SC Beira-Mar, 1 - SC Espinho, 1
(0-0, ao intervalo)
Num campo onde não tem sido muito feliz, a equipa de iniciados B do SC Beira-Mar recebeu o Sporting de Espinho na Oliveirinha e pôs fim à malapata associada ao Estádio da Gândara (2 jogos, 2 derrotas), empatando, desta feita, a uma bola, com os "tigres" da Costa Verde. Embora tenha prolongado para sete a série de jogos que leva sem vencer, o resultado obtido pela equipa de João Amaral deve ser considerado bastante positivo já que defrontaram um dos candidatos à subida à 1ª divisão distrital (os espinhenses são os actuais segundos classificados). Os espinhenses tiveram mais bola, são uma equipa mais adulta, mais forte fisicamente, mas após a vantagem obtida, logo no início da segunda parte, não souberam lidar com a boa reacção dos da casa, "encolheram-se" e os auri-negros viram a sua perseverança premiada com a obtenção do golo do empate ao cair do pano.
Sob uma excelente arbitragem, a equipa do SC Beira-Mar apresentou-se com:
Canha (gr); Luís (cap) (Yusuf, int), Fábio, Samuel (Bruno Reis, int) e Filipe; Nuno Abreu (Steven, 64'), Tiago Ramalho, Rafa (Rui, 47') e Sérgio (Sousa, int); Jorge e Joel.
Suplentes não utilizados: Leo (gr) e Mário.
O jogo teve um início equilibrado, com o jogo repartido pelos dois meios-campos, registando-se, neste período, apenas uma situação de perigo junto das balizas. Ela ocorreu aos 12', após uma boa abertura de Tiago Ramalho, que encontra Jorge na direita, com o avançado auri-negro a recepcionar de pé direito, puxar para o esquerdo e rematar para um corte providencial de um defesa espinhense (os auri-negros ainda reclamaram mão na bola, mas dada a força do remate e a curta distância a que se encontrava o adversário, damos o benefício da dúvida à interpretação do juiz da partida, que considerou não ter havido intencionalidade.
A partir do meio da primeira parte, o Espinho começou a ganhar maior ascendente, fazendo uma maior posse e circulação de bola e empurrando os aveirenses para o seu reduto mais recuado. Foi assim que, aos 23', os visitantes estão perto de abrir o activo, numa jogada de ataque pela direita, com um cruzamento para a área, onde um jogador alvi-negro, em excelente posição, falha a finalização, rematando fraco para a bola se perder entre as mãos de Canha.
O nulo ao intervalo era um resultado que se aceitava, embora o Espinho, a precisar dos 3 pontos para prosseguir com os seus objectivos, tivesse procurado a vantagem durante mais tempo e com melhores argumentos.
A segunda parte trouxe um Espinho com a mesma ambição com que tinha terminado a etapa inicial e, logo aos 3', uma incursão do defesa esquerdo dos alvi-negros, passando pelos opositores que lhe apareceram no seu corredor, permitiu a obtenção do 0-1, com um remate na cara de Canha, de ângulo já bem apertado, que fez passar a bola sobre o corpo do guardião aveirense, que saíra a fazer a "mancha". Bonito golo, de um bom jogador (nº 6)! Esta vantagem não constituía, na altura, uma surpresa, pois os espinhenses desde há muito vinham dando mostras de querer e poder marcar. O jogo poderia mesmo ter ficado sentenciado, quando, aos 12', o nº7 da equipa da Costa Verde é isolado por um colega e desvia a bola, à saída de Canha, fazendo-a passar caprichosamente rente ao poste.
Este lance marcou uma viragem no jogo, com os auri-negros a reagirem muito bem à desvantagem no marcador, passando a acreditar mais e a lutar sem tréguas, com vista a chegar ao empate. Pelo contrário, os espinhenses, com o tempo a passar e a equipa do Beira-Mar a instalar-se mais no meio campo contrário, "amedrontaram-se" e deixaram de incomodar verdadeiramente a defensiva aveirense. E começaram as bolas paradas a prometer algo de novo. Primeiro foi aos 19', após um canto de Jorge, na esquerda, com Fábio a subir nas alturas, no coração da área, mas a ver o seu golpe de cabeça ser desviado, de novo, para canto. Depois, aos 34', novamente Jorge a ser chamado à marcação de um livre, fazendo-o com um remate traiçoeiro (o terreno molhado era um contra-tempo para os guarda-redes), que o guardião largou para a frente, recuperando a bola, quando dois auri-negros estavam já prontos para empurrá-la para o fundo das redes. E já se caminhava para o final dos dois minutos de compensação que o árbitro havia dado, quando o Beira-Mar chegou ao 1-1. O golo do empate surge na sequência de um pontapé de canto apontado na direita por Sousa, já com o guarda-redes Canha metido também "ao barulho" na grande-área espinhense. E foi muito importante a sua acção já que disputou a primeira bola, que permitiu o endosso da mesma, novamente na direita, em Sousa, que voltou a cruzar ao segundo poste, para um primeiro cabeceamento, que viu a bola a ser retirada por um defensor em cima da linha de golo, que foi, todavia, impotente para deter a recarga forte e de raiva de Joel, que só parou no fundo das redes. Foi a loucura pelo empate alcançado, sobretudo pelo "timing" em que foi conseguido, representando este golo e este resultado um justo prémio pela persistência patenteada pela equipa de João Amaral.
sábado, 8 de maio de 2010
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Agenda fim-de-semana: Juniores e iniciados terminam participação nos campeonatos nacionais
Após uma longa maratona iniciada em Setembro de 2009 e com uma boa participação que lhes permitiu o apuramento para a 2ª fase dos respectivos campeonatos nacionais, terminam a sua participação nestas provas, no próximo fim-de-semana, as equipas de juniores e iniciados do SC Beira-Mar. Ambos os conjuntos jogarão no Mário Duarte e as partidas com o Freamunde (juniores) e Sporting de Braga (iniciados) serão uma boa oportunidade para prestarmos um merecido tributo a todos os atletas e técnicos pela boa época realizada.
Serão disputados 11 jogos no total, merecendo também destaque a deslocação a Paços de Brandão da equipa de infantis B, onde defenderá a liderança no campeonato distrital. Veja o quadro completo da jornada:
Serão disputados 11 jogos no total, merecendo também destaque a deslocação a Paços de Brandão da equipa de infantis B, onde defenderá a liderança no campeonato distrital. Veja o quadro completo da jornada:
Análise prévia da jornada
JUNIORES A: A equipa de António Luís despede-se oficialmente da época 2009/2010, recebendo o recém-promovido Freamunde, que assegurou já o primeiro lugar nesta 2ª fase. Os aveirenses foram a única equipa que infligiu uma derrota aos futuros primodivisionários e, por certo, quererão repetir agora a graça diante dos seus adeptos, o que não deixaria de ser uma bonita despedida.
JUNIORES B: Jogo de enorme importância para os objectivos de ambas as equipas, disputarão Beira-Mar e Águeda, com os aveirenses a receberem o seu opositor com 3 pontos de vantagem. Uma vitória auri-negra clarificará muito as contas da despromoção à 2ª divisão distrital, que ficarão grandemente baralhadas em caso de desaire, resultado que não estará, certamente, nas cogitações dos homens da casa.
INICIADOS A: Será frente ao Braga que a equipa de Alberto Raínho encerrará a brilhante época que realizou. Em termos de classificação final na 2ª fase, as posições estão praticamente definidas e uma vitória auri-negra, não permitindo ultrapassar os bracarenses no 2º lugar, faria com que fossem atingidos os 7 pontos, pecúlio que seria muito bom, tendo em conta a qualidade dos adversários encontrados nesta zona.
INICIADOS B: A equipa de João Amaral leva 6 jogos consecutivos sem vencer (a última vitória foi alcançada na Feira a 14 de Março) e o adversário desta ronda não é nada propício para colocar ponto final nesta série negativa. O Sporting de Espinho, actual 2º classificado na série dos primeiros, ainda não perdeu as esperanças de lutar com o Anadia pela subida à 1ª divisão distrital, pelo que está "proibido" de ceder pontos caso queira continuar nesta corrida. Cabe aos aveirenses contrariar o favoritismo dos "tigres" da Costa Verde e quebrar também o "enguiço" do Estádio da Oliveirinha, terreno onde nunca vencemos (2 jogos, 2 derrotas).
INFANTIS A: Jogo aparentemente sem problemas aquele que a equipa do Beira-Mar disputará na Murtosa, onde a formação local, penúltima classificada da série, não deverá ter argumentos para impedir os comandados de Edmundo Ferreira de somar mais um triunfo e continuar a sua senda 100 por cento vitoriosa nesta 2ª fase do campeonato distrital.
INFANTIS B: Os líderes do campeonato distrital têm uma saída difícil, a Paços de Brandão, contra uma equipa que lhes é teoricamente inferior, mas que no jogo da 1ª volta, apesar da derrota clara por 4-0, deu mostras de ser um adversário incómodo. Certos das dificuldades que irão encontrar, os jovens auri-negros saberão como as contornar, de modo a amealhar mais 3 pontos na classificação e tirar partido do jogo entre os seus rivais mais directos (Feirense e Casa do Benfica), que se defrontam e não poderão, como é lógico, vencer os dois.
ESCOLAS A: O Beira-Mar recebe o Taboeira e tem, para este jogo, dois objectivos: primeiro vencer, o que não parece ser muito difícil já que os auri-negros têm demonstrado ser superiores ao seu adversário, depois, procurar fazê-lo por uma diferença de golos, a mais dilatada possível. Tudo isto numa perspectiva de amealhar vantagem sobre o seu rival directo na luta pelo primeiro lugar da série E, o Eixense, que nesta jornada se desloca a Azurva.
ESCOLAS B: Após a magnífica vitória da última jornada, em Águeda, a equipa de João Paulo "cavou" uma boa diferença de 4 pontos para o 2º classificado, vantagem que não parece correr riscos no próximo fim-de-semana, em que os aveirenses recebem o Barroca, último da tabela com zero pontos conquistados.
ESCOLAS C: Com 2 vitórias alcançadas nas duas últimas jornadas, o Beira-Mar desloca-se a Cucujães, onde encontrará um terreno difícil (pelado), mas que não deverá ser suficiente para impedir mais um triunfo da equipa de Paulo Martins, apesar das dificuldades que o adversário irá colocar, porque mais habituado a este tipo de piso.
PRÉ-ESCOLAS "A": Ainda a "lamber as feridas" provocadas pela derrota na Mourisca, comprometedora para a conquista do primeiro lugar, a equipa do Beira-Mar regressa a casa para defrontar o Avanca, adversário que não deverá ter argumentos para impedir a conquista de mais 3 pontos pelos aveirenses. Posto isto, resta à equipa de Jó ficar com o "ouvido" no Bom-Sucesso e esperar que os nossos vizinhos dêem uma "ajuda" e tirem pontos ao Mourisquense (recorde-se que foram Bom-Sucesso e Eixense, adversários que a equipa da Mourisca ainda terá de defrontar, que impuseram empates aos auri-negros, relegando-os para o 2º lugar).
PRÉ-ESCOLAS "B": Com a equipa em franca evolução nas últimas jornadas, espera-se continuidade nas boas exibições e, se for assim, o resultado com o Estarreja, actual terceiro classificado da série D do torneio distrital, poderá ser mais uma agradável surpresa.
quarta-feira, 5 de maio de 2010
PRÉ-ESCOLAS "A": Derrota compromete o primeiro lugar
UD Mourisquense, 2 - SC Beira-Mar "A", 1
(2-1, ao intervalo)
Num jogo em que quem vencesse, assegurava praticamente o título de campeão de série, foi o Mourisquense quem levou a melhor, obtendo uma vitória tangencial (2-1) mas justa.
É verdade que o SC Beira-Mar sofreu dois golos muito consentidos, é verdade que toda a equipa lutou muito e é verdade que, na segunda parte, jogou sempre instalado no meio campo do adversário, contudo, nunca dispõe de verdadeiras ocasiões de golo. Se defensivamente, a equipa aveirense não esteve bem, em termos ofensivos nunca teve em nenhum dos seus jogadores mais criativos, alguém capaz de ultrapassar a bem organizada equipa do Mourisquense. Aliás, a equipa da «casa», mesmo pressionada em muitos momentos do jogo, esteve sempre mais perto do 3-1, do que o Beira-Mar do empate.
Ainda que o primeiro lugar não esteja assegurado, é certo que o Mourisquense, que tinha perdido em Aveiro por 1-3, ficou em óptima posição para se sagrar campeão de série.
O SC Beira-Mar apresentou-se em campo com o seguinte «sete» inicial: João Tiago, Leandro, João Francisco, Aires, Pedro Marques, João Pedro e Diogo.
Jogaram ainda: Diogo, Filipe Góis e Filipe Praça.
Aires foi o marcador do tento auri-negro.
(2-1, ao intervalo)
Num jogo em que quem vencesse, assegurava praticamente o título de campeão de série, foi o Mourisquense quem levou a melhor, obtendo uma vitória tangencial (2-1) mas justa.
É verdade que o SC Beira-Mar sofreu dois golos muito consentidos, é verdade que toda a equipa lutou muito e é verdade que, na segunda parte, jogou sempre instalado no meio campo do adversário, contudo, nunca dispõe de verdadeiras ocasiões de golo. Se defensivamente, a equipa aveirense não esteve bem, em termos ofensivos nunca teve em nenhum dos seus jogadores mais criativos, alguém capaz de ultrapassar a bem organizada equipa do Mourisquense. Aliás, a equipa da «casa», mesmo pressionada em muitos momentos do jogo, esteve sempre mais perto do 3-1, do que o Beira-Mar do empate.
Ainda que o primeiro lugar não esteja assegurado, é certo que o Mourisquense, que tinha perdido em Aveiro por 1-3, ficou em óptima posição para se sagrar campeão de série.
O SC Beira-Mar apresentou-se em campo com o seguinte «sete» inicial: João Tiago, Leandro, João Francisco, Aires, Pedro Marques, João Pedro e Diogo.
Jogaram ainda: Diogo, Filipe Góis e Filipe Praça.
Aires foi o marcador do tento auri-negro.
INICIADOS B: Auri-negros incapazes de segurar a vantagem...
AA Avanca, 2 - SC Beira-Mar, 1
(0-1, ao intervalo)
A equipa de iniciados do SC Beira-Mar disputou, no último domingo, mais um jogo a contar para o campeonato distrital da 1ª divisão, deslocando-se para o efeito a Avanca, tendo o jogo como curiosidade o facto de se defrontarem os dois últimos classificados da série dos primeiros, numa prova pautada pelo grande equilíbrio entre a maioria das equipas. A partida terminou com uma vitória para o conjunto da casa, resultado que tem de se aceitar, embora, por aquilo que as duas equipas produziram, o empate fosse mais ajustado. Com efeito, o jogo teve duas partes distintas, sendo a etapa inicial dominada pelo Beira-Mar que, sem fazer uma exibição agradável, longe disso, justificou a vantagem com que atingiu o intervalo. Na verdade, logo aos 6’, como consequência do maior domínio aveirense, Ricardo Tavares apontou o 0-1, um golo soberbo, aliás, no seguimento de uma jogada individual em que o artilheiro auri-negro remata a bola para o fundo das redes, sem a deixar cair no chão, após ter executado um “chapéu” a um defensor do Avanca. Ainda no primeiro tempo, destaque para alguns lances da equipa aveirense, que poderia ter ampliado a vantagem no marcador, como foi um remate perigoso de Renato que passou por cima da barra, ou outro de Ricardo Tavares, que poderia ter bisado na partida, quando dentro da área respondeu a um cruzamento de Renato, rematando também por cima do travessão. Jorge também tentou a sua sorte de longe, mas viu o remate fazer passar a bola ao lado. O único lance de perigo a registar na primeira parte, para o lado do Avanca, resultou de um remate de longe, ao qual Leo correspondeu com uma defesa apertada para canto.
O cariz do jogo na segunda parte mudou por completo. A equipa da casa entrou com outra atitude, disposta a mudar o rumo dos acontecimentos e este facto, aliado à passividade demonstrada pelo Beira-Mar neste período, rapidamente teve consequências. E, no espaço de apenas sete minutos, o Avanca deu a “cambalhota” no marcador. Primeiro, no seguimento de um cruzamento da esquerda, chega ao empate, com o avançado, liberto de marcação ao segundo poste, a limitar-se a encostar para o 1-1 e, depois, também após cruzamento, desta feita do lado direito, a reviravolta para 2-1, aparecendo de rompante, ao primeiro poste, o nº 17 Patxi a finalizar com êxito, através de um bom gesto técnico.
Até final, apenas um lance perigoso da parte da equipa de João Amaral, traduzido num excelente cruzamento de Jorge, que proporciona a João Miguel, sozinho, um cabeceamento que rasa o poste da baliza do guardião João Leite. Mas foi muito pouco para aquilo que era necessário…
A equipa do SC Beira-Mar apresentou-se com:
Leo (gr); Sousa (Vítor "Kanito", 64'), Fábio (cap), Guilherme e Bruno Filipe; Zazu, Tiago Ramalho (João Miguel, 51') e Tiaguinho (Sérgio, int); Jorge, Ricardo Tavares e Renato (Joel, int).
Suplentes não utilizados: Canha (gr), Mário e Bruno Reis.
