categoria, dando seguimento ao excelente resultado da última jornada em Viseu e batendo, desta feita por concludentes 4-0, a sua rival da Oliveirense. Com 5 vitórias consecutivas, a equipa de João Amaral parece atravessar um bom momento, precisamente numa fase em que o calendário lhe tem reservados compromissos muito importantes.
Foram os seguintes os protagonistas eleitos para esta partida:
João Pedro (gr); Gi, Ramon, Nuno Silva e Ricardo Mango; Nuno Regêncio, André Santos (Lane, 61') e Rui Ladeiro (Rafa, 49'); Marcos Franco, Manú (João Neves, int) e Jorge Rodrigues.
Suplentes não utilizados: Diogo (gr), Bruno Matos, João Gonçalves e Miguel.
A entrada no jogo, disputado no relvado principal do estádio Mário Duarte, foi de autêntico sufoco para o último reduto da turma de Oliveira de Azeméis. Muito fortes, os auri-negros deram mostras, desde cedo, de querer resolver a seu favor a contenda e, logo aos 4', criaram a primeira situação de perigo, num remate de cabeça de Marcos, após livre de André, que obrigou o guarda-redes da Oliveirense a uma defesa apertada para canto. Aos 7', numa jogada individual em que mostrou todo o seu potencial, Jorge passa por vários adversários e fica na cara do guardião visitante, que mostrou também toda a sua valia e evitou o primeiro golo com uma defesa com o pé esquerdo. Aliás, estes dois protagonistas voltariam a estar em evidência, aos 15', quando o nº 1 de Oliveira de Azeméis volta a negar o golo aos aveirenses, desviando mais uma vez para canto um remate de Jorge, desferido de fora da área, após outra magnífica iniciativa individual.
Numa fase em que a Oliveirense, sem nunca incomodar muito o tranquilo João Pedro, procurava equilibrar mais o jogo, o Beira-Mar, aos 22', beneficiou de uma grande penalidade, prontamente assinalada pelo árbitro do encontro e que castigou claro derrube do guarda-redes a Rui Ladeiro. Parecia que tinha chegado o momento em que o "nó" seria desatado e os aveirenses chegariam ao primeiro do encontro. Em mais um duelo entre o guarda-redes da Oliveirense e Jorge, o primeiro voltou a levar a melhor e susteve o remate colocado mas algo denunciado do avançado aveirense, desviando para canto e adiando a já merecida vantagem da equipa da casa.
O lance da grande penalidade, não tendo originado o golo, foi, contudo, decisivo no desenrolar dos acontecimentos. O guardião oliveirense, até aí a estrela da equipa, lesionou-se ao fazer a defesa e, depois de uma interrupção do jogo que durou 7 minutos, viria mesmo a ter de ser substituído por se ter confirmado a gravidade da lesão sofrida (fractura do braço). Para piorar as coisas, do ponto de vista da equipa de Oliveira de Azeméis, na sequência do canto que se seguiu ao penalti, Jorge redimiu-se e viria a inaugurar o marcador, fazendo o 1-0 à segunda tentativa, após uma primeira defesa do novo guarda-redes adversário. Este foi o resultado com que se chegou ao intervalo, inteiramente merecido e até escasso, tendo em conta a boa entrada do Beira-Mar, que se mostrou sempre a equipa mais perigosa.
A segunda parte teve um cariz surpreendentemente diferente, aparecendo a Oliveirense a tomar a iniciativa do jogo, com o Beira-Mar na expectativa, com as linhas mais recuadas e procurando responder em transições rápidas, onde Jorge se mostrava particularmente perigoso. Foi por ele, aliás, que aos 40', em lance de contra-ataque conduzido pela direita, surgiu a primeira situação de golo, negada pelo guarda-redes oliveirense, que, com defesa apertada, susteve o remate desferido de fora da área pelo extremo aveirense, após ter feito uma diagonal para dentro.
O modo de jogar dos auri-negros neste início da segunda parte parecia uma armadilha montada ao adversário, que se entusiasmava com a iniciativa concedida, desguarnecendo as suas linhas mais recuadas. Foi assim que, aos 42', numa transição novamente pela direita, conduzida por Jorge, este solicitou no coração da área a entrada oportuna de André, que atirou para a baliza onde já não morava o guarda-redes.
Com a maior tranquilidade dada agora pelo 2-0, a equipa de João Amaral não alterou o seu modo de actuar e, aos 49', André retribuiu o gesto ao seu colega Jorge, outra vez num lance de contra-ataque, mas, desta feita, o guardião contrário deteve o remate desferido na sua cara pelo MVP deste jogo (2 golos e 1 assistência).
A primeira grande oportunidade da Oliveirense no jogo surgiria apenas aos 56', na sequência de uma boa jogada individual pela esquerda e em que o golo esteve iminente por duas vezes e a sorte bafejou os auri-negros. Entusiasmada pelo lance, a equipa adversária sentiu que um golo poderia relançar a partida e, aos 63', uma desconcentração de João Pedro quase lho permitia, com o guardião aveirense a deixar fugir um cruzamento fácil da direita e que, por pouco, não parava dentro das suas redes, com a bola a bater ainda no poste.
Este foi o "canto do cisne" da equipa visitante, que viu um Beira-Mar outra vez muito forte na parte final do jogo, com João Neves a avisar primeiro, aos 67', enviando a bola à barra após jogada de Lane, pela esquerda, para Jorge, no minuto seguinte, chegar ao 3-0, um bonito golo obtido de cabeça, na sequência de um pontapé de canto de Rafa. O marcador final estabilizaria no 4-0, obtido já em período de compensação, por Lane, que finalizou à boca da baliza uma boa jogada pela esquerda do ataque do Beira-Mar, culminada com um passe letal de Ricardo Mango.
As notas negativas do encontro vão para a já referida lesão do jovem guarda-redes titular da Oliveirense, que mostrou todos os seus atributos até ao momento do infortúnio e a quem auguramos uma rápida e completa recuperação e para o trabalho fraco do árbitro. O juiz da AF Aveiro, Sr. Joel Sousa, se no capítulo técnico até esteve em plano aceitável, errou desastrosamente no capítulo disciplinar, mostrando oscilações inaceitáveis de critério e complicando um jogo que até foi fácil de dirigir.
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segunda-feira, 17 de outubro de 2011
domingo, 9 de outubro de 2011
INICIADOS A: Bolas paradas decisivas numa boa vitória
Académico de Viseu FC, 1 - SC Beira-Mar, 3
(0-2, ao intervalo)
A equipa do SC Beira-Mar isolou-se no comando da série C do campeonato nacional de iniciados depois de bater o Académico de Viseu, no seu terreno, por claros 1-3. Foi uma excelente exibição da formação auri-negra diante de um adversário que, intra-muros, ainda não havia conhecido o amargo sabor da derrota.
A equipa aveirense entrou forte no jogo, muito personalizada, com garra e conhecendo perfeitamente o que tinham de fazer em campo. Cedo tomou o comando da partida e passou a jogar no meio campo adversário, não sendo, pois, de estranhar, que os lances de perigo tivessem começado a surgir. O primeiro, por Jorge, que, já dentro da área, perdeu tempo e a oportunidade de rematar com êxito e, depois, num canto directo de Rui Ladeiro que quase surpreendeu o guardião da casa, que foi obrigado a aplicar-se para desviar de novo pela linha de fundo. Estavam decorridos 9', e foi na sequência deste novo canto que Jorge subiu mais alto que todos e, de cabeça, fez o 0-1.
A equipa auri-negra, em vantagem, manteve a toada atacante, enquanto que o Académico se deparava com um bem preenchido espaço aveirense, onde não conseguia penetrar, optando por um futebol directo que o último sector da equipa do Beira-Mar facilmente controlava. Com naturalidade apareceu o 0-2, aos 17', também no seguimento de novo pontapé de canto, desta feita batido por André e concluído por Nuno Regêncio.
O Beira-Mar continuou a dominar as operações e a vantagem ainda poderia ter sido mais dilatada, primeiro por Manu, que, depois de um belo trabalho individual, rematou em jeito e fez a bola tirar ainda alguma tinta ao poste e, depois, em duas ocasiões, por Jorge. No primeiro lance, o extremo aveirense rematou de longe e fez a bola rasar o poste esquerdo e, no segundo, já dentro da área, acertou mesmo com estrondo no ferro direito da baliza viseense.
No segundo tempo, por mérito também da equipa da casa, que entrou mais acutilante (não tinha muito mais a perder), o domínio aveirense não foi tão acentuado, mas, ainda assim, os auri-negros não deixaram nunca de controlar o jogo. O primeiro lance de perigo nos segundos 35 minutos pertenceria aos academistas, quando, na marcação de um canto ao segundo poste, um jogador da casa faz um cabeceamento que sobrevoa João Pedro, valendo Rui Ladeiro, em cima da linha de golo, para evitar o pior. O Beira-Mar respondeu, primeiro com um lance de Marcos, que cruzou da esquerda para um cabeceamento de Jorge, que saiu muito ao lado e, depois, por André, que tentou de pé direito, também sem êxito.
Até que, aos 58', num lance rápido de contra-ataque, Jorge passa por todos os adversários e é claramente derrubado dentro da área, com a correspondente grande penalidade a ser prontamente assinalada pelo árbitro e eficazmente transformada no 0-3 pelo mesmo jogador.
O Académico de Viseu não baixou os braços e veria a sua persistência ser recompensada, no minuto seguinte, com a obtenção do seu tento de honra, o que não deixa de constituir um justo prémio. O lance do 1-3 resultou de uma falha de marcação à entrada da nossa área, bem aproveitada por Hugo, que rematou colocado e sem hipóteses para João Pedro.
Até final, registo apenas para mais um lance de contra-ataque do Beira-Mar, concluído com um remate de Marcos às malhas laterais. Depois, foi apenas a gestão do tempo e da vantagem, bem conseguidos pela formação de João Amaral e Bruno Silva, que tentou sempre, através de uma boa posse de bola, manter o jogo afastado da baliza de João Pedro.
Vitória justa da melhor equipa em campo e que foi muito valorizada pela excelente réplica academista, num jogo que mostrou ainda uma excelente união em todo o grupo auri-negro. Quando existe união, sacrifício e colectivo, a equipa fica mais forte. Parabéns a todos pela vitória!
O Beira-Mar apresentou no Fontelo, em Viseu, a seguinte formação:
João Pedro (gr); Gi, Ramon, Nuno Silva e Ricardo Mango; Nuno Regêncio (cap), Rui Ladeiro e André Santos (João Neves, 50'); Manú, Jorge (Lane, 65') e Marcos Franco.
Suplentes não utilizados: Henrique (gr), Bruno Matos, Ivan Ribeiro e Rafa.
(0-2, ao intervalo)
A equipa do SC Beira-Mar isolou-se no comando da série C do campeonato nacional de iniciados depois de bater o Académico de Viseu, no seu terreno, por claros 1-3. Foi uma excelente exibição da formação auri-negra diante de um adversário que, intra-muros, ainda não havia conhecido o amargo sabor da derrota.
A equipa aveirense entrou forte no jogo, muito personalizada, com garra e conhecendo perfeitamente o que tinham de fazer em campo. Cedo tomou o comando da partida e passou a jogar no meio campo adversário, não sendo, pois, de estranhar, que os lances de perigo tivessem começado a surgir. O primeiro, por Jorge, que, já dentro da área, perdeu tempo e a oportunidade de rematar com êxito e, depois, num canto directo de Rui Ladeiro que quase surpreendeu o guardião da casa, que foi obrigado a aplicar-se para desviar de novo pela linha de fundo. Estavam decorridos 9', e foi na sequência deste novo canto que Jorge subiu mais alto que todos e, de cabeça, fez o 0-1.
A equipa auri-negra, em vantagem, manteve a toada atacante, enquanto que o Académico se deparava com um bem preenchido espaço aveirense, onde não conseguia penetrar, optando por um futebol directo que o último sector da equipa do Beira-Mar facilmente controlava. Com naturalidade apareceu o 0-2, aos 17', também no seguimento de novo pontapé de canto, desta feita batido por André e concluído por Nuno Regêncio.
O Beira-Mar continuou a dominar as operações e a vantagem ainda poderia ter sido mais dilatada, primeiro por Manu, que, depois de um belo trabalho individual, rematou em jeito e fez a bola tirar ainda alguma tinta ao poste e, depois, em duas ocasiões, por Jorge. No primeiro lance, o extremo aveirense rematou de longe e fez a bola rasar o poste esquerdo e, no segundo, já dentro da área, acertou mesmo com estrondo no ferro direito da baliza viseense.
No segundo tempo, por mérito também da equipa da casa, que entrou mais acutilante (não tinha muito mais a perder), o domínio aveirense não foi tão acentuado, mas, ainda assim, os auri-negros não deixaram nunca de controlar o jogo. O primeiro lance de perigo nos segundos 35 minutos pertenceria aos academistas, quando, na marcação de um canto ao segundo poste, um jogador da casa faz um cabeceamento que sobrevoa João Pedro, valendo Rui Ladeiro, em cima da linha de golo, para evitar o pior. O Beira-Mar respondeu, primeiro com um lance de Marcos, que cruzou da esquerda para um cabeceamento de Jorge, que saiu muito ao lado e, depois, por André, que tentou de pé direito, também sem êxito.
Até que, aos 58', num lance rápido de contra-ataque, Jorge passa por todos os adversários e é claramente derrubado dentro da área, com a correspondente grande penalidade a ser prontamente assinalada pelo árbitro e eficazmente transformada no 0-3 pelo mesmo jogador.
O Académico de Viseu não baixou os braços e veria a sua persistência ser recompensada, no minuto seguinte, com a obtenção do seu tento de honra, o que não deixa de constituir um justo prémio. O lance do 1-3 resultou de uma falha de marcação à entrada da nossa área, bem aproveitada por Hugo, que rematou colocado e sem hipóteses para João Pedro.
Até final, registo apenas para mais um lance de contra-ataque do Beira-Mar, concluído com um remate de Marcos às malhas laterais. Depois, foi apenas a gestão do tempo e da vantagem, bem conseguidos pela formação de João Amaral e Bruno Silva, que tentou sempre, através de uma boa posse de bola, manter o jogo afastado da baliza de João Pedro.
Vitória justa da melhor equipa em campo e que foi muito valorizada pela excelente réplica academista, num jogo que mostrou ainda uma excelente união em todo o grupo auri-negro. Quando existe união, sacrifício e colectivo, a equipa fica mais forte. Parabéns a todos pela vitória!
O Beira-Mar apresentou no Fontelo, em Viseu, a seguinte formação:
João Pedro (gr); Gi, Ramon, Nuno Silva e Ricardo Mango; Nuno Regêncio (cap), Rui Ladeiro e André Santos (João Neves, 50'); Manú, Jorge (Lane, 65') e Marcos Franco.
Suplentes não utilizados: Henrique (gr), Bruno Matos, Ivan Ribeiro e Rafa.
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
INICIADOS A: Tranquilidade só chegou no fim
SC Beira-Mar, 2 - CF "Os Repesenses", 0
(1-0, ao intervalo)
A equipa de iniciados do Beira-Mar segurou esta manhã a liderança da série C do campeonato nacional da categoria, depois de ter batido no Estádio Mário Duarte, por 2 golos sem resposta, a formação do Repesenses. A vitória foi merecida, mas os comandados de João Amaral passaram ainda por algum sofrimento desnecessário, acabando por confirmar os 3 pontos apenas em período de compensação, já que o 1-0 com que se chegou ao intervalo teimou em manter-se para lá dos 70 minutos regulamentares.
A primeira parte da equipa auri-negra não foi muito bem conseguida, deparando-se com um adversário muito bem organizado, que fechava bem os caminhos para a sua baliza e que procurava, no contra-golpe, surpreender os da casa. Foram mesmo dos viseenses as primeiras situações de perigo, com Diogo a ver, aos 5', o primeiro remate intencional passar por cima da barra e, aos 7', a ser substituído pelo ferro do poste esquerdo da sua baliza, que devolveu uma bola rematada de fora da área.
As coisas não estavam fáceis, mas, no minuto seguinte, foi a vez dos ferros da baliza contrária evitarem o golo, com Ramon a enviar a bola ao poste na sequência de um canto de Rafa. Aos 13', Marcos, lançado por André, consegue isolar-se, mas falha o golo inaugural na cara do guardião do Repesenses, tendo Lane, na sequência do lance, perdido também um bom ensejo para marcar.
A diferença viria a ser feita por Jorge, aos 23', que deu o melhor seguimento a um cruzamento de Marcos Franco, no corredor esquerdo, cabeceando, ao segundo poste, para o fundo das malhas, alcançando o precioso 1-0.
Ate ao intervalo, o jogo arrastou-se sem grandes motivos de interesse e foi com a vantagem mínima para os aveirenses que as equipas recolheram aos balneários. No segundo tempo, o Repesenses entrou bem e, sem ter criado situações de muito perigo, manteve a bola mais tempo no meio-campo adversário. Mas após esta fase inicial o Beira-Mar conseguiu sacudir a pressão e entrar na sua melhor fase do jogo, durante a qual poderia ter arrumado de vez com o desfecho do encontro. Ocasiões flagrantes para golo não faltaram, a mais incrível de todas, aos 46', com Jorge, em jogada pela esquerda, a oferecer a finalização a André, que conseguiu falhar de baliza aberta e sem ninguém a protegê-la.
Aos 55' foi Marcos, outra vez com Jorge na origem do lance, a ser servido na zona central, a ganhar o enquadramento para visar a baliza, mas a falhar o "chapéu" ao guarda-redes e a desperdiçar mais uma grande ocasião para dilatar a vantagem. Na jogada seguinte (adivinhem?), Jorge novamente em acção, pela esquerda, passe atrasado para Rui Ladeiro e remate que saiu para as mãos do guardião viseense.
O Beira-Mar, com mais espaço para jogar nesta segunda parte, poderia já estar a golear, mas o desperdício era agora a nota dominante. Aos 57', Jorge, sempre ele, coloca novamente a bola na área, com Marcos, mais uma vez na cara do guarda-redes, a falhar o remate acrobático. Simplicidade era pedida naquele momento!
