SC Beira-Mar "A", 1 - AD Taboeira, 2
(1-1, ao intervalo)
Num jogo não muito bem jogado, foi mais feliz a equipa do Taboeira, que aproveitou melhor as oportunidades de golo de que dispôs.
O jogo começou com muita intranquilidade por parte da nossa equipa, que nunca conseguiu jogar aquilo de que é capaz, umas vezes por mérito do adversário, que não deixou jogar, outras por demérito da nossa parte.
Estamos no início do campeonato e há muitas etapas a vencer, com a união de todos vamos conseguir muitos êxitos futuros.
Estiveram neste jogo: Álvaro, Rui, Rafa, Gustavo, Alain, Afonso, Samuel, Morais(cap) e Tiago.
Marcou o Afonso.
domingo, 17 de outubro de 2010
JUVENIS: Padroense foi adversário muito forte
Padroense FC, 3 - SC Beira-Mar, 0
(2-0, ao intervalo)
Uma parte da equipa de juvenis do SC Beira-Mar reencontrou, hoje de manhã, no jogo que disputou no sintético do Campo de Treinos do Padroense FC, um adversário bem conhecido da época passada, quando a maioria dos seus jogadores representava o FC Porto no escalão de iniciados e nos bateu folgadamente (5-0) por duas vezes. Não eram, pois, muito boas as recordações destes atletas adversários, que na presente época rodam no Padroense, para voltar, na sua maioria, ao clube do Dragão na próxima temporada. A equipa do Padrão da Légua mostrou-se sempre superior, dotada de jogadores de uma riqueza técnica muito acima da média e com processos de jogo bem definidos e por todos muito bem assimilados e postos em prática. O Beira-Mar, pese embora toda a vontade e abnegação postas em campo, nunca mostrou argumentos capazes de contrariar o domínio do nosso adversário, tendo-se Samuel cotado mesmo como o melhor elemento em campo da formação auri-negra, sofrendo dois dos três tentos encaixados pelos auri-negros na marcação de grandes penalidades.
A entrada do Padroense no jogo foi muito forte, com Vítor, o "capitão da casa" a assumir desde cedo as despesas da organização da sua equipa e a proporcionar, logo no primeiro minuto, uma abertura na direita, isolando o extremo do Padroense, que rematou sozinho para a primeira grande intervenção de Samuel. Pouco depois, aos 4', numa nova jogada pelo mesmo flanco, é o ponta-de-lança da casa, André Silva (nº 9), a rematar em boa posição para defesa apertada do guardião aveirense. Os auri-negros estavam confundidos, não acertavam nas marcações e, aos 6', aconteceu o inevitável e o Padroense, através de um remate forte e colocado, desferido de fora da área pelo buliçoso nº 11, inaugura o marcador.
Apesar de estar em desvantagem, a equipa do Beira-Mar não alterou o seu sistema de jogo, até porque o poderio evidenciado pela equipa do Padroense fazia com que o jogo se desenrolasse, quase sempre, mais perto da baliza de Samuel. E, naturalmente, à passagem do primeiro quarto-de-hora, aconteceu o 2-0, na transformação de um grande penalidade, por Vítor, a castigar, no entender do árbitro, derrube de Miguel ao avançado André Silva, que dava sempre imenso trabalho à defensiva auri-negra, como foi exemplo o lance ocorrido, aos 22', quando o nº 9 da casa é solicitado através de um lançamento longo, para a direita, surgindo nas costas dos adversários a rematar cruzado, com muito perigo, fazendo passar a bola rente ao poste contrário, gorando-se, assim, a hipótese do terceiro golo.
O Beira-Mar só aos 25' conseguiu gizar uma jogada que colocou a bola na área do Padroense, mas o cruzamento da direita foi prontamente anulado pelo guardião da casa, socando uma bola que Ricardo Tavares se apressava por cabecear para a baliza. Este lance foi praticamente a excepção a uma regra que levava o perigo quase sempre para junto das redes aveirenses. E, até ao intervalo, o Padroense teve mais três soberanas ocasiões para dilatar o marcador, mas o avançado André Silva falha incrivelmente o golo, aos 31', com Samuel fora da baliza, tendo a sorte voltado a bafejar os beira-marenses, aos 35', quando só por milagre a bola não volta a entrar, valendo um último corte de Miguel para canto. Em cima do apito para o descanso foi Ivo (um autêntico quebra-cabeças este nº 7 do Padroense) a surgir solto na esquerda, valendo a segurança de Samuel para suster o seu remate isolado. Pouco antes desta jogada, o Beira-Mar tinha feito o seu único remate (!) durante os primeiros 40', por Danny, mas o guarda-redes contrário defendeu sem problemas.
O Beira-Mar esteve melhor na segunda parte, ainda que o domínio tivesse continuado a pertencer à equipa do Padroense, que poderia ter ampliado a vantagem, logo aos 43', na sequência da marcação de um livre na esquerda, com a bola metida na área, a ser perigosamente "penteada" pelo seu central de maior estatura (nº 4), que a fez passar ligeiramente ao lado do poste contrário. E se dúvidas houvesse quanto ao desfecho (e elas nunca existiram, valha a verdade), tudo ficou completamente esclarecido, aos 49', no lance do 3-0, uma jogada típica de penalty, expulsão e golo. Vítor, encarregado da marcação do castigo máximo, voltou a não perdoar.
Uma nota para esta expulsão de Ricardo Tavares, facto que deixou o Beira-Mar a jogar quase toda a segunda parte com 10 elementos. O Sr Luciano Maia, árbitro da AF Braga, interpretou como intencional um corte com a mão do ponta-de-lança aveirense, que, em missão defensiva (extraordinário, campeão!), substituiu o batido Samuel e evitou, com um "carrinho", que a bola entrasse na baliza. Chamamos este lance à discussão porque lemos, recentemente, que o International Board, organismo da FIFA que regulamenta as leis do futebol, está a pensar seriamente na despenalização deste tipo de lances, por ser de um exagero atroz o castigo aplicado ao jogador e à sua equipa: penalty, que normalmente dá golo e expulsão do jogador, que fica privado de actuar no jogo em causa e em mais alguns seguintes. É, efectivamente, exagerada esta regra, acrescendo muitas vezes, que a análise é injusta, porque é julgada uma intenção que o jogador não tem (o Ricardo, no meio da sua tristeza incontida, afirma que a bola lhe foi realmente à mão, mas que ele nada pôde fazer para o evitar, sendo a sua intenção fazer o corte com o pé). É bom que alterem esta regra.
Com um elemento a menos e uma desvantagem grande no marcador, a equipa do Beira-Mar partiu para o seu melhor período, aquele em que conseguiu alguma posse de bola, ligar algumas jogadas, ainda que, tudo isto, sem incomodar muito as redes contrárias. O lance de maior perigo ocorreu, aos 50', numa jogada pela direita entre os dois Tiagos, com o Gomes a abrir na direita no Azevedo, que rematou cruzado para uma defesa apertada do guardião do Padroense. A equipa da casa só respondeu com perigo, aos 58', novamente num lance de bola parada, com o esquerdino nº 11, encarregado da marcação de um livre descaído sobre a direita, a rematar ao poste da baliza de Samuel. Pité, na jogada seguinte, ainda volta a tentar a sorte, mas o seu remate de longe sai sem perigo.
Com o tempo a decorrer, a falta de um elemento em campo começou a acentuar uma quebra física na maioria dos atletas auri-negros, que nunca viraram a cara à luta apesar da desvantagem. E com os níveis físicos em baixo da equipa de Aveiro, os jogadores do Padroense começaram a entrar com maior facilidade no último reduto do Beira-Mar e dispuseram de algumas boas oportunidades para fazer engordar o marcador. Valeu Samuel, que, em todas elas, levou a melhor sobre os seus adversários. Contabilizámos intervenções de vulto do guardião aveirense aos 69' (remate à entrada da área do nº 11, após uma boa incursão pelo meio), 72' (roubo de bola a André Silva, que, isolado, o procurava ladear), 77' (tirou o "pão da boca" ao nº 18, que lhe surgiu isolado), 78' (foi o único jogador aveirense que não foi batido por uma jogada magistral do nº 10) e 79' (intercepção de um passe para o meio, feito da direita, que encontraria um jogador da casa solto para facturar facilmente).
Vitória justa e incontestável de uma equipa com melhores argumentos do que os aveirenses e que rubricou hoje uma exibição que não deu hipóteses algumas aos comandados de Aguinaldo Melo.
Não foi (de modo algum) pelo árbitro da partida que fomos derrotados, mas não gostámos muito do seu trabalho, já que, enquanto o jogo não ficou claramente decidido (leia-se, 3-0 para o Padroense), em caso de dúvida decidiu sempre a favor da casa, utilizando, mais tarde, a chamada lei das compensações, que não fica muito bem a um juiz.
O SC Beira-Mar apresentou-se, para este jogo, com:
Samuel (gr); Nito, Miguel, André Silva (cap) e João Meireles (Tiago Azevedo, int); Rafa, Diogo Carvalho e Pité (Pedro Aparício, 63'); João Valente (Tiago Gomes, int), Ricardo Tavares e Danny.
Suplentes não utilizados: Hugo (gr), Henrique, Bruno Filipe e Guilherme.
(2-0, ao intervalo)
Uma parte da equipa de juvenis do SC Beira-Mar reencontrou, hoje de manhã, no jogo que disputou no sintético do Campo de Treinos do Padroense FC, um adversário bem conhecido da época passada, quando a maioria dos seus jogadores representava o FC Porto no escalão de iniciados e nos bateu folgadamente (5-0) por duas vezes. Não eram, pois, muito boas as recordações destes atletas adversários, que na presente época rodam no Padroense, para voltar, na sua maioria, ao clube do Dragão na próxima temporada. A equipa do Padrão da Légua mostrou-se sempre superior, dotada de jogadores de uma riqueza técnica muito acima da média e com processos de jogo bem definidos e por todos muito bem assimilados e postos em prática. O Beira-Mar, pese embora toda a vontade e abnegação postas em campo, nunca mostrou argumentos capazes de contrariar o domínio do nosso adversário, tendo-se Samuel cotado mesmo como o melhor elemento em campo da formação auri-negra, sofrendo dois dos três tentos encaixados pelos auri-negros na marcação de grandes penalidades.
A entrada do Padroense no jogo foi muito forte, com Vítor, o "capitão da casa" a assumir desde cedo as despesas da organização da sua equipa e a proporcionar, logo no primeiro minuto, uma abertura na direita, isolando o extremo do Padroense, que rematou sozinho para a primeira grande intervenção de Samuel. Pouco depois, aos 4', numa nova jogada pelo mesmo flanco, é o ponta-de-lança da casa, André Silva (nº 9), a rematar em boa posição para defesa apertada do guardião aveirense. Os auri-negros estavam confundidos, não acertavam nas marcações e, aos 6', aconteceu o inevitável e o Padroense, através de um remate forte e colocado, desferido de fora da área pelo buliçoso nº 11, inaugura o marcador.
Apesar de estar em desvantagem, a equipa do Beira-Mar não alterou o seu sistema de jogo, até porque o poderio evidenciado pela equipa do Padroense fazia com que o jogo se desenrolasse, quase sempre, mais perto da baliza de Samuel. E, naturalmente, à passagem do primeiro quarto-de-hora, aconteceu o 2-0, na transformação de um grande penalidade, por Vítor, a castigar, no entender do árbitro, derrube de Miguel ao avançado André Silva, que dava sempre imenso trabalho à defensiva auri-negra, como foi exemplo o lance ocorrido, aos 22', quando o nº 9 da casa é solicitado através de um lançamento longo, para a direita, surgindo nas costas dos adversários a rematar cruzado, com muito perigo, fazendo passar a bola rente ao poste contrário, gorando-se, assim, a hipótese do terceiro golo.
O Beira-Mar só aos 25' conseguiu gizar uma jogada que colocou a bola na área do Padroense, mas o cruzamento da direita foi prontamente anulado pelo guardião da casa, socando uma bola que Ricardo Tavares se apressava por cabecear para a baliza. Este lance foi praticamente a excepção a uma regra que levava o perigo quase sempre para junto das redes aveirenses. E, até ao intervalo, o Padroense teve mais três soberanas ocasiões para dilatar o marcador, mas o avançado André Silva falha incrivelmente o golo, aos 31', com Samuel fora da baliza, tendo a sorte voltado a bafejar os beira-marenses, aos 35', quando só por milagre a bola não volta a entrar, valendo um último corte de Miguel para canto. Em cima do apito para o descanso foi Ivo (um autêntico quebra-cabeças este nº 7 do Padroense) a surgir solto na esquerda, valendo a segurança de Samuel para suster o seu remate isolado. Pouco antes desta jogada, o Beira-Mar tinha feito o seu único remate (!) durante os primeiros 40', por Danny, mas o guarda-redes contrário defendeu sem problemas.
O Beira-Mar esteve melhor na segunda parte, ainda que o domínio tivesse continuado a pertencer à equipa do Padroense, que poderia ter ampliado a vantagem, logo aos 43', na sequência da marcação de um livre na esquerda, com a bola metida na área, a ser perigosamente "penteada" pelo seu central de maior estatura (nº 4), que a fez passar ligeiramente ao lado do poste contrário. E se dúvidas houvesse quanto ao desfecho (e elas nunca existiram, valha a verdade), tudo ficou completamente esclarecido, aos 49', no lance do 3-0, uma jogada típica de penalty, expulsão e golo. Vítor, encarregado da marcação do castigo máximo, voltou a não perdoar.
Uma nota para esta expulsão de Ricardo Tavares, facto que deixou o Beira-Mar a jogar quase toda a segunda parte com 10 elementos. O Sr Luciano Maia, árbitro da AF Braga, interpretou como intencional um corte com a mão do ponta-de-lança aveirense, que, em missão defensiva (extraordinário, campeão!), substituiu o batido Samuel e evitou, com um "carrinho", que a bola entrasse na baliza. Chamamos este lance à discussão porque lemos, recentemente, que o International Board, organismo da FIFA que regulamenta as leis do futebol, está a pensar seriamente na despenalização deste tipo de lances, por ser de um exagero atroz o castigo aplicado ao jogador e à sua equipa: penalty, que normalmente dá golo e expulsão do jogador, que fica privado de actuar no jogo em causa e em mais alguns seguintes. É, efectivamente, exagerada esta regra, acrescendo muitas vezes, que a análise é injusta, porque é julgada uma intenção que o jogador não tem (o Ricardo, no meio da sua tristeza incontida, afirma que a bola lhe foi realmente à mão, mas que ele nada pôde fazer para o evitar, sendo a sua intenção fazer o corte com o pé). É bom que alterem esta regra.
