Em virtude das várias solicitações de atletas para prestar provas no SC Beira-Mar, irão realizar-se no Campo de Jogos de São Bernardo (relva sintética) treinos abertos de observação destinados aos escalões de juvenis (1998/1997) e juniores (1996/1995).
Os treinos terão lugar nos dias 9 (3ª feira) e 10 (4ª feira) de Julho de 2013, pelas 18h00.
Os atletas interessados deverão enviar previamente a confirmação da sua presença, bem assim como alguns dados pessoais (nome, data de nascimento, clube anterior, posição), para o e-mail: academia.futebol@beiramar.pt
No início dos treinos oficiais destes escalões (juvenis e juniores), não serão admitidos atletas para observação que não tenham passado por esta triagem.
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sexta-feira, 5 de julho de 2013
domingo, 21 de abril de 2013
JUNIORES A: Final amargo de uma época doce
SC Beira-Mar, 0 - Merelinense FC, 2
(0-1, ao intervalo)
Foi uma tarde de desilusão para os jovens atletas do SC Beira-Mar, que depositavam grandes esperanças em marcar presença na final do campeonato nacional de juniores da 2ª divisão depois de já terem garantido a promoção para a próxima época há 2 jornadas atrás. O resultado do Vizela-Chaves até foi favorável, mas o Merelinense, na última jornada da 2ª fase da prova, "roubou" o sonho à nossa equipa e impôs-se no estádio Mário Duarte por 2 golos sem resposta, quando os auri-negros tinham forçosamente de somar os 3 pontos. Numa época plena de objectivos atingidos, entre os quais figura o regresso à 1ª divisão na temporada 2013/2014, ficou esta sensação de perda no último jogo, que todos têm de relativizar, valorizando mais tudo aquilo que de bom conseguiram para o nosso emblema.
Neste decisivo jogo frente ao Merelinense, e na sequência do que já tinha acontecido em Chaves há uma semana atrás, a nossa equipa voltou a não estar bem, seja pelo desgaste físico de toda uma época fustigada por imensas lesões, seja pela carga psicológica que recaiu sobre todos nestas partidas cruciais. Mesmo assim pertenceu aos auri-negros a primeira grande oportunidade de golo, na sequência de uma boa jogada de combinação na direita, que colocou Nanu na linha a cruzar para uma entrada de Pité, que desviou de cabeça rente ao poste mais distante. Mas esta foi a única situação de golo durante toda a primeira parte, realmente muito pouco para as capacidades já demonstradas pela nossa equipa. O Merelinense, que exercia uma grande pressão sobre o portador da bola, não dava muitos espaços e acabou por chegar ao 0-1 sem ter feito muito por isso, à meia-hora de jogo, num lance atípico de canto directo.
Estes foram, em resumo, os 2 lances dignos de algum registo nos primeiros 45 minutos, jogados sem grandes primores técnicos e quase sempre longe das balizas.
O Beira-Mar tinha de arriscar tudo no segundo tempo, mas com isso passou a expor-se aos contra-ataques dos forasteiros, que podiam ter ampliado logo aos 48', quando o jogador nº 7 se isola e remata para fora.
Agora com a iniciativa assumida do jogo, a grande oportunidade para o Beira-Mar chegar ao empate surgiu aos 57', mas a bola, rematada primeiro por Gui e depois por Pité, não entrou por milagre, sendo salva em cima da linha de golo, com Castor a não ser também feliz numa terceira recarga.
Este lance poderia ter devolvido a esperança aos aveirenses, mas em vez disso demonstrou que a sorte também não estava com eles. Porfiava o Beira-Mar, mas apenas aos 81' o golo voltou a estar iminente, com Xavi a cruzar para Manel desperdiçar à boca da baliza. No minuto seguinte seria Diogo Castor, solto na área, a cabecear por cima um lançamento por alto de Balacó.
O Beira-Mar há muito que merecia o empate, mas seria o Merelinense, já muito perto do fim (89') que elevaria para 0-2, na marcação de um penalti inacreditável (mais um remate à queima-roupa que leva a bola à mão do jogador), que ditou ainda a expulsão de Nanu pelo árbitro da AF Aveiro Sr. Bruno Costa.
Estava traçado o destino e nada mais havia a fazer, senão lembrar a estes mesmos atletas o que de positivo já fizeram. Uma época não pode ser estragada por 2 jogos menos conseguidos.
Naquele que foi o último jogo no campeonato nacional da 2ª divisão (viva a 1ª na próxima época!), o SC Beira-Mar apresentou:
Samuel (gr), Xavi, João Rui (Henrique, 74'), Manel e Gonçalo (André Silva, 61'); Balacó (cap), Nanu, Gui Matos e Diogo Castor; Pité e Marc.
Suplentes não utilizados: Hugo (gr), André Rosa e Bernardo Subtil.
(0-1, ao intervalo)
Estes foram, em resumo, os 2 lances dignos de algum registo nos primeiros 45 minutos, jogados sem grandes primores técnicos e quase sempre longe das balizas.
O Beira-Mar tinha de arriscar tudo no segundo tempo, mas com isso passou a expor-se aos contra-ataques dos forasteiros, que podiam ter ampliado logo aos 48', quando o jogador nº 7 se isola e remata para fora.
Agora com a iniciativa assumida do jogo, a grande oportunidade para o Beira-Mar chegar ao empate surgiu aos 57', mas a bola, rematada primeiro por Gui e depois por Pité, não entrou por milagre, sendo salva em cima da linha de golo, com Castor a não ser também feliz numa terceira recarga.
Este lance poderia ter devolvido a esperança aos aveirenses, mas em vez disso demonstrou que a sorte também não estava com eles. Porfiava o Beira-Mar, mas apenas aos 81' o golo voltou a estar iminente, com Xavi a cruzar para Manel desperdiçar à boca da baliza. No minuto seguinte seria Diogo Castor, solto na área, a cabecear por cima um lançamento por alto de Balacó.
O Beira-Mar há muito que merecia o empate, mas seria o Merelinense, já muito perto do fim (89') que elevaria para 0-2, na marcação de um penalti inacreditável (mais um remate à queima-roupa que leva a bola à mão do jogador), que ditou ainda a expulsão de Nanu pelo árbitro da AF Aveiro Sr. Bruno Costa.
Estava traçado o destino e nada mais havia a fazer, senão lembrar a estes mesmos atletas o que de positivo já fizeram. Uma época não pode ser estragada por 2 jogos menos conseguidos.
Naquele que foi o último jogo no campeonato nacional da 2ª divisão (viva a 1ª na próxima época!), o SC Beira-Mar apresentou:
Samuel (gr), Xavi, João Rui (Henrique, 74'), Manel e Gonçalo (André Silva, 61'); Balacó (cap), Nanu, Gui Matos e Diogo Castor; Pité e Marc.
Suplentes não utilizados: Hugo (gr), André Rosa e Bernardo Subtil.
domingo, 14 de abril de 2013
JUNIORES A: Pesadelo!
GD Chaves, 6 - SC Beira-Mar, 1
(4-1, ao intervalo)
Depois de uma jornada de sonho que conduziu a nossa equipa de juniores de regresso à 1ª divisão nacional, a viagem deste fim-de-semana a Chaves resultou num verdadeiro pesadelo para os sub-19 auri-negros, batidos de uma forma tão expressiva (6-1) quanto inesperada. Este jogo, que poderia ter sido para o Beira-Mar a continuação de uma época onde já foram atingidos vários objectivos, foi completamente dominado pelos flavienses, que resolveram a questão ainda no primeiro quarto de hora (3-0, aos 13'). Com esta vitória, os transmontanos apearam os aveirenses do 1º lugar da série A e partem para a última jornada com uma vantagem de 1 ponto e em melhor posição para atingir a almejada final do campeonato nacional da 2ª divisão. Os comandados de António Luís continuam na corrida, mas agora dependem de terceiros para conquistar mais este objectivo que poderia ter sido atingido na cidade transmontana.
Numa tarde de muito calor, com arbitragem do juiz da AF Bragança Sr. Rui Homero Sousa, o SC Beira-Mar apresentou:
Samuel (gr); João Rui (Xavi, 16'), Manel, Michael dos Santos e Gonçalo (André Rosa, 56'); Balacó, Bernardo Subtil (André Silva, 73'), Gui Matos e Nanu; Diogo Castor e Pité.
Suplentes não utilizados: João Paulo (gr) e Marc.
Não se sabe o que o jogo poderia dar, mas a verdade é que, logo aos 5', numa fase ainda de estudo das equipas, um erro dos aveirenses em zona proibida deixou um jogador flaviense com a bola à mercê de fazer um chapéu à saída de Samuel e abrir o marcador. Os nossos jogadores abanaram e, no minuto seguinte, aproveitando o desnorte incompreensível, o Chaves elevava para 2-0, através de Carlos, que finalizou de uma forma fácil após jogada de insistência pela esquerda.
Se as coisas estavam mal, pior ficaram, aos 13', quando o árbitro do encontro entendeu como intencional uma bola na mão de Michael (rematada, diga-se, à queima-roupa) e assinalou uma muito duvidosa grande penalidade. Alioune Fall, da marca dos 11 metros, não tremeu e elevou para 3-0, ainda que Samuel quase tenha defendido o castigo máximo.
Irreconhecível, a nossa equipa mostrava-se perdida em campo e o seu adversário aproveitava para ir construindo mais situações de finalização que poderiam ter dado golo. Alioune, aos 15' e 22', permitiu primeiro a defesa a Samuel na cara deste e, depois, rematou ao lado em posição de vantagem. O 4-0 adivinhava-se e aconteceu mesmo, aos 26', novamente por Alioune, em jogada individual.
O melhor que o Beira-Mar conseguiu fazer foi reduzir para 4-1, aos 29', por Pité, num cabeceamento após canto de Gui. Até final da primeira parte, completamente dominada pelos donos do terreno, mais 2 oportunidades de golo para o Chaves (36' e 39') com Bernardo Subtil pelo meio (37') a dispor também de uma grande ocasião para amenizar os números do marcador.
Na segunda parte o ritmo do Chaves abrandou e depois de uma oportunidade do inevitável Alioune, aos 54', o Beira-Mar começou a aparecer mais, tendo Pité, aos 69', em jogada individual, e Gui Matos, aos 72', num remate à entrada da área, levado imenso perigo à baliza defendida pelo guardião Rui.
Os flavienses, no entanto, voltaram a aparecer no último quarto de hora e, depois de terem desperdiçado golos aos 77' e 81', elevaram mesmo para 5-1, aos 85', num grande remate de fora da área do excelente jogador que é Gabi. Para demonstrar que o dia era mesmo para esquecer, já em período de compensação e no seguimento de mais uma desconcentração na zona recuada, Michael substituiu Samuel entre os postes e colocou as mãos à bola para evitar um golo, originando um penalti claro e consequente expulsão. Do lance resultou o 6-1 definitivo, apontado pelo "carrasco" Alioune.
Com mérito inteiro do Chaves, assacar responsabilidades à arbitragem seria desproporcionado e injusto para os transmontanos, mas o trabalho do juíz de Bragança foi mesmo muito fraquinho.
Rapazes, há momentos assim, todas as grandes equipas já tiveram dias maus. Hoje foi o nosso.
(4-1, ao intervalo)
Depois de uma jornada de sonho que conduziu a nossa equipa de juniores de regresso à 1ª divisão nacional, a viagem deste fim-de-semana a Chaves resultou num verdadeiro pesadelo para os sub-19 auri-negros, batidos de uma forma tão expressiva (6-1) quanto inesperada. Este jogo, que poderia ter sido para o Beira-Mar a continuação de uma época onde já foram atingidos vários objectivos, foi completamente dominado pelos flavienses, que resolveram a questão ainda no primeiro quarto de hora (3-0, aos 13'). Com esta vitória, os transmontanos apearam os aveirenses do 1º lugar da série A e partem para a última jornada com uma vantagem de 1 ponto e em melhor posição para atingir a almejada final do campeonato nacional da 2ª divisão. Os comandados de António Luís continuam na corrida, mas agora dependem de terceiros para conquistar mais este objectivo que poderia ter sido atingido na cidade transmontana.
Numa tarde de muito calor, com arbitragem do juiz da AF Bragança Sr. Rui Homero Sousa, o SC Beira-Mar apresentou:
Samuel (gr); João Rui (Xavi, 16'), Manel, Michael dos Santos e Gonçalo (André Rosa, 56'); Balacó, Bernardo Subtil (André Silva, 73'), Gui Matos e Nanu; Diogo Castor e Pité.
Suplentes não utilizados: João Paulo (gr) e Marc.
Não se sabe o que o jogo poderia dar, mas a verdade é que, logo aos 5', numa fase ainda de estudo das equipas, um erro dos aveirenses em zona proibida deixou um jogador flaviense com a bola à mercê de fazer um chapéu à saída de Samuel e abrir o marcador. Os nossos jogadores abanaram e, no minuto seguinte, aproveitando o desnorte incompreensível, o Chaves elevava para 2-0, através de Carlos, que finalizou de uma forma fácil após jogada de insistência pela esquerda.
Se as coisas estavam mal, pior ficaram, aos 13', quando o árbitro do encontro entendeu como intencional uma bola na mão de Michael (rematada, diga-se, à queima-roupa) e assinalou uma muito duvidosa grande penalidade. Alioune Fall, da marca dos 11 metros, não tremeu e elevou para 3-0, ainda que Samuel quase tenha defendido o castigo máximo.
Irreconhecível, a nossa equipa mostrava-se perdida em campo e o seu adversário aproveitava para ir construindo mais situações de finalização que poderiam ter dado golo. Alioune, aos 15' e 22', permitiu primeiro a defesa a Samuel na cara deste e, depois, rematou ao lado em posição de vantagem. O 4-0 adivinhava-se e aconteceu mesmo, aos 26', novamente por Alioune, em jogada individual.
O melhor que o Beira-Mar conseguiu fazer foi reduzir para 4-1, aos 29', por Pité, num cabeceamento após canto de Gui. Até final da primeira parte, completamente dominada pelos donos do terreno, mais 2 oportunidades de golo para o Chaves (36' e 39') com Bernardo Subtil pelo meio (37') a dispor também de uma grande ocasião para amenizar os números do marcador.
Na segunda parte o ritmo do Chaves abrandou e depois de uma oportunidade do inevitável Alioune, aos 54', o Beira-Mar começou a aparecer mais, tendo Pité, aos 69', em jogada individual, e Gui Matos, aos 72', num remate à entrada da área, levado imenso perigo à baliza defendida pelo guardião Rui.
Os flavienses, no entanto, voltaram a aparecer no último quarto de hora e, depois de terem desperdiçado golos aos 77' e 81', elevaram mesmo para 5-1, aos 85', num grande remate de fora da área do excelente jogador que é Gabi. Para demonstrar que o dia era mesmo para esquecer, já em período de compensação e no seguimento de mais uma desconcentração na zona recuada, Michael substituiu Samuel entre os postes e colocou as mãos à bola para evitar um golo, originando um penalti claro e consequente expulsão. Do lance resultou o 6-1 definitivo, apontado pelo "carrasco" Alioune.
Com mérito inteiro do Chaves, assacar responsabilidades à arbitragem seria desproporcionado e injusto para os transmontanos, mas o trabalho do juíz de Bragança foi mesmo muito fraquinho.
Rapazes, há momentos assim, todas as grandes equipas já tiveram dias maus. Hoje foi o nosso.
sábado, 6 de abril de 2013
JUNIORES A: Beira é de primeira!
CD Trofense, 0 - SC Beira-Mar, 4
(0-1, ao intervalo)
Não foi à primeira, foi à segunda! Depois de terem enjeitado no último jogo em casa, com o Feirense, a possibilidade de assegurarem a subida à 1ª divisão nacional de juniores, os sub-19 auri-negros não desperdiçaram a segunda hipótese que tinham na deslocação à Trofa e fizeram a festa da promoção depois de uma categórica vitória sobre o CD Trofense, por 4 golos sem resposta. Tudo isto quando ainda faltam 2 jornadas para o final do campeonato da 2ª divisão, jogos onde os comandados de António Luís procurarão garantir a manutenção do 1º lugar da série A, que ocupam com 2 pontos de vantagem sobre Vizela e Chaves, e, desse modo, ficar apurados para disputarem a final da prova.
Gui Matos, com um golo aos 24' da 1ª parte, abriu caminho à vitória que garantiu a obtenção do grande objectivo da época e que era perseguido, sem êxito, desde há 3 anos consecutivos. O triunfo seria confirmado no segundo tempo com golos do mesmo Gui Matos, que bisou aos 58', Pité, aos 81' e Marc, que fechou a contagem já em período de compensação.
Perante um adversário que apenas incomodou depois de um ligeiro relaxamento dos auri-negros após a obtenção do segundo golo, a nossa equipa controlou o jogo na maior parte do tempo e ficou a dever a si mesma a obtenção de um resultado ainda mais volumoso. No fim foi a alegria natural de todo o grupo, a quem endereçamos os nossos parabéns, em particular a atletas e treinadores, por este grande feito para a formação do nosso clube.
Sob uma excelente arbitragem do árbitro madeirense, Sr. Roberto Carlos Rebelo, o SC Beira-Mar apresentou:
Samuel (gr), João Rui (Marc, int), Michael dos Santos, Manel e Gonçalo; Balacó (cap), Bernardo Subtil (Xavi, 61'), Gui Matos e Nanu; Pité e Ricardo Tavares (Diogo Castor, 17').
Suplentes não utilizados: João Paulo (gr) e André Rosa.
(0-1, ao intervalo)
Não foi à primeira, foi à segunda! Depois de terem enjeitado no último jogo em casa, com o Feirense, a possibilidade de assegurarem a subida à 1ª divisão nacional de juniores, os sub-19 auri-negros não desperdiçaram a segunda hipótese que tinham na deslocação à Trofa e fizeram a festa da promoção depois de uma categórica vitória sobre o CD Trofense, por 4 golos sem resposta. Tudo isto quando ainda faltam 2 jornadas para o final do campeonato da 2ª divisão, jogos onde os comandados de António Luís procurarão garantir a manutenção do 1º lugar da série A, que ocupam com 2 pontos de vantagem sobre Vizela e Chaves, e, desse modo, ficar apurados para disputarem a final da prova.
Gui Matos, com um golo aos 24' da 1ª parte, abriu caminho à vitória que garantiu a obtenção do grande objectivo da época e que era perseguido, sem êxito, desde há 3 anos consecutivos. O triunfo seria confirmado no segundo tempo com golos do mesmo Gui Matos, que bisou aos 58', Pité, aos 81' e Marc, que fechou a contagem já em período de compensação.
Perante um adversário que apenas incomodou depois de um ligeiro relaxamento dos auri-negros após a obtenção do segundo golo, a nossa equipa controlou o jogo na maior parte do tempo e ficou a dever a si mesma a obtenção de um resultado ainda mais volumoso. No fim foi a alegria natural de todo o grupo, a quem endereçamos os nossos parabéns, em particular a atletas e treinadores, por este grande feito para a formação do nosso clube.
Sob uma excelente arbitragem do árbitro madeirense, Sr. Roberto Carlos Rebelo, o SC Beira-Mar apresentou:
Samuel (gr), João Rui (Marc, int), Michael dos Santos, Manel e Gonçalo; Balacó (cap), Bernardo Subtil (Xavi, 61'), Gui Matos e Nanu; Pité e Ricardo Tavares (Diogo Castor, 17').