(0-1, ao intervalo)
A equipa de iniciados do SC Beira-Mar disputou, no último domingo, mais um jogo a contar para o campeonato distrital da 1ª divisão, deslocando-se para o efeito a Avanca, tendo o jogo como curiosidade o facto de se defrontarem os dois últimos classificados da série dos primeiros, numa prova pautada pelo grande equilíbrio entre a maioria das equipas. A partida terminou com uma vitória para o conjunto da casa, resultado que tem de se aceitar, embora, por aquilo que as duas equipas produziram, o empate fosse mais ajustado. Com efeito, o jogo teve duas partes distintas, sendo a etapa inicial dominada pelo Beira-Mar que, sem fazer uma exibição agradável, longe disso, justificou a vantagem com que atingiu o intervalo. Na verdade, logo aos 6’, como consequência do maior domínio aveirense, Ricardo Tavares apontou o 0-1, um golo soberbo, aliás, no seguimento de uma jogada individual em que o artilheiro auri-negro remata a bola para o fundo das redes, sem a deixar cair no chão, após ter executado um “chapéu” a um defensor do Avanca. Ainda no primeiro tempo, destaque para alguns lances da equipa aveirense, que poderia ter ampliado a vantagem no marcador, como foi um remate perigoso de Renato que passou por cima da barra, ou outro de Ricardo Tavares, que poderia ter bisado na partida, quando dentro da área respondeu a um cruzamento de Renato, rematando também por cima do travessão. Jorge também tentou a sua sorte de longe, mas viu o remate fazer passar a bola ao lado. O único lance de perigo a registar na primeira parte, para o lado do Avanca, resultou de um remate de longe, ao qual Leo correspondeu com uma defesa apertada para canto.
O cariz do jogo na segunda parte mudou por completo. A equipa da casa entrou com outra atitude, disposta a mudar o rumo dos acontecimentos e este facto, aliado à passividade demonstrada pelo Beira-Mar neste período, rapidamente teve consequências. E, no espaço de apenas sete minutos, o Avanca deu a “cambalhota” no marcador. Primeiro, no seguimento de um cruzamento da esquerda, chega ao empate, com o avançado, liberto de marcação ao segundo poste, a limitar-se a encostar para o 1-1 e, depois, também após cruzamento, desta feita do lado direito, a reviravolta para 2-1, aparecendo de rompante, ao primeiro poste, o nº 17 Patxi a finalizar com êxito, através de um bom gesto técnico.
Até final, apenas um lance perigoso da parte da equipa de João Amaral, traduzido num excelente cruzamento de Jorge, que proporciona a João Miguel, sozinho, um cabeceamento que rasa o poste da baliza do guardião João Leite. Mas foi muito pouco para aquilo que era necessário…
A equipa do SC Beira-Mar apresentou-se com:
Leo (gr); Sousa (Vítor "Kanito", 64'), Fábio (cap), Guilherme e Bruno Filipe; Zazu, Tiago Ramalho (João Miguel, 51') e Tiaguinho (Sérgio, int); Jorge, Ricardo Tavares e Renato (Joel, int).
Suplentes não utilizados: Canha (gr), Mário e Bruno Reis.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
ESCOLAS C: Segunda parte justifica resultado
SC Beira-Mar, 9 - UD Mourisquense, 2
(3-1, ao intervalo)
O início da 2ª volta do campeonato distrital de Escolas C começou da melhor forma para a equipa do Beira-Mar, que recebeu e venceu o penúltimo classificado da série dos primeiros. O jogo foi disputado no relvado do campo de treinos do Estádio Mário Duarte e Paulo Martins fez alinhar de inicio:
Bruno Santos (gr), Tiago Almeida, Tiago Neves, Rui Tiago, Alexandre, Filipe André (cap) e João Baptista.
Na 1ª parte também foram utilizados o Tiago Gomes e o António.
Mais do que vencer, esta equipa estava a necessitar de motivação para enfrentar a 2ª volta com a determinação que já nos mostrou durante muitos jogos. Na realidade, a chama tem andado apagada desde a primeira derrota sofrida em casa.
O jogo iniciou-se numa toada lenta, como habitualmente, com o domínio da equipa da casa que, apesar de jogar no meio campo do adversário, não criava grande perigo. As jogadas surgiam um pouco aos repelões, e vivia-se muito do individualismo em detrimento da equipa.
O primeiro golo do BM surgiu na sequência de uma bola parada, um canto, muito bem marcado e finalizado com um lindo golpe de cabeça.
O segundo golo surgiu de uma abertura da esquerda para a direita, aparecendo completamente isolado o nosso jogador que fez um chapéu ao guarda-redes adversário, outro golo de belo efeito.
Apesar de não estar a jogar muito, a superioridade da nossa equipa notava-se muito e chegámos ao 3-0.
O Mourisquense, num dos seus raros ataques, conseguiu reduzir para 3-1, numa jogada confusa que aproveitou da melhor forma. Com o golo, o Beira-Mar retraiu-se e o adversário acreditou que podia fazer mais e ameaçou novo golo, na marcação de um livre superiormente defendido pelo nosso guarda-redes. A equipa abanou, mas acabou a 1ª parte a atacar.
Para a 2ª parte, o Paulo escolheu os seguintes jogadores:
Bruno Santos (gr), Bruno Duarte, Tiago Neves, Rui Tiago, Alexandre, Filipe André (cap) e João Baptista.
O Lourenço (gr), Pedro António e o António também jogaram.
Para este período, esperava-se que o treinador seguisse a passada do jogo anterior e pusesse a jogar todos os jogadores, o que, de facto, aconteceu.
O início nada trouxe de novo, mas entretanto a generalidade da equipa começou a acertar os passes e muitas e boas jogadas apareceram. Os nossos jogadores começaram a jogar simples e apareceram meia dúzia de bons golos que fizeram acordar a assistência. E mais não apareceram porque alguns elementos nem sempre se desfaziam da bola quando deviam. Vamos aguardar que esta 2ª parte signifique o (re) início da continuidade dos jogos bonitos, da partilha e da equipa.
Os marcadores de serviço foram: João Baptista (6), Rui Tiago (2) e Alexandre (1).
Parabéns aos aniversariantes da semana, Tiago Almeida e Filipe André.
(3-1, ao intervalo)
O início da 2ª volta do campeonato distrital de Escolas C começou da melhor forma para a equipa do Beira-Mar, que recebeu e venceu o penúltimo classificado da série dos primeiros. O jogo foi disputado no relvado do campo de treinos do Estádio Mário Duarte e Paulo Martins fez alinhar de inicio:
Bruno Santos (gr), Tiago Almeida, Tiago Neves, Rui Tiago, Alexandre, Filipe André (cap) e João Baptista.
Na 1ª parte também foram utilizados o Tiago Gomes e o António.
Mais do que vencer, esta equipa estava a necessitar de motivação para enfrentar a 2ª volta com a determinação que já nos mostrou durante muitos jogos. Na realidade, a chama tem andado apagada desde a primeira derrota sofrida em casa.
O jogo iniciou-se numa toada lenta, como habitualmente, com o domínio da equipa da casa que, apesar de jogar no meio campo do adversário, não criava grande perigo. As jogadas surgiam um pouco aos repelões, e vivia-se muito do individualismo em detrimento da equipa.
O primeiro golo do BM surgiu na sequência de uma bola parada, um canto, muito bem marcado e finalizado com um lindo golpe de cabeça.
O segundo golo surgiu de uma abertura da esquerda para a direita, aparecendo completamente isolado o nosso jogador que fez um chapéu ao guarda-redes adversário, outro golo de belo efeito.
Apesar de não estar a jogar muito, a superioridade da nossa equipa notava-se muito e chegámos ao 3-0.
O Mourisquense, num dos seus raros ataques, conseguiu reduzir para 3-1, numa jogada confusa que aproveitou da melhor forma. Com o golo, o Beira-Mar retraiu-se e o adversário acreditou que podia fazer mais e ameaçou novo golo, na marcação de um livre superiormente defendido pelo nosso guarda-redes. A equipa abanou, mas acabou a 1ª parte a atacar.
Para a 2ª parte, o Paulo escolheu os seguintes jogadores:
Bruno Santos (gr), Bruno Duarte, Tiago Neves, Rui Tiago, Alexandre, Filipe André (cap) e João Baptista.
O Lourenço (gr), Pedro António e o António também jogaram.
Para este período, esperava-se que o treinador seguisse a passada do jogo anterior e pusesse a jogar todos os jogadores, o que, de facto, aconteceu.
O início nada trouxe de novo, mas entretanto a generalidade da equipa começou a acertar os passes e muitas e boas jogadas apareceram. Os nossos jogadores começaram a jogar simples e apareceram meia dúzia de bons golos que fizeram acordar a assistência. E mais não apareceram porque alguns elementos nem sempre se desfaziam da bola quando deviam. Vamos aguardar que esta 2ª parte signifique o (re) início da continuidade dos jogos bonitos, da partilha e da equipa.
Os marcadores de serviço foram: João Baptista (6), Rui Tiago (2) e Alexandre (1).
Parabéns aos aniversariantes da semana, Tiago Almeida e Filipe André.
PRÉ-ESCOLAS "B": Em nítida evolução
UD Mourisquense "B", 2 - SC Beira-Mar "B", 2
(1-1, ao intervalo)
A equipa «B» de Pré-Escolas do SC Beira-Mar conseguiu o segundo empate da temporada, ao alcançar uma igualdade a duas bolas no campo do Mourisquense.
Na primeira parte, a equipa da «casa» adiantou-se no marcador com um auto-golo de Ivo, mas Ricardo, na transformação de um livre, repôs a igualdade.
Depois do intervalo, o Mourisquense voltou a colocar-se na frente do marcador, mas Ivo voltou a empatar a partida.
Mais do que o resultado final, este jogo mostrou uma equipa do SC Beira-Mar mais audaz e capaz de «atacar» a baliza adversária com mais eficácia.
O SC Beira-Mar fez alinhar: Valentino (GR), Ricardo, Bernardo, Ivo, Rúben Leite, Eunilzo, e Xande. Jogaram ainda: Rúben Paulo, Tomás, Marco António e Rui Vieira.
(1-1, ao intervalo)
A equipa «B» de Pré-Escolas do SC Beira-Mar conseguiu o segundo empate da temporada, ao alcançar uma igualdade a duas bolas no campo do Mourisquense.
Na primeira parte, a equipa da «casa» adiantou-se no marcador com um auto-golo de Ivo, mas Ricardo, na transformação de um livre, repôs a igualdade.
Depois do intervalo, o Mourisquense voltou a colocar-se na frente do marcador, mas Ivo voltou a empatar a partida.
Mais do que o resultado final, este jogo mostrou uma equipa do SC Beira-Mar mais audaz e capaz de «atacar» a baliza adversária com mais eficácia.
O SC Beira-Mar fez alinhar: Valentino (GR), Ricardo, Bernardo, Ivo, Rúben Leite, Eunilzo, e Xande. Jogaram ainda: Rúben Paulo, Tomás, Marco António e Rui Vieira.
Balanço da jornada: Juniores perdem na Trofa e estão fora da subida
Está tudo decidido no campeonato nacional de juniores da 2ª divisão, no que respeita à subida ao escalão máximo da categoria. A equipa de António Luís, para continuar a alimentar o sonho, teria de vencer na deslocação à Trofa e esperar que o Freamunde não ganhasse na sua visita ao terreno da Sanjoanense. Ambos os pressupostos não se confirmaram (derrota aveirense na Trofa e vitória do Freamunde em São João da Madeira), pelo que os auri-negros não disputarão, na época 2010/2011, o campeonato nacional da 1ª divisão, lugar que pertencerá ao Freamunde.
Também as pré-escolas "A" não se saíram bem da deslocação à Mourisca, tendo hipotecado (ainda que não definitivamente), com a derrota sofrida, as aspirações a vencer a série D do torneio distrital.
Registaram-se 5 vitórias, 1 empate e 4 derrotas no quadro completo dos 10 jogos efectuados, que a seguir se apresenta:
Também as pré-escolas "A" não se saíram bem da deslocação à Mourisca, tendo hipotecado (ainda que não definitivamente), com a derrota sofrida, as aspirações a vencer a série D do torneio distrital.
Registaram-se 5 vitórias, 1 empate e 4 derrotas no quadro completo dos 10 jogos efectuados, que a seguir se apresenta:
COMENTÁRIO
JUNIORES: Dupla derrota para as equipas de juniores nesta jornada, sendo que a sofrida na Trofa arredou, em definitivo, as já escassas possibilidades que tínhamos de ascender à 1ª divisão nacional. Foi mais uma derrota tangencial (4-3), a terceira sofrida assim nesta 2ª fase e, mais uma vez também, após ter garantido vantagem no marcador, o que diz bem da linha ténue que representa poder estar no "estrelato" ou descer aos fundos dos "infernos". Falta apenas uma jornada, que será de cumprimento de calendário uma vez que o Freamunde, nosso próximo adversário, garantiu já a promoção, mas poderemos adiantar, em jeito de balanço, que foi muito digna a prestação da equipa de António Luís ao longo desta época.
Para o campeonato distrital, a derrota por 3-1, em São João de Ver, colocou um ponto final na boa série de 4 vitórias consecutivas e de 5 jogos sem perder da equipa auri-negra e, se o 2º lugar da classificação foi ainda mantido, o Beira-Mar viu encurtada a vantagem para os seus perseguidores, que lutam pelos mesmos objectivos de manutenção na 1ª divisão.
INICIADOS: Apenas a equipa B esteve em actividade neste domingo e a saída a Avanca saldou-se também por uma derrota, por tangencial 2-1, que teve como consequência directa a troca de lugares na classificação, passando a equipa de João Amaral a ocupar agora o último posto da série dos primeiros do campeonato distrital da 1ª divisão.
INFANTIS: Ambas as equipas deste escalão averbaram vitórias claras neste fim-de-semana. Os infantis A, afastados da série dos primeiros na 1ª fase, continuam a sua senda vitoriosa nesta 2ª fase e averbaram a sua 10ª vitória, em dez jogos até agora disputados. Desta vez o adversário foi o Avanca, que nos visitou e que regressou a casa com uma pesada derrota por 8-0.
Os infantis B, líderes do campeonato distrital desde a 5ª jornada, receberam e bateram claramente, por 4-1, o Lusitânia de Lourosa, atingindo o principal objectivo do jogo, que era manter a liderança por mais uma jornada (faltam 7 para o final da prova).
ESCOLAS: Mais uma jornada de tripla vitória neste escalão. As escolas A tinham uma deslocação teoricamente fácil e confirmaram os prognósticos, pois bateram por concludentes 0-16 a equipa do Macinhatense.
As escolas B discutiam em Águeda o primeiro lugar da série E e, ao baterem o Recreio por 2-4, aumentaram de 2 para 5 pontos a sua vantagem sobre o adversário desta jornada.
Também as escolas C golearam em casa a equipa do Mourisquense, a quem ganharam por 9-2 e ainda que tenham mantido o 4º lugar que ocupavam, viram reduzida para 1 ponto a desvantagem relativamente ao 3º lugar.
PRÉ-ESCOLAS: No duplo Mourisquense-Beira-Mar do último sábado, levou vantagem a equipa da casa no confronto entre as equipas "A", que era o jogo mais importante e que decidiria muito sobre o futuro vencedor da série C do torneio distrital. Com uma vitória por 2-1, a equipa da Mourisca ampliou para 4 pontos a vantagem sobre os auri-negros e deixou os aveirenses a depender de terceiros (Bom-Sucesso? Eixense?) para ainda poder aspirar ao primeiro lugar.
Já a equipa "B" causou uma pequena surpresa e impôs um empate (2-2) a uma equipa que é segunda classificada na série C. Brilhante!
domingo, 2 de maio de 2010
ESCOLAS B: Auri-negros realizam bom jogo e consolidam 1º lugar
RD Águeda, 2 - SC Beira-Mar, 4
(0-1, ao intervalo)
Saíram-se bem os comandados de João Paulo, na sua deslocação a Águeda, onde jogavam cartada importante na luta pelo primeiro lugar na série E do campeonato distrital (2ª fase), ou não estivessem em confronto os dois primeiros classificados.
Num jogo bem disputado, os jovens das escolas B do SC Beira-Mar podiam ter aberto o marcador logo no primeiro minuto, mas Henrique atrapalhou-se e falhou aquele que seria o primeiro golo do encontro. Na primeira parte, o ascendente do Beira-Mar foi grande, mas apenas conseguimos inaugurar o marcador cerca dos 10´de jogo, por João Morais, que tinha acabado de entrar, num remate de fora da área.
Na segunda parte, a eficácia do Beira-Mar foi maior e Rafa, logo aos 5’, faz o 0-2, também num remate de fora da área, bisando logo a seguir, aos 8’, desta vez na cara do guarda-redes, colocando muito bem a bola dentro da baliza. Só dava Beira-Mar, e o resultado poderia ter sido ampliado, não fosse a barra da baliza contrária ter devolvido a bola, por duas vezes, após remates de Samuel, de fora da área. O Águeda faz o 1-3 a seguir, reduzindo distâncias no marcador através de um remate desferido também de fora da área, que bateu o guardião aveirense que, nessa altura, já era o Mário. No entanto, Henrique acaba por marcar o 1-4, aos 15´, depois de uma finta a um adversário, colocando a bola na baliza, mesmo no canto, sentenciando praticamente a partida. De seguida, poderia ter bisado, mas a bola foi interceptada por um jogador do Águeda.
