Anadia FC, 4 - SC Beira-Mar, 3
(3-0, ao intervalo)
Em dia de festa para o Anadia, a equipa de iniciados B do SC Beira-Mar deslocou-se ao terreno dos novos campeões distritais, tendo o estádio principal do clube bairradino servido de palco para o jogo que consagrou os vencedores do campeonato da 1ª divisão da AFA , que muito justamente receberem as suas faixas, perante a justa homenagem prestada pela equipa auri-negra.
Em relação ao jogo propriamente dito, assistimos a duas partes distintas. Uma primeira parte em que os da casa, fruto do golo obtido logo ao minuto e meio de jogo, dominaram as operações, com a nossa equipa a denotar alguma apatia, principalmente no sector mais recuado. Em termos ofensivos, também não causávamos muitos calafrios ao último reduto do Anadia e as situações de golo foram-se sucedendo, mas perto da nossa baliza. À passagem dos 10 minutos, os visitados chegam ao 2-0, através de uma boa combinação dos homens da frente que, ao primeiro toque, isolaram o avançado azul-e-branco que, perante Canha, atirou a contar. Aos 19’, lançamento longo da defesa para o ataque e o dianteiro do Anadia, em claro fora-de-jogo, isola-se mais uma vez e faz o 3-0.
Na segunda parte tudo foi diferente, logo aos 3 minutos, Aurélio, isolado, atira ao lado, mas o promissor avançado auri-negro viria a redimir-se, aos 8’, quando, novamente isolado pelo lado esquerdo, atirou cruzado para o 3-1. O mesmo jogador, aos 12’ do segundo tempo, recebe a bola de um cruzamento e, de primeira, atirou para o 3-2. A recuperação estava perto e, pouco depois, na sequência da marcação de um canto, Rui, na pequena área, permite uma excelente defesa ao guardião contrário, que negou aquele que seria o golo do empate.
E, sem que nada o fizesse prever, num contra-ataque rápido, o Anadia aumenta para 4-2, um golo em que Leo, que ocupou a baliza aveirense na segunda metade, não teve qualquer hipótese de defesa. A 3 minutos do final do encontro, Aurélio rompe mais uma vez na defesa bairradina, pela direita, e atira cruzado, para uma defesa incompleta do guarda-redes do Anadia, surgindo Johnny, na recarga, a estabelecer o 4-3 final.
No pouco tempo que restava, tudo tentámos para chegar à igualdade, mas sem sucesso, destacando-se um remate de Yusuf, de fora da área, e alguns cantos e livres a nosso favor, mas que não surtiram efeito.
Arbitragem regular, com alguns erros na avaliação dos fora-de-jogo, um deles com prejuízo para o Beira-Mar, pois esteve na origem de um dos golos do Anadia.
João Amaral fez alinhar, no último jogo da época 2009/2010, a seguinte formação:
Canha (Leo, int); Sousa, Fábio (cap), Bruno Reis (Rui, 45’) eYusuf; Nuno Abreu, Tiago Ramalho e Sérgio (Johnny, 60’); Steven (Joel, int), Aurélio e João Miguel (Jorge, int).
Suplentes não utilizados: Robaldo e Vieira.
Parabéns a toda a equipa pela época muito positiva que realizou.
domingo, 6 de junho de 2010
Balanço da jornada: Infantis B a uma vitória da conquista do campeonato distrital!
Numa jornada curta, as emoções vividas foram grandes e, agora, com um jogo apenas para disputar, a equipa de infantis B do SC Beira-Mar está a um pequeno passo de gravar o seu nome na lista restrita dos campeões distritais. Basta que, para isso, vença na próxima 5ª feira o Oiã, último posicionado na tabela classificativa e que conta por derrotas todos os jogos disputados. Só um verdadeiro cataclismo impedirá a equipa de Ricardo Pinheiro de festejar, no próximo dia 10 de Junho, no Campo do Seminário, a conquista do campeonato distrital.
Nos restantes dois jogos disputados, merece referência, ainda, o regresso ás vitórias e às boas exibições da equipa de escolas C, que bateu o Fermentelos por 5-1.
É o seguinte o quadro de resultados:
COMENTÁRIO
INICIADOS: Terminou neste domingo a longa maratona do campeonato distrital de iniciados da 1ª divisão e o Beira-Mar terminou a prova cumprindo com os objectivos traçados no início da época. A derrota na última jornada, por 4-3, na deslocação ao terreno do Anadia, novo campeão distrital, não desmerece nada da boa ponta final que a equipa conseguiu. Agora, venham as férias, porque a nova época não tardará e as exigências do campeonato nacional estão à vossa espera.
INFANTIS: O futebol é fértil em surpresas, mas, sinceramente, não queremos acreditar que a equipa de infantis B, depois da memorável vitória alcançada nesta jornada, frente à Casa do Benfica em Estarreja, por 1-3, numa deslocação que se afigurava decisiva para a sorte dos dois candidatos, deite tudo a perder na última jornada do campeonato, onde receberá o "lanterna vermelha" da prova, que terá de vencer para manter o primeiro lugar da classificação e sagrar-se, deste modo, campeão distrital da época de 2009/2010! Força campeões, está quase!
ESCOLAS: Após uma série consecutiva de resultados menos bons, levando 5 jogos sem vencer (EDDED), a equipa de escolas C do SC Beira-Mar regressou aos triunfos e, melhor do que isso, ao bom futebol praticado. Com efeito, a equipa de Paulo Martins juntou à boa exibição realizada na recepção ao Fermentelos uma vitória concludente, por 5-1, somando a segunda vitória na 2ª volta do campeonato distrital e cimentando, deste modo, o 5º lugar ocupado na prova.
Nos restantes dois jogos disputados, merece referência, ainda, o regresso ás vitórias e às boas exibições da equipa de escolas C, que bateu o Fermentelos por 5-1.
É o seguinte o quadro de resultados:
COMENTÁRIO
INICIADOS: Terminou neste domingo a longa maratona do campeonato distrital de iniciados da 1ª divisão e o Beira-Mar terminou a prova cumprindo com os objectivos traçados no início da época. A derrota na última jornada, por 4-3, na deslocação ao terreno do Anadia, novo campeão distrital, não desmerece nada da boa ponta final que a equipa conseguiu. Agora, venham as férias, porque a nova época não tardará e as exigências do campeonato nacional estão à vossa espera.
INFANTIS: O futebol é fértil em surpresas, mas, sinceramente, não queremos acreditar que a equipa de infantis B, depois da memorável vitória alcançada nesta jornada, frente à Casa do Benfica em Estarreja, por 1-3, numa deslocação que se afigurava decisiva para a sorte dos dois candidatos, deite tudo a perder na última jornada do campeonato, onde receberá o "lanterna vermelha" da prova, que terá de vencer para manter o primeiro lugar da classificação e sagrar-se, deste modo, campeão distrital da época de 2009/2010! Força campeões, está quase!
ESCOLAS: Após uma série consecutiva de resultados menos bons, levando 5 jogos sem vencer (EDDED), a equipa de escolas C do SC Beira-Mar regressou aos triunfos e, melhor do que isso, ao bom futebol praticado. Com efeito, a equipa de Paulo Martins juntou à boa exibição realizada na recepção ao Fermentelos uma vitória concludente, por 5-1, somando a segunda vitória na 2ª volta do campeonato distrital e cimentando, deste modo, o 5º lugar ocupado na prova.
sábado, 5 de junho de 2010
ESCOLAS C: O futebol está de volta à equipa!
SC Beira-Mar, 5 - SC Fermentelos, 1
(2-0, ao intervalo)
A 2ª volta não tem corrido muito bem a esta equipa, que tem apenas uma vitória nos seis jogos disputados. Depois de uma pesada derrota em Lamas, perante um adversário perfeitamente ao nosso alcance, apesar de ter feito uma boa 2ª parte, havia algumas dúvidas quanto à reacção dos nossos atletas perante o Fermentelos, que, pelo contrário, tem feito uma 2ª volta muito boa.
Assim, num dia enublado mas com muito calor, o Beira-Mar alinhou de inicio com:
Lourenço (gr),Tiago Almeida, Rui Tiago, Alexandre (cap), Bernardo, Filipe André e Samuel.
Jogaram também: Tiago Neves, Tiago Gomes, António e Pedro António.
Os últimos jogos têm-se pautado por uma certa apatia da equipa, no entanto, os nossos atletas começaram o jogo de hoje como acabaram o último, isto é, com uma grande atitude, dominando bem o adversário e partindo para o ataque em jogadas organizadas.
O jogo de hoje mostrou o que é jogar futebol e esta equipa demonstrou, mais uma vez, que sabe jogar bem. A vida constrói-se com vitórias e com derrotas, temos que aprender com as duas, ambas são importantes para nos tornarmos mais fortes.
Dois golos alcançados na 1ª parte mostravam já o ascendente desta equipa, mas, mais importante que os golos, foi sempre a atitude demonstrada e as várias jogadas de bom entrosamento, sempre valorizadas por um adversário que também demonstrou ter uma boa equipa.
Para o 2º tempo, o Paulo fez alinhar os seguintes jogadores:
Lourenço (gr), Tiago Almeida, Rui Tiago, Alexandre (cap), Tiago Neves, Filipe André e António.
O Samuel, Bernardo, Bruno Santos (gr), Pedro António e Tiago Gomes também jogaram.
A segunda metade começou com o Fermentelos a tentar dar a volta ao resultado, o Beira-Mar recuou no campo, mas continuou sempre a jogar bem.
Num pontapé do meio campo, a bola subiu muito e só parou dentro da nossa baliza, estava reduzida a diferença para 2-1.
Este golo voltou a espevitar a nossa equipa que, com um futebol apoiado e com muita atitude, passou a dominar novamente o encontro.
Marcaram mais três golos sem resposta e foi um gosto para todos ver a alegria com que se divertiram hoje.
Os nossos atletas não devem esquecer que todos aqueles que os apoiam ficam felizes com as vitórias e sempre que jogam com atitude, mesmo não ganhando. Para terminar o campeonato faltam dois jogos e todos esperamos que se continuem a divertir no campo e a treinar bem.
Os golos foram marcados por Samuel (3) e Bernardo (2).
(2-0, ao intervalo)
A 2ª volta não tem corrido muito bem a esta equipa, que tem apenas uma vitória nos seis jogos disputados. Depois de uma pesada derrota em Lamas, perante um adversário perfeitamente ao nosso alcance, apesar de ter feito uma boa 2ª parte, havia algumas dúvidas quanto à reacção dos nossos atletas perante o Fermentelos, que, pelo contrário, tem feito uma 2ª volta muito boa.
Assim, num dia enublado mas com muito calor, o Beira-Mar alinhou de inicio com:
Lourenço (gr),Tiago Almeida, Rui Tiago, Alexandre (cap), Bernardo, Filipe André e Samuel.
Jogaram também: Tiago Neves, Tiago Gomes, António e Pedro António.
Os últimos jogos têm-se pautado por uma certa apatia da equipa, no entanto, os nossos atletas começaram o jogo de hoje como acabaram o último, isto é, com uma grande atitude, dominando bem o adversário e partindo para o ataque em jogadas organizadas.
O jogo de hoje mostrou o que é jogar futebol e esta equipa demonstrou, mais uma vez, que sabe jogar bem. A vida constrói-se com vitórias e com derrotas, temos que aprender com as duas, ambas são importantes para nos tornarmos mais fortes.
Dois golos alcançados na 1ª parte mostravam já o ascendente desta equipa, mas, mais importante que os golos, foi sempre a atitude demonstrada e as várias jogadas de bom entrosamento, sempre valorizadas por um adversário que também demonstrou ter uma boa equipa.
Para o 2º tempo, o Paulo fez alinhar os seguintes jogadores:
Lourenço (gr), Tiago Almeida, Rui Tiago, Alexandre (cap), Tiago Neves, Filipe André e António.
O Samuel, Bernardo, Bruno Santos (gr), Pedro António e Tiago Gomes também jogaram.
A segunda metade começou com o Fermentelos a tentar dar a volta ao resultado, o Beira-Mar recuou no campo, mas continuou sempre a jogar bem.
Num pontapé do meio campo, a bola subiu muito e só parou dentro da nossa baliza, estava reduzida a diferença para 2-1.
Este golo voltou a espevitar a nossa equipa que, com um futebol apoiado e com muita atitude, passou a dominar novamente o encontro.
Marcaram mais três golos sem resposta e foi um gosto para todos ver a alegria com que se divertiram hoje.
Os nossos atletas não devem esquecer que todos aqueles que os apoiam ficam felizes com as vitórias e sempre que jogam com atitude, mesmo não ganhando. Para terminar o campeonato faltam dois jogos e todos esperamos que se continuem a divertir no campo e a treinar bem.
Os golos foram marcados por Samuel (3) e Bernardo (2).
INFANTIS B: Cheira a campeão...
Casa Benfica Estarreja, 1 - SC Beira-Mar, 3
(0-3, ao intervalo)
Com a vitória alcançada esta manhã no Estádio Municipal de Albergaria-a-Velha, frente à Casa do Benfica em Estarreja, a equipa de infantis B do SC Beira-Mar deu um passo de gigante, diríamos mesmo decisivo e irreversível, rumo à conquista do título de campeão distrital da categoria. Com efeito, o triunfo por 1-3 frente aos encarnados permitiu à formação de Ricardo Pinheiro ultrapassar o seu adversário de hoje e reassumir o comando da classificação do campeonato, faltando agora disputar apenas uma jornada. Com todo o respeito que nos merece a AD Oiã, adversário dos auri-negros no derradeiro jogo da prova, não acreditamos que uma equipa, que conta por derrotas todos os jogos disputados, possa contrariar o favoritismo quase absoluto da turma aveirense, que tem tudo para ser, na próxima 5ª feira, dia 10 de Junho, o novo campeão distrital da época 2009/2010.
Para o jogo do título, aguardado com muita expectativa, que teve nos lances de bola parada a chave para todos os golos, Ricardo Pinheiro apresentou a seguinte equipa:
Pouseiro (gr); Bernardo (cap) e Leo; Toncha, Gil e Gonçalo; Adriel.
Foram utilizados também: Didi, João Gonçalo, Rafa, Miguel Morgado e Fábio.
O Beira-Mar, equipa a quem apenas a vitória interessava neste jogo, teve uma entrada melhor, perante um Benfica que fazia das trocas constantes de bola a sua principal arma e procurava "adormecer", com este seu futebol "rendilhado", a equipa aveirense.
Logo aos 2', foi dado o primeiro sinal de perigo, bem revelador da vontade de ganhar que a equipa trazia, com Adriel, sempre muito lutador, a servir Gonçalo, no seu corredor, para o disparo forte e cruzado do esquerdino auri-negro, que o guardião encarnado desviou para canto. O mesmo Adriel, aos 5', protagonizou nova jogada de perigo, mas foi desarmado pelo seu opositor, no momento em que, em muito boa posição, se preparava para alvejar a baliza. O ascendente do Beira-Mar continuou e, aos 9', Gil pega nos cordelinhos do jogo e ensaia uma grande jogada, culminada com um passe a rasgar na esquerda, onde apareceu isolado Gonçalo, que rematou, já de ângulo um pouco difícil, para mais uma intervenção valorosa do guardião contrário, que voltou a desviar para canto. E seria da marcação deste canto, apontado por Gonçalo do lado direito, que os auri-negros abririam o marcador, com Bernardo a elevar-se muito bem na área, entre um "cacho" de jogadores, e a rematar colocado, de cabeça, para o já merecido 0-1.
O Benfica de Estarreja tentou reagir e, aos 11', teve um remate muito perigoso, o primeiro do encontro, para uma defesa muito segura de Paulo Pouseiro. Mas o Beira-Mar continuava a atacar com muito mais perigo e, à passagem do quarto de hora de jogo, voltou a marcar, novamente de bola parada. Gonçalo volta a ser o marcador de serviço do canto, novamente na direita, e o seu cruzamento torna a encontrar na área a cabeça de Bernardo, mas, desta vez, o "capitão" aveirense assistiu Leonardo, que rematou de pé direito, em posição frontal, para o 0-2.
A partir daqui, a equipa da casa reagiu e o jogo passou a desenrolar-se mais no meio campo do Beira-Mar, contudo, de uma forma inconsequente, sem criar verdadeiro perigo ao último reduto aveirense, que se mostrou muito unido na hora de defender, com destaque para os nossos defesas, que hoje também foram goleadores, Bernardo e Leonardo. O perigo, esse, ainda que de forma mais esporádica, continuava a acontecer junto da baliza encarnada. Aos 23', Gonçalo desfere mais um remate perigoso da esquerda e o golo só não acontece porque, mais uma vez, o guarda-redes do Benfica desviou para canto. E, como diz o povo, "não há duas sem três!". Terceiro canto na direita, terceira execução de Gonçalo e terceiro golo para o Beira-Mar, com Leonardo a bisar, desta vez num golpe de cabeça, fazendo o 0-3. Antes do intervalo, Miguel ainda voltou a ameaçar a baliza visitada, mas o seu forte remate, desferido de longe, com muito perigo, foi desviado pelo guarda-redes para canto, do qual, desta vez, nada resultou.