A diferença mínima teimava em manter-se o mesmo é dizer que, nos minutos finais da partida, o Repesenses continuou a acreditar num resultado positivo e o "chuveirinho" principiou. Nestas circunstâncias, um ressalto, um erro, ou uma desatenção podem provocar estragos. Mas, na verdade, os "azuis" de Repeses não fizeram mossa e seria o Beira-Mar, aos 66', a estar perto do segundo golo, com João Gonçalves a enviar a bola à barra na sequência de um pontapé livre de Regêncio. Foi também com um livre de Regêncio que o Beira-Mar chegou ao 2-0 tranquilizador, já em período de compensação, com o "capitão" aveirense, desta feita, a optar por remate directo e que originou um golo de belo efeito, com a bola a embater na barra antes de se anichar nas redes.
Estava consumada mais uma vitória da equipa de João Amaral, que a mantém na frente da classificação antes da deslocação ao Académico de Viseu, onde se pede mais consistência colectiva para conseguir novo êxito.
Num jogo que teve uma arbitragem sem problemas do Sr. Tiago Antunes, árbitro da AF Coimbra, a equipa do SC Beira-Mar alinhou com:
Diogo (gr), Miguel Vaz, Ramon, Nuno Silva e Ricardo Mango; Nuno Ragêncio (cap), André Santos e Rafa (Rui Ladeiro, int); Jorge Rodrigues (Gi, 68'), Lane (Manu, int), Marcos Franco (João Gonçalves, 62').
Suplentes não utilizados: João Pedro (gr), Marcos Dias e Bruno Matos.
(1-0, ao intervalo)
A equipa de iniciados do Beira-Mar segurou esta manhã a liderança da série C do campeonato nacional da categoria, depois de ter batido no Estádio Mário Duarte, por 2 golos sem resposta, a formação do Repesenses. A vitória foi merecida, mas os comandados de João Amaral passaram ainda por algum sofrimento desnecessário, acabando por confirmar os 3 pontos apenas em período de compensação, já que o 1-0 com que se chegou ao intervalo teimou em manter-se para lá dos 70 minutos regulamentares.
A primeira parte da equipa auri-negra não foi muito bem conseguida, deparando-se com um adversário muito bem organizado, que fechava bem os caminhos para a sua baliza e que procurava, no contra-golpe, surpreender os da casa. Foram mesmo dos viseenses as primeiras situações de perigo, com Diogo a ver, aos 5', o primeiro remate intencional passar por cima da barra e, aos 7', a ser substituído pelo ferro do poste esquerdo da sua baliza, que devolveu uma bola rematada de fora da área.
As coisas não estavam fáceis, mas, no minuto seguinte, foi a vez dos ferros da baliza contrária evitarem o golo, com Ramon a enviar a bola ao poste na sequência de um canto de Rafa. Aos 13', Marcos, lançado por André, consegue isolar-se, mas falha o golo inaugural na cara do guardião do Repesenses, tendo Lane, na sequência do lance, perdido também um bom ensejo para marcar.
A diferença viria a ser feita por Jorge, aos 23', que deu o melhor seguimento a um cruzamento de Marcos Franco, no corredor esquerdo, cabeceando, ao segundo poste, para o fundo das malhas, alcançando o precioso 1-0.
Ate ao intervalo, o jogo arrastou-se sem grandes motivos de interesse e foi com a vantagem mínima para os aveirenses que as equipas recolheram aos balneários. No segundo tempo, o Repesenses entrou bem e, sem ter criado situações de muito perigo, manteve a bola mais tempo no meio-campo adversário. Mas após esta fase inicial o Beira-Mar conseguiu sacudir a pressão e entrar na sua melhor fase do jogo, durante a qual poderia ter arrumado de vez com o desfecho do encontro. Ocasiões flagrantes para golo não faltaram, a mais incrível de todas, aos 46', com Jorge, em jogada pela esquerda, a oferecer a finalização a André, que conseguiu falhar de baliza aberta e sem ninguém a protegê-la.
Aos 55' foi Marcos, outra vez com Jorge na origem do lance, a ser servido na zona central, a ganhar o enquadramento para visar a baliza, mas a falhar o "chapéu" ao guarda-redes e a desperdiçar mais uma grande ocasião para dilatar a vantagem. Na jogada seguinte (adivinhem?), Jorge novamente em acção, pela esquerda, passe atrasado para Rui Ladeiro e remate que saiu para as mãos do guardião viseense.
O Beira-Mar, com mais espaço para jogar nesta segunda parte, poderia já estar a golear, mas o desperdício era agora a nota dominante. Aos 57', Jorge, sempre ele, coloca novamente a bola na área, com Marcos, mais uma vez na cara do guarda-redes, a falhar o remate acrobático. Simplicidade era pedida naquele momento!
A diferença mínima teimava em manter-se o mesmo é dizer que, nos minutos finais da partida, o Repesenses continuou a acreditar num resultado positivo e o "chuveirinho" principiou. Nestas circunstâncias, um ressalto, um erro, ou uma desatenção podem provocar estragos. Mas, na verdade, os "azuis" de Repeses não fizeram mossa e seria o Beira-Mar, aos 66', a estar perto do segundo golo, com João Gonçalves a enviar a bola à barra na sequência de um pontapé livre de Regêncio. Foi também com um livre de Regêncio que o Beira-Mar chegou ao 2-0 tranquilizador, já em período de compensação, com o "capitão" aveirense, desta feita, a optar por remate directo e que originou um golo de belo efeito, com a bola a embater na barra antes de se anichar nas redes.
Estava consumada mais uma vitória da equipa de João Amaral, que a mantém na frente da classificação antes da deslocação ao Académico de Viseu, onde se pede mais consistência colectiva para conseguir novo êxito.
Num jogo que teve uma arbitragem sem problemas do Sr. Tiago Antunes, árbitro da AF Coimbra, a equipa do SC Beira-Mar alinhou com:
Diogo (gr), Miguel Vaz, Ramon, Nuno Silva e Ricardo Mango; Nuno Ragêncio (cap), André Santos e Rafa (Rui Ladeiro, int); Jorge Rodrigues (Gi, 68'), Lane (Manu, int), Marcos Franco (João Gonçalves, 62').
Suplentes não utilizados: João Pedro (gr), Marcos Dias e Bruno Matos.
domingo, 2 de outubro de 2011
INICIADOS A: Goleada e liderança!
GD Oliveira Frades, 1 - SC Beira-Mar, 7
(0-5, ao intervalo)
Ao fim de 5 jornadas do campeonato nacional de iniciados, a equipa do SC Beira-Mar, que goleou (1-7) na sua deslocação a Oliveira de Frades, assumiu pela primeira vez a liderança da série C, sendo este facto a verdadeira notícia, uma vez que a vitória, com maior ou menor dificuldade, era um resultado que se aguardava logo à partida.
Como os números expressivos indicam, o jogo foi de sentido único, tendo a formação de João Amaral e Bruno Silva realizado a melhor primeira parte da época, mostrando-se uma equipa muito organizada, que tomou conta das operações desde o minuto inicial. Foi, pois, com naturalidade que os golos começaram a aparecer, sem que antes e por 3 vezes, Marcos, Jorge e João Gonçalves desperdiçassem oportunidades para inaugurar o marcador. Este seria inaugurado, aos 10', por Marcos Franco, através de um remate cruzado, de pé esquerdo, desferido após uma diagonal da direita para o meio e que não deu quaisquer hipóteses de defesa ao guardião oliveirense. O mesmo jogador, passados dois minutos, ampliaria para 0-2, aparecendo na pequena área a encostar para as redes uma bola endossada por um centro de João Gonçalves. O "hat-trick" do esquerdino goleador aveirense surgiria aos 16', num lance em que surgiu isolado por um excelente passe de Rui Ladeiro, consumando o 0-3 com um desvio à saída do guarda-redes da casa.
Donos e senhores das operações, os aveirenses continuaram a visar a baliza adversária e uma "cabeça" de Jorge, bem assim como remates de fora da área de Nuno Regêncio e Rafa, levaram o pânico às hostes locais. Aos 24', surgiu o 0-4, por João Gonçalves, com o "Peter Crouch" auri-negro a receber um passe da direita, a isolar-se e a desviar, com calma, para o fundo da baliza. O 0-5 com se chegou ao intervalo foi obra de Jorge, aos 30', num remate de pé esquerdo junto à quina da área, após jogada pela esquerda em que dominou todos os adversários que lhe surgiram pelo caminho. Em cima do apito para o descanso e na sequência de um pontapé de canto apontado por Rafa, Jorge poderia ter ampliado o marcador, mas o seu golpe de cabeça, ao segundo poste, é involuntariamente desviado, em cima da linha de golo, por... Marcos.
Na segunda parte, a equipa do Beira-Mar, não jogando mal, baixou imenso o ritmo, facto que não sendo o desejado, foi compreensível, atendendo ao forte calor que se fazia sentir, bem assim como a procura, ainda que inconsciente, de algumas reservas para o jogo da próxima 4ª feira, feriado de 5 de Outubro. Ainda assim, assistiu-se a um festival de golos falhados, com João Gonçalves, por 3 vezes (cabeça, pé esquerdo e de fora da área) e Manú (remate, isolado, para boa defesa) a serem os mais perdulários. Pelo meio surgiu o tento de honra do Oliveira de Frades, num pontapé para a frente (não podia ser de outra forma) que colheu alguma hesitação na nossa linha defensiva, entre os centrais e o guarda-redes, bem aproveitada pelo avançado da casa, que ladeou Diogo e atirou para o 1-5.
A cerca de 10 minutos do fim, surgiu o 1-6 para os auri-negros, uma obra de André, que culmina com um vistoso "chapéu" perante a saída do desamparado guardião do Oliveira de Frades, um bom lance de ataque dos aveirenses.
Até final, tempo ainda para uma bola na barra em lance de Manú, para um remate de Rui Ladeiro que tirou tinta ao poste e para o 1-7 de Manú, um excelente golo conseguido com um remate forte, desferido após receber a bola da direita, com esta a bater ainda no poste antes de entrar.
Num bom jogo, em que a equipa auri-negra mostrou ter ainda margem de progressão e que foi arbitrado sem problemas pelo árbitro da AF Guarda, Sr. Gonçalo Martins, o SC Beira-Mar apresentou-se da seguinte forma:
Diogo (gr); Bruno Matos, Nuno Silva, Ramon (Ivan, int) e Ricardo Mango; Nuno Regêncio (Lane, 60'), Rui Ladeiro e Rafa (André Santos (int); Jorge Rodrigues (Gi, 55'), João Gonçalves e Marcos Franco (Manú, int).
Suplentes não utilizados: João Pedro e Miguel Bastos.
(0-5, ao intervalo)
Ao fim de 5 jornadas do campeonato nacional de iniciados, a equipa do SC Beira-Mar, que goleou (1-7) na sua deslocação a Oliveira de Frades, assumiu pela primeira vez a liderança da série C, sendo este facto a verdadeira notícia, uma vez que a vitória, com maior ou menor dificuldade, era um resultado que se aguardava logo à partida.
Como os números expressivos indicam, o jogo foi de sentido único, tendo a formação de João Amaral e Bruno Silva realizado a melhor primeira parte da época, mostrando-se uma equipa muito organizada, que tomou conta das operações desde o minuto inicial. Foi, pois, com naturalidade que os golos começaram a aparecer, sem que antes e por 3 vezes, Marcos, Jorge e João Gonçalves desperdiçassem oportunidades para inaugurar o marcador. Este seria inaugurado, aos 10', por Marcos Franco, através de um remate cruzado, de pé esquerdo, desferido após uma diagonal da direita para o meio e que não deu quaisquer hipóteses de defesa ao guardião oliveirense. O mesmo jogador, passados dois minutos, ampliaria para 0-2, aparecendo na pequena área a encostar para as redes uma bola endossada por um centro de João Gonçalves. O "hat-trick" do esquerdino goleador aveirense surgiria aos 16', num lance em que surgiu isolado por um excelente passe de Rui Ladeiro, consumando o 0-3 com um desvio à saída do guarda-redes da casa.
Donos e senhores das operações, os aveirenses continuaram a visar a baliza adversária e uma "cabeça" de Jorge, bem assim como remates de fora da área de Nuno Regêncio e Rafa, levaram o pânico às hostes locais. Aos 24', surgiu o 0-4, por João Gonçalves, com o "Peter Crouch" auri-negro a receber um passe da direita, a isolar-se e a desviar, com calma, para o fundo da baliza. O 0-5 com se chegou ao intervalo foi obra de Jorge, aos 30', num remate de pé esquerdo junto à quina da área, após jogada pela esquerda em que dominou todos os adversários que lhe surgiram pelo caminho. Em cima do apito para o descanso e na sequência de um pontapé de canto apontado por Rafa, Jorge poderia ter ampliado o marcador, mas o seu golpe de cabeça, ao segundo poste, é involuntariamente desviado, em cima da linha de golo, por... Marcos.
Na segunda parte, a equipa do Beira-Mar, não jogando mal, baixou imenso o ritmo, facto que não sendo o desejado, foi compreensível, atendendo ao forte calor que se fazia sentir, bem assim como a procura, ainda que inconsciente, de algumas reservas para o jogo da próxima 4ª feira, feriado de 5 de Outubro. Ainda assim, assistiu-se a um festival de golos falhados, com João Gonçalves, por 3 vezes (cabeça, pé esquerdo e de fora da área) e Manú (remate, isolado, para boa defesa) a serem os mais perdulários. Pelo meio surgiu o tento de honra do Oliveira de Frades, num pontapé para a frente (não podia ser de outra forma) que colheu alguma hesitação na nossa linha defensiva, entre os centrais e o guarda-redes, bem aproveitada pelo avançado da casa, que ladeou Diogo e atirou para o 1-5.
A cerca de 10 minutos do fim, surgiu o 1-6 para os auri-negros, uma obra de André, que culmina com um vistoso "chapéu" perante a saída do desamparado guardião do Oliveira de Frades, um bom lance de ataque dos aveirenses.
Até final, tempo ainda para uma bola na barra em lance de Manú, para um remate de Rui Ladeiro que tirou tinta ao poste e para o 1-7 de Manú, um excelente golo conseguido com um remate forte, desferido após receber a bola da direita, com esta a bater ainda no poste antes de entrar.
Num bom jogo, em que a equipa auri-negra mostrou ter ainda margem de progressão e que foi arbitrado sem problemas pelo árbitro da AF Guarda, Sr. Gonçalo Martins, o SC Beira-Mar apresentou-se da seguinte forma:
Diogo (gr); Bruno Matos, Nuno Silva, Ramon (Ivan, int) e Ricardo Mango; Nuno Regêncio (Lane, 60'), Rui Ladeiro e Rafa (André Santos (int); Jorge Rodrigues (Gi, 55'), João Gonçalves e Marcos Franco (Manú, int).
Suplentes não utilizados: João Pedro e Miguel Bastos.
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
INICIADOS A: Goleada e subida ao 3º lugar
SC Beira-Mar, 5 - Anadia FC, 0
(2-0, ao intervalo)
Com o estádio Mário Duarte como cenário, os iniciados do SC Beira-Mar golearam a equipa do Anadia por categóricos 5-0, em jogo da 4ª jornada do campeonato nacional da categoria. Com esta vitória, em que o resultado foi melhor do que a exibição, a equipa de João Amaral subiu ao 3º lugar da classificação da série C, a 1 ponto dos líderes Taboeira e Oliveirense. A vitória não sofre qualquer contestação, mas a exibição, sobretudo na primeira parte, ficou aquém das expectativas, valendo as individualidades para resolverem um jogo em que o colectivo voltou a não funcionar em pleno. O Anadia foi um digno vencido e deveria ter sido compensado com a obtenção de um golo, que esteve ao seu alcance por mais do que uma vez.
Sob uma arbitragem sem grandes problemas do juiz da AF Porto, Sr. Rui Oliveira, a equipa do SC Beira-Mar apresentou:
João Pedro (gr); Miguel (Jorge, int), Nuno Silva (Marcos Dias, 65'), Ramon e Ricardo Mango; João Neves (cap), Nuno Regêncio e Rui Ladeiro (André Santos, int); Gi, Lane (Marcos Franco, int) e Manu (Ivan Ribeiro, 65').
Suplente não utilizado: Henrique (gr).
Apesar da melhor entrada do Beira-Mar no jogo, com João Neves, aos 7', a proporcionar ao guardião do Anadia vistosa defesa para canto e Nuno Regêncio, aos 12', a chegar ao 1-0, na sequência de um remate na marcação de um livre directo em posição frontal, a primeira parte dos auri-negros não foi muito bem conseguida, revelando a equipa alguma inexplicável intranquilidade.
E foi deste modo que, depois de estar em vantagem, os aveirenses abanaram um pouco, tendo a equipa visitante, aos 17', podido empatar, num lance desaproveitado pelo jogador nº 9, que rematou ao lado, na cara de João Pedro. Na jogada seguinte, nova oportunidade para os bairradinos, na sequência de boa jogada pela esquerda em que João Pedro negou o golo com uma grande defesa.
Só aos 25', finalmente, se voltou a ver uma jogada do Beira-Mar com princípio, meio e fim, com a bola a circular da esquerda até à direita, onde Gi, solto de marcação, rematou às malhas laterais. E foi "à bomba" que, aos 27', Nuno Regêncio bisou na partida, chegando ao 2-0 com um pontapé do meio da rua que surpreendeu o guardião visitante. O que o colectivo não resolvia chegou por via individual.
A primeira parte terminou com o Anadia a não desistir da luta, mas a pertencer ao Beira-Mar a última oportunidade de golo, com Lane, na sequência de um pontapé de canto marcado por Rui Ladeiro, a ganhar de cabeça mas a rematar ao lado.
Na segunda parte as coisas não melhoraram muito, o jogo continuou muito partido e, à maior iniciativa do Beira-Mar, procurava o Anadia responder com as suas armas, que eram também individuais e fruto da valia técnica de alguns dos seus jogadores, nomeadamente os números 8 e 9.
Tudo ficaria decidido, em definitivo, aos 50', com a obtenção do 3-0, por André Santos. O criativo médio auri-negro proporcionou, primeiro, uma grande defesa para canto ao guardião bairradino, através de um remate em posição frontal, para, na sequência do "corner" e depois de Regêncio também poder ter marcado, fazer na insistência o golo tranquilizador.