Mesmo ao cair do pano, o árbitro assinala grande penalidade contra o Beira-Mar, por suposta mão de Gui. Na transformação, o Águeda marca, fixando o resultado em 2-4.
Os nossos atletas fizeram um grande jogo e o resultado ainda poderia ter sido mais expressivo.
Parabéns a todos.
João Paulo fez alinhar na 1ª parte: Álvaro (gr), Samuel, Henrique, Rui, Vieira, Diogo Silva e Rafa.
Ainda jogaram na primeira parte: João Morais, Tiago, João Figueira e Gui.
Na segunda parte, alinharam: Álvaro (gr), Samuel, João Morais, Rafa, Rui, Diogo Silva e Vieira.
Entraram depois: Gui, João Figueira, Tiago e Mário (gr).
(0-1, ao intervalo)
Saíram-se bem os comandados de João Paulo, na sua deslocação a Águeda, onde jogavam cartada importante na luta pelo primeiro lugar na série E do campeonato distrital (2ª fase), ou não estivessem em confronto os dois primeiros classificados.
Num jogo bem disputado, os jovens das escolas B do SC Beira-Mar podiam ter aberto o marcador logo no primeiro minuto, mas Henrique atrapalhou-se e falhou aquele que seria o primeiro golo do encontro. Na primeira parte, o ascendente do Beira-Mar foi grande, mas apenas conseguimos inaugurar o marcador cerca dos 10´de jogo, por João Morais, que tinha acabado de entrar, num remate de fora da área.
Na segunda parte, a eficácia do Beira-Mar foi maior e Rafa, logo aos 5’, faz o 0-2, também num remate de fora da área, bisando logo a seguir, aos 8’, desta vez na cara do guarda-redes, colocando muito bem a bola dentro da baliza. Só dava Beira-Mar, e o resultado poderia ter sido ampliado, não fosse a barra da baliza contrária ter devolvido a bola, por duas vezes, após remates de Samuel, de fora da área. O Águeda faz o 1-3 a seguir, reduzindo distâncias no marcador através de um remate desferido também de fora da área, que bateu o guardião aveirense que, nessa altura, já era o Mário. No entanto, Henrique acaba por marcar o 1-4, aos 15´, depois de uma finta a um adversário, colocando a bola na baliza, mesmo no canto, sentenciando praticamente a partida. De seguida, poderia ter bisado, mas a bola foi interceptada por um jogador do Águeda.
Mesmo ao cair do pano, o árbitro assinala grande penalidade contra o Beira-Mar, por suposta mão de Gui. Na transformação, o Águeda marca, fixando o resultado em 2-4.
Os nossos atletas fizeram um grande jogo e o resultado ainda poderia ter sido mais expressivo.
Parabéns a todos.
João Paulo fez alinhar na 1ª parte: Álvaro (gr), Samuel, Henrique, Rui, Vieira, Diogo Silva e Rafa.
Ainda jogaram na primeira parte: João Morais, Tiago, João Figueira e Gui.
Na segunda parte, alinharam: Álvaro (gr), Samuel, João Morais, Rafa, Rui, Diogo Silva e Vieira.
Entraram depois: Gui, João Figueira, Tiago e Mário (gr).
ESCOLAS A: Muitos golos marcados…outros tantos falhados!
AA Macinhatense, 0 - SC Beira-Mar, 16
(0-5, ao intervalo)
Vitória com muitos golos era o pedido à equipa dos manos Teles, mas o que parecia fácil demorou a acontecer, pois o primeiro golo apenas surgiu aos 13’ de jogo, após um início de partida em que foram cometidos muitos “deslizes” individuais e colectivos.
Com todo o respeito que nos merece o Macinhatense, eram de esperar mais golos da nossa equipa, pois o adversário só apresentou 7 jogadores em campo e não tinha qualquer suplente no banco para substituir os colegas.
Jogo em Macinhata do Vouga, num campo pelado, em que participaram na equipa do SC Beira-Mar, por ordem numérica, os seguintes jogadores: 1-Marcelo; 2-Daniel; 4-Adriano; 6-Diogo; 7-J. Claro, 8-Rui; 9-Marco; 10-Tomás; 13-Gui; 15-Pina; 17-Júnior e 19-João Bernardo.
Os misters Teles, apresentaram de início: Marcelo (gr), Adriano, Diogo, J. Claro (cap), Tomás, Júnior e João Bernardo.
Jogaram ainda na 1ª parte: Marco, Rui, Gui, Daniel e Pina.
Na 2ª parte, iniciaram a partida: Marcelo (gr), Daniel, J. Claro, Rui, Marco, Gui e Pina.
Entraram ainda na 2ª parte: João Bernardo, Tomás, Júnior, Adriano e Diogo.
Foi uma vitória inequívoca e por números bem expressivos a obtida ontem contra o Macinhatense, pela equipa das escolas A, em que a história do jogo é mais marcante pelos golos falhados do que pelos 16 marcados, pois o oponente nunca ultrapassou verdadeiramente o nosso meio campo em todo o jogo, limitando-se a defender nos últimos 20 metros, não tendo o nosso guarda-redes Marcelo realizado uma única defesa.
Depois da excelência conta o Eixense, voltou a potenciar-se o individualismo em detrimento do privilégio do colectivo e, contra um adversário que apresentou muitas “debilidades”, era de esperar que o resultado final fosse mais dilatado. Foram feitos 59 remates em toda a partida, 39 à baliza e 20 para fora e… cada golo pode fazer toda a diferença nas contas finais do campeonato...
No decorrer do jogo, existiram ainda algumas ocorrências, que não permitiram aproveitar a avalanche atacante e que, aliadas a uma inoperância finalizadora, levaram a um score final menos conseguido.
A história dos golos foi a seguinte:
Na 1ª parte: João Bernardo (13’), Diogo (14’), J. Claro (18’), Gui (19’) e Pina (24’).
Na 2ª parte: Gui (8’, 9’), J. Claro (17’-g.p. e 19’), Tomás (13’ e 14’), Júnior (15’ e 20’), Marco (4’), J. Bernardo (25’) e auto-golo (10’).
Meninos, fica aqui um conselho… sozinhos vão mais depressa…, mas acompanhados vão mais longe…!!!
(0-5, ao intervalo)
Vitória com muitos golos era o pedido à equipa dos manos Teles, mas o que parecia fácil demorou a acontecer, pois o primeiro golo apenas surgiu aos 13’ de jogo, após um início de partida em que foram cometidos muitos “deslizes” individuais e colectivos.
Com todo o respeito que nos merece o Macinhatense, eram de esperar mais golos da nossa equipa, pois o adversário só apresentou 7 jogadores em campo e não tinha qualquer suplente no banco para substituir os colegas.
Jogo em Macinhata do Vouga, num campo pelado, em que participaram na equipa do SC Beira-Mar, por ordem numérica, os seguintes jogadores: 1-Marcelo; 2-Daniel; 4-Adriano; 6-Diogo; 7-J. Claro, 8-Rui; 9-Marco; 10-Tomás; 13-Gui; 15-Pina; 17-Júnior e 19-João Bernardo.
Os misters Teles, apresentaram de início: Marcelo (gr), Adriano, Diogo, J. Claro (cap), Tomás, Júnior e João Bernardo.
Jogaram ainda na 1ª parte: Marco, Rui, Gui, Daniel e Pina.
Na 2ª parte, iniciaram a partida: Marcelo (gr), Daniel, J. Claro, Rui, Marco, Gui e Pina.
Entraram ainda na 2ª parte: João Bernardo, Tomás, Júnior, Adriano e Diogo.
Foi uma vitória inequívoca e por números bem expressivos a obtida ontem contra o Macinhatense, pela equipa das escolas A, em que a história do jogo é mais marcante pelos golos falhados do que pelos 16 marcados, pois o oponente nunca ultrapassou verdadeiramente o nosso meio campo em todo o jogo, limitando-se a defender nos últimos 20 metros, não tendo o nosso guarda-redes Marcelo realizado uma única defesa.
Depois da excelência conta o Eixense, voltou a potenciar-se o individualismo em detrimento do privilégio do colectivo e, contra um adversário que apresentou muitas “debilidades”, era de esperar que o resultado final fosse mais dilatado. Foram feitos 59 remates em toda a partida, 39 à baliza e 20 para fora e… cada golo pode fazer toda a diferença nas contas finais do campeonato...
No decorrer do jogo, existiram ainda algumas ocorrências, que não permitiram aproveitar a avalanche atacante e que, aliadas a uma inoperância finalizadora, levaram a um score final menos conseguido.
A história dos golos foi a seguinte:
Na 1ª parte: João Bernardo (13’), Diogo (14’), J. Claro (18’), Gui (19’) e Pina (24’).
Na 2ª parte: Gui (8’, 9’), J. Claro (17’-g.p. e 19’), Tomás (13’ e 14’), Júnior (15’ e 20’), Marco (4’), J. Bernardo (25’) e auto-golo (10’).
Meninos, fica aqui um conselho… sozinhos vão mais depressa…, mas acompanhados vão mais longe…!!!
INFANTIS B: Boa primeira parte garante mais um triunfo auri-negro!
SC Beira-Mar, 4 - Lusitânia FC (Lourosa), 1
(3-0, ao intervalo)
Com uma excelente exibição efectuada durante a primeira parte, em especial nos primeiros 20 minutos, o Beira-Mar averbou mais uma vitória no campeonato distrital de infantis B, o que lhe permitiu manter a liderança da prova. Praticando um futebol de fino recorte técnico, com uma boa circulação de bola, mudanças de flanco e aberturas nos espaços a solicitar entradas de jogadores mais recuados, que provocavam, quase sempre, desequilíbrios na estrutura defensiva do Lourosa, os comandados de Ricardo Pinheiro cedo resolveram o encontro, marcando três golos até ao intervalo, vantagem que geriram bem na segunda metade do jogo, período em que, não estando tão exuberantes, nunca se sentiram ameaçados no pecúlio amealhado.
Os aveirenses apresentaram a seguinte equipa inicial (1ª e 2ª partes):
Pouseiro (gr); Bernardo (cap) e Leo; Didi, Gil e Gonçalo; Miguel.
Jogaram ainda: Adriel, Toncha, Rafa, Portugal e Fábio.
Como corolário da boa entrada em jogo da equipa de Ricardo Pinheiro, cedo o Beira-Mar chegou à vantagem, numa jogada onde se sentiu o "aroma" do futebol "perfumado" com que estes miúdos, muitas vezes, nos presenteiam. O 1-0, obtido quando decorriam 4' de jogo, resultou de uma excelente triangulação, à entrada da área, entre Gonçalo, Miguel e Gil, com o nº 30 e estratega do jogo auri-negro a ficar na cara do guardião do Lourosa para fazer um golo de belo efeito. Esta vantagem poderia ter sido aumentada, aos 10', quando Bernardo, solto ao segundo poste, cabeceia ao lado da baliza, não dando o melhor seguimento a um canto apontado do lado esquerdo por Didi. No minuto seguinte, Gil volta a isolar-se, mas é carregado pelas costas dentro da área, quando se preparava para fazer novo golo. O árbitro, estranhamente, nada assinala.
Mas o caudal ofensivo do Beira-Mar era intenso e as boas jogadas sucediam-se, adivinhando-se novo golo. Que surgiu aos 12', uma autêntica maravilha! O 2-0 resulta de uma jogada, pela esquerda, de magnífico entendimento entre Gonçalo e Gil, com os dois jogadores a tabelarem, ficando o nº 9 aveirense na cara do guarda-redes, rematando de uma zona já com pouco ângulo, para fazer a bola passar entre o guardião e o poste da baliza do Lourosa. Fantástico! O "show" continuou e, no minuto seguinte, uma grande arrancada de Gonçalo pelo seu corredor esquerdo, proporciona um cruzamento para a zona do penalti, surgindo Gil, vindo de trás, a rematar de pronto, sem deixar a bola cair, mas o "tiro" saiu à figura do guarda-redes, que segurou bem, evitando mais um golo de "bandeira"! Aos 15', uma excelente abertura de Gil coloca Adriel cara-a-cara com o guarda-redes, fazendo-lhe um "chapéu", que errou o alvo por muito pouco. O guarda-redes do Lourosa voltou a estar em foco aos 16', fazendo uma grande defesa, a negar o terceiro golo auri-negro a Gonçalo, que apareceu solto por uma magistral abertura de Gil, a rematar forte, de pé esquerdo, como é, aliás, seu timbre.
A vantagem de 2 golos era escassa para tanto domínio, tanta qualidade no futebol apresentado e tantas oportunidades de golo construídas. Mas a eficácia não se estava a revelar o ponto forte e isso ficou mais uma vez provado aos 17, quando Gil falha o golo à boca da baliza, numa jogada por si iniciada e continuada por Adriel. Seria de bola parada, aos 20', que os auri-negros chegariam ao 3-0, pelo "capitão" Bernardo, numa entrada fulgurante de cabeça, ao primeiro poste, dando o melhor seguimento a um canto muito bem marcado por Toncha, no lado esquerdo do ataque aveirense.
Acabava aqui o período de "ouro" do Beira-Mar, embora o sentido de jogo continuasse a ser sempre o da baliza do Lourosa (Pouseiro não fez uma defesa durante a primeira parte), a qualidade do futebol praticado decaiu e a capacidade de construção também, havendo apenas a registar, antes do intervalo, um só lance mais de perigo, protagonizado por Fábio, aos 29', numa boa iniciativa pelo lado direito, seguida de diagonal para dentro e remate de pé esquerdo por cima da baliza.
O Lourosa entrou mais afoito para a segunda parte e viu a sua audácia ser premiada logo aos 3', com a obtenção do seu tento de honra. O 3-1 resulta da marcação de um pontapé de canto, do lado direito, e é obtido de cabeça pelo seu jogador mais esclarecido ( nº 11, Carvalho), fazendo ainda a bola bater na barra e entrar, não dando quaisquer hipóteses de defesa a Pouseiro.
O jogo do Beira-Mar não saía tão fluido nesta segunda parte, no seguimento, aliás, do que já se vira nos últimos 10 minutos da etapa inicial. Disso se aproveitavam os visitantes, que lá iam, de quando em vez, tentando a sua sorte, aproximando-se das redes auri-negras. Aos 11', numa boa jogada, pelo lado direito, do autor do golo do Lourosa, a bola é atrasada para um remate muito perigoso, ainda que feito com um adversário à ilharga, fazendo a bola passar muito perto do poste da baliza de Pouseiro. O Beira-Mar reagiu e voltou a puxar dos seus "galões", podendo ter sentenciado o jogo, aos 13', quando Fábio, aberto na direita, recebe um passe a rasgar de Gil (mais um!), evita um primeiro adversário, mas é desarmado por um segundo no momento em que ia rematar para o golo iminente. Aos 16', é Leo que está perto de marcar, falhando o golo à boca da baliza, cabeceando ao lado uma bola vinda de Gonçalo, que apontou um canto do lado direito. No minuto seguinte, finalmente, o golo da confirmação da merecidíssima vitória do Beira-Mar! Gil "descobre" Gonçalo, na esquerda, e o pequeno-grande jogador esquerdino fez o resto, progrediu em velocidade e rematou forte para o 4-1 definitivo.
Até final, nota para mais dois lances em que o marcador poderia ter funcionado de novo para os da casa, dando, quiçá, ao marcador, um colorido mais condizente com o futebol praticado pelas duas equipas. O primeiro aconteceu aos 19', na sequência de um livre directo apontado por Bernardo, que o guarda-redes contrário não segurou, sobrando a bola para um falhanço incrível de Leo, quase em cima da linha de golo. O segundo surge de uma jogada de Leo pela direita, que cruza para a área, onde aparece Adriel a desperdiçar, fazendo um balão. Foi este o último lance digno de registo num jogo que teve um vencedor justo, que praticou bom futebol, construiu um bom resultado e soube fazer, depois, a gestão dessa vantagem e também do esforço dos seus atletas. Faltam sete jogos...
(3-0, ao intervalo)
Com uma excelente exibição efectuada durante a primeira parte, em especial nos primeiros 20 minutos, o Beira-Mar averbou mais uma vitória no campeonato distrital de infantis B, o que lhe permitiu manter a liderança da prova. Praticando um futebol de fino recorte técnico, com uma boa circulação de bola, mudanças de flanco e aberturas nos espaços a solicitar entradas de jogadores mais recuados, que provocavam, quase sempre, desequilíbrios na estrutura defensiva do Lourosa, os comandados de Ricardo Pinheiro cedo resolveram o encontro, marcando três golos até ao intervalo, vantagem que geriram bem na segunda metade do jogo, período em que, não estando tão exuberantes, nunca se sentiram ameaçados no pecúlio amealhado.
Os aveirenses apresentaram a seguinte equipa inicial (1ª e 2ª partes):
Pouseiro (gr); Bernardo (cap) e Leo; Didi, Gil e Gonçalo; Miguel.
Jogaram ainda: Adriel, Toncha, Rafa, Portugal e Fábio.