Suplentes não utilizados: João Paulo (gr) e André Rosa.
sábado, 30 de março de 2013
Juniores vencem torneio da Páscoa do União Clube Eirense
A prova, com jogos que tiveram uma duração de 70 minutos (35 minutos cada uma das partes), teve 2 sessões. De manhã disputaram-se as meias-finais, que tiveram os seguintes resultados:
A Académica Coimbra (OAF), 4 - A Académica C (SF), 1
UC Eirense, 0 - SC Beira-Mar, 3
Neste primeiro jogo, totalmente dominado pela nossa equipa, o nulo ao intervalo penalizava a falta de pontaria dos auri-negros, que desperdiçaram uma mão-cheia de oportunidades para se adiantar no marcador. Esta ineficácia viria a ser rectificada no segundo tempo com a obtenção de 3 golos apontados por Rúben Marques, que abriu o caminho à vitória e por Balseiro, que bisou.
Da parte da tarde tiveram lugar os jogos finais, com os seguintes resultados:
Jogo 3º/4º lugar: UC Eirense, 1 - A Académica C (SF), 2
Final: SC Beira-Mar, 1 - A Académica C (OAF), 0
Na final, em que os conimbricenses tiveram mais posse de bola, um golo solitário de Ricardo Tavares, ainda na primeira parte, apontado na marcação de uma grande penalidade que castigou um claro derrube a Bruno Filipe, foi suficiente para garantir a vitória no jogo e o primeiro lugar no torneio.
Estiveram presentes no torneio, pela parte do SC Beira-Mar, os seguintes atletas:
Hugo, João Paulo, Diogo Carvalho, Gui Ramos, Henrique, Tiago Ramalho, Nuno Abreu, Bernardo Subtil, André Rosa, Ricardo Tavares, Carlos Barros, Junior Bangura, Rúben Marques, Bruno Filipe, Miguel Campos, Balseiro e Lucas.
Classificação final do torneio:
1º lugar: SC Beira-Mar
2º lugar: A Académica C (OAF)
3º lugar: A Académica C (SF)
4º lugar: UC Eirense
quarta-feira, 27 de março de 2013
Torneios de Páscoa
Tempo de Páscoa, tempo de torneios! Com a pausa competitiva neste período pascal (a excepção é o campeonato nacional de iniciados, onde a nossa equipa termina a época oficial com uma deslocação ao Faial - Açores, na próxima 6ª feira), os jogos oficiais dão lugar aos tradicionais torneios que, um pouco por todo o lado, proliferam nesta altura do ano.
Algumas das nossas equipas irão estar envolvidas numa série de provas dessa índole, segundo o calendário que segue:
6ª Feira - Dia 29-03-2013
JUNIORES
Torneio do UC Eirense - Eiras - Coimbra
11h30: UC Eirense - SC Beira-Mar
15h30 ou 17h00: SC Beira-Mar - A Académica C (OAF) ou A Académica C (SF)
INFANTIS A
I Torneio de Páscoa CF Perosinho - VILA NOVA GAIA
09h00: CF Perosinho - SC Beira-Mar
10h10: SC Beira-Mar - Vitória SC (Guimarães)
15h00: 5º/6º lugar
15h35: 3º/4º lugar
16h10: Final
INFANTIS B
IV Torneio Coelho Verde - CASTRO DAIRE
09h30: Viseu 2001 - SC Beira-Mar
11h00: SC Beira-Mar - FC Penafiel
14h45: SC Beira-Mar - A Académica C
16h15/17h00: Meias-finais
18h40: Final
BENJAMINS A
IV Torneio Coelho Verde - CASTRO DAIRE
11h55: SC Braga - SC Beira-Mar
12h45: FC Alpendorada - SC Beira-Mar
15h15: SC Beira-Mar - "O Crasto"
16h15/16h50: Meias-finais
18h00: Final
BENJAMINS A
XV Torneio Cidade de Estarreja - ESTARREJA
09h00: CD Estarreja - SC Beira-Mar
10h20: SC Beira-Mar - Fiães SC
11h40: SC Beira-Mar - AD Taboeira
BENJAMINS B
Bairrada Cup - Famalicão (Anadia)
10h40: SC Beira-Mar "A" - Geração Paramos
12h20: A Académica C - SC Beira-Mar "B"
14h00: SC Beira-Mar "A" - Anadia Fc "B"
15h40: EF "Os Baixinhos" - SC Beira-Mar "B"
TRAQUINAS B
Bairrada Cup - Famalicão (ANADIA)
09h00: Anadia FC - SC Beira-Mar
12h45: SC Beira-Mar - Boavista FC
17h15: SC Beira-Mar - BETEL
Sábado - Dia 30-03-2013
INICIADOS B
Torneio da Ribeira Azenha - RIBEIRA DA AZENHA
10h00: SC Beira-Mar - FC Vaguense
16h00: SC Coimbrões - SC Beira-Mar
17h00: 5º/6º lugar
18h00: 3º/4º lugar
19h00: Final
INFANTIS B
Torneio Ria d' Aveiro Cup - GAFANHA DA NAZARÉ
10h30: GD Gafanha - SC Beira-Mar
11h30: SC Beira-Mar - SC Vista Alegre
15h00: Meias-Finais
16h00: 3/4º e 5º/6º lugares
17h00: Final
BENJAMINS A
XV Torneio Cidade de Estarreja - ESTARREJA
09h00 - 11h00: Apuramento finais
14h00 - 16h30: 1º/8º lugares
BENJAMINS B
Bairrada Cup - Famalicão (ANADIA)
09h00 -10h00: meias-Finais
11h00 - 12h00: Apurameno 5º/6º/7º lugares
Tarde: Apuramento finais
14h00: 8º/9º lugar
15h30: 5º/6º/7º lugar
16h30: 3º/4º lugar
17h00: Final (no Estádio Municipal de Anadia)
TRAQUINAS A
II Tigre Cup - ESPINHO
09h30: Fiães SC - SC Beira-Mar
10h30: SC Beira-Mar - CF União Lamas
11h30: Leixões SC - SC Beira-Mar
14h10: 5/6º e 7º/8º lugares
15h55: 3º/4º lugar
17h05: Final
TRAQUINAS B
Bairrada Cup - Famalicão (ANADIA)
10h00 - 11h00: Meias-finais
14h00: 7º/8º lugar
15h00: 5º/6º lugar
16h00: 3º/4º lugar
16h00: Final (no Estádio Municipal de Anadia)
Para todos, uma boa participação e tempos felizes de Páscoa!
Algumas das nossas equipas irão estar envolvidas numa série de provas dessa índole, segundo o calendário que segue:
6ª Feira - Dia 29-03-2013
JUNIORES
Torneio do UC Eirense - Eiras - Coimbra
11h30: UC Eirense - SC Beira-Mar
15h30 ou 17h00: SC Beira-Mar - A Académica C (OAF) ou A Académica C (SF)
INFANTIS A
I Torneio de Páscoa CF Perosinho - VILA NOVA GAIA
09h00: CF Perosinho - SC Beira-Mar
10h10: SC Beira-Mar - Vitória SC (Guimarães)
15h00: 5º/6º lugar
15h35: 3º/4º lugar
16h10: Final
INFANTIS B
IV Torneio Coelho Verde - CASTRO DAIRE
09h30: Viseu 2001 - SC Beira-Mar
11h00: SC Beira-Mar - FC Penafiel
14h45: SC Beira-Mar - A Académica C
16h15/17h00: Meias-finais
18h40: Final
BENJAMINS A
IV Torneio Coelho Verde - CASTRO DAIRE
11h55: SC Braga - SC Beira-Mar
12h45: FC Alpendorada - SC Beira-Mar
15h15: SC Beira-Mar - "O Crasto"
16h15/16h50: Meias-finais
18h00: Final
BENJAMINS A
XV Torneio Cidade de Estarreja - ESTARREJA
09h00: CD Estarreja - SC Beira-Mar
10h20: SC Beira-Mar - Fiães SC
11h40: SC Beira-Mar - AD Taboeira
BENJAMINS B
Bairrada Cup - Famalicão (Anadia)
10h40: SC Beira-Mar "A" - Geração Paramos
12h20: A Académica C - SC Beira-Mar "B"
14h00: SC Beira-Mar "A" - Anadia Fc "B"
15h40: EF "Os Baixinhos" - SC Beira-Mar "B"
TRAQUINAS B
Bairrada Cup - Famalicão (ANADIA)
09h00: Anadia FC - SC Beira-Mar
12h45: SC Beira-Mar - Boavista FC
17h15: SC Beira-Mar - BETEL
Sábado - Dia 30-03-2013
INICIADOS B
Torneio da Ribeira Azenha - RIBEIRA DA AZENHA
10h00: SC Beira-Mar - FC Vaguense
16h00: SC Coimbrões - SC Beira-Mar
17h00: 5º/6º lugar
18h00: 3º/4º lugar
19h00: Final
INFANTIS B
Torneio Ria d' Aveiro Cup - GAFANHA DA NAZARÉ
10h30: GD Gafanha - SC Beira-Mar
11h30: SC Beira-Mar - SC Vista Alegre
15h00: Meias-Finais
16h00: 3/4º e 5º/6º lugares
17h00: Final
BENJAMINS A
XV Torneio Cidade de Estarreja - ESTARREJA
09h00 - 11h00: Apuramento finais
14h00 - 16h30: 1º/8º lugares
BENJAMINS B
Bairrada Cup - Famalicão (ANADIA)
09h00 -10h00: meias-Finais
11h00 - 12h00: Apurameno 5º/6º/7º lugares
Tarde: Apuramento finais
14h00: 8º/9º lugar
15h30: 5º/6º/7º lugar
16h30: 3º/4º lugar
17h00: Final (no Estádio Municipal de Anadia)
TRAQUINAS A
II Tigre Cup - ESPINHO
09h30: Fiães SC - SC Beira-Mar
10h30: SC Beira-Mar - CF União Lamas
11h30: Leixões SC - SC Beira-Mar
14h10: 5/6º e 7º/8º lugares
15h55: 3º/4º lugar
17h05: Final
TRAQUINAS B
Bairrada Cup - Famalicão (ANADIA)
10h00 - 11h00: Meias-finais
14h00: 7º/8º lugar
15h00: 5º/6º lugar
16h00: 3º/4º lugar
16h00: Final (no Estádio Municipal de Anadia)
Para todos, uma boa participação e tempos felizes de Páscoa!
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sábado, 23 de março de 2013
JUNIORES A: Subida adiada
SC Beira-Mar, 0 - CD Feirense, 1
(0-0, ao intervalo)
A equipa de juniores do SC Beira-Mar desperdiçou a primeira oportunidade que tinha para garantir a subida à 1ª divisão nacional, ao perder em casa com o Feirense, que jogava nesta partida uma cartada decisiva para manter acesa a chama da luta por aquele objectivo. Micael foi o "carrasco" dos auri-negros, apontando o golo solitário da partida, aos 78' de jogo, numa altura em que os "fogaceiros" tinham abdicado, desde há muito, de arriscar para ganhar. Nada está perdido, apenas se adiou para as 3 últimas jornadas uma decisão que poderia, já hoje, ter acontecido.
Com uma excelente arbitragem do Sr. António Resende, da AF Aveiro, as equipas apresentaram-se com:
Beira-Mar: Samuel (gr); João Rui, Manel, Michael dos Santos e Gonçalo (Bernardo Subtil, 80'); Balacó (cap), Nanu e Gui Matos; Pité, Ricardo Tavares e Marc.
Suplentes não utilizados: Hugo (gr), Henrique, André Rosa, Xavi e Carlos.
CD Feirense: Nuno (gr), Mica, Joca, Almeida (cap) e Rocha, Joel (David, 63'), Rena, Edu e Fábio (João, 88'); Micael e Bruno (Vasco, 65').
Suplentes não utilizados: Ricardo (gr)
A precisar de pontos para não ficar precocemente fora da corrida à subida à 1ª divisão, esperava-se que o Feirense se apresentasse no estádio Mário Duarte jogando um "tudo ou nada" habitual nestas circunstâncias. E essa ideia pareceu ganhar consistência durante o quarto de hora inicial do jogo, durante o qual a formação da Feira esteve por cima, ainda que a sua iniciativa fosse em parte consentida pela equipa de António Luís. Por isso, pertenceu ao Feirense e a Micael, aos 7', o primeiro lance de maior perigo, mas o seu cabeceamento, efectuado já dentro da área, acorrendo a uma solicitação da direita, parou nas mãos de Samuel. Ainda assim, neste período, foi mesmo do Beira-Mar a mais flagrante oportunidade de golo, num contra-ataque que lançou Marc na esquerda, com o "7" auri-negro a rematar à saída de Nuno mas a ver o "capitão" Almeida impedir que a bola se encaminhasse para a baliza deserta.
Decorridos estes primeiros 15 minutos, o Beira-Mar começou a aparecer mais no jogo e poderia ter materializado em golo o ascendente que passou a ter. Aos 25', na sequência de um livre lateral de Gui ao 2º poste, Ricardo Tavares aparece a cabecear sem direcção. Curiosamente, nesta fase em que os aveirenses passaram a estar melhor, foi quando o Feirense dispôs da mais flagrante oportunidade de golo, depois de uma defesa incompleta de Samuel a remate de Bruno, que surgiu solto na direita, com Manel a tirar a recarga em cima da linha de golo e vários ressaltos terem sempre contado com a oposição da defensiva auri-negra.
O segundo tempo mostrou um cariz diferente, tendo o Beira-Mar, depois de alguma expectativa inicial, assumido completamente o jogo perante um Feirense que, inexplicavelmente, pareceu mostrar-se satisfeito com o empate e abdicou, aparentemente, de querer ganhar. Aos 57', já depois de algumas aproximações à baliza de Nuno, Ricardo Tavares cruza largo da direita para Gui aparecer do lado contrário a dominar e a rematar para defesa do guardião feirense. Logo no minuto seguinte, Marc pressiona alto, ganha a bola na saída a Almeida, isola-se mas faz um passe (remate?) que não aproveitou a ninguém.
Intensificava-se o domínio da equipa comandada por António Luís e Nanu, aos 70', ensaia um remate de fora da área, após mais uma bela jogada de ataque, que tira tinta ao poste esquerdo da baliza à guarda de Nuno. À passagem da meia hora foi Rocha, "in-extremis" a cortar providencialmente à boca da baliza, tirando o "pão" da boca a Ricardo Tavares, que se preparava para finalizar uma excelente combinação de ataque culminada com assistência da esquerda de Gui Matos.
Até que, aos 78', o futebol mostrou, mais uma vez, quão cruel e injusto pode ser. Com uma equipa à procura da vitória e a outra remetida a uma defesa porfiada, não arriscando absolutamente nada, Almeida faz um alívio a desfazer-se da bola na sua zona mais recuada, o último homem do Beira-Mar falha a intercepção e Micael aproveitou para se isolar e bater o guardião Samuel sem apelo nem agravo.
Balde de água fria no Mário Duarte, que foi bem sentido pela nossa equipa, que no minuto seguinte concedeu mais facilidades ao voltar a errar e a proporcionar ao Feirense mais uma possibilidade de acabar com o jogo. Até final, nota para um remate ao poste de Gui Matos, a 5 minutos do final do tempo regulamentar, que a sorte, ou a falta dela, fez com que o ressalto no guarda-redes saísse para fora. Em desespero, e com Manel a jogar na área contrária a parte final do jogo, o central aveirense, em período de compensação, desviou de cabeça para fora uma bola despejada na zona de perigo, não aproveitando a viagem a meio feita pelo guardião Nuno.
Resultado injusto para uma equipa que continua no primeiro lugar da série A, que continua a depender apenas de si própria e que irá certamente, num futuro mais ou menos próximo, carimbar aquilo que hoje não conseguiu fazer.
(0-0, ao intervalo)
A equipa de juniores do SC Beira-Mar desperdiçou a primeira oportunidade que tinha para garantir a subida à 1ª divisão nacional, ao perder em casa com o Feirense, que jogava nesta partida uma cartada decisiva para manter acesa a chama da luta por aquele objectivo. Micael foi o "carrasco" dos auri-negros, apontando o golo solitário da partida, aos 78' de jogo, numa altura em que os "fogaceiros" tinham abdicado, desde há muito, de arriscar para ganhar. Nada está perdido, apenas se adiou para as 3 últimas jornadas uma decisão que poderia, já hoje, ter acontecido.
Com uma excelente arbitragem do Sr. António Resende, da AF Aveiro, as equipas apresentaram-se com:
Beira-Mar: Samuel (gr); João Rui, Manel, Michael dos Santos e Gonçalo (Bernardo Subtil, 80'); Balacó (cap), Nanu e Gui Matos; Pité, Ricardo Tavares e Marc.
Suplentes não utilizados: Hugo (gr), Henrique, André Rosa, Xavi e Carlos.
CD Feirense: Nuno (gr), Mica, Joca, Almeida (cap) e Rocha, Joel (David, 63'), Rena, Edu e Fábio (João, 88'); Micael e Bruno (Vasco, 65').
Suplentes não utilizados: Ricardo (gr)
A precisar de pontos para não ficar precocemente fora da corrida à subida à 1ª divisão, esperava-se que o Feirense se apresentasse no estádio Mário Duarte jogando um "tudo ou nada" habitual nestas circunstâncias. E essa ideia pareceu ganhar consistência durante o quarto de hora inicial do jogo, durante o qual a formação da Feira esteve por cima, ainda que a sua iniciativa fosse em parte consentida pela equipa de António Luís. Por isso, pertenceu ao Feirense e a Micael, aos 7', o primeiro lance de maior perigo, mas o seu cabeceamento, efectuado já dentro da área, acorrendo a uma solicitação da direita, parou nas mãos de Samuel. Ainda assim, neste período, foi mesmo do Beira-Mar a mais flagrante oportunidade de golo, num contra-ataque que lançou Marc na esquerda, com o "7" auri-negro a rematar à saída de Nuno mas a ver o "capitão" Almeida impedir que a bola se encaminhasse para a baliza deserta.
Decorridos estes primeiros 15 minutos, o Beira-Mar começou a aparecer mais no jogo e poderia ter materializado em golo o ascendente que passou a ter. Aos 25', na sequência de um livre lateral de Gui ao 2º poste, Ricardo Tavares aparece a cabecear sem direcção. Curiosamente, nesta fase em que os aveirenses passaram a estar melhor, foi quando o Feirense dispôs da mais flagrante oportunidade de golo, depois de uma defesa incompleta de Samuel a remate de Bruno, que surgiu solto na direita, com Manel a tirar a recarga em cima da linha de golo e vários ressaltos terem sempre contado com a oposição da defensiva auri-negra.
O segundo tempo mostrou um cariz diferente, tendo o Beira-Mar, depois de alguma expectativa inicial, assumido completamente o jogo perante um Feirense que, inexplicavelmente, pareceu mostrar-se satisfeito com o empate e abdicou, aparentemente, de querer ganhar. Aos 57', já depois de algumas aproximações à baliza de Nuno, Ricardo Tavares cruza largo da direita para Gui aparecer do lado contrário a dominar e a rematar para defesa do guardião feirense. Logo no minuto seguinte, Marc pressiona alto, ganha a bola na saída a Almeida, isola-se mas faz um passe (remate?) que não aproveitou a ninguém.
Intensificava-se o domínio da equipa comandada por António Luís e Nanu, aos 70', ensaia um remate de fora da área, após mais uma bela jogada de ataque, que tira tinta ao poste esquerdo da baliza à guarda de Nuno. À passagem da meia hora foi Rocha, "in-extremis" a cortar providencialmente à boca da baliza, tirando o "pão" da boca a Ricardo Tavares, que se preparava para finalizar uma excelente combinação de ataque culminada com assistência da esquerda de Gui Matos.
Até que, aos 78', o futebol mostrou, mais uma vez, quão cruel e injusto pode ser. Com uma equipa à procura da vitória e a outra remetida a uma defesa porfiada, não arriscando absolutamente nada, Almeida faz um alívio a desfazer-se da bola na sua zona mais recuada, o último homem do Beira-Mar falha a intercepção e Micael aproveitou para se isolar e bater o guardião Samuel sem apelo nem agravo.