O Beira-Mar passou a carregar mais, mas sempre com o Anadia na espreita da sua oportunidade, que quase chegou, aos 58', valendo João Pedro para negar o golo ao nº 8 azul e branco, que lhe surgiu na frente depois de se desfazer de vários opositores em magnífica jogada individual, em que veio ao de cima toda a sua criatividade e excelente valia técnica. De criativo para criativo, respondeu o Beira-Mar, aos 61', por André Santos, que enjeitou excelente ocasião para ampliar o marcador, permitindo a defesa ao guarda-redes contrário, depois de se ter desenvencilhado de vários adversários e ficar na cara do golo.
Mas o 4-0 surgiu pouco depois, aos 65', com André Santos a bisar, aproveitando, na confusão gerada ao segundo poste, uma bola perdida após a marcação de um canto na esquerda.
Agora o Beira-Mar dava mostras de melhoria e, aos 69', Jorge, numa mudança de velocidade pela direita, ganha ao seu opositor e remata, de ângulo apertado, para o fundo das redes contrárias, fixando o resultado final num expressivo 5-0.
O Anadia, em período de compensação, poderia ter chegado ao merecido tento de honra, na sequência de um livre apontado da esquerda e em que a bola passa perigosamente em frente da baliza defendida por João Pedro e foi desviada por um defesa auri-negro.
Estamos certos que esta equipa do Beira-Mar tem grande potencial para melhorar, o que não deixa de ser uma boa notícia, já que consegue golear os seus adversários mesmo não jogando em toda a sua plenitude. Força campeões!
(2-0, ao intervalo)
Com o estádio Mário Duarte como cenário, os iniciados do SC Beira-Mar golearam a equipa do Anadia por categóricos 5-0, em jogo da 4ª jornada do campeonato nacional da categoria. Com esta vitória, em que o resultado foi melhor do que a exibição, a equipa de João Amaral subiu ao 3º lugar da classificação da série C, a 1 ponto dos líderes Taboeira e Oliveirense. A vitória não sofre qualquer contestação, mas a exibição, sobretudo na primeira parte, ficou aquém das expectativas, valendo as individualidades para resolverem um jogo em que o colectivo voltou a não funcionar em pleno. O Anadia foi um digno vencido e deveria ter sido compensado com a obtenção de um golo, que esteve ao seu alcance por mais do que uma vez.
Sob uma arbitragem sem grandes problemas do juiz da AF Porto, Sr. Rui Oliveira, a equipa do SC Beira-Mar apresentou:
João Pedro (gr); Miguel (Jorge, int), Nuno Silva (Marcos Dias, 65'), Ramon e Ricardo Mango; João Neves (cap), Nuno Regêncio e Rui Ladeiro (André Santos, int); Gi, Lane (Marcos Franco, int) e Manu (Ivan Ribeiro, 65').
Suplente não utilizado: Henrique (gr).
Apesar da melhor entrada do Beira-Mar no jogo, com João Neves, aos 7', a proporcionar ao guardião do Anadia vistosa defesa para canto e Nuno Regêncio, aos 12', a chegar ao 1-0, na sequência de um remate na marcação de um livre directo em posição frontal, a primeira parte dos auri-negros não foi muito bem conseguida, revelando a equipa alguma inexplicável intranquilidade.
E foi deste modo que, depois de estar em vantagem, os aveirenses abanaram um pouco, tendo a equipa visitante, aos 17', podido empatar, num lance desaproveitado pelo jogador nº 9, que rematou ao lado, na cara de João Pedro. Na jogada seguinte, nova oportunidade para os bairradinos, na sequência de boa jogada pela esquerda em que João Pedro negou o golo com uma grande defesa.
Só aos 25', finalmente, se voltou a ver uma jogada do Beira-Mar com princípio, meio e fim, com a bola a circular da esquerda até à direita, onde Gi, solto de marcação, rematou às malhas laterais. E foi "à bomba" que, aos 27', Nuno Regêncio bisou na partida, chegando ao 2-0 com um pontapé do meio da rua que surpreendeu o guardião visitante. O que o colectivo não resolvia chegou por via individual.
A primeira parte terminou com o Anadia a não desistir da luta, mas a pertencer ao Beira-Mar a última oportunidade de golo, com Lane, na sequência de um pontapé de canto marcado por Rui Ladeiro, a ganhar de cabeça mas a rematar ao lado.
Na segunda parte as coisas não melhoraram muito, o jogo continuou muito partido e, à maior iniciativa do Beira-Mar, procurava o Anadia responder com as suas armas, que eram também individuais e fruto da valia técnica de alguns dos seus jogadores, nomeadamente os números 8 e 9.
Tudo ficaria decidido, em definitivo, aos 50', com a obtenção do 3-0, por André Santos. O criativo médio auri-negro proporcionou, primeiro, uma grande defesa para canto ao guardião bairradino, através de um remate em posição frontal, para, na sequência do "corner" e depois de Regêncio também poder ter marcado, fazer na insistência o golo tranquilizador.
O Beira-Mar passou a carregar mais, mas sempre com o Anadia na espreita da sua oportunidade, que quase chegou, aos 58', valendo João Pedro para negar o golo ao nº 8 azul e branco, que lhe surgiu na frente depois de se desfazer de vários opositores em magnífica jogada individual, em que veio ao de cima toda a sua criatividade e excelente valia técnica. De criativo para criativo, respondeu o Beira-Mar, aos 61', por André Santos, que enjeitou excelente ocasião para ampliar o marcador, permitindo a defesa ao guarda-redes contrário, depois de se ter desenvencilhado de vários adversários e ficar na cara do golo.
Mas o 4-0 surgiu pouco depois, aos 65', com André Santos a bisar, aproveitando, na confusão gerada ao segundo poste, uma bola perdida após a marcação de um canto na esquerda.
Agora o Beira-Mar dava mostras de melhoria e, aos 69', Jorge, numa mudança de velocidade pela direita, ganha ao seu opositor e remata, de ângulo apertado, para o fundo das redes contrárias, fixando o resultado final num expressivo 5-0.
O Anadia, em período de compensação, poderia ter chegado ao merecido tento de honra, na sequência de um livre apontado da esquerda e em que a bola passa perigosamente em frente da baliza defendida por João Pedro e foi desviada por um defesa auri-negro.
Estamos certos que esta equipa do Beira-Mar tem grande potencial para melhorar, o que não deixa de ser uma boa notícia, já que consegue golear os seus adversários mesmo não jogando em toda a sua plenitude. Força campeões!
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
INICIADOS A: Primeira derrota
AD Sanjoanense, 2 - SC Beira-Mar, 1
(1-1, ao intervalo)
A equipa de iniciados do SC Beira-Mar sofreu, à 3ª jornada do campeonato nacional, a primeira derrota na prova, numa deslocação ao terreno da Sanjoanense que se adivinhava muito difícil. Numa partida entre dois dos candidatos à qualificação para a 2ª fase, a equipa auri-negra entrou muito forte, com a lição bem estudada, a saber exactamente o que fazer para anular os pontos fortes do adversário e a mandar no jogo. Foi, pois, com alguma naturalidade que a formação de João Amaral chegou ao 0-1, numa iniciativa de Jorge pela esquerda que terminou com um remate rasteiro, desferido dentro da área à saída do guarda-redes da casa.
Após o golo, com muita disputa a meio campo, a equipa aveirense continuou dona e senhora do jogo, mas sem situações de perigo junto das balizas, ainda que fosse o Beira-Mar que mais tentasse lá chegar. Mas foi a Sanjoanense que, a 5 minutos do intervalo, chegou à igualdade, num remate em jeito desferido após uma troca de bola à entrada da área, sem que ninguém tivesse feito pressão sobre o marcador do 1-1. A bola sofreu ainda um desvio e entrou na baliza de João Pedro, que nada pôde fazer.
A equipa auri-negra acusou muito este golo e, a partir daí, inexplicavelmente, baixou os braços e acabou para o jogo. Nem o intervalo foi bom conselheiro, tendo a nossa equipa passado a jogar individualmente, relegando o colectivo para segundo plano. O segundo golo da Sanjoanense adivinhava-se e poderia ter sucedido em dois lances de muito perigo ocorridos junto da baliza aveirense. Nesta altura teria feito muito jeito um desconto de tempo que outras modalidades têm, pois era por demais evidente que a nossa equipa acabaria por sofrer novo golo. E isso aconteceu, aos 42', com a bola a chegar à nossa área perante a passividade de todos, com o avançado sanjoanense a fazer a recepção, a tirar um adversário do caminho e a rematar com êxito para o 2-1.
A reacção da equipa do Beira-Mar foi inconsequente, futebol directo e tentativa individual para resolver os problemas e, valha a verdade, esteve mais perto a Sanjoanense de fazer o 3-1 (João Pedro evitou o golo, fazendo a "mancha" aos pés de um avançado contrário) do que a nossa equipa de chegar ao empate
Numa fase de desespero, aos 65', o Beira-Mar criou a sua melhor situação para marcar na segunda parte, na sequência da marcação de um livre em que, à excepção de Rafa, toda a equipa estava na área da Sanjoanense. Num pontapé de ressaca, à entrada da área, Nuno Regêncio remata para a baliza, com o golo a ser evitado por uma intervenção involuntária de Ricardo Mango. Como um mal nunca vem só, no contra-ataque subsequente, Rafa recorre à infracção para o anular e acaba expulso por acumulação de amarelos.
O jogo acaba com o guardião João Pedro também na grande área contrária para aproveitar a marcação de mais um livre de que nada resultou. A arbitragem do juiz aveirense, Sr. Carlos Taveira, sem influência nenhuma no resultado, que acaba por ser justo, foi, em pequenos pormenores, tendencialmente favorável aos da casa.
João Amaral apresentou:
João Pedro (gr), Gi (João Gonçalves, 62'), Ramon (Rui Ladeiro, 55'), Nuno Silva e Ricardo Mango; João Neves, Nuno Regêncio e André Santos; Rafa, Lane (Manu, int) e Jorge Rodrigues.
Suplentes não utilizados: Diogo (gr), Marcos Dias, Miguel e Nuno Aparício.
(1-1, ao intervalo)
A equipa de iniciados do SC Beira-Mar sofreu, à 3ª jornada do campeonato nacional, a primeira derrota na prova, numa deslocação ao terreno da Sanjoanense que se adivinhava muito difícil. Numa partida entre dois dos candidatos à qualificação para a 2ª fase, a equipa auri-negra entrou muito forte, com a lição bem estudada, a saber exactamente o que fazer para anular os pontos fortes do adversário e a mandar no jogo. Foi, pois, com alguma naturalidade que a formação de João Amaral chegou ao 0-1, numa iniciativa de Jorge pela esquerda que terminou com um remate rasteiro, desferido dentro da área à saída do guarda-redes da casa.
Após o golo, com muita disputa a meio campo, a equipa aveirense continuou dona e senhora do jogo, mas sem situações de perigo junto das balizas, ainda que fosse o Beira-Mar que mais tentasse lá chegar. Mas foi a Sanjoanense que, a 5 minutos do intervalo, chegou à igualdade, num remate em jeito desferido após uma troca de bola à entrada da área, sem que ninguém tivesse feito pressão sobre o marcador do 1-1. A bola sofreu ainda um desvio e entrou na baliza de João Pedro, que nada pôde fazer.
A equipa auri-negra acusou muito este golo e, a partir daí, inexplicavelmente, baixou os braços e acabou para o jogo. Nem o intervalo foi bom conselheiro, tendo a nossa equipa passado a jogar individualmente, relegando o colectivo para segundo plano. O segundo golo da Sanjoanense adivinhava-se e poderia ter sucedido em dois lances de muito perigo ocorridos junto da baliza aveirense. Nesta altura teria feito muito jeito um desconto de tempo que outras modalidades têm, pois era por demais evidente que a nossa equipa acabaria por sofrer novo golo. E isso aconteceu, aos 42', com a bola a chegar à nossa área perante a passividade de todos, com o avançado sanjoanense a fazer a recepção, a tirar um adversário do caminho e a rematar com êxito para o 2-1.
A reacção da equipa do Beira-Mar foi inconsequente, futebol directo e tentativa individual para resolver os problemas e, valha a verdade, esteve mais perto a Sanjoanense de fazer o 3-1 (João Pedro evitou o golo, fazendo a "mancha" aos pés de um avançado contrário) do que a nossa equipa de chegar ao empate
Numa fase de desespero, aos 65', o Beira-Mar criou a sua melhor situação para marcar na segunda parte, na sequência da marcação de um livre em que, à excepção de Rafa, toda a equipa estava na área da Sanjoanense. Num pontapé de ressaca, à entrada da área, Nuno Regêncio remata para a baliza, com o golo a ser evitado por uma intervenção involuntária de Ricardo Mango. Como um mal nunca vem só, no contra-ataque subsequente, Rafa recorre à infracção para o anular e acaba expulso por acumulação de amarelos.
O jogo acaba com o guardião João Pedro também na grande área contrária para aproveitar a marcação de mais um livre de que nada resultou. A arbitragem do juiz aveirense, Sr. Carlos Taveira, sem influência nenhuma no resultado, que acaba por ser justo, foi, em pequenos pormenores, tendencialmente favorável aos da casa.
João Amaral apresentou:
João Pedro (gr), Gi (João Gonçalves, 62'), Ramon (Rui Ladeiro, 55'), Nuno Silva e Ricardo Mango; João Neves, Nuno Regêncio e André Santos; Rafa, Lane (Manu, int) e Jorge Rodrigues.
Suplentes não utilizados: Diogo (gr), Marcos Dias, Miguel e Nuno Aparício.
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
INICIADOS A: Quando uma goleada não chega para deslumbrar...
SC Beira-Mar, 5 - NDS Guarda, 1
(2-1, ao intervalo)
Assegurando os serviços mínimos, a equipa de iniciados do SC Beira-Mar garantiu a segunda vitória, à 2ª jornada do campeonato nacional da categoria, ao bater, no relvado principal do estádio Mário Duarte, a equipa do Núcleo da Guarda. A equipa de João Amaral, pese embora os números expressivos do resultado, realizou uma exibição algo pálida, sobretudo nos primeiros 35 minutos. Perante um adversário francamente inferior e recordando a qualidade de jogo já demonstrada por estes atletas, nomeadamente em muitos jogos da 2ª fase do campeonato distrital da época passada, era exigível à formação auri-negra mais do que aquilo que nesta partida proporcionaram. Valeu o resultado, os 3 pontos e algumas melhorias evidenciadas no segundo meio tempo.
Sob uma arbitragem sem problemas do árbitro conimbricense, Sr. Pedro Nascimento, o SC Beira-Mar alinhou com:
Diogo (gr), Miguel (Bruno, 56'), Ramon, Nuno Silva e Ricardo Mango; Nuno Regêncio (cap), Rafa (João Neves, int) e André; Manú (Gi, int), Lâne (João Gonçalves, 61') e Jorge.
Suplentes não utilizados: João Pedro (gr), Rui Ladeiro e Ivan Ribeiro.
A primeira parte do jogo revelou uma exibição da equipa auri-negra bem abaixo daquilo que pode e sabe fazer. Mais do que a ineficácia revelada na finalização, sobressaiu a falta de um fio condutor do jogo, com os jogadores a mostrarem excessos de individualismo e uma atitude competitiva pouco condizente com a disputa de uma prova nacional. Mesmo assim, o intervalo poderia ter chegado com um resultado robusto favorável aos auri-negros, o que abona pouco a favor da equipa da Guarda. No entanto, apenas aos 26' o Beira-Mar chegou à vantagem, depois de ter desperdiçado uma mão cheia de flagrantes oportunidades. Regêncio (9') com um remate à barra, Lâne, por duas vezes (15' e 25') e André (24'), foram os protagonistas da falta de acerto no momento da finalização. O 1-0 resultou de uma boa iniciativa individual de Jorge, que se mostrou o elemento mais esclarecido da equipa, acabando por oferecer a finalização a Lâne, que, à boca da baliza e após alguma hesitação, à terceira não perdoou (o mais difícil era mesmo falhar).
O futebol continua a ser uma caixinha de surpresas e é esse sortilégio, também, que o faz ter tantos adeptos. Aos 31', a equipa do Núcleo, que até aí se tinha mostrado inofensiva, chega pela primeira vez à área dos aveirenses, conquista um canto e, na sequência deste, aproveitando uma bola perdida, chega incrivelmente ao empate.
Era um castigo para o cinzentismo da actuação auri-negra, que só não foi suportado por muito tempo porque, no minuto seguinte, Jorge faria o 2-1 através de mais uma iniciativa pela esquerda que culminou num centro/remate que só parou dentro da baliza adversária.
A actuação do Beira-Mar melhorou ligeiramente no segundo tempo, tendo a parte inicial sido um autêntico sufoco para a baliza dos egitanienses. Até aos 41', Jorge, por 3 vezes, André e Regêncio poderiam ter dado mais tranquilidade à sua equipa, mas o guardião contrário e a falta de pontaria adiaram o terceiro golo. Este aconteceria, aos 44', pelo inevitável Jorge, num golpe de cabeça, após canto na direita apontado por André.
Sem deslumbrar, o Beira-Mar ia construindo a sua goleada, tendo o 4-1 surgido, aos 53', com Jorge mais uma vez em evidência. A jogada tem início em mais uma sua iniciativa, desta vez pelo corredor direito, tendo feito a bola cruzada passar em frente da baliza e chegar a Gi, que, na esquerda, a rematou para o desvio de Lâne, que confirmou o golo à boca das redes. O resultado final seria fixado, aos 58', desta feita por André, que emendou à boca da baliza, um cruzamento de Regêncio efectuado na cobrança de um livre.
Com algum tempo ainda para jogar, o resultado manter-se-ia, consequência da desinspiração que a equipa auri-negra continuou a patentear e de mais 3 oportunidades de golo perdidas, por Jorge (27' e 35'+1) e por Regêncio (35+2).
Valeu a vitória, os 3 pontos e a certeza de que esta equipa é capaz de fazer muito melhor.