Com um elemento a menos e uma desvantagem grande no marcador, a equipa do Beira-Mar partiu para o seu melhor período, aquele em que conseguiu alguma posse de bola, ligar algumas jogadas, ainda que, tudo isto, sem incomodar muito as redes contrárias. O lance de maior perigo ocorreu, aos 50', numa jogada pela direita entre os dois Tiagos, com o Gomes a abrir na direita no Azevedo, que rematou cruzado para uma defesa apertada do guardião do Padroense. A equipa da casa só respondeu com perigo, aos 58', novamente num lance de bola parada, com o esquerdino nº 11, encarregado da marcação de um livre descaído sobre a direita, a rematar ao poste da baliza de Samuel. Pité, na jogada seguinte, ainda volta a tentar a sorte, mas o seu remate de longe sai sem perigo.
Com o tempo a decorrer, a falta de um elemento em campo começou a acentuar uma quebra física na maioria dos atletas auri-negros, que nunca viraram a cara à luta apesar da desvantagem. E com os níveis físicos em baixo da equipa de Aveiro, os jogadores do Padroense começaram a entrar com maior facilidade no último reduto do Beira-Mar e dispuseram de algumas boas oportunidades para fazer engordar o marcador. Valeu Samuel, que, em todas elas, levou a melhor sobre os seus adversários. Contabilizámos intervenções de vulto do guardião aveirense aos 69' (remate à entrada da área do nº 11, após uma boa incursão pelo meio), 72' (roubo de bola a André Silva, que, isolado, o procurava ladear), 77' (tirou o "pão da boca" ao nº 18, que lhe surgiu isolado), 78' (foi o único jogador aveirense que não foi batido por uma jogada magistral do nº 10) e 79' (intercepção de um passe para o meio, feito da direita, que encontraria um jogador da casa solto para facturar facilmente).
Vitória justa e incontestável de uma equipa com melhores argumentos do que os aveirenses e que rubricou hoje uma exibição que não deu hipóteses algumas aos comandados de Aguinaldo Melo.
Não foi (de modo algum) pelo árbitro da partida que fomos derrotados, mas não gostámos muito do seu trabalho, já que, enquanto o jogo não ficou claramente decidido (leia-se, 3-0 para o Padroense), em caso de dúvida decidiu sempre a favor da casa, utilizando, mais tarde, a chamada lei das compensações, que não fica muito bem a um juiz.
O SC Beira-Mar apresentou-se, para este jogo, com:
Samuel (gr); Nito, Miguel, André Silva (cap) e João Meireles (Tiago Azevedo, int); Rafa, Diogo Carvalho e Pité (Pedro Aparício, 63'); João Valente (Tiago Gomes, int), Ricardo Tavares e Danny.
Suplentes não utilizados: Hugo (gr), Henrique, Bruno Filipe e Guilherme.
BENJAMINS B "B": Uma boa vitória sobre adversário difícil
SC Beira-Mar "B", 7 - Oliveira Bairro SC, 2
No segundo jogo do dia do escalão de Benjamins B, disputado no Campo do Seminário, em Aveiro, a equipa do SC Beira-Mar, integrada na série F do campeonato distrital, confirmou o bom início de época que está a fazer e somou a segunda vitória folgada na prova. Depois da goleada, na 1ª jornada, obtida na Mourisca do Vouga, a equipa auri-negra bateu por margem muito confortável (7-2) o Oliveira do Bairro, um dos seus principais rivais nesta série. Com efeito, os bairradinos, que na jornada inaugural tinham obtido uma vitória gorda, são, assumidamente, um dos candidatos ao primeiro lugar e à passagem à série dos primeiros, durante a 2ª fase da prova, facto que valoriza ainda mais esta brilhante vitória obtida pela equipa de Paulo Martins e Jorge Vinagre.
A equipa aveirense entrou muito bem no jogo e nunca deixou que a sua superioridade fosse posta em causa, traduzindo-a em golos ao longo de todo o jogo. Estes foram obtidos por: Berna (4), Samuel (2) e Pedro Reis, tendo o SC Beira-Mar apresentado a seguinte formação:
No segundo jogo do dia do escalão de Benjamins B, disputado no Campo do Seminário, em Aveiro, a equipa do SC Beira-Mar, integrada na série F do campeonato distrital, confirmou o bom início de época que está a fazer e somou a segunda vitória folgada na prova. Depois da goleada, na 1ª jornada, obtida na Mourisca do Vouga, a equipa auri-negra bateu por margem muito confortável (7-2) o Oliveira do Bairro, um dos seus principais rivais nesta série. Com efeito, os bairradinos, que na jornada inaugural tinham obtido uma vitória gorda, são, assumidamente, um dos candidatos ao primeiro lugar e à passagem à série dos primeiros, durante a 2ª fase da prova, facto que valoriza ainda mais esta brilhante vitória obtida pela equipa de Paulo Martins e Jorge Vinagre.
A equipa aveirense entrou muito bem no jogo e nunca deixou que a sua superioridade fosse posta em causa, traduzindo-a em golos ao longo de todo o jogo. Estes foram obtidos por: Berna (4), Samuel (2) e Pedro Reis, tendo o SC Beira-Mar apresentado a seguinte formação:
João Luís (gr), Tiago Almeida, Rui Tiago (cap), Berna, Renato, Pedro Reis, Samuel, Simão, Tiago Neves, Diogo, António e Bruno Santos.
BENJAMINS B "A": Goleada na estreia
AA Macinhatense, 0 - SC Beira-Mar "A", 14
(0-6, ao intervalo)
O resultado final deste jogo de Benjamins B traduz com rigor a superioridade revelada pela equipa do Beira-Mar ao longo de todo o encontro. Desde o apito inicial, os jovens jogadores aveirenses instalaram-se no meio-campo do Macinhatense e os golos foram surgindo com toda a naturalidade. O Beira-Mar mostrou sempre segurança no sector defensivo e foi rápido e acutilante no ataque, não dando hipóteses de reacção ao adversário. O jogo, que para muitos dos atletas constituiu a estreia oficial na corrente época, mostrou que a equipa está no bom caminho e preparada para realizar um campeonato ao nível dos pergaminhos do clube. Estão todos de parabéns!
No Campo 1º de Maio, em Macinhata do Vouga, a equipa aveirense apresentou-se com:
Lourenço, Bruno Duarte, Pipe, Alexandre, Luís Nunes, Filipe, João Baptista, Tiago Pinheiro, Gonças, Kiko e Pedro António.
Os marcadores dos golos do Beira-Mar, que ao intervalo já batia o seu adversário por 6 golos sem resposta, foram: João Baptista (6), Filipe (3), Alexandre, Pipe, Luís Nunes, Kiko e Tiago Pinheiro.
(0-6, ao intervalo)
O resultado final deste jogo de Benjamins B traduz com rigor a superioridade revelada pela equipa do Beira-Mar ao longo de todo o encontro. Desde o apito inicial, os jovens jogadores aveirenses instalaram-se no meio-campo do Macinhatense e os golos foram surgindo com toda a naturalidade. O Beira-Mar mostrou sempre segurança no sector defensivo e foi rápido e acutilante no ataque, não dando hipóteses de reacção ao adversário. O jogo, que para muitos dos atletas constituiu a estreia oficial na corrente época, mostrou que a equipa está no bom caminho e preparada para realizar um campeonato ao nível dos pergaminhos do clube. Estão todos de parabéns!
No Campo 1º de Maio, em Macinhata do Vouga, a equipa aveirense apresentou-se com:
Lourenço, Bruno Duarte, Pipe, Alexandre, Luís Nunes, Filipe, João Baptista, Tiago Pinheiro, Gonças, Kiko e Pedro António.
Os marcadores dos golos do Beira-Mar, que ao intervalo já batia o seu adversário por 6 golos sem resposta, foram: João Baptista (6), Filipe (3), Alexandre, Pipe, Luís Nunes, Kiko e Tiago Pinheiro.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Agenda fim-de-semana: Futebol de 7 com um duplo Beira-Mar-Taboeira
Agenda carregada a do próximo fim-de-semana, com a realização de 13 jogos dos diferentes escalões, número que esta época ainda não tinha acontecido. De um tão vasto leque de opções, destaque para um duplo confronto entre equipas do SC Beira-Mar e da AD Taboeira, que se encontrarão na manhã de sábado, no Campo do Seminário, nos escalões de Infantis B e de Benjamins A. No futebol de 11, merece referência a deslocação dos juvenis auri-negros ao terreno do Padroense, actual 3º classificado da série B do campeonato nacional.
Veja em detalhe o conjunto de jogos previstos para os próximos sábado e domingo:
Análise prévia da jornada
JUNIORES A: Depois de uma vitória moralizadora obtida na última jornada sobre a Oliveirense, é importante que a equipa de António Luís continue a somar pontos no próximo jogo para que, deste modo, possa subir na tabela classificativa. O adversário é teoricamente acessível, ou não contasse o Gouveia por derrotas todos os 5 jogos já disputados, mas esta viagem à Serra não pode ser encarada como passeio turístico, que em futebol, cada vez menos, não há lugar para facilidades.
JUNIORES B: Já para o campeonato distrital, a saída dos auri-negros até Albergaria reveste-se de enorme grau de dificuldade. Com um arranque tremido na prova, que lhes vale, actualmente, o penúltimo lugar, os aveirenses têm pela frente o comandante da Zona Sul, que apenas cedeu um empate nos 5 jogos até agora realizados. Ainda que o Alba possa manter a invencibilidade em mais esta jornada, os auri-negros não deverão desistir de lutar por um resultado positivo, já que em futebol não há impossíveis.
JUVENIS: Continua a série de jogos difíceis que o sorteio reservou à equipa de Aguinaldo Melo para este final de primeira volta do campeonato nacional. Desta feita, os auri-negros deslocam-se ao terreno do Padroense, que é uma espécie de FC Porto "B" deste escalão. Actualmente no 3º lugar da série B, com apenas 3 pontos de atraso para o líder FC Porto, o nosso próximo adversário parte claramente como favorito para este encontro, mas as prestações dos aveirenses nos últimos 3 jogos (apesar dos resultados), mormente naquele que disputou com os azuis-e-brancos no passado domingo, fazem acreditar que é possível lutar por qualquer resultado.
INICIADOS A: Agora com um conforto de 4 pontos sobre o 3º classificado da série C do campeonato nacional, o SC Beira-Mar parte para mais um jogo na condição de visitado, em que é claramente favorito e em que o objectivo é somar mais 3 pontos que ponham pressão no actual líder Oliveirense, que ainda não cedeu nenhum ponto na prova. À espreita de uma escorregadela dos oliveirenses, compete à equipa de Alberto Raínho não facilitar diante do teoricamente inferior Tourizense e sair do Mário Duarte com a sétima vitória na prova.
INICIADOS B: Depois de um começo bastante promissor no campeonato distrital, a equipa de Edmundo Ferreira sai de uma série consecutiva de 3 jogos sem pontuar e espera-a, na próxima jornada, mais um "osso" duro de roer. Com efeito, a visita do líder Gafanha (5 jogos, 5 vitórias) não era aquilo que os auri-negros mais precisavam para o começo da reabilitação, mas sabe-se que é nas dificuldades que, muitas vezes, se vai buscar a motivação e a sorte que tem desacompanhado os aveirenses nalguns momentos pode, desta vez, ajudar um pouco a acabar com esta tendência negativa.
INFANTIS A: Parece não haver dúvidas sobre o favoritismo com que as duas equipas sub-13 do SC Beira-Mar partem para os jogos da próxima jornada. Com duas vitórias nas duas jornadas anteriores, que lhes confere, desde já, o comando das respectivas séries, ambas as formações comandadas por Ricardo Pinheiro defrontam adversários que, inversamente, ainda não obtiveram qualquer ponto até agora. Por isso, quer o Mourisquense na visita ao "Seminário", quer o Vaguense no seu terreno, não deverão constituir obstáculo demasiado sério para que qualquer das equipas auri-negras deixe de somar a terceira vitória consecutiva.
INFANTIS B: Jogo grande em perspectiva, na manhã do próximo sábado, no Campo do Seminário, onde se defrontam os vizinhos Beira-Mar e Taboeira, dois dos sérios candidatos ao primeiro lugar da série E do campeonato distrital sub-12. O nosso adversário já perdeu na primeira jornada, mas em Avanca, outro dos candidatos ao apuramento para a série dos primeiros, enquanto que a equipa dos manos Teles comanda o seu grupo com 2 robustas vitórias alcançadas nas duas primeiras jornadas. Um triunfo nesta jornada pode valer mais que 3 pontos, uma vez que os confrontos entre adversários directos decidem, muitas vezes, a classificação final.
BENJAMINS A: Também no escalão sub-11, num dos dois jogos aprazados para as equipas de João Paulo, a jornada nos reserva outro confronto entre os dois emblemas da cidade de Aveiro. Na série G, Beira-Mar e Taboeira, vencedores na jornada inaugural, procurarão, logo à 2ª jornada, marcar posições relativamente a uma candidatura ao primeiro lugar e tentarão, desde já, deixar o seu adversário para trás.
Na série H, os auri-negros deslocam-se à Mourisca, naquele que será o primeiro jogo dos auri-negros, que folgaram na primeira jornada, onde o Mourisquense saiu vencedor (1-4) da sua deslocação ao terreno do Barroca.
BENJAMINS B: Enquanto que na série E os comandados de Paulo Martins fazem o seu primeiro jogo na prova (folgaram na jornada inaugural), deslocando-se a Macinhata para defrontar um adversário que foi copiosamente batido (12-0, na Gafanha) na jornada anterior, o SC Beira-Mar, na série F, procurará somar a sua segunda vitória, no Campo do Seminário, com um adversário muito difícil como é o Oliveira do Bairro. Neste grupo, ambas as equipas venceram na jornada de abertura, pelo que se perspectiva um jogo muito equilibrado e de desfecho imprevisível.