Como corolário da boa entrada em jogo da equipa de Ricardo Pinheiro, cedo o Beira-Mar chegou à vantagem, numa jogada onde se sentiu o "aroma" do futebol "perfumado" com que estes miúdos, muitas vezes, nos presenteiam. O 1-0, obtido quando decorriam 4' de jogo, resultou de uma excelente triangulação, à entrada da área, entre Gonçalo, Miguel e Gil, com o nº 30 e estratega do jogo auri-negro a ficar na cara do guardião do Lourosa para fazer um golo de belo efeito. Esta vantagem poderia ter sido aumentada, aos 10', quando Bernardo, solto ao segundo poste, cabeceia ao lado da baliza, não dando o melhor seguimento a um canto apontado do lado esquerdo por Didi. No minuto seguinte, Gil volta a isolar-se, mas é carregado pelas costas dentro da área, quando se preparava para fazer novo golo. O árbitro, estranhamente, nada assinala.
Mas o caudal ofensivo do Beira-Mar era intenso e as boas jogadas sucediam-se, adivinhando-se novo golo. Que surgiu aos 12', uma autêntica maravilha! O 2-0 resulta de uma jogada, pela esquerda, de magnífico entendimento entre Gonçalo e Gil, com os dois jogadores a tabelarem, ficando o nº 9 aveirense na cara do guarda-redes, rematando de uma zona já com pouco ângulo, para fazer a bola passar entre o guardião e o poste da baliza do Lourosa. Fantástico! O "show" continuou e, no minuto seguinte, uma grande arrancada de Gonçalo pelo seu corredor esquerdo, proporciona um cruzamento para a zona do penalti, surgindo Gil, vindo de trás, a rematar de pronto, sem deixar a bola cair, mas o "tiro" saiu à figura do guarda-redes, que segurou bem, evitando mais um golo de "bandeira"! Aos 15', uma excelente abertura de Gil coloca Adriel cara-a-cara com o guarda-redes, fazendo-lhe um "chapéu", que errou o alvo por muito pouco. O guarda-redes do Lourosa voltou a estar em foco aos 16', fazendo uma grande defesa, a negar o terceiro golo auri-negro a Gonçalo, que apareceu solto por uma magistral abertura de Gil, a rematar forte, de pé esquerdo, como é, aliás, seu timbre.
A vantagem de 2 golos era escassa para tanto domínio, tanta qualidade no futebol apresentado e tantas oportunidades de golo construídas. Mas a eficácia não se estava a revelar o ponto forte e isso ficou mais uma vez provado aos 17, quando Gil falha o golo à boca da baliza, numa jogada por si iniciada e continuada por Adriel. Seria de bola parada, aos 20', que os auri-negros chegariam ao 3-0, pelo "capitão" Bernardo, numa entrada fulgurante de cabeça, ao primeiro poste, dando o melhor seguimento a um canto muito bem marcado por Toncha, no lado esquerdo do ataque aveirense.
Acabava aqui o período de "ouro" do Beira-Mar, embora o sentido de jogo continuasse a ser sempre o da baliza do Lourosa (Pouseiro não fez uma defesa durante a primeira parte), a qualidade do futebol praticado decaiu e a capacidade de construção também, havendo apenas a registar, antes do intervalo, um só lance mais de perigo, protagonizado por Fábio, aos 29', numa boa iniciativa pelo lado direito, seguida de diagonal para dentro e remate de pé esquerdo por cima da baliza.
O Lourosa entrou mais afoito para a segunda parte e viu a sua audácia ser premiada logo aos 3', com a obtenção do seu tento de honra. O 3-1 resulta da marcação de um pontapé de canto, do lado direito, e é obtido de cabeça pelo seu jogador mais esclarecido ( nº 11, Carvalho), fazendo ainda a bola bater na barra e entrar, não dando quaisquer hipóteses de defesa a Pouseiro.
O jogo do Beira-Mar não saía tão fluido nesta segunda parte, no seguimento, aliás, do que já se vira nos últimos 10 minutos da etapa inicial. Disso se aproveitavam os visitantes, que lá iam, de quando em vez, tentando a sua sorte, aproximando-se das redes auri-negras. Aos 11', numa boa jogada, pelo lado direito, do autor do golo do Lourosa, a bola é atrasada para um remate muito perigoso, ainda que feito com um adversário à ilharga, fazendo a bola passar muito perto do poste da baliza de Pouseiro. O Beira-Mar reagiu e voltou a puxar dos seus "galões", podendo ter sentenciado o jogo, aos 13', quando Fábio, aberto na direita, recebe um passe a rasgar de Gil (mais um!), evita um primeiro adversário, mas é desarmado por um segundo no momento em que ia rematar para o golo iminente. Aos 16', é Leo que está perto de marcar, falhando o golo à boca da baliza, cabeceando ao lado uma bola vinda de Gonçalo, que apontou um canto do lado direito. No minuto seguinte, finalmente, o golo da confirmação da merecidíssima vitória do Beira-Mar! Gil "descobre" Gonçalo, na esquerda, e o pequeno-grande jogador esquerdino fez o resto, progrediu em velocidade e rematou forte para o 4-1 definitivo.
Até final, nota para mais dois lances em que o marcador poderia ter funcionado de novo para os da casa, dando, quiçá, ao marcador, um colorido mais condizente com o futebol praticado pelas duas equipas. O primeiro aconteceu aos 19', na sequência de um livre directo apontado por Bernardo, que o guarda-redes contrário não segurou, sobrando a bola para um falhanço incrível de Leo, quase em cima da linha de golo. O segundo surge de uma jogada de Leo pela direita, que cruza para a área, onde aparece Adriel a desperdiçar, fazendo um balão. Foi este o último lance digno de registo num jogo que teve um vencedor justo, que praticou bom futebol, construiu um bom resultado e soube fazer, depois, a gestão dessa vantagem e também do esforço dos seus atletas. Faltam sete jogos...
sábado, 1 de maio de 2010
INFANTIS A: Vitória folgada em ritmo de treino
SC Beira-Mar, 8 - AA Avanca, 0
(4-0, ao intervalo)
Com quatro golos em cada parte e sem que tenha havido necessidade de impor um ritmo muito elevado, a equipa de infantis A do SC Beira-Mar derrotou facilmente, por 8-0, a AA Avanca, num jogo disputado no Campo de Treinos do Estádio Mário Duarte, em que o domínio auri-negro foi total, revelando-se a formação de Edmundo Ferreira superior em todos os capítulos do jogo, que nunca foi incomodada durante o primeiro tempo e só muito raramente isso aconteceu no período complementar.
A formação aveirense iniciou o jogo com:
Diogo (gr e cap); Miguel e Marcos Dias; Manu, Rafa e Marcos; Aurélio.
Ainda jogaram, durante a 1ª parte: Francisco e Luís Miguel.
O jogo principiou com a iniciativa a pertencer, sem surpresas, à equipa do Beira-Mar, toada, aliás, que se manteve ao longo de toda a primeira parte, período durante o qual Diogo foi pouco mais do que um espectador atento, sendo apenas chamado a intervir, quando já estavam decorridos 26' de jogo, ainda assim para deter facilmente um remate desferido de muito longe por um jogador do Avanca. A resistência visitante durou 7', momento em que Rafa inaugurou o marcador, numa recarga oportuna, dando o melhor seguimento a um pontapé de canto que ele próprio marcara, no lado esquerdo. O jogo era de um só sentido e, depois de, aos 12', Manu ter rematado forte, de longe, a rasar a barra, foi sem surpresas que surgiu o 2-0. Estavam decorridos 14' e o golo começou numa boa jogada pela direita, com um passe atrasado para a entrada da área, a solicitar o remate de primeira, rasteiro e cruzado de Rafa, que só parou no fundo das redes. Um minuto volvido, Manu volta a ensaiar o remate de longe, proporcionando, desta feita, uma magnífica defesa ao guardião forasteiro.
Foi necessário esperar até aos 22' para ver novo golo, obtido por Aurélio, que rematou de fora da área, tendo a bola sido desviada na sua trajectória e surpreendido o guarda-redes contrário, que não terá feito, ainda assim, tudo o que estava ao seu alcance para evitar o 3-0. O score poderia ter sido ampliado no minuto seguinte, quando Francisco vê o seu remate, desferido de fora da área, ser devolvido pelo poste. Já depois do Avanca ter feito o seu único remate à baliza durante este primeiro tempo, o Beira-Mar fechou a contagem verificada ao intervalo, com a obtenção do 4-0, aos 27', da autoria de Luís Miguel, que numa recarga, à segunda, introduz na baliza uma bola devolvida por uma defesa incompleta do guarda-redes, a deter mais um remate de fora da área, desta vez de Rafa.
Edmundo Ferreira apresentou, na segunda parte, os seguintes elementos:
Diogo; Regêncio; Bruno, Francisco e Ladeiro; Rafa e Luís Miguel.
Entraram mais tarde: Manu, Marcos e Aurélio.
O cariz da partida não se alterou muito durante a segunda parte, sendo justo reconhecer, no entanto, que o Avanca se aproximou mais vezes, neste período, da baliza de Diogo, que, no entanto, foi resolvendo os poucos problemas que lhe foram surgindo. E não podia ter começado melhor a etapa complementar para os da casa, já que, logo aos 2', Ladeiro chega ao 5-0, após um roubo de bola a meio campo, progressão pela esquerda e remate cruzado para o golo. O Avanca chegaria com algum perigo, à baliza de Diogo, no minuto seguinte, através de um contra-ataque rápido pela esquerda, com cruzamento largo para a área, proporcionando um golpe de cabeça ao jogador mais pequenino (!) do nosso adversário, que foi, no entanto, à figura do guardião auri-negro. Respondeu o Beira-Mar, aos 4', com Francisco a fazer novamente pontaria aos ferros da baliza, enviando a bola, desta vez, à barra, com Bruno a não aproveitar a recarga.
O marcador só seria ampliado aos 10', com Luís Miguel a bisar na partida, aparecendo muito oportuno a recargar para o 6-0 uma bola devolvida pelo guarda-redes, após mais uma defesa incompleta a remate de Manu.
O Avanca poderia ter reduzido distâncias, aos 11', mas Diogo fez uma grande defesa, após um remate de longe do nº 35 adversário, com a bola a ser traiçoeiramente desviada na sua trajectória. Este mesmo jogador do Avanca, aos 15', volta a estar em evidência, quando dispõe de uma grande oportunidade de golo, numa jogada em que se isola, após perda de bola e contra-ataque rápido, mas o seu "chapéu" a Diogo saiu um pouco alto e parou nas malhas superiores da baliza aveirense. Aos 16', Francisco é mais eficaz e chega ao 7-0, sendo o marcador encerrado, aos 21', por Luís Miguel, que evidenciou, mais uma vez, o seu sentido de oportunidade e surgiu, em posição frontal, a atirar para o 8-0, dando o melhor seguimento a um pontapé de canto marcado no lado esquerdo.
Até final do jogo, tempo ainda para o guardião do Avanca negar mais um golo a Aurélio, aos 25', defendendo com os pés o remate do artilheiro aveirense.
(4-0, ao intervalo)
Com quatro golos em cada parte e sem que tenha havido necessidade de impor um ritmo muito elevado, a equipa de infantis A do SC Beira-Mar derrotou facilmente, por 8-0, a AA Avanca, num jogo disputado no Campo de Treinos do Estádio Mário Duarte, em que o domínio auri-negro foi total, revelando-se a formação de Edmundo Ferreira superior em todos os capítulos do jogo, que nunca foi incomodada durante o primeiro tempo e só muito raramente isso aconteceu no período complementar.
A formação aveirense iniciou o jogo com:
Diogo (gr e cap); Miguel e Marcos Dias; Manu, Rafa e Marcos; Aurélio.
Ainda jogaram, durante a 1ª parte: Francisco e Luís Miguel.
O jogo principiou com a iniciativa a pertencer, sem surpresas, à equipa do Beira-Mar, toada, aliás, que se manteve ao longo de toda a primeira parte, período durante o qual Diogo foi pouco mais do que um espectador atento, sendo apenas chamado a intervir, quando já estavam decorridos 26' de jogo, ainda assim para deter facilmente um remate desferido de muito longe por um jogador do Avanca. A resistência visitante durou 7', momento em que Rafa inaugurou o marcador, numa recarga oportuna, dando o melhor seguimento a um pontapé de canto que ele próprio marcara, no lado esquerdo. O jogo era de um só sentido e, depois de, aos 12', Manu ter rematado forte, de longe, a rasar a barra, foi sem surpresas que surgiu o 2-0. Estavam decorridos 14' e o golo começou numa boa jogada pela direita, com um passe atrasado para a entrada da área, a solicitar o remate de primeira, rasteiro e cruzado de Rafa, que só parou no fundo das redes. Um minuto volvido, Manu volta a ensaiar o remate de longe, proporcionando, desta feita, uma magnífica defesa ao guardião forasteiro.
Foi necessário esperar até aos 22' para ver novo golo, obtido por Aurélio, que rematou de fora da área, tendo a bola sido desviada na sua trajectória e surpreendido o guarda-redes contrário, que não terá feito, ainda assim, tudo o que estava ao seu alcance para evitar o 3-0. O score poderia ter sido ampliado no minuto seguinte, quando Francisco vê o seu remate, desferido de fora da área, ser devolvido pelo poste. Já depois do Avanca ter feito o seu único remate à baliza durante este primeiro tempo, o Beira-Mar fechou a contagem verificada ao intervalo, com a obtenção do 4-0, aos 27', da autoria de Luís Miguel, que numa recarga, à segunda, introduz na baliza uma bola devolvida por uma defesa incompleta do guarda-redes, a deter mais um remate de fora da área, desta vez de Rafa.
Edmundo Ferreira apresentou, na segunda parte, os seguintes elementos:
Diogo; Regêncio; Bruno, Francisco e Ladeiro; Rafa e Luís Miguel.
Entraram mais tarde: Manu, Marcos e Aurélio.
O cariz da partida não se alterou muito durante a segunda parte, sendo justo reconhecer, no entanto, que o Avanca se aproximou mais vezes, neste período, da baliza de Diogo, que, no entanto, foi resolvendo os poucos problemas que lhe foram surgindo. E não podia ter começado melhor a etapa complementar para os da casa, já que, logo aos 2', Ladeiro chega ao 5-0, após um roubo de bola a meio campo, progressão pela esquerda e remate cruzado para o golo. O Avanca chegaria com algum perigo, à baliza de Diogo, no minuto seguinte, através de um contra-ataque rápido pela esquerda, com cruzamento largo para a área, proporcionando um golpe de cabeça ao jogador mais pequenino (!) do nosso adversário, que foi, no entanto, à figura do guardião auri-negro. Respondeu o Beira-Mar, aos 4', com Francisco a fazer novamente pontaria aos ferros da baliza, enviando a bola, desta vez, à barra, com Bruno a não aproveitar a recarga.
O marcador só seria ampliado aos 10', com Luís Miguel a bisar na partida, aparecendo muito oportuno a recargar para o 6-0 uma bola devolvida pelo guarda-redes, após mais uma defesa incompleta a remate de Manu.
O Avanca poderia ter reduzido distâncias, aos 11', mas Diogo fez uma grande defesa, após um remate de longe do nº 35 adversário, com a bola a ser traiçoeiramente desviada na sua trajectória. Este mesmo jogador do Avanca, aos 15', volta a estar em evidência, quando dispõe de uma grande oportunidade de golo, numa jogada em que se isola, após perda de bola e contra-ataque rápido, mas o seu "chapéu" a Diogo saiu um pouco alto e parou nas malhas superiores da baliza aveirense. Aos 16', Francisco é mais eficaz e chega ao 7-0, sendo o marcador encerrado, aos 21', por Luís Miguel, que evidenciou, mais uma vez, o seu sentido de oportunidade e surgiu, em posição frontal, a atirar para o 8-0, dando o melhor seguimento a um pontapé de canto marcado no lado esquerdo.
Até final do jogo, tempo ainda para o guardião do Avanca negar mais um golo a Aurélio, aos 25', defendendo com os pés o remate do artilheiro aveirense.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Agenda fim-de-semana: Pré-Escolas "A" na Mourisca para jogo decisivo!
Com os juniores a viajarem até à Trofa com a esperança ainda na bagagem, a equipa "A" das pré-escolas 2002 disputa, na Mourisca do Vouga, um jogo que tem também carácter praticamente decisivo no que toca à atribuição do primeiro lugar na série C do torneio distrital da categoria. Todavia, enquanto que, nos juniores, a vitória necessária para manter viva a chama da subida à primeira divisão nacional poderá ser insuficiente, nos sub-8, um triunfo sobre o Mourisquense deixaria os meninos do técnico Jó em posição privilegiada para ser campeão de série.
Com o campeonato nacional de iniciados parado no próximo fim-de-semana, a agenda completa é composta pelos seguintes 10 jogos:
Com o campeonato nacional de iniciados parado no próximo fim-de-semana, a agenda completa é composta pelos seguintes 10 jogos:
Análise prévia da jornada
JUNIORES A: Costuma dizer-se que, "até ao lavar dos cestos é vindima" ou "enquanto há vida há esperança", sempre que estamos perante uma "empreitada" de grande porte com possibilidades escassas de levar a "nau" a bom porto. O jogo que a equipa de António Luís vai disputar na Trofa deve ser encarado nesta perspectiva, pois que, sabendo das parcas possibilidades que têm de chegar ao 1º lugar, também sabem que só a vitória sobre o Trofense poderá abrir alguma porta (ou mesmo janela) que mantenha viva a esperança. É que a Sanjoanense joga nos mesmos pressupostos e pode, perfeitamente, ganhar ao Freamunde, deixando tudo em aberto para a última jornada. Difícil? Sim, mas não impossível...