O intervalo chegava e a vantagem era, de certo modo, confortável, havendo, contudo, que contar com o pressing final da equipa do Benfica de Estarreja, que tudo faria para inverter a situação nos segundos trinta minutos. Logo no recomeço, aos 3', os encarnados quase reduziam a desvantagem, num canto quase directo, que levou a bola a embater no poste mais distante da baliza de Pouseiro. O Benfica tinha entrado, efectivamente, melhor que o Beira-Mar neste período complementar, com a equipa auri-negra uns furos abaixo daquilo que fizera no primeiro tempo. Mesmo assim, foram sabendo gerir muito bem a vantagem, jogando com o tempo e com os nervos que o adiantar do relógio certamente provocaria nos jovens atletas encarnados. E, aos 9', o golo voltou a estar perto de acontecer para os aveirenses, numa boa jogada de Didi pela esquerda, com um cruzamento para a boca da baliza, onde surgiu Gil a dominar, mas a ser desarmado no momento em que se preparava para finalizar. Aos 11', foi Fábio que se escapou pela esquerda e que rematou, na passada, às malhas laterais, mostrando que o Beira-Mar continuava a ser a equipa mais perigosa e que a iniciativa do jogo era mais dada ao adversário do que por ele imposta. Estava-se, aliás, numa fase do jogo em que o Beira-Mar já havia sacudido a pressão inicial com que a Casa do Benfica tinha entrado na segunda parte. Só aos 17', a equipa da casa dispôs de uma flagrante oportunidade de golo, a melhor de que desfrutou em todo o encontro, com o nº 6 benfiquista a entrar pela direita e a rematar, na cara de Pouseiro, para uma soberba defesa do guarda-redes aveirense. O jogo aproximava-se do seu final e o objectivo dos auri-negros estava muito perto de ser alcançado. Não sem que antes, a cinco minutos do apito derradeiro, a equipa da casa reduzisse para 1-3, golo obtido pelo ex-atleta do Beira-Mar David, após a marcação de um pontapé livre no lado esquerdo, insuficiente para impedir a vitória auri-negra, rijamente festejada no final do encontro por todos os atletas, treinadores, familiares e numerosos adeptos que se deslocaram na manhã ligeiramente chuvosa deste sábado de boa memória para o futebol jovem do SC Beira-Mar.
Uma palavra para o bom trabalho da equipa de arbitragem e para o desportivismo com que a Casa do Benfica de Estarreja soube aceitar a derrota, que certamente os afasta em definitivo da luta pelo título de campeão, que eles tanto procuraram e deram mostras de também poder merecer, há ali uma boa equipa e bons jogadores.
A palavra final vai para os nossos campeões anunciados, a quem endereçamos os parabéns por este magnífico jogo e por esta vitória tão importante, que abre de par em par as portas para a entrada no lugar da glória, que tanto procuram desde há largos meses. Que na próxima 5ª feira, feriado de 10 de Junho, façam tudo por merecer lá entrar. Nós, lá estaremos a dar uma "ajudinha"!
(0-3, ao intervalo)
Com a vitória alcançada esta manhã no Estádio Municipal de Albergaria-a-Velha, frente à Casa do Benfica em Estarreja, a equipa de infantis B do SC Beira-Mar deu um passo de gigante, diríamos mesmo decisivo e irreversível, rumo à conquista do título de campeão distrital da categoria. Com efeito, o triunfo por 1-3 frente aos encarnados permitiu à formação de Ricardo Pinheiro ultrapassar o seu adversário de hoje e reassumir o comando da classificação do campeonato, faltando agora disputar apenas uma jornada. Com todo o respeito que nos merece a AD Oiã, adversário dos auri-negros no derradeiro jogo da prova, não acreditamos que uma equipa, que conta por derrotas todos os jogos disputados, possa contrariar o favoritismo quase absoluto da turma aveirense, que tem tudo para ser, na próxima 5ª feira, dia 10 de Junho, o novo campeão distrital da época 2009/2010.
Para o jogo do título, aguardado com muita expectativa, que teve nos lances de bola parada a chave para todos os golos, Ricardo Pinheiro apresentou a seguinte equipa:
Pouseiro (gr); Bernardo (cap) e Leo; Toncha, Gil e Gonçalo; Adriel.
Foram utilizados também: Didi, João Gonçalo, Rafa, Miguel Morgado e Fábio.
O Beira-Mar, equipa a quem apenas a vitória interessava neste jogo, teve uma entrada melhor, perante um Benfica que fazia das trocas constantes de bola a sua principal arma e procurava "adormecer", com este seu futebol "rendilhado", a equipa aveirense.
Logo aos 2', foi dado o primeiro sinal de perigo, bem revelador da vontade de ganhar que a equipa trazia, com Adriel, sempre muito lutador, a servir Gonçalo, no seu corredor, para o disparo forte e cruzado do esquerdino auri-negro, que o guardião encarnado desviou para canto. O mesmo Adriel, aos 5', protagonizou nova jogada de perigo, mas foi desarmado pelo seu opositor, no momento em que, em muito boa posição, se preparava para alvejar a baliza. O ascendente do Beira-Mar continuou e, aos 9', Gil pega nos cordelinhos do jogo e ensaia uma grande jogada, culminada com um passe a rasgar na esquerda, onde apareceu isolado Gonçalo, que rematou, já de ângulo um pouco difícil, para mais uma intervenção valorosa do guardião contrário, que voltou a desviar para canto. E seria da marcação deste canto, apontado por Gonçalo do lado direito, que os auri-negros abririam o marcador, com Bernardo a elevar-se muito bem na área, entre um "cacho" de jogadores, e a rematar colocado, de cabeça, para o já merecido 0-1.
O Benfica de Estarreja tentou reagir e, aos 11', teve um remate muito perigoso, o primeiro do encontro, para uma defesa muito segura de Paulo Pouseiro. Mas o Beira-Mar continuava a atacar com muito mais perigo e, à passagem do quarto de hora de jogo, voltou a marcar, novamente de bola parada. Gonçalo volta a ser o marcador de serviço do canto, novamente na direita, e o seu cruzamento torna a encontrar na área a cabeça de Bernardo, mas, desta vez, o "capitão" aveirense assistiu Leonardo, que rematou de pé direito, em posição frontal, para o 0-2.
A partir daqui, a equipa da casa reagiu e o jogo passou a desenrolar-se mais no meio campo do Beira-Mar, contudo, de uma forma inconsequente, sem criar verdadeiro perigo ao último reduto aveirense, que se mostrou muito unido na hora de defender, com destaque para os nossos defesas, que hoje também foram goleadores, Bernardo e Leonardo. O perigo, esse, ainda que de forma mais esporádica, continuava a acontecer junto da baliza encarnada. Aos 23', Gonçalo desfere mais um remate perigoso da esquerda e o golo só não acontece porque, mais uma vez, o guarda-redes do Benfica desviou para canto. E, como diz o povo, "não há duas sem três!". Terceiro canto na direita, terceira execução de Gonçalo e terceiro golo para o Beira-Mar, com Leonardo a bisar, desta vez num golpe de cabeça, fazendo o 0-3. Antes do intervalo, Miguel ainda voltou a ameaçar a baliza visitada, mas o seu forte remate, desferido de longe, com muito perigo, foi desviado pelo guarda-redes para canto, do qual, desta vez, nada resultou.
O intervalo chegava e a vantagem era, de certo modo, confortável, havendo, contudo, que contar com o pressing final da equipa do Benfica de Estarreja, que tudo faria para inverter a situação nos segundos trinta minutos. Logo no recomeço, aos 3', os encarnados quase reduziam a desvantagem, num canto quase directo, que levou a bola a embater no poste mais distante da baliza de Pouseiro. O Benfica tinha entrado, efectivamente, melhor que o Beira-Mar neste período complementar, com a equipa auri-negra uns furos abaixo daquilo que fizera no primeiro tempo. Mesmo assim, foram sabendo gerir muito bem a vantagem, jogando com o tempo e com os nervos que o adiantar do relógio certamente provocaria nos jovens atletas encarnados. E, aos 9', o golo voltou a estar perto de acontecer para os aveirenses, numa boa jogada de Didi pela esquerda, com um cruzamento para a boca da baliza, onde surgiu Gil a dominar, mas a ser desarmado no momento em que se preparava para finalizar. Aos 11', foi Fábio que se escapou pela esquerda e que rematou, na passada, às malhas laterais, mostrando que o Beira-Mar continuava a ser a equipa mais perigosa e que a iniciativa do jogo era mais dada ao adversário do que por ele imposta. Estava-se, aliás, numa fase do jogo em que o Beira-Mar já havia sacudido a pressão inicial com que a Casa do Benfica tinha entrado na segunda parte. Só aos 17', a equipa da casa dispôs de uma flagrante oportunidade de golo, a melhor de que desfrutou em todo o encontro, com o nº 6 benfiquista a entrar pela direita e a rematar, na cara de Pouseiro, para uma soberba defesa do guarda-redes aveirense. O jogo aproximava-se do seu final e o objectivo dos auri-negros estava muito perto de ser alcançado. Não sem que antes, a cinco minutos do apito derradeiro, a equipa da casa reduzisse para 1-3, golo obtido pelo ex-atleta do Beira-Mar David, após a marcação de um pontapé livre no lado esquerdo, insuficiente para impedir a vitória auri-negra, rijamente festejada no final do encontro por todos os atletas, treinadores, familiares e numerosos adeptos que se deslocaram na manhã ligeiramente chuvosa deste sábado de boa memória para o futebol jovem do SC Beira-Mar.
Uma palavra para o bom trabalho da equipa de arbitragem e para o desportivismo com que a Casa do Benfica de Estarreja soube aceitar a derrota, que certamente os afasta em definitivo da luta pelo título de campeão, que eles tanto procuraram e deram mostras de também poder merecer, há ali uma boa equipa e bons jogadores.
A palavra final vai para os nossos campeões anunciados, a quem endereçamos os parabéns por este magnífico jogo e por esta vitória tão importante, que abre de par em par as portas para a entrada no lugar da glória, que tanto procuram desde há largos meses. Que na próxima 5ª feira, feriado de 10 de Junho, façam tudo por merecer lá entrar. Nós, lá estaremos a dar uma "ajudinha"!
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Balanço da jornada: Jornada sem grandes surpresas
Aproveitando o feriado do Corpo de Deus, nesta quinta-feira, 3 de Junho, a AFA agendou para este dia mais uma jornada dos campeonatos distritais ainda em curso, de forma a abreviar o seu final, uma vez que a época já vai longa e o calor começa a apertar. São 3 as equipas auri-negras ainda em competição e com 1 vitória (infantis B), 1 empate (iniciados B) e 1 derrota (escolas C), não se poderá dizer que os resultados não estão dentro daquilo que se esperava, ainda que a derrota sofrida em Santa Maria de Lamas pelos comandados de Paulo Martins tenha sido por números mais expressivos do que aquilo que estava nas nossas cogitações.
Confira o quadro completo dos resultados da jornada intercalar desta semana:
Confira o quadro completo dos resultados da jornada intercalar desta semana:
COMENTÁRIO
INICIADOS: O jogo em casa com o Estarreja era uma oportunidade para, em caso de vitória, a equipa do Beira-Mar abandonar o lugar mais baixo da tabela classificativa do campeonato distrital da 1ª divisão (série dos primeiros), mas apesar de todo o esforço desenvolvido, o resultado não foi além de um empate (1-1), apesar da supremacia evidenciada. Fica o registo do segundo jogo consecutivo sem derrota e a esperança no futuro deixada pelos nossos jovens atletas.
INFANTIS: A dois dias do jogo que vai decidir o campeão distrital da AFA, não se esperavam surpresas nesta jornada e, efectivamente, a goleada (8-0) imposta na recepção ao Cesarense enquadra-se nos resultados naturais verificados. Casa do Benfica e Feirense também venceram, pelo que tudo continua em aberto, sendo o jogo de sábado, entre encarnados de Estarreja e Beira-Mar, a disputar em Albergaria-a-Velha, a chave da decisão final.
ESCOLAS: Apenas as escolas C continuam em competição neste escalão (série dos primeiros) e se a derrota sofrida na deslocação a Santa Maria de Lamas não pode ser considerada surpreendente, já os números do desaire auri-negro (7-3) são de algum modo inesperados, face ao equilíbrio que as posições classificativas das duas equipas e o resultado verificado no jogo da 1ª volta, deixariam antever.
quinta-feira, 3 de junho de 2010
INFANTIS B: Vitória expressiva em vésperas da decisão final
SC Beira-Mar, 8 - FC Cesarense, 0
(3-0, ao intervalo)
Numa manhã de muito calor, a equipa de infantis B do SC Beira-Mar recebeu, no Campo do Seminário, o FC Cesarense, num jogo que venceu sem muitas dificuldades e que antecede a deslocação, já no próximo sábado, ao terreno do actual líder do campeonato distrital, decisivo para a atribuição do título.
Ricardo Pinheiro fez alinhar:
Pouseiro (gr) (Henrique, na 2ª parte), Bernardo (cap), Leonardo, João Gonçalo, Gil, Gonçalo e Adriel.
Jogaram ainda, na 1ª e 2ª partes: Toncha, André, Fábio e Miguel.
O domínio foi completo por parte do Beira-Mar, com o jogo a ser disputado praticamente sempre no campo do adversário. A toada fortemente ofensiva dos auri-negros deu origem a um grande número de oportunidades de golo, mas, até ao intervalo, apenas foram concretizadas três, por Adriel, Leonardo e Bernardo.
Na segunda parte o registo do jogo foi semelhante, contudo, o poder de concretização foi maior, tendo André (por duas vezes), Miguel, Fábio e Gil, contribuído com mais 5 golos, que fixaram o resultado final num expressivo 8-0.
Foi uma boa demonstração do poder colectivo da equipa, que construiu os golos através de um futebol com muita qualidade, circulando a bola pelos diferentes elementos até criar a situação de finalizar com êxito. Parabéns por mais esta vitória concludente e, agora, todos a Albergaria no próximo sábado!
(3-0, ao intervalo)
Numa manhã de muito calor, a equipa de infantis B do SC Beira-Mar recebeu, no Campo do Seminário, o FC Cesarense, num jogo que venceu sem muitas dificuldades e que antecede a deslocação, já no próximo sábado, ao terreno do actual líder do campeonato distrital, decisivo para a atribuição do título.
Ricardo Pinheiro fez alinhar:
Pouseiro (gr) (Henrique, na 2ª parte), Bernardo (cap), Leonardo, João Gonçalo, Gil, Gonçalo e Adriel.
Jogaram ainda, na 1ª e 2ª partes: Toncha, André, Fábio e Miguel.
O domínio foi completo por parte do Beira-Mar, com o jogo a ser disputado praticamente sempre no campo do adversário. A toada fortemente ofensiva dos auri-negros deu origem a um grande número de oportunidades de golo, mas, até ao intervalo, apenas foram concretizadas três, por Adriel, Leonardo e Bernardo.
Na segunda parte o registo do jogo foi semelhante, contudo, o poder de concretização foi maior, tendo André (por duas vezes), Miguel, Fábio e Gil, contribuído com mais 5 golos, que fixaram o resultado final num expressivo 8-0.
Foi uma boa demonstração do poder colectivo da equipa, que construiu os golos através de um futebol com muita qualidade, circulando a bola pelos diferentes elementos até criar a situação de finalizar com êxito. Parabéns por mais esta vitória concludente e, agora, todos a Albergaria no próximo sábado!
INICIADOS B: Empate com sabor a pouco!
SC Beira-Mar, 1 - CD Estarreja, 1
(0-0, ao intervalo)
Na penúltima jornada do campeonato distrital da 1ª divisão, a equipa de iniciados B do SC Beira-Mar, recebeu e empatou a uma bola com o Estarreja, num jogo muito bem disputado, com domínio total dos aveirenses, que mereciam muito mais do que a divisão de pontos. Uma palavra de apreço para o esforço de todos os atletas que evoluíram no relvado secundário do Estádio Mário Duarte, sujeitos que foram à inclemência do forte calor que se fez sentir. Uma nota ainda para o facto de os auri-negros terem apresentado uma equipa que contou com quatro atletas infantis A (Aurélio, Diogo, Rafa e Nuno Aparício), tendo todos eles participado no encontro.
O Beira-Mar apresentou-se com: Leo (gr) (Diogo, int); Sousa, Samuel, Bruno Reis (Steven, 61') e Yusuf; Nuno Abreu, Sérgio (cap) (Rafa, int) e Tiago Ramalho; Rui (Joel, int), Aurélio e João Miguel (Nuno Aparício, 40').