TRAQUINAS A: Embora o campeonato distrital tenha começado no fim-de-semana passado, só agora os nossos sub-9 entram em acção, com uma saída ao terreno da Oliveirense, batida na 1ª jornada por 4-0 na sua deslocação a Cucujães. Apesar das dificuldades esperadas, veremos se os pequenos atletas de Daniel Esteves e Luís Malta dão seguimento aos bons resultados da pré-época e regressam a Aveiro com a primeira vitória conquistada.
Veja em detalhe o conjunto de jogos previstos para os próximos sábado e domingo:
Análise prévia da jornada
JUNIORES A: Depois de uma vitória moralizadora obtida na última jornada sobre a Oliveirense, é importante que a equipa de António Luís continue a somar pontos no próximo jogo para que, deste modo, possa subir na tabela classificativa. O adversário é teoricamente acessível, ou não contasse o Gouveia por derrotas todos os 5 jogos já disputados, mas esta viagem à Serra não pode ser encarada como passeio turístico, que em futebol, cada vez menos, não há lugar para facilidades.
JUNIORES B: Já para o campeonato distrital, a saída dos auri-negros até Albergaria reveste-se de enorme grau de dificuldade. Com um arranque tremido na prova, que lhes vale, actualmente, o penúltimo lugar, os aveirenses têm pela frente o comandante da Zona Sul, que apenas cedeu um empate nos 5 jogos até agora realizados. Ainda que o Alba possa manter a invencibilidade em mais esta jornada, os auri-negros não deverão desistir de lutar por um resultado positivo, já que em futebol não há impossíveis.
JUVENIS: Continua a série de jogos difíceis que o sorteio reservou à equipa de Aguinaldo Melo para este final de primeira volta do campeonato nacional. Desta feita, os auri-negros deslocam-se ao terreno do Padroense, que é uma espécie de FC Porto "B" deste escalão. Actualmente no 3º lugar da série B, com apenas 3 pontos de atraso para o líder FC Porto, o nosso próximo adversário parte claramente como favorito para este encontro, mas as prestações dos aveirenses nos últimos 3 jogos (apesar dos resultados), mormente naquele que disputou com os azuis-e-brancos no passado domingo, fazem acreditar que é possível lutar por qualquer resultado.
INICIADOS A: Agora com um conforto de 4 pontos sobre o 3º classificado da série C do campeonato nacional, o SC Beira-Mar parte para mais um jogo na condição de visitado, em que é claramente favorito e em que o objectivo é somar mais 3 pontos que ponham pressão no actual líder Oliveirense, que ainda não cedeu nenhum ponto na prova. À espreita de uma escorregadela dos oliveirenses, compete à equipa de Alberto Raínho não facilitar diante do teoricamente inferior Tourizense e sair do Mário Duarte com a sétima vitória na prova.
INICIADOS B: Depois de um começo bastante promissor no campeonato distrital, a equipa de Edmundo Ferreira sai de uma série consecutiva de 3 jogos sem pontuar e espera-a, na próxima jornada, mais um "osso" duro de roer. Com efeito, a visita do líder Gafanha (5 jogos, 5 vitórias) não era aquilo que os auri-negros mais precisavam para o começo da reabilitação, mas sabe-se que é nas dificuldades que, muitas vezes, se vai buscar a motivação e a sorte que tem desacompanhado os aveirenses nalguns momentos pode, desta vez, ajudar um pouco a acabar com esta tendência negativa.
INFANTIS A: Parece não haver dúvidas sobre o favoritismo com que as duas equipas sub-13 do SC Beira-Mar partem para os jogos da próxima jornada. Com duas vitórias nas duas jornadas anteriores, que lhes confere, desde já, o comando das respectivas séries, ambas as formações comandadas por Ricardo Pinheiro defrontam adversários que, inversamente, ainda não obtiveram qualquer ponto até agora. Por isso, quer o Mourisquense na visita ao "Seminário", quer o Vaguense no seu terreno, não deverão constituir obstáculo demasiado sério para que qualquer das equipas auri-negras deixe de somar a terceira vitória consecutiva.
INFANTIS B: Jogo grande em perspectiva, na manhã do próximo sábado, no Campo do Seminário, onde se defrontam os vizinhos Beira-Mar e Taboeira, dois dos sérios candidatos ao primeiro lugar da série E do campeonato distrital sub-12. O nosso adversário já perdeu na primeira jornada, mas em Avanca, outro dos candidatos ao apuramento para a série dos primeiros, enquanto que a equipa dos manos Teles comanda o seu grupo com 2 robustas vitórias alcançadas nas duas primeiras jornadas. Um triunfo nesta jornada pode valer mais que 3 pontos, uma vez que os confrontos entre adversários directos decidem, muitas vezes, a classificação final.
BENJAMINS A: Também no escalão sub-11, num dos dois jogos aprazados para as equipas de João Paulo, a jornada nos reserva outro confronto entre os dois emblemas da cidade de Aveiro. Na série G, Beira-Mar e Taboeira, vencedores na jornada inaugural, procurarão, logo à 2ª jornada, marcar posições relativamente a uma candidatura ao primeiro lugar e tentarão, desde já, deixar o seu adversário para trás.
Na série H, os auri-negros deslocam-se à Mourisca, naquele que será o primeiro jogo dos auri-negros, que folgaram na primeira jornada, onde o Mourisquense saiu vencedor (1-4) da sua deslocação ao terreno do Barroca.
BENJAMINS B: Enquanto que na série E os comandados de Paulo Martins fazem o seu primeiro jogo na prova (folgaram na jornada inaugural), deslocando-se a Macinhata para defrontar um adversário que foi copiosamente batido (12-0, na Gafanha) na jornada anterior, o SC Beira-Mar, na série F, procurará somar a sua segunda vitória, no Campo do Seminário, com um adversário muito difícil como é o Oliveira do Bairro. Neste grupo, ambas as equipas venceram na jornada de abertura, pelo que se perspectiva um jogo muito equilibrado e de desfecho imprevisível.
TRAQUINAS A: Embora o campeonato distrital tenha começado no fim-de-semana passado, só agora os nossos sub-9 entram em acção, com uma saída ao terreno da Oliveirense, batida na 1ª jornada por 4-0 na sua deslocação a Cucujães. Apesar das dificuldades esperadas, veremos se os pequenos atletas de Daniel Esteves e Luís Malta dão seguimento aos bons resultados da pré-época e regressam a Aveiro com a primeira vitória conquistada.
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Balanço da jornada: Juniores de regresso às vitórias
Num fim-de-semana em que apenas os juvenis (com o FC Porto) e os iniciados B (com a AD Taboeira) conheceram a derrota, destaca-se, do vasto lote de resultados positivos alcançados pelas equipas do SC Beira-Mar que estiveram em acção, a vitória dos juniores sobre a Oliveirense, porque foi obtida sobre um rival de valor e porque marcou também o regresso à senda vitoriosa da equipa de António Luís, após 3 jogos consecutivos sem ganhar no campeonato nacional da 2ª divisão. Entrada ainda com o pé direito das equipas de Benjamins (A e B) na jornada inaugural dos respectivos campeonatos distritais, onde as formações de infantis (A e B) continuaram a marcar uma posição de domínio, liderando todas as 3 equipas auri-negras as séries que integram, decorridas que estão 2 jornadas das provas que disputam.
Confira agora o quadro completo de resultados:
COMENTÁRIO
JUNIORES: Uma vitória na recepção à Oliveirense era extremamente importante para devolver à equipa do Beira-Mar a confiança em si própria, que os resultados das últimas 3 jornadas sem vencer poderiam ter abalado. O valor do conjunto tem estado presente nos jogos, mas sabe-se que, cada vez mais, uma equipa vive fundamentalmente de resultados, sendo as vitórias moralizadoras e os resultados negativos o caminho para a frustração e o desânimo. Espera-se que o triunfo por 3-1 obtido pela equipa de António Luís tenha continuidade nas próximas jornadas e que ao bom futebol que os seus jogadores sabem praticar tenha correspondência uma soma de pontos, que faça os aveirenses subir mais na classificação.
Para o campeonato distrital, os nossos sub-19 (com muitos sub-17 à mistura) foram menos felizes e cederam um empate caseiro frente ao GD Gafanha, num jogo em que tiveram tudo para vencer.
JUVENIS: A equipa de Aguinaldo Melo somou 3 derrotas nos últimos 3 jogos disputados, mas a mágoa maior que fica destas partidas (Feirense, Leixões e Porto) resulta do facto dos nossos atletas se terem batido galhardamente e realizado boas prestações, podendo, em qualquer deles, a vitória ter pendido para as nossas cores. Com a marcação de mais uma jornada dupla no campeonato nacional, aproveitando o feriado de 5 de Outubro, o Beira-Mar actuou como visitado em ambos os jogos, acabando derrotado pelo mesmo resultado (0-2), primeiro frente ao Leixões e, neste último domingo, recebendo o líder FC Porto. Se foi clara a injustiça no resultado frente aos matosinhenses, a derrota no jogo com os azuis-e-brancos, sendo normal, acabou também por frustrar as esperanças depositadas num melhor resultado pelos auri-negros, que se viram batidos apenas na ponta final de um encontro, que poderiam também ter vencido.
INICIADOS: Vitória esperada dos aveirenses na deslocação a Castro Daire, por um resultado (0-3) que não oferece qualquer dúvida sobre a supremacia dos vice-comandantes da série C do campeonato nacional, que aproveitaram a escorregadela do Taboeira em casa, frente ao Académico de Viseu, para ampliarem para 4 pontos a vantagem detida sobre o 3º classificado.
Pelo contrário, para o campeonato distrital, na deslocação do Beira-Mar ao terreno do Taboeira, foram os auri-negros a tropeçar, sendo batidos pelos seus vizinhos por tangenciais 3-2, numa partida em que não tiveram a sorte do jogo. A equipa de Edmundo Ferreira é agora 8ª classificada, estando fora dos lugares que dão acesso à série dos primeiros, numa altura em que falta, contudo, muito campeonato para disputar.
INFANTIS: As nossas 3 equipas de infantis continuaram, na 2ª jornada do campeonato distrital, a somar vitórias robustas, sendo já todas comandantes das respectivas séries.
As equipas de infantis A eram favoritas para os seus jogos e justificaram essa condição, quer na deslocação a Valongo do Vouga, quer na recepção ao Oiã, batendo os seus adversários por resultados que não deixam margem para dúvidas: vitória por 0-7 sobre o Valonguense e de 9-1 sobre o Oiã.
Por seu lado, os infantis B, na deslocação à Gafanha da Encarnação, não tiveram dificuldades para bater o N.E.G.E., passando o resultado obtido (0-26) a constituir o mais robusto alcançado nesta época pelas nossas equipas.
BENJAMINS: Das 4 equipas inscritas pelo Beira-Mar nos escalões de benjamins, apenas 2 iniciaram nesta jornada a sua participação no campeonato distrital, saindo ambas vitoriosas dos seus confrontos.
Em Benjamins A, a equipa "A" de João Paulo tinha uma saída ao sempre difícil terreno do Eixense, mas o resultado de 0-6, favorável aos auri-negros, é suficientemente esclarecedor sobre a superioridade aveirense neste jogo.
No escalão de Benjamins B, os meninos de Paulo Martins deslocaram-se à Mourisca e, a avaliar pelo resultado (1-12), também não devem ter tido muitas dificuldades para bater o anfitrião Mourisquense.
Confira agora o quadro completo de resultados:
COMENTÁRIO
JUNIORES: Uma vitória na recepção à Oliveirense era extremamente importante para devolver à equipa do Beira-Mar a confiança em si própria, que os resultados das últimas 3 jornadas sem vencer poderiam ter abalado. O valor do conjunto tem estado presente nos jogos, mas sabe-se que, cada vez mais, uma equipa vive fundamentalmente de resultados, sendo as vitórias moralizadoras e os resultados negativos o caminho para a frustração e o desânimo. Espera-se que o triunfo por 3-1 obtido pela equipa de António Luís tenha continuidade nas próximas jornadas e que ao bom futebol que os seus jogadores sabem praticar tenha correspondência uma soma de pontos, que faça os aveirenses subir mais na classificação.
Para o campeonato distrital, os nossos sub-19 (com muitos sub-17 à mistura) foram menos felizes e cederam um empate caseiro frente ao GD Gafanha, num jogo em que tiveram tudo para vencer.
JUVENIS: A equipa de Aguinaldo Melo somou 3 derrotas nos últimos 3 jogos disputados, mas a mágoa maior que fica destas partidas (Feirense, Leixões e Porto) resulta do facto dos nossos atletas se terem batido galhardamente e realizado boas prestações, podendo, em qualquer deles, a vitória ter pendido para as nossas cores. Com a marcação de mais uma jornada dupla no campeonato nacional, aproveitando o feriado de 5 de Outubro, o Beira-Mar actuou como visitado em ambos os jogos, acabando derrotado pelo mesmo resultado (0-2), primeiro frente ao Leixões e, neste último domingo, recebendo o líder FC Porto. Se foi clara a injustiça no resultado frente aos matosinhenses, a derrota no jogo com os azuis-e-brancos, sendo normal, acabou também por frustrar as esperanças depositadas num melhor resultado pelos auri-negros, que se viram batidos apenas na ponta final de um encontro, que poderiam também ter vencido.
INICIADOS: Vitória esperada dos aveirenses na deslocação a Castro Daire, por um resultado (0-3) que não oferece qualquer dúvida sobre a supremacia dos vice-comandantes da série C do campeonato nacional, que aproveitaram a escorregadela do Taboeira em casa, frente ao Académico de Viseu, para ampliarem para 4 pontos a vantagem detida sobre o 3º classificado.
Pelo contrário, para o campeonato distrital, na deslocação do Beira-Mar ao terreno do Taboeira, foram os auri-negros a tropeçar, sendo batidos pelos seus vizinhos por tangenciais 3-2, numa partida em que não tiveram a sorte do jogo. A equipa de Edmundo Ferreira é agora 8ª classificada, estando fora dos lugares que dão acesso à série dos primeiros, numa altura em que falta, contudo, muito campeonato para disputar.
