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sábado, 4 de janeiro de 2014

JUNIORES A: Penalti "fantasma" precipitou derrota auri-negra

UD Oliveirense, 3 - SC Beira-Mar, 0
(1-0, ao intervalo)

Uma grande penalidade inexistente, assinalada a 3 minutos do intervalo pelo Sr. Daniel Cardoso, árbitro da AF Aveiro designado para apitar a partida da primeira jornada de 2014 do campeonato nacional de juniores da 1ª divisão entre a Oliveirense e o Beira-Mar, abriu caminho aos anfitriões para uma vitória preciosa, por 3-0, sobre os auri-negros, que viram a sua situação na tabela classificativa complicar-se fortemente. A formação de António Luís não esteve bem neste jogo após as mini-férias, mas este lance, aliado ao segundo golo obtido quando ainda não se havia esgotado o primeiro minuto após o recomeço, acabou por ter um peso bastante significativo no ânimo e motivação doa aveirenses e, consequentemente, no desfecho final.
Com 5 jogadores juvenis na convocatória, o Beira-Mar apresentou-se com:
Hugo (gr); André Silva, Ricardo Pinto (Lane, 58'), Fábio e Filipe Melo; Miguel Campos e Tiago Ramalho; André Santos (Bruno Lopes, 68'), Pedro Aparício e Diogo Castor; Fábio Cortesão.
Suplentes não utilizados: Diogo Nogueira (gr), Gui Ramos, João Neves, Bruno Reis e Bernardo Subtil.
A Oliveirense entrou melhor no jogo e, através de um futebol prático e musculado, foi conquistando sucessivos pontapés de canto no início da partida. E, aos 9', na sequência do sexto "corner" apontado pelos donos do terreno, valeu Filipe Melo, sobre a linha de golo, para evitar o primeiro dos locais.
Sempre com maior pendor ofensivo da Oliveirense, aos 22', os anfitriões "cheiraram" de novo o golo, mas aqui valeu aos aveirenses a inoperância de Luís e de Miguel, que se atrapalharam mutuamente e perdoaram, mesmo à boca da baliza, a abertura do marcador.
O Beira-Mar sacudiu a pressão por volta dos 25' e o primeiro aviso foi dado por Diogo Castor, com um remate espontâneo, desferido de fora da área, que obrigou Parreira a uma boa intervenção, desviando a bola com o punho por cima do travessão. Mais à frente, aos 37', foi a vez de André Santos, na sua estreia pela equipa de juniores, rematar em posição frontal, à entrada da área, lance que morreu nas mãos do guardião local.
A Oliveirense também ameaçou novamente, aos 40', em mais um pontapé de canto executado na esquerda pelo "capitão" Fazenda, que apanhou Diogo ao segundo poste, mas o "16" da casa falhou escandalosamente o cabeceamento. E estava-se numa fase de jogo mais equilibrada quando o juiz da partida, que já vinha revelando uma gritante dualidade de critérios nas faltas assinaladas, com prejuízo para os auri-negros, transformou um pé em riste de um jogador da Oliveirense numa grande penalidade mentirosa que Miguel aproveitou para desfeitear Hugo e mandar a sua equipa para as cabinas a vencer por 1-0.
Foi um duro golpe nas aspirações beiramarenses, que viram ainda, logo no recomeço, antes mesmo de se esgotar o primeiro minuto, o seu adversário elevar para 2-0. Foi seu autor Miguel, que bisou de uma forma fácil, na boca do golo, um cruzamento da esquerda de Luís, que trabalhou bem o lance.
E se o jogo não ficou decidido neste momento, acabou por fica-lo pouco depois, aos 56', quando Luís, num pontapé de ressaca após mais um canto conquistado pela Oliveirense, fixou o resultado final em 3-0.
As equipas sentiram que dificilmente o vencedor do jogo não estaria encontrado, o jogo "partiu-se" e, até final, assistiu-se a um confronto equilibrado, em que o golo poderia ter surgido em ambas as balizas. A Oliveirense dispôs de soberanas ocasiões aos 63' (Hugo evita o "chapéu" ao isolado Sérgio), aos 74' (Bruno Lopes safa na linha um cabeceamento de Diogo após canto de Coutinho na direita) e aos 80' (Ricardo Tavares falhou de baliza aberta após jogada de insistência de Luís, na direita). Os auri-negros poderiam ter chegado ao tento de honra aos 72' (boa jogada de ataque, com Lane a ser servido na direita e a colocar na boca do golo onde Melo chegou ligeiramente atrasado) e aos 84' (emenda de Lane, servido por Bento Cortesão, desviada providencialmente por um adversário).
Como balanço, diríamos que a vitória da Oliveirense acaba por ser justa, face a um jogo pouco conseguido por parte dos auri-negros, mas a forma como iniciaram a sua caminhada triunfal ajudou bastante e foi um tónico determinante.

domingo, 22 de dezembro de 2013

JUNIORES A: O crime (às vezes) não compensa

SC Beira-Mar, 1 - GD Chaves, 1
(0-1, ao intervalo)

Numa partida não muito bem jogada, com poucas situações de finalização e ainda menos oportunidades de golo, a equipa de juniores do SC Beira-Mar empatou a um golo na recepção ao GD Chaves, actual quarto classificado da Zona Norte do campeonato nacional da 1ª divisão. Os flavienses, que estiveram em vantagem desde os 19' da primeira parte, viram os auri-negros chegar à igualdade já em período de compensação, através da transformação de uma grande penalidade que conferiu justiça mínima ao marcador, ao mesmo tempo que foi um castigo insuficiente para uma formação transmontana que recorreu ao mais despudorado antijogo durante praticamente todo o segundo tempo.
Numa tarde solarenga do primeiro dia deste Inverno, o técnico António Luís apresentou no estádio Mário Duarte a seguinte formação:
Hugo (gr); Bruno Reis (Lane, 55'), Miguel Campos, Fábio e Filipe Melo; Tiago Ramalho, Bernardo Subtil (Bruno Lopes, 71') e André Silva; Bento Cortesão, Pedro Aparício e Diogo Castor.
Suplentes não utilizados: Diogo Nogueira (gr), Gui Ramos, Ricardo Pinto e Balseiro.
A primeira parte foi mais ou menos o espelho de quase todo o jogo, partida equilibrada, as equipas a equivalerem-se, mas a chegarem poucas vezes com perigo às áreas adversárias. E o resumo foi de uma oportunidade apenas para cada lado, com a diferença da situação auri-negra ter levado a bola ao poste (Diogo Castor, aos 6'), em oposição à eficácia flaviense, que chegou ao 0-1 (Baba Basse, 19'), na única oportunidade para marcar que os transmontanos tiveram ao longo de toda a partida.
O segundo tempo começou por dar continuidade a este jogo pouco interessante, do ponto de vista do espectáculo, a que se estava a assistir, com a agravante da formação de Chaves ter regressado ao terreno de jogo apenas com o intuito de segurar a vantagem, recorrendo a todos os mais baixos expedientes para fazer passar o tempo, o que aumentava ainda mais a monotonia.
Mas, no último quarto-de-hora, fruto também das alterações introduzidas pela equipa técnica do Beira-Mar, os auri-negros ganharam um ascendente claro e passaram a ameaçar mais de perto a baliza contrária. Lane (um juvenil que fez a sua estreia neste escalão), aos 75', deu o primeiro aviso, rematando em posição frontal, da zona da meia-lua, com a bola a sofrer um desvio e a passar muito perto do poste direito. Pedro Aparício, aos 82', também após uma transição rápida, imitou o colega, e rematou à entrada da área, com a bola a passar ligeiramente ao lado. Neste lance, em que o árbitro deu a lei da vantagem, Baba Basse, o autor do golo do Chaves, viu o segundo amarelo por uma falta que deixou Diogo Castor por terra, passando o nosso adversário a jogar os últimos minutos em inferioridade numérica.
A cada minuto que passava aumentava o antijogo contrário e a pressão do Beira-Mar, tendo Diogo Castor desperdiçado a mais flagrante oportunidade de todo o encontro, quando, aos 85', surgiu solto ao segundo poste e finalizou para fora um cruzamento da direita de André Silva.
É altura de falar do árbitro, Sr. Pedro Maia, da AF Porto, que fez tudo o que pôde, o que é raro ver-se nos nossos campos de futebol, para combater o antijogo flaviense. Começou por dar uns mais do que justificados 6 minutos de compensação e, quando estavam esgotados 2, deu ordem de expulsão, por acumulação de amarelos a castigar as sucessivas e gritantes perdas de tempo, ao defesa-direito do Chaves. Foi já a jogar contra 9 unidades que o Beira-Mar chegou ao empate, a um minuto do final da compensação, com Pedro Aparício a não vacilar da marca de grande penalidade, bem assinalada, e a minimizar a injustiça que o placard registava.
Não satisfeitos, após o empate, os flavienses viram ainda mais um jogador ser expulso por protestos, situação que se repetiria com um quarto flaviense, que viu a cartolina vermelha já após o final do jogo. Corajoso neste capítulo, o árbitro portuense, que, tendo estado igualmente bem no capítulo técnico, não pactuou com estes usuais mas condenáveis artifícios que apoucam o futebol, contribuindo para que uma equipa que luta pelos lugares cimeiros recebesse um castigo mais do que justo e que deveria servir-lhes de lição para o futuro. O futebol é para ser jogado com lisura, respeitando-se todos os intervenientes: adversários, árbitros e assistência. FAIR-PLAY, RESPECT, já ouviram falar?