Suplentes não utilizados: Robaldo e Johnny.
O Beira-Mar teve uma entrada forte no jogo e conseguiu, quase sempre, que se jogasse no meio-campo adversário. Foram conquistados sucessivos pontapés de canto no início da partida e, num deles, apontado por Ramalho, aos 5', Aurélio cabeceia, ao segundo poste, com muito perigo para as redes do Estarreja. Estava dado o primeiro aviso, que teve seguimento, aos 10', após uma boa jogada de Sousa pela direita, com o lateral direito aveirense a cruzar rasteiro para a boca da baliza, onde nem Aurélio, primeiro, nem João Miguel, depois, conseguiram dar o melhor seguimento.
A equipa da casa controlava completamente as operações, dominava inteiramente o jogo, faltando apenas o golo para dar algum colorido mais a esta boa exibição. Golo esse que poderia ter surgido, aos 25', na sequência de uma boa jogada de combinação entre Rui e Aurélio, com este a rematar cruzado, rasteiro, com muito perigo, mas a bola acabou por rasar o poste mais distante, para alívio dos forasteiros. O mesmo Aurélio, aos 30', tem a mais flagrante oportunidade de golo da primeira parte no seu pé direito, após ter sido isolado na área, mas o remate sai contra o corpo do guarda-redes de Estarreja, que levou a melhor neste duelo com o sagaz avançado auri-negro. O empate registado ao intervalo era um castigo demasiado severo para a equipa do Beira-Mar, que dominou por completo os primeiros 35 minutos, tendo tido o guardião Leo, que defendeu as redes aveirenses neste período do jogo, uma manhã muito tranquila, apenas sendo incomodado num lance, aos 31', em que o perigo rondou os seus postes, mas o avançado do Estarreja foi bem desarmado no momento em que se preparava para rematar com perigo.
O início da segunda parte foi absolutamente electrizante, com as emoções fortes a sucederem-se a um ritmo alucinante. Ainda não se tinha esgotado o primeiro minuto do período complementar, já o Beira-Mar chegava ao golo, conseguindo fazer em trinta segundos apenas aquilo de que não fora capaz ao longo de 35 minutos. Ainda por cima, o 1-0 foi um golo notável, que nasce de uma jogada de insistência de Tiago Ramalho, na esquerda, que dá a bola a Aurélio para este fazer o resto - driblar dois adversários que lhe apareceram pelo caminho, progredir, aguentar a carga e desferir, à entrada da grande área, um remate forte e colocado, que tornou infrutífera a estirada do guarda-redes estarrejense.
Este golo poderia ter embalado a equipa do Beira-Mar, neste jogo orientada por Alberto Raínho e Edmundo Ferreira, para uma vitória que todos procuravam e desejavam, mas um momento pode deitar tudo a perder. Aos 3', quando nada o fazia prever, o Beira-Mar sofre duplo e rude golpe. Um lançamento longo para as costas da defesa, permite a um jogador visitante isolar-se, tendo Samuel recorrido a um agarrão na camisola para o fazer parar, à entrada da grande área. Do lance resultou a expulsão do central auri-negro e a marcação de um livre directo, muito perigoso, que um remate forte e muito bem colocado transformou no empate (1-1).
As emoções, contudo, ainda não tinham terminado e, aos 6', os auri-negros beneficiam de uma soberana ocasião para voltar de novo à liderança do marcador, quando o árbitro aponta a marca da grande penalidade, castigando mão na bola de um jogador do Estarreja, dentro da sua grande área. Joel, encarregado da marcação, não teve, no entanto, engenho para desfeitear o guardião contrário, que adivinhou o lado da bola e deteve o remate, não muito forte, do extremo/avançado auri-negro.
Apesar destes contra-tempos, mesmo em inferioridade numérica, foi o Beira-Mar que continuou a mandar no jogo, exercendo um domínio territorial, um controlo e posse de bola, que pareciam mostrar que um jogador a menos não era muito importante. As ocasiões de golo, contudo, foram sendo mais raras e, apenas aos 23', o perigo voltou a rondar verdadeiramente as balizas. Foi após uma boa jogada de Joel, pelo lado direito, que coloca a bola na boca da baliza, onde apareceu Aurélio para a finalização, que não conseguiu devido ao corte de um defesa, que quase fazia auto-golo.
Num último esforço para chegar à vitória, que sinceramente mereciam, os atletas do Beira-Mar tiveram, aos 34' e 35', mais dois lances para se adiantarem no marcador. No primeiro, Aurélio, servido na esquerda por Joel, remata na passada, ao lado e, no segundo, foi Joel, após canto de Sousa, a rematar com muito perigo, mas a bola foi cortada por um defesa. O final chegaria pouco depois, ficando um sentimento de alguma frustração pelo resultado alcançado, que não pelo jogo e exibição realizada. Boa arbitragem.
(0-0, ao intervalo)
Na penúltima jornada do campeonato distrital da 1ª divisão, a equipa de iniciados B do SC Beira-Mar, recebeu e empatou a uma bola com o Estarreja, num jogo muito bem disputado, com domínio total dos aveirenses, que mereciam muito mais do que a divisão de pontos. Uma palavra de apreço para o esforço de todos os atletas que evoluíram no relvado secundário do Estádio Mário Duarte, sujeitos que foram à inclemência do forte calor que se fez sentir. Uma nota ainda para o facto de os auri-negros terem apresentado uma equipa que contou com quatro atletas infantis A (Aurélio, Diogo, Rafa e Nuno Aparício), tendo todos eles participado no encontro.
O Beira-Mar apresentou-se com: Leo (gr) (Diogo, int); Sousa, Samuel, Bruno Reis (Steven, 61') e Yusuf; Nuno Abreu, Sérgio (cap) (Rafa, int) e Tiago Ramalho; Rui (Joel, int), Aurélio e João Miguel (Nuno Aparício, 40').
Suplentes não utilizados: Robaldo e Johnny.
O Beira-Mar teve uma entrada forte no jogo e conseguiu, quase sempre, que se jogasse no meio-campo adversário. Foram conquistados sucessivos pontapés de canto no início da partida e, num deles, apontado por Ramalho, aos 5', Aurélio cabeceia, ao segundo poste, com muito perigo para as redes do Estarreja. Estava dado o primeiro aviso, que teve seguimento, aos 10', após uma boa jogada de Sousa pela direita, com o lateral direito aveirense a cruzar rasteiro para a boca da baliza, onde nem Aurélio, primeiro, nem João Miguel, depois, conseguiram dar o melhor seguimento.
A equipa da casa controlava completamente as operações, dominava inteiramente o jogo, faltando apenas o golo para dar algum colorido mais a esta boa exibição. Golo esse que poderia ter surgido, aos 25', na sequência de uma boa jogada de combinação entre Rui e Aurélio, com este a rematar cruzado, rasteiro, com muito perigo, mas a bola acabou por rasar o poste mais distante, para alívio dos forasteiros. O mesmo Aurélio, aos 30', tem a mais flagrante oportunidade de golo da primeira parte no seu pé direito, após ter sido isolado na área, mas o remate sai contra o corpo do guarda-redes de Estarreja, que levou a melhor neste duelo com o sagaz avançado auri-negro. O empate registado ao intervalo era um castigo demasiado severo para a equipa do Beira-Mar, que dominou por completo os primeiros 35 minutos, tendo tido o guardião Leo, que defendeu as redes aveirenses neste período do jogo, uma manhã muito tranquila, apenas sendo incomodado num lance, aos 31', em que o perigo rondou os seus postes, mas o avançado do Estarreja foi bem desarmado no momento em que se preparava para rematar com perigo.
O início da segunda parte foi absolutamente electrizante, com as emoções fortes a sucederem-se a um ritmo alucinante. Ainda não se tinha esgotado o primeiro minuto do período complementar, já o Beira-Mar chegava ao golo, conseguindo fazer em trinta segundos apenas aquilo de que não fora capaz ao longo de 35 minutos. Ainda por cima, o 1-0 foi um golo notável, que nasce de uma jogada de insistência de Tiago Ramalho, na esquerda, que dá a bola a Aurélio para este fazer o resto - driblar dois adversários que lhe apareceram pelo caminho, progredir, aguentar a carga e desferir, à entrada da grande área, um remate forte e colocado, que tornou infrutífera a estirada do guarda-redes estarrejense.
Este golo poderia ter embalado a equipa do Beira-Mar, neste jogo orientada por Alberto Raínho e Edmundo Ferreira, para uma vitória que todos procuravam e desejavam, mas um momento pode deitar tudo a perder. Aos 3', quando nada o fazia prever, o Beira-Mar sofre duplo e rude golpe. Um lançamento longo para as costas da defesa, permite a um jogador visitante isolar-se, tendo Samuel recorrido a um agarrão na camisola para o fazer parar, à entrada da grande área. Do lance resultou a expulsão do central auri-negro e a marcação de um livre directo, muito perigoso, que um remate forte e muito bem colocado transformou no empate (1-1).
As emoções, contudo, ainda não tinham terminado e, aos 6', os auri-negros beneficiam de uma soberana ocasião para voltar de novo à liderança do marcador, quando o árbitro aponta a marca da grande penalidade, castigando mão na bola de um jogador do Estarreja, dentro da sua grande área. Joel, encarregado da marcação, não teve, no entanto, engenho para desfeitear o guardião contrário, que adivinhou o lado da bola e deteve o remate, não muito forte, do extremo/avançado auri-negro.
Apesar destes contra-tempos, mesmo em inferioridade numérica, foi o Beira-Mar que continuou a mandar no jogo, exercendo um domínio territorial, um controlo e posse de bola, que pareciam mostrar que um jogador a menos não era muito importante. As ocasiões de golo, contudo, foram sendo mais raras e, apenas aos 23', o perigo voltou a rondar verdadeiramente as balizas. Foi após uma boa jogada de Joel, pelo lado direito, que coloca a bola na boca da baliza, onde apareceu Aurélio para a finalização, que não conseguiu devido ao corte de um defesa, que quase fazia auto-golo.
Num último esforço para chegar à vitória, que sinceramente mereciam, os atletas do Beira-Mar tiveram, aos 34' e 35', mais dois lances para se adiantarem no marcador. No primeiro, Aurélio, servido na esquerda por Joel, remata na passada, ao lado e, no segundo, foi Joel, após canto de Sousa, a rematar com muito perigo, mas a bola foi cortada por um defesa. O final chegaria pouco depois, ficando um sentimento de alguma frustração pelo resultado alcançado, que não pelo jogo e exibição realizada. Boa arbitragem.
quarta-feira, 2 de junho de 2010
ESCOLAS A: João Bernardo a "capitão" e fecho do campeonato com chave d'ouro!
SC Beira-Mar, 11 - SC Alba, 0
(4-0, ao intervalo)
A equipa voltou a demonstrar que, jogando colectivamente, os resultados são geralmente positivos, pelo que o evoluir no marcador foi algo bonito de se ver, com todos os jogadores empenhados na “missão” de marcar 11 golos neste jogo contra o Alba, para atingir a marca de 182 golos no total das 2 fases do campeonato, o que perfaz a média “redonda” de 7 golos por jogo (12+14= 26 jogos).
Num jogo em que bastava o empate para garantir o 1º lugar na série F (últimos), a equipa das Escolas A, com mais uma excelente exibição, alcançou uma vitória totalmente justa e por números que não merecem qualquer contestação.
Jogo no campo do Seminário, onde participaram na equipa do SC Beira-Mar por ordem numérica, os seguintes jogadores: 1- Marcelo; 2-Daniel; 6-Diogo; 7-J. Claro; 8-Rui; 9-Marco; 10-Tomás; 11-Peralta; 12-Bruno; 13-Gui; 17-Júnior e 19-João Bernardo.
Os misters Teles, apresentaram de início: Bruno (GR), Diogo, J. Claro, Tomás, Peralta, Júnior e João Bernardo (cap.).
Jogaram ainda na 1ª parte: Daniel, Marco, Gui e Rui.
Com um início de jogo espectacular, a equipa chegou rapidamente à vantagem de 3 golos, fruto de “hat-trick” de J. Claro, que marcou aos 4’, 8’ e 9’, em jogadas de belo efeito, concluídas nos 2 primeiros golos através de remates fortes e muito bem colocados, de fora da área.
Após os 10’ minutos iniciais, o jogo “acalmou” um pouco e o 4º golo (centésimo da 2ª fase) surgiu aos 19´, por Marco, a concluir uma jogada de contra-ataque, após passe de Júnior.
Até ao intervalo o marcador não sofreu qualquer alteração, apesar de mais algumas boas oportunidades da nossa equipa, que não permitia qualquer ataque ao opositor.
Na 2ª parte, iniciaram a partida: Marcelo (GR), Daniel, Diogo, Rui, Marco, Peralta e Gui.
Entraram ainda na 2ª parte: J. Claro, João Bernardo, Júnior e Tomás.
Empolgados pela bela exibição do 1º tempo, a nossa equipa voltou a entrar bem em campo, continuando a fazer jogadas colectivas que levavam o perigo à baliza da equipa de Albergaria e não permitindo o avanço do Alba - os nossos guarda-redes não realizaram qualquer defesa em toda a partida.
O evoluir do marcador na 2ª parte, onde foram marcados bonitos golos, foi conseguido através de Gui (8’ e 12’), J. Claro (14’-g.p.), Marco (15’), João Bernardo (17’), Diogo (19’) e Júnior (20’).
Quando a partida terminou, toda a equipa celebrou a vitória com um “moche” aos colegas e aos treinadores.
Parabéns meninos, para o ano há mais campeonato, mas… no próximo fim-de-semana temos o torneio da Tocha!
(4-0, ao intervalo)
A equipa voltou a demonstrar que, jogando colectivamente, os resultados são geralmente positivos, pelo que o evoluir no marcador foi algo bonito de se ver, com todos os jogadores empenhados na “missão” de marcar 11 golos neste jogo contra o Alba, para atingir a marca de 182 golos no total das 2 fases do campeonato, o que perfaz a média “redonda” de 7 golos por jogo (12+14= 26 jogos).
Num jogo em que bastava o empate para garantir o 1º lugar na série F (últimos), a equipa das Escolas A, com mais uma excelente exibição, alcançou uma vitória totalmente justa e por números que não merecem qualquer contestação.
Jogo no campo do Seminário, onde participaram na equipa do SC Beira-Mar por ordem numérica, os seguintes jogadores: 1- Marcelo; 2-Daniel; 6-Diogo; 7-J. Claro; 8-Rui; 9-Marco; 10-Tomás; 11-Peralta; 12-Bruno; 13-Gui; 17-Júnior e 19-João Bernardo.
Os misters Teles, apresentaram de início: Bruno (GR), Diogo, J. Claro, Tomás, Peralta, Júnior e João Bernardo (cap.).
Jogaram ainda na 1ª parte: Daniel, Marco, Gui e Rui.
Com um início de jogo espectacular, a equipa chegou rapidamente à vantagem de 3 golos, fruto de “hat-trick” de J. Claro, que marcou aos 4’, 8’ e 9’, em jogadas de belo efeito, concluídas nos 2 primeiros golos através de remates fortes e muito bem colocados, de fora da área.
Após os 10’ minutos iniciais, o jogo “acalmou” um pouco e o 4º golo (centésimo da 2ª fase) surgiu aos 19´, por Marco, a concluir uma jogada de contra-ataque, após passe de Júnior.
Até ao intervalo o marcador não sofreu qualquer alteração, apesar de mais algumas boas oportunidades da nossa equipa, que não permitia qualquer ataque ao opositor.
Na 2ª parte, iniciaram a partida: Marcelo (GR), Daniel, Diogo, Rui, Marco, Peralta e Gui.
Entraram ainda na 2ª parte: J. Claro, João Bernardo, Júnior e Tomás.
Empolgados pela bela exibição do 1º tempo, a nossa equipa voltou a entrar bem em campo, continuando a fazer jogadas colectivas que levavam o perigo à baliza da equipa de Albergaria e não permitindo o avanço do Alba - os nossos guarda-redes não realizaram qualquer defesa em toda a partida.
O evoluir do marcador na 2ª parte, onde foram marcados bonitos golos, foi conseguido através de Gui (8’ e 12’), J. Claro (14’-g.p.), Marco (15’), João Bernardo (17’), Diogo (19’) e Júnior (20’).
Quando a partida terminou, toda a equipa celebrou a vitória com um “moche” aos colegas e aos treinadores.
Parabéns meninos, para o ano há mais campeonato, mas… no próximo fim-de-semana temos o torneio da Tocha!
terça-feira, 1 de junho de 2010
Agenda fim-de-semana: Jornada dupla vai decidir campeão distrital de infantis B!