INFANTIS: As nossas 3 equipas de infantis continuaram, na 2ª jornada do campeonato distrital, a somar vitórias robustas, sendo já todas comandantes das respectivas séries.
As equipas de infantis A eram favoritas para os seus jogos e justificaram essa condição, quer na deslocação a Valongo do Vouga, quer na recepção ao Oiã, batendo os seus adversários por resultados que não deixam margem para dúvidas: vitória por 0-7 sobre o Valonguense e de 9-1 sobre o Oiã.
Por seu lado, os infantis B, na deslocação à Gafanha da Encarnação, não tiveram dificuldades para bater o N.E.G.E., passando o resultado obtido (0-26) a constituir o mais robusto alcançado nesta época pelas nossas equipas.
BENJAMINS: Das 4 equipas inscritas pelo Beira-Mar nos escalões de benjamins, apenas 2 iniciaram nesta jornada a sua participação no campeonato distrital, saindo ambas vitoriosas dos seus confrontos.
Em Benjamins A, a equipa "A" de João Paulo tinha uma saída ao sempre difícil terreno do Eixense, mas o resultado de 0-6, favorável aos auri-negros, é suficientemente esclarecedor sobre a superioridade aveirense neste jogo.
No escalão de Benjamins B, os meninos de Paulo Martins deslocaram-se à Mourisca e, a avaliar pelo resultado (1-12), também não devem ter tido muitas dificuldades para bater o anfitrião Mourisquense.
JUVENIS: Dragão sofreu para vencer em Aveiro!
SC Beira-Mar, 0 - FC Porto, 2
(0-0, ao intervalo)
A equipa de juvenis do SC Beira-Mar esteve muito perto de travar a reconhecida superioridade do FC Porto e de conquistar um ponto precioso num jogo que, à partida, todos dariam como perdido. Durou 71' a resistência aveirense, que ruiu no momento em que Diogo, com um pontapé colocado, à entrada da área, desatou o nó que fixava o nulo no marcador. Frederic, aos 77', confirmaria uma vitória que foi muito suada, que esteve longe das facilidades que o resultado pode deixar transparecer e bastaria que tivesse havido um pouco daquilo a que se costuma chamar de "futebol" para que uma surpresa das grandes pudesse ter acontecido na manhã de ontem, no Estádio Mário Duarte. A verdade é que a primeira grande oportunidade de golo do encontro pertenceu aos auri-negros, equipa que respeitou o poderio do adversário, mas que nunca deixou, sempre que pôde, de jogar no campo todo e de incomodar as redes defendidas por Luís.
Aguinaldo Melo apresentou, para um jogo que teve excelente arbitragem do Sr Nuno Vaz, da AF Viseu, os seguintes elementos:
Samuel (gr); Rúben Marques, Manuel, Miguel e Iúri (Nito, 29'); André Silva (cap), Rafa (Diogo Carvalho, 71') e Pité; Marc (Henrique, 63'), Ricardo Tavares e Danny.
Suplentes não utilizados: Hugo (gr), João Meireles, Wilson e Tiago Gomes.
A estratégia que o técnico aveirense traçou para esta partida consistiu numa entrega deliberada da iniciativa do jogo à equipa do FC Porto, que teve sempre muito mais posse de bola, mas encontrou na boa organização defensiva da equipa do Beira-Mar, com as suas linhas bem juntas e recuadas, um obstáculo muito difícil de ultrapassar. E não se pense que a equipa de Aguinaldo Melo se limitou apenas a defender, já que, amiúde e sempre que recuperava a bola, lançava contra-ataques muito perigosos, que puseram, numa ou noutra situação, a defesa azul-e-branca em sobressalto.
Pertenceu à equipa da casa, aliás, a primeira grande oportunidade de golo, quando, aos 10', Danny, servido na esquerda, fez uma diagonal para dentro, desferindo, já de dentro da grande área e excelentemente enquadrado com a baliza, um forte remate que ficou a centímetros de ter dado origem ao primeiro golo do encontro. A este lance respondeu o FC Porto, criando, aos 13', o primeiro lance de verdadeiro perigo para as redes beiramarenses. A jogada é pela direita, com um cruzamento ao primeiro poste, solicitando um cabeceamento, que aconteceu, muito perigoso, obrigando a difícil intervenção de Samuel, que defendeu para canto.
Aos 22', voltou o Beira-Mar a estar perto de marcar, na sequência de um livre frontal, apontado por Marc, cujo remate forte obrigou a defesa de recurso do guardião Luís. O FC Porto, aos 25', dispôs daquela que, porventura, terá sido a sua melhor ocasião para ter chegado ao golo durante a primeira parte. Gonçalo, do lado direito, faz um cruzamento ao segundo poste, onde surgiu, livre de marcação, Frederic, a cabecear à vontade, valendo mais uma magnífica intervenção de Samuel para evitar o pior para os da casa.
Os azuis-e-brancos procuravam acentuar o seu domínio, exercendo uma pressão alta que, aos 28', obrigou Rúben a atrasar a bola para Samuel, com o guardião aveirense a não ser lesto a despachar e a permitir a intercepção de um jogador visitante, com a bola a tomar o caminho da baliza, valendo a pronta intervenção de Miguel para afastar o perigo.
Até ao apito para o descanso, nota para um cruzamento/remate de Rúben, aos 38', que obrigou a uma defesa em dificuldade de Luís, que, com um bom golpe de rins, evitou que a bola entrasse na sua baliza, desviando-a para canto. O resultado ao intervalo aceitava-se perfeitamente, pois se o FC Porto tinha exercido maior domínio territorial, as equipas haviam-se equilibrado em lances de perigo junto das balizas.
Na segunda parte o "guião" do jogo foi o mesmo, ainda que, ao contrário do sucedido na etapa inicial, foi o FC Porto que dispôs da primeira grande oportunidade para abrir o activo. Ainda decorria o primeiro minuto, a bola é metida nas costas da defensiva aveirense, onde apareceu isolado Frederic (nº 7), que, na cara de Samuel, viu o guardião aveirense negar-lhe o golo com uma corajosa intervenção que amorteceu a marcha do esférico para a baliza, onde surgiu Nito a aliviar definitivamente. O Beira-Mar respondeu pouco depois, aliás como fez ao longo de todo o jogo, mantendo sempre em sentido as linhas mais recuadas da equipa nortenha. Estavam decorridos 45', Marc é encarregado da marcação de um livre, colocando a bola na área, que sobrou para o pé direito de Miguel que rematou de pronto, mas viu, in-extremis, a bola ser interceptada e gorar-se esta grande oportunidade de golo.
Aos 53' foi a vez de Leandro, numa boa incursão pelo meio, rematar cruzado, à baliza de Samuel, com a bola a sair muito perto do poste. A iniciativa continuava a pertencer aos portistas, mas o Beira-Mar nunca deixou também de procurar o golo e, aos 60', num rápido contra-ataque dos aveirenses, Pité coloca a bola em Ricardo Tavares, descaído sobre a esquerda. O avançado auri-negro, oriundo de Oliveira de Azeméis, flectiu para dentro e rematou rasteiro para uma defesa segura mas difícil de Luís.
Aos 63' surge um lance que atesta bem das dificuldades por que o Porto estava a passar. O defesa direito azul-e-branco Baldaia, vendo Danny escapar-se pela esquerda, comete falta sobre o extremo auri-negro e recebe ordem de expulsão por acumulação de cartões amarelos. Tudo parecia agora mais facilitado para que a equipa da casa atingisse os seus objectivos para este jogo, mas foi precisamente na fase do encontro em que tudo parecia mais controlado que o FC Porto chegou ao golo, com Diogo a arrancar um remate, após uma jogada de insistência pelo lado esquerdo, para o qual a estirada de Samuel foi infrutífera.
A jovem formação auri-negra acusou profundamente o golpe, sentindo que desabava, num só instante, tudo o que fora construído com muito esforço ao longo de mais de 70 minutos. Disso se aproveitou a mais experiente equipa do FC Porto, que, já depois de as equipas terem de novo ficado em igualdade numérica (Manuel foi expulso, aos 72', também por acumulação de cartões amarelos), acabaria por apontar o segundo golo, que castiga em demasia a briosa equipa do SC Beira-Mar, cujos jogadores fizeram um jogo pleno de coragem, valentia e entrega à camisola que envergam. O 0-2 resulta de uma boa combinação pela direita, com tabelas ao primeiro toque, limitando-se Frederic, à boca da baliza, a empurrar para as redes. No período de descontos, Rúben receberia também justa ordem de expulsão (as pernas já não respondiam), por agarrar um adversário que se isolava para a baliza, resultando da marcação do livre mais uma grande intervenção de Samuel a evitar o terceiro e injustificado golo.
A todos os atletas do Beira-Mar uma palavra de apreço pelo bom jogo que fizeram, tendo lutado até à exaustão e mostrado que, a jogar sempre assim, os nossos objectivos serão, de certeza, alcançados.
(0-0, ao intervalo)
A equipa de juvenis do SC Beira-Mar esteve muito perto de travar a reconhecida superioridade do FC Porto e de conquistar um ponto precioso num jogo que, à partida, todos dariam como perdido. Durou 71' a resistência aveirense, que ruiu no momento em que Diogo, com um pontapé colocado, à entrada da área, desatou o nó que fixava o nulo no marcador. Frederic, aos 77', confirmaria uma vitória que foi muito suada, que esteve longe das facilidades que o resultado pode deixar transparecer e bastaria que tivesse havido um pouco daquilo a que se costuma chamar de "futebol" para que uma surpresa das grandes pudesse ter acontecido na manhã de ontem, no Estádio Mário Duarte. A verdade é que a primeira grande oportunidade de golo do encontro pertenceu aos auri-negros, equipa que respeitou o poderio do adversário, mas que nunca deixou, sempre que pôde, de jogar no campo todo e de incomodar as redes defendidas por Luís.
Aguinaldo Melo apresentou, para um jogo que teve excelente arbitragem do Sr Nuno Vaz, da AF Viseu, os seguintes elementos:
Samuel (gr); Rúben Marques, Manuel, Miguel e Iúri (Nito, 29'); André Silva (cap), Rafa (Diogo Carvalho, 71') e Pité; Marc (Henrique, 63'), Ricardo Tavares e Danny.
Suplentes não utilizados: Hugo (gr), João Meireles, Wilson e Tiago Gomes.
A estratégia que o técnico aveirense traçou para esta partida consistiu numa entrega deliberada da iniciativa do jogo à equipa do FC Porto, que teve sempre muito mais posse de bola, mas encontrou na boa organização defensiva da equipa do Beira-Mar, com as suas linhas bem juntas e recuadas, um obstáculo muito difícil de ultrapassar. E não se pense que a equipa de Aguinaldo Melo se limitou apenas a defender, já que, amiúde e sempre que recuperava a bola, lançava contra-ataques muito perigosos, que puseram, numa ou noutra situação, a defesa azul-e-branca em sobressalto.
Pertenceu à equipa da casa, aliás, a primeira grande oportunidade de golo, quando, aos 10', Danny, servido na esquerda, fez uma diagonal para dentro, desferindo, já de dentro da grande área e excelentemente enquadrado com a baliza, um forte remate que ficou a centímetros de ter dado origem ao primeiro golo do encontro. A este lance respondeu o FC Porto, criando, aos 13', o primeiro lance de verdadeiro perigo para as redes beiramarenses. A jogada é pela direita, com um cruzamento ao primeiro poste, solicitando um cabeceamento, que aconteceu, muito perigoso, obrigando a difícil intervenção de Samuel, que defendeu para canto.
Aos 22', voltou o Beira-Mar a estar perto de marcar, na sequência de um livre frontal, apontado por Marc, cujo remate forte obrigou a defesa de recurso do guardião Luís. O FC Porto, aos 25', dispôs daquela que, porventura, terá sido a sua melhor ocasião para ter chegado ao golo durante a primeira parte. Gonçalo, do lado direito, faz um cruzamento ao segundo poste, onde surgiu, livre de marcação, Frederic, a cabecear à vontade, valendo mais uma magnífica intervenção de Samuel para evitar o pior para os da casa.
Os azuis-e-brancos procuravam acentuar o seu domínio, exercendo uma pressão alta que, aos 28', obrigou Rúben a atrasar a bola para Samuel, com o guardião aveirense a não ser lesto a despachar e a permitir a intercepção de um jogador visitante, com a bola a tomar o caminho da baliza, valendo a pronta intervenção de Miguel para afastar o perigo.
Até ao apito para o descanso, nota para um cruzamento/remate de Rúben, aos 38', que obrigou a uma defesa em dificuldade de Luís, que, com um bom golpe de rins, evitou que a bola entrasse na sua baliza, desviando-a para canto. O resultado ao intervalo aceitava-se perfeitamente, pois se o FC Porto tinha exercido maior domínio territorial, as equipas haviam-se equilibrado em lances de perigo junto das balizas.
Na segunda parte o "guião" do jogo foi o mesmo, ainda que, ao contrário do sucedido na etapa inicial, foi o FC Porto que dispôs da primeira grande oportunidade para abrir o activo. Ainda decorria o primeiro minuto, a bola é metida nas costas da defensiva aveirense, onde apareceu isolado Frederic (nº 7), que, na cara de Samuel, viu o guardião aveirense negar-lhe o golo com uma corajosa intervenção que amorteceu a marcha do esférico para a baliza, onde surgiu Nito a aliviar definitivamente. O Beira-Mar respondeu pouco depois, aliás como fez ao longo de todo o jogo, mantendo sempre em sentido as linhas mais recuadas da equipa nortenha. Estavam decorridos 45', Marc é encarregado da marcação de um livre, colocando a bola na área, que sobrou para o pé direito de Miguel que rematou de pronto, mas viu, in-extremis, a bola ser interceptada e gorar-se esta grande oportunidade de golo.
Aos 53' foi a vez de Leandro, numa boa incursão pelo meio, rematar cruzado, à baliza de Samuel, com a bola a sair muito perto do poste. A iniciativa continuava a pertencer aos portistas, mas o Beira-Mar nunca deixou também de procurar o golo e, aos 60', num rápido contra-ataque dos aveirenses, Pité coloca a bola em Ricardo Tavares, descaído sobre a esquerda. O avançado auri-negro, oriundo de Oliveira de Azeméis, flectiu para dentro e rematou rasteiro para uma defesa segura mas difícil de Luís.