domingo, 15 de dezembro de 2013

JUNIORES A: Derrota pesada

Leixões SC, 4 - SC Beira-Mar, 0
(1-0, ao intervalo)

A equipa de juniores do SC Beira-Mar saiu esta tarde do Complexo Desportivo de Leça da Palmeira vergada ao peso da maior derrota sofrida até agora no campeonato nacional da 1ª divisão, caindo aos pés do Leixões por esclarecedores 4-0 após 3 partidas consecutivas sem perder. Os auri-negros ainda discutiram o jogo durante grande parte do primeiro tempo, mas uma sucessão de erros abriu caminho à vitória dos matosinhenses, que justificaram bem os 3 pontos alcançados.
Os aveirenses apresentaram-se com:
Hugo (gr); Bruno Reis (Bruno Lopes, 73'), Miguel Campos, Fábio e Filipe Melo; André Silva, Bernardo Subtil (Ricardo Pinto, 73') e Pedro Aparício (cap); Lucas, Diogo Castor e Bento Cortesão (Tiago Ramalho, 60').
Suplentes não utilizados: João Paulo (gr) e Gui Ramos.
A primeira parte teve uns primeiros 20 minutos de equilíbrio, com ambas as equipas na procura da vantagem, que poderia ter acontecido para os auri-negros logo aos 5', na sequência de uma boa jogada pela direita, com Bruno Reis a cruzar para um cabeceamento em zona frontal de Castor que saiu à figura do guardião Nuno. Os da casa responderam pouco depois, aos 7', num lance que se repetiria ao longo da partida e que causou estragos na defensiva aveirense. Lançamento longo da linha lateral, a bola a sobrar para Miguel Ângelo, que rematou forte, dentro da área, sendo a bola desviada para canto pela muralha de pernas que encontrou à sua frente.
Passado este período, o Leixões começou a ganhar ascendente e ameaçou com a vantagem aos 23', na melhor ocasião de golo até então. O nº 9 Onieka surge em posição isolada face a Hugo, mas falha o remate e perde soberana oportunidade para abrir o marcador. Também aos 26', mais uma vez na sequência de um lançamento lateral, os matosinhenses estiveram perto do golo, com a bola a ficar à disposição de um jogador do Leixões que rematou para uma defesa de recurso de Hugo, ressaltando a bola para o poste e, depois, aliviada para canto. No seguimento do mesmo, e dando sequência a esta fase de maior assédio da formação da casa, Filipe Machado fez o 1-0.
O Beira-Mar até reagiu muito bem à desvantagem e, aos 29', após uma jogada do ataque aveirense pelo flanco esquerdo, Bernardo Subtil acorre ao cruzamento e remata de pronto no coração da área, com a bola a ir embater caprichosamente no poste direito da baliza matosinhense. Pertenceria, no entanto, a Onieka a derradeira situação de perigo antes do descanso, quando, aos 40', recebeu na área de costas para a baliza e rematou à meia-volta, fazendo sair a bola muito perto do poste.
A entrada para o segundo tempo foi desastrosa para as pretensões auri-negras que sofreram o 2-0 antes de se esgotar o primeiro minuto, num aproveitamento por parte de Onieka de um desentendimento entre Hugo e um seu colega. O mesmo jogador, aos 48', poderia ter elevado a contagem, mas o seu cabeceamento, na sequência de um livre lateral, foi devolvido pelo travessão.
Após esta entrada apática, os aveirenses ainda tentaram voltar a entrar no jogo, tendo ficado na retina um remate forte de Bernardo Subtil, desferido de fora da área aos 58', que fez a bola passar muito perto do poste.
E foi neste melhor período do Beira-Mar no segundo tempo que, aos 68', surgiu o 3-0 que arrumou em definitivo com o jogo. O árbitro da partida, o bracarense Sr. Luciano Maia, que esteve de um modo geral bem, assinalou uma grande penalidade muito contestada pelos responsáveis aveirenses e Chico, encarregado da marcação, não se fez rogado e ampliou a vantagem.
Foi um rude golpe no ânimo dos jovens beiramarenses, que viram ainda Pedro Santos apontar o 4-0, aos 77', na sequência de uma série de ressaltos e bolas no ar na área aveirense. Até final, nota para mais uma bola na barra da baliza de Hugo, já em período de compensação e para a justiça da vitória dos matosinhenses, num jogo em que a nossa equipa não esteve nos melhores dias.

sábado, 7 de dezembro de 2013

JUNIORES A: Quebrado o enguiço

SC Beira-Mar, 2 - A Académica C, 1
(1-1, ao intervalo)

Sem ganhar desde o dia 21 de Setembro, tendo já, por algumas vezes, deixado fugir na parte final vantagens que garantiam 3 pontos, os juniores auri-negros "mataram o borrego" esta tarde e conquistaram uma preciosa vitória diante da Académica de Coimbra, que receberam no relvado do "velhinho" Mário Duarte.
O triunfo da formação orientada por António Luís não sofre qualquer espécie de contestação, sendo de inteira justiça a atribuição dos 3 pontos a quem foi superior durante a maior parte do encontro e criou o maior e melhor número de oportunidades de golo. Sendo de louvar o bloco compacto como a equipa se apresentou, com grande sentido colectivo e capacidade organizativa, merece destaque o "bis" de Diogo Castor, que, com uma grande exibição, conseguiu uma reviravolta no marcador, que chegou a ter os conimbricenses em vantagem, e garantiu um "saltinho" na luta pela manutenção.
Numa tarde solarenga de um Outono que se está despedir, o SC Beira-Mar apresentou:
Hugo (gr); Bruno Reis, Miguel Campos, Fábio e Filipe Melo; André Silva, Bernardo Subtil e Pedro Aparício (cap); Lucas (Tiago Ramalho, 73'), Diogo Castor (Ricardo Pinto, 90+3') e Bento Cortesão (Bruno Lopes, 87').
Suplentes não Utilizados: João Paulo (gr) e Gui Ramos.
O início do jogo revelou uma Académica de maior pendor ofensivo, ainda que sem deslumbrar e sem provocar grandes problemas ao último reduto aveirense. No entanto, como diz o ditado, tantas vezes o cântaro vai à fonte... Assim, aos 11', no primeiro lance de perigo na área do Beira-Mar, surgido na sequência de um livre a meio do meio-campo auri-negro, a bola é ganha de cabeça na zona do segundo poste, sobrando para a zona central onde, mais lesto que todos, Saltão atirou para o fundo da baliza de Hugo.
A reacção ao 0-1 foi excelente por parte dos auri-negros, que passaram a mandar no jogo e dominaram até ao final da primeira parte, superiorizando-se largamente aos "estudantes". Logo aos 14' surgiu a primeira hipótese de chegar ao empate, num livre de Bernardo Subtil que apanhou Bento Cortesão solto ao segundo poste, mas o cabeceamento do "9" aveirense saiu ao lado.
A igualdade, no entanto, não tardaria muito e, aos 23', num período em que já era bem justificado, o Beira-Mar chegou ao 1-1. O empate foi obtido por Diogo Castor na transformação de uma grande penalidade, por derrube claro ao mesmo jogador, que tinha sido superiormente isolado por Pedro Aparício e num lance em que o guardião Miguel Rodrigues não viu a cor correcta do cartão que o juiz bracarense lhe exibiu.
A igualdade manteve-se até ao intervalo, mas este era um resultado com algum sabor a pouco para a formação de António Luís, que continuou a brindar-nos com um excelente futebol até ao apito para o descanso. Fábio, aos 28', na sequência de um canto de Castor, cabeceou contra as costas de um adversário e, aos 35', um remate de Lucas, à meia-volta, fez a bola passar muito perto do poste, dois lances que poderiam ter colocado alguma maior justiça nos números do marcador.
O segundo tempo principiou do mesmo modo como tinha acabado a etapa inicial, isto é, com o Beira-Mar por cima e a procurar chegar à vantagem. Logo na primeira jogada, um soberbo lance de futebol colectivo, Pedro Aparício conduz a bola desde o seu meio-campo, abre na esquerda em Bento Cortesão, que cruza para a boca da baliza, onde Diogo Castor chega ligeiramente atrasado e é antecipado pelo guarda-redes Miguel.
Esta boa entrada aveirense seria premiada pouco depois, aos 50', com a obtenção do 2-1. O lance começa numa reposição rápida de bola em jogo por parte de Hugo, após um canto contra, tendo Diogo Castor aproveitado o desentendimento entre Jorge Silva e o guardião Miguel para se interpor, ganhar a bola e fazer o golo na baliza deserta.
Em desvantagem, cabia agora à Académica tomar a iniciativa do jogo, que lhe foi concedida pelos auri-negros, que por sua vez, apostando agora mais nas transições rápidas, continuaram a ser a equipa mais perigosa.
Aos 63', após um cruzamento do lado esquerdo, a bola sobra para Bernardo Subtil, que fica com a baliza à sua mercê do lado contrário, mas uma deficiente recepção não permite o aproveitamento da oportunidade. Ainda mais flagrante foi a ocasião surgida aos 84', numa jogada de contra-ataque conduzida pelo lado direito, com Bernardo Subtil muito forte a ganhar a linha e a dar atrasado para o seu colega, que disparou dentro da área, sendo a bola desviada miraculosamente por um adversário.
A Académica era absolutamente ineficiente e apenas na sequência de um canto, já em período de compensação, causou um pequeno calafrio, que passou e deixou que o resultado premiasse quem melhor se exibiu.
A arbitragem do Sr. Pedro Ferreira, da AF Braga, esteve globalmente em bom plano, mas, na nossa opinião, errou ao não expulsar o guarda-redes Miguel, no lance da grande penalidade e prolongou injustificadamente, por mais 2 minutos, os 4 que tinha dado de compensação!