Balde de água fria no Mário Duarte, que foi bem sentido pela nossa equipa, que no minuto seguinte concedeu mais facilidades ao voltar a errar e a proporcionar ao Feirense mais uma possibilidade de acabar com o jogo. Até final, nota para um remate ao poste de Gui Matos, a 5 minutos do final do tempo regulamentar, que a sorte, ou a falta dela, fez com que o ressalto no guarda-redes saísse para fora. Em desespero, e com Manel a jogar na área contrária a parte final do jogo, o central aveirense, em período de compensação, desviou de cabeça para fora uma bola despejada na zona de perigo, não aproveitando a viagem a meio feita pelo guardião Nuno.
Resultado injusto para uma equipa que continua no primeiro lugar da série A, que continua a depender apenas de si própria e que irá certamente, num futuro mais ou menos próximo, carimbar aquilo que hoje não conseguiu fazer.
domingo, 17 de março de 2013
JUNIORES A: Equilíbrio até nos penaltis falhados
FC Vizela, 0 - SC Beira-Mar, 0
(0-0, ao intervalo)
Numa jornada que apenas se completa hoje, a equipa de juniores do SC Beira-Mar empatou na tarde de sábado no recinto do FC Vizela, e o nulo verificado, para além de manter o adversário deste fim-de-semana à distância de 5 pontos na tabela classificativa, permite à formação orientada por António Luís manter a liderança da série A da fase de subida do campeonato nacional da 2ª divisão, independentemente dos resultados que se verificarem nas restantes partidas.
Num jogo em que o Vizela teve mais posse de bola, o resultado é justo e espelha o equilíbrio que se verificou em termos de lances capitais, com ambas as equipas a desperdiçarem, inclusivamente, 2 grandes penalidades, uma para cada lado.
No campo de treinos do estádio do FC Vizela, com uma boa arbitragem do juiz da AF de Viana do Castelo, Sr. Nelson Cunha, os auri-negros apresentaram-se com:
Samuel (gr); Xavi, João Rui, Michael dos Santos e Gonçalo; Balacó (cap), Nanu e Gui Matos (Junior Bangura, 67'); Pité (Bernardo Subtil, int), Ricardo Tavares (Manel, 90+2') e Marc.
Suplentes não utilizados: Hugo (gr), André Rosa, Carlos e Henrique.
A entrada do Beira-Mar no jogo não foi muito boa e foi o Vizela, para quem este jogo era muito mais decisivo, que assumiu as despesas da partida, tomando a iniciativa e jogando mais tempo no meio-campo adversário. O primeiro sinal de perigo foi dado aos 7' na sequência da marcação de um pontapé de canto, com o cabeceamento contrário a ser salvo junto ao poste por Gonçalo.
Os aveirenses denotavam muita dificuldade para sair a jogar e foi novamente o Vizela, agora com uma oportunidade máxima, a poder chegar ao golo, aos 16'. João Rui comete falta dentro da área e o árbitro não teve dúvidas em apontar a marca da grande penalidade, de onde André Silva (nº 23) com um pontapé rasteiro, faz passar a bola junto ao poste direito da baliza de Samuel, que continuou a ver as suas redes invioladas.
Os donos do terreno mantinham a pressão sobre os auri-negros, conquistando muitos cantos e livres que permitiam a colocação da bola na área, mas os comandados de António Luís quase sempre deram boa nota neste tipo de lances. Do outro lado, apenas aos 20' o último reduto vizelense foi posto em sentido, numa boa combinação pela direita, com Nanu a ganhar a posição na área, a progredir para a baliza, mas a ver o seu passe atrasado para um companheiro ser cortado providencialmente. Na resposta, aos 25', Samuel teve de se aplicar para suster um "tiro" desferido de fora da área pelo nº 14 Tiago.
A partir deste momento o jogo passou a ser mais dividido, o Beira-Mar soltou-se mais e Marc, aos 28', cria dificuldades ao guardião Zé Carlos na marcação de um livre frontal, proporcionando-lhe uma defesa incompleta, sendo Xavi apanhado em posição irregular quando se preparava para fazer a recarga. Gui Matos, aos 30', após uma boa jogada de ataque da sua equipa, remata de fora da área com muito perigo, mas a bola saiu ligeiramente ao lado.
Era o melhor período na partida do Beira-Mar e Xavi, aos 35', por duas vezes e na sequência de um livre lateral, teve possibilidade de chegar ao golo. Na segunda tentativa o guarda-redes do Vizela defendeu a 2 tempos o seu cabeceamento. Mas a grande ocasião para sair na frente surgiria aos 38', num penalti que Marc conquistou para desperdiçar pouco depois com um remate que, de tanta colocação que o artilheiro auri-negro quis dar, roçou o poste pelo lado de fora. O nulo mantinha-se teimosamente e assim se chegou ao descanso, depois do Vizela, na resposta à grande penalidade, ter proporcionado mais uma boa intervenção a Samuel, que parou com muita segurança um disparo desferido da zona da meia-lua.
Pese embora uma boa oportunidade em jogada de contra-ataque para Bernardo Subtil, logo aos 49', com o remate a sair por alto, o segundo tempo começou por mostrar um jogo de expectativas, com ambas as equipas a mostrarem imensas cautelas e a darem a ideia de que, antes de querer ganhar o encontro, pretendiam mais não o perder. Foi assim que a partida decorreu durante quase toda a segunda parte, apenas animando na sua ponta final onde o Vizela, que voltava a tomar a iniciativa, deparou sempre com uma excelente organização defensiva dos aveirenses. E se é certo que Gutti, aos 83', e André, aos 85', dispuseram de 2 soberanas oportunidades para colocar o Vizela em vantagem, também é verdade que Marc poderia ter facturado, primeiro aos 89' com um remate que o guardião desviou para as malhas laterais, e depois, já em período de compensação, na marcação de um livre directo que Zé Carlos desviou para canto.
Aceita-se a divisão de pontos, foi mais um que o Beira-Mar conquistou na luta pelo seu objectivo, que teve mais uma etapa ultrapassada, faltando agora 4 partidas para chegar à meta final. A 1ª divisão está ao virar do próximo jogo!
(0-0, ao intervalo)
Numa jornada que apenas se completa hoje, a equipa de juniores do SC Beira-Mar empatou na tarde de sábado no recinto do FC Vizela, e o nulo verificado, para além de manter o adversário deste fim-de-semana à distância de 5 pontos na tabela classificativa, permite à formação orientada por António Luís manter a liderança da série A da fase de subida do campeonato nacional da 2ª divisão, independentemente dos resultados que se verificarem nas restantes partidas.
Num jogo em que o Vizela teve mais posse de bola, o resultado é justo e espelha o equilíbrio que se verificou em termos de lances capitais, com ambas as equipas a desperdiçarem, inclusivamente, 2 grandes penalidades, uma para cada lado.
No campo de treinos do estádio do FC Vizela, com uma boa arbitragem do juiz da AF de Viana do Castelo, Sr. Nelson Cunha, os auri-negros apresentaram-se com:
Samuel (gr); Xavi, João Rui, Michael dos Santos e Gonçalo; Balacó (cap), Nanu e Gui Matos (Junior Bangura, 67'); Pité (Bernardo Subtil, int), Ricardo Tavares (Manel, 90+2') e Marc.
Suplentes não utilizados: Hugo (gr), André Rosa, Carlos e Henrique.
A entrada do Beira-Mar no jogo não foi muito boa e foi o Vizela, para quem este jogo era muito mais decisivo, que assumiu as despesas da partida, tomando a iniciativa e jogando mais tempo no meio-campo adversário. O primeiro sinal de perigo foi dado aos 7' na sequência da marcação de um pontapé de canto, com o cabeceamento contrário a ser salvo junto ao poste por Gonçalo.
Os aveirenses denotavam muita dificuldade para sair a jogar e foi novamente o Vizela, agora com uma oportunidade máxima, a poder chegar ao golo, aos 16'. João Rui comete falta dentro da área e o árbitro não teve dúvidas em apontar a marca da grande penalidade, de onde André Silva (nº 23) com um pontapé rasteiro, faz passar a bola junto ao poste direito da baliza de Samuel, que continuou a ver as suas redes invioladas.
Os donos do terreno mantinham a pressão sobre os auri-negros, conquistando muitos cantos e livres que permitiam a colocação da bola na área, mas os comandados de António Luís quase sempre deram boa nota neste tipo de lances. Do outro lado, apenas aos 20' o último reduto vizelense foi posto em sentido, numa boa combinação pela direita, com Nanu a ganhar a posição na área, a progredir para a baliza, mas a ver o seu passe atrasado para um companheiro ser cortado providencialmente. Na resposta, aos 25', Samuel teve de se aplicar para suster um "tiro" desferido de fora da área pelo nº 14 Tiago.
A partir deste momento o jogo passou a ser mais dividido, o Beira-Mar soltou-se mais e Marc, aos 28', cria dificuldades ao guardião Zé Carlos na marcação de um livre frontal, proporcionando-lhe uma defesa incompleta, sendo Xavi apanhado em posição irregular quando se preparava para fazer a recarga. Gui Matos, aos 30', após uma boa jogada de ataque da sua equipa, remata de fora da área com muito perigo, mas a bola saiu ligeiramente ao lado.
Era o melhor período na partida do Beira-Mar e Xavi, aos 35', por duas vezes e na sequência de um livre lateral, teve possibilidade de chegar ao golo. Na segunda tentativa o guarda-redes do Vizela defendeu a 2 tempos o seu cabeceamento. Mas a grande ocasião para sair na frente surgiria aos 38', num penalti que Marc conquistou para desperdiçar pouco depois com um remate que, de tanta colocação que o artilheiro auri-negro quis dar, roçou o poste pelo lado de fora. O nulo mantinha-se teimosamente e assim se chegou ao descanso, depois do Vizela, na resposta à grande penalidade, ter proporcionado mais uma boa intervenção a Samuel, que parou com muita segurança um disparo desferido da zona da meia-lua.
Pese embora uma boa oportunidade em jogada de contra-ataque para Bernardo Subtil, logo aos 49', com o remate a sair por alto, o segundo tempo começou por mostrar um jogo de expectativas, com ambas as equipas a mostrarem imensas cautelas e a darem a ideia de que, antes de querer ganhar o encontro, pretendiam mais não o perder. Foi assim que a partida decorreu durante quase toda a segunda parte, apenas animando na sua ponta final onde o Vizela, que voltava a tomar a iniciativa, deparou sempre com uma excelente organização defensiva dos aveirenses. E se é certo que Gutti, aos 83', e André, aos 85', dispuseram de 2 soberanas oportunidades para colocar o Vizela em vantagem, também é verdade que Marc poderia ter facturado, primeiro aos 89' com um remate que o guardião desviou para as malhas laterais, e depois, já em período de compensação, na marcação de um livre directo que Zé Carlos desviou para canto.
Aceita-se a divisão de pontos, foi mais um que o Beira-Mar conquistou na luta pelo seu objectivo, que teve mais uma etapa ultrapassada, faltando agora 4 partidas para chegar à meta final. A 1ª divisão está ao virar do próximo jogo!
domingo, 10 de março de 2013
JUNIORES A: Cada vez mais perto
Merelinense FC, 1 - SC Beira-Mar, 3
(0-2, ao intervalo)
Ao vencer categoricamente o Merelinense no seu próprio terreno, a equipa de juniores do SC Beira-Mar deu, na tarde de sábado, um passo de gigante rumo à subida à 1ª divisão nacional da categoria, estando cada vez mais próxima de atingir o objectivo traçado para esta 2ª fase do campeonato nacional da 2ª divisão. Os 3 pontos que resultaram da vitória clara e justa, por 1-3, sobre a formação dos arredores de Braga, cimentaram a liderança dos auri-negros na série A, permitindo-lhes concluir a 1ª volta desta fase de subida com 3 pontos de avanço sobre o Chaves, 5 sobre o Vizela, estando o 4º classificado, o Feirense, já com 8 pontos de desvantagem para os aveirenses. Recorde-se que sobem à 1ª divisão os 3 primeiros classificados.
No estádio João Soares Vieira, em S. Pedro de Merelim, o técnico António Luís contou com:
Samuel (gr); Xavi (Bernardo Subtil, 12'), Michael dos Santos, João Rui e Gonçalo; Balacó(cap), Nanu e Gui Matos; Pité (Henrique, 86'), Ricardo Tavares (Rúben Marques, 78') e Marc.
Suplentes não utilizados: Hugo (gr), Manuel Martins e Diogo Castor.
Num jogo que foi fortemente condicionado pela irregularidade do relvado e pelo vento intenso que se fazia sentir, os primeiros 45 minutos foram de completo domínio do Beira-Mar, que contava, nesta primeira parte, com as forças de Éolo como aliadas. Marc esteve muito activo nos primeiros minutos e, por 2 ocasiões (5' e 12'), esteve perto de marcar. Os lances foram quase a papel químico e em ambos os remates foram de pé esquerdo, com o guardião local a ter de se empenhar a fundo com defesas apertadas e de recurso para adiar a inauguração do marcador. Pelo meio, aos 9', também Gui Matos tinha tentado a sua sorte de fora da área, mas o seu remate foi também muito bem defendido pelo guarda-redes de Merelim.
Já depois de António Luís ter sido, mais uma vez, obrigado a uma substituição precoce e forçada pela lesão de Xavi, só a meio do primeiro tempo (20') o Merelinense fez o primeiro remate à baliza de Samuel, que não teve qualquer dificuldade para parar um remate condenado ao fracasso.
O jogo desenrolava-se, a maior parte do tempo, junto da área da equipa da casa, mas o golo não aparecia, tendo estado Marc, aos 37', a centímetros de o conseguir, contudo, o seu venenoso remate, desferido de fora da área, passou a rasar o poste. E foi num ápice que as coisas se precipitaram! Com justiça, aos 39', o Beira-Mar adiantava-se no marcador, tendo Marc obtido, talvez, o golo mais fácil da sua vida. Com efeito, bastou-lhe empurrar para dentro da baliza uma bola que o poste tinha devolvido, depois de Pité ter feito um cruzamento-remate, que todos ficaram a ver. Ainda se vivia a alegria do 0-1 quando, 2 minutos volvidos, o marcador subia para 0-2. Marc cobrou um pontapé de canto na esquerda de uma forma muito tensa e, após uma primeira intervenção do guarda-redes, que procurou afastar a bola com os punhos, com a acção do vento, e depois de uma derradeira e infrutífera tentativa de um defesa para limpar o lance, àquela só parou dentro da baliza para gáudio dos aveirenses.
Diga-se, no entanto, que o resultado (0-2) com que as equipas regressaram aos balneários era de inteira justiça para os aveirenses, já que o domínio da primeira parte tinha pertencido aos comandados de António Luís, que raramente deixaram o Merelinense aproximar-se da área da baliza defendida por Samuel, guardião que teve 45 minutos bem descansados.
Se a primeira parte tinha acabado bem para a nossa equipa, a segunda não poderia ter começado melhor. Na verdade, ainda não se tinha esgotado o primeiro minuto da etapa complementar e já o Beira-Mar aumentava para 0-3. O autor da proeza foi Pité, com um subtil golpe de cabeça na área, dando o melhor seguimento a um cruzamento da esquerda de Marc após lançamento lateral de Gonçalo.
O jogo ficou praticamente resolvido a partir deste momento e se o Merelinense pensava aproveitar o factor vento, que lhe era favorável nesta segunda parte, este foi um rude golpe nas suas pretensões. Ainda assim, numa fase em que o Beira-Mar controlava o desenrolar dos acontecimentos, embora através de um futebol musculado e de muita luta, o Sr. Cláudio Silva, árbitro da AF Viana do Castelo, resolveu continuar a mostrar o seu "caseirismo" e levou-o ao extremo, vislumbrando uma grande penalidade imaginária e que o Merelinense aproveitou para reduzir para 1-3. Estavam decorridos 61' da partida e muito tempo havia ainda para jogar.
Os jogadores do Merelinense galvanizaram-se com esta ajuda, cresceram e, pouco depois, aos 65', o perigo rondou por muito perto a baliza de Samuel, que viu um adversário falhar a finalização em zona frontal. Foi um período do jogo algo difícil para os auri-negros, que só por volta dos 75' conseguiram sacudir a pressão do adversário, tendo gizado uma bela combinação de ataque, concluída por Ricardo Tavares à boca da baliza mas sem a direcção desejada.
Até final. o Beira-Mar defendeu-se muito bem, manteve sempre o adversário à distância e o Merelinense não mais conseguiu criar lances de muito perigo.
Resumindo, foi um jogo que deixou bastastes marcas físicas nos nossos atletas, que teve um árbitro "caseiro" como há muito não presenciávamos e que terminou com uma vitória de extrema importância e de igual justiça para o Beira-Mar. A subida está mais perto!
(0-2, ao intervalo)
Ao vencer categoricamente o Merelinense no seu próprio terreno, a equipa de juniores do SC Beira-Mar deu, na tarde de sábado, um passo de gigante rumo à subida à 1ª divisão nacional da categoria, estando cada vez mais próxima de atingir o objectivo traçado para esta 2ª fase do campeonato nacional da 2ª divisão. Os 3 pontos que resultaram da vitória clara e justa, por 1-3, sobre a formação dos arredores de Braga, cimentaram a liderança dos auri-negros na série A, permitindo-lhes concluir a 1ª volta desta fase de subida com 3 pontos de avanço sobre o Chaves, 5 sobre o Vizela, estando o 4º classificado, o Feirense, já com 8 pontos de desvantagem para os aveirenses. Recorde-se que sobem à 1ª divisão os 3 primeiros classificados.
No estádio João Soares Vieira, em S. Pedro de Merelim, o técnico António Luís contou com:
Samuel (gr); Xavi (Bernardo Subtil, 12'), Michael dos Santos, João Rui e Gonçalo; Balacó(cap), Nanu e Gui Matos; Pité (Henrique, 86'), Ricardo Tavares (Rúben Marques, 78') e Marc.
Suplentes não utilizados: Hugo (gr), Manuel Martins e Diogo Castor.
Num jogo que foi fortemente condicionado pela irregularidade do relvado e pelo vento intenso que se fazia sentir, os primeiros 45 minutos foram de completo domínio do Beira-Mar, que contava, nesta primeira parte, com as forças de Éolo como aliadas. Marc esteve muito activo nos primeiros minutos e, por 2 ocasiões (5' e 12'), esteve perto de marcar. Os lances foram quase a papel químico e em ambos os remates foram de pé esquerdo, com o guardião local a ter de se empenhar a fundo com defesas apertadas e de recurso para adiar a inauguração do marcador. Pelo meio, aos 9', também Gui Matos tinha tentado a sua sorte de fora da área, mas o seu remate foi também muito bem defendido pelo guarda-redes de Merelim.
Já depois de António Luís ter sido, mais uma vez, obrigado a uma substituição precoce e forçada pela lesão de Xavi, só a meio do primeiro tempo (20') o Merelinense fez o primeiro remate à baliza de Samuel, que não teve qualquer dificuldade para parar um remate condenado ao fracasso.