Aos 63' surge um lance que atesta bem das dificuldades por que o Porto estava a passar. O defesa direito azul-e-branco Baldaia, vendo Danny escapar-se pela esquerda, comete falta sobre o extremo auri-negro e recebe ordem de expulsão por acumulação de cartões amarelos. Tudo parecia agora mais facilitado para que a equipa da casa atingisse os seus objectivos para este jogo, mas foi precisamente na fase do encontro em que tudo parecia mais controlado que o FC Porto chegou ao golo, com Diogo a arrancar um remate, após uma jogada de insistência pelo lado esquerdo, para o qual a estirada de Samuel foi infrutífera.
A jovem formação auri-negra acusou profundamente o golpe, sentindo que desabava, num só instante, tudo o que fora construído com muito esforço ao longo de mais de 70 minutos. Disso se aproveitou a mais experiente equipa do FC Porto, que, já depois de as equipas terem de novo ficado em igualdade numérica (Manuel foi expulso, aos 72', também por acumulação de cartões amarelos), acabaria por apontar o segundo golo, que castiga em demasia a briosa equipa do SC Beira-Mar, cujos jogadores fizeram um jogo pleno de coragem, valentia e entrega à camisola que envergam. O 0-2 resulta de uma boa combinação pela direita, com tabelas ao primeiro toque, limitando-se Frederic, à boca da baliza, a empurrar para as redes. No período de descontos, Rúben receberia também justa ordem de expulsão (as pernas já não respondiam), por agarrar um adversário que se isolava para a baliza, resultando da marcação do livre mais uma grande intervenção de Samuel a evitar o terceiro e injustificado golo.
A todos os atletas do Beira-Mar uma palavra de apreço pelo bom jogo que fizeram, tendo lutado até à exaustão e mostrado que, a jogar sempre assim, os nossos objectivos serão, de certeza, alcançados.
BENJAMINS A "A": Boa vitória a abrir o campeonato
GD Eixense, 0 - SC Beira-Mar, 6
(0-3, ao intervalo)
Num pelado extremamente difícil, a equipa de Benjamins A do SC Beira-Mar conseguiu uma boa vitória em Eixo, por números que atestam bem aquilo que se passou em campo.
Passado o período inicial, em que os jovens auri-negros mostraram algum nervosismo, a equipa fez o primeiro golo e com ele tranquilizou-se para o resto do jogo.
Os golos foram aparecendo com naturalidade, até um total de seis, ficando alguns outros por marcar.
Se a equipa se mostrou algo perdulária no ataque, importa realçar a boa consistência defensiva, que não permitiu oportunidades de concretização ao nosso adversário.
Uma palavra de apreço para os atletas do Eixense, que se bateram até à exaustão, valorizando a nossa vitória.
Neste jogo estiveram: - Álvaro; Mário; Rui; Rafa; Vieira; Samuel; Afonso; Melo; Alain; Henrique; Miguel e Morais (cap).
Marcaram: - Morais (3); Afonso (2); Miguel.
(0-3, ao intervalo)
Num pelado extremamente difícil, a equipa de Benjamins A do SC Beira-Mar conseguiu uma boa vitória em Eixo, por números que atestam bem aquilo que se passou em campo.
Passado o período inicial, em que os jovens auri-negros mostraram algum nervosismo, a equipa fez o primeiro golo e com ele tranquilizou-se para o resto do jogo.
Os golos foram aparecendo com naturalidade, até um total de seis, ficando alguns outros por marcar.
Se a equipa se mostrou algo perdulária no ataque, importa realçar a boa consistência defensiva, que não permitiu oportunidades de concretização ao nosso adversário.
Uma palavra de apreço para os atletas do Eixense, que se bateram até à exaustão, valorizando a nossa vitória.
Neste jogo estiveram: - Álvaro; Mário; Rui; Rafa; Vieira; Samuel; Afonso; Melo; Alain; Henrique; Miguel e Morais (cap).
Marcaram: - Morais (3); Afonso (2); Miguel.
domingo, 10 de outubro de 2010
INICIADOS A: Vitória justa, mas magra!
O Crasto-AC Daire, 0 - SC Beira-Mar, 3
(0-1, ao intervalo)
Numa manhã solarenga em Castro Daire, defrontaram-se as equipas de iniciados do Crasto e do SC Beira-Mar, em jogo relativo à 7ª jornada do campeonato nacional da categoria. Assistiu-se a uma partida de sentido único, em que a equipa aveirense dominou completamente quase toda a partida. Não andaremos muito longe da verdade se dissermos que, ao longo dos 70 minutos do encontro, 65 foram de permanente ataque e construção de lances de perigo por parte do Beira-Mar, deixando apenas escassos 5 minutos (antes do intervalo) para os locais darem um ar da sua graça.
Foi assim que, cedo no jogo, começaram a surgir as oportunidades para os auri-negros abrirem o marcador. Primeiro foi João Miguel, à meia-volta, a atirar à figura do guardião da casa, para logo depois, Aurélio, após uma boa arrancada, atirar ao lado. Também Hugo Custódio esteve perto de inaugurar o marcador, mas o seu remate passou por cima do travessão, no que viria ser imitado pelo seu colega Tiago Ramalho.
Tanta insistência acabaria por resultar no primeiro golo, que surgiria aos 12’, na transformação de uma clara grande penalidade, apontada por Aurélio, a castigar um derrube evidente que o mesmo sofreu, após mais uma das suas características iniciativas.
Com 0-1 no marcador, a nossa equipa continuou a trocar bem a bola e a criar perigo junto da baliza contrária, com João Miguel, num remate de cabeça, a estar muito perto do segundo, mas a bola passou a rasar o poste da baliza castrense.
O nosso adversário teve o seu momento no jogo nos cinco minutos que antecederam o apito para o descanso. Neste período, conquistaram três pontapés de canto consecutivos, sendo que, na sequência de um deles, a bola sobrou para fora da área, onde se encontrava o jogador nº 11 da equipa de Castro Daire, que rematou para a baliza, proporcionando a Canha uma espectacular defesa para canto. Esta foi a única oportunidade de golo que a equipa da casa teve ao longo de todo o encontro.
A segunda parte foi de domínio avassalador da nossa equipa, que resultou numa quantidade de oportunidades de golo desperdiçadas e na obtenção de mais dois tentos. Ramalho começou por ameaçar, rematando, de fora da área, ao lado da baliza e Ribeiro, sozinho na cara do guarda-redes, atira contra este. Seguiu-se o lance do 0-2, que surgiu na sequência de um livre do lado direito, muito bem executado por Filipe Melo, com Miguel a surgir ao segundo poste a encostar para a baliza.
Com uma vantagem mais tranquilizadora, surgiu no jogo Hugo Custódio, que, se houvesse prémio para o jogador mais azarado do jogo, seria o vencedor destacado, ou não tivesse acertado por 3 vezes (!) nos postes da baliza do Castro. O primeiro remate a acertar nos ferros saiu da meia-lua, com o guarda-redes da casa a desviar para a barra, o segundo num pontapé do meio da rua e o terceiro na sequência de um pontapé de canto, com a bola, nestes dois últimos lances, a acertar no poste.
Pelo meio, entretanto, e quando decorriam 60’ de jogo, Aurélio elevara já para 0-3, após mais uma típica arrancada do goleador aveirense, que se isolou e não perdoou. Até final, referência ainda para mais uma oportunidade flagrante que Bruno Ribeiro perdeu, quando apareceu novamente na frente do guarda-redes e, mais uma vez, atirou contra ele. Para terminar, Hugo Custódio, em pontapé acrobático, atira por cima da baliza, falhando o golo que muito justamente merecia. Ficou guardado para os próximos jogos…
Vitória justa do Beira-Mar, mas por números escassos para tanto caudal ofensivo produzido pela equipa aveirense, num jogo que teve uma arbitragem regular do Sr Hugo Geraldes, da AF Guarda.
O SC Beira-Mar alinhou com: Canha (gr), Sousa, Ricardo Pinto, Fábio (cap) e Filipe Melo; Nuno Abreu (Miguel, int), Tiago Ramalho e Hugo Custódio; Bruno Ribeiro, João Miguel (Rui, 50’) e Aurélio (Samuel, 61’).
Suplentes não utilizados: Rafael (gr), Yusuf e Lucas.
(0-1, ao intervalo)
Numa manhã solarenga em Castro Daire, defrontaram-se as equipas de iniciados do Crasto e do SC Beira-Mar, em jogo relativo à 7ª jornada do campeonato nacional da categoria. Assistiu-se a uma partida de sentido único, em que a equipa aveirense dominou completamente quase toda a partida. Não andaremos muito longe da verdade se dissermos que, ao longo dos 70 minutos do encontro, 65 foram de permanente ataque e construção de lances de perigo por parte do Beira-Mar, deixando apenas escassos 5 minutos (antes do intervalo) para os locais darem um ar da sua graça.
Foi assim que, cedo no jogo, começaram a surgir as oportunidades para os auri-negros abrirem o marcador. Primeiro foi João Miguel, à meia-volta, a atirar à figura do guardião da casa, para logo depois, Aurélio, após uma boa arrancada, atirar ao lado. Também Hugo Custódio esteve perto de inaugurar o marcador, mas o seu remate passou por cima do travessão, no que viria ser imitado pelo seu colega Tiago Ramalho.
Tanta insistência acabaria por resultar no primeiro golo, que surgiria aos 12’, na transformação de uma clara grande penalidade, apontada por Aurélio, a castigar um derrube evidente que o mesmo sofreu, após mais uma das suas características iniciativas.
Com 0-1 no marcador, a nossa equipa continuou a trocar bem a bola e a criar perigo junto da baliza contrária, com João Miguel, num remate de cabeça, a estar muito perto do segundo, mas a bola passou a rasar o poste da baliza castrense.
O nosso adversário teve o seu momento no jogo nos cinco minutos que antecederam o apito para o descanso. Neste período, conquistaram três pontapés de canto consecutivos, sendo que, na sequência de um deles, a bola sobrou para fora da área, onde se encontrava o jogador nº 11 da equipa de Castro Daire, que rematou para a baliza, proporcionando a Canha uma espectacular defesa para canto. Esta foi a única oportunidade de golo que a equipa da casa teve ao longo de todo o encontro.
A segunda parte foi de domínio avassalador da nossa equipa, que resultou numa quantidade de oportunidades de golo desperdiçadas e na obtenção de mais dois tentos. Ramalho começou por ameaçar, rematando, de fora da área, ao lado da baliza e Ribeiro, sozinho na cara do guarda-redes, atira contra este. Seguiu-se o lance do 0-2, que surgiu na sequência de um livre do lado direito, muito bem executado por Filipe Melo, com Miguel a surgir ao segundo poste a encostar para a baliza.
Com uma vantagem mais tranquilizadora, surgiu no jogo Hugo Custódio, que, se houvesse prémio para o jogador mais azarado do jogo, seria o vencedor destacado, ou não tivesse acertado por 3 vezes (!) nos postes da baliza do Castro. O primeiro remate a acertar nos ferros saiu da meia-lua, com o guarda-redes da casa a desviar para a barra, o segundo num pontapé do meio da rua e o terceiro na sequência de um pontapé de canto, com a bola, nestes dois últimos lances, a acertar no poste.
Pelo meio, entretanto, e quando decorriam 60’ de jogo, Aurélio elevara já para 0-3, após mais uma típica arrancada do goleador aveirense, que se isolou e não perdoou. Até final, referência ainda para mais uma oportunidade flagrante que Bruno Ribeiro perdeu, quando apareceu novamente na frente do guarda-redes e, mais uma vez, atirou contra ele. Para terminar, Hugo Custódio, em pontapé acrobático, atira por cima da baliza, falhando o golo que muito justamente merecia. Ficou guardado para os próximos jogos…
Vitória justa do Beira-Mar, mas por números escassos para tanto caudal ofensivo produzido pela equipa aveirense, num jogo que teve uma arbitragem regular do Sr Hugo Geraldes, da AF Guarda.
O SC Beira-Mar alinhou com: Canha (gr), Sousa, Ricardo Pinto, Fábio (cap) e Filipe Melo; Nuno Abreu (Miguel, int), Tiago Ramalho e Hugo Custódio; Bruno Ribeiro, João Miguel (Rui, 50’) e Aurélio (Samuel, 61’).
Suplentes não utilizados: Rafael (gr), Yusuf e Lucas.
INFANTIS B: Vitória por 26-0 e sete bolas nos ferros!
N.E.G.E., 0 - SC Beira-Mar, 26
(0-11, ao intervalo)
A história do segundo jogo dos Infantis B (sub-12) conta-se em poucas palavras, pois a superioridade em campo foi de tal forma evidente que o score final podia ainda ter sido por números ainda mais expressivos, não fossem as 7 (?) bolas enviadas aos ferros da baliza adversária e as muitas oportunidades flagrantes que foram desperdiçadas.
A destacar a segunda parte do jogo, em que se marcaram 15 golos (média de um em cada 2 minutos) e a eficácia de 4 atletas: Fábio - 6, Tomás - 5 e João Bernardo e Gui com 4 golos cada um.
Os nossos guarda-redes foram meros espectadores em toda a partida, sendo que o da primeira parte nem sequer chegou a tocar na bola e o da segunda apenas o fez na marcação de 2 pontapés de baliza.
Jogo no campo do NEGE, na Gafanha da Encarnação, onde participaram, na equipa do S.C. Beira-Mar, por ordem numérica, os seguintes jogadores: 1- Marcelo; 2-Daniel; 7-J. Claro; 8-Rui; 9-João Bernardo; 10-Tomás; 11-Peralta; 12-Bruno; 15-Pina; 17-Júnior; 20-Fábio e 30-Gui.
Os misters Ricardo Pinheiro (que substituiu o Pedro Teles neste jogo) e João Teles, apresentaram de início: Bruno (GR), Daniel, J. Claro (cap.), Tomás, Peralta, Júnior e Fábio.
Jogaram ainda na 1ª parte: Rui, João Bernardo, Pina e Gui.