sábado, 30 de novembro de 2013

JUNIORES A: Empate com sabor a pouco

FC Paços Ferreira, 1 - SC Beira-Mar, 1
(0-0, ao intervalo)

A equipa de juniores do SC Beira-Mar saiu esta tarde de Paços de Ferreira com um ponto na bagagem, mas a par desta boa notícia trouxe também um ligeiro amargo de boca por mais uma vantagem perdida na ponta final de um jogo que lhe poderia ter conferido uma vitória, que fez por merecer.
Numa tarde fria de Outono, o técnico António Luís apresentou:
Hugo (gr); Bruno Reis, Fábio, Miguel Campos e Rúben Marques (Bruno Lopes, 73'); André Silva, Bernardo Subtil (André Rosa, 90+3') e Pedro Aparício; Lucas (Bento Cortesão, 84'), Diogo Castor e Filipe Melo.
Suplentes não utilizados: João Paulo e Gui Ramos.
O primeiro tempo desenrolou-se sem que nenhuma das equipas tivesse evidenciado superioridade sobre a outra, pelo que o equilíbrio foi a nota dominante. Contudo, ainda que a iniciativa do jogo tivesse pertencido mais aos anfitriões, foram os aveirenses que mais e melhores situações de perigo criaram durante estes primeiros 45 minutos.
Bernardo Subtil, aos 15' e Pedro Aparício, aos 23', ensaiaram remates cheios de intenção e que erraram o alvo por muito pouco. Pouco depois, aos 25', na sequência de uma transição rápida e de uma boa combinação de Diogo Castor com Pedro Aparício, o "capitão" auri-negro rematou em posição frontal, sem oposição, mas voltou a não acertar com a baliza.
O Paços de Ferreira apenas aos 30' fez o seu primeiro remate com algum perigo, porque foi executado da zona da meia-lua, mas a bola saiu à figura de Hugo. Pertenceria, no entanto e uma vez mais, ao Beira-Mar a mais flagrante oportunidade de golo até então, quando, aos 39' e após um ressalto de bola, Filipe Melo ficou na cara do guardião Marco, que ofereceu o corpo ao remate do seu adversário e evitou o pior para a sua equipa.
Já perto do intervalo, aos 42', numa fase do jogo em que já se sentia que o nulo era mais penalizador para a formação auri-negra, o Paços de Ferreira ganhou um livre perto da área aveirense e em posição frontal, tendo o remate de Fred feito a bola embater na barra da baliza de Hugo. Mas ainda antes que o árbitro mandasse recolher as equipas aos balneários, aos 44', o Beira-Mar construiu mais uma jogada que deu mesmo a sensação de golo, mas o remate forte de Castor, desferido dentro da área depois de uma solicitação da esquerda de Filipe Melo, que cruzou rasteiro, apenas tirou tinta ao poste pelo lado de fora. Terminava assim uma primeira parte em que os comandados de António Luís estiveram muito bem e mereciam mesmo a vantagem neste período de jogo.
O segundo tempo mostrou uma tendência ligeiramente diferente da etapa inicial, com o Beira-Mar a entrar por cima e a obrigar o Paços de Ferreira a jogar em contra-ataque. Pertenceu aos pacenses, contudo, a primeira situação de perigo, quando, aos 47', o endiabrado Barnes combinou com um colega e surgiu na cara de Hugo que lhe dificultou a finalização, acabando o lance por perder-se.
Em termos de ocasiões de golo, o Beira-Mar responderia aos 54', na sequência de um pontapé de canto, com Miguel Campos a fazer um pontapé de ressaca que o guardião da casa desviou para a barra, acabando a bola por sair por cima. Na jogada seguinte, Diogo Castor solicitou a entrada de Pedro Aparício na zona frontal, mas o remate do "10" aveirense não levou direcção, perdendo-se mais uma boa ocasião para sair na frente do marcador.
Com o Beira-Mar entusiasmado na procura do golo, o jogo "partiu-se" e os espaços passaram a surgir mais para as investidas pacenses. Foi assim que Hugo, aos 66', teve de se aplicar para evitar que Rodrigo facturasse, quando lhe surgiu pela frente após jogada de insistência. Passados dois minutos, o perigo voltou a rondar a baliza beiramarense, com Bruno Reis a cortar para o poste um passe atrasado para a boca da baliza de Barnes, após boa jogada individual pela esquerda.
Nesta altura do jogo, com ambas as equipas na procura dos 3 pontos, respondeu o Beira-Mar, aos 71', com mais uma soberana oportunidade para chegar ao golo. Valeu Marco, que defendeu superiormente o cabeceamento de Filipe Melo, efectuado ao segundo poste, na sequência de uma solicitação teleguiada de Pedro Aparício.
E, aos 75', finalmente o golo, que, diga-se, colocou alguma justiça no marcador. Diogo Castor, com um remate cruzado, de pé esquerdo, num lance de 1 contra 1, bateu Marco sem remissão e colocou a sua equipa em vantagem.
Porém, não duraria muito este 0-1, uma vez que o Paços chegaria ao empate 5 minutos depois, num lance em que Fred cruzou bem da direita para uma finalização de cabeça do recém-entrado Barbosa que definiu o 1-1 final.
Os 10 minutos finais foram de algum ascendente pacense, mas seria o Beira-Mar, aos 83', num lance de contra-ataque em superioridade numérica (3 contra 1), que dispôs da mais flagrante ocasião para desfazer a igualdade, que é capaz de não ter deixado ninguém muito satisfeito.
A arbitragem do açoriano Hugo Teixeira, da AF Angra do Heroísmo, que esteve bem na maior parte do tempo, poderá ter ficado manchada por uma grande penalidade cometida sobre Filipe Melo e que ficou por assinalar, e ainda por um critério desigual no capítulo disciplinar e em que os aveirenses terão algumas razões de queixa.

domingo, 3 de novembro de 2013

JUNIORES A: Vida difícil

SC Beira-Mar, 1 - FC Vizela, 3
(0-0, ao intervalo)

Falta ainda muito campeonato até se chegar ao momento das grandes decisões, mas a derrota deste sábado, sofrida em casa frente ao Vizela, um adversário que luta pelos mesmos objectivos, deixou a equipa de juniores do SC Beira-Mar numa situação bem mais difícil. O capital de pontos perdido nestas duas últimas jornadas, em jogos frente a equipas do "mesmo" campeonato, pode acarretar danos futuros que só mais tarde se saberá avaliar.
Não teve sorte o Beira-Mar, num jogo que poderia ter caído em termos do vencedor para qualquer dos lados, acabando por ser mais feliz o Vizela, que sai de Aveiro com uma vitória que lhes deve dar muito alento.
No Estádio Mário Duarte, o técnico António Luís apresentou:
Hugo (gr), Bruno Reis, Miguel Campos, Fábio e Filipe Melo; André Silva, Tiago Ramalho (Bruno Filipe, 77'), Bernardo Subtil (Rúben Marques, int) e Pedro Aparício; Lucas (Bento Cortesão, 62') e Diogo Castor.
Suplentes não utilizados: João Paulo (gr), Ricardo Pinto, Gui e João Sachetti.
Sem que se tivesse revelado ainda qualquer tendência em termos da assunção do jogo, aos 4', o Vizela criou muito perigo junto da baliza de Hugo, na sequência de um livre frontal bem ensaiado que conduziu a um remate cruzado que levou a bola a passar muito perto do poste mais distante. Com o Beira-Mar a revelar imensas dificuldades na construção do jogo para levar a bola até à grande área adversária e com o futebol directo também a não frutificar, foram os vizelenses que melhor passaram a estar, fazendo a bola circular mais vezes no meio-campo auri-negro. Ainda assim, verdade seja, lances de perigo não existiram.
O Beira-Mar espevitou à passagem da meia-hora e, aos 31', Diogo Castor, lançado na esquerda, foge ao seu adversário e atrasa para um remate de Pedro Aparício que apanha uma adversário no caminho. Pouco depois, aos 34', na sequência de um canto, é Filipe Melo que proporciona ao guardião vizelense uma soberba defesa, que ainda permitiu uma recarga de cabeça de Miguel que saiu ao lado.
O segundo tempo começou com uma flagrante oportunidade de golo para o Beira-Mar e com o primeiro sinal de que a sorte não estava, nesta partida, com os aveirenses. A saída, após o intervalo, pertenceu ao Vizela, mas Rúben Marques recuperou rapidamente a bola e lançou Diogo Castor, que se isolou pela direita e rematou cruzado, levando a bola a bater caprichosamente no poste mais distante já com o guardião completamente batido.
O jogo abriu, assistiam-se a transições rápidas de uma e outra equipa e sentia-se que o golo poderia cair para qualquer um dos lados. E parecia que, aos 57', seria o Beira-Mar a inaugurar o marcador. Numa boa jogada pela esquerda, Diogo Castor coloca a bola na boca da baliza, fora do alcance do guarda-redes, servindo Rúben Marques, que ainda está para saber como é que a sua finalização não resultou em golo. Com efeito, a sua emenda, efectuada na boca do golo, sem qualquer oposição e de baliza aberta, foi desviada em cima da linha por um defesa que acorreu de trás. Já tínhamos visto este "filme", mais ou menos idêntico, há oito dias na Póvoa de Varzim.
Era uma fase do jogo em que o Beira-Mar estava claramente melhor, e a comprová-lo, aos 63', mais uma flagrante oportunidade desperdiçada, desta vez por Diogo Castor, que rematou em zona frontal, após assistência de Bento Cortesão, por cima do travessão.
Pois, lá vem o chavão, quem não marca sofre. Mas foi o que aconteceu. Aos 66', aproveitando um ressalto de bola, após um primeiro remate desviado por um aveirense, um jogador adversário, em posição duvidosa, fez facilmente o 0-1.
O Beira-Mar procurou reagir, mas em jogada de contra-ataque, passados dois minutos, o Vizela voltou a ameaçar através de um remate cruzado que não passou muito longe da baliza. Não surtiu efeito desta vez, mas resultou aos 79', com o 0-2 a surgir após uma troca de bola à entrada da área do Beira-Mar que foi finalizada com um remate rasteiro e bem colocado que não deu qualquer hipótese de defesa a Hugo.
Parecia decidido o jogo, mas com o Beira-Mar a reduzir para 1-2 logo no minuto seguinte, por Fábio, que fuzilou na pequena área uma bola nascida de um pontapé de canto, os dados voltaram a ficar baralhados. Por pouco tempo, contudo, já que num lance pouco habitual, aos 84', o guardião do Vizela entrou para a história do jogo, quiçá do campeonato, marcando o 1-3 definitivo com um pontapé desferido à saída da sua grande-área que surpreendeu Hugo, traído pelo ressalto de bola à sua frente. Era demasiado para o ânimo auri-negro...
O Sr. Renato Gonçalves, juiz da AF Guarda, realizou um trabalho equilibrado (dúvidas na regularidade do primeiro golo), num jogo em que, nos momentos cruciais, a sorte esteve sempre com os vizelenses, que tiveram o mérito de a procurar.