(2-1, ao intervalo)
Assegurando os serviços mínimos, a equipa de iniciados do SC Beira-Mar garantiu a segunda vitória, à 2ª jornada do campeonato nacional da categoria, ao bater, no relvado principal do estádio Mário Duarte, a equipa do Núcleo da Guarda. A equipa de João Amaral, pese embora os números expressivos do resultado, realizou uma exibição algo pálida, sobretudo nos primeiros 35 minutos. Perante um adversário francamente inferior e recordando a qualidade de jogo já demonstrada por estes atletas, nomeadamente em muitos jogos da 2ª fase do campeonato distrital da época passada, era exigível à formação auri-negra mais do que aquilo que nesta partida proporcionaram. Valeu o resultado, os 3 pontos e algumas melhorias evidenciadas no segundo meio tempo.
Sob uma arbitragem sem problemas do árbitro conimbricense, Sr. Pedro Nascimento, o SC Beira-Mar alinhou com:
Diogo (gr), Miguel (Bruno, 56'), Ramon, Nuno Silva e Ricardo Mango; Nuno Regêncio (cap), Rafa (João Neves, int) e André; Manú (Gi, int), Lâne (João Gonçalves, 61') e Jorge.
Suplentes não utilizados: João Pedro (gr), Rui Ladeiro e Ivan Ribeiro.
A primeira parte do jogo revelou uma exibição da equipa auri-negra bem abaixo daquilo que pode e sabe fazer. Mais do que a ineficácia revelada na finalização, sobressaiu a falta de um fio condutor do jogo, com os jogadores a mostrarem excessos de individualismo e uma atitude competitiva pouco condizente com a disputa de uma prova nacional. Mesmo assim, o intervalo poderia ter chegado com um resultado robusto favorável aos auri-negros, o que abona pouco a favor da equipa da Guarda. No entanto, apenas aos 26' o Beira-Mar chegou à vantagem, depois de ter desperdiçado uma mão cheia de flagrantes oportunidades. Regêncio (9') com um remate à barra, Lâne, por duas vezes (15' e 25') e André (24'), foram os protagonistas da falta de acerto no momento da finalização. O 1-0 resultou de uma boa iniciativa individual de Jorge, que se mostrou o elemento mais esclarecido da equipa, acabando por oferecer a finalização a Lâne, que, à boca da baliza e após alguma hesitação, à terceira não perdoou (o mais difícil era mesmo falhar).
O futebol continua a ser uma caixinha de surpresas e é esse sortilégio, também, que o faz ter tantos adeptos. Aos 31', a equipa do Núcleo, que até aí se tinha mostrado inofensiva, chega pela primeira vez à área dos aveirenses, conquista um canto e, na sequência deste, aproveitando uma bola perdida, chega incrivelmente ao empate.
Era um castigo para o cinzentismo da actuação auri-negra, que só não foi suportado por muito tempo porque, no minuto seguinte, Jorge faria o 2-1 através de mais uma iniciativa pela esquerda que culminou num centro/remate que só parou dentro da baliza adversária.
A actuação do Beira-Mar melhorou ligeiramente no segundo tempo, tendo a parte inicial sido um autêntico sufoco para a baliza dos egitanienses. Até aos 41', Jorge, por 3 vezes, André e Regêncio poderiam ter dado mais tranquilidade à sua equipa, mas o guardião contrário e a falta de pontaria adiaram o terceiro golo. Este aconteceria, aos 44', pelo inevitável Jorge, num golpe de cabeça, após canto na direita apontado por André.
Sem deslumbrar, o Beira-Mar ia construindo a sua goleada, tendo o 4-1 surgido, aos 53', com Jorge mais uma vez em evidência. A jogada tem início em mais uma sua iniciativa, desta vez pelo corredor direito, tendo feito a bola cruzada passar em frente da baliza e chegar a Gi, que, na esquerda, a rematou para o desvio de Lâne, que confirmou o golo à boca das redes. O resultado final seria fixado, aos 58', desta feita por André, que emendou à boca da baliza, um cruzamento de Regêncio efectuado na cobrança de um livre.
Com algum tempo ainda para jogar, o resultado manter-se-ia, consequência da desinspiração que a equipa auri-negra continuou a patentear e de mais 3 oportunidades de golo perdidas, por Jorge (27' e 35'+1) e por Regêncio (35+2).
Valeu a vitória, os 3 pontos e a certeza de que esta equipa é capaz de fazer muito melhor.
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
INICIADOS A: Vitória escassa
AD S. Romão, 0 - SC Beira-Mar, 2
(0-1, ao intervalo)
A equipa de iniciados do SC Beira-Mar iniciou da melhor maneira a sua participação no campeonato nacional da categoria, deslocando-se a São Romão, nos arredores de Seia , onde bateu a equipa local por 2 golos sem resposta. A vitória foi inteiramente justa, num jogo de sentido único e em que o resultado apenas peca por escasso face à superioridade evidenciada pela equipa de João Amaral.
O técnico aveirense escalou para este jogo, que teve uma boa arbitragem do Sr. Ângelo Correia, da AF Castelo Branco, os seguintes atletas:
Diogo (gr); Gi, Ramon, Nuno Silva e Ricardo Mango; Nuno Regêncio (cap), Rui Ladeiro (Rafa, int) e André Santos; Jorge (Lâne, 60'), João Gonçalves (Manú, int) e Marcos.
Suplentes não utilizados: João Pedro (gr), Marcos Dias, Nuno Aparício e Bruno Matos.
A equipa auri-negra entrou bem no jogo, dominando completamente um S. Romão que defendia com 11 jogadores no seu meio campo e os primeiros sinais de perigo apareceram por Jorge, numa diagonal da esquerda para a direita, tendo sido desarmado no momento em que preparava o remate final. Foi o aviso para o 0-1, que surgiria pouco depois, aos 6', numa jogada iniciada em Jorge, na direita, que cruzou para a área, onde o "capitão" Regêncio aproveitou uma falha (a única) do guardião da casa para finalizar de cabeça.
Em lances de bola parada o Beira-Mar poderia ter ampliado o marcador, mas o livre de Regêncio, aos 10', esbarrou na barreira e André, aos 14', rematou por cima do travessão. O São Romão não criava perigo, tentando sair em transições rápidas e Diogo era um espectador privilegiado do jogo. Ao invés, do lado contrário, Cláudio, o nº 1 da casa, tornava-se a figura do encontro, assegurando a desvantagem mínima e lisonjeira para a sua equipa até ao intervalo, primeiro com uma defesa incrível, com a cabeça (!), a um remate, também de cabeça, de Marcos, após cruzamento de Jorge e, depois, fazendo a "mancha" a um remate de João Gonçalves, que surgiu isolado na área.
A segunda parte trouxe mais do mesmo, com Jorge a avisar, logo após o reatamento, rematando a escassos centímetros do poste direito. Jorge que, aos 41', já dentro da área, veria novamente o guardião Cláudio negar-lhe a hipótese do segundo golo, o mesmo sucedendo, aos 44', desta vez com Marcos (remate de cabeça) como protagonista. No minuto seguinte o guarda-redes serrano opor-se-ia a um remate de longe de André Santos, desviando a bola para canto, repetindo a façanha, aos 48', desta vez a remate de Rafa.
Costuma dizer-se, nestas situações, que quem não marca arrisca-se a sofrer e isso bem poderia ter acontecido, pois a inspiração do guardião do São Romão transmitiu confiança à sua equipa e alguma esperança em chegar à igualdade à medida que o tempo passava e a desvantagem mínima se mantinha. E foi deste modo que, na parte final do encontro e aproveitando também alguma ansiedade que se apoderou da formação aveirense, os serranos criaram alguns calafrios no último reduto auri-negro. Aos 57', na sequência de um livre, a bola colocada na área chega mesmo a entrar na baliza de Diogo, mas o golo, obtido já com o jogo interrompido, foi pronta e justamente anulado, por posição irregular do marcador. Pouco depois, aos 60', os aveirenses voltaram a respirar de alívio, quando viram a bola passar ao lado da baliza, rematada fortemente pelo "capitão" da casa, na marcação de um livre assinalado na meia-lua.
O descanso completo só surgiria no primeiro dos 2 minutos de compensação dados pelo juiz albicastrense, quando, em transição rápida, a equipa de João Amaral chegou ao escasso mas tranquilizador 0-2. Ricardo Mango tem uma arrancada de cerca de 30 metros, pelo corredor esquerdo, colocando a bola na marca de grande penalidade, com conta, peso e medida, para a finalização de Lâne, que só teve de encostar.
Vitória mais que justa da equipa do Beira-Mar, no jogo de estreia da maioria destes atletas no campeonato nacional, facto que os fez denotar algum nervosismo. Agora que a estreia está feita, resta trabalhar para dar continuidade ao que de bom se fez até hoje e evoluir no que esteve menos bem.
(0-1, ao intervalo)
A equipa de iniciados do SC Beira-Mar iniciou da melhor maneira a sua participação no campeonato nacional da categoria, deslocando-se a São Romão, nos arredores de Seia , onde bateu a equipa local por 2 golos sem resposta. A vitória foi inteiramente justa, num jogo de sentido único e em que o resultado apenas peca por escasso face à superioridade evidenciada pela equipa de João Amaral.
O técnico aveirense escalou para este jogo, que teve uma boa arbitragem do Sr. Ângelo Correia, da AF Castelo Branco, os seguintes atletas:
Diogo (gr); Gi, Ramon, Nuno Silva e Ricardo Mango; Nuno Regêncio (cap), Rui Ladeiro (Rafa, int) e André Santos; Jorge (Lâne, 60'), João Gonçalves (Manú, int) e Marcos.
Suplentes não utilizados: João Pedro (gr), Marcos Dias, Nuno Aparício e Bruno Matos.
A equipa auri-negra entrou bem no jogo, dominando completamente um S. Romão que defendia com 11 jogadores no seu meio campo e os primeiros sinais de perigo apareceram por Jorge, numa diagonal da esquerda para a direita, tendo sido desarmado no momento em que preparava o remate final. Foi o aviso para o 0-1, que surgiria pouco depois, aos 6', numa jogada iniciada em Jorge, na direita, que cruzou para a área, onde o "capitão" Regêncio aproveitou uma falha (a única) do guardião da casa para finalizar de cabeça.
Em lances de bola parada o Beira-Mar poderia ter ampliado o marcador, mas o livre de Regêncio, aos 10', esbarrou na barreira e André, aos 14', rematou por cima do travessão. O São Romão não criava perigo, tentando sair em transições rápidas e Diogo era um espectador privilegiado do jogo. Ao invés, do lado contrário, Cláudio, o nº 1 da casa, tornava-se a figura do encontro, assegurando a desvantagem mínima e lisonjeira para a sua equipa até ao intervalo, primeiro com uma defesa incrível, com a cabeça (!), a um remate, também de cabeça, de Marcos, após cruzamento de Jorge e, depois, fazendo a "mancha" a um remate de João Gonçalves, que surgiu isolado na área.
A segunda parte trouxe mais do mesmo, com Jorge a avisar, logo após o reatamento, rematando a escassos centímetros do poste direito. Jorge que, aos 41', já dentro da área, veria novamente o guardião Cláudio negar-lhe a hipótese do segundo golo, o mesmo sucedendo, aos 44', desta vez com Marcos (remate de cabeça) como protagonista. No minuto seguinte o guarda-redes serrano opor-se-ia a um remate de longe de André Santos, desviando a bola para canto, repetindo a façanha, aos 48', desta vez a remate de Rafa.
Costuma dizer-se, nestas situações, que quem não marca arrisca-se a sofrer e isso bem poderia ter acontecido, pois a inspiração do guardião do São Romão transmitiu confiança à sua equipa e alguma esperança em chegar à igualdade à medida que o tempo passava e a desvantagem mínima se mantinha. E foi deste modo que, na parte final do encontro e aproveitando também alguma ansiedade que se apoderou da formação aveirense, os serranos criaram alguns calafrios no último reduto auri-negro. Aos 57', na sequência de um livre, a bola colocada na área chega mesmo a entrar na baliza de Diogo, mas o golo, obtido já com o jogo interrompido, foi pronta e justamente anulado, por posição irregular do marcador. Pouco depois, aos 60', os aveirenses voltaram a respirar de alívio, quando viram a bola passar ao lado da baliza, rematada fortemente pelo "capitão" da casa, na marcação de um livre assinalado na meia-lua.
O descanso completo só surgiria no primeiro dos 2 minutos de compensação dados pelo juiz albicastrense, quando, em transição rápida, a equipa de João Amaral chegou ao escasso mas tranquilizador 0-2. Ricardo Mango tem uma arrancada de cerca de 30 metros, pelo corredor esquerdo, colocando a bola na marca de grande penalidade, com conta, peso e medida, para a finalização de Lâne, que só teve de encostar.
Vitória mais que justa da equipa do Beira-Mar, no jogo de estreia da maioria destes atletas no campeonato nacional, facto que os fez denotar algum nervosismo. Agora que a estreia está feita, resta trabalhar para dar continuidade ao que de bom se fez até hoje e evoluir no que esteve menos bem.
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
INICIADOS A: Mais uma boa prestação no torneio de Leiria
Continua sem perder na pré-época a equipa de iniciados A do SC Beira-Mar após a sua participação, no sábado passado, no já habitual torneio "Mr Pizza", uma organização da UD Leiria levada a efeito no complexo desportivo da sua Academia, nos arredores da cidade do Lis.
Com a participação, para além do clube organizador e da formação aveirense, o triangular leiriense contava ainda com a primeira equipa do internacional português Nani, o Real Sport Clube (Massamá-Queluz).
Sem ter perdido nenhum encontro (vitória e empate), a equipa auri-negra acabaria por se classificar no 2º lugar do torneio, resultado do regulamento que penalizou os aveirenses no jogo empatado com o Real, que a equipa de João Amaral e Bruno Silva viria a perder no desempate por grandes penalidades.
Para a história ficam os resultados e classificações deste torneio, que foi mais uma etapa na preparação dos nossos sub-15, que iniciarão a sua participação no campeonato nacional de iniciados no próximo dia 4 de Setembro com uma deslocação a São Romão:
Os treinos prosseguem hoje no estádio Mário Duarte, sendo o próximo compromisso já na 5ª feira, com mais um excelente teste de preparação que terá lugar pelas 18h00 na Academia Dolce Vita, em Coimbra, onde a formação auri-negra defrontará a sempre forte Académica.
Com a participação, para além do clube organizador e da formação aveirense, o triangular leiriense contava ainda com a primeira equipa do internacional português Nani, o Real Sport Clube (Massamá-Queluz).
Sem ter perdido nenhum encontro (vitória e empate), a equipa auri-negra acabaria por se classificar no 2º lugar do torneio, resultado do regulamento que penalizou os aveirenses no jogo empatado com o Real, que a equipa de João Amaral e Bruno Silva viria a perder no desempate por grandes penalidades.
Para a história ficam os resultados e classificações deste torneio, que foi mais uma etapa na preparação dos nossos sub-15, que iniciarão a sua participação no campeonato nacional de iniciados no próximo dia 4 de Setembro com uma deslocação a São Romão:
- UD Leiria, 0 - SC Beira-Mar, 1 (golo de André Santos)
- Real SC, 1 - SC Beira-Mar, 1 (5-4 gp) (golo de João Gonçalves)
- UD Leiria, 0 - Real SC, 0 (3-5 gp)
- 1º Real SC 4 pontos
- 2º SC Beira-Mar 3 pontos
- 3º UD Leiria 0 pontos
Os treinos prosseguem hoje no estádio Mário Duarte, sendo o próximo compromisso já na 5ª feira, com mais um excelente teste de preparação que terá lugar pelas 18h00 na Academia Dolce Vita, em Coimbra, onde a formação auri-negra defrontará a sempre forte Académica.
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
INICIADOS: Calendário sorteado - São Romão a abrir o campeonato nacional
É com uma viagem longa, até à Serra da Estrela, que a equipa de iniciados do SC Beira-Mar iniciará a sua participação no campeonato nacional da categoria, que tem a 1ª jornada marcada para o dia 4 do próximo mês de Setembro, quando os sub-15 aveirenses defrontarão o São Romão, nos arredores de Seia.O sorteio da prova, hoje realizado, ditou uma 1ª volta da formação auri-negra composta pelos seguintes jogos:
Entretanto, a equipa orientada por João Amaral e Bruno Silva vai na sua segunda semana de preparação, tendo já realizado 2 jogos-treino, ambos com equipas que participarão também no campeonato nacional de iniciados. Os resultados destes encontros, realizados no terreno dos seus adversários, foram os seguintes:
- 1ª Jornada - 04-09-2011: AD São Romão - SC Beira-Mar
- 2ª Jornada - 11-09-2011: SC Beira-Mar - NDS Guarda
- 3ª Jornada - 18-09-2011: AD Sanjoanense - SC Beira-Mar
- 4ª Jornada - 25-09-2011: SC Beira-Mar - Anadia FC
- 5ª Jornada - 02-10-2011: GD Oliveira Frades - SC Beira-Mar
- 6ª Jornada - 05-10-2011: SC Beira-Mar - CF "Os Repesenses"
- 7ª Jornada - 09-10-2011: Académico Viseu FC - SC Beira-Mar
- 8ª Jornada - 16-10-2011: SC Beira-Mar - UD Oliveirense
- 9ª Jornada - 23-10-2011: GD Gafanha - SC Beira-Mar
- 10ª Jornada - 30-10-2011: SC Beira-Mar - AD Taboeira
- 11ª Jornada - 06-11-2011: ACD Estrela Almeida - SC Beira-Mar
Entretanto, a equipa orientada por João Amaral e Bruno Silva vai na sua segunda semana de preparação, tendo já realizado 2 jogos-treino, ambos com equipas que participarão também no campeonato nacional de iniciados. Os resultados destes encontros, realizados no terreno dos seus adversários, foram os seguintes:
- Varzim SC, 1 - SC Beira-Mar, 4 (Golos de Lâne, André, Manú e João Gonçalves )
- CD Candal, 1 - SC Beira-Mar, 4 (Jorge-2, Marcos Franco e André)
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
INICIADOS: Sorteio a 11 de Agosto
É já na próxima 5ª feira, dia 11 de Agosto de 2011, que a equipa de iniciados do SC Beira-Mar ficará a conhecer o calendário relativo à 1ª fase do campeonato nacional de juniores C da época 2011/2012, com a realização do respectivo sorteio, marcado para as 16h00 e que terá lugar no auditório Manuel Quaresma, na sede da Federação Portuguesa de Futebol, em Lisboa.