As três equipas da Academia de Futebol do SC Beira-Mar ainda em competição oficial (Iniciados B, Infantis B e Escolas C) disputarão, entre 2 e 6 de Junho, uma jornada dupla dos respectivos campeonatos distritais, aproveitando o feriado nacional de 5ª feira, dia 3. Enquanto que iniciados B e escolas C cumprem jogos em que os objectivos em discussão são de índole secundária, procurando alcançar a melhor classificação que for possível, a equipa de infantis B joga muito mais do que isso nos jogos com o Cesarense, primeiro (5ª feira), e, sobretudo, na deslocação a Albergaria-a-Velha, que fará no sábado, para defrontar a Casa do Benfica em Estarreja, naquele que será o jogo da época e que poderá valer um título de campeão distrital. É muito importante que os rapazes de Ricardo Pinheiro sintam, agora mais do que nunca, que têm o apoio de toda a comunidade amiga da Academia de Futebol do SC Beira-Mar e que não estarão sozinhos, aconteça o que acontecer, na glória ou na derrota. Por tudo aquilo que fizeram ao longo da época, merecem o nosso carinho e todo o nosso entusiasmo. Estão todos convidados para o Campo do Seminário, na 5ª feira, e para o Estádio Municipal de Albergaria, no sábado, os miúdos precisam e merecem todo o nosso apoio.
Veja agora o quadro completo de jogos desta jornada dupla:
Análise prévia da jornada
INICIADOS B: Termina, com esta jornada dupla, o campeonato distrital da 1ª divisão da AFA. A equipa do Beira-Mar garantiu, logo na primeira fase, o objectivo a que se propôs e que passava pela manutenção no escalão maior da AFA, disputando a série dos primeiros, onde iria encontrar equipas mais fortes (e mais experientes), o que proporcionaria jogos de grau de dificuldade mais elevado, necessários para fazer crescer a equipa que disputará, na próxima época, o campeonato nacional da categoria. Não podemos, por isso, colocar a tónica no lugar actualmente ocupado (último), pois, nesta fase, não era o mais importante. A equipa tem potencial para ir mais além, como ficou demonstrado em alguns jogos realizados.
O jogo de 5ª feira, com o Estarreja, será uma boa oportunidade para, em caso de vitória, deixar a "lanterna vermelha" ao nosso adversário, não havendo, para encerrar a época, nada melhor do que um jogo (domingo, em Anadia) com os novos campeões distritais, em que se perspectiva um confronto muito interessante entre duas equipas que serão adversárias, na época 2010/2011, no campeonato nacional de iniciados.
INFANTIS B: Chegou a hora das decisões! Tomando como (quase) certo que não haverá surpresas na jornada de 5ª feira, em que a turma de Ricardo Pinheiro recebe, no Campo do Seminário, o Cesarense, penúltimo classificado do campeonato distrital, tudo se decidirá na jornada seguinte, no confronto que oporá, em Albergaria-a-Velha, os dois primeiros classificados da prova - Casa do Benfica em Estarreja e Beira-Mar, separados por apenas dois pontos, com vantagem para os encarnados. Será, seguramente, o jogo do título, que poderá cair para qualquer um dos lados, uma vez que se trata de duas equipas de qualidade muito acima da média. Esperemos que a sorte esteja do nosso lado, mas, aconteça o que acontecer, esta equipa já é composta de verdadeiros campeões! Vamos todos apoiá-los!
ESCOLAS C: Jogo nocturno na 4ª feira, em Santa Maria de Lamas, num confronto que oporá duas equipas que partilham o mesmo número de pontos e ocupam o 4º e 5º lugares do campeonato distrital. Os lamacenses têm uma equipa de muita qualidade, como demonstraram no jogo da 1ª volta (empate 1-1) pelo que os comandados de Paulo Martins, que também têm muita qualidade, terão tarefa árdua e precisarão de estar ao seu melhor nível para aspirar à vitória, que lhes permitiria subir um lugar na tabela classificativa.
No sábado, novo confronto que se prevê equilibrado, desta vez com o Fermentelos, que visita os auri-negros no Campo do Seminário, onde vai procurar surpreender os aveirenses e, quiçá, roubar-lhes o 5º lugar. Não vai ser fácil, mas é preciso estar atento...
JUVENIS: AD São Romão convidou Beira-Mar para a festa de consagração dos seus campeões distritais
O SC Beira-Mar, a convite da Associação Desportiva de São Romão, participou, no passado domingo, na festa de consagração dos campeões distritais de juvenis da AF Guarda, título conquistado por aquela colectividade serrana, do concelho de Seia, que, deste modo, participará na próxima época no campeonato nacional da categoria, sendo um dos nossos adversários.
Do programa da festa, constava um jogo de futebol entre a equipa da casa, constituída por todos os atletas que se sagraram campeões distritais e a equipa convidada do SC Beira-Mar, constituída por atletas que formarão, na próxima época de 2010/2011, a base da equipa de juvenis auri-negra.
Tendo como cenário de fundo a Serra da Estrela, a partida, disputada no novo relvado sintético do Complexo Desportivo da AD São Romão, foi dividida em três partes de 30 minutos cada e permitiu ao Prof. Aguinaldo Melo fazer evoluir no jogo distintas formações, tendo utilizado os 20 atletas que faziam parte da comitiva.
Assim, durante o primeiro período alinharam:
Samuel (gr); Nito, Gui, João António e Bruno Lopes; André Silva (cap), Diogo M. Carvalho e Pité; Tiago Gomes, Henrique e Marc.
No segundo período do jogo, entraram:
Hugo (gr); Diogo H. Carvalho, João Rafael, André Silva e Iuri; Balacó (cap), Wilson, Pité e Renato; Danny e Tiago Azevedo.
No terceiro período jogaram todos os atletas, à excepção de Tiago Gomes, que se lesionou praticamente no início do jogo (foi substituído por Tiago Azevedo) e Iuri, por indisposição.
O jogo deu muito boas indicações ao técnico aveirense, que ficou já com uma ideia do que terá como ponto de partida para atacar o campeonato nacional de juvenis da época 2010/2011. O resultado final saldou-se por uma vitória do Beira-Mar, por 1-4, tendo o São Romão aberto o marcador logo aos 3', na marcação de uma grande penalidade. Ainda no primeiro período de jogo, aos 25', Marc, muito oportuno, viria a estabelecer o empate (1-1). No segundo período de jogo registou-se apenas um golo, aos 46', para os auri-negros, com Pité a fazer o 1-2 através de um remate forte e muito bem colocado, desferido de fora da grande área. O terceiro período consolidou a vitória da equipa do Beira-Mar, com a obtenção de mais dois golos. O 1-3 foi da autoria de João António, aos 65', uma "bomba" desferida do meio da rua e o 1-4 final teve a assinatura de Wilson, aos 73', numa excelente jogada individual com finalização na cara do guarda-redes.
Uma nota final para os nossos anfitriões, que foram inexcedíveis na forma como nos receberam, fazendo-nos sentir verdadeiramente em casa. Aproveitamos para agradecer publicamente à AD São Romão, na pessoa dos seus dirigentes, toda a hospitalidade que nos foi proporcionada e endereçamos, mais uma vez, os parabéns aos seus novos campeões distritais.
Do programa da festa, constava um jogo de futebol entre a equipa da casa, constituída por todos os atletas que se sagraram campeões distritais e a equipa convidada do SC Beira-Mar, constituída por atletas que formarão, na próxima época de 2010/2011, a base da equipa de juvenis auri-negra.
Tendo como cenário de fundo a Serra da Estrela, a partida, disputada no novo relvado sintético do Complexo Desportivo da AD São Romão, foi dividida em três partes de 30 minutos cada e permitiu ao Prof. Aguinaldo Melo fazer evoluir no jogo distintas formações, tendo utilizado os 20 atletas que faziam parte da comitiva.
Assim, durante o primeiro período alinharam:
Samuel (gr); Nito, Gui, João António e Bruno Lopes; André Silva (cap), Diogo M. Carvalho e Pité; Tiago Gomes, Henrique e Marc.
No segundo período do jogo, entraram:
Hugo (gr); Diogo H. Carvalho, João Rafael, André Silva e Iuri; Balacó (cap), Wilson, Pité e Renato; Danny e Tiago Azevedo.
No terceiro período jogaram todos os atletas, à excepção de Tiago Gomes, que se lesionou praticamente no início do jogo (foi substituído por Tiago Azevedo) e Iuri, por indisposição.
O jogo deu muito boas indicações ao técnico aveirense, que ficou já com uma ideia do que terá como ponto de partida para atacar o campeonato nacional de juvenis da época 2010/2011. O resultado final saldou-se por uma vitória do Beira-Mar, por 1-4, tendo o São Romão aberto o marcador logo aos 3', na marcação de uma grande penalidade. Ainda no primeiro período de jogo, aos 25', Marc, muito oportuno, viria a estabelecer o empate (1-1). No segundo período de jogo registou-se apenas um golo, aos 46', para os auri-negros, com Pité a fazer o 1-2 através de um remate forte e muito bem colocado, desferido de fora da grande área. O terceiro período consolidou a vitória da equipa do Beira-Mar, com a obtenção de mais dois golos. O 1-3 foi da autoria de João António, aos 65', uma "bomba" desferida do meio da rua e o 1-4 final teve a assinatura de Wilson, aos 73', numa excelente jogada individual com finalização na cara do guarda-redes.
Uma nota final para os nossos anfitriões, que foram inexcedíveis na forma como nos receberam, fazendo-nos sentir verdadeiramente em casa. Aproveitamos para agradecer publicamente à AD São Romão, na pessoa dos seus dirigentes, toda a hospitalidade que nos foi proporcionada e endereçamos, mais uma vez, os parabéns aos seus novos campeões distritais.
segunda-feira, 31 de maio de 2010
JUNIORES B: Excelente jogo para fechar a época
SC Beira-Mar, 1 - CD Paços de Brandão, 0
(1-0, ao intervalo)
Terminou o campeonato distrital de juniores da 1ª divisão da AFA e a equipa do Beira-Mar fechou a época dando muito boas indicações para o futuro, ao realizar um excelente jogo contra o Paços de Brandão (líder da série dos últimos), onde, mais do que a magra vitória por 1-0, se deve enaltecer a qualidade do futebol apresentado. Com efeito, os jovens aveirenses, que subiram ao relvado do Estádio Mário Duarte com um conjunto formado por atletas que serão a base da sua equipa de juniores da próxima época, presentearam o público assistente com uma magnífica exibição, faltando apenas, à semelhança do que já havia acontecido na jornada anterior em Eixo, um maior poder de finalização, que transforme em golos o enorme caudal ofensivo produzido e a grande quantidade de oportunidades criadas. O professor António Luís tem ali boa "matéria-prima" para formar uma boa equipa de juniores na época 2010/2011.
O técnico aveirense apresentou a seguinte equipa:
Diogo Lopes (gr); Berna (cap), Rui Santos, Renato e Bryan; Ricardo Melo (Tito, int), Ricardo Castro e Ricardo Figueiredo; Nélson, Paulo Sousa (Chipelo, 65') e Pedro (Cassamá, 60').
Suplente não utilizado: Wilson Rubio.
O Beira-Mar iniciou o jogo muito bem e realizou um primeiro quarto de hora de sonho, um verdadeiro hino ao futebol bem jogado, apresentando uma qualidade de jogo muito acima da média, a que a fisicamente forte equipa do Paços de Brandão não mostrava ter argumentos para ripostar. O jogo era de sentido único e a produção de oportunidades de golo "asfixiava" por completo a equipa forasteira. O activo poderia ter sido aberto logo aos 2', na sequência de uma boa jogada de Paulo Sousa pela esquerda, indo à linha e cruzando atrasado para o remate de Pedro, que passou muito rente ao poste. A esta grande oportunidade de golo, logo se sucedeu uma outra, aos 5', numa boa jogada de entendimento pela direita, com Ricardo Figueiredo a abrir em Berna, que se desmarcou muito bem e centrou, rasteiro, para a boca da baliza, onde Paulo Sousa e Ricardo Castro falharam incrivelmente a finalização. A produção atacante dos aveirenses não dava descanso à equipa de Paços de Brandão e, aos 8', o golo voltou a andar perto da baliza forasteira. Nova jogada pela direita, desta vez com Paulo Sousa a servir Nélson, que cruzou atrasado para o remate de primeira de Pedro, que, mais uma vez, passou a rasar o poste direito da baliza pacense. Esta avalanche de futebol ofensivo haveria de dar os seus frutos e a equipa do Beira-Mar, aos 11', chegou ao merecido 1-0. Foi na sequência da marcação de um canto, apontado do lado direito por Ricardo Castro, com Rui a elevar-se muito bem na área e, com um excelente golpe de cabeça, a introduzir a bola nas redes contrárias. O primeiro quarto de hora de luxo da equipa do Beira-Mar não haveria de terminar sem que fosse produzida mais uma flagrante oportunidade de golo para os auri-negros, no seguimento de um cruzamento de Pedro, da esquerda, para uma emenda de Paulo Sousa que leva a bola à barra, iniciando aqui o avançado aveirense uma saga que certamente não irá esquecer.
O segundo quarto de hora do jogo foi mais pausado e, apesar do futebol praticado pelo Beira-Mar continuar a ser de bom nível, o ritmo mais lento permitia ao Paços de Brandão respirar melhor, não se tendo verificado, durante esta fase, nenhuma oportunidade de golo em qualquer das balizas. No último terço da primeira parte os aveirenses voltaram a acelerar e, até ao intervalo, produziram um número suficiente de ocasiões de golo que justificaria um resultado bem mais dilatado do que a diferença mínima registada no descanso. Aos 31', um excelente cruzamento de Nélson, para a zona do penalti, proporciona a Paulo Sousa uma boa elevação e um cabeceamento que leva, pela segunda vez, a bola a embater na barra da baliza contrária. Estava com uma boa pontaria aos ferros o artilheiro auri-negro! Como que a querer imitar o seu colega, aos 37', Ricardo Figueiredo, em jogada individual, remata de fora da área, levando a bola, ainda desviada por um defensor, a embater também no travessão. Falta de sorte! Para completar a história dos ferros, em cima do intervalo, Pedro, aberto na esquerda, cruza para a área, onde entra fulgurantemente Paulo Sousa a rematar, outra vez, à barra da baliza do Paços, revelando uma pontaria inusitada para os postes. À sua conta, o ponta-de-lança aveirense fez um "hat-trick" de bolas na barra que certamente não irá esquecer!
A segunda parte teve um início no seguimento daquilo que fora mostrado na primeira, ou seja, um Beira-Mar de ataque, continuando a exibir bom futebol e a criar oportunidades para marcar. Logo aos 48', os aveirenses poderiam ter chegado ao segundo golo, na sequência de uma boa jogada de envolvimento pela direita, com Castro a ir à linha e a centrar, para uma finalização de Ricardo Figueiredo que faz passar a bola ao lado do poste direito. Na jogada seguinte, novo lance de golo para os da casa, desta feita com Figueiredo, pela esquerda, a protagonizar boa jogada e a oferecer o golo a Paulo Sousa que, na pequena área e com a oposição de um contrário, remata rente ao poste.
Embora o domínio do jogo nunca tivesse deixado de pertencer aos aveirenses, a produção de golos desacelerou e só aos 67' há relato de novo lance de perigo para a baliza visitante, com um remate de Castro, desferido de fora da área, a roçar o poste direito, após tabela num defesa adversário. O Paços de Brandão, que raramente se acercava da baliza do Beira-Mar e não criara uma só oportunidade para marcar, teve o seu momento do jogo aos 76'. Na marcação de um pontapé de canto, aproveitando a elevada estatura de 4 ou 5 dos seus jogadores e após uma hesitação do guardião Diogo, um jogador pacense envia a bola à barra, provocando um enorme calafrio nas hostes beiramarenses. Seria uma enorme injustiça por tudo o que se passara até então, mas este lance mostrou, mais uma vez, que um lance fortuito pode alterar toda a história de um encontro. Até final, a qualidade do jogo decaiu ligeiramente e só já em cima dos 90' há registo de um remate de Chipelo, com muito perigo, que rasou mais uma vez o poste.
Bom jogo, com uma vitória tão justa quanto escassa da equipa do Beira-Mar, que realizou uma das boas exibições da época.
(1-0, ao intervalo)
Terminou o campeonato distrital de juniores da 1ª divisão da AFA e a equipa do Beira-Mar fechou a época dando muito boas indicações para o futuro, ao realizar um excelente jogo contra o Paços de Brandão (líder da série dos últimos), onde, mais do que a magra vitória por 1-0, se deve enaltecer a qualidade do futebol apresentado. Com efeito, os jovens aveirenses, que subiram ao relvado do Estádio Mário Duarte com um conjunto formado por atletas que serão a base da sua equipa de juniores da próxima época, presentearam o público assistente com uma magnífica exibição, faltando apenas, à semelhança do que já havia acontecido na jornada anterior em Eixo, um maior poder de finalização, que transforme em golos o enorme caudal ofensivo produzido e a grande quantidade de oportunidades criadas. O professor António Luís tem ali boa "matéria-prima" para formar uma boa equipa de juniores na época 2010/2011.