O jogo desenrolava-se, a maior parte do tempo, junto da área da equipa da casa, mas o golo não aparecia, tendo estado Marc, aos 37', a centímetros de o conseguir, contudo, o seu venenoso remate, desferido de fora da área, passou a rasar o poste. E foi num ápice que as coisas se precipitaram! Com justiça, aos 39', o Beira-Mar adiantava-se no marcador, tendo Marc obtido, talvez, o golo mais fácil da sua vida. Com efeito, bastou-lhe empurrar para dentro da baliza uma bola que o poste tinha devolvido, depois de Pité ter feito um cruzamento-remate, que todos ficaram a ver. Ainda se vivia a alegria do 0-1 quando, 2 minutos volvidos, o marcador subia para 0-2. Marc cobrou um pontapé de canto na esquerda de uma forma muito tensa e, após uma primeira intervenção do guarda-redes, que procurou afastar a bola com os punhos, com a acção do vento, e depois de uma derradeira e infrutífera tentativa de um defesa para limpar o lance, àquela só parou dentro da baliza para gáudio dos aveirenses.
Diga-se, no entanto, que o resultado (0-2) com que as equipas regressaram aos balneários era de inteira justiça para os aveirenses, já que o domínio da primeira parte tinha pertencido aos comandados de António Luís, que raramente deixaram o Merelinense aproximar-se da área da baliza defendida por Samuel, guardião que teve 45 minutos bem descansados.
Se a primeira parte tinha acabado bem para a nossa equipa, a segunda não poderia ter começado melhor. Na verdade, ainda não se tinha esgotado o primeiro minuto da etapa complementar e já o Beira-Mar aumentava para 0-3. O autor da proeza foi Pité, com um subtil golpe de cabeça na área, dando o melhor seguimento a um cruzamento da esquerda de Marc após lançamento lateral de Gonçalo.
O jogo ficou praticamente resolvido a partir deste momento e se o Merelinense pensava aproveitar o factor vento, que lhe era favorável nesta segunda parte, este foi um rude golpe nas suas pretensões. Ainda assim, numa fase em que o Beira-Mar controlava o desenrolar dos acontecimentos, embora através de um futebol musculado e de muita luta, o Sr. Cláudio Silva, árbitro da AF Viana do Castelo, resolveu continuar a mostrar o seu "caseirismo" e levou-o ao extremo, vislumbrando uma grande penalidade imaginária e que o Merelinense aproveitou para reduzir para 1-3. Estavam decorridos 61' da partida e muito tempo havia ainda para jogar.
Os jogadores do Merelinense galvanizaram-se com esta ajuda, cresceram e, pouco depois, aos 65', o perigo rondou por muito perto a baliza de Samuel, que viu um adversário falhar a finalização em zona frontal. Foi um período do jogo algo difícil para os auri-negros, que só por volta dos 75' conseguiram sacudir a pressão do adversário, tendo gizado uma bela combinação de ataque, concluída por Ricardo Tavares à boca da baliza mas sem a direcção desejada.
Até final. o Beira-Mar defendeu-se muito bem, manteve sempre o adversário à distância e o Merelinense não mais conseguiu criar lances de muito perigo.
Resumindo, foi um jogo que deixou bastastes marcas físicas nos nossos atletas, que teve um árbitro "caseiro" como há muito não presenciávamos e que terminou com uma vitória de extrema importância e de igual justiça para o Beira-Mar. A subida está mais perto!
domingo, 3 de março de 2013
JUNIORES A: Saber esperar, vencer e sofrer
SC Beira-Mar, 2 - GD Chaves, 1
(2-1, ao intervalo)
Num jogo aguardado com muita expectativa, a equipa de juniores do SC Beira-Mar venceu o Desportivo de Chaves, por 2-1, assumindo, após 1 empate e 3 triunfos consecutivos, a liderança isolada da série A da 2ª fase do campeonato nacional de juniores da 2ª divisão. Os auri-negros defrontaram um adversário muito difícil, talvez a equipa mais forte com que esta época se depararam, e tiveram que se empregar a fundo para levar de vencida este encontro entre candidatos à subida de divisão.
Após uma fase de resguardo em que tiveram de aguentar uma forte entrada dos flavienses, os auri-negros Marc (12') e Pité (18') desferiram os golpes certeiros que haveriam de levar à vitória, para depois de terem visto essa vantagem reduzida à margem mínima suportarem com grande estoicismo a tentativa de recuperação da forte equipa transmontana. Por tudo isto os 3 pontos foram merecidos, mas a par com a atitude e a entrega sem limites de todos os atletas aveirenses, houve que contar com alguma ponta de felicidade que, em certos momentos, bafejou a nossa equipa. Já se sabe, os campeões também se fazem com sorte e hoje os auri-negros tudo fizeram por a merecer.
No estádio Mário Duarte, sob uma boa arbitragem do Sr. Bruno Costa, da AF Aveiro, António Luís contou com:
Samuel (gr); Xavi, Michael dos Santos, João Rui e André Rosa (Gonçalo, 6'); Balacó (cap), Nanu e Gui Matos; Pité, Ricardo Tavares (Diogo Castor, 57') e Marc (Bernardo Subtil, 79').
Suplentes não utilizados: João Paulo (gr) e Manuel Martins.
A entrada a todo o gás da equipa visitante fez temer o pior, já que, depois de logo no primeiro minuto Samuel ter evitado o golo com muita valentia face a um adversário isolado, aos 3' foi a vez do ferro da sua baliza o substituir. Para complicar mais as coisas, nesta altura já André Rosa se apresentava bastante queixoso e obrigava o técnico aveirense a esgotar prematuramente um a substituição.
Os flavienses estavam claramente por cima do jogo e mostravam-se muito fortes em termos ofensivos, com os seus números 7,10 e 11 a evidenciarem uma excelente qualidade técnica. A verdade é que todo este pendor atacante tinha um revés, que era o da descompensação da organização defensiva, um ponto que a equipa do Beira-Mar soube aproveitar bem.
Se o 1-0, apontado por Marc, aos 12', se pode considerar obtido contra a chamada corrente do jogo, o 2-0 de Pité, aos 18', marcado após uma extraordinária jogada de combinação com Gui, surgiu já num momento em que os auri-negros tinham melhorado bastante e sacudido o assédio inicial dos flavienses.
Embalados pelos golos, os aveirenses, aos 19', estiveram à beira do terceiro, mas o remate de Ricardo Tavares, desferido com o pé esquerdo de fora da área, foi desviado para canto pela extraordinária defesa do guardião Rui. Mas, do potencial 3-0, rapidamente se passou para o real 2-1, que surgiu aos 23', num lançamento para as costas da nossa defesa, que não soube esconjurar o perigo.
O jogo estava relançado e a parte final do primeiro tempo voltou a ter o Desportivo de Chaves com maior iniciativa de jogo, pese embora um cruzamento de Marc, aos 28', que Ricardo Tavares desviou de cabeça com muito perigo mas sem a direcção mais desejada. A vantagem auri-negra seria guardada até ao intervalo, mas para isso muito contribui, mais uma vez, o poste da baliza defendida por Samuel, que viu Carlos , o esquerdino nº 7, aproveitar um erro defensivo para rematar ao ferro.
Foi uma excelente primeira parte, com golos, oportunidades, bom futebol e muita emoção.
O início do segundo tempo pareceu um decalque dos instantes iniciais da primeira parte e, à nova entrada forte do Chaves, valeu Samuel, que evitou o empate, com 2 boas intervenções, aos 46' e 49'. Mas, também à semelhança do que já acontecera na etapa inicial, o Beira-Mar reagiu bem, equilibrou e Também criou os seus lances de perigo. Marc, aos 53' e 54', esteve muito perto de tranquilizar os seguidores da formação aveirense, mas o no primeiro remate a bola saiu à figura e, no segundo, valeu uma intervenção com o pé do guarda-redes contrário.
Costuma dizer-se que à terceira é de vez, mas não foi este o caso, pois Marc, aos 58', dispôs de nova possibilidade de golo, a mais flagrante de todas. Contudo, o seu remate, após primorosa assistência de Diogo Castor, que tocava na bola pela primeira vez após entrada a substituir Ricardo Tavares, foi defendido por instinto pelo guardião da cidade raiana.
Na parte final do jogo o Chaves voltou a assumir a iniciativa, mas os auri-negros, bastante solidários e organizados, foram-se empenhando até ao limite das suas forças para guardar a preciosa vantagem. A verdade é que, pese embora a maior posse de bola do Chaves, os transmontanos não criavam grandes situações de finalização, Apenas em período de compensação e já reduzido a 10 unidades por expulsão na parte final do jogo do seu nº 4, um central com uma envergadura física notável, o Desportivo de Chaves esteve perto de empatar, valendo, mais uma vez, a barra da nossa baliza para garantir os 3 pontos que deixam os orientados de António Luís um pouco mais perto do seu objectivo.
(2-1, ao intervalo)
Num jogo aguardado com muita expectativa, a equipa de juniores do SC Beira-Mar venceu o Desportivo de Chaves, por 2-1, assumindo, após 1 empate e 3 triunfos consecutivos, a liderança isolada da série A da 2ª fase do campeonato nacional de juniores da 2ª divisão. Os auri-negros defrontaram um adversário muito difícil, talvez a equipa mais forte com que esta época se depararam, e tiveram que se empregar a fundo para levar de vencida este encontro entre candidatos à subida de divisão.
Após uma fase de resguardo em que tiveram de aguentar uma forte entrada dos flavienses, os auri-negros Marc (12') e Pité (18') desferiram os golpes certeiros que haveriam de levar à vitória, para depois de terem visto essa vantagem reduzida à margem mínima suportarem com grande estoicismo a tentativa de recuperação da forte equipa transmontana. Por tudo isto os 3 pontos foram merecidos, mas a par com a atitude e a entrega sem limites de todos os atletas aveirenses, houve que contar com alguma ponta de felicidade que, em certos momentos, bafejou a nossa equipa. Já se sabe, os campeões também se fazem com sorte e hoje os auri-negros tudo fizeram por a merecer.
No estádio Mário Duarte, sob uma boa arbitragem do Sr. Bruno Costa, da AF Aveiro, António Luís contou com:
Samuel (gr); Xavi, Michael dos Santos, João Rui e André Rosa (Gonçalo, 6'); Balacó (cap), Nanu e Gui Matos; Pité, Ricardo Tavares (Diogo Castor, 57') e Marc (Bernardo Subtil, 79').
Suplentes não utilizados: João Paulo (gr) e Manuel Martins.
A entrada a todo o gás da equipa visitante fez temer o pior, já que, depois de logo no primeiro minuto Samuel ter evitado o golo com muita valentia face a um adversário isolado, aos 3' foi a vez do ferro da sua baliza o substituir. Para complicar mais as coisas, nesta altura já André Rosa se apresentava bastante queixoso e obrigava o técnico aveirense a esgotar prematuramente um a substituição.
Os flavienses estavam claramente por cima do jogo e mostravam-se muito fortes em termos ofensivos, com os seus números 7,10 e 11 a evidenciarem uma excelente qualidade técnica. A verdade é que todo este pendor atacante tinha um revés, que era o da descompensação da organização defensiva, um ponto que a equipa do Beira-Mar soube aproveitar bem.
Se o 1-0, apontado por Marc, aos 12', se pode considerar obtido contra a chamada corrente do jogo, o 2-0 de Pité, aos 18', marcado após uma extraordinária jogada de combinação com Gui, surgiu já num momento em que os auri-negros tinham melhorado bastante e sacudido o assédio inicial dos flavienses.
Embalados pelos golos, os aveirenses, aos 19', estiveram à beira do terceiro, mas o remate de Ricardo Tavares, desferido com o pé esquerdo de fora da área, foi desviado para canto pela extraordinária defesa do guardião Rui. Mas, do potencial 3-0, rapidamente se passou para o real 2-1, que surgiu aos 23', num lançamento para as costas da nossa defesa, que não soube esconjurar o perigo.
O jogo estava relançado e a parte final do primeiro tempo voltou a ter o Desportivo de Chaves com maior iniciativa de jogo, pese embora um cruzamento de Marc, aos 28', que Ricardo Tavares desviou de cabeça com muito perigo mas sem a direcção mais desejada. A vantagem auri-negra seria guardada até ao intervalo, mas para isso muito contribui, mais uma vez, o poste da baliza defendida por Samuel, que viu Carlos , o esquerdino nº 7, aproveitar um erro defensivo para rematar ao ferro.
Foi uma excelente primeira parte, com golos, oportunidades, bom futebol e muita emoção.
O início do segundo tempo pareceu um decalque dos instantes iniciais da primeira parte e, à nova entrada forte do Chaves, valeu Samuel, que evitou o empate, com 2 boas intervenções, aos 46' e 49'. Mas, também à semelhança do que já acontecera na etapa inicial, o Beira-Mar reagiu bem, equilibrou e Também criou os seus lances de perigo. Marc, aos 53' e 54', esteve muito perto de tranquilizar os seguidores da formação aveirense, mas o no primeiro remate a bola saiu à figura e, no segundo, valeu uma intervenção com o pé do guarda-redes contrário.
Costuma dizer-se que à terceira é de vez, mas não foi este o caso, pois Marc, aos 58', dispôs de nova possibilidade de golo, a mais flagrante de todas. Contudo, o seu remate, após primorosa assistência de Diogo Castor, que tocava na bola pela primeira vez após entrada a substituir Ricardo Tavares, foi defendido por instinto pelo guardião da cidade raiana.
Na parte final do jogo o Chaves voltou a assumir a iniciativa, mas os auri-negros, bastante solidários e organizados, foram-se empenhando até ao limite das suas forças para guardar a preciosa vantagem. A verdade é que, pese embora a maior posse de bola do Chaves, os transmontanos não criavam grandes situações de finalização, Apenas em período de compensação e já reduzido a 10 unidades por expulsão na parte final do jogo do seu nº 4, um central com uma envergadura física notável, o Desportivo de Chaves esteve perto de empatar, valendo, mais uma vez, a barra da nossa baliza para garantir os 3 pontos que deixam os orientados de António Luís um pouco mais perto do seu objectivo.
domingo, 24 de fevereiro de 2013
JUNIORES A: Especialistas em recuperações
SC Beira-Mar, 2 - CD Trofense, 1
(0-1, ao intervalo)
Pela 3ª vez nesta fase de subida do campeonato nacional da 2ª divisão, em 3 jogos disputados, a equipa de juniores do SC Beira-Mar fugiu ao resultado negativo depois de recuperar da terceira desvantagem com que chega ao intervalo. Depois do empate em casa com o Vizela (0-2 no descanso) e da vitória na Feira (com desvantagem de 1-0 ao fim dos primeiros 45 minutos), desta vez o triunfo sobre o Trofense, por 2-1, obtido no estádio Mário Duarte, voltou a surgir na etapa complementar, período durante o qual os comandados de António Luís produziram mais uma épica "cambalhota" no marcador. A vitória foi inteiramente justa, mas os auri-negros, que alcançaram o golo da vitória em cima dos 90 regulamentares, poderiam ter evitado tanto sofrimento aos seus seguidores, que viram a esperança renascer quando Ricardo Tavares empatou a partida e vibraram com o golo de Pité, surgido na recarga à grande penalidade que o mesmo apontou e que o guarda-redes ainda defendeu à primeira. Impróprio para cardíacos!
Num relvado muito exigente e em condições algo deficientes, a nossa equipa apresentou-se com:
Samuel (gr); Xavi, Michael dos Santos, Manel (Henrique, 83') e André Rosa (Gonçalo, 67'); Balacó (cap), Diogo Castor e Gui Matos; Pité, Ricardo Tavares e Marc (João Rui, 75').
Suplentes não utilizados: João Paulo (gr) e Bernardo Subtil.
Apesar de uns primeiros minutos algo insípidos por parte de ambas as equipas, quiçá a adaptarem-se às difíceis condições do terreno de jogo, o Beira-Mar viria a assumir o comando das operações e, nos primeiros 20 minutos, produziu situações para golo suficientes para cedo o jogo ficar parcialmente resolvido.Ricardo Tavares, aos 6', isolado por Gui Matos, permite a defesa ao guarda-redes do Trofense e, 2 minutos volvidos, o guardião contrário volta a negar a festa auri-negra, defendendo superiormente um potente remate do mesmo Gui, desferido na sequência da marcação de um pontapé de canto.
Nesta altura o nome Nené (guarda-redes da equipa da Trofa), começava a ser muito falado e cotava-se mesmo como a figura da formação adversária, tendo-se oposto novamente, aos 14', com mais uma grande defesa, a um livre directo de Marc. Pouco depois, aos 16', os trofenses não contaram com o seu guarda-redes, mas o remate de Marc, que se isolou pela esquerda depois de ter recuperado uma bola em zona avançada do terreno, parou nas malhas laterais. Para completar a mão-cheia de ocasiões de golo desperdiçadas pelos aveirenses nesta fase inicial, falta contar a falha na emenda, efectuada à boca da baliza por Ricardo Tavares, após um excelente trabalho e cruzamento da direita de Pité (18').
O primeiro sinal de perigo do Trofense apenas surgiu aos 21', na sequência de um pontapé de canto, com um jogador a aparecer solto ao segundo poste mas a cabecear sem direcção. Aos 32', num lance em que Samuel andou fora da baliza, ficou novo aviso de perigo para as redes beiramarenses, mas valeu a atenção e marcação de Michael, que nunca deixou o seu adversário alvejar a baliza abandonada.
Mas era o Beira-Mar que continuava por cima e, aos 33', mais uma grande defesa de Nené, que se mostrava, efectivamente, uma barreira intransponível. Desta vez o remate foi de André Rosa, na ressaca de um pontapé de canto. E, quando não era Nené, lá estava um corte in-extremis de um colega, como sucedeu, aos 35', no momento em que Ricardo Tavares ia finalizar facilmente uma assistência de Marc, após uma primorosa jogada em que correu praticamente toda a largura do campo, da esquerda para a direita.
Como uma dádiva do céu, sem que nada o fizesse esperar, o Trofense viria a colocar-se em vantagem a pouco tempo do intervalo (40'), na transformação de uma grande penalidade que o juíz da partida lhes concedeu por alegada mão na bola de Manel. Na verdade, o defesa aveirense, que se encontrava praticamente em cima da linha limite da grande área, foi "alvejado" por um remate fortíssimo de um adversário. Não houve, manifestamente, qualquer intencionalidade ou premeditação de jogar a bola com o braço, sendo um caso nítido de bola no braço. Os forasteiros não enjeitaram o brinde e o seu defesa-esquerdo, Bruno Costa, mandou a sua equipa para o intervalo a vencer, muito injustamente, por 0-1.
O segundo tempo prosseguiu com o Beira-Mar na procura do golo, agora mais necessário do que nunca, mas a verdade é que, com a sofreguidão com que o faziam, nalgumas situações ficavam muito expostos às transições da equipa que agora geria uma vantagem preciosa. E, aos 53', as coisas poderiam ter-se complicado ainda mais para os donos do terreno, com uma jogada de contra-ataque do Trofense a deixar novamente Samuel fora dos postes, valendo a atenção de André Rosa, que safou entre os postes o "chapéu" que daria o segundo da tarde.
Apesar da maior posse de bola, o Beira-Mar não produzia, neste segundo tempo, tantas situações de finalização como fizera antes e foi mesmo Samuel, aos 59', a ter de se aplicar a um cruzamento-remate da direita, desviando a bola para canto com um elástico golpe de rins.
As bolas paradas também não sortiam efeito e disso foi exemplo, aos 67', um duplo falhanço de Xavi e Ricardo Tavares, que perderam o golo de baliza escancarada na sequência de um canto. O tempo passava e jogava a favor dos visitantes, que viam o Beira-Mar baixar a sua produção e permitiam-se agora um pouco mais de posse de bola.