sábado, 26 de outubro de 2013

JUNIORES A: Deslumbramento custou 2 pontos

Varzim SC, 2 - SC Beira-Mar, 2
(0-2, ao intervalo)

A equipa de juniores do SC Beira-Mar perdeu esta tarde excelente oportunidade para averbar uma vitória no terreno de um adversário directo e que lhe deu imensas facilidades durante grande parte do jogo, acabando por deixar fugir na segunda parte a vantagem de 2 golos com que tinha chegado ao intervalo. Podendo ter "matado" em definitivo a partida em duas ocasiões, a formação auri-negra deixou que o Varzim acreditasse após ter reduzido a sua desvantagem e foi incapaz de contrariar o empenho e a determinação que os poveiros puseram na parte final do encontro, período em que, reduzidos a 10 elementos, souberam chegar ao empate e causar mais alguns calafrios no último reduto aveirense.
Num bem tratado relvado do Estádio Municipal da Póvoa de Varzim, e sob uma boa arbitragem do Sr. Pedro Maia, árbitro da AF Porto, o Beira-Mar apresentou-se com:
Hugo (gr); Bruno Reis, Fábio, Miguel Campos e Filipe Melo; André Silva, Tiago Ramalho, Lucas (João Sachetti, 64') e Pedro Aparício; Bento Cortesão (Rúben Marques, 52') e Diogo Castor (André Rosa, 87').
Suplentes não utilizados: João Paulo (gr), Ricardo Pinto, Bruno Lopes e Bernardo Subtil.
Desde cedo se verificou que o modo como o Varzim defendia, com uma linha muito alta, poderia vir a ser bem aproveitado pelo Beira-Mar, que faz das transições um dos seus pontos fortes. Por várias vezes isso poderia ter acontecido, mas falou sempre arte e engenho aos aveirenses para executar o último passe na perfeição ou mais discernimento para não caírem na armadilha do fora-de-jogo. Mas, tantas vezes o cântaro vai à fonte... E foi isso que aconteceu, aos 24', com Pedro Aparício a desmarcar no tempo exacto Lucas, que ficou na cara do guardião poveiro e não perdoou, fazendo o 0-1.
Os donos do terreno apenas chegavam à grande área de Hugo em lances de bola parada, particular em que não estivemos fortes, tendo passado mesmo por alguns apuros em pontapés de canto que deixavam a bola saltitar muito tempo dentro da nossa grande área.
Mas a receita do primeiro golo voltaria a funcionar, aos 42', com Pedro Aparício, desta vez, a isolar na direita Diogo Castor que tocou para a boca da baliza à saída do guarda-redes, permitindo que Bento Cortesão fizesse facilmente o 0-2.
No segundo tempo o Varzim encetou uma reacção, mas foram os auri-negros que, aos 57', dispuseram de uma soberana oportunidade para "acabar" com o jogo. André Silva isolou Rúben na esquerda, este penetrou na área e disparou para uma defesa por instinto, com o pé, do guarda-redes varzinista. E quando, aos 60', após uma boa jogada de envolvimento no ataque do Beira-Mar, em que a bola circulou da esquerda para a direita, permitindo a Lucas um remate que pecou na potência e na direcção que levou (à figura do guarda-redes), parecia que a decisão do jogo dificilmente seria diferente da de uma vitória para as cores auri-negras. Puro engano! Dando sequência às ameaças que já tinha feito na primeira parte em lances deste tipo, o Varzim, aos 66', reduziu para 1-2 na sequência da marcação de um pontapé de canto.
Pior do que isso foi, no lance seguinte, em jogada de contra-ataque bem urdida pelos aveirenses, Pedro Aparício ter aparecido na cara do guardião contrário, rematado para a baliza deserta, mas de modo a permitir a um defesa, vindo de trás, o corte com a cabeça no momento em que se aguardava o terceiro golo para a formação orientada por António Luís.
E foi já em desvantagem numérica (expulsão do jogador nº 10, aos 78') que, aos 84', o Varzim chegou ao empate, um golo de belo efeito obtido através de um remate indefensável desferido a uns bons 25 metros da baliza. Os auri-negros tremeram, deixaram que o Varzim se empolgasse e isso quase lhes custava o escasso ponto que trouxeram para Aveiro, quando, já em período de compensação, Hugo evita o golo saindo com coragem aos pés de um jogador isolado.
Feito o balanço, a conclusão aponta para um jogo em que, sem dúvida, os auri-negros deixaram fugir uma vitória que esteve por demais ao seu alcance.

domingo, 20 de outubro de 2013

JUNIORES A: Um quarto-de-hora fatídico

Vitória SC (Guimarães), 4 - SC Beira-Mar, 2
(3-1, ao intervalo)

Terminou como uma derrota para os auri-negros a primeira volta do campeonato nacional de juniores da 1ª divisão, tendo a formação orientada por António Luís averbado em Guimarães o seu terceiro desaire consecutivo, este por 4-2.
Num jogo em que os aveirenses até entraram muito bem, com Bento Cortesão e Pedro Aparício a enjeitarem nos minutos iniciais duas boas oportunidades para tomar avanço no marcador, o segundo quarto-de-hora viria a revelar-se decisivo no desfecho da partida, tendo os vimaranenses chegado rapidamente ao 3-0, com golos aos 15', 20' e 30'. O melhor que os aveirenses conseguiram fazer nesta etapa inicial foi reduzir para 3-1, aos 40', através do "capitão" Pedro Aparício.
Se alguma expectativa ainda havia para o período complementar, ela viria praticamente a ser desfeita logo no seu começo, com o Vitória a chegar ao 4-1 à passagem dos 50'.
Com o jogo praticamente decidido, assistiu-se, ainda assim, a uma tentativa por parte da nossa equipa de minorar os estragos, mas o desperdício continuou a ser a nota dominante. Foi já em cima dos 90' regulamentares que Diogo Castor conseguiu encurtar distâncias, obtendo mais um golo para a sua conta pessoal e que colocou o resultado final num 4-2 menos castigador.
Alinharam:
João Paulo (gr); Rúben Marques (João Sachetti, 55'), Miguel Campos, Fábio e Filipe Melo; André Silva, Tiago Ramalho, Pedro Aparício e Lucas (André Rosa, 75'); Bento Cortesão (Bruno Reis) e Diogo Castor.

sábado, 5 de outubro de 2013

JUNIORES A: Custa muito perder assim

SC Beira-Mar, 0 - FC Porto, 1
(0-0, ao intervalo)