O técnico aveirense apresentou a seguinte equipa:
Diogo Lopes (gr); Berna (cap), Rui Santos, Renato e Bryan; Ricardo Melo (Tito, int), Ricardo Castro e Ricardo Figueiredo; Nélson, Paulo Sousa (Chipelo, 65') e Pedro (Cassamá, 60').
Suplente não utilizado: Wilson Rubio.
O Beira-Mar iniciou o jogo muito bem e realizou um primeiro quarto de hora de sonho, um verdadeiro hino ao futebol bem jogado, apresentando uma qualidade de jogo muito acima da média, a que a fisicamente forte equipa do Paços de Brandão não mostrava ter argumentos para ripostar. O jogo era de sentido único e a produção de oportunidades de golo "asfixiava" por completo a equipa forasteira. O activo poderia ter sido aberto logo aos 2', na sequência de uma boa jogada de Paulo Sousa pela esquerda, indo à linha e cruzando atrasado para o remate de Pedro, que passou muito rente ao poste. A esta grande oportunidade de golo, logo se sucedeu uma outra, aos 5', numa boa jogada de entendimento pela direita, com Ricardo Figueiredo a abrir em Berna, que se desmarcou muito bem e centrou, rasteiro, para a boca da baliza, onde Paulo Sousa e Ricardo Castro falharam incrivelmente a finalização. A produção atacante dos aveirenses não dava descanso à equipa de Paços de Brandão e, aos 8', o golo voltou a andar perto da baliza forasteira. Nova jogada pela direita, desta vez com Paulo Sousa a servir Nélson, que cruzou atrasado para o remate de primeira de Pedro, que, mais uma vez, passou a rasar o poste direito da baliza pacense. Esta avalanche de futebol ofensivo haveria de dar os seus frutos e a equipa do Beira-Mar, aos 11', chegou ao merecido 1-0. Foi na sequência da marcação de um canto, apontado do lado direito por Ricardo Castro, com Rui a elevar-se muito bem na área e, com um excelente golpe de cabeça, a introduzir a bola nas redes contrárias. O primeiro quarto de hora de luxo da equipa do Beira-Mar não haveria de terminar sem que fosse produzida mais uma flagrante oportunidade de golo para os auri-negros, no seguimento de um cruzamento de Pedro, da esquerda, para uma emenda de Paulo Sousa que leva a bola à barra, iniciando aqui o avançado aveirense uma saga que certamente não irá esquecer.
O segundo quarto de hora do jogo foi mais pausado e, apesar do futebol praticado pelo Beira-Mar continuar a ser de bom nível, o ritmo mais lento permitia ao Paços de Brandão respirar melhor, não se tendo verificado, durante esta fase, nenhuma oportunidade de golo em qualquer das balizas. No último terço da primeira parte os aveirenses voltaram a acelerar e, até ao intervalo, produziram um número suficiente de ocasiões de golo que justificaria um resultado bem mais dilatado do que a diferença mínima registada no descanso. Aos 31', um excelente cruzamento de Nélson, para a zona do penalti, proporciona a Paulo Sousa uma boa elevação e um cabeceamento que leva, pela segunda vez, a bola a embater na barra da baliza contrária. Estava com uma boa pontaria aos ferros o artilheiro auri-negro! Como que a querer imitar o seu colega, aos 37', Ricardo Figueiredo, em jogada individual, remata de fora da área, levando a bola, ainda desviada por um defensor, a embater também no travessão. Falta de sorte! Para completar a história dos ferros, em cima do intervalo, Pedro, aberto na esquerda, cruza para a área, onde entra fulgurantemente Paulo Sousa a rematar, outra vez, à barra da baliza do Paços, revelando uma pontaria inusitada para os postes. À sua conta, o ponta-de-lança aveirense fez um "hat-trick" de bolas na barra que certamente não irá esquecer!
A segunda parte teve um início no seguimento daquilo que fora mostrado na primeira, ou seja, um Beira-Mar de ataque, continuando a exibir bom futebol e a criar oportunidades para marcar. Logo aos 48', os aveirenses poderiam ter chegado ao segundo golo, na sequência de uma boa jogada de envolvimento pela direita, com Castro a ir à linha e a centrar, para uma finalização de Ricardo Figueiredo que faz passar a bola ao lado do poste direito. Na jogada seguinte, novo lance de golo para os da casa, desta feita com Figueiredo, pela esquerda, a protagonizar boa jogada e a oferecer o golo a Paulo Sousa que, na pequena área e com a oposição de um contrário, remata rente ao poste.
Embora o domínio do jogo nunca tivesse deixado de pertencer aos aveirenses, a produção de golos desacelerou e só aos 67' há relato de novo lance de perigo para a baliza visitante, com um remate de Castro, desferido de fora da área, a roçar o poste direito, após tabela num defesa adversário. O Paços de Brandão, que raramente se acercava da baliza do Beira-Mar e não criara uma só oportunidade para marcar, teve o seu momento do jogo aos 76'. Na marcação de um pontapé de canto, aproveitando a elevada estatura de 4 ou 5 dos seus jogadores e após uma hesitação do guardião Diogo, um jogador pacense envia a bola à barra, provocando um enorme calafrio nas hostes beiramarenses. Seria uma enorme injustiça por tudo o que se passara até então, mas este lance mostrou, mais uma vez, que um lance fortuito pode alterar toda a história de um encontro. Até final, a qualidade do jogo decaiu ligeiramente e só já em cima dos 90' há registo de um remate de Chipelo, com muito perigo, que rasou mais uma vez o poste.
Bom jogo, com uma vitória tão justa quanto escassa da equipa do Beira-Mar, que realizou uma das boas exibições da época.
domingo, 30 de maio de 2010
Balanço da jornada: Escolas A terminam 2ª fase no 1º lugar da série F
Terminou, neste fim-de-semana, a 2ª fase dos campeonatos distritais de escolas, no que diz respeito às equipas que disputavam a série dos últimos. À semelhança do que já havia sido garantido pelas escolas B, também a equipa de escolas A terminou esta fase da prova no primeiro lugar da sua série, feito que estava já praticamente garantido, mas que a vitória expressiva na última jornada sobre o Alba veio confirmar.
Merece igualmente destaque a vitória da equipa de infantis B em Oliveira de Azeméis, garantindo, nesta deslocação difícil, a continuidade na luta pelo primeiro lugar do campeonato distrital, quando faltam disputar apenas 3 jornadas.
Com um saldo de 4 vitórias, 1 empate e 1 derrota, é este o quadro completo dos resultados da jornada do fim-de-semana:
Merece igualmente destaque a vitória da equipa de infantis B em Oliveira de Azeméis, garantindo, nesta deslocação difícil, a continuidade na luta pelo primeiro lugar do campeonato distrital, quando faltam disputar apenas 3 jornadas.
Com um saldo de 4 vitórias, 1 empate e 1 derrota, é este o quadro completo dos resultados da jornada do fim-de-semana:
COMENTÁRIO
JUNIORES: Disputou-se a última jornada do campeonato distrital da 1ª divisão da AFA e a equipa do Beira-Mar, com a manutenção já garantida, recebeu o líder desta série dos últimos, o Paços de Brandão, a quem venceu por um tangencial, mas enganador, 1-0, apresentando neste jogo uma equipa que, pela qualidade do futebol praticado, deixou muito boas indicações para o futuro.
INICIADOS: Também a equipa de iniciados de 1º ano, ao vencer em terreno alheio, por 1-2, a forte formação do Milheiroense, 4º classificado do campeonato distrital da 1ª divisão, deixou excelentes indicações quanto ao futuro da nossa participação no campeonato nacional da próxima época, mostrando que o seu percurso de crescimento, feito de altos e baixos, deu mais um passo no sentido positivo.
INFANTIS: Apenas o escalão B permanece em competição oficial e a equipa de Ricardo Pinheiro, que nas duas últimas jornadas havia desperdiçado 5 pontos, que lhe custaram a perda da liderança, tinha mais uma deslocação de grau de dificuldade muito elevado, não podendo, neste jogo, perder mais terreno para os seus adversários directos, sob risco de ver fugir em definitivo as esperanças de chegar ao título de campeão distrital. A resposta da equipa, em Oliveira de Azeméis, esteve à altura de um verdadeiro candidato e o triunfo alcançado, por 1-3, manteve os auri-negros na luta pelo primeiro lugar, numa altura em que faltam disputar três jornadas. Por ora, a Casa do Benfica em Estarreja está no comando, com Beira-Mar e Feirense a 2 escassos pontos de distância, mas os nossos rapazes mostraram que estão bem "vivos" e que têm estofo de campeões.
ESCOLAS: As escolas A confirmaram, na última jornada da 2ª fase do campeonato distrital, o 1º lugar na série F (últimos) que já ocupavam. Só um "cataclismo" os poderia impedir de terminar na frente, mas os miúdos dos irmãos Teles, a realizar um final de época de muito bom nível, não facilitaram perante o Alba e impuseram mais uma goleada, desta feita por 11-0.
Já a equipa de escolas B, com o 1º lugar da sua série garantido à partida para a última jornada, deixou-se surpreender na recepção ao Mourisquense, perdendo de uma forma inesperada por tangenciais 2-3.
Finalmente, a equipa de escolas C recebia o Paços de Brandão, num jogo que poderia ditar o regresso às vitórias dos comandados de Paulo Martins, que vinham de três jogos consecutivos sem ganhar. No entanto, o favoritismo que era dado aos aveirenses não se traduziu em campo e o empate (2-2) registado acabou por ser um mal menor.
INFANTIS B: Vitória importante em Oliveira de Azeméis!
UD Oliveirense, 1 - SC Beira-Mar, 3
(1-1, ao intervalo)
Num jogo de importância extrema para as aspirações da equipa do Beira-Mar, os auri-negros deslocaram-se, na manhã de sábado, ao difícil reduto da Oliveirense e a equipa de Ricardo Pinheiro, após dois jogos consecutivos sem vencer, regressou às vitórias e ao caminho da reconquista do primeiro lugar entretanto perdido.
O técnico aveirense apresentou:
Pouseiro (gr); Bernardo (cap) e Leonardo; Toncha, Gil e Gonçalo; André.
Entraram durante a 1ª parte: Rafa, Miguel, Fábio, Adriel e Terrinca.
Numa partida onde os aveirenses estavam “proibidos” de claudicar, o jogo não poderia ter começado da pior maneira, uma vez que, logo aos 2’, a Oliveirense se adiantou no marcador. O lance do 1-0 começa numa falta sofrida por Gil, a meio do nosso meio-campo, não assinalada pelo árbitro, que proporciona um ataque em superioridade numérica à equipa da casa, que chega ao golo numa recarga, após um corte da nossa defesa, bem aproveitado para desferirem um remate cruzado, no centro da nossa área, que só parou nas malhas da baliza de Pouseiro.
Foi tal a injustiça sentida, que os nervos se apoderaram dos nossos atletas, que não conseguiram, durante os primeiros dez minutos, explanar o seu futebol. Ultrapassada esta fase difícil, a equipa do Beira-Mar passou a ser superior ao seu adversário, com mais posse de bola, que proporcionou algumas oportunidades de golo. Como corolário deste ascendente, o Beira-Mar chegaria ao empate, aos 15’, na sequência da marcação de um pontapé de canto, muito bem executado, com Leonardo a cabecear forte e colocado, fazendo a bola entrar ao ângulo superior esquerdo e estabelecendo o 1-1.
Sucederam-se, depois, várias outras jogadas de perigo e as oportunidades de golo para o Beira-Mar surgiam com alguma facilidade. Nesta altura esteve em foco o Adriel, que foi um autêntico quebra-cabeças para os seus adversários. Até ao intervalo só deu Beira-Mar, mas sem resultados práticos.
O Beira-Mar iniciou a 2ª parte com:
Pouseiro (gr); Bernardo e Leonardo; Toncha, Rafa e Gonçalo; Adriel.
Jogaram também neste período: Terrinca, Miguel, Fábio, André e Gil.
Uma vez que só a vitória interessava à equipa de Ricardo Pinheiro, os aveirenses mantiveram, no início da 2ª parte, a mesma toada ofensiva com que haviam terminado a etapa inicial. Contudo, esta estratégia de ataque, implicava alguns riscos, bem aproveitados pela Oliveirense para desferir os seus contra-golpes, criando, em algumas ocasiões, muito perigo para a baliza de Pouseiro, que esteve sempre intransponível.
Aos 8’, Adriel, em iniciativa individual, passa por um adversário e tenta o “chapéu” ao guarda-redes, que faz uma defesa soberba, negando aquele que seria um grande golo para o atacante aveirense. A meio do segundo tempo, o técnico aveirense, produz uma alteração táctica, passando a jogar com dois avançados e defendendo homem-a-homem, cá atrás. Cerca dos 20’, o Beira-Mar chega, por fim, à vantagem, resultado da intensificação da pressão exercida. Foi num livre directo, frontal à baliza, que Gil chega ao 1-2, um golo com uma execução de fino recorte técnico, fazendo passar a bola por cima da barreira e indo entrar ao canto superior esquerdo da baliza da Oliveirense. O guarda-redes nem se mexeu!
Galvanizados pelo golo, os jogadores do Beira-Mar soltaram-se mais e continuaram a produzir futebol que poderia ter dado outro resultado. A equipa da casa não conseguia sair a jogar, devido à pressão alta do Fábio e do André. Optaram, então, pelo futebol directo, aparecendo em cena o Bernardo e o Leonardo, que ganhavam tudo nas alturas. Gil, aos 25’, novamente de bola parada, noutro livre frontal à baliza, volta a estar perto do golo, mas o remate forte sai a rasar a barra. Aos 28’ é André que se isola e, na cara do guarda-redes, remata cruzado, mas ao lado. Já quando o árbitro da partida se preparava para apitar para o final do encontro, Gil volta a marcar, numa iniciativa individual em que, depois de ganhar a bola no meio-campo, passa por dois adversários e faz passar a bola sob o corpo do guardião contrário, estabelecendo o 1-3 final, quando todos pensavam que ia cruzar.
Não gostámos do trabalho do árbitro, que apitou quase sempre contra o Beira-Mar, tendo mesmo, durante o primeiro tempo, dirigido ameaças à sua equipa técnica, sem que esta lhe tivesse dado motivos para tal atitude.
(1-1, ao intervalo)
Num jogo de importância extrema para as aspirações da equipa do Beira-Mar, os auri-negros deslocaram-se, na manhã de sábado, ao difícil reduto da Oliveirense e a equipa de Ricardo Pinheiro, após dois jogos consecutivos sem vencer, regressou às vitórias e ao caminho da reconquista do primeiro lugar entretanto perdido.
O técnico aveirense apresentou:
Pouseiro (gr); Bernardo (cap) e Leonardo; Toncha, Gil e Gonçalo; André.
Entraram durante a 1ª parte: Rafa, Miguel, Fábio, Adriel e Terrinca.
Numa partida onde os aveirenses estavam “proibidos” de claudicar, o jogo não poderia ter começado da pior maneira, uma vez que, logo aos 2’, a Oliveirense se adiantou no marcador. O lance do 1-0 começa numa falta sofrida por Gil, a meio do nosso meio-campo, não assinalada pelo árbitro, que proporciona um ataque em superioridade numérica à equipa da casa, que chega ao golo numa recarga, após um corte da nossa defesa, bem aproveitado para desferirem um remate cruzado, no centro da nossa área, que só parou nas malhas da baliza de Pouseiro.
Foi tal a injustiça sentida, que os nervos se apoderaram dos nossos atletas, que não conseguiram, durante os primeiros dez minutos, explanar o seu futebol. Ultrapassada esta fase difícil, a equipa do Beira-Mar passou a ser superior ao seu adversário, com mais posse de bola, que proporcionou algumas oportunidades de golo. Como corolário deste ascendente, o Beira-Mar chegaria ao empate, aos 15’, na sequência da marcação de um pontapé de canto, muito bem executado, com Leonardo a cabecear forte e colocado, fazendo a bola entrar ao ângulo superior esquerdo e estabelecendo o 1-1.
Sucederam-se, depois, várias outras jogadas de perigo e as oportunidades de golo para o Beira-Mar surgiam com alguma facilidade. Nesta altura esteve em foco o Adriel, que foi um autêntico quebra-cabeças para os seus adversários. Até ao intervalo só deu Beira-Mar, mas sem resultados práticos.
O Beira-Mar iniciou a 2ª parte com:
Pouseiro (gr); Bernardo e Leonardo; Toncha, Rafa e Gonçalo; Adriel.
Jogaram também neste período: Terrinca, Miguel, Fábio, André e Gil.