A prova terá o seu início no dia 4 do próximo mês de Setembro e a formação auri-negra integrará a série C, composta pelos seguintes 12 emblemas:
De notar a presença pouco habitual nesta série de 6 equipas da AF Aveiro, o que a tornará ainda mais competitiva, com várias candidatos (onde o SC Beira-Mar estará, evidentemente, incluído) na luta por um dos 2 primeiros lugares, que darão acesso directo à 2ª fase do campeonato, onde os auri-negros marcam presença consecutiva há várias épocas com resultados bastante positivos.
Allez, Beira, allez!
A prova terá o seu início no dia 4 do próximo mês de Setembro e a formação auri-negra integrará a série C, composta pelos seguintes 12 emblemas:
- Académico Viseu FC
- Anadia FC
- ACD Estrela Almeida
- AD Sanjoanense
- AD São Romão
- AD Taboeira
- CF "Os Repesenses"
- GD Gafanha
- GD Oliveira Frades
- NDS Guarda
- SC Beira-Mar
- UD Oliveirense
De notar a presença pouco habitual nesta série de 6 equipas da AF Aveiro, o que a tornará ainda mais competitiva, com várias candidatos (onde o SC Beira-Mar estará, evidentemente, incluído) na luta por um dos 2 primeiros lugares, que darão acesso directo à 2ª fase do campeonato, onde os auri-negros marcam presença consecutiva há várias épocas com resultados bastante positivos.
Allez, Beira, allez!
domingo, 10 de abril de 2011
INICIADOS A: De um Ribeiro cheio foram golos (2) que brotaram!
SC Beira-Mar, 2 - Vitória SC (Guimarães), 1
(1-1, ao intervalo)
A 2ª fase do campeonato nacional de iniciados não poderia ter terminado de melhor maneira, com as equipas do Beira-Mar e do Vitória de Guimarães a proporcionarem, no relvado principal do estádio Mário Duarte, um magnífico espectáculo de futebol, com uma entrega total de todos os atletas e que terminaria com uma vitória ajustada dos auri-negros, por tangencial 2-1. Bruno Ribeiro foi o homem do jogo, ao apontar 2 estupendos golos que permitiram à equipa aveirense dar a volta ao marcador e conquistar os 3 pontos em disputa.
A equipa aveirense, que se viu privada durante o aquecimento do seu pendular defesa central Ricardo Pinto, por motivo de lesão, apresentou-se com:
Rafa; Yusuf (Bruno Reis, 65’), Ricardo Esteves, Fábio (cap) e Filipe Melo; Miguel (Hugo Custódio, int), Lucas e Tiago Ramalho; Aurélio, Tiago Marques (João Miguel, 53’) e Bruno Ribeiro.
Suplentes não utilizados: Canha (gr), Samuel, Rui e Sérgio.
Entrou melhor o Beira-Mar na partida, tomando conta do jogo e procurando circular a bola pelos dois corredores e, assim, chegar com perigo á baliza do Vitória.
O primeiro sinal de perigo veio de Bruno Ribeiro, que, após receber a bola na esquerda, flecte para dentro e dispara forte para defesa apertada do “gigante” guardião vitoriano. Mais tarde, na sequência de um canto, Aurélio cabeceia para nova defesa do número 1 visitante. A superioridade auri-negra na parte inicial do jogo permitiria ainda, aos 13’, que Bruno Ribeiro, novamente, na execução de um livre em posição frontal, fizesse passar a bola muito perto do alvo.
A partir daqui, fruto também do potencial qualitativo da equipa do Vitória, o Guimarães começou a equilibrar as contas e a chegar mais perto da baliza de Rafael. E, ao segundo remate que faz à baliza da casa (o primeiro foi em fora de jogo) consegue chegar ao golo. Estavam decorridos 20’, quando o extremo direito recebe a bola na sua ala, entra na grande área e desfere um pontapé forte para uma boa defesa de Rafa, que vê, no entanto, a bola sobrar para o nº. 10 vitoriano que não teve dificuldade em fazer o 0-1 na baliza deserta.
A nossa equipa, apesar da injustiça do golo sofrido, não o sentiu muito e voltou a tomar conta das rédeas do jogo, e Lucas, aos 23’, em posição frontal, atirou para uma nova defesa do guarda-redes forasteiro. Até que, aos 26’, Ribeiro, que já tinha ameaçado várias vezes e depois de um bom entendimento com Lucas e Aurélio, recebe a bola em posição frontal e dispara um “míssil” a 30 metros da baliza, que deixa estático o guardião visitante. Foi um golo monumental, que colocou alguma justiça no marcador.
O Vitória de Guimarães foi a equipa que entrou melhor na segunda parte, mas a nossa linha defensiva e o guarda-redes foram sempre controlando as situações, sem permitir ocasiões de muito perigo. O Beira-Mar apostava em saídas em contra-araque, que se revelavam muito perigosas, sendo num lance deste tipo que, aos 50’, Ribeiro se isola pelo flanco esquerdo e, vendo o adiantamento do guardião vitoriano, faz-lhe um “chapéu”, ainda de fora da área, que se traduziu, no 2-1, em mais um golo de compêndio para o talentoso extremo auri-negro e na vitória da equipa da casa. Foi um golo espectacular, que não poderia ter sido mais bonito para terminar todo um campeonato magnífico.
Em desvantagem no marcador, o Vitória arriscou tudo e começou a assumir o jogo, contudo, sem perigo real. Isto até aos últimos 5 minutos do jogo, que foram absolutamente loucos e em que o golo poderia ter caído para qualquer dos lados. Primeiro foram os vimaranenses que, com um remate desferido já dentro da grande área, poderiam ter marcado, mas o que fizeram foi proporcionar a Rafa uma defesa segura. Depois, numa jogada de transição, os aveirenses não aproveitam uma situação de superioridade numérica (3X1) e desperdiçam incrível situação de chegar à vantagem. Já em período de compensação, respondeu o Vitória com uma jogada pela direita, com um excelente cruzamento para a área, onde surge o avançado do Guimarães a rematar de cabeça, fazendo a bola rasar o poste. Finalmente, o último lance de golo pertenceria ao Beira-Mar e é esse que mais ficou na retina, pois daria o 2º lugar na série à equipa do Beira-Mar. Aurélio rompe pela direita, sofre penalty, mas aguentou a carga e continuou a jogada, procurando, de seguida, fazer uma assistência para Hugo Custódio encostar para o golo. Só que o “gigante” guardião vitoriano adivinhou-lhe as intenções, esticou-se todo e tirou o “pão da boca” ao médio ofensivo auri-negro. Estes minutos finais, impróprios para cardíacos, chegariam ao fim pouco depois com o derradeiro apito do árbitro da partida.
Excelente vitória do Beira-Mar, justa e bem conseguida, apesar de uma semana atípica onde, por motivos escolares, vários atletas não cumpriram os 3 treinos semanais.
A todos, os nossos parabéns pela excelente época realizada.
(1-1, ao intervalo)
A 2ª fase do campeonato nacional de iniciados não poderia ter terminado de melhor maneira, com as equipas do Beira-Mar e do Vitória de Guimarães a proporcionarem, no relvado principal do estádio Mário Duarte, um magnífico espectáculo de futebol, com uma entrega total de todos os atletas e que terminaria com uma vitória ajustada dos auri-negros, por tangencial 2-1. Bruno Ribeiro foi o homem do jogo, ao apontar 2 estupendos golos que permitiram à equipa aveirense dar a volta ao marcador e conquistar os 3 pontos em disputa.
A equipa aveirense, que se viu privada durante o aquecimento do seu pendular defesa central Ricardo Pinto, por motivo de lesão, apresentou-se com:
Rafa; Yusuf (Bruno Reis, 65’), Ricardo Esteves, Fábio (cap) e Filipe Melo; Miguel (Hugo Custódio, int), Lucas e Tiago Ramalho; Aurélio, Tiago Marques (João Miguel, 53’) e Bruno Ribeiro.
Suplentes não utilizados: Canha (gr), Samuel, Rui e Sérgio.
Entrou melhor o Beira-Mar na partida, tomando conta do jogo e procurando circular a bola pelos dois corredores e, assim, chegar com perigo á baliza do Vitória.
O primeiro sinal de perigo veio de Bruno Ribeiro, que, após receber a bola na esquerda, flecte para dentro e dispara forte para defesa apertada do “gigante” guardião vitoriano. Mais tarde, na sequência de um canto, Aurélio cabeceia para nova defesa do número 1 visitante. A superioridade auri-negra na parte inicial do jogo permitiria ainda, aos 13’, que Bruno Ribeiro, novamente, na execução de um livre em posição frontal, fizesse passar a bola muito perto do alvo.
A partir daqui, fruto também do potencial qualitativo da equipa do Vitória, o Guimarães começou a equilibrar as contas e a chegar mais perto da baliza de Rafael. E, ao segundo remate que faz à baliza da casa (o primeiro foi em fora de jogo) consegue chegar ao golo. Estavam decorridos 20’, quando o extremo direito recebe a bola na sua ala, entra na grande área e desfere um pontapé forte para uma boa defesa de Rafa, que vê, no entanto, a bola sobrar para o nº. 10 vitoriano que não teve dificuldade em fazer o 0-1 na baliza deserta.
A nossa equipa, apesar da injustiça do golo sofrido, não o sentiu muito e voltou a tomar conta das rédeas do jogo, e Lucas, aos 23’, em posição frontal, atirou para uma nova defesa do guarda-redes forasteiro. Até que, aos 26’, Ribeiro, que já tinha ameaçado várias vezes e depois de um bom entendimento com Lucas e Aurélio, recebe a bola em posição frontal e dispara um “míssil” a 30 metros da baliza, que deixa estático o guardião visitante. Foi um golo monumental, que colocou alguma justiça no marcador.
O Vitória de Guimarães foi a equipa que entrou melhor na segunda parte, mas a nossa linha defensiva e o guarda-redes foram sempre controlando as situações, sem permitir ocasiões de muito perigo. O Beira-Mar apostava em saídas em contra-araque, que se revelavam muito perigosas, sendo num lance deste tipo que, aos 50’, Ribeiro se isola pelo flanco esquerdo e, vendo o adiantamento do guardião vitoriano, faz-lhe um “chapéu”, ainda de fora da área, que se traduziu, no 2-1, em mais um golo de compêndio para o talentoso extremo auri-negro e na vitória da equipa da casa. Foi um golo espectacular, que não poderia ter sido mais bonito para terminar todo um campeonato magnífico.
Em desvantagem no marcador, o Vitória arriscou tudo e começou a assumir o jogo, contudo, sem perigo real. Isto até aos últimos 5 minutos do jogo, que foram absolutamente loucos e em que o golo poderia ter caído para qualquer dos lados. Primeiro foram os vimaranenses que, com um remate desferido já dentro da grande área, poderiam ter marcado, mas o que fizeram foi proporcionar a Rafa uma defesa segura. Depois, numa jogada de transição, os aveirenses não aproveitam uma situação de superioridade numérica (3X1) e desperdiçam incrível situação de chegar à vantagem. Já em período de compensação, respondeu o Vitória com uma jogada pela direita, com um excelente cruzamento para a área, onde surge o avançado do Guimarães a rematar de cabeça, fazendo a bola rasar o poste. Finalmente, o último lance de golo pertenceria ao Beira-Mar e é esse que mais ficou na retina, pois daria o 2º lugar na série à equipa do Beira-Mar. Aurélio rompe pela direita, sofre penalty, mas aguentou a carga e continuou a jogada, procurando, de seguida, fazer uma assistência para Hugo Custódio encostar para o golo. Só que o “gigante” guardião vitoriano adivinhou-lhe as intenções, esticou-se todo e tirou o “pão da boca” ao médio ofensivo auri-negro. Estes minutos finais, impróprios para cardíacos, chegariam ao fim pouco depois com o derradeiro apito do árbitro da partida.
Excelente vitória do Beira-Mar, justa e bem conseguida, apesar de uma semana atípica onde, por motivos escolares, vários atletas não cumpriram os 3 treinos semanais.
A todos, os nossos parabéns pela excelente época realizada.
segunda-feira, 4 de abril de 2011
INICIADOS A: Auri-negros fizeram o que puderam
FC Porto, 4 - SC Beira-Mar, 0
(3-0, ao intervalo)
A equipa de iniciados do SC Beira-Mar, pese embora todo o empenho colocado em jogo, aliás como é seu timbre, foi incapaz de contrariar o favoritismo, a qualidade e a força do FC Porto, acabando por ser naturalmente derrotada, por 4-0, em partida da 5ª jornada da 2ª fase do campeonato nacional. A vitória dos azuis e brancos não sofre contestação e assentou, sobretudo, na qualidade técnica dos seus jogadores, que interpretam na perfeição um modelo de jogo que privilegia a posse e a circulação de bola.
Com uma boa arbitragem do juiz de Vila Real, Sr. Arnaldo Araújo, as equipas apresentaram-se, no campo Vitalis Parrk, à Constituição, no Porto, da seguinte forma:
FC Porto: João Costa (gr); Joel (Emanuel Alves, int), João Cunha, Bruno Duarte e Raúl; Barbosa (Tomás Mota, int), Clever e Rui Moreira (cap); Sérgio Ribeiro (Rui Silva, 59'), Tiago Garcia e Ruben Macedo (Luís Mata, 49').
Suplentes não utilizados: Gurtner (gr), André Gomes e Luís Peixoto.
SC Beira-Mar: Canha (gr); Sousa, Ricardo Pinto, Fábio (cap) e Filipe Melo; Miguel (Lucas, 62'), Tiago Ramalho e Hugo Custódio; Aurélio (Steven, 59'), João Miguel (Tiago Marques) e Bruno Ribeiro.
Suplentes não utilizados: Rafa (gr), Yusuf, Ricardo Esteves e Sérgio.
Como era de esperar, a equipa da casa entrou a mandar no jogo, perante um Beira-Mar algo nervoso nos instantes iniciais, mas que se foi soltando ao longo do tempo e à medida, também, que o resultado lhe ia ditando não ter muito mais a perder. Mesmo assim, foi preciso o FC Porto valer-se da sua terrível eficácia finalizadora na 1ª parte, para chegar ao intervalo com 3 golos apontados em 4 remates desferidos entre os postes da baliza defendida por Canha.
A primeira situação de perigo surgiu aos 8', quando Ricardo Pinto, na "hora H", consegue o desarme a Tiago Garcia, cortando uma bola que chegou muito perto da baliza do Beira-Mar após uma jogada típica do futebol "perfumado" praticado pelo FC Porto, com recepção e passe feitos sempre com muita segurança. O 1-0 não tardaria, mas foi com recurso a um lance de bola parada, concretamente na marcação de um livre descaído sobre o flanco direito. O cruzamento de pé esquerdo do "capitão" Rui Moreira foi meio golo e o oportuno desvio de Sérgio Ribeiro, de cabeça, fez o resto.
Se a estratégia de Alberto Raínho passava por enervar o seu adversário, retardando o seu primeiro golo o mais possível, a partir dos 14' tudo se modificava e o FC Porto tinha a vida mais facilitada. Mas o Beira-Mar ainda reagiu e, aos 18', quase chegava ao empate num lance em tudo semelhante ao do primeiro golo portista. Filipe Melo bateu o livre ao segundo poste, mas o golpe de cabeça de Ricardo Pinto, livre de marcação, vê o guarda-redes nortenho opor-se com dificuldade, segurando a bola junto ao poste.
Mas logo se viu, porém, que os jogadores da casa estavam inspirados e com a pontaria bem afinada, acabando por chegar ao 2-0 no segundo remate desferido directamente à baliza de Canha. O golo, no entanto, é extraordinário pela força e colocação do remate de Barbosa, desferido de muito longe, no aproveitamento de uma bola rechaçada para fora da área após jogada de insistência da sua equipa. Estavam decorridos 22' de jogo e, pouco depois, aos 25', foi Canha a negar o terceiro golo a Rui Moreira, que lhe surgiu pela frente após passe a rasgar na esquerda, acabando o "capitão" portista por chegar mesmo ao 3-0 já muito perto do descanso, aos 34', num remate desferido à entrada da área e que o guardião aveirense ainda desviou.
No segundo tempo o domínio do jogo continuou a pertencer ao FC Porto, que teve sempre muito mais posse de bola que os aveirenses. Valeu, na etapa complementar, que os azuis e brancos não estavam tão letais em termos da finalização, com Sérgio Ribeiro, aos 38' (cabeceamento ao lado executado à boca da baliza, após cruzamento da direita) e 39' (disparo forte para defesa a 2 tempos de Canha) a poder ter aumentado a contagem. Os aveirenses respondiam sempre que podiam ( e fizeram-no muitas vezes) e numa dessas situações, aos 47', ganharam um livre à entrada da área portista, que Hugo bateu com muito perigo, fazendo passar a bola bem perto do poste direito.
Entretanto, ambos os técnicos já tinham procedido a algumas alterações e, do lado do FC Porto, Luís Mata, 3 minutos depois de ter entrado, em jogada pelo corredor esquerdo, proporciona a Canha uma boa defesa, que evitou a possibilidade de mais um golo. Também em iniciativa individual respondeu o Beira-Mar e Bruno Ribeiro, aos 60', depois de ter evitado vários adversários, desferiu já dentro da área um perigoso remate, que proporcionou a João Costa a sua mais difícil intervenção durante o jogo, negando aos aveirenses, com um desvio para canto, o seu merecido tento de honra. Também Canha brilharia pouco depois, aos 62', fazendo a defesa da manhã, ao segurar por instinto um cabeceamento de Tiago Garcia desferido à queima-roupa, após livre teleguiado de Rui Moreira. O goleador portista, que foi o homem do jogo da 1ª volta, em Aveiro, não estava nos seus dias e, aos 66', voltou a desperdiçar soberana ocasião, cabeceando, desta vez ao lado, quando só tinha o guarda-redes auri-negro pela frente.
Adivinhava-se mais um golo para o FC Porto e o resultado haveria mesmo de "engordar", não sem que antes, aos 69', Luís Mata, na cara de Canha, atirasse ao lado e perdoasse o 4-0, que acabaria por acontecer já em período de compensação, por intermédio de Emanuel Alves, que aproveitou bem uma bola que sobrou para o lado direito, vinda de um cruzamento do lado contrário, para disparar para o fundo das redes da baliza aveirense.