Foi dramático o final do jogo para os jovens sub-19 do SC Beira-Mar, que tudo tinham feito ao longo do jogo, diante do líder incontestado da Zona Norte do campeonato nacional da 1ª divisão, para não saírem derrotados do estádio Mário Duarte neste final de tarde de sábado. Mas, quando todos aguardavam o final do jogo, com o nulo a persistir no marcador e a hipótese, à partida remota, de amealhar mais um pontinho a ganhar contornos de realidade, o FC Porto, na última jogada do desafio e utilizando o desesperado "chuveirinho", foi bafejados pela sorte e aproveitou um ressalto para trair as esperanças dos auri-negros e marcar o único golo da partida. Assim, custa muito, foi imerecido, mas os nossos jogadores, que em duas semanas seguidas perdem tangencialmente com os dois primeiros classificados, dando sempre uma boa imagem em campo, só têm de encarar da mesma forma o futuro e nada temer, porque os dias bons hão-de chegar.
Naturalmente que, ao longo do jogo, os azuis-e-brancos tiveram sempre a iniciativa, consentida, aliás, mas a verdade é que, durante os primeiros 45 minutos, nunca foram capazes de romper a bem organizada equipa do Beira-Mar e não dispuseram de uma única oportunidade de golo.
No segundo tempo, apesar das duas alterações produzidas por Nuno Capucho logo no recomeço e de uma maior velocidade de execução imposta ao jogo, caberia ao Beira-Mar a primeira grande situação de golo, num contra-ataque conduzido pela direita por Pedro Aparício, que cruzou rasteiro para o meio, onde Miguel Oliveira falhou a finalização na boca da baliza, ainda que apertado por um defesa contrário.
Estavam decorridos 50' de jogo, e apenas aos 59' o FC Porto criou perigo, ainda assim através de um remate em arco, desferido pelo jogador nº 10 de fora da área, mas que a barra da baliza de Hugo devolveu. No desenvolvimento da jogada, os portistas ganharam um canto, onde também criaram algum "frisson", com o nº 9 a falhar a direcção do remate, desferido à entrada da pequena área.
E foi tudo em termos de ocasiões de golo. Como a posse de bola não dá vitórias, era bem justo o nulo que se manteve quase até ao final dos incompreensíveis 4' de compensação dados pelo árbitro, mas aquele despejo de bola para a área, em desespero de causa, na última jogada do encontro, deu a vitória ao FC Porto, que, neste jogo, pouco fez para a merecer.
O técnico António Luís fez alinhar:
Hugo (gr); Bruno Reis (Bernardo Subtil, 60'), Fábio, André Silva e Filipe Melo; Tiago Ramalho (Henrique, 78'), Pedro Aparício, Rúben Marques e Diogo Castor; Miguel Oliveira e Bento Cortesão (João Sachetti, 60').
Suplentes não utilizados: João Paulo (gr), André Rosa, Alexandre e Lucas.

sábado, 28 de setembro de 2013

JUNIORES A: Lance infeliz derrota auri-negros

SC Braga, 1 - SC Beira-Mar, 0
(0-0, ao intervalo)

Um golo solitário e afortunado do "capitão" arsenalista Reko, obtido aos 69', foi o suficiente para derrotar a equipa de juniores do SC Beira-Mar na sua deslocação ao Campo da Ponte, em Braga, num jogo em que os aveirenses estiveram muito bem na primeira parte e controlaram quase sempre na segunda a natural reacção dos donos do terreno ao nulo que se verificava ao intervalo. O empate era um justo prémio para os comandados de António Luís, que deixaram uma boa imagem na cidade dos arcebispos, sobretudo em termos de organização defensiva, já que em termos ofensivos a retaguarda bracarense pouco foi incomodada.
Surpreendentemente, o primeiro quarto de hora foi do Beira-Mar, que confundiu o seu adversário com uma boa circulação de bola, empurrando o jogo para o meio-campo da casa. Passado este período, naturalmente o Braga equilibrou e passou, depois, a deter uma maior posse de bola, mas a verdade é que o jogo esteve sempre controlado por parte da nossa equipa, que não permitiu que o seu adversário criasse uma única oportunidade de golo durante os primeiros 45 minutos.
No segundo tempo, as coisas apresentaram-se um pouco diferentes, com o Braga a instalar-se no meio-campo auri-negro ainda que mostrando alguns sinais de nervosismo com o passar do tempo perante a bem organizada equipa do Beira-Mar. Se na primeira parte não tinha havido ocasiões de golo, na etapa complementar há registo apenas de um lance, aos 60', em que Joca apareceu solto ao segundo poste a cabecear para fora um cruzamento vindo do flanco direito.
O jogo decidir-se-ia num lance, aos 69', em que o Sr. Hélder Lamas, árbitro da AF Braga, concedeu (mal) um livre em posição frontal, na zona da meia-lua. Reko, encarregado da marcação, atiraria contra a barreira, mas no ressalto, com a bola a ficar de novo à sua mercê, recargou, fazendo a bola bater à frente de Hugo, que foi traído pela trajectória e deixou escapar a bola para dentro da baliza.
Até final, ainda que houvesse vontade por parte da nossa equipa de reverter a situação, as lacunas ofensivas vieram ao de cima e, como o Braga também se deu por satisfeito com o resultado, mais nada digno de registo se passou até ao apito final do juiz da partida.
Alinharam pela Beira-Mar:
Hugo (gr); Bruno Reis (Henrique, 79'), Miguel Campos, Fábio e Filipe Melo; André Silva e Rúben Marques; Bento Cortesão (André Rosa, 74'), Pedro Aparício (cap) e Miguel Oliveira (Tiago Ramalho, 65'); Diogo Castor.
Suplentes não utilizados: João Paulo (gr), Ricardo Pinto, Lucas e Alexandre.

domingo, 22 de setembro de 2013

JUNIORES A: Uma vitória fundamental

SC Beira-Mar, 3 - UD Oliveirense, 0
(2-0, ao intervalo)

Os juniores do Beira-Mar obtiveram este sábado uma importante vitória frente à Oliveirense, batendo um dos seus adversários teoricamente directos por confortáveis 3-0. Sem estar em causa a justiça do vencedor, que só poderia ser a formação orientada por António Luís, a diferença no marcador não traduz o equilíbrio que na maior parte do tempo as equipas evidenciaram neste jogo. Foi a eficácia auri-negra a principal razão da vitória do Beira-Mar, frente a um adversário que se mostrou apenas perigoso em lances de bola parada. Valeu em dois ou três momentos desses o guardião Hugo, os ferros da sua baliza, ou a falta de pontaria forasteira.
Sob um intenso calor no Mário Duarte, a partida começou com maior iniciativa por parte dos donos do terreno, perante uma Oliveirense que mostrava algumas cautelas iniciais. Contudo, os auri-negros não materializavam em situações de perigo esse seu ascendente inicial e foi mesmo a turma de Oliveira de Azeméis a dispor da primeira grande situação de golo. Na marcação de um livre lateral no flanco esquerdo, aos 17', a bola é metida na área, onde surge um jogador livre de marcação a desviar para a baliza, valendo a defesa por instinto de Hugo que enviou a bola para canto, mesmo a roçar a barra. Pouco depois, aos 20', novamente num lance de bola parada, desta feita um livre do lado contrário, Emanuel (nº 27) surge completamente solto a cabecear por cima da baliza, com Hugo apenas pela frente.
Foram dois momentos de alguma sorte para a nossa baliza, mas, no minuto seguinte, Pedro Aparício lançou Henrique na área e o avançado auri-negro fez um "chapéu" à saída do guardião contrário, que só não resultou em golo porque um defesa safou a bola em cima da linha, quando todos se apressavam para festejar.
Apenas aos 33' de jogo a formação azul-grená, que até aí apenas se tinha mostrado em lances de bola parada, criou a primeira situação de perigo em jogada de bola corrida. Num lance pelo corredor direito, após cruzamento rasteiro e desvio de Hugo para a sua baliza, quando também já se gritava golo, a bola foi providencialmente tirada em cima da linha e o nulo manteve-se. Por pouco tempo, porém, já que, aos 36', numa jogada iniciada e finalizada por Pedro Aparício, que abriu na direita em Rúben e apareceu na área a finalizar de cabeça o cruzamento do colega, o Beira-Mar chegava ao 1-0.
Esse golo galvanizou ainda mais os jogadores auri-negros, que aproveitaram o momento para pouco depois, aos 39', chegarem a novo golo. O 2-0 surge numa jogada de contra-ataque que teve início em Pedro Aparício, com o "capitão" aveirense a solicitar Diogo Castor, que, após uma boa recepção na frente, rematou de pronto, cruzado, de nada valendo o esforço do guarda-redes de Oliveira de Azeméis.
Em desvantagem ao intervalo, quiçá por uma diferença exagerada, a Oliveirense assumiu as despesas do jogo no segundo tempo, contudo o seu futebol era inconsequente e a organização auri-negra ia bem dando conta do recado. Só as bolas paradas continuavam a ser o "calcanhar de Aquiles" da formação visitada e o grande perigo dos forasteiros. E foi na sequência de mais um livre lateral, aos 60', que a Oliveirense voltou a estar perto do golo, quando o nº 4 Adélio Melo desviou de cabeça para a barra uma bola que, caprichosamente e de uma forma afortunada para a nossa equipa, teimou em não entrar.
À parte os livres e pontapés de canto, a equipa da Oliveirense não se mostrou capaz de entrar na defesa aveirense e seria mesmo o Beira-Mar que, aos 74', em jogada de contra-ataque lançada por Diogo Castor, viu André Rosa isolar-se mas não ter forças para ir até ao fim e finalizar a flagrante oportunidade de golo. No entanto, o 3-0 surgiria mesmo, aos 86', novamente em contra-ataque e após uma boa combinação de Diogo Castor e André Rosa, com este a receber na esquerda o passe do colega, a progredir, e a devolver-lhe a bola para o lado contrário,  de onde o endiabrado avançado auri-negro rematou cruzado, fora do alcance do guarda-redes.
A comprovar que este era mesmo um dia não para a formação oliveirense, já em período de compensação, o ex-auri-negro Ricardo Tavares desperdiçou ainda uma grande penalidade, rematando para fora, com Hugo já lançado para o lado contrário da baliza.
Em suma, vitória justa do Beira-Mar, que apresentou melhor futebol e foi mortiferamente eficaz, perante uma Oliveirense pobre de ideias, e que fez das bolas paradas o meio para chegar à baliza adversária e criar algum perigo.
Sob uma arbitragem sem grandes reparos (dúvidas na grande penalidade -mão na bola ou bola na mão?) a equipa do Beira-Mar apresentou:
Hugo (gr); Bruno Reis, Miguel Campos, Fábio e Filipe Melo; André Silva, Rúben Marques e Pedro Aparício (cap); Henrique (André Rosa, 64'), Diogo Castor e Miguel Oliveira (Lucas, int, Diogo Palma, 79').
Suplentes não utilizados: João Paulo (gr), Ricardo Pinto, Bento Cortesão e Diogo Carvalho.