Uma vez que só a vitória interessava à equipa de Ricardo Pinheiro, os aveirenses mantiveram, no início da 2ª parte, a mesma toada ofensiva com que haviam terminado a etapa inicial. Contudo, esta estratégia de ataque, implicava alguns riscos, bem aproveitados pela Oliveirense para desferir os seus contra-golpes, criando, em algumas ocasiões, muito perigo para a baliza de Pouseiro, que esteve sempre intransponível.
Aos 8’, Adriel, em iniciativa individual, passa por um adversário e tenta o “chapéu” ao guarda-redes, que faz uma defesa soberba, negando aquele que seria um grande golo para o atacante aveirense. A meio do segundo tempo, o técnico aveirense, produz uma alteração táctica, passando a jogar com dois avançados e defendendo homem-a-homem, cá atrás. Cerca dos 20’, o Beira-Mar chega, por fim, à vantagem, resultado da intensificação da pressão exercida. Foi num livre directo, frontal à baliza, que Gil chega ao 1-2, um golo com uma execução de fino recorte técnico, fazendo passar a bola por cima da barreira e indo entrar ao canto superior esquerdo da baliza da Oliveirense. O guarda-redes nem se mexeu!
Galvanizados pelo golo, os jogadores do Beira-Mar soltaram-se mais e continuaram a produzir futebol que poderia ter dado outro resultado. A equipa da casa não conseguia sair a jogar, devido à pressão alta do Fábio e do André. Optaram, então, pelo futebol directo, aparecendo em cena o Bernardo e o Leonardo, que ganhavam tudo nas alturas. Gil, aos 25’, novamente de bola parada, noutro livre frontal à baliza, volta a estar perto do golo, mas o remate forte sai a rasar a barra. Aos 28’ é André que se isola e, na cara do guarda-redes, remata cruzado, mas ao lado. Já quando o árbitro da partida se preparava para apitar para o final do encontro, Gil volta a marcar, numa iniciativa individual em que, depois de ganhar a bola no meio-campo, passa por dois adversários e faz passar a bola sob o corpo do guardião contrário, estabelecendo o 1-3 final, quando todos pensavam que ia cruzar.
Não gostámos do trabalho do árbitro, que apitou quase sempre contra o Beira-Mar, tendo mesmo, durante o primeiro tempo, dirigido ameaças à sua equipa técnica, sem que esta lhe tivesse dado motivos para tal atitude.
sábado, 29 de maio de 2010
ESCOLAS B: Dois minutos fatídicos...
SC Beira-Mar, 2 - UD Mourisquense, 3
(1-0, ao intervalo)
Quando, a quatro minutos do final do encontro, o Beira-Mar ganhava por dois golos de vantagem, nada fazia prever a reviravolta que se viria a operar no marcador e que levaria à vitória a inconformada equipa que sempre mostrou ser o Mourisquense. Efectivamente, os três golos apontados pelos rapazes da Mourisca do Vouga, entre os minutos 21 e 23 da segunda parte, vieram mostrar, mais uma vez, que no futebol vale a pena lutar sempre até ao apito final do árbitro e que uma equipa, por muito confortável que a sua vantagem aparente ser, só deve dar o jogo por ganho no final do mesmo. O jogo foi muito bem disputado, com o equilíbrio como nota dominante e a derrota auri-negra é um castigo demasiado severo para os comandados de João Paulo que, mesmo assim, terminaram a 2ª fase do campeonato distrital no primeiro lugar da série E. Uma nota para o infortúnio que bateu à porta do nosso guardião Álvaro, que se magoou mesmo antes de começar o jogo, num acidente caseiro, que o impediu de dar o seu contributo à equipa. Como guarda-redes de recurso, foi chamado o nosso defesa Rui Ribeiro, que rubricou uma boa exibição, não se podendo invocar esse facto como argumento para a derrota sofrida. Ao Álvaro desejamos rápido restabelecimento.
O Beira-Mar entrou em campo com:
Rui (gr); Diogo Silva e Vieira; Rafa, João Morais (cap) e Miguel Vaz; Tiago.
Também jogaram: Samuel, Henrique, Luís Pita, Gustavo Cardoso.
O jogo teve um início repartido, tendo a primeira situação de perigo ocorrido, aos 7', junto da baliza defendida pelo nosso guarda-redes de recurso, Rui Jorge. Foi na sequência de um pontapé de canto apontado do lado esquerdo, aparecendo um jogador da Mourisca a cabecear à vontade por cima da barra. A este lance, respondeu o Beira-Mar com uma soberana ocasião para abrir o marcador, aos 9', quando João Morais tira um adversário do caminho e remata, já dentro da área, levando a bola a embater na barra e, caprichosamente, a não entrar. No Mourisquense começava a destacar-se o seu jogador nº 80 (Francisco), um esquerdino possuidor de grande capacidade técnica e que se revelou um executante muito acima da média. Aos 12' e 15', o referido jogador da Mourisca teve o golo no seu pé esquerdo, mas o guardião Rui esteve à altura dos seus perigosos remates cruzados e negou-lho com duas valentes defesas, a primeira desviando para canto e a segunda de recurso, com os pés.
E foi numa fase do jogo em que o Mourisquense se estava a revelar mais perigoso que o Beira-Mar chegou à vantagem. Foi aos 16', numa jogada de contra-ataque, com Henrique a fugir ao seu marcador directo e a rematar cruzado para o 1-0, com o guardião contrário a tocar ainda na bola, que entra muito lentamente na baliza. Em desvantagem no marcador, os visitantes procuraram chegar ao empate antes do intervalo, mas por uma só vez, aos 17', isso esteve perto de acontecer, quando Vieira desarma no momento exacto o perigoso Francisco, que se preparava para alvejar a baliza de Rui.
A segunda parte começou movimentadíssima e, ainda não se tinha esgotado o primeiro minuto de jogo, já o perigo havia rondado as duas balizas, primeiro por João Morais, na sequência de um canto e, depois, através de um remate de longe do inevitável Francisco. Aos 3', o Beira-Mar chega ao 2-0, na sequência de uma boa jogada de Rafa pela direita, com um cruzamento para a boca da baliza, onde apareceu, ao segundo poste, Miguel Vaz a finalizar com êxito. Com dois golos de desvantagem, nem por isso o Mourisquense baixou os braços e o seu jogador Francisco era um perigo permanente para o último reduto aveirense. Aos 7' e 11', mais duas ocasiões em que o nº 80 forasteiro pôs à prova os bons recursos de guarda-redes do Rui, que lhe levou a melhor pela duas vezes. No primeiro lance, o potente remate de pé esquerdo é desviado para canto, tendo defendido o segundo remate com muita segurança.
O Beira-Mar poderia, pouco depois, em dois lances, ter "matado" definitivamente o jogo, mas a sorte não esteve com a equipa auri-negra. Aos 12', uma boa iniciativa individual de João Morais, desde o meio-campo, termina com um forte remate, já dentro da área, que levava o selo do golo, que uma soberba intervenção do guardião do Mourisquense negou. Aos 16' é Samuel que isola Henrique, que ainda finta o guarda-redes, mas fica sem ângulo para fazer o golo.
O jogo prosseguiu e tudo parecia decidido, mas, em dois minutos, aconteceu o improvável, ou seja, a "cambalhota" completa no marcador. Tudo começou a quatro minutos do fim, aos 21', numa perda de bola perto da grande área, que isola o jogador nº 5 da Mourisca, que faz um remate feliz, com Rui ainda a tocar com as pernas na bola e quase a ir a tempo de evitar o 1-2, já que a bola entra na baliza muito devagarinho. No minuto seguinte surge o empate, que resulta de uma reposição de bola do guarda-redes do Mourisquense, com Francisco a ficar na cara de Rui e a rematar para o 2-2. Com a equipa do Beira-Mar completamente surpreendida e o Mourisquense galvanizado pelo feito alcançado, aos 23', novo golo para os da Mourisca, um bonito tento, por sinal. O 2-3 definitivo resultou de um remate em arco, desferido de fora da área, apanhando Rui ligeiramente adiantado. O guardião aveirense ainda toca na bola, mas esta acaba por anichar-se na baliza, perante o gáudio dos miúdos do Mourisquense e a incredulidade dos auri-negros.
Sobre o apito final, Francisco protagonizou mais uma das suas excelentes jogadas e esteve à beira de marcar de novo, mas a tentativa de "chapéu" que fez à saída de Rui, foi gorada pela enérgica e decidida intervenção do guardião do Beira-Mar. Se a derrota tangencial dos auri-negros já se questiona, uma diferença maior de golos seria muito injusta. Por tudo o que fizeram as duas equipas ao longo dos 50 minutos de jogo, o empate seria o resultado mais justo, sendo certo que o Beira-Mar teve tudo para sair com os três pontos do Campo do Seminário.
(1-0, ao intervalo)
Quando, a quatro minutos do final do encontro, o Beira-Mar ganhava por dois golos de vantagem, nada fazia prever a reviravolta que se viria a operar no marcador e que levaria à vitória a inconformada equipa que sempre mostrou ser o Mourisquense. Efectivamente, os três golos apontados pelos rapazes da Mourisca do Vouga, entre os minutos 21 e 23 da segunda parte, vieram mostrar, mais uma vez, que no futebol vale a pena lutar sempre até ao apito final do árbitro e que uma equipa, por muito confortável que a sua vantagem aparente ser, só deve dar o jogo por ganho no final do mesmo. O jogo foi muito bem disputado, com o equilíbrio como nota dominante e a derrota auri-negra é um castigo demasiado severo para os comandados de João Paulo que, mesmo assim, terminaram a 2ª fase do campeonato distrital no primeiro lugar da série E. Uma nota para o infortúnio que bateu à porta do nosso guardião Álvaro, que se magoou mesmo antes de começar o jogo, num acidente caseiro, que o impediu de dar o seu contributo à equipa. Como guarda-redes de recurso, foi chamado o nosso defesa Rui Ribeiro, que rubricou uma boa exibição, não se podendo invocar esse facto como argumento para a derrota sofrida. Ao Álvaro desejamos rápido restabelecimento.
O Beira-Mar entrou em campo com:
Rui (gr); Diogo Silva e Vieira; Rafa, João Morais (cap) e Miguel Vaz; Tiago.
Também jogaram: Samuel, Henrique, Luís Pita, Gustavo Cardoso.
O jogo teve um início repartido, tendo a primeira situação de perigo ocorrido, aos 7', junto da baliza defendida pelo nosso guarda-redes de recurso, Rui Jorge. Foi na sequência de um pontapé de canto apontado do lado esquerdo, aparecendo um jogador da Mourisca a cabecear à vontade por cima da barra. A este lance, respondeu o Beira-Mar com uma soberana ocasião para abrir o marcador, aos 9', quando João Morais tira um adversário do caminho e remata, já dentro da área, levando a bola a embater na barra e, caprichosamente, a não entrar. No Mourisquense começava a destacar-se o seu jogador nº 80 (Francisco), um esquerdino possuidor de grande capacidade técnica e que se revelou um executante muito acima da média. Aos 12' e 15', o referido jogador da Mourisca teve o golo no seu pé esquerdo, mas o guardião Rui esteve à altura dos seus perigosos remates cruzados e negou-lho com duas valentes defesas, a primeira desviando para canto e a segunda de recurso, com os pés.
E foi numa fase do jogo em que o Mourisquense se estava a revelar mais perigoso que o Beira-Mar chegou à vantagem. Foi aos 16', numa jogada de contra-ataque, com Henrique a fugir ao seu marcador directo e a rematar cruzado para o 1-0, com o guardião contrário a tocar ainda na bola, que entra muito lentamente na baliza. Em desvantagem no marcador, os visitantes procuraram chegar ao empate antes do intervalo, mas por uma só vez, aos 17', isso esteve perto de acontecer, quando Vieira desarma no momento exacto o perigoso Francisco, que se preparava para alvejar a baliza de Rui.
A segunda parte começou movimentadíssima e, ainda não se tinha esgotado o primeiro minuto de jogo, já o perigo havia rondado as duas balizas, primeiro por João Morais, na sequência de um canto e, depois, através de um remate de longe do inevitável Francisco. Aos 3', o Beira-Mar chega ao 2-0, na sequência de uma boa jogada de Rafa pela direita, com um cruzamento para a boca da baliza, onde apareceu, ao segundo poste, Miguel Vaz a finalizar com êxito. Com dois golos de desvantagem, nem por isso o Mourisquense baixou os braços e o seu jogador Francisco era um perigo permanente para o último reduto aveirense. Aos 7' e 11', mais duas ocasiões em que o nº 80 forasteiro pôs à prova os bons recursos de guarda-redes do Rui, que lhe levou a melhor pela duas vezes. No primeiro lance, o potente remate de pé esquerdo é desviado para canto, tendo defendido o segundo remate com muita segurança.
O Beira-Mar poderia, pouco depois, em dois lances, ter "matado" definitivamente o jogo, mas a sorte não esteve com a equipa auri-negra. Aos 12', uma boa iniciativa individual de João Morais, desde o meio-campo, termina com um forte remate, já dentro da área, que levava o selo do golo, que uma soberba intervenção do guardião do Mourisquense negou. Aos 16' é Samuel que isola Henrique, que ainda finta o guarda-redes, mas fica sem ângulo para fazer o golo.
O jogo prosseguiu e tudo parecia decidido, mas, em dois minutos, aconteceu o improvável, ou seja, a "cambalhota" completa no marcador. Tudo começou a quatro minutos do fim, aos 21', numa perda de bola perto da grande área, que isola o jogador nº 5 da Mourisca, que faz um remate feliz, com Rui ainda a tocar com as pernas na bola e quase a ir a tempo de evitar o 1-2, já que a bola entra na baliza muito devagarinho. No minuto seguinte surge o empate, que resulta de uma reposição de bola do guarda-redes do Mourisquense, com Francisco a ficar na cara de Rui e a rematar para o 2-2. Com a equipa do Beira-Mar completamente surpreendida e o Mourisquense galvanizado pelo feito alcançado, aos 23', novo golo para os da Mourisca, um bonito tento, por sinal. O 2-3 definitivo resultou de um remate em arco, desferido de fora da área, apanhando Rui ligeiramente adiantado. O guardião aveirense ainda toca na bola, mas esta acaba por anichar-se na baliza, perante o gáudio dos miúdos do Mourisquense e a incredulidade dos auri-negros.
Sobre o apito final, Francisco protagonizou mais uma das suas excelentes jogadas e esteve à beira de marcar de novo, mas a tentativa de "chapéu" que fez à saída de Rui, foi gorada pela enérgica e decidida intervenção do guardião do Beira-Mar. Se a derrota tangencial dos auri-negros já se questiona, uma diferença maior de golos seria muito injusta. Por tudo o que fizeram as duas equipas ao longo dos 50 minutos de jogo, o empate seria o resultado mais justo, sendo certo que o Beira-Mar teve tudo para sair com os três pontos do Campo do Seminário.
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Agenda fim-de-semana: Termina a época para mais três equipas
A época 2009/2010 aproxima-se a passos largos do seu fim e, no próximo fim-de-semana, mais três equipas do SC Beira-Mar (Juniores B, Escolas A e Escolas B) terminarão os seus campeonatos, realizando o último jogo oficial da temporada. Do quadro completo da jornada, que é composto por 6 partidas, o destaque vai para a deslocação da equipa de infantis B a Oliveira de Azeméis, onde jogará cartada importante na luta pelo título de campeão distrital.
Veja agora qual a agenda para os próximos sábado e domingo:
Veja agora qual a agenda para os próximos sábado e domingo:
Análise prévia da jornada
JUNIORES B: Após cumprido o objectivo da manutenção, na última jornada do campeonato distrital da 1ª divisão, a prova terminará com uma recepção ao líder Paços de Brandão, num jogo em que os auri-negros procurarão despedir-se da temporada com uma boa exibição e um resultado favorável.
INICIADOS B: Mais uma deslocação difícil para a nossa equipa de iniciados de 1º ano, defrontando, no próximo domingo, o Milheiroense, equipa bem posicionada na tabela classificativa do campeonato distrital. Será um bom teste para a equipa de João Amaral continuar o seu processo de crescimento, de evolução positiva e de aperfeiçoamento dos diferentes aspectos do jogo.
INFANTIS B: Após o desaire da última jornada em Anta, com a consequente perda da liderança do campeonato distrital para a Casa do Benfica em Estarreja, a equipa de Ricardo Pinheiro tem nova prova de fogo, desta vez no campo da Oliveirense, adversário muito difícil, como mostrou no jogo da 1ª volta em Aveiro, ganho pelos auri-negros pela margem mínima. O Beira-Mar está "proibido" de perder mais pontos, sob risco de deixar fugir irremediavelmente os seus adversários mais directos, mas será necessária uma exibição ao seu melhor nível para que os auri-negros possam cantar vitória.
ESCOLAS A: Tendo realizado uma 1ª fase que ficou aquém das expectativas, vendo-se, por isso, relegada para a série dos últimos, esta equipa melhorou na 2ª fase, não tão competitiva, é certo, mas onde se impôs a adversários (Eixense) que lhe tinham sido superiores anteriormente. Tudo indica que o último jogo do campeonato, a realizar com o Alba, no Campo do Seminário, será a confirmação desta boa fase e do primeiro lugar na série F.