Mas os auri-negros, à entrada para o último quarto-de-hora do jogo, tiveram um novo assomo de forças e poderiam ter igualado aos 77', quando Ricardo Tavares, em esforço, não dá a melhor direcção à finalização proporcionada por um bom cruzamento da esquerda de Pité. Mas a justiça iria fazer-se e, aos 82', o mesmo Ricardo Tavares aproveita um ressalto após a marcação de um canto e iguala a partida. Sentiu-se que os poucos minutos que restavam poderiam ser suficientes para consumar a reviravolta completa e esse prenúncio quase tinha confirmação, aos 87', quando, após uma boa jogada pela esquerda, Castor assiste Gui Matos para uma zona de finalização de onde o nº 80 costuma ser letal. Só que, desta vez, o potente remate saiu a rasar a barra.
Estava escrito que seria sofrer até ao fim, mas também é verdade que tudo está bem quando acaba bem. O lance decisivo foi um penalti claríssimo cometido sobre Gonçalo que, após uma excelente jogada de combinação com Gui Matos, penetrou na área e foi derrubado quando se isolava. Pité, encarregado da marcação da grande penalidade, fê-lo com alguns requintes de sadismo, permitindo primeiro a defesa ao guarda-redes e só finalizando o 2-1, com muita calma, na recarga da nossa alegria.
O árbitro escalabitano, Sr. Hugo Serafim Silva, estava a fazer um magnífico trabalho até ao lance da grande penalidade contra o Beira-Mar, mas esse equívoco perturbou-o e acumulou, durante o segundo tempo, algumas decisões controversas.
(0-1, ao intervalo)
Pela 3ª vez nesta fase de subida do campeonato nacional da 2ª divisão, em 3 jogos disputados, a equipa de juniores do SC Beira-Mar fugiu ao resultado negativo depois de recuperar da terceira desvantagem com que chega ao intervalo. Depois do empate em casa com o Vizela (0-2 no descanso) e da vitória na Feira (com desvantagem de 1-0 ao fim dos primeiros 45 minutos), desta vez o triunfo sobre o Trofense, por 2-1, obtido no estádio Mário Duarte, voltou a surgir na etapa complementar, período durante o qual os comandados de António Luís produziram mais uma épica "cambalhota" no marcador. A vitória foi inteiramente justa, mas os auri-negros, que alcançaram o golo da vitória em cima dos 90 regulamentares, poderiam ter evitado tanto sofrimento aos seus seguidores, que viram a esperança renascer quando Ricardo Tavares empatou a partida e vibraram com o golo de Pité, surgido na recarga à grande penalidade que o mesmo apontou e que o guarda-redes ainda defendeu à primeira. Impróprio para cardíacos!
Num relvado muito exigente e em condições algo deficientes, a nossa equipa apresentou-se com:
Samuel (gr); Xavi, Michael dos Santos, Manel (Henrique, 83') e André Rosa (Gonçalo, 67'); Balacó (cap), Diogo Castor e Gui Matos; Pité, Ricardo Tavares e Marc (João Rui, 75').
Suplentes não utilizados: João Paulo (gr) e Bernardo Subtil.
Apesar de uns primeiros minutos algo insípidos por parte de ambas as equipas, quiçá a adaptarem-se às difíceis condições do terreno de jogo, o Beira-Mar viria a assumir o comando das operações e, nos primeiros 20 minutos, produziu situações para golo suficientes para cedo o jogo ficar parcialmente resolvido.Ricardo Tavares, aos 6', isolado por Gui Matos, permite a defesa ao guarda-redes do Trofense e, 2 minutos volvidos, o guardião contrário volta a negar a festa auri-negra, defendendo superiormente um potente remate do mesmo Gui, desferido na sequência da marcação de um pontapé de canto.
Nesta altura o nome Nené (guarda-redes da equipa da Trofa), começava a ser muito falado e cotava-se mesmo como a figura da formação adversária, tendo-se oposto novamente, aos 14', com mais uma grande defesa, a um livre directo de Marc. Pouco depois, aos 16', os trofenses não contaram com o seu guarda-redes, mas o remate de Marc, que se isolou pela esquerda depois de ter recuperado uma bola em zona avançada do terreno, parou nas malhas laterais. Para completar a mão-cheia de ocasiões de golo desperdiçadas pelos aveirenses nesta fase inicial, falta contar a falha na emenda, efectuada à boca da baliza por Ricardo Tavares, após um excelente trabalho e cruzamento da direita de Pité (18').
O primeiro sinal de perigo do Trofense apenas surgiu aos 21', na sequência de um pontapé de canto, com um jogador a aparecer solto ao segundo poste mas a cabecear sem direcção. Aos 32', num lance em que Samuel andou fora da baliza, ficou novo aviso de perigo para as redes beiramarenses, mas valeu a atenção e marcação de Michael, que nunca deixou o seu adversário alvejar a baliza abandonada.
Mas era o Beira-Mar que continuava por cima e, aos 33', mais uma grande defesa de Nené, que se mostrava, efectivamente, uma barreira intransponível. Desta vez o remate foi de André Rosa, na ressaca de um pontapé de canto. E, quando não era Nené, lá estava um corte in-extremis de um colega, como sucedeu, aos 35', no momento em que Ricardo Tavares ia finalizar facilmente uma assistência de Marc, após uma primorosa jogada em que correu praticamente toda a largura do campo, da esquerda para a direita.
Como uma dádiva do céu, sem que nada o fizesse esperar, o Trofense viria a colocar-se em vantagem a pouco tempo do intervalo (40'), na transformação de uma grande penalidade que o juíz da partida lhes concedeu por alegada mão na bola de Manel. Na verdade, o defesa aveirense, que se encontrava praticamente em cima da linha limite da grande área, foi "alvejado" por um remate fortíssimo de um adversário. Não houve, manifestamente, qualquer intencionalidade ou premeditação de jogar a bola com o braço, sendo um caso nítido de bola no braço. Os forasteiros não enjeitaram o brinde e o seu defesa-esquerdo, Bruno Costa, mandou a sua equipa para o intervalo a vencer, muito injustamente, por 0-1.
O segundo tempo prosseguiu com o Beira-Mar na procura do golo, agora mais necessário do que nunca, mas a verdade é que, com a sofreguidão com que o faziam, nalgumas situações ficavam muito expostos às transições da equipa que agora geria uma vantagem preciosa. E, aos 53', as coisas poderiam ter-se complicado ainda mais para os donos do terreno, com uma jogada de contra-ataque do Trofense a deixar novamente Samuel fora dos postes, valendo a atenção de André Rosa, que safou entre os postes o "chapéu" que daria o segundo da tarde.
Apesar da maior posse de bola, o Beira-Mar não produzia, neste segundo tempo, tantas situações de finalização como fizera antes e foi mesmo Samuel, aos 59', a ter de se aplicar a um cruzamento-remate da direita, desviando a bola para canto com um elástico golpe de rins.
As bolas paradas também não sortiam efeito e disso foi exemplo, aos 67', um duplo falhanço de Xavi e Ricardo Tavares, que perderam o golo de baliza escancarada na sequência de um canto. O tempo passava e jogava a favor dos visitantes, que viam o Beira-Mar baixar a sua produção e permitiam-se agora um pouco mais de posse de bola.
Mas os auri-negros, à entrada para o último quarto-de-hora do jogo, tiveram um novo assomo de forças e poderiam ter igualado aos 77', quando Ricardo Tavares, em esforço, não dá a melhor direcção à finalização proporcionada por um bom cruzamento da esquerda de Pité. Mas a justiça iria fazer-se e, aos 82', o mesmo Ricardo Tavares aproveita um ressalto após a marcação de um canto e iguala a partida. Sentiu-se que os poucos minutos que restavam poderiam ser suficientes para consumar a reviravolta completa e esse prenúncio quase tinha confirmação, aos 87', quando, após uma boa jogada pela esquerda, Castor assiste Gui Matos para uma zona de finalização de onde o nº 80 costuma ser letal. Só que, desta vez, o potente remate saiu a rasar a barra.
Estava escrito que seria sofrer até ao fim, mas também é verdade que tudo está bem quando acaba bem. O lance decisivo foi um penalti claríssimo cometido sobre Gonçalo que, após uma excelente jogada de combinação com Gui Matos, penetrou na área e foi derrubado quando se isolava. Pité, encarregado da marcação da grande penalidade, fê-lo com alguns requintes de sadismo, permitindo primeiro a defesa ao guarda-redes e só finalizando o 2-1, com muita calma, na recarga da nossa alegria.
O árbitro escalabitano, Sr. Hugo Serafim Silva, estava a fazer um magnífico trabalho até ao lance da grande penalidade contra o Beira-Mar, mas esse equívoco perturbou-o e acumulou, durante o segundo tempo, algumas decisões controversas.
domingo, 17 de fevereiro de 2013
JUNIORES A: Castelo da Feira tomado pelas hostes auri-negras
CD Feirense, 2 - SC Beira-Mar, 3
(0-1, ao intervalo)
Com uns segundos 45 minutos arrasadores, a equipa de juniores do SC Beira-Mar averbou, ontem à tarde, em Santa Maria da Feira, uma importante vitória no campeonato nacional da 2ª divisão, batendo o seu rival do distrito de Aveiro por tangenciais, mas justos, 2-3. A perder por 1-0 ao intervalo, a formação de António Luís rubricou uma segunda parte de grande nível, conseguindo a reviravolta no marcador, que lhe conferiu 3 valiosos pontos na luta pela subida ao escalão maior da categoria. Pité, com 2 golos e uma assistência para o primeiro dos auri-negros, facturado por Ricardo Tavares, comandou a revolta auri-negra, que tomou de assalto o forte "castelo" da Feira.
No complexo Desportivo Feirense, as equipas apresentaram-se com:
CD Feirense: Nuno (gr); Mica, Edu, Almeida (cap) e Pedro (bruno Santos, 77'); Joel, Rena e Fábio (Yiorn, 70'); Tigas, Vasco (gui, 66') e Micael.
Suplentes não utilizados: Ricardo (gr), Nakata, Joãozinho e Diogo.
SC Beira-Mar: Samuel (gr); Xavi, Michael dos Santos, Manel e André Rosa; Balacó, Bernardo Subtil (Diogo Castor, int), Gui Matos e Nanu; Pité (João Rui, 79') e Ricardo Tavares (Henrique, 90+1').
Suplentes não utilizados: Hugo (gr) e Gonçalo.
A primeira fase do jogo foi do Feirense, que entrou muito forte e condicionou bastante a acção dos aveirenses, que mostravam imensa dificuldade em conseguir manter a posse de bola. Não surpreendeu, por isso, que fosse Samuel o primeiro a ver a sua baliza perigar, quando, aos 6', um forte remate de fora da área de Fábio sofre um desvio e passa a centímetros do poste esquerdo.
Passado o primeiro quarto-de-hora de domínio feirense, o jogo acalmou, os auri-negros mostravam-se um pouco mais tranquilos e conseguiram equilibrar as operações. Ainda assim, voltou a pertencer ao Feirense nova situação de perigo, estavam decorridos 25' de jogo. Um cruzamento da direita permite a Tigas o domínio da bola na zona da meia-lua e o remate de pronto que voltou a passar muito perto do mesmo poste esquerdo.
Este lance voltou a dar novo impulso dominador aos locais, mas seria Nanu, numa jogada de contra-ataque, aos 37', que disporia da oportunidade mais flagrante de toda a partida para fazer golo. Num lançamento na direita, o rápido jogador auri-negro ganhou em velocidade a Pedro, isolou-se, entrou na área, mas falhou na finalização, permitindo, na cara de Nuno, a defesa para canto ao guardião "fogaceiro". E como no futebol estes falhanços se costumam pagar caro, no minuto seguinte o Feirense adiantar-se-ia no marcador. O lance do 1-0 nasce de um cruzamento do lado esquerdo do ataque da equipa da casa, com a bola a pingar na área para Vasco, que, no meio da confusão, atirou para o fundo das redes.
Se o resultado ao intervalo se teria de considerar certo, justo é também afirmar que o Beira-Mar arrancou na segunda parte uma extraordinária exibição e que justificou, por isso mesmo, o resultado final que viria a obter. Depois de Nanu ter ameaçado, ainda que com um remate fraco, logo aos 48', dois minutos volvidos Pité enceta um magnífico trabalho na esquerda, que terminou com um cruzamento tenso para um oportuno golpe de cabeça de Ricardo Tavares, que não falhou na boca da baliza e alcançou um vistoso golo.
Se a entrada do Beira-Mar na segunda parte havia sido muito boa, o 1-1 empolgou ainda mais os aveirenses, que criaram, aos 54', novamente com Pité na jogada, outra boa situação para marcar. Só que, desta vez, o cruzamento de Pité, sempre da esquerda, depois de novo excelente trabalho, foi interceptado pelo guardião Nuno, que tirou o "pão da boca" a Castor, que se preparava para finalizar ao segundo poste, mas viu o seu adversário desviar a bola para canto com uma magnífica intervenção.
O 1-2, no entanto, não tardaria, sendo o corolário natural da supremacia da formação de António Luís nesta segunda parte. A jogada, aos 60', é de um notável desenho técnico, com Nanu a servir Xavi, que ganhou a linha de fundo na direita e solicitou a entrada de Pité, mais lesto do que todos na boca do golo a empurrar a bola para o fundo da baliza.
A equipa do Feirense não se encontrava nesta segunda parte e acusou bastante a reviravolta no marcador. Era o Beira-Mar que controlava e foi até com alguma naturalidade que, aos 75', a vantagem auri-negra foi ampliada. O 1-3 é praticamente a papel químico do segundo golo, sendo que, desta vez, foi Castor que serviu o endiabrado Pité para a finalização vitoriosa à boca da baliza.
O resultado poderia ter adquirido contornos de goleada, não fosse Ricardo Tavares, aos 80', ter perdido uma situação de 2 contra 1 e ter acabado por rematar às malhas laterais. Completamente desorientados, os donos do terreno viram ainda, aos 84', o seu "capitão" Almeida quase fazer auto-golo e só foram salvos pela "cabeça" de Edu, que reduziu para 2-3, aos 87', na sequência da marcação de um pontapé de canto. Este golo tardio teve o condão de "ressuscitar" os fogaceiros, que acreditaram até ao fim e viram Samuel negar o empate, quando o jogo já ia no período de "descontos dos descontos", dados pelo árbitro da AF de Viana do Castelo, Sr. Jorge Brito, que teve uma arbitragem com alguns erros, o mais grave de todos o da não expulsão do nº 3 do Feirense.
O candidato mostrou-se, e de que maneira, na segunda parte. Temos equipa!
(0-1, ao intervalo)
Com uns segundos 45 minutos arrasadores, a equipa de juniores do SC Beira-Mar averbou, ontem à tarde, em Santa Maria da Feira, uma importante vitória no campeonato nacional da 2ª divisão, batendo o seu rival do distrito de Aveiro por tangenciais, mas justos, 2-3. A perder por 1-0 ao intervalo, a formação de António Luís rubricou uma segunda parte de grande nível, conseguindo a reviravolta no marcador, que lhe conferiu 3 valiosos pontos na luta pela subida ao escalão maior da categoria. Pité, com 2 golos e uma assistência para o primeiro dos auri-negros, facturado por Ricardo Tavares, comandou a revolta auri-negra, que tomou de assalto o forte "castelo" da Feira.
No complexo Desportivo Feirense, as equipas apresentaram-se com:
CD Feirense: Nuno (gr); Mica, Edu, Almeida (cap) e Pedro (bruno Santos, 77'); Joel, Rena e Fábio (Yiorn, 70'); Tigas, Vasco (gui, 66') e Micael.
Suplentes não utilizados: Ricardo (gr), Nakata, Joãozinho e Diogo.
SC Beira-Mar: Samuel (gr); Xavi, Michael dos Santos, Manel e André Rosa; Balacó, Bernardo Subtil (Diogo Castor, int), Gui Matos e Nanu; Pité (João Rui, 79') e Ricardo Tavares (Henrique, 90+1').
Suplentes não utilizados: Hugo (gr) e Gonçalo.
A primeira fase do jogo foi do Feirense, que entrou muito forte e condicionou bastante a acção dos aveirenses, que mostravam imensa dificuldade em conseguir manter a posse de bola. Não surpreendeu, por isso, que fosse Samuel o primeiro a ver a sua baliza perigar, quando, aos 6', um forte remate de fora da área de Fábio sofre um desvio e passa a centímetros do poste esquerdo.
Passado o primeiro quarto-de-hora de domínio feirense, o jogo acalmou, os auri-negros mostravam-se um pouco mais tranquilos e conseguiram equilibrar as operações. Ainda assim, voltou a pertencer ao Feirense nova situação de perigo, estavam decorridos 25' de jogo. Um cruzamento da direita permite a Tigas o domínio da bola na zona da meia-lua e o remate de pronto que voltou a passar muito perto do mesmo poste esquerdo.
Este lance voltou a dar novo impulso dominador aos locais, mas seria Nanu, numa jogada de contra-ataque, aos 37', que disporia da oportunidade mais flagrante de toda a partida para fazer golo. Num lançamento na direita, o rápido jogador auri-negro ganhou em velocidade a Pedro, isolou-se, entrou na área, mas falhou na finalização, permitindo, na cara de Nuno, a defesa para canto ao guardião "fogaceiro". E como no futebol estes falhanços se costumam pagar caro, no minuto seguinte o Feirense adiantar-se-ia no marcador. O lance do 1-0 nasce de um cruzamento do lado esquerdo do ataque da equipa da casa, com a bola a pingar na área para Vasco, que, no meio da confusão, atirou para o fundo das redes.
Se o resultado ao intervalo se teria de considerar certo, justo é também afirmar que o Beira-Mar arrancou na segunda parte uma extraordinária exibição e que justificou, por isso mesmo, o resultado final que viria a obter. Depois de Nanu ter ameaçado, ainda que com um remate fraco, logo aos 48', dois minutos volvidos Pité enceta um magnífico trabalho na esquerda, que terminou com um cruzamento tenso para um oportuno golpe de cabeça de Ricardo Tavares, que não falhou na boca da baliza e alcançou um vistoso golo.
Se a entrada do Beira-Mar na segunda parte havia sido muito boa, o 1-1 empolgou ainda mais os aveirenses, que criaram, aos 54', novamente com Pité na jogada, outra boa situação para marcar. Só que, desta vez, o cruzamento de Pité, sempre da esquerda, depois de novo excelente trabalho, foi interceptado pelo guardião Nuno, que tirou o "pão da boca" a Castor, que se preparava para finalizar ao segundo poste, mas viu o seu adversário desviar a bola para canto com uma magnífica intervenção.
O 1-2, no entanto, não tardaria, sendo o corolário natural da supremacia da formação de António Luís nesta segunda parte. A jogada, aos 60', é de um notável desenho técnico, com Nanu a servir Xavi, que ganhou a linha de fundo na direita e solicitou a entrada de Pité, mais lesto do que todos na boca do golo a empurrar a bola para o fundo da baliza.
A equipa do Feirense não se encontrava nesta segunda parte e acusou bastante a reviravolta no marcador. Era o Beira-Mar que controlava e foi até com alguma naturalidade que, aos 75', a vantagem auri-negra foi ampliada. O 1-3 é praticamente a papel químico do segundo golo, sendo que, desta vez, foi Castor que serviu o endiabrado Pité para a finalização vitoriosa à boca da baliza.
O resultado poderia ter adquirido contornos de goleada, não fosse Ricardo Tavares, aos 80', ter perdido uma situação de 2 contra 1 e ter acabado por rematar às malhas laterais. Completamente desorientados, os donos do terreno viram ainda, aos 84', o seu "capitão" Almeida quase fazer auto-golo e só foram salvos pela "cabeça" de Edu, que reduziu para 2-3, aos 87', na sequência da marcação de um pontapé de canto. Este golo tardio teve o condão de "ressuscitar" os fogaceiros, que acreditaram até ao fim e viram Samuel negar o empate, quando o jogo já ia no período de "descontos dos descontos", dados pelo árbitro da AF de Viana do Castelo, Sr. Jorge Brito, que teve uma arbitragem com alguns erros, o mais grave de todos o da não expulsão do nº 3 do Feirense.