domingo, 15 de setembro de 2013

JUNIORES A: Jogou-se mal em Chaves

GD Chaves, 2 - SC Beira-Mar, 1
(1-0, ao intervalo)

Num jogo de fraca qualidade, a equipa de juniores do SC Beira-Mar perdeu este sábado em Chaves, por 2-1, diante de um adversário que também pouco fez para merecer os 3 pontos. Fica a ideia que foi igualmente perdida uma excelente oportunidade para que os auri-negros amealhassem pontos frente a um opositor que não mostrou ser superior e que lutará certamente pelos mesmos objectivos dos aveirenses.
A partida começou a ser jogada de uma forma atabalhoada, com ambas as equipas a mostrarem pouca qualidade de jogo e a espelharem bem aquilo que seria o espectáculo a proporcionar. Os poucos motivos de interesse só seriam quebrados aos 24', quando Diogo Castor aproveita uma falha defensiva de um defesa flaviense, fica isolado mas remata torto na cara do guarda-redes, perdendo uma soberana ocasião para inaugurar o marcador.
Não aproveitou o Beira-Mar, fê-lo o Chaves, à passagem da meia-hora de jogo, quando a defensiva aveirense permitiu que um cruzamento da direita fosse finalizado pelo jogador nº 17 na cara de Hugo, que ainda defendeu um primeiro cabeceamento mas não evitou que a recarga com o pé, pelo mesmo jogador, ditasse o 1-0.
Até ao intervalo, nota para uma boa defesa de Hugo, que evitou o segundo golo dos transmontanos, aos 42', defendendo com segurança um cabeceamento perigoso efectuado após a marcação de um canto do lado direito.
O segundo tempo mostrou quase sempre o Beira-Mar na procura do empate, ainda que a maior parte das vezes de uma forma inconsequente, e um Chaves que dava mostras de estar satisfeito com o resultado, demorando até à exaustão a reposição da bola em jogo. Foi com este cenário de jogo que, aos 55', o Chaves, num lançamento longo que deixou o seu jogador nº 11 na cara de Hugo, quase chegava ao segundo golo, que, diga-se, nada tinha feito para merecer.
As tentativas aveirenses, frustradas na maioria das vezes, só aos 74' estiveram perto de dar resultado, mas André Silva falhou a finalização e a igualdade quando surgiu solto ao segundo poste a acorrer a um cruzamento do lado esquerdo de Henrique.
Foi a melhor situação que o Beira-Mar teve na segunda parte, mas foi o Chaves que chegou ao 2-0, aos 84', depois de ter ameaçado aos 76', quando Hugo negou o golo ao atleta nº 99 da casa, que surgiu também solto ao segundo poste. O golo da tranquilidade transmontana surgiu de uma iniciativa do seu jogador nº 9, que saiu com a bola controlada da esquerda para o meio, de onde desferiu o remate certeiro, ainda de fora da área, que bateu Hugo, tornado infrutífera a estirada do guardião auri-negro.
Parecia que tudo estava decidido, mas Diogo Castor, na jogada seguinte e também em jogada individual, ainda deu esperança à sua equipa quando o seu remate forte e colocado, desferido de fora da área, reduziu para 2-1. Até final, o Beira-Mar sufocou a equipa da casa na procura da igualdade, que seria o resultado que melhor se adequava ao mau jogo proporcionado por ambos, mas o tempo já era escasso e a clareza de ideias também.
Para este jogo de Chaves, que teve uma boa arbitragem, o técnico António Luís fez alinhar:
Hugo (gr); Bruno Reis (Bento Cortesão, 82'), Miguel Campos, Fábio Maio e Filipe Melo; Tiago Ramalho, André Silva, Lucas (Henrique, 61') e Pedro Aparício (cap); Alexandre (Diogo Palma, int) e Diogo Castor.
Suplentes não utilizados: João Paulo (gr), André Rosa, Ricardo Pinto e Bernardo Subtil.

domingo, 8 de setembro de 2013

JUNIORES A: Castigo demasiado severo

SC Beira-Mar, 0 - Leixões SC, 3
(0-2, ao intervalo)

A equipa de juniores do SC Beira-Mar perdeu, na tarde de sábado, o seu jogo do campeonato nacional da 1ª divisão, partida que marcava a recepção ao Leixões, a formação que segue na vice-liderança da Zona Norte. A vitória dos matosinhenses, no balanço geral da partida, não sofre contestação, já os 0-3 do resultado final parecem-nos números algo exagerados para um jogo em que, no primeiro tempo, o Beira-Mar até esteve melhor. No entanto, a quebra dos aveirenses na etapa complementar, mormente na última meia hora, permitiu que o Leixões materializasse uma superioridade que acabou por justificar os 3 pontos conquistados.
O técnico António Luís apresentou para esta partida do Mário Duarte os seguintes elementos:
Hugo (gr); Bruno Reis, Gui (Fábio, 27'), Miguel Campos e Filipe Melo; Tiago Ramalho (Henrique, 60'), Bernardo Subtil, André Silva e Pedro Aparício; Diogo Castor e Lucas (Diogo Palma, 70').
Suplentes não utilizados: João Paulo (gr), André Rosa, Bento Cortesão e Ricardo Pinto.
Depois de um início de jogo equilibrado e em que, de uma forma fortuita, o Leixões se adiantaria no marcador logo aos 6', num lance de insistência em que o número 9 apareceu a cabecear na cara de Hugo, ficando muitas dúvidas sobre se a bola terá ultrapassado completamente a linha de baliza, o Beira-Mar começou a aparecer mais no jogo e a ganhar algum ascendente sobre os matosinhenses.
A resposta poderia ter sido dada, aos 9', numa jogada pela direita em que, ao cruzamento de Bernardo Subtil, correspondeu Diogo Castor com um cabeceamento que foi às malhas laterais. Aos 19', sempre pelo corredor direito, é André Silva que entra à linha de fundo e cruza, desta vez para Lucas, que também cabeceou com muito perigo mas ligeiramente ao lado. Os auri-negros porfiavam na busca do empate e, aos 24', o golo poderia ter de novo acontecido numa situação de superioridade numérica não aproveitada mas que, mesmo assim, ainda proporcionou um remate solto de Lucas para uma defesa segura do guardião visitante.
Por esta altura o Beira-Mar já merecia pelo menos a igualdade, mas seriam os forasteiros, aos 35', a chegar ao 0-2, numa bola que sobrou após um lançamento de linha lateral executado para dentro da área. Ainda que a nossa equipa tenha acusado este golo e baixado de produção, este resultado ao intervalo era deveras lisonjeiro para os matosinhenses, que apenas ganharam vantagem em lances saídos praticamente do nada.
O início do segundo tempo mostrou um jogo aberto e muito movimentado, de parada e resposta, mas, depois do Leixões, aos 58', ter criado outra vez muito perigo para as redes de Hugo, num lance estudado após livre lateral, o Beira-Mar praticamente acabou e, na última meia hora, quase só deu Leixões.
O terceiro golo esteve iminente aos 68', valendo a saída arrojada de Hugo, que ofereceu o corpo à bola rematada por um jogador que lhe surgiu completamente isolado após jogada de contra-ataque. O guardião aveirense voltaria a mostrar a sua classe, aos 75', numa situação idêntica ao do lance anterior, desta feita desviando o remate do jogador nº 11. A equipa da casa mostrava, por esta altura, muitas dificuldades para discutir o jogo, acusando um desgaste físico que permitia situações de perigo a cada jogada de ataque dos jogadores do Leixões. Voltou a valer Hugo, aos 88', defendendo para canto um remate do isolado nº 10 leixonense, mas na sequência do mesmo o guardião aveirense foi incapaz de suster um remate de ressalto que originou o definitivo 0-3. Em período de compensação, e com a nossa equipa já completamente em baixo, os números poderiam ter sido mais dilatados, mas isso seria ainda mais injusto, sobretudo pela boa imagem deixada pela formação de António Luís na 1ª parte.
Não foi pela arbitragem do árbitro conimbricense, Sr. José Pedro Laranjeira, que o Beira-Mar perdeu o jogo, mas nos lances que suscitaram dúvidas, nomeadamente o do primeiro golo, as decisões foram sempre em desfavor dos auri-negros.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

JUNIORES A: Resistência auri-negra não evitou a derrota

A Académica C, 2 - SC Beira-Mar, 1
(0-0, ao intervalo)

Em mais uma jornada intercalar do campeonato nacional de juniores da 1ª divisão, a equipa do SC Beira-Mar foi esta tarde derrotada tangencialmente pela Académica, que somou os 3 pontos em disputa como resultado do 2-1 que se verificou no final.
O ascendente do jogo pertenceu sempre aos donos do terreno e só a ineficácia estudantil a par com uma sólida organização auri-negra justificavam o nulo que se verificava ao intervalo.
No segundo tempo e, porque não dizê-lo, um pouco contra a corrente do jogo, Lucas adiantou a turma aveirense no marcador, finalizando do lado direito uma excelente jogada protagonizada por Pedro Aparício.
A Académica reagiu ao golo, a pressão intensificou-se, a nossa equipa mostrava alguma dificuldade em manter a posse da bola e a resistência viria mesmo a acabar, aos 77', com a obtenção do empate por parte dos conimbricenses. Pouco depois, aos 83', consumava-se a reviravolta no marcador e a Académica passava definitivamente para a frente com a concretização do 2-1 final.
Destaque para um livre apontado por Bernardo Subtil, aos 88', que levou a bola a embater nos ferros da baliza e que, por pouco, não resultou na reposição da igualdade, desfecho que seria um justo prémio para a aplicação da nossa equipa.
No estádio Sérgio Conceição, em Taveiro, o Beira-Mar alinhou com:
Hugo (gr); Bruno Reis, Gui, Fábio Maio e André Rosa; Tiago Ramalho, André Silva, Lucas e Pedro Aparício; Diogo Castor e Diogo Palma.
Entraram ainda: Bernardo Subtil, Bento Cortesão e Henrique.