ESCOLAS B: Com o primeiro lugar da série E já garantido, a equipa de João Paulo parte favorita para o último jogo oficial da época, embora o confronto com a equipa do Mourisquense, 2º classificado da prova, seja de grau de dificuldade elevado, pelo que será necessário estar com níveis máximos de concentração e de apuro técnico para garantir os 3 pontos em disputa no Campo do Seminário.
ESCOLAS C: Há três jogos consecutivos sem vencer (EDD), a equipa do SC Beira-Mar tem, na recepção ao Paços de Brandão, a quem bateu no seu terreno por 1-3 no jogo da 1ª volta, uma boa oportunidade para regressar ao trilho das vitórias e, quiçá, poder aspirar a algo melhor do que o actual 5º lugar, estando o União de Lamas no 4º posto a um escasso ponto de distância.
terça-feira, 25 de maio de 2010
JUNIORES B: Triunfo em Eixo garante manutenção!
GD Eixense, 0 - SC Beira-Mar, 1
(0-0, ao intervalo)
Um tento solitário de Nelson, obtido aos 83 minutos de jogo, quebrou a resistência da equipa do Eixense e foi suficiente para que o Beira-Mar tivesse alcançado uma vitória que procurou desde o início da partida e que garantiu a permanência na 1ª divisão do campeonato distrital de juniores da AFA. A vantagem tangencial não espelha a supremacia evidenciada pelos aveirenses ao longo dos 90 minutos do jogo e só encontra justificação na manifesta falta de poder de finalização evidenciada pelos auri-negros, que construíram jogo e oportunidades de golo para sair do Campo do Monte com um resultado robusto.
No jogo em que a equipa do Beira-Mar atingiu o objectivo traçado para o campeonato distrital, o Prof. António Luís apresentou os seguintes atletas:
Cirineu (gr); Leandro, Rui, Lobo e Wilson Rubio; Mika (cap), Ricardo Figueiredo (Pedro, 54'), Filipe Vieira e André Aranha (Cassamá, 65'); Francisco (Ricardo Castro, int) e Nelson.
Suplentes não utilizados: Tito, Ricardo Melo e Berna.
Apesar da equipa do Eixense ter ameaçado a baliza de Cirineu logo na primeira jogada do jogo, foi o Beira-Mar que entrou melhor na partida e cedo passou a controlar os acontecimentos. Como resultado dessa supremacia surgiu, naturalmente, aos 9', a primeira grande oportunidade para abrir o marcador. A jogada inicia-se em Nelson, que ganha a linha e faz um cruzamento para a área, onde uma emenda perigosa de Aranha permite uma defesa incompleta do guarda-redes, com Francisco, muito oportuno, a fazer a recarga, que é cortada para canto, com alguma dose de felicidade, por um defesa da casa.
O meio-campo dos auri-negros fazia boa circulação e controlo de bola e Francisco, na direita, a par de Nelson, na esquerda, eram duas setas permanentes apontadas à baliza do Eixense. E foi pela direita, aos 16', que Francisco Griné deu início a uma boa jogada que provocaria, de novo, o pânico no último reduto da equipa visitada. O cruzamento sai perfeito, para a cabeça de Aranha que, sozinho, na cara do guarda-redes, atira incrivelmente para as mãos deste, perdendo soberana ocasião para chegar ao golo. Passados dois minutos, uma boa jogada de envolvimento da equipa do Beira-Mar permite a penetração de Filipe Vieira pelo meio e, quando se esperava o remate do "Bolaxa", este atrasa para Aranha, que volta a mostrar falta de pontaria, atirando por cima do travessão.
O domínio constante dos auri-negros só viria a ser abanado aos 30', num lance esporádico de ataque eixense, com uma bola metida na área aveirense, que originou uma saída a destempo de Cirineu, que viu o avançado da equipa de Eixo fazer-lhe um "chapéu", valendo a intervenção de Leandro, que salvou a situação. Rapidamente o cariz do jogo voltou ao mesmo, ou seja, ao desperdício de oportunidades de golo por parte da equipa do Beira-Mar. Aos 34' e 36', em lances que resultaram da marcação de pontapés de canto, foi Lobo que esteve muito perto do golo. No primeiro aparece solto, na direita, rematando cruzado, rasteiro, fazendo a bola sair rente ao poste mais distante. No segundo, Francisco coloca a bola ao segundo poste, para o nº 30 auri-negro aparecer solto, a rematar de cabeça ao lado.
A primeira parte não fecharia sem que André Aranha mostrasse, mais uma vez, que este não era o seu dia para finalizar bem, valendo, contudo, o sentido de baliza que mostrou, aparecendo, bastas vezes, na posição do ponta-de-lança com muito sentido de oportunidade. Foi aos 44', em mais uma grande jogada de Nelson, pelo corredor esquerdo, com um cruzamento perfeito para a zona frontal da baliza, onde surgiu Aranha a rematar, mais uma vez, ao lado da baliza do Eixense.
O 0-0 ao intervalo era castigo demasiado pesado para a equipa do Beira-Mar que, pese embora a ineficácia mostrada na finalização, havia praticado bom futebol e construído uma quantidade tão grande de oportunidades que seriam, por si só, suficientes para justificar outro resultado. No reatamento o filme não mudou e, logo aos 52', uma jogada de combinação entre Nélson e o recém-entrado Castro, permite a este último ficar na cara do guardião contrário, perdendo-se a oportunidade por ter rematado fraco. Os lances de perigo sucediam-se em catadupa, tendo, aos 53', Mika rematado à figura do guarda-redes, em posição frontal e, no minuto seguinte, mais uma vez Aranha a rematar de cabeça, ao lado, após bom cruzamento de Leandro, na direita. Nelson, que foi uma das figuras deste jogo, aparece, por quatro vezes (57', 58', 61' e 63') no papel de finalizador e, em qualquer dos lances, poderia ter feito golo. Primeiro numa diagonal, da esquerda para a direita, com remate forte, um pouco ao lado do poste; depois, quando surgiu isolado, ultrapassou o guarda-redes, mas adiantou em demasia; a seguir, na sequência de um livre apontado por Wilson Rubio, com uma entrada fulgurante do extremo aveirense, que faz passar a bola ao lado da, até então, inviolada baliza do Eixense; por último, talvez a mais flagrante, com Castro a abrir na esquerda no 17 auri-negro, que fica isolado e atira para a baliza à saída do guarda-redes, que é substituído por um defesa, que corta a bola sobre a linha de golo, quando todos já esperavam o mais que justificado golo.
O jogo era de sentido único, o Beira-Mar não desanimava e as oportunidades de golo continuavam. Aos 65', numa bola de ressaca, à entrada da área, Ricardo Castro domina com o peito e remata forte com o pé direito, sem deixar a bola cair, mas esta sobrevoa o travessão da baliza contrária. O mesmo Castro, aos 70', em lance de combinação com Filipe Vieira, proporciona ao "Bolaxa" mais um remate em posição frontal, que sai, contudo, mais uma vez ao lado, perante o desespero auri-negro.
O Eixense deu sinal de vida, em termos atacantes, nesta segunada parte, apenas aos 71', num remate de fora da área, ainda assim inofensivo. Até que, a sete minutos dos 90 regulamentares, a resistência da equipa da casa foi quebrada, com a obtenção do único golo da partida, decisivo para o desfecho do jogo e para as aspirações do Beira-Mar. Foi Nelson o autor do 0-1 e diga-se que foi um golo muito merecido, tanto pelo jogador como pela equipa, resultado de um remate desferido já dentro da área, a passe de Ricardo Castro, que levava colocação e força suficientes para não dar quaisquer hipótese ao esforçado guardião do Eixense.
Após o golo sofrido, os jogadores da casa ficaram prostrados no relvado, num sinal de desânimo e sinónimo de que as suas forças haviam chegado ao fim. E, de facto, aos 86' e 87' o Beira-Mar dispôs, por Pedro, de mais duas soberanas ocasiões para ampliar o marcador e dar-lhe uma expressão mais condizente com o passado em campo. No primeiro lance o avançado auri-negro cabeceia para as mãos do guarda-redes, após bom cruzamento da esquerda de Wilson e, no segundo, o seu remate proporciona mais uma grande defesa ao guardião caseiro.
O jogo, que teve uma excelente arbitragem, não terminaria sem que, no segundo minuto de compensação dada pelo árbitro, a equipa da casa pregasse um susto aos aveirenses, num remate cruzado feito do "nada", de fora da área, que quase surpreendia Cirineu, que viu a bola rasar o poste mais distante da sua baliza. Seria, de facto, uma grande injustiça...
(0-0, ao intervalo)
Um tento solitário de Nelson, obtido aos 83 minutos de jogo, quebrou a resistência da equipa do Eixense e foi suficiente para que o Beira-Mar tivesse alcançado uma vitória que procurou desde o início da partida e que garantiu a permanência na 1ª divisão do campeonato distrital de juniores da AFA. A vantagem tangencial não espelha a supremacia evidenciada pelos aveirenses ao longo dos 90 minutos do jogo e só encontra justificação na manifesta falta de poder de finalização evidenciada pelos auri-negros, que construíram jogo e oportunidades de golo para sair do Campo do Monte com um resultado robusto.
No jogo em que a equipa do Beira-Mar atingiu o objectivo traçado para o campeonato distrital, o Prof. António Luís apresentou os seguintes atletas:
Cirineu (gr); Leandro, Rui, Lobo e Wilson Rubio; Mika (cap), Ricardo Figueiredo (Pedro, 54'), Filipe Vieira e André Aranha (Cassamá, 65'); Francisco (Ricardo Castro, int) e Nelson.
Suplentes não utilizados: Tito, Ricardo Melo e Berna.
Apesar da equipa do Eixense ter ameaçado a baliza de Cirineu logo na primeira jogada do jogo, foi o Beira-Mar que entrou melhor na partida e cedo passou a controlar os acontecimentos. Como resultado dessa supremacia surgiu, naturalmente, aos 9', a primeira grande oportunidade para abrir o marcador. A jogada inicia-se em Nelson, que ganha a linha e faz um cruzamento para a área, onde uma emenda perigosa de Aranha permite uma defesa incompleta do guarda-redes, com Francisco, muito oportuno, a fazer a recarga, que é cortada para canto, com alguma dose de felicidade, por um defesa da casa.
O meio-campo dos auri-negros fazia boa circulação e controlo de bola e Francisco, na direita, a par de Nelson, na esquerda, eram duas setas permanentes apontadas à baliza do Eixense. E foi pela direita, aos 16', que Francisco Griné deu início a uma boa jogada que provocaria, de novo, o pânico no último reduto da equipa visitada. O cruzamento sai perfeito, para a cabeça de Aranha que, sozinho, na cara do guarda-redes, atira incrivelmente para as mãos deste, perdendo soberana ocasião para chegar ao golo. Passados dois minutos, uma boa jogada de envolvimento da equipa do Beira-Mar permite a penetração de Filipe Vieira pelo meio e, quando se esperava o remate do "Bolaxa", este atrasa para Aranha, que volta a mostrar falta de pontaria, atirando por cima do travessão.
O domínio constante dos auri-negros só viria a ser abanado aos 30', num lance esporádico de ataque eixense, com uma bola metida na área aveirense, que originou uma saída a destempo de Cirineu, que viu o avançado da equipa de Eixo fazer-lhe um "chapéu", valendo a intervenção de Leandro, que salvou a situação. Rapidamente o cariz do jogo voltou ao mesmo, ou seja, ao desperdício de oportunidades de golo por parte da equipa do Beira-Mar. Aos 34' e 36', em lances que resultaram da marcação de pontapés de canto, foi Lobo que esteve muito perto do golo. No primeiro aparece solto, na direita, rematando cruzado, rasteiro, fazendo a bola sair rente ao poste mais distante. No segundo, Francisco coloca a bola ao segundo poste, para o nº 30 auri-negro aparecer solto, a rematar de cabeça ao lado.
A primeira parte não fecharia sem que André Aranha mostrasse, mais uma vez, que este não era o seu dia para finalizar bem, valendo, contudo, o sentido de baliza que mostrou, aparecendo, bastas vezes, na posição do ponta-de-lança com muito sentido de oportunidade. Foi aos 44', em mais uma grande jogada de Nelson, pelo corredor esquerdo, com um cruzamento perfeito para a zona frontal da baliza, onde surgiu Aranha a rematar, mais uma vez, ao lado da baliza do Eixense.
O 0-0 ao intervalo era castigo demasiado pesado para a equipa do Beira-Mar que, pese embora a ineficácia mostrada na finalização, havia praticado bom futebol e construído uma quantidade tão grande de oportunidades que seriam, por si só, suficientes para justificar outro resultado. No reatamento o filme não mudou e, logo aos 52', uma jogada de combinação entre Nélson e o recém-entrado Castro, permite a este último ficar na cara do guardião contrário, perdendo-se a oportunidade por ter rematado fraco. Os lances de perigo sucediam-se em catadupa, tendo, aos 53', Mika rematado à figura do guarda-redes, em posição frontal e, no minuto seguinte, mais uma vez Aranha a rematar de cabeça, ao lado, após bom cruzamento de Leandro, na direita. Nelson, que foi uma das figuras deste jogo, aparece, por quatro vezes (57', 58', 61' e 63') no papel de finalizador e, em qualquer dos lances, poderia ter feito golo. Primeiro numa diagonal, da esquerda para a direita, com remate forte, um pouco ao lado do poste; depois, quando surgiu isolado, ultrapassou o guarda-redes, mas adiantou em demasia; a seguir, na sequência de um livre apontado por Wilson Rubio, com uma entrada fulgurante do extremo aveirense, que faz passar a bola ao lado da, até então, inviolada baliza do Eixense; por último, talvez a mais flagrante, com Castro a abrir na esquerda no 17 auri-negro, que fica isolado e atira para a baliza à saída do guarda-redes, que é substituído por um defesa, que corta a bola sobre a linha de golo, quando todos já esperavam o mais que justificado golo.
O jogo era de sentido único, o Beira-Mar não desanimava e as oportunidades de golo continuavam. Aos 65', numa bola de ressaca, à entrada da área, Ricardo Castro domina com o peito e remata forte com o pé direito, sem deixar a bola cair, mas esta sobrevoa o travessão da baliza contrária. O mesmo Castro, aos 70', em lance de combinação com Filipe Vieira, proporciona ao "Bolaxa" mais um remate em posição frontal, que sai, contudo, mais uma vez ao lado, perante o desespero auri-negro.
O Eixense deu sinal de vida, em termos atacantes, nesta segunada parte, apenas aos 71', num remate de fora da área, ainda assim inofensivo. Até que, a sete minutos dos 90 regulamentares, a resistência da equipa da casa foi quebrada, com a obtenção do único golo da partida, decisivo para o desfecho do jogo e para as aspirações do Beira-Mar. Foi Nelson o autor do 0-1 e diga-se que foi um golo muito merecido, tanto pelo jogador como pela equipa, resultado de um remate desferido já dentro da área, a passe de Ricardo Castro, que levava colocação e força suficientes para não dar quaisquer hipótese ao esforçado guardião do Eixense.
Após o golo sofrido, os jogadores da casa ficaram prostrados no relvado, num sinal de desânimo e sinónimo de que as suas forças haviam chegado ao fim. E, de facto, aos 86' e 87' o Beira-Mar dispôs, por Pedro, de mais duas soberanas ocasiões para ampliar o marcador e dar-lhe uma expressão mais condizente com o passado em campo. No primeiro lance o avançado auri-negro cabeceia para as mãos do guarda-redes, após bom cruzamento da esquerda de Wilson e, no segundo, o seu remate proporciona mais uma grande defesa ao guardião caseiro.
O jogo, que teve uma excelente arbitragem, não terminaria sem que, no segundo minuto de compensação dada pelo árbitro, a equipa da casa pregasse um susto aos aveirenses, num remate cruzado feito do "nada", de fora da área, que quase surpreendia Cirineu, que viu a bola rasar o poste mais distante da sua baliza. Seria, de facto, uma grande injustiça...
segunda-feira, 24 de maio de 2010
ESCOLAS C: Resultado demasiado pesado
CD Feirense, 5 - SC Beira-Mar, 0
(2-0, ao intervalo)
Dia de calor muito intenso, na deslocação do Beira-Mar ao Feirense, actual líder do campeonato distrital de Escolas C. Vislumbrava-se um jogo difícil, face aos resultados e exibições menos conseguidas nos últimos jogos.
O Beira-Mar alinhou com os seguintes atletas:
Bruno Santos (gr), Tiago Almeida, Tiago Neves, Rui Tiago (cap), Bernardo, Alexandre e Samuel.
Na 1ª parte entraram também: João Baptista, António e Filipe André.