O candidato mostrou-se, e de que maneira, na segunda parte. Temos equipa!
domingo, 10 de fevereiro de 2013
JUNIORES A: Impedidos de vencer
SC Beira-Mar, 2 - FC Vizela, 2
(0-2, ao intervalo)
Um golo irregular validado ao Vizela, um golo mal anulado ao Beira-Mar, foras-de-jogo cirúrgicos a anular jogadas em que jogadores aveirenses se isolavam, expulsões, dualidade de critérios, foi com todos estes contributos da arbitragem do Sr. Ilídio Matos e seus pares, da AF Aveiro, que os juniores auri-negros foram impedidos de começar com uma vitória a jornada de abertura da 2ª fase do campeonato nacional da 2ª divisão. Pese embora todas estas contrariedades, louve-se a recuperação conseguida na segunda parte pelos comandados de António Luís, período durante o qual foi anulada a desvantagem de 2 golos com que chegaram ao intervalo. E só não deu para mais porque o juiz aveirense teve uma actuação absolutamente inacreditável, do pior que já vimos fazer esta época, falseando de um modo grosseiro a verdade desportiva. A bem organizada equipa do Vizela nada tem a ver com o sucedido, mas o ponto que leva de Aveiro apenas foi conseguido à custa de um acumular de erros crassos por parte do trio de arbitragem.
No estádio Mário Duarte, as equipas apresentaram-se com:
SC Beira-Mar: Samuel (gr); João Rui (Gonçalo, 63'), Michael dos Santos, Manel e Nanu; Balacó (cap), Bernardo Subtil (Ricardo Tavares, 51'), Gui Matos e Diogo Castor (Henrique, 87'); Pité e Marc.
Suplentes não utilizados: Hugo (gr), Rúben Marques, Gui Ramos e Bruno Filipe.
FC Vizela: Miguel (gr), Gilberto, Guti, João André, Hugo Ferreira, André Pinto, Tiago (Bruno Fernandes, 71', Fábio (cap), Hugo Miguel, André (Pedro, 79') e Rui André.
Suplentes não utilizados: Zé Carlos (gr), Rui Costa, Roberto, Diogo Lopes e Zé Rui.
Ainda não se tinha esgotado o primeiro minuto de jogo e já Marc, lançado por Gui Matos, surge em antecipação ao guarda-redes mas atira fora do alvo. Era um bom sinal, mas não teria continuidade imediata, respondendo o Vizela com um remate de fora da área, na sequência de um canto curto, que proporcionou difícil e vistosa defesa de Samuel, que desviou a bola por cima do travessão.
Entrou-se depois num período de algumas cautelas tácticas por parte de ambas as equipas e foi precisamente nesta fase que os vizelenses haveriam de chegar à vantagem. O 0-1 está ferido de legalidade, já que Rui André, que aproveitou um ressalto após cruzamento da direita de Gilberto, estava claramente fora de jogo quando empurrou a bola para a baliza deserta.
O Beira-Mar reagiu ao golo e o Vizela passou a defender mais atrás, baixando claramente as suas linhas. Aos 19', na sequência de uma boa jogada pela esquerda de Gui Matos, Diogo Castor surge a desviar ao primeiro poste o cruzamento do seu colega, mas tinha um adversário à ilharga que cortou para canto. A mais flagrante oportunidade de golo surgiria aos 29', com Pité a isolar Marc (desta vez o lance não foi cortado pelo auxiliar do lado nascente como já fizera 2 vezes anteriormente em lances semelhantes), que rematou desviado do guardião Miguel, que estava batido mas viu a bola passar a centímetros do poste direito da sua baliza.
Apenas de bola parada, aos 37', o Vizela se acercou da baliza de Samuel, que quase era surpreendido na marcação de um livre directo, com a bola a ser desviada com muita dificuldade para canto pelo guarda-redes auri-negro, que estaria, seguramente, à espera de cruzamento. E quando o intervalo se aproximava (45') e já se tinha o sentimento de uma grande injustiça no marcador, o nº 23 André recupera uma bola a meio-campo, progride alguns metros e dispara do meio da "rua" para o impensável 0-2. Grande golo, sem dúvida, mas a "estrelinha" também ajudava os forasteiros, que recolheram aos balneários com uma vantagem que não reflectia o labor das duas equipas.
Na segunda parte o domínio do Beira-Mar foi contínuo e, em alguns momentos, avassalador. Logo aos 50' Marc proporcionou uma grande defesa a Miguel no seguimento de um livre lateral e o mesmo jogador, aos 55', coloca a bola na barra na marcação de um pontapé de canto. Já com Ricardo Tavares em campo, aos 63', o "79" aveirense não foi lesto a fazer a recarga a uma defesa incompleta de Miguel, após disparo de fora da área de Gui Matos, e a oportunidade gorou-se.
O Vizela só deu o primeiro sinal de perigo nesta segunda parte quando estavam decorridos 68', num cabeceamento de André que provocou alguns calafrios. Mas era o Beira-Mar quem mandava no jogo e Pité, logo no minuto seguinte, recebe na área um cruzamento da esquerda de Marc e fuzila para uma defesa por instinto do guarda-redes de Vizela.
Na fase de maior assédio aveirense, à meia hora da etapa complementar, foi Diogo Castor que, à entrada da pequena área, não aproveita um cruzamento de Pité e remata por alto. Foi preciso um erro do guardião Miguel, que deixou Marc disputar e ganhar-lhe uma bola, que de ângulo muito difícil consegue ser colocada dentro da baliza, fazendo, aos 78', o 1-2 da esperança.
Relançado o jogo e empolgados com a redução da desvantagem, os beiramarenses cerraram os dentes e foram em busca da igualdade, que viriam a conseguir por Ricardo Tavares, aos 81', após uma série de recargas na pequena área. Só que... este golo não valeu, sendo anulado por indicação do auxiliar do lado da bancada poente, que teve uma actuação inenarrável!
Ainda assim houve forças para chegar à igualdade, com o 2-2 a surgir aos 89', por Marc, que transformou exemplarmente uma grande penalidade a que o Sr. Ilídio Ramos não pôde fugir, tal a evidência do derrube a Pité, que foi "ceifado" dentro da área.
O período de compensação (6 minutos) foi jogado com o Beira-Mar reduzido a 10 unidades, por expulsão de Marc logo após a marcação do penalti e com o treinador António Luís a caminho da bancada, por via de mais um assomo de autoritarismo do Sr. Ilídio Matos, que não conhecíamos e que esperamos não voltar a encontrar.
Assim é muito difícil, mas a luta vai continuar. Contra tudo e contra todos!
(0-2, ao intervalo)
Um golo irregular validado ao Vizela, um golo mal anulado ao Beira-Mar, foras-de-jogo cirúrgicos a anular jogadas em que jogadores aveirenses se isolavam, expulsões, dualidade de critérios, foi com todos estes contributos da arbitragem do Sr. Ilídio Matos e seus pares, da AF Aveiro, que os juniores auri-negros foram impedidos de começar com uma vitória a jornada de abertura da 2ª fase do campeonato nacional da 2ª divisão. Pese embora todas estas contrariedades, louve-se a recuperação conseguida na segunda parte pelos comandados de António Luís, período durante o qual foi anulada a desvantagem de 2 golos com que chegaram ao intervalo. E só não deu para mais porque o juiz aveirense teve uma actuação absolutamente inacreditável, do pior que já vimos fazer esta época, falseando de um modo grosseiro a verdade desportiva. A bem organizada equipa do Vizela nada tem a ver com o sucedido, mas o ponto que leva de Aveiro apenas foi conseguido à custa de um acumular de erros crassos por parte do trio de arbitragem.
No estádio Mário Duarte, as equipas apresentaram-se com:
SC Beira-Mar: Samuel (gr); João Rui (Gonçalo, 63'), Michael dos Santos, Manel e Nanu; Balacó (cap), Bernardo Subtil (Ricardo Tavares, 51'), Gui Matos e Diogo Castor (Henrique, 87'); Pité e Marc.
Suplentes não utilizados: Hugo (gr), Rúben Marques, Gui Ramos e Bruno Filipe.
FC Vizela: Miguel (gr), Gilberto, Guti, João André, Hugo Ferreira, André Pinto, Tiago (Bruno Fernandes, 71', Fábio (cap), Hugo Miguel, André (Pedro, 79') e Rui André.
Suplentes não utilizados: Zé Carlos (gr), Rui Costa, Roberto, Diogo Lopes e Zé Rui.
Ainda não se tinha esgotado o primeiro minuto de jogo e já Marc, lançado por Gui Matos, surge em antecipação ao guarda-redes mas atira fora do alvo. Era um bom sinal, mas não teria continuidade imediata, respondendo o Vizela com um remate de fora da área, na sequência de um canto curto, que proporcionou difícil e vistosa defesa de Samuel, que desviou a bola por cima do travessão.
Entrou-se depois num período de algumas cautelas tácticas por parte de ambas as equipas e foi precisamente nesta fase que os vizelenses haveriam de chegar à vantagem. O 0-1 está ferido de legalidade, já que Rui André, que aproveitou um ressalto após cruzamento da direita de Gilberto, estava claramente fora de jogo quando empurrou a bola para a baliza deserta.
O Beira-Mar reagiu ao golo e o Vizela passou a defender mais atrás, baixando claramente as suas linhas. Aos 19', na sequência de uma boa jogada pela esquerda de Gui Matos, Diogo Castor surge a desviar ao primeiro poste o cruzamento do seu colega, mas tinha um adversário à ilharga que cortou para canto. A mais flagrante oportunidade de golo surgiria aos 29', com Pité a isolar Marc (desta vez o lance não foi cortado pelo auxiliar do lado nascente como já fizera 2 vezes anteriormente em lances semelhantes), que rematou desviado do guardião Miguel, que estava batido mas viu a bola passar a centímetros do poste direito da sua baliza.
Apenas de bola parada, aos 37', o Vizela se acercou da baliza de Samuel, que quase era surpreendido na marcação de um livre directo, com a bola a ser desviada com muita dificuldade para canto pelo guarda-redes auri-negro, que estaria, seguramente, à espera de cruzamento. E quando o intervalo se aproximava (45') e já se tinha o sentimento de uma grande injustiça no marcador, o nº 23 André recupera uma bola a meio-campo, progride alguns metros e dispara do meio da "rua" para o impensável 0-2. Grande golo, sem dúvida, mas a "estrelinha" também ajudava os forasteiros, que recolheram aos balneários com uma vantagem que não reflectia o labor das duas equipas.
Na segunda parte o domínio do Beira-Mar foi contínuo e, em alguns momentos, avassalador. Logo aos 50' Marc proporcionou uma grande defesa a Miguel no seguimento de um livre lateral e o mesmo jogador, aos 55', coloca a bola na barra na marcação de um pontapé de canto. Já com Ricardo Tavares em campo, aos 63', o "79" aveirense não foi lesto a fazer a recarga a uma defesa incompleta de Miguel, após disparo de fora da área de Gui Matos, e a oportunidade gorou-se.
O Vizela só deu o primeiro sinal de perigo nesta segunda parte quando estavam decorridos 68', num cabeceamento de André que provocou alguns calafrios. Mas era o Beira-Mar quem mandava no jogo e Pité, logo no minuto seguinte, recebe na área um cruzamento da esquerda de Marc e fuzila para uma defesa por instinto do guarda-redes de Vizela.
Na fase de maior assédio aveirense, à meia hora da etapa complementar, foi Diogo Castor que, à entrada da pequena área, não aproveita um cruzamento de Pité e remata por alto. Foi preciso um erro do guardião Miguel, que deixou Marc disputar e ganhar-lhe uma bola, que de ângulo muito difícil consegue ser colocada dentro da baliza, fazendo, aos 78', o 1-2 da esperança.
Relançado o jogo e empolgados com a redução da desvantagem, os beiramarenses cerraram os dentes e foram em busca da igualdade, que viriam a conseguir por Ricardo Tavares, aos 81', após uma série de recargas na pequena área. Só que... este golo não valeu, sendo anulado por indicação do auxiliar do lado da bancada poente, que teve uma actuação inenarrável!
Ainda assim houve forças para chegar à igualdade, com o 2-2 a surgir aos 89', por Marc, que transformou exemplarmente uma grande penalidade a que o Sr. Ilídio Ramos não pôde fugir, tal a evidência do derrube a Pité, que foi "ceifado" dentro da área.
O período de compensação (6 minutos) foi jogado com o Beira-Mar reduzido a 10 unidades, por expulsão de Marc logo após a marcação do penalti e com o treinador António Luís a caminho da bancada, por via de mais um assomo de autoritarismo do Sr. Ilídio Matos, que não conhecíamos e que esperamos não voltar a encontrar.
Assim é muito difícil, mas a luta vai continuar. Contra tudo e contra todos!
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
JUNIORES A: Beira-Mar integra a série A e recebe o Vizela na jornada inaugural da 2ª fase do nacional da 2ª divisão
Realizou-se há instantes, na sede da Federação Portuguesa de Futebol, em Lisboa, o sorteio da 2ª fase do campeonato nacional de juniores da 2ª divisão. O SC Beira-Mar vai integrar a série A de apuramento do campeão, juntamente com as seguintes equipas:
Merelinense FC
GD Chaves
FC Vizela
CD Feirense
CD Trofense
A 1ª jornada está agendada para o dia 9 do próximo mês de Fevereiro e o sorteio determinou um Beira-Mar-Vizela no arranque do ataque à subida ao escalão principal da categoria, objectivo que os responsáveis do emblema aveirense definiram para esta fase da prova.
O calendário, que pode ser consultado aqui na sua totalidade, relativamente à nossa equipa, definiu os seguintes encontros:
1ª Jornada: 09-02-2013: Beira-Mar - FC Vizela
2ª Jornada: 16-02-2013: CD Feirense - Beira-Mar
3ª Jornada: 23-02-2013: Beira-Mar - CD Trofense
4ª Jornada: 02-03-2013: Beira-Mar - GD Chaves
5ª Jornada: 09-03-2013: Merelinense FC - Beira-Mar
6ª Jornada: 17-03-2013: FC Vizela - Beira-Mar
7ª Jornada: 23-03-2013: Beira-Mar - CD Feirense
8ª Jornada: 06-04-2013: CD Trofense - Beira-Mar
9ª Jornada: 13-04-2013: GD Chaves - Beira-Mar
10ª Jornada: 20-04-2013: Beira-Mar - Merelinense FC
Sobem à 1ª divisão os 3 primeiros classificados de cada uma das 2 séries, sendo que os vencedores disputarão uma final, a 4 de Maio de 2013, para atribuição do título de campeão nacional da 2ª divisão.
A todo o grupo de trabalho desejamos as maiores felicidades para este novo desafio que se aproxima.
Merelinense FC
GD Chaves
FC Vizela
CD Feirense
CD Trofense
A 1ª jornada está agendada para o dia 9 do próximo mês de Fevereiro e o sorteio determinou um Beira-Mar-Vizela no arranque do ataque à subida ao escalão principal da categoria, objectivo que os responsáveis do emblema aveirense definiram para esta fase da prova.
O calendário, que pode ser consultado aqui na sua totalidade, relativamente à nossa equipa, definiu os seguintes encontros:
1ª Jornada: 09-02-2013: Beira-Mar - FC Vizela
2ª Jornada: 16-02-2013: CD Feirense - Beira-Mar
3ª Jornada: 23-02-2013: Beira-Mar - CD Trofense
4ª Jornada: 02-03-2013: Beira-Mar - GD Chaves
5ª Jornada: 09-03-2013: Merelinense FC - Beira-Mar
6ª Jornada: 17-03-2013: FC Vizela - Beira-Mar
7ª Jornada: 23-03-2013: Beira-Mar - CD Feirense
8ª Jornada: 06-04-2013: CD Trofense - Beira-Mar
9ª Jornada: 13-04-2013: GD Chaves - Beira-Mar
10ª Jornada: 20-04-2013: Beira-Mar - Merelinense FC
Sobem à 1ª divisão os 3 primeiros classificados de cada uma das 2 séries, sendo que os vencedores disputarão uma final, a 4 de Maio de 2013, para atribuição do título de campeão nacional da 2ª divisão.
A todo o grupo de trabalho desejamos as maiores felicidades para este novo desafio que se aproxima.
sábado, 19 de janeiro de 2013
JUNIORES A: Entrada de leão, saída de sendeiro
Quando, aos 4 minutos de jogo, o Beira-Mar já vencia o Vigor Mocidade por dois golos sem resposta, pensou-se que a despedida da 1ª fase do campeonato nacional de juniores da 2ª divisão seria feita em beleza e os vencedores incontestados da série C mostrariam sem equívocos em Fala, nos arredores de Coimbra, as razões de irem discutir a fase de subida da referida prova. No entanto, a prestação auri-negra viria a decair ao longo do tempo e os donos do terreno aproveitaram a falta de inspiração e alguma displicência dos aveirenses para imporem mais um empate (2-2), repetindo os números do jogo da 1ª volta. Em síntese, um início prometedor que acabou por não ter seguimento, tendo acabado numa prestação em tudo semelhante ao tempo, ou seja, em tons de cinzento.
Para o derradeiro jogo antes da fase da prova que já todos aguardam (sorteio na próxima 6ª feira), António Luís procedeu a algumas alterações e apresentou no Complexo Desportivo do Vigor da Mocidade os seguintes elementos:
Hugo (gr); João Rui (Nanu, 68'), Gui Ramos, Michael dos Santos e André Rosa; Balacó (cap), Nazmi (Marc, int), Gui Matos (Bruno Filipe, 76') e Pité; Diogo Castor e Ricardo Tavares.
Suplentes não utilizados: Samuel (gr), Gonçalo, Manuel Martins e Henrique.
Num dia marcado pelo mau tempo, a entrada do Beira-Mar foi de autêntico vendaval, colocando-se desde cedo em vantagem com dois golos de rajada, obtidos aos 3' e 4'. Em jogadas em tudo semelhantes, com passes a rasgar na esquerda, Gui Matos, primeiro, e Diogo Castor, depois, aproveitaram bem o espaço para progredir, entrar na área e rematar para o golo, tendo o 0-2 contado ainda com a colaboração de um defesa da casa, que acabou por confirmar a entrada da bola para lá da linha fatal.
Com o vento forte a fazer-se sentir, o Vigor, que aproveitava esse factor favorável no primeiro tempo, reduziria pouco depois, aos 10', um golo de belo efeito obtido com um remate colocado, desferido de fora da área, que não deu qualquer hipótese de defesa a Hugo.
Com o 1-2, o jogo ficou aberto e este início fulgurante prometia mais golos. Aos 20', na sequência de um livre lateral, o perigo rondou a baliza de Hugo, que viu a bola passar toda a zona da baliza sem que ninguém a desviasse. Mas as grandes oportunidades de golo perdidas neste primeiro tempo pertenceriam aos aveirenses, que aos 23' e 26' poderiam ter chegado a uma vantagem mais tranquila e quiçá decisiva para a vitória no jogo. Na sequência de uma bela jogada de envolvimento do ataque auri-negro, talvez a melhor do encontro do ponto de vista colectivo e de futebol ao primeiro toque, Gui Matos falha de baliza aberta, chegando um pouco atrasado e pegando, por isso, mal numa bola assistida da direita por Diogo Castor. De seguida, seria Ricardo Tavares a ficar bem enquadrado com a baliza e a rematar para uma boa estirada do guardião da casa, que defendeu em esforço, sobrando a bola para Diogo Castor que, com a baliza vazia, recargou ao lado. A estes lances respondeu a equipa da casa com um remate, aos 28', que o vento ajudou a levar muito perigo à baliza aveirense, com Hugo a desviar oportunamente para a barra.