Neste período, marcaram os seguintes jogadores: Tomás - 3; Peralta, Fábio e Júnior - 2 e J. Claro e Gui - 1 golo.
Na 2ª parte, iniciaram a partida:
Marcelo (GR), Daniel, Rui, João Bernardo, Pina, Fábio e Gui.
Entraram ainda na 2ª parte: J. Claro, Tomás, Peralta e Júnior.
No segundo período do jogo, os marcadores de serviço foram: João Bernardo e Fábio - 4; Gui - 3; Tomás - 2 e J. Claro e Júnior - 1 golo.
Numa manhã de domingo, que prometeu muita chuva, foi o sol e os nossos jogadores a brilharem!
(0-11, ao intervalo)
A história do segundo jogo dos Infantis B (sub-12) conta-se em poucas palavras, pois a superioridade em campo foi de tal forma evidente que o score final podia ainda ter sido por números ainda mais expressivos, não fossem as 7 (?) bolas enviadas aos ferros da baliza adversária e as muitas oportunidades flagrantes que foram desperdiçadas.
A destacar a segunda parte do jogo, em que se marcaram 15 golos (média de um em cada 2 minutos) e a eficácia de 4 atletas: Fábio - 6, Tomás - 5 e João Bernardo e Gui com 4 golos cada um.
Os nossos guarda-redes foram meros espectadores em toda a partida, sendo que o da primeira parte nem sequer chegou a tocar na bola e o da segunda apenas o fez na marcação de 2 pontapés de baliza.
Jogo no campo do NEGE, na Gafanha da Encarnação, onde participaram, na equipa do S.C. Beira-Mar, por ordem numérica, os seguintes jogadores: 1- Marcelo; 2-Daniel; 7-J. Claro; 8-Rui; 9-João Bernardo; 10-Tomás; 11-Peralta; 12-Bruno; 15-Pina; 17-Júnior; 20-Fábio e 30-Gui.
Os misters Ricardo Pinheiro (que substituiu o Pedro Teles neste jogo) e João Teles, apresentaram de início: Bruno (GR), Daniel, J. Claro (cap.), Tomás, Peralta, Júnior e Fábio.
Jogaram ainda na 1ª parte: Rui, João Bernardo, Pina e Gui.
Neste período, marcaram os seguintes jogadores: Tomás - 3; Peralta, Fábio e Júnior - 2 e J. Claro e Gui - 1 golo.
Na 2ª parte, iniciaram a partida:
Marcelo (GR), Daniel, Rui, João Bernardo, Pina, Fábio e Gui.
Entraram ainda na 2ª parte: J. Claro, Tomás, Peralta e Júnior.
No segundo período do jogo, os marcadores de serviço foram: João Bernardo e Fábio - 4; Gui - 3; Tomás - 2 e J. Claro e Júnior - 1 golo.
Numa manhã de domingo, que prometeu muita chuva, foi o sol e os nossos jogadores a brilharem!
JUNIORES A: Golo aos 25 segundos (!) abriu caminho à vitória auri-negra!
SC Beira-Mar, 3 - UD Oliveirense, 1
(1-1, ao intervalo)
Num jogo que começou praticamente com o primeiro golo do Beira-Mar, a equipa aveirense regressou de novo às vitórias, ao bater, por 3-1, no Estádio Mário Duarte, a até aqui invencível Oliveirense. Era um desfecho por todos ambicionado, já que era fundamental somar os 3 pontos em disputa na partida de ontem, após uma série de 3 jogos consecutivos sem vencer.
A vitória foi justa e tem de ser devidamente valorizada, se considerarmos que foi obtida perante um adversário muito forte, que não havia ainda conhecido o sabor da derrota no campeonato nacional. A felicidade do golo obtido no dealbar do encontro (25 segundos apenas decorridos) viria, no entanto, a ser plenamente justificada por aquilo que se desenrolou ao longo de todo o jogo.
O professor António Luís apresentou para esta importante partida:
Diogo Lopes (gr); Berna (Mika, int), Lobo, Renato e Bryan; Granja, Filipe Vieira (Ricardo Fernandes, 72') André Aranha e André Vaz (cap); Sílvio e Nelson (Ibrahima, 54').
Suplentes não utilizados: Samuel (gr), Pedro Ribeiro e Ricardo Castro.
Não temos as estatísticas dos golos feitos no Estádio Mário Duarte, mas o obtido por André Vaz, aos 25 segundos de jogo, deve ter sido um dos mais rápidos de sempre. O pontapé de saída pertenceu à Oliveirense, mas uma rápida recuperação pelos aveirenses levou a bola até ao "capitão" auri-negro, que progrediu em direcção à área adversária, optando por um remate de longe, rasteiro, que surpreendeu o guardião contrário, que nos pareceu não ter feito tudo o que podia para evitar o 1-0 madrugador.
Galvanizado por esta vantagem, o Beira-Mar foi a equipa que esteve melhor no período inicial da partida, ainda que só haja a registar dois disparos de Filipe Vieira, de fora da área, sem consequências para a baliza visitante. Nesta altura, apenas uma transição rápida da Oliveirense, aos 8', levou a bola até à baliza de Diogo, que, muito atento, segurou facilmente um cabeceamento em arco, após cruzamento da esquerda.
No entanto, à medida que o tempo avançava, a Oliveirense acabou por equilibrar a partida em termos de posse de bola e respondia mais às iniciativas aveirenses, numa procura de chegar à igualdade. Era uma fase de jogo dividido, mas em que as organizações defensivas acabaram sempre por levar a melhor. Situações de perigo apenas ocorreram junto da baliza da Oliveirense, na sequência da marcação de dois pontapés de canto, lances em que os auri-negros se têm revelado muito fortes. No primeiro, aos 29', Renato, ao segundo poste, viria mesmo a introduzir a bola na baliza, mas o árbitro anularia o lance, para surpresa de todos, jogadores adversários incluídos, quando os aveirenses já se encontravam na fase final dos seus festejos. Seria o golo da tranquilidade, que não valeu, mas que poderia ter acontecido, aos 31', noutro lance de "laboratório", sendo que o disparo em posição frontal saiu à figura do guardião forasteiro.
Duma situação de possível tranquilidade com que se poderia ter atingido o descanso e que seria de todo merecida para a equipa do Beira-Mar, esta acabou por regressar aos balneários com o credo na boca, após a obtenção do tento da igualdade, aos 42'. O lance do 1-1 resulta de uma jogada de insistência, com um cruzamento da esquerda que provoca um ressalto junto da baliza de Diogo, disso se aproveitando o oportuno e possante ponta-de-lança Marques (nº 9) para fazer uma recarga e chegar ao golo oliveirense.
O resultado ao intervalo era lisonjeiro para a equipa visitante, que pouco perigo criara durante os primeiros 45 minutos e o momento em que o empate aconteceu poderia ter, nas duas equipas, um efeito psicológico de sinal contrário para a etapa complementar. Esta não foi tão bem jogada como o primeiro tempo, tendo havido muita luta, que se tornou ainda mais evidente com o agravamento das condições climatéricas, que fustigaram os protagonistas do jogo com aguaceiros fortíssimos.
O primeiro lance de perigo da segunda parte ocorreu junto da baliza de Diogo Lopes, aos 52', na sequência de um pontapé de canto que proporcionou um remate de cabeça, que poderia ter tido piores consequências para os da casa. A este momento respondeu o Beira-Mar, também com um lance de bola parada, desta feita um livre marcado muito perto da linha limite da grande área, descaído ligeiramente para a direita. E diga-se que foi o momento do jogo, pois um ligeiro toque para o lado proporcionou a Bryan um disparo fortíssimo com o seu pé esquerdo, que tornou infrutífera a estirada do guardião da Oliveirense, que veria a bola anichar-se nas suas redes, não conseguindo evitar o 2-1.
Este golo serenou mais a equipa da casa, que viria a criar ainda situações passíveis de ampliar a vantagem. Aos 63', Sílvio escapa-se pela esquerda e opta pelo remate, de ângulo muito fechado, sem as consequências que um passe atrasado poderia provocar. Num período em que a Oliveirense forçava mais na procura de nova igualdade e o futebol praticado era um pouco desgarrado, aos 75', Ricardo Figueiredo aponta um livre do lado direito, com a bola a sobrar para a cabeça de Ibrahima, que atira para as mãos do guardião oliveirense. Também de bola parada, aos 80', a equipa visitante volta a levar perigo à baliza do Beira-Mar. Num livre marcado a meio do meio-campo da equipa aveirense, a bola é colocada na marca de grande penalidade, onde se eleva com muito à vontade o possante e já referido Marques, para cabecear, felizmente, por cima do travessão, com a defensiva auri-negra a ver jogar. Foi um alívio para todos os apaniguados beiramarenses, que ainda mais tranquilos ficaram, quando se chegou a novo golo, no minuto seguinte, após a marcação de um canto, num lance de insistência de Aranha, que colocou a bola na cabeça de Renato para a finalização vitoriosa do central aveirense. Estava feito o 3-1 e, desta vez...valeu!
A vitória já não fugiria e, até final, registo apenas para mais uma oportunidade de golo e para o lado do Beira-Mar. Foi aos 89', com Ibrahima a ser servido na direita e a cruzar para Sílvio, que remata fraco, surpreendido que ficou com as facilidades que lhe foram concedidas.
Estava consumada a primeira derrota na prova da equipa de Oliveira de Azeméis e o regresso às vitórias dos aveirenses, num jogo que teve uma fraca arbitragem do Sr Hélder Ferreira, da AF Aveiro.
(1-1, ao intervalo)
Num jogo que começou praticamente com o primeiro golo do Beira-Mar, a equipa aveirense regressou de novo às vitórias, ao bater, por 3-1, no Estádio Mário Duarte, a até aqui invencível Oliveirense. Era um desfecho por todos ambicionado, já que era fundamental somar os 3 pontos em disputa na partida de ontem, após uma série de 3 jogos consecutivos sem vencer.
A vitória foi justa e tem de ser devidamente valorizada, se considerarmos que foi obtida perante um adversário muito forte, que não havia ainda conhecido o sabor da derrota no campeonato nacional. A felicidade do golo obtido no dealbar do encontro (25 segundos apenas decorridos) viria, no entanto, a ser plenamente justificada por aquilo que se desenrolou ao longo de todo o jogo.
O professor António Luís apresentou para esta importante partida:
Diogo Lopes (gr); Berna (Mika, int), Lobo, Renato e Bryan; Granja, Filipe Vieira (Ricardo Fernandes, 72') André Aranha e André Vaz (cap); Sílvio e Nelson (Ibrahima, 54').
Suplentes não utilizados: Samuel (gr), Pedro Ribeiro e Ricardo Castro.
Não temos as estatísticas dos golos feitos no Estádio Mário Duarte, mas o obtido por André Vaz, aos 25 segundos de jogo, deve ter sido um dos mais rápidos de sempre. O pontapé de saída pertenceu à Oliveirense, mas uma rápida recuperação pelos aveirenses levou a bola até ao "capitão" auri-negro, que progrediu em direcção à área adversária, optando por um remate de longe, rasteiro, que surpreendeu o guardião contrário, que nos pareceu não ter feito tudo o que podia para evitar o 1-0 madrugador.
Galvanizado por esta vantagem, o Beira-Mar foi a equipa que esteve melhor no período inicial da partida, ainda que só haja a registar dois disparos de Filipe Vieira, de fora da área, sem consequências para a baliza visitante. Nesta altura, apenas uma transição rápida da Oliveirense, aos 8', levou a bola até à baliza de Diogo, que, muito atento, segurou facilmente um cabeceamento em arco, após cruzamento da esquerda.
No entanto, à medida que o tempo avançava, a Oliveirense acabou por equilibrar a partida em termos de posse de bola e respondia mais às iniciativas aveirenses, numa procura de chegar à igualdade. Era uma fase de jogo dividido, mas em que as organizações defensivas acabaram sempre por levar a melhor. Situações de perigo apenas ocorreram junto da baliza da Oliveirense, na sequência da marcação de dois pontapés de canto, lances em que os auri-negros se têm revelado muito fortes. No primeiro, aos 29', Renato, ao segundo poste, viria mesmo a introduzir a bola na baliza, mas o árbitro anularia o lance, para surpresa de todos, jogadores adversários incluídos, quando os aveirenses já se encontravam na fase final dos seus festejos. Seria o golo da tranquilidade, que não valeu, mas que poderia ter acontecido, aos 31', noutro lance de "laboratório", sendo que o disparo em posição frontal saiu à figura do guardião forasteiro.
Duma situação de possível tranquilidade com que se poderia ter atingido o descanso e que seria de todo merecida para a equipa do Beira-Mar, esta acabou por regressar aos balneários com o credo na boca, após a obtenção do tento da igualdade, aos 42'. O lance do 1-1 resulta de uma jogada de insistência, com um cruzamento da esquerda que provoca um ressalto junto da baliza de Diogo, disso se aproveitando o oportuno e possante ponta-de-lança Marques (nº 9) para fazer uma recarga e chegar ao golo oliveirense.
O resultado ao intervalo era lisonjeiro para a equipa visitante, que pouco perigo criara durante os primeiros 45 minutos e o momento em que o empate aconteceu poderia ter, nas duas equipas, um efeito psicológico de sinal contrário para a etapa complementar. Esta não foi tão bem jogada como o primeiro tempo, tendo havido muita luta, que se tornou ainda mais evidente com o agravamento das condições climatéricas, que fustigaram os protagonistas do jogo com aguaceiros fortíssimos.
O primeiro lance de perigo da segunda parte ocorreu junto da baliza de Diogo Lopes, aos 52', na sequência de um pontapé de canto que proporcionou um remate de cabeça, que poderia ter tido piores consequências para os da casa. A este momento respondeu o Beira-Mar, também com um lance de bola parada, desta feita um livre marcado muito perto da linha limite da grande área, descaído ligeiramente para a direita. E diga-se que foi o momento do jogo, pois um ligeiro toque para o lado proporcionou a Bryan um disparo fortíssimo com o seu pé esquerdo, que tornou infrutífera a estirada do guardião da Oliveirense, que veria a bola anichar-se nas suas redes, não conseguindo evitar o 2-1.