JUNIORES B: Deslocação muito difícil a São João de Ver, prevendo-se um jogo muito equilibrado entre duas equipas que estão, neste momento, a salvo da despromoção à 2ª divisão distrital (São João Ver é 4º e Beira-Mar 2º), mas com pontos ainda insuficientes para se considerarem a salvo. A luta vai ser renhida, mas enquanto a equipa da casa vem de 2 jogos seguidos sem vencer (ED), o Beira-Mar soma cinco jogos consecutivos sem perder (EVVVV), dados que poderão fazer pender a balança para o lado auri-negro.
INICIADOS B: Em Avanca vão encontrar-se os dois últimos classificados da série dos primeiros do campeonato distrital da 1ª divisão, sendo que o equilíbrio tem sido a nota dominante deste campeonato, não se registando, com frequência, resultados muito desnivelados. Em caso de derrota, a equipa de João Amaral receberia, do seu adversário, o testemunho da "lanterna vermelha", herança que, por certo, a equipa dispensará. Uma quase garantia é que o jogo vai ser de muito equilíbrio, como são quase todos os jogos desta competição e os empates dos auri-negros, nas duas últimas jornadas, atestam.
INFANTIS A: A equipa de Edmundo Ferreira fará papel de anfitrião, num jogo que poderá ser muito interessante, já que se defrontam o Beira-Mar, líder destacado da série F, e o Avanca, que ocupa a 3ª posição e protagonizou, no jogo da primeira volta, uma das mais fortes oposições aos aveirenses, que só venceram por tangenciais 4-5.
INFANTIS B: O líder do campeonato distrital, moralizado pelo empate obtido na Feira na última jornada, joga agora em casa, frente ao Lusitânia de Lourosa, na defesa da sua liderança. No entanto, quase todas as equipas nesta prova têm o seu valor, pelo que os comandados de Ricardo Pinheiro não se poderão distrair, frente a um adversário a quem bateram dificilmente (1-2) na primeira volta, se quiserem continuar no topo da classificação.
ESCOLAS A: Vitória com muitos golos é o que se pede à equipa de João e Pedro Teles, no jogo que disputarão contra o frágil Macinhatense (último lugar, 0 pontos), na jornada seguinte a terem ascendido ao 1º lugar, em igualdade pontual com o Eixense, mas com vantagem na diferença de golos marcados e sofridos (4 golos de vantagem).
ESCOLAS B: A equipa de João Paulo desloca-se a Águeda, onde jogará a sua liderança na série E contra o segundo classificado. Com apenas 2 pontos de vantagem, os aveirenses têm consciência que, se perderem, haverá uma troca de posições, mas, se ganharem, garantirão, praticamente em definitivo, o lugar que ocupam actualmente. O empate a 3 golos no jogo da 1ª volta deixa antever mais um jogo equilibrado.
ESCOLAS C: Início da 2ª volta do campeonato distrital com o Beira-Mar, 4º classificado da prova, a receber o Mourisquense (penúltimo), num jogo em que é claramente favorito, seja pela posição na tabela, seja pelo desnível verificado no resultado do jogo da primeira volta, na Mourisca, que os aveirenses venceram por 1-10.
PRÉ-ESCOLAS "A": Mourisquense e Beira-Mar disputarão na Mourisca, a 4 jornadas do final da prova, aquele que poderá ser o jogo que decidirá quem vai ser o vencedor da série C do 2º Torneio Distrital de pré-escolas da AF Aveiro. Numa luta a dois desde há muito, e separados por apenas 1 ponto, com vantagem para os da casa, a equipa que vencer ficará com a conquista da prova quase garantida, enquanto que um empate deixará ainda algum "suspense" para as 3 jornadas finais, onde, de qualquer dos modos, a equipa auri-negra ficaria dependente de terceiros para poder ainda ascender à liderança.
PRÉ-ESCOLAS "B": Também a equipa "B" jogará na Mourisca, mas neste jogo, pese embora o empenho que os auri-negros colocarão em campo, o favoritismo vai para o Mourisquense "B", que é o 2º classificado da série D.
quarta-feira, 28 de abril de 2010
PRÉ-ESCOLAS "A": Mais um jogo fácil
SC Beira-Mar, 10 - CCR Válega, 0
(4-0, ao intervalo)
Cedo se tornou evidente a diferença de ritmo entre as duas equipas, por isso, não foi de estranhar que o SC Beira-Mar chegasse ao intervalo a vencer por 4-0.
Na segunda parte, mesmo com jogadores habitualmente menos utilizados em campo (Filipe Praça e Filipe Góis), o futebol do SC Beira-Mar não perdeu qualidade (antes pelo contrário, tornou-se mais atraente e mais colectivo) e a vantagem no marcador chegou à dezena de golos.
Diogo (4), Pedro Marques (2), Leandro (estreou-se a marcar no Torneio Distrital), Aires e Filipe Praça (para além de um auto-golo de um jogador do Válega) foram os autores dos golos beiramarenses.
No próximo sábado, joga-se na Mourisca do Vouga, às dez horas da manhã, o jogo que poderá decidir o primeiro lugar, o campeão da Série C da segunda edição do Torneio Distrital de Pré-Escolas.
(4-0, ao intervalo)
Cedo se tornou evidente a diferença de ritmo entre as duas equipas, por isso, não foi de estranhar que o SC Beira-Mar chegasse ao intervalo a vencer por 4-0.
Na segunda parte, mesmo com jogadores habitualmente menos utilizados em campo (Filipe Praça e Filipe Góis), o futebol do SC Beira-Mar não perdeu qualidade (antes pelo contrário, tornou-se mais atraente e mais colectivo) e a vantagem no marcador chegou à dezena de golos.
Diogo (4), Pedro Marques (2), Leandro (estreou-se a marcar no Torneio Distrital), Aires e Filipe Praça (para além de um auto-golo de um jogador do Válega) foram os autores dos golos beiramarenses.
No próximo sábado, joga-se na Mourisca do Vouga, às dez horas da manhã, o jogo que poderá decidir o primeiro lugar, o campeão da Série C da segunda edição do Torneio Distrital de Pré-Escolas.
terça-feira, 27 de abril de 2010
INICIADOS A: No Dia da Liberdade ainda imperou a "ditadura" do mais forte!
FC Porto, 5 - SC Beira-Mar, 0
(1-0, ao intervalo)
Na manhã do histórico dia 25 de Abril, comemorativo da Liberdade no nosso país, a equipa de iniciados do SC Beira-Mar deslocou-se às excelentes instalações do Centro de Treinos e Formação Desportiva Porto-Gaia, no Olival, em Vila Nova de Gaia, para defrontar o todo-poderoso FC Porto, num jogo que se adivinhava muito difícil face à diferença de estatuto e de valores entre as equipas em confronto. Foi com naturalidade que os "azuis-e-brancos" se impuseram por claros 5-0, vencendo bem um jogo onde a formação auri-negra teve uma prestação digna, aguentando o nulo durante quase toda a primeira parte e apenas sucumbindo no período complementar, acusando, então, em demasia, o primeiro golo sofrido já em período de compensação, antes do descanso. Na verdade, nos escalões de formação, o "25 de Abril" ainda não chegou ao futebol e a diferença de realidades é tão evidente, que os mais fortes dificilmente deixam de ditar as suas leis.
Alberto Raínho escolheu para este jogo, que apurou o nosso adversário, sem surpresas, para disputar a 3ª fase do campeonato nacional, os seguintes atletas:
Hugo (gr); Diogo H. Carvalho, Pedro Salgado, João Rafael e Ruben Marques; André Silva, Rafa, Diogo M. Carvalho (João António, 43') e Pedro Aparício (cap); Tiago Gomes e Henrique (Tiaguinho, 67').
Suplentes não utilizados: Canha (gr), Renato, Duílio, Gui e Jorge.
A primeira parte foi de domínio esperado da equipa da casa, com o Beira-Mar a fazer um jogo de contenção, sempre com muitos jogadores atrás da linha da bola. Esta estratégia, pese embora algumas oportunidades de golo para os portistas (7', 10', 12' e 21'), quase ia dando frutos, já que o golo não aparecia e, a dado momento, a equipa auri-negra começou também a trocar muito bem a bola e chegou mesmo a provocar um valente susto ao jovem "Dragão", que só não assumiu contornos de "escândalo" porque, aos 33', José Carlos, com uma defesa só ao alcance de guarda-redes de eleição, nega o golo a Tiago Gomes, desviando a trajectória da bola, rematada de fora da área com alguma violência e boa colocação, fazendo-a ainda roçar a parte superior do travessão. Era o melhor período do Beira-Mar que, nos últimos 10 minutos da primeira parte, estava já a jogar o jogo pelo jogo, fazendo excelente posse e circulação de bola, silenciando com o seu futebol a falange de apoio dos rapazes da casa. Já com toda a gente a pensar que o regresso aos balneários seria feito com o nulo no marcador, quando decorria a parte final do período de compensação dado pelo árbitro e na sequência da marcação de um canto, desnecessariamente cedido, na direita, o FC Porto chega à vantagem, através de um excelente golpe de cabeça do central Tomás, que deu o melhor seguimento ao centro tenso do defesa esquerdo "azul-e-branco", que se revelou, mais uma vez, letal para as cores aveirenses.
Não se pode dizer que fosse injusta a vantagem dos "dragões" ao intervalo, mas o momento em que foi conseguida deixou marcas na moral aveirense e aliviou pressão nos homens da casa que, pelo sim, pelo não, não fizeram qualquer substituição ao intervalo. No segundo tempo as coisas foram completamente diferentes já que, logo no início, as dúvidas foram completamente desfeitas com a obtenção do 2-0, por Cardoso, aos 4' e do 3-0, por Raul, passados dois minutos. O melhor futebol do Porto, aliado às facilidades concedidas pelos auri-negros, que não se tinham visto no primeiro período, explicam os acontecimentos. A quebra anímica explica o resto, ou seja, o avolumar do resultado, com golos aos 15' (4-0, por Raul) e aos 19' (5-0, por Cardoso) e mais algumas oportunidades de golo perdidas (11', 12', 13', 17' e 22'), algumas delas negadas por boas intervenções do nosso guardião Hugo, que esteve em bom plano.
Com o jogo a caminhar para o final, foi altura para o Beira-Mar voltar a surgir em terrenos mais adiantados, podendo mesmo, aos 28', ter apontado o seu tento de honra, bem merecido, aliás. Ruben ganhou uma grande penalidade, ao ser derrubado pelas costas, quando tinha ganho a posição ao defesa contrário, mas o remate de Rafa, encarregado da marcação do castigo máximo, é superiormente defendido pelo valioso guardião José Carlos. Aos 31', na sequência de um livre apontado por André Silva, o Beira-Mar volta a estar perto do golo, mas a sorte nada quis com a equipa aveirense.
Excelente arbitragem do Sr. Pedro Mesquita, da AF Vila Real, que mostrou também o papel pedagógico que podem e devem ter os árbitros que apitam jogos destes escalões de formação.
(1-0, ao intervalo)
Na manhã do histórico dia 25 de Abril, comemorativo da Liberdade no nosso país, a equipa de iniciados do SC Beira-Mar deslocou-se às excelentes instalações do Centro de Treinos e Formação Desportiva Porto-Gaia, no Olival, em Vila Nova de Gaia, para defrontar o todo-poderoso FC Porto, num jogo que se adivinhava muito difícil face à diferença de estatuto e de valores entre as equipas em confronto. Foi com naturalidade que os "azuis-e-brancos" se impuseram por claros 5-0, vencendo bem um jogo onde a formação auri-negra teve uma prestação digna, aguentando o nulo durante quase toda a primeira parte e apenas sucumbindo no período complementar, acusando, então, em demasia, o primeiro golo sofrido já em período de compensação, antes do descanso. Na verdade, nos escalões de formação, o "25 de Abril" ainda não chegou ao futebol e a diferença de realidades é tão evidente, que os mais fortes dificilmente deixam de ditar as suas leis.
Alberto Raínho escolheu para este jogo, que apurou o nosso adversário, sem surpresas, para disputar a 3ª fase do campeonato nacional, os seguintes atletas:
Hugo (gr); Diogo H. Carvalho, Pedro Salgado, João Rafael e Ruben Marques; André Silva, Rafa, Diogo M. Carvalho (João António, 43') e Pedro Aparício (cap); Tiago Gomes e Henrique (Tiaguinho, 67').
Suplentes não utilizados: Canha (gr), Renato, Duílio, Gui e Jorge.
A primeira parte foi de domínio esperado da equipa da casa, com o Beira-Mar a fazer um jogo de contenção, sempre com muitos jogadores atrás da linha da bola. Esta estratégia, pese embora algumas oportunidades de golo para os portistas (7', 10', 12' e 21'), quase ia dando frutos, já que o golo não aparecia e, a dado momento, a equipa auri-negra começou também a trocar muito bem a bola e chegou mesmo a provocar um valente susto ao jovem "Dragão", que só não assumiu contornos de "escândalo" porque, aos 33', José Carlos, com uma defesa só ao alcance de guarda-redes de eleição, nega o golo a Tiago Gomes, desviando a trajectória da bola, rematada de fora da área com alguma violência e boa colocação, fazendo-a ainda roçar a parte superior do travessão. Era o melhor período do Beira-Mar que, nos últimos 10 minutos da primeira parte, estava já a jogar o jogo pelo jogo, fazendo excelente posse e circulação de bola, silenciando com o seu futebol a falange de apoio dos rapazes da casa. Já com toda a gente a pensar que o regresso aos balneários seria feito com o nulo no marcador, quando decorria a parte final do período de compensação dado pelo árbitro e na sequência da marcação de um canto, desnecessariamente cedido, na direita, o FC Porto chega à vantagem, através de um excelente golpe de cabeça do central Tomás, que deu o melhor seguimento ao centro tenso do defesa esquerdo "azul-e-branco", que se revelou, mais uma vez, letal para as cores aveirenses.
Não se pode dizer que fosse injusta a vantagem dos "dragões" ao intervalo, mas o momento em que foi conseguida deixou marcas na moral aveirense e aliviou pressão nos homens da casa que, pelo sim, pelo não, não fizeram qualquer substituição ao intervalo. No segundo tempo as coisas foram completamente diferentes já que, logo no início, as dúvidas foram completamente desfeitas com a obtenção do 2-0, por Cardoso, aos 4' e do 3-0, por Raul, passados dois minutos. O melhor futebol do Porto, aliado às facilidades concedidas pelos auri-negros, que não se tinham visto no primeiro período, explicam os acontecimentos. A quebra anímica explica o resto, ou seja, o avolumar do resultado, com golos aos 15' (4-0, por Raul) e aos 19' (5-0, por Cardoso) e mais algumas oportunidades de golo perdidas (11', 12', 13', 17' e 22'), algumas delas negadas por boas intervenções do nosso guardião Hugo, que esteve em bom plano.
Com o jogo a caminhar para o final, foi altura para o Beira-Mar voltar a surgir em terrenos mais adiantados, podendo mesmo, aos 28', ter apontado o seu tento de honra, bem merecido, aliás. Ruben ganhou uma grande penalidade, ao ser derrubado pelas costas, quando tinha ganho a posição ao defesa contrário, mas o remate de Rafa, encarregado da marcação do castigo máximo, é superiormente defendido pelo valioso guardião José Carlos. Aos 31', na sequência de um livre apontado por André Silva, o Beira-Mar volta a estar perto do golo, mas a sorte nada quis com a equipa aveirense.
Excelente arbitragem do Sr. Pedro Mesquita, da AF Vila Real, que mostrou também o papel pedagógico que podem e devem ter os árbitros que apitam jogos destes escalões de formação.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
PRÉ-ESCOLAS "B": A história voltou a repetir-se
SC Beira-Mar "B", 1 - ADCR Oiã, 3
(1-1, ao intervalo)
À semelhança do que já tinha acontecido na jornada anterior, a equipa «B» de Pré-Escolas do SC Beira-Mar esteve na frente do marcador (golo de Xande), chegou ao intervalo a empatar (1-1), mas os últimos minutos do jogo voltaram a ser fatais para os meninos treinados por Jorge Jesus.
O SC Beira-Mar fez alinhar o «sete» inicial formado por Valentino (GR), Bernardo, Ricardo, Ivo, Eunilzo, Rúben Leite e Tomás e ainda os suplentes Xande, Rui Vieira, Rúben Paulo, Luisangelo e Marco António.
(1-1, ao intervalo)
À semelhança do que já tinha acontecido na jornada anterior, a equipa «B» de Pré-Escolas do SC Beira-Mar esteve na frente do marcador (golo de Xande), chegou ao intervalo a empatar (1-1), mas os últimos minutos do jogo voltaram a ser fatais para os meninos treinados por Jorge Jesus.
O SC Beira-Mar fez alinhar o «sete» inicial formado por Valentino (GR), Bernardo, Ricardo, Ivo, Eunilzo, Rúben Leite e Tomás e ainda os suplentes Xande, Rui Vieira, Rúben Paulo, Luisangelo e Marco António.
Balanço da jornada: A equipa de juniores não merecia tamanha desfeita...
Jornada marcada pelo polémico jogo de juniores entre o Beira-Mar e a Sanjoanense, com a equipa auri-negra a ver fugir-lhe uma vitória arrancada a "ferros", mesmo no fecho do encontro, protagonizando o árbitro um autêntico golpe de teatro, ao transformar esse triunfo no empate que ficou oficialmente inscrito no boletim do jogo (ver detalhes no post relativo ao jogo).