sábado, 31 de agosto de 2013

JUNIORES A: Vitórias que valem ouro

SC Beira-Mar, 1 - FC Paços Ferreira, 0
(0-0, ao intervalo)

À 4º jornada, a equipa de juniores do SC Beira-Mar estreou-se a vencer no campeonato nacional da 1ª divisão, batendo esta tarde, por um tangencial 1-0, a até agora invicta formação do Paços de Ferreira. Foi um triunfo muito sofrido, arrancado no limite das forças de todos os jogadores auri-negros e perante um adversário que evidenciou ser forte. Os 3 pontos amealhados valem ouro, numa prova em que é muito difícil vencer e em que vai ser necessário, como hoje, deixar tudo em campo.
No primeiro tempo, apesar de ambas as equipas terem desfrutado de excelentes ocasiões para inaugurar o marcador, foram os "castores "que se mostraram mais afoitos, exerceram maior domínio e, em quantidade de oportunidades de golo, estiveram melhor do que os auri-negros. No espaço de um minuto (5' e 6'), o golo rondou a baliza de Hugo, sempre com o endiabrado extremo, nº 3 pacense, no "olho do furacão". Valeu o guardião aveirense no primeiro lance e o poste da sua baliza no segundo. Mais à frente (13' e 15'), foi o estratega da equipa (nº 10) a ameaçar a baliza da casa. Mais uma vez Hugo, ajudado por Gui, evitou o pior para a sua equipa no primeiro destes lances, tendo o jogador pacense errado a pontaria na finalização de uma jogada individual que protagonizou a seguir.
Era um período de ascendente forasteiro, que apenas foi quebrado aos 22', numa jogada de contra-ataque pela direita, com Diogo Castor a cruzar para a entrada de Diogo Palma, que falhou a emenda à boca da baliza. Foi a primeira grande situação de golo para o Beira-Mar, que, aos 35', dispôs, talvez, da mais flagrante oportunidade para marcar. Diogo Castor voltou a estar muito activo na direita, de onde cruzou milimetricamente para a entrada de rompante do "capitão" Pedro Aparício, que cabeceou rente ao poste, quando procurava, na cara do guardião contrário, colocar a bola fora do seu alcance.
Até ao intervalo, nota para mais dois lances de perigo, ambos na grande-área auri-negra, com os pacenses a voltarem a estar perto do golo. Aos 37', no seguimento de uma jogada pela direita, Hugo não consegue segurar o cruzamento, mas os jogadores da "Capital do Móvel" foram bastante cerimoniosos na hora da recarga. No minuto seguinte, é um passe a rasgar que coloca o nº 9 na cara de Hugo, que, valentemente, lhe negou os intentos, defendendo para canto.
A segunda parte iniciou-se a um ritmo muito elevado, mostrando um jogo aberto, movimentado e com as duas equipas interessadas na vitória. Foi novamente o Paços de Ferreira que esteve, primeiro, perto de inaugurar o marcador, numa jogada individual, aos 58', do recém-entrado nº 17 a que só Hugo pôs cobro, e, pouco depois, aos 65', num remate cruzado do nº 18 que saiu muito perto do poste.
A partir daqui o Beira-Mar respondeu com um período de jogo em que mostrou alguma supremacia e o golo aveirense esteve também iminente. Aos 67', no seguimento de uma jogada iniciada no flanco direito, a bola sobrou para André Silva, que, livre de marcação e em posição frontal dentro da área, rematou torto. No minuto seguinte, foi Lucas que não deu a melhor direcção a um cabeceamento executado ao segundo poste após livre lateral de Diogo Castor.
A melhor fase de jogo dos donos do terreno viria a ser premiada com a obtenção do 1-0, estavam decorridos 72'. A jogada é de combinação pela esquerda, com Pedro Aparício a ligar com André Silva, que cruzou rasteiro para uma finalização certeira de Lucas, que entrou decidido pela zona central.
O Paços de Ferreira reagiu à desvantagem, mas tudo parecia correr de feição para a nossa equipa, quando os pacenses ficaram reduzidos a 10 unidades, aos 78'. Até porque, no minuto seguinte, Lucas esteve muito próximo de bisar, mas deixou-se antecipar no momento de cabecear na boca do golo um excelente cruzamento da esquerda de Henrique.
Com o cansaço a fazer-se sentir e com Miguel Campos a ver também segundo cartão amarelo, aos 86', e a deixar as equipas numericamente equilibradas, os instantes finais foram de verdadeiro sufoco para os aveirenses. Valeu Hugo, que evitou o golo contrário em cima dos 90' regulamentares, com uma grande estirada que desviou para canto a bola rematada ainda de longe. Já em período de compensação, foi novamente o guarda-redes da casa a negar o golo ao nº 9 do Paços, que lhe surgiu na cara. Pedro Aparício, após combinação com Henrique, poderia, pouco depois, ter ampliado a vantagem, mas uma vitória por números mais dilatadas não seria de modo nenhum adequado.
Num jogo que teve uma arbitragem equilibrada do Sr. Pedro Vilaça, da AF Porto, o SC Beira-Mar apresentou, numa tarde de muito calor no estádio Mário Duarte, os seguintes elementos:
Hugo (gr); Bruno Reis, Gui, Miguel Campos e Filipe Melo; André Silva, Bernardo Subtil (Lucas, 61') e Pedro Aparício; Diogo Castor, Diogo Palma (Henrique, 70') e Bento Cortesão (Tiago Ramalho, int).
Suplentes não utilizados: João Pedro (gr), Fábio Maio, André Rosa e Diogo Carvalho.

sábado, 24 de agosto de 2013

JUNIORES A: Derrota clara em Vila do Conde

Rio Ave FC, 3 - SC Beira-Mar, 0
(1-0, ao intervalo)

Não foi feliz a nossa equipa de juniores na sua deslocação a Vila do Conde, onde foi claramente vencida por 3 golos sem resposta. Ao cabo de 3 jornadas e após os 2 empates anteriores, a formação de António Luís sofreu a primeira derrota e adiou para mais tarde a conquista da primeira vitória.
Numa primeira parte repartida e sem evidentes ocasiões de golo, os donos do terreno, aproveitaram um livre aos 30' para abrir o marcador, tendo um desvio de cabeça valido ao Rio Ave regressar aos balneários a vencer tangencialmente por 1-0.
No segundo tempo, com o vento a seu favor, esperava-se uma boa resposta dos auri-negros, mas foram os vilacondenses que ampliaram para 2-0, aos 65', numa jogada de contra-ataque em que a defesa aveirense parou e deixou isolado o marcador do golo. O Rio Ave confirmaria a conquista e a justiça dos 3 pontos, com a obtenção do terceiro golo, aos 80', na transformação de uma grande penalidade.
Jogaram pelo Beira-Mar: Hugo (gr); Bruno Reis, Gui, Miguel Campos e André Rosa; Tiago Ramalho, André Silva, Bernardo Subtil e Pedro Aparício; Diogo Castor e Diogo Palma.
Pedro Aparício foi substituído ao intervalo por Balseiro que, no decorrer do segundo tempo e por lesão, cederia o seu lugar a Alexandre. Também na etapa complementar, Lucas entrou para o lugar de Bernardo Subtil.
Na próxima jornada (sábado, dia 31) a nossa equipa recebe o Paços de Ferreira.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

JUNIORES A: Auri-negros trazem novo empate de Vizela

FC Vizela, 1 - SC Beira-Mar, 1
(0-1, ao intervalo)

Numa jornada intercalar agendada para hoje e relativa ao campeonato nacional de juniores da 1ª divisão, a equipa do SC Beira-Mar, depois do empate em casa frente ao Varzim na jornada inaugural da prova (1-1), regressa de Vizela com o mesmo resultado na bagagem. Vale isto por dizer que a equipa comandada por António Luís averba 2 pontos ao cabo de 2 jornadas e, sendo certo que ainda não colheu o sabor da vitória, também é verdade que ainda não perdeu.
O resultado ajusta-se ao desenrolar da partida, que teve uma primeira parte em que o jogo foi repartido mas que os aveirenses aproveitaram para se adiantar no marcador, através de André Silva, que deu vantagem à sua equipa ainda antes da meia hora com um remate certeiro desferido de fora da área.
No segundo tempo o Vizela reagiu à desvantagem, tomou algum ascendente, falhou mesmo uma grande penalidade (superiormente defendida por Hugo), acabando por chegar à igualdade em cima dos 90' regulamentares.
A nossa equipa apresentou:
Hugo (gr); Bruno Reis, Gui, Miguel Campos e André Rosa; Tiago Ramalho, Lucas, André Silva e Bernardo Subtil; Balseiro e Diogo Castor.
No próximo sábado os auri-negros têm nova deslocação, desta feita a Vila do Conde onde defrontarão o Rio Ave.