Vitória certa, indiscutível, da melhor equipa sobre o terreno, perante um Beira-Mar que fez tudo para merecer um golo e que regressou a Aveiro de cara bem levantada, motivado para encerrar uma época que, aconteça o que acontecer no último jogo, será sempre excelente.
(3-0, ao intervalo)
A equipa de iniciados do SC Beira-Mar, pese embora todo o empenho colocado em jogo, aliás como é seu timbre, foi incapaz de contrariar o favoritismo, a qualidade e a força do FC Porto, acabando por ser naturalmente derrotada, por 4-0, em partida da 5ª jornada da 2ª fase do campeonato nacional. A vitória dos azuis e brancos não sofre contestação e assentou, sobretudo, na qualidade técnica dos seus jogadores, que interpretam na perfeição um modelo de jogo que privilegia a posse e a circulação de bola.
Com uma boa arbitragem do juiz de Vila Real, Sr. Arnaldo Araújo, as equipas apresentaram-se, no campo Vitalis Parrk, à Constituição, no Porto, da seguinte forma:
FC Porto: João Costa (gr); Joel (Emanuel Alves, int), João Cunha, Bruno Duarte e Raúl; Barbosa (Tomás Mota, int), Clever e Rui Moreira (cap); Sérgio Ribeiro (Rui Silva, 59'), Tiago Garcia e Ruben Macedo (Luís Mata, 49').
Suplentes não utilizados: Gurtner (gr), André Gomes e Luís Peixoto.
SC Beira-Mar: Canha (gr); Sousa, Ricardo Pinto, Fábio (cap) e Filipe Melo; Miguel (Lucas, 62'), Tiago Ramalho e Hugo Custódio; Aurélio (Steven, 59'), João Miguel (Tiago Marques) e Bruno Ribeiro.
Suplentes não utilizados: Rafa (gr), Yusuf, Ricardo Esteves e Sérgio.
Como era de esperar, a equipa da casa entrou a mandar no jogo, perante um Beira-Mar algo nervoso nos instantes iniciais, mas que se foi soltando ao longo do tempo e à medida, também, que o resultado lhe ia ditando não ter muito mais a perder. Mesmo assim, foi preciso o FC Porto valer-se da sua terrível eficácia finalizadora na 1ª parte, para chegar ao intervalo com 3 golos apontados em 4 remates desferidos entre os postes da baliza defendida por Canha.
A primeira situação de perigo surgiu aos 8', quando Ricardo Pinto, na "hora H", consegue o desarme a Tiago Garcia, cortando uma bola que chegou muito perto da baliza do Beira-Mar após uma jogada típica do futebol "perfumado" praticado pelo FC Porto, com recepção e passe feitos sempre com muita segurança. O 1-0 não tardaria, mas foi com recurso a um lance de bola parada, concretamente na marcação de um livre descaído sobre o flanco direito. O cruzamento de pé esquerdo do "capitão" Rui Moreira foi meio golo e o oportuno desvio de Sérgio Ribeiro, de cabeça, fez o resto.
Se a estratégia de Alberto Raínho passava por enervar o seu adversário, retardando o seu primeiro golo o mais possível, a partir dos 14' tudo se modificava e o FC Porto tinha a vida mais facilitada. Mas o Beira-Mar ainda reagiu e, aos 18', quase chegava ao empate num lance em tudo semelhante ao do primeiro golo portista. Filipe Melo bateu o livre ao segundo poste, mas o golpe de cabeça de Ricardo Pinto, livre de marcação, vê o guarda-redes nortenho opor-se com dificuldade, segurando a bola junto ao poste.
Mas logo se viu, porém, que os jogadores da casa estavam inspirados e com a pontaria bem afinada, acabando por chegar ao 2-0 no segundo remate desferido directamente à baliza de Canha. O golo, no entanto, é extraordinário pela força e colocação do remate de Barbosa, desferido de muito longe, no aproveitamento de uma bola rechaçada para fora da área após jogada de insistência da sua equipa. Estavam decorridos 22' de jogo e, pouco depois, aos 25', foi Canha a negar o terceiro golo a Rui Moreira, que lhe surgiu pela frente após passe a rasgar na esquerda, acabando o "capitão" portista por chegar mesmo ao 3-0 já muito perto do descanso, aos 34', num remate desferido à entrada da área e que o guardião aveirense ainda desviou.
No segundo tempo o domínio do jogo continuou a pertencer ao FC Porto, que teve sempre muito mais posse de bola que os aveirenses. Valeu, na etapa complementar, que os azuis e brancos não estavam tão letais em termos da finalização, com Sérgio Ribeiro, aos 38' (cabeceamento ao lado executado à boca da baliza, após cruzamento da direita) e 39' (disparo forte para defesa a 2 tempos de Canha) a poder ter aumentado a contagem. Os aveirenses respondiam sempre que podiam ( e fizeram-no muitas vezes) e numa dessas situações, aos 47', ganharam um livre à entrada da área portista, que Hugo bateu com muito perigo, fazendo passar a bola bem perto do poste direito.
Entretanto, ambos os técnicos já tinham procedido a algumas alterações e, do lado do FC Porto, Luís Mata, 3 minutos depois de ter entrado, em jogada pelo corredor esquerdo, proporciona a Canha uma boa defesa, que evitou a possibilidade de mais um golo. Também em iniciativa individual respondeu o Beira-Mar e Bruno Ribeiro, aos 60', depois de ter evitado vários adversários, desferiu já dentro da área um perigoso remate, que proporcionou a João Costa a sua mais difícil intervenção durante o jogo, negando aos aveirenses, com um desvio para canto, o seu merecido tento de honra. Também Canha brilharia pouco depois, aos 62', fazendo a defesa da manhã, ao segurar por instinto um cabeceamento de Tiago Garcia desferido à queima-roupa, após livre teleguiado de Rui Moreira. O goleador portista, que foi o homem do jogo da 1ª volta, em Aveiro, não estava nos seus dias e, aos 66', voltou a desperdiçar soberana ocasião, cabeceando, desta vez ao lado, quando só tinha o guarda-redes auri-negro pela frente.
Adivinhava-se mais um golo para o FC Porto e o resultado haveria mesmo de "engordar", não sem que antes, aos 69', Luís Mata, na cara de Canha, atirasse ao lado e perdoasse o 4-0, que acabaria por acontecer já em período de compensação, por intermédio de Emanuel Alves, que aproveitou bem uma bola que sobrou para o lado direito, vinda de um cruzamento do lado contrário, para disparar para o fundo das redes da baliza aveirense.
Vitória certa, indiscutível, da melhor equipa sobre o terreno, perante um Beira-Mar que fez tudo para merecer um golo e que regressou a Aveiro de cara bem levantada, motivado para encerrar uma época que, aconteça o que acontecer no último jogo, será sempre excelente.
domingo, 27 de março de 2011
INICIADOS A: Em momento de "crise", "banco" ajudou...
SC Beira-Mar, 3 - Varzim SC, 2
(0-0, ao intervalo)
O "mágico" Alberto Raínho fez sair da sua "cartola", aos 55', o "coelho" (João Miguel) que seria a chave do problema em que o jogo, repentinamente, se tinha tornado para os aveirenses. De facto, depois de uma primeira parte em que o nulo registado penalizava imenso os melhores primeiros 35 minutos dos auri-negros, estes adiantar-se-iam no marcador logo a abrir a segunda parte, permitindo, contudo, uma reacção dos varzinistas, que justificaram a reviravolta no marcador. Perante as dificuldades inesperadas, o treinador aveirense fez saltar do "banco" João Miguel, que entrou muito bem no jogo e se tornou, com o seu "bis", na solução para o intrincado problema que, subitamente, a sua equipa teve de enfrentar, consumando nova "cambalhota", agora de sentido contrário, que terminou numa vitória do Beira-Mar, que acaba, globalmente, por se justificar.
Em manhã fresca de Primavera e num bem tratado relvado do estádio Mário Duarte, a equipa do SC Beira-Mar apresentou-se com:
Canha (gr); Sousa, Ricardo Pinto, Fábio (cap) e Filipe Melo; Miguel, Lucas (João Miguel, 55'), Bruno Ribeiro e Hugo Custódio; Aurélio e Tiago Marques (Steven, 45').
Suplentes não utilizados: Rafa (gr), Nuno Abreu, Rui, Bruno Reis e Ricardo Esteves.
O jogo teve um início sob o signo do equilíbrio, sendo predominantemente disputado a meio campo e sempre com vantagem para quem defendia. Deste modo, a partida decorreu sem grandes motivos de interesse até aos 19', momento em que o Beira-Mar dispôs da primeira grande oportunidade de golo. Bruno Ribeiro executa um cruzamento largo da esquerda para Aurélio, ao segundo poste e livre de marcação, cabecear a rasar o travessão.
O ascendente já era, nesta altura, da equipa da casa e, aos 21', mais uma soberana ocasião para os aveirenses se adiantarem no marcador, novamente com Ribeiro e Aurélio na jogada. O primeiro faz um passe a rasgar na direita para Aurélio, que evita o seu adversário puxando a bola para dentro, desferindo de seguida um forte remate, de pé esquerdo, que proporcionou uma defesa de recurso ao guardião poveiro.
Os varzinistas, só aos 27', através do seu jogador mais perigoso, o ponta-de-lança nº 9, fizeram prova de vida, ainda assim com um remate de muito longe e à figura de Canha, que desfez o perigo com os punhos face à violência do disparo. E, antes do intervalo, o Beira-Mar voltou a justificar a vantagem no marcador, quando, aos 28', voltou a esbanjar uma boa ocasião, na sequência de uma boa jogada de ataque. Lucas abre na direita em Aurélio, que cruza para o meio da área varzinista, onde Hugo, com um remate em "voley", não pega muito bem na bola, fazendo-a sair ligeiramente ao lado do poste direito.
A vantagem, que os auri-negros justificavam ao intervalo, viriam a alcançá-la logo no recomeço, mais precisamente aos 39', na marcação de uma grande penalidade, que o árbitro da AF Coimbra, Sr. Tiago Antunes, pronta e correctamente assinalou, castigando claro derrube a Hugo Custódio após uma boa iniciativa deste. Aurélio, encarregado da execução do castigo máximo, não vacilou e apontou o seu 17º golo desta época no campeonato nacional.
Estranhamente, a seguir ao 1-0, o cariz do jogo alterou-se completamente. O Varzim reagiu muito bem à desvantagem, fez o Beira-Mar recuar as suas linhas e partiu à procura do empate, sempre com o jogador nº 9 a mostrar-se muito poderoso e perigoso, no que era bem secundado pela raça e qualidade técnica do lateral direito da equipa da Póvoa (excelente jogador também este nº 2).
A maior posse de bola dos poveiros viria a dar frutos e, no espaço de um minuto, consumou-se a reviravolta no marcador. Depois de, aos 51', ter ameaçado com uma excelente ocasião para empatar (magnífica iniciativa do lateral direito, que se desenvencilha de todos os adversários, ganha a linha de fundo, aproxima-se da baliza e faz passar a bola em frente do golo sem que ninguém aparecesse a empurrá-la), o Varzim , aos 52' e 53' faz dois golos e coloca-se na frente do marcador. O 1-1 resulta de uma insistência, um verdadeiro sufoco a que a defensiva aveirense não foi capaz de pôr cobro, com vários ressaltos na área do Beira-Mar, sobrando a bola para o já referido avançado nº 9, que não perdoou e disparou para o empate.
Ainda não se tinham refeito do golo e já os aveirenses, que ficaram como que paralisados após um livre a meio campo em que a bola é lançada na esquerda, viam o seu guardião sair da baliza e ser batido por um "chapéu" do nº 6 varzinista, que atirou para a baliza deserta e colocou a sua equipa a vencer por 1-2.
Foi então que o técnico aveirense mexeu no seu "xadrez" e em boa hora o fez, já que, passados 2 minutos de ter entrado em jogo, aos 57', João Miguel, após uma reposição de Canha, ganha no corpo a corpo com o seu adversário, isola-se e remata com êxito para a baliza abandonada pelo guarda-redes da Póvoa, fazendo o 2-2 e restabelecendo a igualdade.
Com ambas as equipas a mostrarem querer ganhar o jogo, este tornou-se mais aberto e emotivo, aproveitando bem essa concessão de espaços a formação do Beira-Mar, que, aos 60', após mais uma boa combinação do seu ataque, chegou ao 3-2, numa recarga oportuna de João Miguel à boca da baliza, resultado de um remate forte de Bruno Ribeiro, desferido à entrada da área, que o guarda-redes do Varzim defendeu para a frente.
Estava consumada a "cambalhota" no marcador e assegurada mais uma difícil vitória nesta competitiva 2ª fase do campeonato nacional, que até poderia ter sido confirmada com mais um golo, quiçá injusto para a formação varzinista, que mostrou futebol de qualidade e jogadores interessantes. Ocasiões até não faltaram e o primeiro a poder ter ampliado a vantagem foi Bruno Ribeiro, aos 63', na sequência de um canto curto de Hugo, que apanhou a defesa varzinista de surpresa, proporcionando, com um remate potente, uma acrobática defesa para canto. Aos 66', João Miguel perde o "hat-trick", falhando, quase em cima da linha de golo, uma finalização fácil, após um centro/remate do lado direito, de Steven, que, em período de compensação, se esqueceu que o futebol é um jogo colectivo, perdendo uma situação de 2x0, optando por atirar ao lado, quando poderia ter endossado a bola a Hugo, que o acompanhava num lance em que o guarda-redes poveiro era o único opositor.
A arbitragem do juiz coimbrão, irrepreensível sob o ponto de vista técnico, terá perdoado a expulsão ao nº 8 varzinista, aos 33' da 1ª parte, não lhe mostrando o segundo cartão amarelo que a situação pedia. Aceita-se por se tratar de um jogo de jovens e o técnico varzinista acabaria por resolver a situação, deixando-o nas cabinas ao intervalo.
(0-0, ao intervalo)
O "mágico" Alberto Raínho fez sair da sua "cartola", aos 55', o "coelho" (João Miguel) que seria a chave do problema em que o jogo, repentinamente, se tinha tornado para os aveirenses. De facto, depois de uma primeira parte em que o nulo registado penalizava imenso os melhores primeiros 35 minutos dos auri-negros, estes adiantar-se-iam no marcador logo a abrir a segunda parte, permitindo, contudo, uma reacção dos varzinistas, que justificaram a reviravolta no marcador. Perante as dificuldades inesperadas, o treinador aveirense fez saltar do "banco" João Miguel, que entrou muito bem no jogo e se tornou, com o seu "bis", na solução para o intrincado problema que, subitamente, a sua equipa teve de enfrentar, consumando nova "cambalhota", agora de sentido contrário, que terminou numa vitória do Beira-Mar, que acaba, globalmente, por se justificar.
Em manhã fresca de Primavera e num bem tratado relvado do estádio Mário Duarte, a equipa do SC Beira-Mar apresentou-se com:
Canha (gr); Sousa, Ricardo Pinto, Fábio (cap) e Filipe Melo; Miguel, Lucas (João Miguel, 55'), Bruno Ribeiro e Hugo Custódio; Aurélio e Tiago Marques (Steven, 45').
Suplentes não utilizados: Rafa (gr), Nuno Abreu, Rui, Bruno Reis e Ricardo Esteves.
O jogo teve um início sob o signo do equilíbrio, sendo predominantemente disputado a meio campo e sempre com vantagem para quem defendia. Deste modo, a partida decorreu sem grandes motivos de interesse até aos 19', momento em que o Beira-Mar dispôs da primeira grande oportunidade de golo. Bruno Ribeiro executa um cruzamento largo da esquerda para Aurélio, ao segundo poste e livre de marcação, cabecear a rasar o travessão.
O ascendente já era, nesta altura, da equipa da casa e, aos 21', mais uma soberana ocasião para os aveirenses se adiantarem no marcador, novamente com Ribeiro e Aurélio na jogada. O primeiro faz um passe a rasgar na direita para Aurélio, que evita o seu adversário puxando a bola para dentro, desferindo de seguida um forte remate, de pé esquerdo, que proporcionou uma defesa de recurso ao guardião poveiro.
Os varzinistas, só aos 27', através do seu jogador mais perigoso, o ponta-de-lança nº 9, fizeram prova de vida, ainda assim com um remate de muito longe e à figura de Canha, que desfez o perigo com os punhos face à violência do disparo. E, antes do intervalo, o Beira-Mar voltou a justificar a vantagem no marcador, quando, aos 28', voltou a esbanjar uma boa ocasião, na sequência de uma boa jogada de ataque. Lucas abre na direita em Aurélio, que cruza para o meio da área varzinista, onde Hugo, com um remate em "voley", não pega muito bem na bola, fazendo-a sair ligeiramente ao lado do poste direito.
A vantagem, que os auri-negros justificavam ao intervalo, viriam a alcançá-la logo no recomeço, mais precisamente aos 39', na marcação de uma grande penalidade, que o árbitro da AF Coimbra, Sr. Tiago Antunes, pronta e correctamente assinalou, castigando claro derrube a Hugo Custódio após uma boa iniciativa deste. Aurélio, encarregado da execução do castigo máximo, não vacilou e apontou o seu 17º golo desta época no campeonato nacional.
Estranhamente, a seguir ao 1-0, o cariz do jogo alterou-se completamente. O Varzim reagiu muito bem à desvantagem, fez o Beira-Mar recuar as suas linhas e partiu à procura do empate, sempre com o jogador nº 9 a mostrar-se muito poderoso e perigoso, no que era bem secundado pela raça e qualidade técnica do lateral direito da equipa da Póvoa (excelente jogador também este nº 2).
A maior posse de bola dos poveiros viria a dar frutos e, no espaço de um minuto, consumou-se a reviravolta no marcador. Depois de, aos 51', ter ameaçado com uma excelente ocasião para empatar (magnífica iniciativa do lateral direito, que se desenvencilha de todos os adversários, ganha a linha de fundo, aproxima-se da baliza e faz passar a bola em frente do golo sem que ninguém aparecesse a empurrá-la), o Varzim , aos 52' e 53' faz dois golos e coloca-se na frente do marcador. O 1-1 resulta de uma insistência, um verdadeiro sufoco a que a defensiva aveirense não foi capaz de pôr cobro, com vários ressaltos na área do Beira-Mar, sobrando a bola para o já referido avançado nº 9, que não perdoou e disparou para o empate.