Este golo serenou mais a equipa da casa, que viria a criar ainda situações passíveis de ampliar a vantagem. Aos 63', Sílvio escapa-se pela esquerda e opta pelo remate, de ângulo muito fechado, sem as consequências que um passe atrasado poderia provocar. Num período em que a Oliveirense forçava mais na procura de nova igualdade e o futebol praticado era um pouco desgarrado, aos 75', Ricardo Figueiredo aponta um livre do lado direito, com a bola a sobrar para a cabeça de Ibrahima, que atira para as mãos do guardião oliveirense. Também de bola parada, aos 80', a equipa visitante volta a levar perigo à baliza do Beira-Mar. Num livre marcado a meio do meio-campo da equipa aveirense, a bola é colocada na marca de grande penalidade, onde se eleva com muito à vontade o possante e já referido Marques, para cabecear, felizmente, por cima do travessão, com a defensiva auri-negra a ver jogar. Foi um alívio para todos os apaniguados beiramarenses, que ainda mais tranquilos ficaram, quando se chegou a novo golo, no minuto seguinte, após a marcação de um canto, num lance de insistência de Aranha, que colocou a bola na cabeça de Renato para a finalização vitoriosa do central aveirense. Estava feito o 3-1 e, desta vez...valeu!
A vitória já não fugiria e, até final, registo apenas para mais uma oportunidade de golo e para o lado do Beira-Mar. Foi aos 89', com Ibrahima a ser servido na direita e a cruzar para Sílvio, que remata fraco, surpreendido que ficou com as facilidades que lhe foram concedidas.
Estava consumada a primeira derrota na prova da equipa de Oliveira de Azeméis e o regresso às vitórias dos aveirenses, num jogo que teve uma fraca arbitragem do Sr Hélder Ferreira, da AF Aveiro.
sábado, 9 de outubro de 2010
JUNIORES B: Empate com sabor amargo
SC Beira-Mar, 1 - GD Gafanha, 1
(0-1, ao intervalo)
A equipa de juniores B do SC Beira-Mar, que disputa o campeonato distrital da 1ª divisão da AF Aveiro, não foi capaz de conservar a vantagem que um golo madrugador de João Valente lhe conferiu, e acabou por consentir, no decorrer do segundo tempo, uma igualdade que penaliza imenso a formação auri-negra. Os aveirenses, antes do tento do GD Gafanha, desperdiçaram várias ocasiões soberanas para chegar ao segundo tento, que "mataria", em definitivo, as pretensões contrárias.
O campo de treinos do Estádio Mário Duarte foi o palco para uma partida onde se apresentavam duas equipas do fundo da tabela, ávidas de pontos que lhes permitisse dar um salto na classificação e o Beira-Mar não poderia ter tido melhor começo, ao adiantar-se no marcador, logo aos 2' de jogo, por João Valente, que fez o 1-0 com um pontapé colocado, rasteiro, desferido de fora da área, aproveitando uma bola de ressaca, após uma boa jogada de combinação pelo flanco esquerdo entre Bruno Filipe e Sérgio Chipelo. No minuto seguinte, esta vantagem esteve quase a ser anulada, numa jogada protagonizada por um dos jogadores mais esclarecidos da formação da Gafanha, Filipe Guedes, nº 7 (os outros foram o seu "capitão" "Baresi", nº 99 e Lucas, nº 23, que não alinhou de início), que rematou de ângulo já muito difícil, após incursão pela esquerda, quando ficou na cara de Hugo. Aos 6', foi a vez de Chipelo, na marcação de um livre na direita, levar muito perigo à baliza do guardião Rui.
Em desvantagem no marcador e com um início de jogo em que "deu" sempre mais Beira-Mar, o GD Gafanha, a partir do quarto de hora de jogo, começou a aparecer mais um pouco na procura da igualdade. No entanto, só de bola parada criou algum perigo para a baliza de Hugo, como foram os lances, ambos surgidos na sequência de cantos, aos 15' e 22', em que o guardião aveirense viu, no primeiro, a bola ser cabeceada para as suas mãos por um jogador solto ao segundo poste e, no segundo, outro cabeceamento, agora da marca de penalti, rasar o travessão.
O Beira-Mar, passados estes pequenos sustos, voltou a pegar no jogo e teve, até ao final dos primeiros 45 minutos, o seu melhor período, no qual dispôs de oportunidades flagrantes para decidir a partida. Aos 27', numa jogada rápida de contra-ataque, Chipelo falha, à boca da baliza, soberba hipótese de ampliar a vantagem, rematando para fora, com o pé direito, na cara do guarda-redes, uma bola vinda da esquerda, oferecida em "bandeja de prata" por João Valente. Aos 31', foi a vez de Chipelo executar excelente passe, que isolou Paulo Sousa, mas o avançado auri-negro, se pensou bem e "picou" a bola sobre o guardião forasteiro, executou pior e fê-la passar rente ao poste, com alguma falta de sorte, também, à mistura. O mesmo Paulo Sousa, ao primeiro poste, solicitado por cruzamento rasteiro da esquerda de Bruno Filipe, naquela que seria a última grande oportunidade de golo antes do descanso, viria novamente a desperdiçar, aos 34', uma boa ocasião para dar mais algum conforto no marcador à sua equipa.
A segunda parte foi mais pobre e ainda que o Gafanha não desse mostras de poder provocar grande perigo para a baliza de Hugo, mantinha-se a expectativa resultante duma diferença mínima no marcador, que provoca sempre incerteza no resultado final. A partida ia avançando, com mais iniciativa do Beira-Mar, mas sempre com o espectro da possibilidade de, num lance fortuito, tudo poder ir por água abaixo. Não havia, contudo, lances dignos de registo, até que, aos 66', após uma boa iniciativa de Tiago Azevedo, lançado pela direita, o Beira-Mar esteve, mais uma vez, a ponto de resolver o jogo a seu favor. O cruzamento do extremo auri-negro, que ganhou a linha de fundo, é feito para a boca da baliza, onde Renato Silva falha o golpe de cabeça, para Paulo Sousa emendar com o pé, mas atirando para fora. Foi a mais flagrante ocasião de golo de todo o encontro.
Não marcou o Beira-Mar, marcou o Gafanha e pouco tempo depois. Aos 70', na sequência da marcação de um livre assinalado na direita por um árbitro que se mostrou sempre muito "habilidoso" ao longo de todo o encontro, a bola não é prontamente despachada pela defensiva aveirense, sobrando para a entrada da área, onde um jogador "azul" desfere remate rasteiro, muito colocado, que bateu Hugo sem remissão.
O 1-1 não interessava à equipa do Beira-Mar, que num último alarde de forças, partiu ainda em busca da vitória. Esta poderia ter surgido, aos 72', se o árbitro, ou o seu assistente, tivessem visto o guarda-redes forasteiro tirar, de dentro da baliza, uma bola desviada após remate de Paulo Sousa, protagonista de uma boa iniciativa pelo corredor esquerdo. Com a equipa auri-negra balanceada desesperadamente no ataque, a retaguarda, por vezes, ficava mais desguarnecida e disso se poderia ter aproveitado o Gafanha, aos 80', numa jogada de contra-ataque, quando Hugo lhes nega o golo, oferecendo o corpo à bola, rematada pelo já citado avançado Filipe Guedes, que surgia isolado.
Os últimos minutos foram jogados em vantagem numérica pelos aveirenses (expulsão justa do nº 6 da Gafanha, aos 82', por duplo cartão amarelo) e, aos 84', Paulo Sousa remata de longe, ao travessão, naquela que seria a derradeira hipótese de os auri-negros chegarem a uma justa vantagem, que não aconteceu.
António Luís apresentou a seguinte equipa:
Hugo (gr); Leandro (cap), Guilherme, Rui Santos e Bruno Filipe; Francisco (Greno, 56'), Pedro Aparício e Sérgio Chipelo (Renato Silva, 65'); Cassamá, Paulo Sousa e João Valente (Tiago Azevedo, 56').
(0-1, ao intervalo)
A equipa de juniores B do SC Beira-Mar, que disputa o campeonato distrital da 1ª divisão da AF Aveiro, não foi capaz de conservar a vantagem que um golo madrugador de João Valente lhe conferiu, e acabou por consentir, no decorrer do segundo tempo, uma igualdade que penaliza imenso a formação auri-negra. Os aveirenses, antes do tento do GD Gafanha, desperdiçaram várias ocasiões soberanas para chegar ao segundo tento, que "mataria", em definitivo, as pretensões contrárias.
O campo de treinos do Estádio Mário Duarte foi o palco para uma partida onde se apresentavam duas equipas do fundo da tabela, ávidas de pontos que lhes permitisse dar um salto na classificação e o Beira-Mar não poderia ter tido melhor começo, ao adiantar-se no marcador, logo aos 2' de jogo, por João Valente, que fez o 1-0 com um pontapé colocado, rasteiro, desferido de fora da área, aproveitando uma bola de ressaca, após uma boa jogada de combinação pelo flanco esquerdo entre Bruno Filipe e Sérgio Chipelo. No minuto seguinte, esta vantagem esteve quase a ser anulada, numa jogada protagonizada por um dos jogadores mais esclarecidos da formação da Gafanha, Filipe Guedes, nº 7 (os outros foram o seu "capitão" "Baresi", nº 99 e Lucas, nº 23, que não alinhou de início), que rematou de ângulo já muito difícil, após incursão pela esquerda, quando ficou na cara de Hugo. Aos 6', foi a vez de Chipelo, na marcação de um livre na direita, levar muito perigo à baliza do guardião Rui.
Em desvantagem no marcador e com um início de jogo em que "deu" sempre mais Beira-Mar, o GD Gafanha, a partir do quarto de hora de jogo, começou a aparecer mais um pouco na procura da igualdade. No entanto, só de bola parada criou algum perigo para a baliza de Hugo, como foram os lances, ambos surgidos na sequência de cantos, aos 15' e 22', em que o guardião aveirense viu, no primeiro, a bola ser cabeceada para as suas mãos por um jogador solto ao segundo poste e, no segundo, outro cabeceamento, agora da marca de penalti, rasar o travessão.
O Beira-Mar, passados estes pequenos sustos, voltou a pegar no jogo e teve, até ao final dos primeiros 45 minutos, o seu melhor período, no qual dispôs de oportunidades flagrantes para decidir a partida. Aos 27', numa jogada rápida de contra-ataque, Chipelo falha, à boca da baliza, soberba hipótese de ampliar a vantagem, rematando para fora, com o pé direito, na cara do guarda-redes, uma bola vinda da esquerda, oferecida em "bandeja de prata" por João Valente. Aos 31', foi a vez de Chipelo executar excelente passe, que isolou Paulo Sousa, mas o avançado auri-negro, se pensou bem e "picou" a bola sobre o guardião forasteiro, executou pior e fê-la passar rente ao poste, com alguma falta de sorte, também, à mistura. O mesmo Paulo Sousa, ao primeiro poste, solicitado por cruzamento rasteiro da esquerda de Bruno Filipe, naquela que seria a última grande oportunidade de golo antes do descanso, viria novamente a desperdiçar, aos 34', uma boa ocasião para dar mais algum conforto no marcador à sua equipa.
A segunda parte foi mais pobre e ainda que o Gafanha não desse mostras de poder provocar grande perigo para a baliza de Hugo, mantinha-se a expectativa resultante duma diferença mínima no marcador, que provoca sempre incerteza no resultado final. A partida ia avançando, com mais iniciativa do Beira-Mar, mas sempre com o espectro da possibilidade de, num lance fortuito, tudo poder ir por água abaixo. Não havia, contudo, lances dignos de registo, até que, aos 66', após uma boa iniciativa de Tiago Azevedo, lançado pela direita, o Beira-Mar esteve, mais uma vez, a ponto de resolver o jogo a seu favor. O cruzamento do extremo auri-negro, que ganhou a linha de fundo, é feito para a boca da baliza, onde Renato Silva falha o golpe de cabeça, para Paulo Sousa emendar com o pé, mas atirando para fora. Foi a mais flagrante ocasião de golo de todo o encontro.
Não marcou o Beira-Mar, marcou o Gafanha e pouco tempo depois. Aos 70', na sequência da marcação de um livre assinalado na direita por um árbitro que se mostrou sempre muito "habilidoso" ao longo de todo o encontro, a bola não é prontamente despachada pela defensiva aveirense, sobrando para a entrada da área, onde um jogador "azul" desfere remate rasteiro, muito colocado, que bateu Hugo sem remissão.
O 1-1 não interessava à equipa do Beira-Mar, que num último alarde de forças, partiu ainda em busca da vitória. Esta poderia ter surgido, aos 72', se o árbitro, ou o seu assistente, tivessem visto o guarda-redes forasteiro tirar, de dentro da baliza, uma bola desviada após remate de Paulo Sousa, protagonista de uma boa iniciativa pelo corredor esquerdo. Com a equipa auri-negra balanceada desesperadamente no ataque, a retaguarda, por vezes, ficava mais desguarnecida e disso se poderia ter aproveitado o Gafanha, aos 80', numa jogada de contra-ataque, quando Hugo lhes nega o golo, oferecendo o corpo à bola, rematada pelo já citado avançado Filipe Guedes, que surgia isolado.
Os últimos minutos foram jogados em vantagem numérica pelos aveirenses (expulsão justa do nº 6 da Gafanha, aos 82', por duplo cartão amarelo) e, aos 84', Paulo Sousa remata de longe, ao travessão, naquela que seria a derradeira hipótese de os auri-negros chegarem a uma justa vantagem, que não aconteceu.
António Luís apresentou a seguinte equipa:
Hugo (gr); Leandro (cap), Guilherme, Rui Santos e Bruno Filipe; Francisco (Greno, 56'), Pedro Aparício e Sérgio Chipelo (Renato Silva, 65'); Cassamá, Paulo Sousa e João Valente (Tiago Azevedo, 56').
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Agenda fim-de-semana: FC Porto de visita a Aveiro (juvenis)!
A agenda do próximo fim-de-semana, que marca o arranque dos campeonatos distritais da AF Aveiro de Benjamins (A e B) e Traquinas A, é dominada pelo jogo grande marcado para domingo, no Estádio Mário Duarte, com o Beira-Mar a receber a ilustre visita do líder da série B do campeonato nacional de juvenis, o FC Porto. Também o jogo de juniores, para o campeonato nacional da 2ª divisão, merece nota de destaque, já que um Beira-Mar-Oliveirense é sempre um jogo apetecível, tendo em conta que estarão frente-a-frente dois dos mais prestigiados emblemas do distrito de Aveiro.