Seguiu-se um período de maior assédio do Vigor, com o Beira-Mar a começar a denotar, no último quarto de hora, alguma dificuldade para sair a jogar e levar o perigo à baliza contrária. Ainda assim, voltou a pertencer ao Beira-Mar a derradeira e flagrante oportunidade de golo antes do descanso, depois de Ricardo Tavares ter isolado Diogo Castor e este, na cara do guarda-redes, ter permitido o desvio para canto.
No segundo tempo, e após um golo anulado à nossa equipa logo no minuto inaugural, o Beira-Mar continuou a não se encontrar e, desse modo, permitia ao Vigor acreditar na possibilidade de voltar a roubar pontos ao líder da prova. E isso haveria por se confirmar quando, aos 64', na sequência de um livre frontal e após uma boa jogada pela direita com passe atrasado, a equipa da casa chega ao 2-2.
Com um futebol desgarrado e com as individualidades a tentarem resolver o que o colectivo não conseguia, o Beira-Mar ainda tentou chegar à vitória, mas este não era o dia dos jovens auri-negros. O goleador Marc, num lance de combinação com Castor, aos 70', faz tudo bem, fica na cara do guardião do Vigor, mas permite-lhe a defesa. Até final, nota apenas para uma outra possibilidade de golo, com Gui Ramos, aos 78', na sequência de um pontapé de canto, a falhar o desvio de baliza aberta.
A arbitragem do juiz conimbricense, Sr. Edgar Correia, revelou alguma dualidade de critérios, tendendo sempre para a equipa da casa, mas não foi por esse motivo que os beiramarenses deixaram fugir 2 pontos nos arredores de Coimbra.
Para o derradeiro jogo antes da fase da prova que já todos aguardam (sorteio na próxima 6ª feira), António Luís procedeu a algumas alterações e apresentou no Complexo Desportivo do Vigor da Mocidade os seguintes elementos:
Hugo (gr); João Rui (Nanu, 68'), Gui Ramos, Michael dos Santos e André Rosa; Balacó (cap), Nazmi (Marc, int), Gui Matos (Bruno Filipe, 76') e Pité; Diogo Castor e Ricardo Tavares.
Suplentes não utilizados: Samuel (gr), Gonçalo, Manuel Martins e Henrique.
Num dia marcado pelo mau tempo, a entrada do Beira-Mar foi de autêntico vendaval, colocando-se desde cedo em vantagem com dois golos de rajada, obtidos aos 3' e 4'. Em jogadas em tudo semelhantes, com passes a rasgar na esquerda, Gui Matos, primeiro, e Diogo Castor, depois, aproveitaram bem o espaço para progredir, entrar na área e rematar para o golo, tendo o 0-2 contado ainda com a colaboração de um defesa da casa, que acabou por confirmar a entrada da bola para lá da linha fatal.
Com o 1-2, o jogo ficou aberto e este início fulgurante prometia mais golos. Aos 20', na sequência de um livre lateral, o perigo rondou a baliza de Hugo, que viu a bola passar toda a zona da baliza sem que ninguém a desviasse. Mas as grandes oportunidades de golo perdidas neste primeiro tempo pertenceriam aos aveirenses, que aos 23' e 26' poderiam ter chegado a uma vantagem mais tranquila e quiçá decisiva para a vitória no jogo. Na sequência de uma bela jogada de envolvimento do ataque auri-negro, talvez a melhor do encontro do ponto de vista colectivo e de futebol ao primeiro toque, Gui Matos falha de baliza aberta, chegando um pouco atrasado e pegando, por isso, mal numa bola assistida da direita por Diogo Castor. De seguida, seria Ricardo Tavares a ficar bem enquadrado com a baliza e a rematar para uma boa estirada do guardião da casa, que defendeu em esforço, sobrando a bola para Diogo Castor que, com a baliza vazia, recargou ao lado. A estes lances respondeu a equipa da casa com um remate, aos 28', que o vento ajudou a levar muito perigo à baliza aveirense, com Hugo a desviar oportunamente para a barra.
Seguiu-se um período de maior assédio do Vigor, com o Beira-Mar a começar a denotar, no último quarto de hora, alguma dificuldade para sair a jogar e levar o perigo à baliza contrária. Ainda assim, voltou a pertencer ao Beira-Mar a derradeira e flagrante oportunidade de golo antes do descanso, depois de Ricardo Tavares ter isolado Diogo Castor e este, na cara do guarda-redes, ter permitido o desvio para canto.
No segundo tempo, e após um golo anulado à nossa equipa logo no minuto inaugural, o Beira-Mar continuou a não se encontrar e, desse modo, permitia ao Vigor acreditar na possibilidade de voltar a roubar pontos ao líder da prova. E isso haveria por se confirmar quando, aos 64', na sequência de um livre frontal e após uma boa jogada pela direita com passe atrasado, a equipa da casa chega ao 2-2.
Com um futebol desgarrado e com as individualidades a tentarem resolver o que o colectivo não conseguia, o Beira-Mar ainda tentou chegar à vitória, mas este não era o dia dos jovens auri-negros. O goleador Marc, num lance de combinação com Castor, aos 70', faz tudo bem, fica na cara do guardião do Vigor, mas permite-lhe a defesa. Até final, nota apenas para uma outra possibilidade de golo, com Gui Ramos, aos 78', na sequência de um pontapé de canto, a falhar o desvio de baliza aberta.
A arbitragem do juiz conimbricense, Sr. Edgar Correia, revelou alguma dualidade de critérios, tendendo sempre para a equipa da casa, mas não foi por esse motivo que os beiramarenses deixaram fugir 2 pontos nos arredores de Coimbra.
domingo, 13 de janeiro de 2013
JUNIORES A: Vitória clara dá aos auri-negros o 1º lugar da série C
SC Beira-Mar, 3 - Anadia FC, 0
(3-0, ao intervalo)
Se dúvidas houvesse quanto à equipa que merecia o 1º lugar da série C do campeonato nacional de juniores da 2ª divisão, elas ficaram completamente desfeitas na partida realizada na tarde de ontem, no estádio Mário Duarte, que opunha os dois primeiros classificados da prova. O Beira-Mar, com 5 pontos de vantagem antes deste jogo, da penúltima jornada da 1ª fase, recebia o vice-líder Anadia e bastava-lhe um empate para juntar ao apuramento já garantido o lugar mais alto da tabela classificativa. Porém, os comandados de António Luís não quiseram que houvesse discussão quanto à melhor equipa da série e, com mais um bom jogo realizado, sobretudo na primeira parte, bateram categoricamente o seu adversário, por 3-0, e mostraram à saciedade que são efectivamente superiores. O resultado foi feito nos primeiros 45 minutos, limitando-se os aveirenses a controlar a vantagem na etapa complementar.
Num relvado bastante exigente do ponto de vista físico, o Beira-Mar apresentou:
Samuel (gr); Xavi, Michael dos Santos, João Rui e André Rosa (Diogo Castor, 59'); Balacó, Nazmi, Gui Matos e Pité (Ricardo Tavares, 59'); Nanu e Marc (Bernardo Subtil, 64').
Suplente não utilizado: Hugo (gr).
Os auri-negros entraram forte no jogo e viram essa sua boa atitude resultar num golo madrugador, obtido por Marc logo aos 4', através de um forte remate cruzado desferido da direita, após recepção de uma solicitação longa de Nanu, que só parou no fundo das redes.
Empolgada por o tónico que deu este 1-0 inicial, a equipa aveirense, aos 6', esteve à beira de aumentar a vantagem, com Marc desta vez a cruzar largo da direita para Gui Matos finalizar defeituosamente de primeira, passando a bola ao lado e perdendo-se uma flagrante oportunidade.
Após esta entrada de rompante dos aveirenses, o Anadia procurou reagir e ainda chegou com algum perigo à baliza de Samuel, mas esse período foi curto e depressa regressou a superioridade dos donos da casa, que ameaçaram o segundo golo por duas ocasiões (15' e 23'). No primeiro lance foi Marc a falhar na cara do guardião bairradino, após passe de Pité no seguimento da marcação de um livre na direita e no segundo, depois de mais um excelente cruzamento do "7" do Beira-Mar, foi Nanu a errar a direcção do seu cabeceamento, feito à vontade na zona de finalização.
O 2-0 só surgiria aos 40', com o estreante João Rui a dar o melhor seguimento a um canto de Marc, apontado do lado direito, marcando um "golaço" de cabeça. Dois minutos depois o endiabrado Marc tira mais um dos seus milimétricos cruzamentos longos e Xavi, do lado contrário, com um salto de "peixe" vê um adversário negar-lhe o golo, safando a bola quase em cima da linha. Foi o adiar para os 44' do 3-0 com que as equipas regressaram às cabinas, com Pité a entrar de rompante a um centro da esquerda do inevitável Marc e a enviar de cabeça para o fundo das redes uma bola que ainda roçou a parte inferior da barra. Mais um bonito momento, a marcar o regresso aos golos do "10" aurinegro!
A segunda parte do Beira-Mar não foi tão contundente e pertenceria mesmo ao Anadia a primeira situação de perigo, aos 52', com Samuel a aplicar-se com uma defesa apertada, a remate cruzado da direita, para evitar o tento da equipa do "trevo". Com os auri-negros a gerirem a confortável vantagem que traziam do intervalo e com o seu treinador a dar minutos de jogo a atletas regressados de lesões, os segundos 45 minutos deram a sensação de um maior equilíbrio, mas, ainda assim, pertenceram ao Beira-Mar as melhores situações para fazer funcionar de novo o marcador.
Michael dos Santos, aos 63', teve tudo para se estrear a marcar com a camisola auri-negra, mas falhou na boca do golo o desvio de cabeça após canto apontado do lado esquerdo. Ricardo Tavares, aos 68', rematou às malhas laterais e o guardião bairradino Júnior, aos 76', negou com uma defesa por instinto o golo a Gui Matos, que fuzilou na zona frontal após boa jogada pela esquerda. Antes do final, e com o Anadia a fazer chegar a bola à área aveirense apenas no seguimento da marcação de livres, Diogo Castor dispôs da derradeira e flagrante oportunidade de golo, mas falhou o desvio na cara do guarda-redes, enviando para fora uma bola endossada da direita por Nazmi.
O jogo não teve casos e, por esse facto, foi fácil de dirigir para o trio de arbitragem chefiado por Soraia Teles, da AF Aveiro que, sem ser brilhante, acabou por cumprir.
(3-0, ao intervalo)
Se dúvidas houvesse quanto à equipa que merecia o 1º lugar da série C do campeonato nacional de juniores da 2ª divisão, elas ficaram completamente desfeitas na partida realizada na tarde de ontem, no estádio Mário Duarte, que opunha os dois primeiros classificados da prova. O Beira-Mar, com 5 pontos de vantagem antes deste jogo, da penúltima jornada da 1ª fase, recebia o vice-líder Anadia e bastava-lhe um empate para juntar ao apuramento já garantido o lugar mais alto da tabela classificativa. Porém, os comandados de António Luís não quiseram que houvesse discussão quanto à melhor equipa da série e, com mais um bom jogo realizado, sobretudo na primeira parte, bateram categoricamente o seu adversário, por 3-0, e mostraram à saciedade que são efectivamente superiores. O resultado foi feito nos primeiros 45 minutos, limitando-se os aveirenses a controlar a vantagem na etapa complementar.
Num relvado bastante exigente do ponto de vista físico, o Beira-Mar apresentou:
Samuel (gr); Xavi, Michael dos Santos, João Rui e André Rosa (Diogo Castor, 59'); Balacó, Nazmi, Gui Matos e Pité (Ricardo Tavares, 59'); Nanu e Marc (Bernardo Subtil, 64').
Suplente não utilizado: Hugo (gr).
Os auri-negros entraram forte no jogo e viram essa sua boa atitude resultar num golo madrugador, obtido por Marc logo aos 4', através de um forte remate cruzado desferido da direita, após recepção de uma solicitação longa de Nanu, que só parou no fundo das redes.
Empolgada por o tónico que deu este 1-0 inicial, a equipa aveirense, aos 6', esteve à beira de aumentar a vantagem, com Marc desta vez a cruzar largo da direita para Gui Matos finalizar defeituosamente de primeira, passando a bola ao lado e perdendo-se uma flagrante oportunidade.
Após esta entrada de rompante dos aveirenses, o Anadia procurou reagir e ainda chegou com algum perigo à baliza de Samuel, mas esse período foi curto e depressa regressou a superioridade dos donos da casa, que ameaçaram o segundo golo por duas ocasiões (15' e 23'). No primeiro lance foi Marc a falhar na cara do guardião bairradino, após passe de Pité no seguimento da marcação de um livre na direita e no segundo, depois de mais um excelente cruzamento do "7" do Beira-Mar, foi Nanu a errar a direcção do seu cabeceamento, feito à vontade na zona de finalização.
O 2-0 só surgiria aos 40', com o estreante João Rui a dar o melhor seguimento a um canto de Marc, apontado do lado direito, marcando um "golaço" de cabeça. Dois minutos depois o endiabrado Marc tira mais um dos seus milimétricos cruzamentos longos e Xavi, do lado contrário, com um salto de "peixe" vê um adversário negar-lhe o golo, safando a bola quase em cima da linha. Foi o adiar para os 44' do 3-0 com que as equipas regressaram às cabinas, com Pité a entrar de rompante a um centro da esquerda do inevitável Marc e a enviar de cabeça para o fundo das redes uma bola que ainda roçou a parte inferior da barra. Mais um bonito momento, a marcar o regresso aos golos do "10" aurinegro!
A segunda parte do Beira-Mar não foi tão contundente e pertenceria mesmo ao Anadia a primeira situação de perigo, aos 52', com Samuel a aplicar-se com uma defesa apertada, a remate cruzado da direita, para evitar o tento da equipa do "trevo". Com os auri-negros a gerirem a confortável vantagem que traziam do intervalo e com o seu treinador a dar minutos de jogo a atletas regressados de lesões, os segundos 45 minutos deram a sensação de um maior equilíbrio, mas, ainda assim, pertenceram ao Beira-Mar as melhores situações para fazer funcionar de novo o marcador.
Michael dos Santos, aos 63', teve tudo para se estrear a marcar com a camisola auri-negra, mas falhou na boca do golo o desvio de cabeça após canto apontado do lado esquerdo. Ricardo Tavares, aos 68', rematou às malhas laterais e o guardião bairradino Júnior, aos 76', negou com uma defesa por instinto o golo a Gui Matos, que fuzilou na zona frontal após boa jogada pela esquerda. Antes do final, e com o Anadia a fazer chegar a bola à área aveirense apenas no seguimento da marcação de livres, Diogo Castor dispôs da derradeira e flagrante oportunidade de golo, mas falhou o desvio na cara do guarda-redes, enviando para fora uma bola endossada da direita por Nazmi.
O jogo não teve casos e, por esse facto, foi fácil de dirigir para o trio de arbitragem chefiado por Soraia Teles, da AF Aveiro que, sem ser brilhante, acabou por cumprir.
domingo, 6 de janeiro de 2013
JUNIORES A: Vitória, golos e bons momentos de futebol
SC Beira-Mar, 3 - Académico Viseu FC, 0
(2-0, ao intervalo)
A equipa de juniores do SC Beira-Mar juntou a mais uma vitória no campeonato nacional da 2ª divisão, obtida na tarde de sábado sobre o Académico de Viseu, golos de belo efeito e períodos de excelente futebol, que qualquer entendido no assunto decerto terá apreciado. O triunfo auri-negro não oferece qualquer contestação e a primeira meia-hora do jogo ficará como um dos períodos em que melhor futebol praticou esta época no Mário Duarte a formação orientada por António Luís. O 3-0 do resultado peca ainda por escasso, mas serve como castigo para a ineficácia da finalização auri-negra e, simultâneamente, não penaliza em demasia uma formação academista que foi digna, lutou lealmente com as armas de que dispunha (e tem alguns bons executantes) e jogou sempre o jogo pelo jogo.
No exigente relvado do estádio Mário Duarte, a equipa do Beira-Mar apresentou-se com:
Samuel (gr); Xavi, Michael dos Santos, Manel e Gonçalo (Pité, ao int); Balacó (cap) (Pedro Aparício, 59'), Nazmi e Gui Matos; Nanu, Ricardo Tavares (Diogo Castor, 59') e Marc.
Suplente não utilizado: João Paulo (gr).
Nuns primeiros 30 minutos de gala, o Beira-Mar materializou a qualidade do futebol produzido, e que chegou a roçar o brilhantismo, em boas oportunidades de golo, das quais viria a concretizar duas, o suficiente para que logo pairasse a ideia, para quem assistia a esta partida, de que dificilmente os donos do terreno deixariam fugir esta vitória.
Com um futebol enleante, o Beira-Mar desde cedo começou a produzir um caudal ofensivo que fazia adivinhar o golo, que poderia ter surgido aos 12' através de um cabeceamento de Manel, após livre de Marc, mas que o guardião viseense evitou com uma soberba defesa para canto. O 1-0 não tardaria, contudo, pois aos 14', dando a melhor sequência a jogada e passe para a boca da baliza de Marc, Nanu surge de rompante e desvia para o fundo da baliza.
Com o marcador a espelhar melhor as incidências do jogo, o Académico de Viseu criaria a sua primeira situação de perigo aos 16', num remate executado dentro da área aveirense, após canto na direita, que passou ligeiramente ao lado.
Flagrante mesmo foi a perdida de Ricardo Tavares, aos 17', em mais uma jogada e assistência de Marc para a boca do golo, que só não aconteceu porque o remate foi feito de molde a permitir uma defesa em dificuldade do guardião forasteiro. Aos 22', mais uma grande perdida, desta feita de Nazmi, que teve tudo para fazer o segundo após centro da direita e amortecimento de cabeça de Ricardo Tavares. O malaio dominou à entrada da pequena área, mas demorou no remate, que saiu de forma a que o guarda-redes academista fizesse mais uma boa intervenção.
As ocasiões de golo sucediam-se e eram o espelho do excelente futebol com que os auri-negros brindavam os seus entusiastas. Aos 23' foi Marc, com um remate de fora da área, a errar o alvo por muito pouco e, aos 25', Nanu ganha a posição, entra na área, mas adianta demasiado a bola, que, em último recurso, é atirada para canto por um adversário. Na sequência do corner, Xavi, de cabeça, fica muito perto de aumentar a vantagem, que já era demasiado escassa para tanto domínio. O 2-0 chegaria quiçá na melhor jogada de todo o jogo, iniciada e concluída por Marc na cara do guarda-redes, após tabelas sucessivas com colegas seus. Grande golo!
No último quarto-de-hora da etapa inicial o jogo dos aveirenses baixou de intensidade e a qualidade do seu futebol seguiu a mesma linha, facto que o Académico aproveitou para sacudir a pressão, equilibrar e chegar-se mais perto da baliza à guarda de Samuel, contudo sem nunca fazer perigar as suas redes.
O segundo tempo, que começou com o regressado Pité em campo após uma ausência de 3 meses devido a lesão, não poderia ter começado melhor, já que Manel, aos 48', no seguimento de um livre lateral de Marc, aparece à vontade na boca do golo a encostar para o 3-0.