Ainda não se tinham refeito do golo e já os aveirenses, que ficaram como que paralisados após um livre a meio campo em que a bola é lançada na esquerda, viam o seu guardião sair da baliza e ser batido por um "chapéu" do nº 6 varzinista, que atirou para a baliza deserta e colocou a sua equipa a vencer por 1-2.
Foi então que o técnico aveirense mexeu no seu "xadrez" e em boa hora o fez, já que, passados 2 minutos de ter entrado em jogo, aos 57', João Miguel, após uma reposição de Canha, ganha no corpo a corpo com o seu adversário, isola-se e remata com êxito para a baliza abandonada pelo guarda-redes da Póvoa, fazendo o 2-2 e restabelecendo a igualdade.
Com ambas as equipas a mostrarem querer ganhar o jogo, este tornou-se mais aberto e emotivo, aproveitando bem essa concessão de espaços a formação do Beira-Mar, que, aos 60', após mais uma boa combinação do seu ataque, chegou ao 3-2, numa recarga oportuna de João Miguel à boca da baliza, resultado de um remate forte de Bruno Ribeiro, desferido à entrada da área, que o guarda-redes do Varzim defendeu para a frente.
Estava consumada a "cambalhota" no marcador e assegurada mais uma difícil vitória nesta competitiva 2ª fase do campeonato nacional, que até poderia ter sido confirmada com mais um golo, quiçá injusto para a formação varzinista, que mostrou futebol de qualidade e jogadores interessantes. Ocasiões até não faltaram e o primeiro a poder ter ampliado a vantagem foi Bruno Ribeiro, aos 63', na sequência de um canto curto de Hugo, que apanhou a defesa varzinista de surpresa, proporcionando, com um remate potente, uma acrobática defesa para canto. Aos 66', João Miguel perde o "hat-trick", falhando, quase em cima da linha de golo, uma finalização fácil, após um centro/remate do lado direito, de Steven, que, em período de compensação, se esqueceu que o futebol é um jogo colectivo, perdendo uma situação de 2x0, optando por atirar ao lado, quando poderia ter endossado a bola a Hugo, que o acompanhava num lance em que o guarda-redes poveiro era o único opositor.
A arbitragem do juiz coimbrão, irrepreensível sob o ponto de vista técnico, terá perdoado a expulsão ao nº 8 varzinista, aos 33' da 1ª parte, não lhe mostrando o segundo cartão amarelo que a situação pedia. Aceita-se por se tratar de um jogo de jovens e o técnico varzinista acabaria por resolver a situação, deixando-o nas cabinas ao intervalo.
segunda-feira, 21 de março de 2011
INICIADOS A: Assalto falhado ao "castelo" de Guimarães
Vitória SC (Guimarães), 3 - SC Beira-Mar, 2
(2-1, ao intervalo)
Numa manhã de muito sol e calor em Guimarães, a equipa de iniciados do SC Beira-Mar disputou mais um jogo desta segunda fase do campeonato nacional da categoria. A formação auri-negra entrou muito bem na partida, controlando a bola no meio terreno adversário e chegou à vantagem quando estava decorrido 1 minuto e 20 segundos de jogo. O 0-1 resultou de uma grande jogada pela esquerda, com Ribeiro e Melo a combinarem, tendo este último cruzado para o segundo poste, onde apareceu Aurélio a finalizar de primeira com o pé esquerdo.
O Vitória sentiu o golo, tendo o Beira-Mar continuado na tentativa de controlo do jogo, ainda que nem sempre tenha conseguido praticar futebol de qualidade. A equipa da casa deu o primeiro sinal de perigo numa arrancada do seu ala esquerdo, que efectuou um excelente cruzamento para a área aveirense, que Fábio, em esforço e para evitar que a bola chegasse a 2 jogadores vimaranenses, prontos para encostar para o golo, cortou para a própria baliza, fazendo a bola embater na barra.
A equipa de Alberto Raínho e João Amaral viria a responder a este lance, aos 14’, também com uma jogada de grande perigo e que poderia ter mudado o rumo dos acontecimentos. A jogada é de Aurélio, cuja arrancada só em falta é conseguida travar. Na sequência do livre correspondentemente assinalado, Filipe Melo coloca a bola ao segundo poste, em Ricardo Pinto, que atira para o golo, evitado por um defensor do Vitória, em cima da linha fatal. Na recarga, Fábio, por duas vezes, dentro da pequena área, não consegue incrivelmente o golo. Primeiro, porque o defesa vimaranense corta a bola com o braço (era penalti e expulsão do jogador do Vitória), depois, porque o guardião da casa efectuou uma excelente defesa.
Neste lance, que poderia ter dado o segundo golo e vantagem numérica aos aveirenses, "acabou" o Beira-Mar na primeira parte. Inexplicavelmente, os auri-negros começaram a falhar nas marcações e a permitir que o Guimarães começasse a tomar conta do jogo e a criar situações de embaraço para a baliza defendida por Rafa. E foi no espaço de 5 minutos que, na sequência de dois lançamentos laterais longos efectuados para a nossa área, em que a defensiva aveirense não foi lesta a afastar a bola que o Vitória fez dois golos e deu a “cambalhota” no marcador, colocando o resultado no 2-1 com que se atingiria o intervalo. De referir, no entanto, que antes do descanso, valeu uma excelente intervenção de Rafa, que negou o terceiro golo a um adversário que lhe apareceu isolado.
Na segunda parte, o Beira-Mar rectificou estes erros, entrando com uma postura diferente daquela que tinha permitido à equipa da casa dar a volta ao marcador. Contudo, a equipa aveirense não foi muito feliz e, praticamente no recomeço, aos 39’, o Guimarães chega ao 3-1, golo apontado na sequência da marcação de um pontapé de canto em que o central vimaranense salta mais alto que todos e marca de cabeça.
A equipa auri-negra acusou este golpe e demorou algum tempo até voltar a circular a bola entre os seus jogadores. Assim que o conseguiu, começou a chegar com maior frequência à área vimaranense e, como consequência disso, aos 50’, reduziu mesmo a desvantagem, chegando ao 3-2. O autor do golo foi novamente Aurélio, que bisou, mas a jogada começa em Steven, lançado em velocidade pela esquerda, que entrou na área e rematou para uma defesa apertada do nº 1 do Vitória, que não conseguiu depois suster a recarga.
Com uma diferença mínima no marcador, a partida estava relançada e o Beira-Mar bem tentou chegar ao empate, contudo, sem conseguir criar verdadeiras situações de golo. Neste período, foi a equipa da casa que, em rápidos contra-ataques, pôs os auri-negros em “sentido”, tentando através das alas aproveitar as costas da defesa aveirense. Os últimos lances de relativo perigo para a área vitoriana foram um livre que Bruno Ribeiro atirou ao lado e duas bolas colocadas na área, também na sequência de livres, na tentativa de criar uma situação de golo, o que não aconteceu.
Não especulando com o que poderia ter acontecido se o árbitro tivesse visto o lance ocorrido e já descrito, aos 14’ da primeira parte, acabámos por perder justamente, pelo que (não) fizemos na etapa inicial, ficando, no entanto, a sensação de que, com um pouco mais de concentração nos lances de bola parada (3 golos sofridos assim) e uma pontinha apenas de sorte, poderíamos ter saído de Guimarães com pelo menos 1 ponto.
No campo nº 1 do Complexo Desportivo Dr. António Pimenta Machado, na cidade de Guimarães, a equipa do Beira-Mar apresentou-se com:
Rafa (gr); Sousa, Ricardo Pinto, Fábio (cap) e Filipe Melo; Miguel (Nuno Abreu, 63'), Tiago Ramalho (Tiago Marques, 58’) e Hugo Custódio; Bruno Ribeiro, Aurélio e João Miguel (Steven, int).
Suplentes não utilizados: Canha (gr), Ricardo Esteves, Lucas e Yusuf.
(2-1, ao intervalo)
Numa manhã de muito sol e calor em Guimarães, a equipa de iniciados do SC Beira-Mar disputou mais um jogo desta segunda fase do campeonato nacional da categoria. A formação auri-negra entrou muito bem na partida, controlando a bola no meio terreno adversário e chegou à vantagem quando estava decorrido 1 minuto e 20 segundos de jogo. O 0-1 resultou de uma grande jogada pela esquerda, com Ribeiro e Melo a combinarem, tendo este último cruzado para o segundo poste, onde apareceu Aurélio a finalizar de primeira com o pé esquerdo.
O Vitória sentiu o golo, tendo o Beira-Mar continuado na tentativa de controlo do jogo, ainda que nem sempre tenha conseguido praticar futebol de qualidade. A equipa da casa deu o primeiro sinal de perigo numa arrancada do seu ala esquerdo, que efectuou um excelente cruzamento para a área aveirense, que Fábio, em esforço e para evitar que a bola chegasse a 2 jogadores vimaranenses, prontos para encostar para o golo, cortou para a própria baliza, fazendo a bola embater na barra.
A equipa de Alberto Raínho e João Amaral viria a responder a este lance, aos 14’, também com uma jogada de grande perigo e que poderia ter mudado o rumo dos acontecimentos. A jogada é de Aurélio, cuja arrancada só em falta é conseguida travar. Na sequência do livre correspondentemente assinalado, Filipe Melo coloca a bola ao segundo poste, em Ricardo Pinto, que atira para o golo, evitado por um defensor do Vitória, em cima da linha fatal. Na recarga, Fábio, por duas vezes, dentro da pequena área, não consegue incrivelmente o golo. Primeiro, porque o defesa vimaranense corta a bola com o braço (era penalti e expulsão do jogador do Vitória), depois, porque o guardião da casa efectuou uma excelente defesa.
Neste lance, que poderia ter dado o segundo golo e vantagem numérica aos aveirenses, "acabou" o Beira-Mar na primeira parte. Inexplicavelmente, os auri-negros começaram a falhar nas marcações e a permitir que o Guimarães começasse a tomar conta do jogo e a criar situações de embaraço para a baliza defendida por Rafa. E foi no espaço de 5 minutos que, na sequência de dois lançamentos laterais longos efectuados para a nossa área, em que a defensiva aveirense não foi lesta a afastar a bola que o Vitória fez dois golos e deu a “cambalhota” no marcador, colocando o resultado no 2-1 com que se atingiria o intervalo. De referir, no entanto, que antes do descanso, valeu uma excelente intervenção de Rafa, que negou o terceiro golo a um adversário que lhe apareceu isolado.
Na segunda parte, o Beira-Mar rectificou estes erros, entrando com uma postura diferente daquela que tinha permitido à equipa da casa dar a volta ao marcador. Contudo, a equipa aveirense não foi muito feliz e, praticamente no recomeço, aos 39’, o Guimarães chega ao 3-1, golo apontado na sequência da marcação de um pontapé de canto em que o central vimaranense salta mais alto que todos e marca de cabeça.
A equipa auri-negra acusou este golpe e demorou algum tempo até voltar a circular a bola entre os seus jogadores. Assim que o conseguiu, começou a chegar com maior frequência à área vimaranense e, como consequência disso, aos 50’, reduziu mesmo a desvantagem, chegando ao 3-2. O autor do golo foi novamente Aurélio, que bisou, mas a jogada começa em Steven, lançado em velocidade pela esquerda, que entrou na área e rematou para uma defesa apertada do nº 1 do Vitória, que não conseguiu depois suster a recarga.
Com uma diferença mínima no marcador, a partida estava relançada e o Beira-Mar bem tentou chegar ao empate, contudo, sem conseguir criar verdadeiras situações de golo. Neste período, foi a equipa da casa que, em rápidos contra-ataques, pôs os auri-negros em “sentido”, tentando através das alas aproveitar as costas da defesa aveirense. Os últimos lances de relativo perigo para a área vitoriana foram um livre que Bruno Ribeiro atirou ao lado e duas bolas colocadas na área, também na sequência de livres, na tentativa de criar uma situação de golo, o que não aconteceu.
Não especulando com o que poderia ter acontecido se o árbitro tivesse visto o lance ocorrido e já descrito, aos 14’ da primeira parte, acabámos por perder justamente, pelo que (não) fizemos na etapa inicial, ficando, no entanto, a sensação de que, com um pouco mais de concentração nos lances de bola parada (3 golos sofridos assim) e uma pontinha apenas de sorte, poderíamos ter saído de Guimarães com pelo menos 1 ponto.
No campo nº 1 do Complexo Desportivo Dr. António Pimenta Machado, na cidade de Guimarães, a equipa do Beira-Mar apresentou-se com:
Rafa (gr); Sousa, Ricardo Pinto, Fábio (cap) e Filipe Melo; Miguel (Nuno Abreu, 63'), Tiago Ramalho (Tiago Marques, 58’) e Hugo Custódio; Bruno Ribeiro, Aurélio e João Miguel (Steven, int).
Suplentes não utilizados: Canha (gr), Ricardo Esteves, Lucas e Yusuf.
segunda-feira, 14 de março de 2011
INICIADOS A: Derrota cruel
SC Beira-Mar, 1 - FC Porto, 4
(1-2, ao intervalo)
É certo que em futebol são os resultados que ficam para a história, mas manda a verdade que se diga que esta derrota dos iniciados do Beira-Mar, frente ao FC Porto, por 1-4, é um castigo demasiado severo para aquilo que os pupilos de Alberto Raínho fizeram durante o jogo, sobretudo na primeira parte, jogada olhos nos olhos com os azuis e brancos, que tiveram a sorte do jogo pelo seu lado. Nesses primeiros 35 minutos, os jovens auri-negros deram fundadas esperanças de poder discutir o resultado com o seu teoricamente mais poderoso adversário, mas a eficácia portista e os golos cirurgicamente obtidos em momentos cruciais da partida, fatais sob o ponto de vista psicológico, foram agruras em demasia para quem luta com armas tão desiguais.
Sob uma arbitragem complicativa do juiz leiriense, Sr. Carlos Amado, as equipas apresentaram-se da seguinte forma no relvado principal do estádio Mário Duarte:
SC Beira-Mar: Rafa (gr); Sousa, Ricardo Pinto, Fábio (cap) e Ricardo Melo; Miguel, Tiago Ramalho e Hugo Custódio; Aurélio, João Miguel (Steven, 49') e Bruno Ribeiro (Lucas, 65').
Suplentes não utilizados: Canha (gr), Yusuf, Nuno Abreu, Tiago Marques e Ricardo Esteves.
FC Porto: João Costa (gr); Joel (Emanuel Alves, 52'), João Cunha, Bruno Duarte e Raúl; Diogo Barbosa, Clever e Rui Moreira (cap); Sérgio Ribeiro (Luís Malta, 64'), Tiago Garcia e Ruben Macedo.
Suplentes não utilizados: João Gurtner (gr), Tomás Mota, Sérgio Cardoso, Emanuel Davide e Rui Silva.
Apesar de se apresentarem com estatutos completamente diferentes na prova, isso não se notou quando a partida começou, com o Beira-Mar a responder sempre com muita objectividade e perigo ao maior e natural controlo de bola por parte do seu adversário, que, no entanto, o fazia sempre longe das zonas de perigo. A equipa de Alberto Raínho disporia mesmo da primeira e flagrante oportunidade para chegar ao golo, à passagem do minuto 6, num lance de "laboratório" quase perfeito, com Aurélio a falhar a baliza por milímetros, rematando em posição frontal após duas simulações sucessivas, na sequência de um canto, que o deixaram com a baliza à sua mercê. Que falta de sorte!
Quiçá deslumbrados com a hipótese de poderem ter-se adiantado no marcador, os aveirenses foram surpreendidos, no minuto seguinte, com um rápido contra-ataque, que proporcionaria o 0-1. Tiago Garcia é lançado em velocidade, com a bola a ser metida no espaço vazio, e o rápido e talentoso avançado portista evita a saída de Rafa e dá para a boca da baliza, onde a defensiva aveirense falhou a intercepção, aproveitando-se disso Sérgio Ribeiro para atirar por entre os postes abandonados.
Este foi o primeiro golpe sofrido pelos auri-negros, que viram o seu adversário marcar na jogada seguinte ao momento em que poderiam eles ter festejado. Mas os braços não caíram e a reacção ao golo fez-se sentir, aos 18', numa boa jogada de combinação, pelo corredor esquerdo, entre Ribeiro e Melo, com este a colocar na área para uma entrada de cabeça de Hugo, que vê o seu remate ser desviado para canto. Na sequência deste, a bola sobra para Miguel, descaído na esquerda, que a coloca na área para nova entrada de cabeça, desta vez de Aurélio, que não dá golo por muito pouco.
A insistência do Beira-Mar, que em termos defensivos anulava por completo as iniciativas dos azuis e brancos, viria a dar os seus frutos, aos 32', depois de uma série de cantos conquistados. Foi precisamente num deles, apontado da direita por Bruno Ribeiro, que Ricardo Pinto aproveitou uma sobra de bola para a pontapear de pronto para o fundo das redes, obtendo o já muito merecido e justo 1-1.
Quando se pensava que as equipas recolheriam aos balneários igualadas no marcador, que era o mínimo que os aveirenses poderiam exigir para si em termos de justiça no resultado, em cima dos 35', o FC Porto volta a ganhar de novo vantagem e a mostrar uma tremenda eficácia em termos de finalização. Para além de mais um momento revelador de a sorte do jogo estar do seu lado, o FC Porto também mostrou, no lance do 1-2, que tem bons executantes. O golo é obra de Tiago Garcia, que recebe de costas para a baliza, rodopia e desfere um remate cruzado que surpreende Rafa pela sua potência e velocidade de execução.
Foi mais um golpe duro na moral dos auri-negros, que vêem o adversário ganhar vantagem pouco depois do empate e em cima do intervalo, com tudo o que isso representa em termos psicológicos. Mas o pior ainda estava para vir! Logo no início da 2ª parte, aos 38', noutro momento crucial do jogo, o FC Porto chega ao 1-3 e dá, praticamente, a estocada final na partida. Rafa ainda evita o golo num primeiro momento, saindo aos pés do isolado Tiago Garcia, mas a bola sobra para Ruben Macedo, que atira para a baliza deserta.