sábado, 17 de agosto de 2013

JUNIORES A: Beira-Mar e Varzim repartem pontos na estreia

SC Beira-Mar, 1 - Varzim SC, 1
(1-1, ao intervalo)

A equipa de juniores do SC Beira-Mar assinalou com um empate o seu regresso ao campeonato nacional da 1ª divisão que hoje se iniciou, tendo a divisão de pontos entre auri-negros e varzinistas resultado de um empate a uma bola numa jornada inaugural disputada no estádio Mário Duarte. Assinale-se a estreia com um golo de Diogo Palma (ex-Marítimo Olhanense), que envergou pela primeira vez a camisola auri-negra. O desfecho pode considerar-se justo, ainda que ambas as equipas possam reclamar para si oportunidades para terem vencido a partida.
A primeira parte foi extremamente equilibrada, típica de início de época, com as equipas a demonstrarem algumas insuficiências em termos de construção do jogo, tendo os golos acontecido, de forma algo fortuita, ainda numa fase inicial. Adiantou-se o Varzim, aos 5', num lance pelo corredor direito que culminou num cruzamento que sobrevoou Hugo, com a bola a bater na barra e a sobrar para o oportuno nª 9, que se limitou a empurrar a bola para o fundo das redes. Também num lance inesperado viria o Beira-Mar a repor a igualdade, quando o estreante Diogo Palma, aos 19', aproveitou um deslize do guardião poveiro, que deixou passar um atraso de um colega e ofereceu de bandeja o empate ao avançado aveirense.
Numa fase do jogo sem grandes emoções, registo apenas para um livre lateral em que Diogo Castor, em boa posição, viu o seu remate ser desviado providencialmente para canto por um defesa varzinista. Apenas na parte final da etapa inicial a partida ganhou alguma emoção, com a equipa visitante a dispor de 3 boas oportunidades para regressar aos balneários em vantagem. Aos 42', por 2 vezes, o golo esteve iminente, primeiro com a bola a ser retirada em cima da linha já com Hugo fora dos postes, e depois com uma recarga que só o travessão da baliza aveirenses impediu que se convertesse em golo. No minuto seguinte foi um cruzamento da direita a terminar num remate falhado na boca da baliza.
A segunda parte mostrou um jogo mais aberto, primeiro com o Varzim a assumir as despesas mas sem nunca ter criado verdadeiras situações de perigo e depois com o Beira-Mar a equilibrar e a passar a posição dominante, tendo ficado na retina os lances em que os pupilos de António Luís poderiam ter selado a vitória no jogo. Balseiro, aos 69', após livre de Castor na direita, cabeceou à vontade na boca do golo, mas a bola foi caprichosamente devolvida pelo poste. Mais tarde, aos 82', num momento que seria certamente decisivo, os auri-negros voltam a estar, por duas vezes no mesmo lance, muito perto de se adiantarem no marcador, mas o guardião varzinista redimiu-se do erro do primeiro tempo e negou, com duas defesas por instinto, o golo a Balseiro e a Pedro Aparício na insistência.
Com uma arbitragem exemplar do Sr. Tiago Antunes, da AF Coimbra, o SC Beira-Mar apresentou:
Hugo (gr); Bruno Reis, Gui (Lucas, int), Miguel Campos e Filipe Melo (André Rosa, 48'); Tiago Ramalho, André Silva, Bernardo Subtil e Pedro Aparício (cap); Diogo Palma (Balseiro, int) e Diogo Castor.
Suplentes não utilizados: João Paulo (gr), Fábio, Ricardo Pinto e Alexandre.

terça-feira, 23 de julho de 2013

Sorteios: Juniores e juvenis conheceram calendários nacionais

O auditório Manuel Quaresma foi, esta 3ª feira, o palco dos sorteios da 1ª fase dos campeonatos nacionais de juvenis e de juniores da 1ª divisão, provas onde o SC Beira-Mar irá participar a partir do fim-de-semana de 17 e 18 do próximo mês de Agosto.
Os calendários relativos à 1ª volta ficaram assim definidos:

JUNIORES (Zona Norte)
1ª Jornada: 17-08-2013 - SC Beira-Mar - Varzim SC
2ª Jornada: 21-08-2013 - FC Vizela - SC Beira-Mar
3ª Jornada: 24-08-2013 - Rio Ave FC - SC Beira-Mar
4ª Jornada: 31-08-2013 - SC Beira-Mar - FC Paços Ferreira
5ª Jornada: 04-09-2013 - A Académica C - SC Beira-Mar
6ª Jornada: 07-09-2013 - SC Beira-Mar - Leixões SC
7ª Jornada: 14-09-2013 - GD Chaves - SC Beira-Mar
8ª Jornada: 21-09-2013 - SC Beira-Mar - UD Oliveirense
9ª Jornada: 28-09-2013 - SC Braga - SC Beira-Mar
10ª Jornada: 05-10-2013- SC Beira-Mar - FC Porto
11ª Jornada: 20-10-2013- Vitória SC (Guimarães) - SC Beira-Mar

A 1ª fase termina a 25 de Janeiro de 2014 e transitam para a 2ª fase, que apurará o campeão, os 4 primeiros classificados. As restantes 8 equipas disputarão a 2 voltas uma fase de manutenção/descida, para onde transportam os pontos adquiridos na 1ª fase. Descem à 2ª divisão os últimos 3 classificados.

JUVENIS (Série C)
1ª Jornada: 18-08-2013 - CF Repesenses -  SC Beira-Mar
2ª Jornada: 25-08-2013 - SC Beira-Mar - Anadia FC
3ª Jornada: 01-09-2013 - UD Leiria - SC Beira-Mar
4ª Jornada: 08-09-2013 - SC Beira-Mar - SC Covilhã
5ª Jornada: 15-09-2013 - Académico Viseu FC - SC Beira-Mar
6ª Jornada: 22-09-2013 - SC Beira-Mar - A Académica C
7ª Jornada: 20-10-2013 - SC Beira-Mar - AC Marinhense
8ª Jornada: 27-10-2013 - A Naval 1º Maio - SC Beira-Mar
9ª Jornada: 03-11-2013- SC Beira-Mar - Núcleo DS (Guarda)

A 1ª fase desta prova tem o seu final marcado para 12 de Janeiro de 2014 e serão apuradas para a 2ª fase (este campeonato tem 3 fases para o apuramento de campeão) os 2 primeiros classificados de cada uma das 5 séries. As restantes 8 equipas disputarão, a 2 voltas, uma 2ª fase de manutenção/descida com os pontos amealhados na 1ª fase.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Aí está o arranque da época 2013/2014

Com o início dos treinos das equipas de juvenis e de juniores agendados para a próxima 2ª feira, dia 22 de Julho, a preparação do arranque da época desportiva de 2013/2014 entrou na sua recta final.
Os primeiros treinos decorrerão no Campo de Jogos de São Bernardo, pelas 10h00 (juvenis) e 18h00 (juniores).
Entretanto, nos últimos dias, a Federação Portuguesa de Futebol divulgou a constituição das séries dos campeonatos nacionais de juniores (1ª divisão), juvenis e iniciados, provas em que o SC Beira-Mar é parte interessada. Os adversários das formações auri-negras nas referidas competições nacionais são os seguintes:

JUNIORES (Campeonato Nacional 1.ª Divisão FPF) 
"Zona Norte": 
- Associação ACADÉMICA de Coimbra - OAF; 
- Futebol Clube PAÇOS FERREIRA; 
- Futebol Clube PORTO - Futebol, SAD; 
- Futebol Clube VIZELA; 
- Grupo Desportivo de CHAVES; 
- LEIXÕES Sport Clube - Futebol SAD; 
- RIO AVE Futebol Clube - Futebol SDUQ, LDA; 
- SPORT CLUBE BEIRA-MAR - Futebol SAD
- Sporting Clube BRAGA - Futebol SAD; 
- União Desportiva OLIVEIRENSE; 
- VARZIM Sport Clube; 
- VITÓRIA Sport Clube - Futebol SAD (Guimarães).

 A competição tem a sua 1.ª Jornada no dia 17 de Agosto de 2013, estando o sorteio marcado para 23 de Julho de 2013.

JUVENIS (Campeonato Nacional FPF) 
"Série C": 
- ACADÉMICO VISEU Futebol Clube;
- ANADIA Futebol Clube
- Associação ACADÉMICA de Coimbra - OAF;
- Associação NAVAL 1.º MAIO;
- Atlético Clube MARINHENSE;
- Clube Futebol REPESENSES;
- NÚCLEO DESPORTIVO SOCIAL (Guarda);
SPORT CLUBE BEIRA-MAR - Futebol SAD;
- Sporting Clube COVILHÃ;
- UNIÃO Desportiva LEIRIA.

A competição tem a sua 1.ª Jornada no dia 18 de Agosto de 2013, estando o sorteio marcado para 23 de Julho de 2013.

INICIADOS (Campeonato Nacional FPF) 
"Série D": 
- ANADIA Futebol Clube
- Associação ACADÉMICA de Coimbra - OAF;
- Associação Desportiva ESTAÇÃO
- Associação Desportiva SÃO ROMÃO
- Associação NAVAL 1.º MAIO;
- Clube Académico FUNDÃO;
- Desportivo CASTELO BRANCO;
- Grupo Desportivo GAFANHA;
- Grupo Desportivo MEALHADA;
SPORT CLUBE BEIRA-MAR - Futebol SAD.

A competição tem a sua 1.ª Jornada no dia 01 de Setembro de 2013, estando o sorteio marcado para 29 de Julho de 2013.
 
Adivinham-se grandes momentos...