O jogo iniciou-se com um ligeiro ascendente da equipa da casa, mas rapidamente o Beira-Mar equilibrou a partida. Estava a ser um jogo de parada e resposta e parecia que, finalmente, os nossos atletas estavam de volta às boas exibições e saiam da apatia dos últimos jogos.
No entanto, a sorte não estava do nosso lado e o Feirense, em dois lances de bola parada, chegou aos 2-0. O primeiro golo surgiu na sequência de um canto, contando com a ajuda do vento, que fez a bola entrar directamente na nossa baliza e no segundo, também na sequência de um canto, tivemos a infelicidade de fazer um auto-golo.
Apesar do resultado com que terminou a 1ª parte, os nossos atletas nunca baixaram os braços e tentaram sempre inverter a situação.
Para a segunda metade o Paulo começou com:
Bruno Santos (gr), Tiago Almeida, Tiago Neves, Rui Tiago (cap), Alexandre, Samuel e João Baptista.
O Lourenço (gr), Bernardo, Filipe André, Tiago Gomes e António também entraram.
A 2ª parte iniciou-se com o Beira-Mar a tentar inverter o resultado, com algumas jogadas de bom entrosamento a provocarem perigo junto da baliza adversária. Num dos lances, enviámos a bola à barra, mas como o que conta são as bolas que entram na baliza, o Feirense, mais uma vez, marcou num remate à entrada da área.
A partir daqui o resultado estava decidido e o Feirense ainda marcou mais 2 golos até ao final do jogo.
As melhorias da equipa auguram que podemos finalizar o campeonato da melhor maneira. O regresso aos treinos da maioria dos atletas e a possibilidade do treinador já ter quase todos disponíveis para os jogos vai, com certeza, trazer melhorias a esta equipa.
No final, a festa foi de todos... com um banho refrescante dentro do campo.
Mais uma vez se relembram os nossos atletas que é necessário aplicarem-se nos treinos para que os jogos corram melhor.
Força rapaziada, divirtam-se com os colegas e com a bola.
(2-0, ao intervalo)
Dia de calor muito intenso, na deslocação do Beira-Mar ao Feirense, actual líder do campeonato distrital de Escolas C. Vislumbrava-se um jogo difícil, face aos resultados e exibições menos conseguidas nos últimos jogos.
O Beira-Mar alinhou com os seguintes atletas:
Bruno Santos (gr), Tiago Almeida, Tiago Neves, Rui Tiago (cap), Bernardo, Alexandre e Samuel.
Na 1ª parte entraram também: João Baptista, António e Filipe André.
O jogo iniciou-se com um ligeiro ascendente da equipa da casa, mas rapidamente o Beira-Mar equilibrou a partida. Estava a ser um jogo de parada e resposta e parecia que, finalmente, os nossos atletas estavam de volta às boas exibições e saiam da apatia dos últimos jogos.
No entanto, a sorte não estava do nosso lado e o Feirense, em dois lances de bola parada, chegou aos 2-0. O primeiro golo surgiu na sequência de um canto, contando com a ajuda do vento, que fez a bola entrar directamente na nossa baliza e no segundo, também na sequência de um canto, tivemos a infelicidade de fazer um auto-golo.
Apesar do resultado com que terminou a 1ª parte, os nossos atletas nunca baixaram os braços e tentaram sempre inverter a situação.
Para a segunda metade o Paulo começou com:
Bruno Santos (gr), Tiago Almeida, Tiago Neves, Rui Tiago (cap), Alexandre, Samuel e João Baptista.
O Lourenço (gr), Bernardo, Filipe André, Tiago Gomes e António também entraram.
A 2ª parte iniciou-se com o Beira-Mar a tentar inverter o resultado, com algumas jogadas de bom entrosamento a provocarem perigo junto da baliza adversária. Num dos lances, enviámos a bola à barra, mas como o que conta são as bolas que entram na baliza, o Feirense, mais uma vez, marcou num remate à entrada da área.
A partir daqui o resultado estava decidido e o Feirense ainda marcou mais 2 golos até ao final do jogo.
As melhorias da equipa auguram que podemos finalizar o campeonato da melhor maneira. O regresso aos treinos da maioria dos atletas e a possibilidade do treinador já ter quase todos disponíveis para os jogos vai, com certeza, trazer melhorias a esta equipa.
No final, a festa foi de todos... com um banho refrescante dentro do campo.
Mais uma vez se relembram os nossos atletas que é necessário aplicarem-se nos treinos para que os jogos corram melhor.
Força rapaziada, divirtam-se com os colegas e com a bola.
Balanço da jornada: Infantis B dão passo atrás...
Às vezes é necessário dar um passo atrás para, de seguida, dar dois em frente. Pode ser que seja assim que aconteça com a carreira da equipa de infantis B no campeonato distrital e que aproveite bem os ensinamentos da inesperada derrota sofrida em Anta para, nas 4 jornadas que faltam para o final da prova, arrancar para a recuperação da liderança perdida nesta jornada.
A jornada fica também marcada pela vitória da equipa de juniores em Eixo, resultado que garantiu, desde já, a garantia de manutenção na 1ª divisão distrital da categoria, o objectivo que fora traçado no início da época.
Consulte o quadro completo de resultados, que teve, pela primeira vez, um saldo negativo de 3 vitórias e 4 derrotas:


COMENTÁRIO
JUNIORES: Foi na penúltima jornada do campeonato distrital da 1ª divisão que a equipa de juniores do SC Beira-Mar garantiu o objectivo da época, garantindo, com a vitória por 0-1 alcançada em Eixo, a manutenção no escalão maior da AFA. Disputando a prova, na maior parte dos jogos, com equipas formadas à base de jogadores mais novos (juvenis) estão de parabéns todos os atletas que contribuíram para que esta meta fosse atingida.
INICIADOS: Não foi feliz a equipa B de iniciados na sua recepção ao Feirense, perdendo claramente por 0-3 e mantendo-se, por isso, no último lugar da série dos primeiros do campeonato distrital da 1ª divisão. Convém lembrar, no entanto, que o objectivo desta equipa (assegurar a manutenção durante a 1ª fase e disputar a série dos primeiros) há muito foi atingido.
INFANTIS: Terminou oficialmente a época para a equipa de infantis A e a despedida foi feita com uma vitória robusta de 15-1 sobre o Alba, terminando a 2ª fase com 100 por cento de vitórias e vencendo, destacadamente, a série F. Foi uma época ingrata para esta equipa, que se viu afastada da série dos primeiros pela equipa campeã distrital de Aveiro na época transacta (infantis B) e que esta época se prepara para repetir o êxito nos infantis A. Na verdade os rapazes do Beira-Mar realizaram, entre 1ª e 2ª fases, 26 jogos oficiais; destes, venceram 24, empataram 1 e tiveram, apenas, uma derrota; marcaram 177 (!) golos e sofreram 37. Dizer que a época não correspondeu às expectativas só cabe em mentes que não sabem reconhecer o valor dos adversários, quando são melhores e que, por isso, lhes custa imenso aceitar naturalmente as derrotas. Parabéns a todos os atletas e treinador pelos bons jogos proporcionados.
Por seu turno, a equipa de infantis B continua, a 4 jornadas do fim do campeonato distrital, a depender de si própria para chegar ao ambicionado título de campeão. No entanto, a derrota sofrida na Vila de Anta, por 2-1, foi algo inesperada e fez com que a equipa de Ricardo Pinheiro se visse ultrapassada no topo da classificação pela Casa do Benfica em Estarreja. Adivinha-se um final de prova escaldante, mas continuamos a acreditar no valor dos atletas desta equipa, que tem apresentado uma qualidade de futebol jogado acima da média.
ESCOLAS: Apenas a equipa de escolas C esteve em acção e não se pode dizer que a experiência tenha sido boa. A derrota por 5-0 sofrida na Feira, se por um lado tem a atenuante de ter sido contra o líder da prova, por outro lado não deixa de ser bastante pesada para uma equipa que já nos habituou a performances bem melhores.
PRÉ-ESCOLAS: Terminou o 2º torneio distrital da AFA e enquanto a equipa "A", que já assegurara o lugar de vice-comandante da série C, se deslocava a Estarreja e batia, naturalmente, a equipa local por 0-7, a equipa "B", trazia de Fermentelos novo resultado desfavorável (8-1) o que também não poderá ser considerado surpresa, se tivermos em conta os resultados anteriores obtidos pelas duas equipas.
domingo, 23 de maio de 2010
INICIADOS B: Adversário foi melhor
SC Beira-Mar, 0 - CD Feirense, 3
(0-1, ao intervalo)
Numa manhã de muito calor, nada propícia à prática de um jogo de futebol, disputou-se, no passado sábado, no relvado secundário do Estádio Mário Duarte, mais um jogo do campeonato distrital de iniciados da 1ª divisão, que colocou em confronto dois dos emblemas que, no distrito de Aveiro, muito têm dado ao futebol jovem. A partida, pese embora a temperatura elevada, foi bastante "morna", teve poucos motivos de interesse, não foi bem jogada, mas teve, indiscutivelmente, um vencedor justo. O Feirense, com efeito, foi quase sempre melhor equipa e, sem ter deslumbrado, aproveitou bem as fragilidades encontradas e acabou por levar de vencida uma equipa do Beira-Mar que, devido a um compromisso assumido para um jogo treino com a Naval 1º de Maio da parte da tarde, apresentou uma equipa muito diferente da habitual.
Sob uma arbitragem geralmente bem conduzida, o SC Beira-Mar apresentou-se com:
Canha (gr); Luís (cap) (Yusuf, int), Gui (Samuel, int), Bruno Reis e Filipe; Zazu, Sérgio (Nuno Abreu, int) e Timóteo; Didi (Jorge, 43'), Vítor e Steven (Vieira, int).
Suplentes não utilizados: Leo (gr).
O Feirense entrou muito bem no jogo, encostou o Beira-Mar à sua baliza e poderia ter marcado logo no primeiro minuto, quando, na sequência da marcação de um canto, a bola foi à barra da baliza defendida por Canha. Foi o primeiro aviso, que se repetiu pouco depois, aos 3', com nova oportunidade para os "fogaceiros", aparecendo o seu jogador nº 7, solto na direita, a rematar com muito perigo, mas ao lado. O ascendente da equipa da Feira proporcionaria ainda, aos 5', nova ocasião para inaugurar o marcador, através de um golpe de cabeça do jogador nº 9, após cruzamento da esquerda, que fez sair a bola ao lado.
O Beira-Mar tardou a reagir, mas, aos 11', numa jogada de contra-ataque, Steven escapa-se em velocidade pela esquerda, enquadra-se com a baliza e remata à figura do guardião visitante, dando o primeiro sinal de perigo do lado auri-negro. Mas a verdade é que a equipa da Feira já dera mostras de ser mais perigosa e, portanto, de uma forma natural, aos 14', chegou à vantagem. A jogada do 0-1 inicia-se na direita, com um cruzamento para a área, onde o jogador nº11 (Tiago) recebe, evita o opositor directo e, só com Canha pela frente, atira a contar.
Como que afectados pelo golo, os aveirenses, no minuto seguinte, quase sofriam o segundo, quando Canha calcula mal o ressalto de uma bola, que o sobrevoa e passa muito perto do poste da sua baliza. Steven era dos jogadores mais inconformados do lado do Beira-Mar e, valendo-se da sua velocidade, aos 20', leva novamente o perigo à baliza do Feirense, quando ganha uma bola e remata forte para uma extraordinária defesa do guarda-redes para canto, com a bola a roçar ainda o travessão.
Na segunda parte, a entrada dos visitantes voltou a ser melhor e, logo aos 4', poderiam ter aumentado a vantagem, num lance em que o nº 8 se escapa em velocidade pela direita e dá atrasado para o recém-entrado nº 18 que, completamente sozinho, atira para as mãos de Canha, perdendo soberana ocasião para marcar.
O Beira-Mar, com as linhas mais subidas na procura do empate, começava a dar mais espaços na sua retaguarda, o que se revelaria fatal dada a velocidade patenteada pelos jogadores mais adiantados da equipa da Feira. E foi precisamente numa transição rápida que os visitantes chegaram ao 0-2, novamente por Tiago (nº 11), numa boa execução técnica que culmina com um remate colocado, desferido de fora da área, que não deu hipóteses de defesa a Canha. O 0-3, algo pesado para os aveirenses, surgiria ao cair do pano, novamente num aproveitamento do adiantamento da equipa da casa. O lançamento longo é feito para as costas da defesa, onde surgiu completamente isolado o nº 8 feirense (Dylan), que teve tempo para tudo e desfeiteou, sem dificuldade, o indefeso Canha.
Os números são exagerados, mas a vitória do Feirense foi justa. Contra factos...
(0-1, ao intervalo)
Numa manhã de muito calor, nada propícia à prática de um jogo de futebol, disputou-se, no passado sábado, no relvado secundário do Estádio Mário Duarte, mais um jogo do campeonato distrital de iniciados da 1ª divisão, que colocou em confronto dois dos emblemas que, no distrito de Aveiro, muito têm dado ao futebol jovem. A partida, pese embora a temperatura elevada, foi bastante "morna", teve poucos motivos de interesse, não foi bem jogada, mas teve, indiscutivelmente, um vencedor justo. O Feirense, com efeito, foi quase sempre melhor equipa e, sem ter deslumbrado, aproveitou bem as fragilidades encontradas e acabou por levar de vencida uma equipa do Beira-Mar que, devido a um compromisso assumido para um jogo treino com a Naval 1º de Maio da parte da tarde, apresentou uma equipa muito diferente da habitual.
Sob uma arbitragem geralmente bem conduzida, o SC Beira-Mar apresentou-se com:
Canha (gr); Luís (cap) (Yusuf, int), Gui (Samuel, int), Bruno Reis e Filipe; Zazu, Sérgio (Nuno Abreu, int) e Timóteo; Didi (Jorge, 43'), Vítor e Steven (Vieira, int).
Suplentes não utilizados: Leo (gr).
O Feirense entrou muito bem no jogo, encostou o Beira-Mar à sua baliza e poderia ter marcado logo no primeiro minuto, quando, na sequência da marcação de um canto, a bola foi à barra da baliza defendida por Canha. Foi o primeiro aviso, que se repetiu pouco depois, aos 3', com nova oportunidade para os "fogaceiros", aparecendo o seu jogador nº 7, solto na direita, a rematar com muito perigo, mas ao lado. O ascendente da equipa da Feira proporcionaria ainda, aos 5', nova ocasião para inaugurar o marcador, através de um golpe de cabeça do jogador nº 9, após cruzamento da esquerda, que fez sair a bola ao lado.
O Beira-Mar tardou a reagir, mas, aos 11', numa jogada de contra-ataque, Steven escapa-se em velocidade pela esquerda, enquadra-se com a baliza e remata à figura do guardião visitante, dando o primeiro sinal de perigo do lado auri-negro. Mas a verdade é que a equipa da Feira já dera mostras de ser mais perigosa e, portanto, de uma forma natural, aos 14', chegou à vantagem. A jogada do 0-1 inicia-se na direita, com um cruzamento para a área, onde o jogador nº11 (Tiago) recebe, evita o opositor directo e, só com Canha pela frente, atira a contar.
Como que afectados pelo golo, os aveirenses, no minuto seguinte, quase sofriam o segundo, quando Canha calcula mal o ressalto de uma bola, que o sobrevoa e passa muito perto do poste da sua baliza. Steven era dos jogadores mais inconformados do lado do Beira-Mar e, valendo-se da sua velocidade, aos 20', leva novamente o perigo à baliza do Feirense, quando ganha uma bola e remata forte para uma extraordinária defesa do guarda-redes para canto, com a bola a roçar ainda o travessão.
Na segunda parte, a entrada dos visitantes voltou a ser melhor e, logo aos 4', poderiam ter aumentado a vantagem, num lance em que o nº 8 se escapa em velocidade pela direita e dá atrasado para o recém-entrado nº 18 que, completamente sozinho, atira para as mãos de Canha, perdendo soberana ocasião para marcar.
O Beira-Mar, com as linhas mais subidas na procura do empate, começava a dar mais espaços na sua retaguarda, o que se revelaria fatal dada a velocidade patenteada pelos jogadores mais adiantados da equipa da Feira. E foi precisamente numa transição rápida que os visitantes chegaram ao 0-2, novamente por Tiago (nº 11), numa boa execução técnica que culmina com um remate colocado, desferido de fora da área, que não deu hipóteses de defesa a Canha. O 0-3, algo pesado para os aveirenses, surgiria ao cair do pano, novamente num aproveitamento do adiantamento da equipa da casa. O lançamento longo é feito para as costas da defesa, onde surgiu completamente isolado o nº 8 feirense (Dylan), que teve tempo para tudo e desfeiteou, sem dificuldade, o indefeso Canha.
Os números são exagerados, mas a vitória do Feirense foi justa. Contra factos...
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