Mas também houve motivos para satisfação, com destaque para o empate, que vale muito mais do que isso, conseguido pelos infantis B no difícil ambiente da Feira, resultado que coloca a equipa de Ricardo Pinheiro em vantagem directa sobre o seu rival distrital.
Com um saldo de 6 vitórias, 3 empates e 2 derrotas, é o seguinte o resumo dos resultados dos 11 jogos disputados no último fim-de-semana:
COMENTÁRIO
Mas também houve motivos para satisfação, com destaque para o empate, que vale muito mais do que isso, conseguido pelos infantis B no difícil ambiente da Feira, resultado que coloca a equipa de Ricardo Pinheiro em vantagem directa sobre o seu rival distrital.
Com um saldo de 6 vitórias, 3 empates e 2 derrotas, é o seguinte o resumo dos resultados dos 11 jogos disputados no último fim-de-semana:
COMENTÁRIO
JUNIORES: Contas muito complicadas no campeonato nacional, no que à corrida pela subida de divisão diz respeito, sendo que, apesar de ainda ser matematicamente possível, só uma conjugação muito favorável de resultados tornará esse objectivo possível. Muito já se disse e escreveu sobre o que se passou no empate (1-1) registado na recepção à Sanjoanense, mas a vitória só não é "oficial" porque aconteceu um golpe de malabarismo no final do encontro. Resta aos rapazes de António Luís continuar a acreditar, como fizeram na parte final do jogo de sábado, e jogar as duas partidas que restam como se de finais se tratassem, quanto mais não seja para dignificarem o seu nome e o do clube que representam.
Para o campeonato distrital da 1ª divisão, Aguinaldo Melo e a sua equipa deram seguimento à boa série de resultados e alcançaram mais uma vitória (2-1 sobre o Mealhada), a quarta consecutiva, abrindo já um fosso de 6 pontos para o 5º lugar, o que torna a situação mais confortável no que à luta pela manutenção diz respeito.
INICIADOS: Derrota pesada (5-0) mas aguardada, contra o FC Porto, na deslocação ao Olival, numa luta desigual, em que os comandados de Alberto Raínho foram dignos, resistindo ainda durante a primeira parte, vindo a sucumbir no período complementar, face à diferença de realidades apresentadas pelos dois emblemas em confronto.
Para o campeonato distrital, a equipa de João Amaral conseguiu mais um empate, desta vez por 0-0, na recepção ao Oliveira do Bairro, num jogo em que voltou a bater-se de igual para igual com uma formação que tem a maioria dos seus jogadores numa faixa etária mais elevada.
INFANTIS: A equipa do escalão A tinha, na deslocação ao terreno do Taboeira, o jogo mais importante desta 2ª fase do campeonato, no qual disputava, com o seu vizinho aveirense, a liderança da série F. Confirmando o triunfo alcançado na 1ª volta e vencendo, desta feita, por 3-5, a equipa de Edmundo Ferreira cavou um fosso de 6 pontos para o seu adversário e tem praticamente garantida a vitória nesta 2ª fase do campeonato distrital.
Os infantis B discutiam a liderança com o Feirense, num jogo que opunha os dois rivais do distrito de Aveiro no Complexo Desportivo de Santa Maria da Feira. O empate, 1-1, verificado no final do encontro, mantém os dois emblemas em igualdade pontual, mas a vantagem vai para os comandados de Ricardo Pinheiro, que beneficiam da vitória alcançada no jogo da primeira volta, em Aveiro. A má notícia é que a Casa do Benfica em Estarreja ganhou em Oliveira de Azeméis e reduziu para 3 pontos a desvantagem para o topo da classificação.
ESCOLAS: Tripla vitória alcançada nesta jornada pelas equipas deste escalão. No campo do Seminário havia duplo Beira-Mar-Eixense, com vitórias dos auri-negros: 7-3 no escalão A, com ascensão ao 1º lugar da série por troca com a equipa de Eixo e 4-1 no escalão B, resultado que mantém a equipa de João Paulo no topo da classificação.
As escolas C visitavam Estarreja e, após três jogos sem vencer (EED), a equipa de Paulo Martins regressou aos triunfos e regressou da sede do concelho vizinho com uma vitória natural por 2-4.
PRÉ-ESCOLAS: Enquanto a equipa "A" se desembaraçou facilmente do seu adversário de sábado, o Válega, vencendo por inequívocos 10-0, a equipa "B" realizava mais uma partida de resultado nivelado, perdendo, no campo do Seminário, com o Oiã, por 1-3, registando-se a obtenção do seu quinto golo na prova.
ESCOLAS C: De regresso às vitórias!
CD Estarreja, 2 - SC Beira-Mar, 4
(1-2, ao intervalo)
Jogar com o último classificado parecia uma boa oportunidade para regressar às vitórias e às boas exibições, mas a equipa continua longe de jogar o bom futebol que já demonstrou ser capaz de exibir e a maior parte dos nossos jogadores continuam apáticos.
O Beira-Mar alinhou de início com: Bruno Santos (gr), Tiago Almeida (cap), Tiago Neves, Rui Tiago, Filipe André, Alexandre e João Baptista.
Jogaram ainda: Rui Tiago, Bernardo, António e Tiago Gomes.
O jogo iniciou-se, naturalmente, com o domínio do Beira – Mar, a bola não saía do meio campo do Estarreja, mas, no entanto, a equipa auri-negra não estava a jogar bem. Não se trocava a bola, não se jogava um futebol apoiado, os nossos jogadores perderam a sua garra e, como tal, as jogadas não levavam grande perigo.
Na primeira perda de bola na zona do meio campo, o Estarreja aproveitou para, num rápido contra-ataque, inaugurar o marcador.
O jogo voltou ao mesmo, com o Beira - Mar ao ataque, mas as jogadas individuais continuaram a sobrepor-se ao jogo de equipa. Apesar de tudo, foi com alguma naturalidade que conseguimos dar a volta ao resultado, ainda na 1ª parte, e marcar dois golos, fixando o resultado em 1-2. Estes dois golos resultaram de jogadas de insistência, provando que, quando se esforçam, conseguem facilmente atingir o objectivo final que é marcar golos.
Para a segunda metade o Paulo escolheu os seguintes jogadores:
Bruno Santos (gr), Alexandre, António, Tiago Gomes, Filipe André, Rui Tiago e João Baptista.
O Lourenço (gr), Tiago Almeida, Tiago Neves, Bernardo e Pedro António também jogaram.
Na segunda metade esperava-se que o Beira – Mar resolvesse rapidamente o jogo, face às diferenças evidenciadas pelas duas equipas, mas na realidade é preciso mostrar no campo que as diferenças existem.
O jogo continuou num só sentido, mas sempre aos “empurrões” e sem grandes oportunidades de golo para os dois lados. O Beira-Mar fez o
1-3 e, num dos seus raros ataques, o Estarreja reduziu para 2-3. Parecia um jogo equilibrado, mas na verdade nunca esteve em causa o resultado final que acabou por se fechar na última jogada do desafio.
É importante realçar a rotatividade de todos os atletas, ou seja, todos os jogadores jogaram mais ou menos o mesmo tempo de jogo.
No final do jogo cantaram-se os parabéns ao Samuel, juntando-se ao coro os pais dos atletas das duas equipas e toda a equipa adversária. Todos demonstraram que a festa pode passar do campo para as bancadas.
Os golos foram marcados pelo João Baptista (2), Filipe André e Tiago Neves.
(1-2, ao intervalo)
Jogar com o último classificado parecia uma boa oportunidade para regressar às vitórias e às boas exibições, mas a equipa continua longe de jogar o bom futebol que já demonstrou ser capaz de exibir e a maior parte dos nossos jogadores continuam apáticos.
O Beira-Mar alinhou de início com: Bruno Santos (gr), Tiago Almeida (cap), Tiago Neves, Rui Tiago, Filipe André, Alexandre e João Baptista.
Jogaram ainda: Rui Tiago, Bernardo, António e Tiago Gomes.
O jogo iniciou-se, naturalmente, com o domínio do Beira – Mar, a bola não saía do meio campo do Estarreja, mas, no entanto, a equipa auri-negra não estava a jogar bem. Não se trocava a bola, não se jogava um futebol apoiado, os nossos jogadores perderam a sua garra e, como tal, as jogadas não levavam grande perigo.
Na primeira perda de bola na zona do meio campo, o Estarreja aproveitou para, num rápido contra-ataque, inaugurar o marcador.
O jogo voltou ao mesmo, com o Beira - Mar ao ataque, mas as jogadas individuais continuaram a sobrepor-se ao jogo de equipa. Apesar de tudo, foi com alguma naturalidade que conseguimos dar a volta ao resultado, ainda na 1ª parte, e marcar dois golos, fixando o resultado em 1-2. Estes dois golos resultaram de jogadas de insistência, provando que, quando se esforçam, conseguem facilmente atingir o objectivo final que é marcar golos.
Para a segunda metade o Paulo escolheu os seguintes jogadores:
Bruno Santos (gr), Alexandre, António, Tiago Gomes, Filipe André, Rui Tiago e João Baptista.
O Lourenço (gr), Tiago Almeida, Tiago Neves, Bernardo e Pedro António também jogaram.
Na segunda metade esperava-se que o Beira – Mar resolvesse rapidamente o jogo, face às diferenças evidenciadas pelas duas equipas, mas na realidade é preciso mostrar no campo que as diferenças existem.
O jogo continuou num só sentido, mas sempre aos “empurrões” e sem grandes oportunidades de golo para os dois lados. O Beira-Mar fez o
1-3 e, num dos seus raros ataques, o Estarreja reduziu para 2-3. Parecia um jogo equilibrado, mas na verdade nunca esteve em causa o resultado final que acabou por se fechar na última jogada do desafio.
É importante realçar a rotatividade de todos os atletas, ou seja, todos os jogadores jogaram mais ou menos o mesmo tempo de jogo.
No final do jogo cantaram-se os parabéns ao Samuel, juntando-se ao coro os pais dos atletas das duas equipas e toda a equipa adversária. Todos demonstraram que a festa pode passar do campo para as bancadas.
Os golos foram marcados pelo João Baptista (2), Filipe André e Tiago Neves.
JUNIORES A: O jogo da "vitória" que não valeu!
SC Beira-Mar, 1 - AD Sanjoanense, 1
(0-1, ao intervalo)
Duarte André Silva Oliveira, árbitro da AF Braga, nomeado para arbitrar um jogo decisivo para as aspirações da equipa de juniores do SC Beira-Mar, será um nome que ficará para sempre ligado às carreiras futebolísticas dos atletas da nossa jovem equipa. O seu nome, poucos o irão recordar daqui a algum tempo, mas a decisão por si protagonizada, quando decorriam já 7 minutos do período de compensação (tinha dado 6), essa será recordada por muitos e muitos anos e contada aos vindouros por quem a viveu de perto, sempre que o tema de conversa seja o das arbitragens polémicas (para não lhe chamar outra coisa) e das frustrações e perdas que elas causaram.
O jogo estava muito difícil, a Sanjoanense tinha ganho vantagem no marcador desde os 14' da primeira parte, num lance que resultou numa perda de bola de Bryan, na zona do meio-campo, que permitiu um ataque rápido dos visitantes, com a bola a ser metida na direita (Mika falhou o corte), isolando o jogador de São João da Madeira, que atirou para o golo à saída de Ricardo. Essa vantagem foi muito bem defendida pela equipa da Sanjoanense, que colocava, quase sempre, 11 jogadores atrás da linha da bola, apostando no erro do adversário (como no golo) para lançar a contra ofensiva. O futebol do Beira-Mar, pese embora a vontade e aplicação dos seus jogadores, sobretudo na segunda parte, não mostrava antídoto para contrariar essa boa organização defensiva. Foi já na parte final do jogo, aos 87', que o Beira-Mar, que jogava desde o minuto 78 contra dez (o guarda-redes da Sanjoanense havia sido expulso), chegou ao empate, na sequência de uma boa iniciativa pela esquerda de Francisco Griné, um dos jogadores mais esclarecidos neste jogo, que solicitou, atrasado, o remate de André Vaz, que ainda sofreu um desvio e só parou no fundo das redes forasteiras.
O 1-1 não satisfazia ninguém, mas o golo deu um alento suplementar para, no pouco tempo que restava, acreditar que era possível chegar à vitória, único resultado que interessava para continuarmos a depender apenas de nós na luta pela subida à 1ª divisão nacional. E a verdade é que, aproveitando os 6' de tempo de compensação dado pelo malfadado juíz que veio de Braga ( tempo escasso para tantas e interrupções e anti-jogo praticado), os auri-negros dispuseram de duas soberbas ocasiões para desfazer o indesejado empate. No primeiro minuto, o guarda-redes, que substituíra o colega expulso, faz uma defesa do "outro mundo", negando o golo a Hugo Seixas, que lhe apareceu na cara e, aos 90+5', é Nelson que se isola e desperdiça a flagrante ocasião. Sucediam-se cantos e, quando já estava mesmo esgotado o tempo de compensação, aconteceu o inacreditável! Só visto! André Vaz cobra um canto, do lado esquerdo, e coloca a bola ao segundo poste, onde aparece, soberbo no ar, como ele tão bem sabe fazer, Beato, que cabeceia de cima para baixo, sem oposição, e faz entrar a bola na baliza da Sanjoanense. Era o 2-1 que se perseguia e que seria o resultado final, porque já não havia tempo para mais. Foi o delírio! Dentro e fora do campo. O marcador do golo e todos os seus colegas festejaram efusivamente, num cacho de jogadores amontoados no chão, dois deles já sem camisola. Nas bancadas, os adeptos beiramarenses davam largas à sua alegria e deixavam escapar a pressão que, também eles, haviam acumulado durante um tão sofrido jogo. Do lado contrário era a tristeza e o desespero. O guardião sanjoanense, que tão boa conta tinha dado até então, punha as mãos à cabeça, em sinal de desespero. Um seu colega pegou apressadamente na bola e colocou-a no centro do terreno, na esperança de que, após o reatamento, ainda houvesse tempo de chegar à baliza do Beira-Mar. O árbitro, cujo primeiro gesto após a bola ter entrado foi o de estender o seu braço direito, na horizontal, na direcção oposta à da baliza (centro do terreno, não?), dirige-se para a zona da "festa" auri-negra, junto à bandeirola de canto e, correctamente, mostra o cartão amarelo aos 2 jogadores do Beira-Mar que haviam despido a camisola. Quando, de repente, nos apercebemos de uma inversão no estado anímico dos jogadores e verificamos que, passados entretanto cerca de 2 minutos desde que Beato introduzira a bola na baliza, são os jogadores da Sanjoanense que festejam e os do Beira-Mar, incrédulos, a porem as mãos na cabeça em sinal de desespero, porque, afinal, o golo...não valia! Não houve um protesto por parte da Sanjoanense, aquando do golo, não se ouviu um apito, mas afinal o golo era de "faz-de-conta"!
E pronto, esta é a história, se calhar não muito bem contada, do jogo que teve uma equipa que ganhou, mas que não valeu, porque o árbitro decidiu (e só ele o pode fazer) que um golo que foi mais limpo que a água pura, deveria ser anulado depois da equipa que o marcou ter festejado efusivamente e da que o sofreu ter interiorizado que aquilo representava o fim das suas aspirações. Num golpe de mágica, o Sr. Duarte Oliveira, inverteu as situações e disse, para quem o ouviu, que tinha anulado o golo desde o primeiro instante. Com o pormenor de que ninguém se apercebeu, nem pelo apito, nem pelo gesto, nem pela sua atitude de passividade, assistindo "sadicamente" aos festejos prolongados dos jovens aveirenses. Resta sublinhar, mais uma vez e para que não restem dúvidas, que a trajectória da bola é limpa, o marcador do golo salta sem oposição, sozinho, e não há ninguém a estorvar o guarda-redes. Beato, perdoa-lhe, porque ele não sabe o que fez...
Está tudo mais complicado, mas ainda é matematicamente possível, por isso, vamos preparar-nos para a Trofa!
Para a história, os nomes dos jogadores que viveram, no local, o triste episódio do tal Duarte Oliveira:
Ricardo Barros (gr); Berna, Beato, Mika e Bryan (Nelson, int); Granja (Ricardo Figueiredo, 82'), André Vaz (cap), Francisco Griné e Filipe Vieira; Hugo Seixas e Mathieu (Nuno Silva, 63').
Suplentes não utilizados: Samuel (gr); André Aranha, Renato e Igor.
(0-1, ao intervalo)
Duarte André Silva Oliveira, árbitro da AF Braga, nomeado para arbitrar um jogo decisivo para as aspirações da equipa de juniores do SC Beira-Mar, será um nome que ficará para sempre ligado às carreiras futebolísticas dos atletas da nossa jovem equipa. O seu nome, poucos o irão recordar daqui a algum tempo, mas a decisão por si protagonizada, quando decorriam já 7 minutos do período de compensação (tinha dado 6), essa será recordada por muitos e muitos anos e contada aos vindouros por quem a viveu de perto, sempre que o tema de conversa seja o das arbitragens polémicas (para não lhe chamar outra coisa) e das frustrações e perdas que elas causaram.