Tudo parecia encaminhado para uma grande goleada até porque, aos 53', Ricardo Tavares, servido por Nazmi, perde uma grande oportunidade, na cara do guarda-redes, para dilatar a vantagem. No entanto, esta etapa complementar, que continuou a ser dominada pelos aveirenses mas sem aquele "perfume" exalado pelo seu futebol na primeira parte, seria caracterizada pelas ocasiões flagrantes que foram desperdiçadas. O regressado Pité, a mostrar fome de golos, poderia ter feito o gosto ao pé, mas em ambas as ocasiões, (61' e 72') falhou na cara do guarda-redes. Aliás, no segundo lance, Marc, no seguimento da jogada, poderia ter emendado o erro do colega, mas também ele não foi feliz. Para finalizar as contas dos golos perdidos, Gui Matos, aos 74', perde a oportunidade à boca da baliza, chegando ligeiramente tarde a um cruzamento da direita de Diogo Castor.
No último quarto-de-hora o ritmo abrandou e seria do Académico de Viseu, em cima dos 90' regulamentares, a derradeira situação de perigo, com Xavi a remediar "in-extremis" um mau atraso ao guardião Samuel.
O jogo teve uma arbitragem sem influência no resultado do Sr. Daniel Cardoso, da AF Aveiro, ainda assim num trabalho que, sobretudo no capítulo disciplinar, não deixou de evidenciar alguns pequenos equívocos.
(2-0, ao intervalo)
A equipa de juniores do SC Beira-Mar juntou a mais uma vitória no campeonato nacional da 2ª divisão, obtida na tarde de sábado sobre o Académico de Viseu, golos de belo efeito e períodos de excelente futebol, que qualquer entendido no assunto decerto terá apreciado. O triunfo auri-negro não oferece qualquer contestação e a primeira meia-hora do jogo ficará como um dos períodos em que melhor futebol praticou esta época no Mário Duarte a formação orientada por António Luís. O 3-0 do resultado peca ainda por escasso, mas serve como castigo para a ineficácia da finalização auri-negra e, simultâneamente, não penaliza em demasia uma formação academista que foi digna, lutou lealmente com as armas de que dispunha (e tem alguns bons executantes) e jogou sempre o jogo pelo jogo.
No exigente relvado do estádio Mário Duarte, a equipa do Beira-Mar apresentou-se com:
Samuel (gr); Xavi, Michael dos Santos, Manel e Gonçalo (Pité, ao int); Balacó (cap) (Pedro Aparício, 59'), Nazmi e Gui Matos; Nanu, Ricardo Tavares (Diogo Castor, 59') e Marc.
Suplente não utilizado: João Paulo (gr).
Nuns primeiros 30 minutos de gala, o Beira-Mar materializou a qualidade do futebol produzido, e que chegou a roçar o brilhantismo, em boas oportunidades de golo, das quais viria a concretizar duas, o suficiente para que logo pairasse a ideia, para quem assistia a esta partida, de que dificilmente os donos do terreno deixariam fugir esta vitória.
Com um futebol enleante, o Beira-Mar desde cedo começou a produzir um caudal ofensivo que fazia adivinhar o golo, que poderia ter surgido aos 12' através de um cabeceamento de Manel, após livre de Marc, mas que o guardião viseense evitou com uma soberba defesa para canto. O 1-0 não tardaria, contudo, pois aos 14', dando a melhor sequência a jogada e passe para a boca da baliza de Marc, Nanu surge de rompante e desvia para o fundo da baliza.
Com o marcador a espelhar melhor as incidências do jogo, o Académico de Viseu criaria a sua primeira situação de perigo aos 16', num remate executado dentro da área aveirense, após canto na direita, que passou ligeiramente ao lado.
Flagrante mesmo foi a perdida de Ricardo Tavares, aos 17', em mais uma jogada e assistência de Marc para a boca do golo, que só não aconteceu porque o remate foi feito de molde a permitir uma defesa em dificuldade do guardião forasteiro. Aos 22', mais uma grande perdida, desta feita de Nazmi, que teve tudo para fazer o segundo após centro da direita e amortecimento de cabeça de Ricardo Tavares. O malaio dominou à entrada da pequena área, mas demorou no remate, que saiu de forma a que o guarda-redes academista fizesse mais uma boa intervenção.
As ocasiões de golo sucediam-se e eram o espelho do excelente futebol com que os auri-negros brindavam os seus entusiastas. Aos 23' foi Marc, com um remate de fora da área, a errar o alvo por muito pouco e, aos 25', Nanu ganha a posição, entra na área, mas adianta demasiado a bola, que, em último recurso, é atirada para canto por um adversário. Na sequência do corner, Xavi, de cabeça, fica muito perto de aumentar a vantagem, que já era demasiado escassa para tanto domínio. O 2-0 chegaria quiçá na melhor jogada de todo o jogo, iniciada e concluída por Marc na cara do guarda-redes, após tabelas sucessivas com colegas seus. Grande golo!
No último quarto-de-hora da etapa inicial o jogo dos aveirenses baixou de intensidade e a qualidade do seu futebol seguiu a mesma linha, facto que o Académico aproveitou para sacudir a pressão, equilibrar e chegar-se mais perto da baliza à guarda de Samuel, contudo sem nunca fazer perigar as suas redes.
O segundo tempo, que começou com o regressado Pité em campo após uma ausência de 3 meses devido a lesão, não poderia ter começado melhor, já que Manel, aos 48', no seguimento de um livre lateral de Marc, aparece à vontade na boca do golo a encostar para o 3-0.
Tudo parecia encaminhado para uma grande goleada até porque, aos 53', Ricardo Tavares, servido por Nazmi, perde uma grande oportunidade, na cara do guarda-redes, para dilatar a vantagem. No entanto, esta etapa complementar, que continuou a ser dominada pelos aveirenses mas sem aquele "perfume" exalado pelo seu futebol na primeira parte, seria caracterizada pelas ocasiões flagrantes que foram desperdiçadas. O regressado Pité, a mostrar fome de golos, poderia ter feito o gosto ao pé, mas em ambas as ocasiões, (61' e 72') falhou na cara do guarda-redes. Aliás, no segundo lance, Marc, no seguimento da jogada, poderia ter emendado o erro do colega, mas também ele não foi feliz. Para finalizar as contas dos golos perdidos, Gui Matos, aos 74', perde a oportunidade à boca da baliza, chegando ligeiramente tarde a um cruzamento da direita de Diogo Castor.
No último quarto-de-hora o ritmo abrandou e seria do Académico de Viseu, em cima dos 90' regulamentares, a derradeira situação de perigo, com Xavi a remediar "in-extremis" um mau atraso ao guardião Samuel.
O jogo teve uma arbitragem sem influência no resultado do Sr. Daniel Cardoso, da AF Aveiro, ainda assim num trabalho que, sobretudo no capítulo disciplinar, não deixou de evidenciar alguns pequenos equívocos.
domingo, 23 de dezembro de 2012
JUNIORES A: Qualificação para a fase de subida garantida na Covilhã
SC Covilhã, 0 - SC Beira-Mar, 1
(0-0, ao intervalo)
Num jogo que se revelou bastante difícil, mas que acabou por ser vencido muito justamente pelo Beira-Mar, a equipa orientada por António Luís garantiu na Covilhã a qualificação para a fase de subida do campeonato nacional de juniores da 2ª divisão. Com efeito, apenas com 3 jornadas para disputar e 11 pontos de avanço sobre o 3º classificado, os líderes da série C têm já garantido o primeiro objectivo que traçaram para esta época.
Após uma primeira parte sem golos, mas em que os aveirenses poderiam ter recolhido aos balneários já em vantagem, o golo solitário que garantiu a vitória e os 3 decisivos pontos viria a ser obtido pelo goleador Marc à entrada para o último quarto de hora da partida, através de um remate desferido de fora da área na sequência de um livre indirecto.
No "velhinho" e histórico estádio José Santos Pinto, na cidade da Covilhã, o Beira-Mar apresentou:
Samuel (gr), Nanu, Michael dos Santos, Xavi e André Rosa; Balacó (cap), Nazmi e Gui Matos; Henrique, Ricardo Tavares e Marc.
(0-0, ao intervalo)
Num jogo que se revelou bastante difícil, mas que acabou por ser vencido muito justamente pelo Beira-Mar, a equipa orientada por António Luís garantiu na Covilhã a qualificação para a fase de subida do campeonato nacional de juniores da 2ª divisão. Com efeito, apenas com 3 jornadas para disputar e 11 pontos de avanço sobre o 3º classificado, os líderes da série C têm já garantido o primeiro objectivo que traçaram para esta época.
Após uma primeira parte sem golos, mas em que os aveirenses poderiam ter recolhido aos balneários já em vantagem, o golo solitário que garantiu a vitória e os 3 decisivos pontos viria a ser obtido pelo goleador Marc à entrada para o último quarto de hora da partida, através de um remate desferido de fora da área na sequência de um livre indirecto.
No "velhinho" e histórico estádio José Santos Pinto, na cidade da Covilhã, o Beira-Mar apresentou:
Samuel (gr), Nanu, Michael dos Santos, Xavi e André Rosa; Balacó (cap), Nazmi e Gui Matos; Henrique, Ricardo Tavares e Marc.
domingo, 16 de dezembro de 2012
JUNIORES A: Um mal menor
SC Beira-Mar, 3 - SC Leiria e Marrazes, 3
(0-2, ao intervalo)
Repetindo o resultado obtido no jogo da primeira volta (3-3), a equipa de juniores do SC Beira-Mar voltou a ser surpreendida pela formação do Leiria e Marrazes, que aproveitou de novo a forma passiva como os aurinegros entraram no jogo para adquirirem vantagem (0-2 e 1-3) que só foi desfeita quando o tempo de compensações já se esgotava, acabando este empate por se ter revelado uma mal menor para os anfitriões. A divisão de pontos fica mais a dever-se aos deméritos dos comandados de António Luís (não se pode pensar que os jogos se ganham apenas e só por ser o 1º classificado, nem cometer erros impensáveis), do que à qualidade da formação forasteira, que tem, na verdade, 2 jogadores acima da média, mas que deve à eficácia do seu remate a verdadeira razão para o resultado positivo que alcançou (em 4 remates fez 3 golos).
Na casa emprestada do Campo Dr. Manuel Santos Pato, em Bustos, o Beira-Mar apresentou:
Samuel (gr); Xavi, Michael dos Santos e André Rosa; Balacó (cap), Bernardo Subtil, Gui Matos e Nazmi (Junior Bangura, 81'); Ricardo Tavares e Marc.
Suplentes não utilizados: Hugo (gr) e Carlos.
Sem evidenciar grande dinâmica e revelando até alguma passividade na entrada em jogo, a verdade é que os aurinegros dispuseram , logo nos minutos iniciais, de 2 boas ocasiões para inaugurar o marcador. Decorria o primeiro minuto da partida e já Balacó, com um passe a rasgar, colocava Ricardo Tavares na cara do guarda-redes, que saiu ao encontro do avançado aveirense e desfez o perigo. Aos 8' seria Bernardo Subtil a isolar Marc, que preferiu rematar de primeira mas sem direcção. E, no primeiro remate feito às redes defendidas por Samuel, o Leiria e Marrazes colocava-se em vantagem. O 0-1 resultou de um remate indefensável, desferido de fora da área, após uma segunda bola recolhida na sequência da marcação de um pontapé de canto.
É evidente que tudo isto pode deitar a moral de uma equipa abaixo, mas o líder da série C do campeonato nacional da 2ª divisão tem de ser mentalmente mais forte do que aquilo que revelou a seguir. Mesmo assim, aos 14', Gui Matos, com um remate cruzado, fez a bola sair muito perto do poste mais distante, e Bernardo Subtil, aos 24', sozinho em frente à baliza, cabeceou ao lado um cruzamento da direita do "10" aveirense, gorando-se nestes 2 lances a possibilidade de chegar ao empate.
Pelo contrário, aos forasteiros tudo corria de feição e, aos 28', no segundo remate efectuado à baliza, novamente de fora da área e sem hipóteses de defesa para Samuel, os leirienses elevavam para 0-2. Se as coisas já não corriam bem, a partir daqui e até ao intervalo ainda pioraram e o melhor que se conseguiu foi um remate de Marc à barra, na sequência de um livre lateral.
Após o descanso, a atitude dos beiramarenses alterou-se e, como prémio dessa mudança, Xavi, Ricardo Tavares, aos 57', reduziria para 1-2, dando o melhor seguimento de cabeça a um cruzamento da direita de Xavi, após lance de insistência.
Nesta fase só dava Beira-Mar, que carregou ainda mais após o golo na procura do empate, que poderia ter acontecido, aos 63', num remate forte de Marc defendido com aperto pelo guardião de Marrazes, ou aos 69', num cruzamento/remate de Gui Matos que o guardião contrário voltou a desviar com um soberbo golpe de rins.
E foi com o Beira-Mar na procura incessante do empate, que os visitantes chegaram ao 1-3, aos 71', num lance absolutamente fortuito e algo caricato, com Manel a perder incompreensivelmente a bola na nossa área e a permitir o terceiro golo, no terceiro remate efectuado pelo nosso opositor. Melhor eficácia era impossível!
Pensou-se que o jogo estava decidido, após um golpe tão cruel, mas foi aqui que o comandante da prova revelou um pouco do seu carácter, acreditando até ao fim. Aos 79', Ricardo Tavares ameaçou o golo, num remate à meia-volta que passou muito perto do poste, após amortecer no peito um cruzamento efectuado por Xavi.
Já com Manel a jogar na frente, foi no seguimento de um cruzamento seu, aos 82', que Xavi, também de cabeça, fez o 2-3, fazendo acreditar de novo que ainda ainda era possível. E era, na realidade, se Gui Matos, no minuto seguinte, não falhasse o empate, rematando à boca da baliza uma bola cruzada por Subtil e que acabou por sair acima do travessão. Verdade que, aos 89', num lance que estragou os 100 por cento de eficácia à equipa de Marrazes, Samuel evitou o golo com uma grande defesa para canto, desviando para canto mais um venenoso remate desferido do maio da rua, mas o período de compensações (4 minutos) foi ainda tempo para imensas peripécias. Primeiro, e por duas vezes, Junior Bangura, teve o golo muito perto, não tendo sido feliz na direcção dos seus oportunos remates, mas o empate haveria mesmo por chegar. Decorria o derradeiro minuto quando Marc, numa última arrancada, é claramente derrubado na área. Grande penalidade indiscutível, prontamente assinalada e superiormente transformada no 3-3 pelo "7" da formação aurinegra, que minimizou os danos sofridos pela sua equipa e conferiu mais justiça ao marcador.
Boa arbitragem do Sr. Joel Sousa, juiz da AF Aveiro.
(0-2, ao intervalo)
Repetindo o resultado obtido no jogo da primeira volta (3-3), a equipa de juniores do SC Beira-Mar voltou a ser surpreendida pela formação do Leiria e Marrazes, que aproveitou de novo a forma passiva como os aurinegros entraram no jogo para adquirirem vantagem (0-2 e 1-3) que só foi desfeita quando o tempo de compensações já se esgotava, acabando este empate por se ter revelado uma mal menor para os anfitriões. A divisão de pontos fica mais a dever-se aos deméritos dos comandados de António Luís (não se pode pensar que os jogos se ganham apenas e só por ser o 1º classificado, nem cometer erros impensáveis), do que à qualidade da formação forasteira, que tem, na verdade, 2 jogadores acima da média, mas que deve à eficácia do seu remate a verdadeira razão para o resultado positivo que alcançou (em 4 remates fez 3 golos).
Na casa emprestada do Campo Dr. Manuel Santos Pato, em Bustos, o Beira-Mar apresentou:
Samuel (gr); Xavi, Michael dos Santos e André Rosa; Balacó (cap), Bernardo Subtil, Gui Matos e Nazmi (Junior Bangura, 81'); Ricardo Tavares e Marc.
Suplentes não utilizados: Hugo (gr) e Carlos.
Sem evidenciar grande dinâmica e revelando até alguma passividade na entrada em jogo, a verdade é que os aurinegros dispuseram , logo nos minutos iniciais, de 2 boas ocasiões para inaugurar o marcador. Decorria o primeiro minuto da partida e já Balacó, com um passe a rasgar, colocava Ricardo Tavares na cara do guarda-redes, que saiu ao encontro do avançado aveirense e desfez o perigo. Aos 8' seria Bernardo Subtil a isolar Marc, que preferiu rematar de primeira mas sem direcção. E, no primeiro remate feito às redes defendidas por Samuel, o Leiria e Marrazes colocava-se em vantagem. O 0-1 resultou de um remate indefensável, desferido de fora da área, após uma segunda bola recolhida na sequência da marcação de um pontapé de canto.
É evidente que tudo isto pode deitar a moral de uma equipa abaixo, mas o líder da série C do campeonato nacional da 2ª divisão tem de ser mentalmente mais forte do que aquilo que revelou a seguir. Mesmo assim, aos 14', Gui Matos, com um remate cruzado, fez a bola sair muito perto do poste mais distante, e Bernardo Subtil, aos 24', sozinho em frente à baliza, cabeceou ao lado um cruzamento da direita do "10" aveirense, gorando-se nestes 2 lances a possibilidade de chegar ao empate.
Pelo contrário, aos forasteiros tudo corria de feição e, aos 28', no segundo remate efectuado à baliza, novamente de fora da área e sem hipóteses de defesa para Samuel, os leirienses elevavam para 0-2. Se as coisas já não corriam bem, a partir daqui e até ao intervalo ainda pioraram e o melhor que se conseguiu foi um remate de Marc à barra, na sequência de um livre lateral.
Após o descanso, a atitude dos beiramarenses alterou-se e, como prémio dessa mudança, Xavi, Ricardo Tavares, aos 57', reduziria para 1-2, dando o melhor seguimento de cabeça a um cruzamento da direita de Xavi, após lance de insistência.
Nesta fase só dava Beira-Mar, que carregou ainda mais após o golo na procura do empate, que poderia ter acontecido, aos 63', num remate forte de Marc defendido com aperto pelo guardião de Marrazes, ou aos 69', num cruzamento/remate de Gui Matos que o guardião contrário voltou a desviar com um soberbo golpe de rins.
E foi com o Beira-Mar na procura incessante do empate, que os visitantes chegaram ao 1-3, aos 71', num lance absolutamente fortuito e algo caricato, com Manel a perder incompreensivelmente a bola na nossa área e a permitir o terceiro golo, no terceiro remate efectuado pelo nosso opositor. Melhor eficácia era impossível!
Pensou-se que o jogo estava decidido, após um golpe tão cruel, mas foi aqui que o comandante da prova revelou um pouco do seu carácter, acreditando até ao fim. Aos 79', Ricardo Tavares ameaçou o golo, num remate à meia-volta que passou muito perto do poste, após amortecer no peito um cruzamento efectuado por Xavi.
Já com Manel a jogar na frente, foi no seguimento de um cruzamento seu, aos 82', que Xavi, também de cabeça, fez o 2-3, fazendo acreditar de novo que ainda ainda era possível. E era, na realidade, se Gui Matos, no minuto seguinte, não falhasse o empate, rematando à boca da baliza uma bola cruzada por Subtil e que acabou por sair acima do travessão. Verdade que, aos 89', num lance que estragou os 100 por cento de eficácia à equipa de Marrazes, Samuel evitou o golo com uma grande defesa para canto, desviando para canto mais um venenoso remate desferido do maio da rua, mas o período de compensações (4 minutos) foi ainda tempo para imensas peripécias. Primeiro, e por duas vezes, Junior Bangura, teve o golo muito perto, não tendo sido feliz na direcção dos seus oportunos remates, mas o empate haveria mesmo por chegar. Decorria o derradeiro minuto quando Marc, numa última arrancada, é claramente derrubado na área. Grande penalidade indiscutível, prontamente assinalada e superiormente transformada no 3-3 pelo "7" da formação aurinegra, que minimizou os danos sofridos pela sua equipa e conferiu mais justiça ao marcador.
Boa arbitragem do Sr. Joel Sousa, juiz da AF Aveiro.
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