Foram demasiados golpes em tão curto espaço de tempo (golo a fechar, golo a abrir) e isto reflectiu-se no que veio a seguir. O Porto, mais tranquilo com a vantagem de dois golos, partiu para o seu melhor período no jogo, enquanto o Beira-Mar sentia agora maiores dificuldades em chegar à baliza de João Costa como o houvera feito na etapa inicial.
Assim, aos 45' e 55', os azuis e brancos estiveram muito perto de ampliar a vantagem. A primeira oportunidade resulta de sucessivas trocas de bola à entrada da grande área aveirense, com Ruben Macedo a surgir na cara de Pedro Rafael, "picando-lhe" a bola por cima do corpo, mas errando o alvo por milímetros. O segundo lance é uma jogada de contra-ataque feito em superioridade numérica, com Tiago Garcia a ser servido na direita e a rematar cruzado, com a bola a rasar o poste mais distante.
Com o FC Porto a controlar a vantagem e a ser mais dominador desde o momento do terceiro golo, o Beira-Mar viria ainda a reagir no último quarto do jogo, em que voltou a equilibrar as operações.O momento mais perigoso deste período, protagonizado pelos aveirenses, aconteceu, aos 57', quando Bruno Ribeiro se escapou pela esquerda e rematou à figura de João Costa.
E foi já no 5º minuto de compensação dado pelo árbitro, quando já não havia dúvidas quanto ao vencedor da partida, que o marcador voltou a funcionar, castigando com um severo 1-4 uma equipa do Beira-Mar que esteve largo tempo na disputa do resultado. Mas o futebol é um jogo cruel e foi desse modo que, na sequência de um livre na direita, marcado no enfiamento da grande área da casa, Tiago Garcia bisaria na partida marcando um belo golo de cabeça.
Foram boas as indicações (se mais precisas fossem...) deixadas pela equipa de Alberto Raínho, que mostrou ter condições para discutir todos os jogos nesta 2ª fase, onde, aconteça o que acontecer, fechará uma brilhante época.
(1-2, ao intervalo)
É certo que em futebol são os resultados que ficam para a história, mas manda a verdade que se diga que esta derrota dos iniciados do Beira-Mar, frente ao FC Porto, por 1-4, é um castigo demasiado severo para aquilo que os pupilos de Alberto Raínho fizeram durante o jogo, sobretudo na primeira parte, jogada olhos nos olhos com os azuis e brancos, que tiveram a sorte do jogo pelo seu lado. Nesses primeiros 35 minutos, os jovens auri-negros deram fundadas esperanças de poder discutir o resultado com o seu teoricamente mais poderoso adversário, mas a eficácia portista e os golos cirurgicamente obtidos em momentos cruciais da partida, fatais sob o ponto de vista psicológico, foram agruras em demasia para quem luta com armas tão desiguais.
Sob uma arbitragem complicativa do juiz leiriense, Sr. Carlos Amado, as equipas apresentaram-se da seguinte forma no relvado principal do estádio Mário Duarte:
SC Beira-Mar: Rafa (gr); Sousa, Ricardo Pinto, Fábio (cap) e Ricardo Melo; Miguel, Tiago Ramalho e Hugo Custódio; Aurélio, João Miguel (Steven, 49') e Bruno Ribeiro (Lucas, 65').
Suplentes não utilizados: Canha (gr), Yusuf, Nuno Abreu, Tiago Marques e Ricardo Esteves.
FC Porto: João Costa (gr); Joel (Emanuel Alves, 52'), João Cunha, Bruno Duarte e Raúl; Diogo Barbosa, Clever e Rui Moreira (cap); Sérgio Ribeiro (Luís Malta, 64'), Tiago Garcia e Ruben Macedo.
Suplentes não utilizados: João Gurtner (gr), Tomás Mota, Sérgio Cardoso, Emanuel Davide e Rui Silva.
Apesar de se apresentarem com estatutos completamente diferentes na prova, isso não se notou quando a partida começou, com o Beira-Mar a responder sempre com muita objectividade e perigo ao maior e natural controlo de bola por parte do seu adversário, que, no entanto, o fazia sempre longe das zonas de perigo. A equipa de Alberto Raínho disporia mesmo da primeira e flagrante oportunidade para chegar ao golo, à passagem do minuto 6, num lance de "laboratório" quase perfeito, com Aurélio a falhar a baliza por milímetros, rematando em posição frontal após duas simulações sucessivas, na sequência de um canto, que o deixaram com a baliza à sua mercê. Que falta de sorte!
Quiçá deslumbrados com a hipótese de poderem ter-se adiantado no marcador, os aveirenses foram surpreendidos, no minuto seguinte, com um rápido contra-ataque, que proporcionaria o 0-1. Tiago Garcia é lançado em velocidade, com a bola a ser metida no espaço vazio, e o rápido e talentoso avançado portista evita a saída de Rafa e dá para a boca da baliza, onde a defensiva aveirense falhou a intercepção, aproveitando-se disso Sérgio Ribeiro para atirar por entre os postes abandonados.
Este foi o primeiro golpe sofrido pelos auri-negros, que viram o seu adversário marcar na jogada seguinte ao momento em que poderiam eles ter festejado. Mas os braços não caíram e a reacção ao golo fez-se sentir, aos 18', numa boa jogada de combinação, pelo corredor esquerdo, entre Ribeiro e Melo, com este a colocar na área para uma entrada de cabeça de Hugo, que vê o seu remate ser desviado para canto. Na sequência deste, a bola sobra para Miguel, descaído na esquerda, que a coloca na área para nova entrada de cabeça, desta vez de Aurélio, que não dá golo por muito pouco.
A insistência do Beira-Mar, que em termos defensivos anulava por completo as iniciativas dos azuis e brancos, viria a dar os seus frutos, aos 32', depois de uma série de cantos conquistados. Foi precisamente num deles, apontado da direita por Bruno Ribeiro, que Ricardo Pinto aproveitou uma sobra de bola para a pontapear de pronto para o fundo das redes, obtendo o já muito merecido e justo 1-1.
Quando se pensava que as equipas recolheriam aos balneários igualadas no marcador, que era o mínimo que os aveirenses poderiam exigir para si em termos de justiça no resultado, em cima dos 35', o FC Porto volta a ganhar de novo vantagem e a mostrar uma tremenda eficácia em termos de finalização. Para além de mais um momento revelador de a sorte do jogo estar do seu lado, o FC Porto também mostrou, no lance do 1-2, que tem bons executantes. O golo é obra de Tiago Garcia, que recebe de costas para a baliza, rodopia e desfere um remate cruzado que surpreende Rafa pela sua potência e velocidade de execução.
Foi mais um golpe duro na moral dos auri-negros, que vêem o adversário ganhar vantagem pouco depois do empate e em cima do intervalo, com tudo o que isso representa em termos psicológicos. Mas o pior ainda estava para vir! Logo no início da 2ª parte, aos 38', noutro momento crucial do jogo, o FC Porto chega ao 1-3 e dá, praticamente, a estocada final na partida. Rafa ainda evita o golo num primeiro momento, saindo aos pés do isolado Tiago Garcia, mas a bola sobra para Ruben Macedo, que atira para a baliza deserta.
Foram demasiados golpes em tão curto espaço de tempo (golo a fechar, golo a abrir) e isto reflectiu-se no que veio a seguir. O Porto, mais tranquilo com a vantagem de dois golos, partiu para o seu melhor período no jogo, enquanto o Beira-Mar sentia agora maiores dificuldades em chegar à baliza de João Costa como o houvera feito na etapa inicial.
Assim, aos 45' e 55', os azuis e brancos estiveram muito perto de ampliar a vantagem. A primeira oportunidade resulta de sucessivas trocas de bola à entrada da grande área aveirense, com Ruben Macedo a surgir na cara de Pedro Rafael, "picando-lhe" a bola por cima do corpo, mas errando o alvo por milímetros. O segundo lance é uma jogada de contra-ataque feito em superioridade numérica, com Tiago Garcia a ser servido na direita e a rematar cruzado, com a bola a rasar o poste mais distante.
Com o FC Porto a controlar a vantagem e a ser mais dominador desde o momento do terceiro golo, o Beira-Mar viria ainda a reagir no último quarto do jogo, em que voltou a equilibrar as operações.O momento mais perigoso deste período, protagonizado pelos aveirenses, aconteceu, aos 57', quando Bruno Ribeiro se escapou pela esquerda e rematou à figura de João Costa.
E foi já no 5º minuto de compensação dado pelo árbitro, quando já não havia dúvidas quanto ao vencedor da partida, que o marcador voltou a funcionar, castigando com um severo 1-4 uma equipa do Beira-Mar que esteve largo tempo na disputa do resultado. Mas o futebol é um jogo cruel e foi desse modo que, na sequência de um livre na direita, marcado no enfiamento da grande área da casa, Tiago Garcia bisaria na partida marcando um belo golo de cabeça.
Foram boas as indicações (se mais precisas fossem...) deixadas pela equipa de Alberto Raínho, que mostrou ter condições para discutir todos os jogos nesta 2ª fase, onde, aconteça o que acontecer, fechará uma brilhante época.
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
INICIADOS A: Brilhante começo!
Varzim SC, 0 - SC Beira-Mar, 2
(0-0, ao intervalo)
Numa manhã de sol na Póvoa de Varzim, com algum vento à mistura e muito público a assistir, a equipa de iniciados do SC Beira-Mar entrou da melhor forma na 2ª fase do campeonato nacional e bateu a equipa local por dois golos sem resposta. Foi um jogo equilibrado durante os 70 minutos, muito disputado, fundamentalmente com muita luta e entrega por parte de ambas as equipas, já que o estado do “pelado” não permitia mais. Com efeito, é incompreensível a utilização de um terreno de jogo deste tipo numa fase tão avançada de uma prova nacional e as suas condições foram ainda agravadas pela utilização anterior num jogo de juvenis.
Entrou melhor o Varzim, ganhando cantos consecutivos nos primeiros minutos e alguns lançamentos laterais, que o defesa direito varzinista conseguia transformar em lançamentos longos para a nossa área, lances que podem sempre potenciar algum perigo. O Beira-Mar reagiu em contra-ataque e desperdiçou, aos 10’, uma boa oportunidade, por João Miguel, cabeceando mal, quando estava sozinho, ao lado da baliza poveira, uma bola centrada da direita por Hugo Custódio. Mais flagrante ainda foi a perdida de Aurélio, aos 14’, quando aproveitou uma falha do seu marcador directo para se isolar, permitindo, contudo, a defesa ao guardião poveiro.
O primeiro remate da equipa da casa à baliza de Canha foi feito de fora da área e saiu fraco, à figura do nosso guarda-redes, que defendeu sem dificuldade. Até ao intervalo, destaque ainda para um livre de Hugo, em posição frontal, com a bola a sair ao lado da baliza do Varzim.
Na segunda parte o Varzim entrou de novo melhor, mas sem criar situações reais de perigo para a baliza auri-negra. O seu futebol assentava num jogo directo, procurando explorar a velocidade do seu avançado, que aliava ainda à rapidez uma excelente compleição física.
No entanto, os aveirenses voltaram a equilibrar a partida e, aos 41’, Aurélio recebe um passe longo, passa pelos defesas poveiros e, à saída do guardião da casa, desta vez não falha e atira a contar, colocando a sua equipa com a vantagem de 0-1.
O Varzim sentiu o golo e abanou, desconcentrando-se por momentos e permitindo que o Beira-Mar jogasse mais no seu meio campo ofensivo. Numa fase em que os poveiros procuravam já reagir, os auri-negros, aos 48’, lançaram novo contra-ataque que se revelaria decisivo para o desfecho do jogo. Desta vez foi Steven a ganhar a toda a gente em velocidade, acabando, perante o guarda-redes da casa, por atirar para o fundo das redes e fixar o resultado em 0-2.
Se é verdade que o Varzim reagiu bem a uma desvantagem que já pesava um pouco, também o árbitro do encontro, que veio de Vila Real, começou por ter algum protagonismo, no mau sentido. Aos 61’, num lance dividido entre 2 jogadores, em que ambos levantam o pé, o Sr. Pedro Mesquita considera jogo perigoso do nosso atleta e assinala um livre indirecto na área aveirense. Felizmente que se escreveu direito por linhas tortas e o remate esbarrou na barreira. Passados dois minutos apenas, em novo lance na área do Beira-Mar, o juiz transmontano transforma um desarme limpo em grande penalidade, favorecendo, mais uma vez, a equipa da casa. De novo a verdade veio ao de cima e, na transformação do castigo máximo, o “capitão” poveiro permite uma excelente defesa a Canha, que segurou a vantagem de dois golos para a sua equipa.
Este lance foi o “canto do cisne” para a equipa do Varzim, que, desmotivada com o penalti falhado, acabou nesse momento. Pelo contrário, a equipa do Beira-Mar ganhou novo alento e, até ao final, o jogo foi superiormente controlado pelos auri-negros, que passaram a jogar sempre perto da grande área da equipa da casa, podendo mesmo ter chegado a novo golo, num livre muito bem marcado por Filipe Melo a que o guardião contrário se opôs com uma grande defesa.
Excelente inicio de segunda fase para a nossa equipa, que lutou muito e jogou o suficiente para conseguir este brilhante resultado. Parabéns!
Alberto Raínho apresentou, no campo de treinos do Varzim SC, os seguintes elementos:
Canha (gr); Sousa, Ricardo Pinto, Fábio (cap) e Filipe Melo; Nuno Abreu (Miguel, int), Tiago Ramalho e Hugo Custódio; Bruno Ribeiro (Ricardo Esteves, 68’), João Miguel (Steven, int) e Aurélio (Lucas, 50’).
Suplentes não utilizados: Rafa (gr), Bruno Reis e Rui.
(0-0, ao intervalo)
Numa manhã de sol na Póvoa de Varzim, com algum vento à mistura e muito público a assistir, a equipa de iniciados do SC Beira-Mar entrou da melhor forma na 2ª fase do campeonato nacional e bateu a equipa local por dois golos sem resposta. Foi um jogo equilibrado durante os 70 minutos, muito disputado, fundamentalmente com muita luta e entrega por parte de ambas as equipas, já que o estado do “pelado” não permitia mais. Com efeito, é incompreensível a utilização de um terreno de jogo deste tipo numa fase tão avançada de uma prova nacional e as suas condições foram ainda agravadas pela utilização anterior num jogo de juvenis.
Entrou melhor o Varzim, ganhando cantos consecutivos nos primeiros minutos e alguns lançamentos laterais, que o defesa direito varzinista conseguia transformar em lançamentos longos para a nossa área, lances que podem sempre potenciar algum perigo. O Beira-Mar reagiu em contra-ataque e desperdiçou, aos 10’, uma boa oportunidade, por João Miguel, cabeceando mal, quando estava sozinho, ao lado da baliza poveira, uma bola centrada da direita por Hugo Custódio. Mais flagrante ainda foi a perdida de Aurélio, aos 14’, quando aproveitou uma falha do seu marcador directo para se isolar, permitindo, contudo, a defesa ao guardião poveiro.
O primeiro remate da equipa da casa à baliza de Canha foi feito de fora da área e saiu fraco, à figura do nosso guarda-redes, que defendeu sem dificuldade. Até ao intervalo, destaque ainda para um livre de Hugo, em posição frontal, com a bola a sair ao lado da baliza do Varzim.
Na segunda parte o Varzim entrou de novo melhor, mas sem criar situações reais de perigo para a baliza auri-negra. O seu futebol assentava num jogo directo, procurando explorar a velocidade do seu avançado, que aliava ainda à rapidez uma excelente compleição física.
No entanto, os aveirenses voltaram a equilibrar a partida e, aos 41’, Aurélio recebe um passe longo, passa pelos defesas poveiros e, à saída do guardião da casa, desta vez não falha e atira a contar, colocando a sua equipa com a vantagem de 0-1.
O Varzim sentiu o golo e abanou, desconcentrando-se por momentos e permitindo que o Beira-Mar jogasse mais no seu meio campo ofensivo. Numa fase em que os poveiros procuravam já reagir, os auri-negros, aos 48’, lançaram novo contra-ataque que se revelaria decisivo para o desfecho do jogo. Desta vez foi Steven a ganhar a toda a gente em velocidade, acabando, perante o guarda-redes da casa, por atirar para o fundo das redes e fixar o resultado em 0-2.
Se é verdade que o Varzim reagiu bem a uma desvantagem que já pesava um pouco, também o árbitro do encontro, que veio de Vila Real, começou por ter algum protagonismo, no mau sentido. Aos 61’, num lance dividido entre 2 jogadores, em que ambos levantam o pé, o Sr. Pedro Mesquita considera jogo perigoso do nosso atleta e assinala um livre indirecto na área aveirense. Felizmente que se escreveu direito por linhas tortas e o remate esbarrou na barreira. Passados dois minutos apenas, em novo lance na área do Beira-Mar, o juiz transmontano transforma um desarme limpo em grande penalidade, favorecendo, mais uma vez, a equipa da casa. De novo a verdade veio ao de cima e, na transformação do castigo máximo, o “capitão” poveiro permite uma excelente defesa a Canha, que segurou a vantagem de dois golos para a sua equipa.
Este lance foi o “canto do cisne” para a equipa do Varzim, que, desmotivada com o penalti falhado, acabou nesse momento. Pelo contrário, a equipa do Beira-Mar ganhou novo alento e, até ao final, o jogo foi superiormente controlado pelos auri-negros, que passaram a jogar sempre perto da grande área da equipa da casa, podendo mesmo ter chegado a novo golo, num livre muito bem marcado por Filipe Melo a que o guardião contrário se opôs com uma grande defesa.
Excelente inicio de segunda fase para a nossa equipa, que lutou muito e jogou o suficiente para conseguir este brilhante resultado. Parabéns!
Alberto Raínho apresentou, no campo de treinos do Varzim SC, os seguintes elementos:
Canha (gr); Sousa, Ricardo Pinto, Fábio (cap) e Filipe Melo; Nuno Abreu (Miguel, int), Tiago Ramalho e Hugo Custódio; Bruno Ribeiro (Ricardo Esteves, 68’), João Miguel (Steven, int) e Aurélio (Lucas, 50’).
Suplentes não utilizados: Rafa (gr), Bruno Reis e Rui.
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