O jogo estava muito difícil, a Sanjoanense tinha ganho vantagem no marcador desde os 14' da primeira parte, num lance que resultou numa perda de bola de Bryan, na zona do meio-campo, que permitiu um ataque rápido dos visitantes, com a bola a ser metida na direita (Mika falhou o corte), isolando o jogador de São João da Madeira, que atirou para o golo à saída de Ricardo. Essa vantagem foi muito bem defendida pela equipa da Sanjoanense, que colocava, quase sempre, 11 jogadores atrás da linha da bola, apostando no erro do adversário (como no golo) para lançar a contra ofensiva. O futebol do Beira-Mar, pese embora a vontade e aplicação dos seus jogadores, sobretudo na segunda parte, não mostrava antídoto para contrariar essa boa organização defensiva. Foi já na parte final do jogo, aos 87', que o Beira-Mar, que jogava desde o minuto 78 contra dez (o guarda-redes da Sanjoanense havia sido expulso), chegou ao empate, na sequência de uma boa iniciativa pela esquerda de Francisco Griné, um dos jogadores mais esclarecidos neste jogo, que solicitou, atrasado, o remate de André Vaz, que ainda sofreu um desvio e só parou no fundo das redes forasteiras.
O 1-1 não satisfazia ninguém, mas o golo deu um alento suplementar para, no pouco tempo que restava, acreditar que era possível chegar à vitória, único resultado que interessava para continuarmos a depender apenas de nós na luta pela subida à 1ª divisão nacional. E a verdade é que, aproveitando os 6' de tempo de compensação dado pelo malfadado juíz que veio de Braga ( tempo escasso para tantas e interrupções e anti-jogo praticado), os auri-negros dispuseram de duas soberbas ocasiões para desfazer o indesejado empate. No primeiro minuto, o guarda-redes, que substituíra o colega expulso, faz uma defesa do "outro mundo", negando o golo a Hugo Seixas, que lhe apareceu na cara e, aos 90+5', é Nelson que se isola e desperdiça a flagrante ocasião. Sucediam-se cantos e, quando já estava mesmo esgotado o tempo de compensação, aconteceu o inacreditável! Só visto! André Vaz cobra um canto, do lado esquerdo, e coloca a bola ao segundo poste, onde aparece, soberbo no ar, como ele tão bem sabe fazer, Beato, que cabeceia de cima para baixo, sem oposição, e faz entrar a bola na baliza da Sanjoanense. Era o 2-1 que se perseguia e que seria o resultado final, porque já não havia tempo para mais. Foi o delírio! Dentro e fora do campo. O marcador do golo e todos os seus colegas festejaram efusivamente, num cacho de jogadores amontoados no chão, dois deles já sem camisola. Nas bancadas, os adeptos beiramarenses davam largas à sua alegria e deixavam escapar a pressão que, também eles, haviam acumulado durante um tão sofrido jogo. Do lado contrário era a tristeza e o desespero. O guardião sanjoanense, que tão boa conta tinha dado até então, punha as mãos à cabeça, em sinal de desespero. Um seu colega pegou apressadamente na bola e colocou-a no centro do terreno, na esperança de que, após o reatamento, ainda houvesse tempo de chegar à baliza do Beira-Mar. O árbitro, cujo primeiro gesto após a bola ter entrado foi o de estender o seu braço direito, na horizontal, na direcção oposta à da baliza (centro do terreno, não?), dirige-se para a zona da "festa" auri-negra, junto à bandeirola de canto e, correctamente, mostra o cartão amarelo aos 2 jogadores do Beira-Mar que haviam despido a camisola. Quando, de repente, nos apercebemos de uma inversão no estado anímico dos jogadores e verificamos que, passados entretanto cerca de 2 minutos desde que Beato introduzira a bola na baliza, são os jogadores da Sanjoanense que festejam e os do Beira-Mar, incrédulos, a porem as mãos na cabeça em sinal de desespero, porque, afinal, o golo...não valia! Não houve um protesto por parte da Sanjoanense, aquando do golo, não se ouviu um apito, mas afinal o golo era de "faz-de-conta"!
E pronto, esta é a história, se calhar não muito bem contada, do jogo que teve uma equipa que ganhou, mas que não valeu, porque o árbitro decidiu (e só ele o pode fazer) que um golo que foi mais limpo que a água pura, deveria ser anulado depois da equipa que o marcou ter festejado efusivamente e da que o sofreu ter interiorizado que aquilo representava o fim das suas aspirações. Num golpe de mágica, o Sr. Duarte Oliveira, inverteu as situações e disse, para quem o ouviu, que tinha anulado o golo desde o primeiro instante. Com o pormenor de que ninguém se apercebeu, nem pelo apito, nem pelo gesto, nem pela sua atitude de passividade, assistindo "sadicamente" aos festejos prolongados dos jovens aveirenses. Resta sublinhar, mais uma vez e para que não restem dúvidas, que a trajectória da bola é limpa, o marcador do golo salta sem oposição, sozinho, e não há ninguém a estorvar o guarda-redes. Beato, perdoa-lhe, porque ele não sabe o que fez...
Está tudo mais complicado, mas ainda é matematicamente possível, por isso, vamos preparar-nos para a Trofa!
Para a história, os nomes dos jogadores que viveram, no local, o triste episódio do tal Duarte Oliveira:
Ricardo Barros (gr); Berna, Beato, Mika e Bryan (Nelson, int); Granja (Ricardo Figueiredo, 82'), André Vaz (cap), Francisco Griné e Filipe Vieira; Hugo Seixas e Mathieu (Nuno Silva, 63').
Suplentes não utilizados: Samuel (gr); André Aranha, Renato e Igor.
INFANTIS B: Empate que dá vantagem
CD Feirense, 1 - SC Beira-Mar, 1
(0-1, ao intervalo)
A equipa de infantis B do SC Beira-Mar conseguiu arrancar, na sua difícil deslocação à Feira, um empate com duplo sabor - o sabor doce por esta igualdade dar vantagem aos aveirenses no confronto directo com o seu rival santamariano, mas o travo amargo pelo facto dos comandados de Ricardo Pinheiro poderem ter resolvido o jogo durante os primeiros 30 minutos, período durante o qual realizaram uma das melhores exibições da época.
A formação do Beira-Mar apresentou-se neste jogo com os seguintes atletas:
Pouseiro (gr), Terrinca, Bernardo (cap), Leonardo, Gonçalo, Gil e Didi.
Entraram mais tarde: Miguel, João Gonçalo, Rafa e André.
A primeira parte pertenceu ao Beira-Mar, que entrou a mandar no jogo e a criar muito perigo para a baliza feirense, através de jogadas de entendimento entre os nossos jogadores e finalizações que ora resultavam de cruzamentos para a área, ora de vários remates, que fizeram calar a ruidosa assistência da casa. Os auri-negros chegaram merecidamente à vantagem, aos 15', pelo "capitão" Bernardo, que deu o melhor seguimento a um pontapé de canto muito bem marcado por Miguel, cabeceando ao segundo poste para o 0-1. O Feirense acusou o golo e a equipa auri-negra, até ao intervalo, teve diversas ocasiões em que poderia ter ampliado o marcador, por Didi, Gonçalo, André e Miguel, mas a estrelinha da sorte nada quis connosco. Como nota de realce para o domínio exercido durante esta primeira parte pelo Beira-Mar, que se mostrou uma equipa muito disciplinada tacticamente e muito moralizada, referir que o Feirense, apenas por uma vez, conseguiu acercar-se da baliza defendida por Pouseiro, contudo, sem fazer perigar as suas redes.
O segundo período do jogo foi bastante diferente do primeiro, com a equipa do Beira-Mar a aguentar bem os primeiros 10 minutos desta etapa complementar, mas a quebrar fisicamente após essa fase inicial, passando o Feirense a ter mais posse de bola e a jogar mais tempo no meio campo visitante. Mesmo o árbitro do encontro também modificou a sua actuação e, em caso de dúvida, apitava sempre a favor da casa. Foi assim que a nossa equipa viu um segundo golo invalidado por pretenso fora-de-jogo (muitas dúvidas...) e o adversário chegar ao empate, aos 18', na sequência de uma falta que só o juiz da partida pode ter visto. Na marcação do respectivo livre e quando todos pensavam que o jogador do Feirense ia fazer um cruzamento para a área, este opta pelo remate em arco à baliza, fazendo a bola entrar ao canto superior esquerdo e estabelecendo o definitivo 1-1. Apesar do maior ascendente que o Feirense teve a partir daí, a nossa equipa soube sempre responder com atitude, concentração e organização defensiva. Esses atributos garantiram um resultado, que podendo ser melhor, é suficiente para só dependermos de nós nos 8 jogos que faltam disputar até ao final do campeonato. Parabéns a todos e força para o longo e difícil caminho que falta ainda percorrer!
(0-1, ao intervalo)
A equipa de infantis B do SC Beira-Mar conseguiu arrancar, na sua difícil deslocação à Feira, um empate com duplo sabor - o sabor doce por esta igualdade dar vantagem aos aveirenses no confronto directo com o seu rival santamariano, mas o travo amargo pelo facto dos comandados de Ricardo Pinheiro poderem ter resolvido o jogo durante os primeiros 30 minutos, período durante o qual realizaram uma das melhores exibições da época.
A formação do Beira-Mar apresentou-se neste jogo com os seguintes atletas:
Pouseiro (gr), Terrinca, Bernardo (cap), Leonardo, Gonçalo, Gil e Didi.
Entraram mais tarde: Miguel, João Gonçalo, Rafa e André.
A primeira parte pertenceu ao Beira-Mar, que entrou a mandar no jogo e a criar muito perigo para a baliza feirense, através de jogadas de entendimento entre os nossos jogadores e finalizações que ora resultavam de cruzamentos para a área, ora de vários remates, que fizeram calar a ruidosa assistência da casa. Os auri-negros chegaram merecidamente à vantagem, aos 15', pelo "capitão" Bernardo, que deu o melhor seguimento a um pontapé de canto muito bem marcado por Miguel, cabeceando ao segundo poste para o 0-1. O Feirense acusou o golo e a equipa auri-negra, até ao intervalo, teve diversas ocasiões em que poderia ter ampliado o marcador, por Didi, Gonçalo, André e Miguel, mas a estrelinha da sorte nada quis connosco. Como nota de realce para o domínio exercido durante esta primeira parte pelo Beira-Mar, que se mostrou uma equipa muito disciplinada tacticamente e muito moralizada, referir que o Feirense, apenas por uma vez, conseguiu acercar-se da baliza defendida por Pouseiro, contudo, sem fazer perigar as suas redes.
O segundo período do jogo foi bastante diferente do primeiro, com a equipa do Beira-Mar a aguentar bem os primeiros 10 minutos desta etapa complementar, mas a quebrar fisicamente após essa fase inicial, passando o Feirense a ter mais posse de bola e a jogar mais tempo no meio campo visitante. Mesmo o árbitro do encontro também modificou a sua actuação e, em caso de dúvida, apitava sempre a favor da casa. Foi assim que a nossa equipa viu um segundo golo invalidado por pretenso fora-de-jogo (muitas dúvidas...) e o adversário chegar ao empate, aos 18', na sequência de uma falta que só o juiz da partida pode ter visto. Na marcação do respectivo livre e quando todos pensavam que o jogador do Feirense ia fazer um cruzamento para a área, este opta pelo remate em arco à baliza, fazendo a bola entrar ao canto superior esquerdo e estabelecendo o definitivo 1-1. Apesar do maior ascendente que o Feirense teve a partir daí, a nossa equipa soube sempre responder com atitude, concentração e organização defensiva. Esses atributos garantiram um resultado, que podendo ser melhor, é suficiente para só dependermos de nós nos 8 jogos que faltam disputar até ao final do campeonato. Parabéns a todos e força para o longo e difícil caminho que falta ainda percorrer!
domingo, 25 de abril de 2010
ESCOLAS A: Exibição de luxo na 1ª parte valeu a subida ao 1º lugar…!!!
SC Beira-Mar, 7 - GD Eixense, 3
(5-1, ao intervalo)
Parecia uma tarefa hercúlea, mas a equipa, ao rubricar a melhor exibição numa 1ª parte em toda a época, conseguiu, com todo o mérito, anular a desvantagem dos 5-1 da 1ª volta e ascender ao 1º lugar da série com um «goal-average», de 4 golos de vantagem.
Com 3 pontos de desvantagem, resultado da derrota sofrida em Eixo na 1ª volta (5-1) numa partida muito atípica com o forte temporal que nesse dia se abateu sobre Eixo, e em que, por grande infelicidade, jogámos contra o vento nas 2 partes do jogo, só a vitória interessava aos aveirenses, e esta foi conseguida pela diferença que se exigia - 4 golos, embora fique um pouco o sabor a “injustiça” pelos 3 golos sofridos, nomeadamente o da 1ª parte, no único remate à nossa baliza feito pela equipa de Eixo.
Jogo no campo do Seminário, onde participaram na equipa do S.C. Beira-Mar por ordem numérica, os seguintes jogadores: 1- Marcelo; 2-Daniel; 4-Adriano; 6-Diogo; 7-J. Claro; 10-Tomás; 11-Peralta; 12-Bruno; 13-Gui; 15-Pina; 17-Júnior e 19-João Bernardo.
Os misters Teles, apresentaram de início: Marcelo (GR), Adriano, J. Claro (cap), Tomás, Peralta, Júnior e João Bernardo.
Jogaram ainda na 1ª parte: Diogo e Gui.
Num jogo em que se pedia atitude “guerreira” para conseguir inverter o resultado da 1ª volta da 2ª fase, o colectivo soube responder a 100% e conseguiu uma brilhante vitória, cujo mote foi dado logo no 1º minuto, com trocas de bola sucessivas ao primeiro toque, que quase permitiram inaugurar o marcador.
Fruto desse início de jogo espectacular, a equipa chegou ao 1-0, aos 5’, com jogada iniciada por Júnior, que tabelou com J. Claro e este, de primeira, a colocar em J. Bernardo, que dominou muito bem o esférico e, de fora da área, rematou forte e colocado, fazendo um grande golo!
O nosso ataque estava “demolidor” e na jogada seguinte chegámos ao 2-0, com um novo golo de fora da área, através de Júnior que, assistido por J. Claro no lado esquerdo, rematou em arco e anichou a bola nas redes adversárias, num golo muito bonito.
O 3-0 surgiu com naturalidade, aos 9’, na sequência de lançamento de linha lateral feito pelo João Bernardo para J. Claro, que ganhou na linha de fundo a 2 adversários e cruzou atrasado para Júnior, que encostou muito bem para a baliza, dando inteira justiça ao desenrolar da partida.
Aos 11’, a desvantagem de 4 golos da 1ª volta seria anulada, em novo golo de belo efeito, fruto de jogada na sequência de canto, com J. Claro a rematar de primeira para o fundo das redes. O mais difícil estava conseguido e, a partir daqui, a “eliminatória” estava em 0-0…!
O Eixense quase não conseguia “respirar” com a qualidade do nosso futebol, contudo, no único remate que fez em toda a 1ª parte à nossa baliza, conseguiu, aos 14’, reduzir para 4-1, em lance em que podíamos ter feito melhor para evitar o pontapé do avançado de Eixo.
Contudo, o golo sofrido, não esmoreceu os nossos atletas, que continuaram a jogar colectivamente, com trocas de bola sucessivas a desequilibrar o adversário e, com inteiro mérito, chegámos aos 5-1, no último minuto da 1ª parte, num lance espectacular, iniciado na nossa defesa, com Peralta a marcar um livre para Adriano, que coloca em Gui, este de primeira passa para J. Claro, que tira um adversário da frente e assiste Diogo que, isolado, atirou a contar. Grande jogada e bonito golo…!!!
Na 2ª parte, iniciaram a partida: Bruno (GR), Daniel, Diogo, Peralta, Gui, Júnior e João Bernardo.
Entraram ainda na 2ª parte: Tomás, Pina, J. Claro e Adriano.
Com o tónico do avanço no marcador, a nossa equipa voltou a entrar muito bem no jogo, continuando a fazer jogadas colectivas que levavam o perigo à baliza do Eixense e não permitindo qualquer ataque digno desse nome ao adversário.
Contudo, o ritmo da partida abrandou um pouco, fruto de algum cansaço pela 1ª parte intensíssima que tínhamos feito e, aos 15´, permitimos ao Eixense reduzir para 5-2, num golo em que o nosso sector defensivo teve de novo algumas culpas.
Este golo sofrido despertou de novo a equipa que, na jogada seguinte, chegou aos 6-2, em lance conduzido por Pina, que cruzou muito bem da direita para Júnior, ao segundo poste, rematar para a baliza, fazendo o 6-2 e conseguindo um hat-trick na partida.
Empolgados pela vantagem reposta, aos 16´, alcançámos um merecido 7-2, por Peralta, que rematou forte e colocado de fora da área, não permitindo ao keeper de Eixo evitar mais um grande golo.
Estávamos com uma vantagem de 5 golos, mas a equipa não desistia de dilatar o marcador, e foi com muita injustiça que o Eixense marcou o seu terceiro golo, aos 21’, num remate em que novamente podíamos ter feito mais para o evitar.
Faltava pouco para o jogo terminar, mas ainda tivemos forças para ir tentar o golo que colocaria a vantagem no jogo e no campeonato inteiramente do nosso lado, mas tal não aconteceu e, com os 7-3 finais, estava conseguido o objectivo de anular a diferença de 4 golos.
Agora, até ao final do campeonato, têm sempre que dar o vosso melhor, no sentido de alcançar vitórias expressivas, esta é a vossa motivação e, com muito empenho, vão conseguir…!!!
Parabéns pela bela manhã de futebol e excelente exibição, dando uma boa prenda ao mister Pedro Teles que fez 25 anos!
(5-1, ao intervalo)
Parecia uma tarefa hercúlea, mas a equipa, ao rubricar a melhor exibição numa 1ª parte em toda a época, conseguiu, com todo o mérito, anular a desvantagem dos 5-1 da 1ª volta e ascender ao 1º lugar da série com um «goal-average», de 4 golos de vantagem.
Com 3 pontos de desvantagem, resultado da derrota sofrida em Eixo na 1ª volta (5-1) numa partida muito atípica com o forte temporal que nesse dia se abateu sobre Eixo, e em que, por grande infelicidade, jogámos contra o vento nas 2 partes do jogo, só a vitória interessava aos aveirenses, e esta foi conseguida pela diferença que se exigia - 4 golos, embora fique um pouco o sabor a “injustiça” pelos 3 golos sofridos, nomeadamente o da 1ª parte, no único remate à nossa baliza feito pela equipa de Eixo.
Jogo no campo do Seminário, onde participaram na equipa do S.C. Beira-Mar por ordem numérica, os seguintes jogadores: 1- Marcelo; 2-Daniel; 4-Adriano; 6-Diogo; 7-J. Claro; 10-Tomás; 11-Peralta; 12-Bruno; 13-Gui; 15-Pina; 17-Júnior e 19-João Bernardo.
Os misters Teles, apresentaram de início: Marcelo (GR), Adriano, J. Claro (cap), Tomás, Peralta, Júnior e João Bernardo.
Jogaram ainda na 1ª parte: Diogo e Gui.
Num jogo em que se pedia atitude “guerreira” para conseguir inverter o resultado da 1ª volta da 2ª fase, o colectivo soube responder a 100% e conseguiu uma brilhante vitória, cujo mote foi dado logo no 1º minuto, com trocas de bola sucessivas ao primeiro toque, que quase permitiram inaugurar o marcador.
Fruto desse início de jogo espectacular, a equipa chegou ao 1-0, aos 5’, com jogada iniciada por Júnior, que tabelou com J. Claro e este, de primeira, a colocar em J. Bernardo, que dominou muito bem o esférico e, de fora da área, rematou forte e colocado, fazendo um grande golo!
O nosso ataque estava “demolidor” e na jogada seguinte chegámos ao 2-0, com um novo golo de fora da área, através de Júnior que, assistido por J. Claro no lado esquerdo, rematou em arco e anichou a bola nas redes adversárias, num golo muito bonito.
O 3-0 surgiu com naturalidade, aos 9’, na sequência de lançamento de linha lateral feito pelo João Bernardo para J. Claro, que ganhou na linha de fundo a 2 adversários e cruzou atrasado para Júnior, que encostou muito bem para a baliza, dando inteira justiça ao desenrolar da partida.
Aos 11’, a desvantagem de 4 golos da 1ª volta seria anulada, em novo golo de belo efeito, fruto de jogada na sequência de canto, com J. Claro a rematar de primeira para o fundo das redes. O mais difícil estava conseguido e, a partir daqui, a “eliminatória” estava em 0-0…!
O Eixense quase não conseguia “respirar” com a qualidade do nosso futebol, contudo, no único remate que fez em toda a 1ª parte à nossa baliza, conseguiu, aos 14’, reduzir para 4-1, em lance em que podíamos ter feito melhor para evitar o pontapé do avançado de Eixo.
Contudo, o golo sofrido, não esmoreceu os nossos atletas, que continuaram a jogar colectivamente, com trocas de bola sucessivas a desequilibrar o adversário e, com inteiro mérito, chegámos aos 5-1, no último minuto da 1ª parte, num lance espectacular, iniciado na nossa defesa, com Peralta a marcar um livre para Adriano, que coloca em Gui, este de primeira passa para J. Claro, que tira um adversário da frente e assiste Diogo que, isolado, atirou a contar. Grande jogada e bonito golo…!!!
Na 2ª parte, iniciaram a partida: Bruno (GR), Daniel, Diogo, Peralta, Gui, Júnior e João Bernardo.
Entraram ainda na 2ª parte: Tomás, Pina, J. Claro e Adriano.
Com o tónico do avanço no marcador, a nossa equipa voltou a entrar muito bem no jogo, continuando a fazer jogadas colectivas que levavam o perigo à baliza do Eixense e não permitindo qualquer ataque digno desse nome ao adversário.
Contudo, o ritmo da partida abrandou um pouco, fruto de algum cansaço pela 1ª parte intensíssima que tínhamos feito e, aos 15´, permitimos ao Eixense reduzir para 5-2, num golo em que o nosso sector defensivo teve de novo algumas culpas.
Este golo sofrido despertou de novo a equipa que, na jogada seguinte, chegou aos 6-2, em lance conduzido por Pina, que cruzou muito bem da direita para Júnior, ao segundo poste, rematar para a baliza, fazendo o 6-2 e conseguindo um hat-trick na partida.
Empolgados pela vantagem reposta, aos 16´, alcançámos um merecido 7-2, por Peralta, que rematou forte e colocado de fora da área, não permitindo ao keeper de Eixo evitar mais um grande golo.
Estávamos com uma vantagem de 5 golos, mas a equipa não desistia de dilatar o marcador, e foi com muita injustiça que o Eixense marcou o seu terceiro golo, aos 21’, num remate em que novamente podíamos ter feito mais para o evitar.
Faltava pouco para o jogo terminar, mas ainda tivemos forças para ir tentar o golo que colocaria a vantagem no jogo e no campeonato inteiramente do nosso lado, mas tal não aconteceu e, com os 7-3 finais, estava conseguido o objectivo de anular a diferença de 4 golos.
Agora, até ao final do campeonato, têm sempre que dar o vosso melhor, no sentido de alcançar vitórias expressivas, esta é a vossa motivação e, com muito empenho, vão conseguir…!!!
Parabéns pela bela manhã de futebol e excelente exibição, dando uma boa prenda ao mister Pedro Teles que fez 25 anos!
JUNIORES B: Vitória ao cair do pano!
SC Beira-Mar, 2 - GD Mealhada, 1
(1-1, ao intervalo)
Foi em cima do minuto 90 que um golo de Daniel deu a vitória à equipa de juniores do SC Beira-Mar, que disputa o campeonato distrital da 1ª divisão, dando a ideia de muitas dificuldades encontradas durante o jogo disputado com o Mealhada, mas que só aconteceram porque os auri-negros foram, mais uma vez, imensamente perdulários, estando desastrados na hora da finalização, com Marc e Danny a falharem golos absolutamente inacreditáveis.
Aguinaldo Melo apresentou: Cirineu (gr); Nito, Rui Santos, Lobo e Iuri (cap); Tito, Lucas (Ricardo Castro, 55') e Cassamá; Marc (Pedro, 55'), Daniel e Tiago Azevedo (Leandro, 75').
Suplentes não utilizados: Diogo Lopes (gr), Pité, Balacó e Wilson Rubio.
Ainda as equipas nada tinham feito que justificasse, para qualquer dos lados, o funcionamento do marcador, quando, aos 6', no primeiro remate efectuado, o Mealhada chegou ao 0-1. O lance do golo bairradino resulta de uma abertura larga, na esquerda, onde surgiu solto de marcação Rui Simões, a dominar bem a bola e a rematar de pronto, cruzado, com a bola ainda a bater no poste mais distante e a anichar-se nas redes defendidas por Cirineu. A desvantagem teve o condão de espevitar as hostes auri-negras que, passado pouco tempo, aos 10', poderiam ter chegado ao empate, através de Lobo, que cabeceou, ao segundo poste, uma bola vinda de canto de Marc, na esquerda, com um defesa contrário a safar sobre a linha de golo. Aos 16', uma excelente iniciativa de Cassamá cria algum desequilíbrio nas linhas recuadas do Mealhada, com a abertura na direita, em Tiago Azevedo, a permitir uma assistência, ao segundo poste, para finalização fácil de Marc que, sozinho, falha o "impossível" (a bola saiu ao lado...)!
O Beira-Mar, nesta fase da partida, tinha claro ascendente e o golo voltou a rondar as balizas visitantes, aos 22', na sequência de um pontapé de canto marcado na direita por Tito, com Rui Santos a entrar fulgurantemente de cabeça, mas a enviar a bola por cima da barra. Após tanto porfiar, a equipa aveirense haveria de chegar ao mais que merecido 1-1, aos 35', numa jogada de insistência de Nito, na direita, com o cruzamento atrasado a permitir um remate de Tiago Azevedo, sem preparação e sem que a bola caísse no chão, que só parou no fundo das redes, consumando o empate e fazendo um bonito golo.
Adormecidos pelo empate, os auri-negros permitiram ainda, antes do apito para o intervalo, que a equipa do Mealhada, pouco mais que inofensiva até aí, tivesse duas oportunidades para se adiantar de novo no marcador. Aos 43', na sequência de um pontapé de canto da esquerda, marcado ao segundo poste, Cirineu falha a intervenção e permite a um contrário o cabeceamento às malhas laterais, gorando-se excelente ocasião de fazer golo. Já em período de compensação e após uma reposição de bola em jogo pelo guarda-redes, Rui Simões, o autor do golo da equipa forasteira, fica em posição isolada mas opta pelo remate, ainda de longe, à figura de Cirineu.
O Mealhada, sem contudo criar grande perigo, foi a equipa que apareceu melhor logo após o recomeço, situação que ocorreu durante cerca de 10 minutos. As entradas de Pedro e, sobretudo, de Castro, vieram alterar profundamente a organização de jogo do Beira-Mar, que melhorou bastante a qualidade do futebol praticado. Logo aos 12', uma diagonal da esquerda de Pedro, permite ao avançado auri-negro um remate forte para defesa a dois tempos do guardião contrário. Aos 16', foi a vez de Ricardo Castro tentar a sua sorte, num remate em arco da esquerda, muito perigoso e que fez a bola sair um tudo nada por cima. O tempo passava e a igualdade mantinha-se teimosamente no marcador. Só já dentro do último quarto de hora de jogo o perigo criado pelos visitados andou perto do golo. Aos 35', uma transição rápida conduzida por Castro cria superioridade numérica que não é aproveitada, nem por Daniel, nem por Nito. Insistia o Beira-Mar, consciente da importância de ganhar a um adversário directo, e Cassamá entra em acção. Aos 37', com um cruzamento do lado direito, oferece de bandeja o golo a Daniel que, sozinho ao segundo poste, imita Marc na primeira parte, e falha incrivelmente o golo, enviando para fora. Aos 39', é ele mesmo que se isola e que deixa desarmar no momento em que ia rematar para a baliza. Aos 40', nova oportunidade para desfazer a igualdade, com Pedro a atrasar em Tito, que remata para uma defesa do guarda-redes do Mealhada para a frente, aparecendo Daniel a fazer a recarga para fora. Com tanto desperdício já se pensava que o resultado no marcador se iria manter, tanto mais que, aos 43', um cruzamento de Nito, na direita, apanha Cassamá sozinho, ao segundo poste, mas o jogador auri-negro cabeceia por cima. Foi já em cima do nonagésimo minuto que a equipa da casa chegou ao ansiado tento da vitória, numa transição rápida que permitiu a Nito servir Daniel, dentro da área, que teve tempo para tudo e para rematar para o 2-1. Em período de compensação, o Beira-Mar poderia ter confirmado a vitória, em dois lances desperdiçados por Pedro, o primeiro servido por Cassamá, que cruzou da direita, e o segundo em que é isolado por Daniel.
Vitória sofrida dos aveirenses, num jogo em que a sua vantagem acabou por ser escassa face a tantas oportunidades de golo desperdiçadas.
(1-1, ao intervalo)
Foi em cima do minuto 90 que um golo de Daniel deu a vitória à equipa de juniores do SC Beira-Mar, que disputa o campeonato distrital da 1ª divisão, dando a ideia de muitas dificuldades encontradas durante o jogo disputado com o Mealhada, mas que só aconteceram porque os auri-negros foram, mais uma vez, imensamente perdulários, estando desastrados na hora da finalização, com Marc e Danny a falharem golos absolutamente inacreditáveis.
Aguinaldo Melo apresentou: Cirineu (gr); Nito, Rui Santos, Lobo e Iuri (cap); Tito, Lucas (Ricardo Castro, 55') e Cassamá; Marc (Pedro, 55'), Daniel e Tiago Azevedo (Leandro, 75').
Suplentes não utilizados: Diogo Lopes (gr), Pité, Balacó e Wilson Rubio.
Ainda as equipas nada tinham feito que justificasse, para qualquer dos lados, o funcionamento do marcador, quando, aos 6', no primeiro remate efectuado, o Mealhada chegou ao 0-1. O lance do golo bairradino resulta de uma abertura larga, na esquerda, onde surgiu solto de marcação Rui Simões, a dominar bem a bola e a rematar de pronto, cruzado, com a bola ainda a bater no poste mais distante e a anichar-se nas redes defendidas por Cirineu. A desvantagem teve o condão de espevitar as hostes auri-negras que, passado pouco tempo, aos 10', poderiam ter chegado ao empate, através de Lobo, que cabeceou, ao segundo poste, uma bola vinda de canto de Marc, na esquerda, com um defesa contrário a safar sobre a linha de golo. Aos 16', uma excelente iniciativa de Cassamá cria algum desequilíbrio nas linhas recuadas do Mealhada, com a abertura na direita, em Tiago Azevedo, a permitir uma assistência, ao segundo poste, para finalização fácil de Marc que, sozinho, falha o "impossível" (a bola saiu ao lado...)!
O Beira-Mar, nesta fase da partida, tinha claro ascendente e o golo voltou a rondar as balizas visitantes, aos 22', na sequência de um pontapé de canto marcado na direita por Tito, com Rui Santos a entrar fulgurantemente de cabeça, mas a enviar a bola por cima da barra. Após tanto porfiar, a equipa aveirense haveria de chegar ao mais que merecido 1-1, aos 35', numa jogada de insistência de Nito, na direita, com o cruzamento atrasado a permitir um remate de Tiago Azevedo, sem preparação e sem que a bola caísse no chão, que só parou no fundo das redes, consumando o empate e fazendo um bonito golo.
Adormecidos pelo empate, os auri-negros permitiram ainda, antes do apito para o intervalo, que a equipa do Mealhada, pouco mais que inofensiva até aí, tivesse duas oportunidades para se adiantar de novo no marcador. Aos 43', na sequência de um pontapé de canto da esquerda, marcado ao segundo poste, Cirineu falha a intervenção e permite a um contrário o cabeceamento às malhas laterais, gorando-se excelente ocasião de fazer golo. Já em período de compensação e após uma reposição de bola em jogo pelo guarda-redes, Rui Simões, o autor do golo da equipa forasteira, fica em posição isolada mas opta pelo remate, ainda de longe, à figura de Cirineu.
O Mealhada, sem contudo criar grande perigo, foi a equipa que apareceu melhor logo após o recomeço, situação que ocorreu durante cerca de 10 minutos. As entradas de Pedro e, sobretudo, de Castro, vieram alterar profundamente a organização de jogo do Beira-Mar, que melhorou bastante a qualidade do futebol praticado. Logo aos 12', uma diagonal da esquerda de Pedro, permite ao avançado auri-negro um remate forte para defesa a dois tempos do guardião contrário. Aos 16', foi a vez de Ricardo Castro tentar a sua sorte, num remate em arco da esquerda, muito perigoso e que fez a bola sair um tudo nada por cima. O tempo passava e a igualdade mantinha-se teimosamente no marcador. Só já dentro do último quarto de hora de jogo o perigo criado pelos visitados andou perto do golo. Aos 35', uma transição rápida conduzida por Castro cria superioridade numérica que não é aproveitada, nem por Daniel, nem por Nito. Insistia o Beira-Mar, consciente da importância de ganhar a um adversário directo, e Cassamá entra em acção. Aos 37', com um cruzamento do lado direito, oferece de bandeja o golo a Daniel que, sozinho ao segundo poste, imita Marc na primeira parte, e falha incrivelmente o golo, enviando para fora. Aos 39', é ele mesmo que se isola e que deixa desarmar no momento em que ia rematar para a baliza. Aos 40', nova oportunidade para desfazer a igualdade, com Pedro a atrasar em Tito, que remata para uma defesa do guarda-redes do Mealhada para a frente, aparecendo Daniel a fazer a recarga para fora. Com tanto desperdício já se pensava que o resultado no marcador se iria manter, tanto mais que, aos 43', um cruzamento de Nito, na direita, apanha Cassamá sozinho, ao segundo poste, mas o jogador auri-negro cabeceia por cima. Foi já em cima do nonagésimo minuto que a equipa da casa chegou ao ansiado tento da vitória, numa transição rápida que permitiu a Nito servir Daniel, dentro da área, que teve tempo para tudo e para rematar para o 2-1. Em período de compensação, o Beira-Mar poderia ter confirmado a vitória, em dois lances desperdiçados por Pedro, o primeiro servido por Cassamá, que cruzou da direita, e o segundo em que é isolado por Daniel.
Vitória sofrida dos aveirenses, num jogo em que a sua vantagem acabou por ser escassa face a tantas oportunidades de golo desperdiçadas.
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