A jornada reserva-nos um total de 10 jogos, detalhados no quadro que segue:
Análise prévia da jornada
JUNIORES A: Vinda de 2 derrotas consecutivas, a equipa de sub-19 do SC Beira-Mar necessita urgentemente de um resultado positivo, capaz de a relançar na luta pelos lugares da primeira metade da tabela classificativa. Na série B do campeonato nacional da 2ª divisão, quase todos os jogos são difíceis mas, o do próximo sábado, reserva-nos um adversário particularmente incómodo. Para além da rivalidade regional existente entre Beira-Mar e Oliveirense, a equipa de Oliveira de Azeméis ainda não perdeu nas 4 jornadas já disputadas, tendo averbado uma vitória (Oliveira do Bairro) e um empate (Boavista) nos jogos que disputou na condição de visitante. Esperemos que os pupilos de António Luís aproveitem o efeito "Mário Duarte" para quebrar a invencibilidade dos oliveirenses.
JUNIORES B: Em jornada do campeonato distrital da 1ª divisão, defrontam-se, no relvado secundário do Mário Duarte, duas equipas do fundo da tabela, com o Beira-Mar (10º, 3 pontos) a receber o Gafanha (8º, 4 pontos), podendo uma vitória catapultar qualquer das equipas para posições mais cimeiras. Os anfitriões já foram batidos uma vez no seu reduto, mas o nosso adversário, nos dois jogos que disputou fora de portas, experimentou sempre o sabor amargo da derrota. Oxalá (e acreditamos piamente nisso) esta tendência continue a manter-se.
JUVENIS: A visita do FC Porto a qualquer campo é sempre motivo de notícia e será com dose extra de motivação que a equipa de Aguinaldo Melo receberá, no próximo domingo, os jovens "dragões" sub-17. Sabe-se, à partida, que se enfrentarão duas equipas com grande diferença de potencial, mas este é um jogo que qualquer atleta gosta de disputar, sempre com a secreta esperança de poder vir a fazer história. Num jogo em que o favoritismo vai completamente para os comandantes da série B do campeonato nacional, espera-se dos jovens auri-negros apenas uma resposta condigna face ao esperado poderio azul-e-branco.
INICIADOS A: Numa fase da prova em que 3 equipas se começam a alinhar como os sérios candidatos aos 2 lugares que dão acesso directo à 2ª fase do campeonato nacional (Oliveirense, Beira-Mar e Taboeira), os aveirenses deslocam-se a Lamego, para defrontar o antepenúltimo classificado da série C, com apenas 4 pontos em 6 jornadas já disputadas. Espera-se que o claro favoritismo dos comandados de Alberto Raínho, face à equipa de "O Crasto", se traduza na conquista de mais 3 pontos, face a um adversário que, estando em posição de despromoção, tudo fará para poder amealhar mais algum pontinho que o ponha a salvo da situação aflitiva em que se encontra.
INICIADOS B: O primeiro jogo da presente temporada em que se defrontam as duas equipas da cidade de Aveiro refere-se ao campeonato distrital da 1ª ddivisão de iniciados. Igualados pontualmente na tabela classificativa, Taboeira e Beira-Mar dirimirão argumentos, no próximo domingo, no Campo do Agro, em São João de Loure, numa partida que se antevê equilibrada e de desfecho imprevisível.
INFANTIS A: Depois das duas goleadas impostas pelas nossas equipas sub-13 na jornada inaugural, os auri-negros voltam a ser favoritos aos 3 pontos em disputa, na 2ª jornada. Quer a designada equipa "A" (deslocação a Valongo do Vouga), quer a convencionada equipa "B" (recepção ao Oiã), não deverão ter dificuldades em ultrapassar qualquer um dos seus opositores, que perderam (Valonguense) e empataram (Oiã) no arranque do campeonato.
INFANTIS B: A equipa dos irmãos Teles também é claramente favorita na sua deslocação ao N.E.G.E.. Depois da goleada na jornada inaugural (11-0 ao Estarreja), espera-se nova vitória folgada na Gafanha da Encarnação, frente a um adversário que foi copiosamente batido na jornada de abertura (15-0 na sua visita ao Azurva).
BENJAMINS A: Na jornada de abertura do campeonato distrital de sub-11 (Benjamins A), apenas a equipa "A" do Beira-Mar entrará em acção, uma vez que o sorteio ditou dia de folga para a equipa "B". Os aveirenses deslocam-se ao terreno do Eixense, adversário sempre difícil, que é necessário respeitar, mas que está perfeitamente ao alcance da equipa do Beira-Mar, até por aquilo que se conhece dos resultados globais obtidos na época anterior.
BENJAMINS B: Também o campeonato distrital de Benjamins B terá o seu início no próximo fim-de-semana. Paulo Martins tem, esta época, duas equipas em competição, com a equipa "A" a folgar na 1ª jornada, onde apenas competirá a equipa "B", com a visita ao sempre difícil terreno do Mourisquense, nosso principal rival na época passada, durante a 1ª fase do campeonato distrital de Escolas C. Um bom teste para aquilatar do real valor de ambas as equipas na presente época.
TRAQUINAS A: Embora esteja marcado para o próximo fim-de-semana o início do campeonato distrital de traquinas A (sub-9), a equipa do SC Beira-Mar apenas entrará em competição na 2ª jornada (Oliveira de Azeméis, 16 de Outubro), já que o sorteio ditou a isenção dos auri-negros na jornada inaugural.
A jornada reserva-nos um total de 10 jogos, detalhados no quadro que segue:
Análise prévia da jornada
JUNIORES A: Vinda de 2 derrotas consecutivas, a equipa de sub-19 do SC Beira-Mar necessita urgentemente de um resultado positivo, capaz de a relançar na luta pelos lugares da primeira metade da tabela classificativa. Na série B do campeonato nacional da 2ª divisão, quase todos os jogos são difíceis mas, o do próximo sábado, reserva-nos um adversário particularmente incómodo. Para além da rivalidade regional existente entre Beira-Mar e Oliveirense, a equipa de Oliveira de Azeméis ainda não perdeu nas 4 jornadas já disputadas, tendo averbado uma vitória (Oliveira do Bairro) e um empate (Boavista) nos jogos que disputou na condição de visitante. Esperemos que os pupilos de António Luís aproveitem o efeito "Mário Duarte" para quebrar a invencibilidade dos oliveirenses.
JUNIORES B: Em jornada do campeonato distrital da 1ª divisão, defrontam-se, no relvado secundário do Mário Duarte, duas equipas do fundo da tabela, com o Beira-Mar (10º, 3 pontos) a receber o Gafanha (8º, 4 pontos), podendo uma vitória catapultar qualquer das equipas para posições mais cimeiras. Os anfitriões já foram batidos uma vez no seu reduto, mas o nosso adversário, nos dois jogos que disputou fora de portas, experimentou sempre o sabor amargo da derrota. Oxalá (e acreditamos piamente nisso) esta tendência continue a manter-se.
JUVENIS: A visita do FC Porto a qualquer campo é sempre motivo de notícia e será com dose extra de motivação que a equipa de Aguinaldo Melo receberá, no próximo domingo, os jovens "dragões" sub-17. Sabe-se, à partida, que se enfrentarão duas equipas com grande diferença de potencial, mas este é um jogo que qualquer atleta gosta de disputar, sempre com a secreta esperança de poder vir a fazer história. Num jogo em que o favoritismo vai completamente para os comandantes da série B do campeonato nacional, espera-se dos jovens auri-negros apenas uma resposta condigna face ao esperado poderio azul-e-branco.
INICIADOS A: Numa fase da prova em que 3 equipas se começam a alinhar como os sérios candidatos aos 2 lugares que dão acesso directo à 2ª fase do campeonato nacional (Oliveirense, Beira-Mar e Taboeira), os aveirenses deslocam-se a Lamego, para defrontar o antepenúltimo classificado da série C, com apenas 4 pontos em 6 jornadas já disputadas. Espera-se que o claro favoritismo dos comandados de Alberto Raínho, face à equipa de "O Crasto", se traduza na conquista de mais 3 pontos, face a um adversário que, estando em posição de despromoção, tudo fará para poder amealhar mais algum pontinho que o ponha a salvo da situação aflitiva em que se encontra.
INICIADOS B: O primeiro jogo da presente temporada em que se defrontam as duas equipas da cidade de Aveiro refere-se ao campeonato distrital da 1ª ddivisão de iniciados. Igualados pontualmente na tabela classificativa, Taboeira e Beira-Mar dirimirão argumentos, no próximo domingo, no Campo do Agro, em São João de Loure, numa partida que se antevê equilibrada e de desfecho imprevisível.
INFANTIS A: Depois das duas goleadas impostas pelas nossas equipas sub-13 na jornada inaugural, os auri-negros voltam a ser favoritos aos 3 pontos em disputa, na 2ª jornada. Quer a designada equipa "A" (deslocação a Valongo do Vouga), quer a convencionada equipa "B" (recepção ao Oiã), não deverão ter dificuldades em ultrapassar qualquer um dos seus opositores, que perderam (Valonguense) e empataram (Oiã) no arranque do campeonato.
INFANTIS B: A equipa dos irmãos Teles também é claramente favorita na sua deslocação ao N.E.G.E.. Depois da goleada na jornada inaugural (11-0 ao Estarreja), espera-se nova vitória folgada na Gafanha da Encarnação, frente a um adversário que foi copiosamente batido na jornada de abertura (15-0 na sua visita ao Azurva).
BENJAMINS A: Na jornada de abertura do campeonato distrital de sub-11 (Benjamins A), apenas a equipa "A" do Beira-Mar entrará em acção, uma vez que o sorteio ditou dia de folga para a equipa "B". Os aveirenses deslocam-se ao terreno do Eixense, adversário sempre difícil, que é necessário respeitar, mas que está perfeitamente ao alcance da equipa do Beira-Mar, até por aquilo que se conhece dos resultados globais obtidos na época anterior.
BENJAMINS B: Também o campeonato distrital de Benjamins B terá o seu início no próximo fim-de-semana. Paulo Martins tem, esta época, duas equipas em competição, com a equipa "A" a folgar na 1ª jornada, onde apenas competirá a equipa "B", com a visita ao sempre difícil terreno do Mourisquense, nosso principal rival na época passada, durante a 1ª fase do campeonato distrital de Escolas C. Um bom teste para aquilatar do real valor de ambas as equipas na presente época.
TRAQUINAS A: Embora esteja marcado para o próximo fim-de-semana o início do campeonato distrital de traquinas A (sub-9), a equipa do SC Beira-Mar apenas entrará em competição na 2ª jornada (Oliveira de Azeméis, 16 de Outubro), já que o sorteio ditou a isenção dos auri-negros na jornada inaugural.
terça-feira, 5 de outubro de 2010
JUVENIS: Não "matar" para depois... "morrer"!
SC Beira-Mar, 0 - Leixões SC, 2
(0-0, ao intervalo)
A sorte foi madrasta para os sub-17 do SC Beira-Mar, no jogo que disputaram, hoje de manhã, no Estádio Mário Duarte, frente ao Leixões, com a vitória a sorrir aos matosinhenses por dois golos sem resposta, resultado que, de todo, não corresponde àquilo que se passou dentro das quatro linhas, tendo as melhores situações de golo pertencido aos aveirenses.
Com este resultado, os auri-negros perdem a invencibilidade no seu terreno, sofrem a quarta derrota na prova (a primeira por dois golos de diferença) e descem ao 6º lugar da série B, vendo os adversários da segunda metade da tabela aproximarem-se perigosamente. Tudo isto em vésperas dos jogos com o FC Porto e Padroense.
A primeira parte teve períodos de jogo repartido, mas com o Beira-Mar a tomar a iniciativa e a ter maior ascendente, perante um adversário que se mostrou, desde cedo, ser muito forte e perigoso nas transições ofensivas e ter executantes capazes de causar desequilíbrios no último reduto aveirense. No entanto, na maior parte das vezes, as iniciativas foram neutralizadas pelas boas organizações evidenciadas por ambas as equipas e, para além da perdida escandalosa de Manuel, aos 17', quando, na pequena área, enviou à barra uma bola largada para os seus pés pelo guardião leixonense, após livre de Pité, não se contabilizou mais nenhuma oportunidade flagrante de golo, apenas algumas (poucas) situações de perigo junto das balizas. O primeiro lance de perigo ocorreu aos 4', com Ricardo Tavares (também Manuel e André estavam soltos), nas costas da defesa, a cabecear à vontade, para as mãos do guardião forasteiro, uma bola vinda da direita, na sequência de um livre.
Aos 29', depois da já referida grande oportunidade de golo da primeira parte, foi a vez dos matosinhenses criarem algum perigo para a área aveirense, numa transição rápida pelo flanco direito, com um cruzamento que viria a proporcionar dois remates fortes, que foram devolvidos pela defensiva auri-negra. Até ao intervalo, registo apenas para uma boa jogada de Danny, que colocou a bola na meia-lua, em Pité, que evitou o seu adversário e ficou com o caminho livre para a baliza, optando pelo remate pronto, com o seu pé esquerdo, que levou a direcção do guarda-redes.
Não se pode dizer que o nulo então verificado fosse muito injusto, mas se tivesse que haver uma equipa em vantagem essa só poderia ser a do Beira-Mar.
A segunda parte começou com uma clara intenção dos beiramarenses chegarem à vitória, intensificando o seu domínio de uma forma clara, mas que só viria a mostrar-se aos 49', quando, por duas vezes, os aveirenses estiveram muito perto de se adiantarem no marcador. Primeiro foi Pité, que, na marca do penalti, vê uma bola ressaltar e vir na direcção do seu pé esquerdo, mas o seu remate, livre de oposição e em posição privilegiada, é miraculosamente defendido pelo guarda-redes contrário. Na sequência do lance, a bola é endossada na direita, em Wilson, que, também solto de marcação, faz um cruzamento/remate, que sobrevoa o guarda-redes e vai embater caprichosamente na barra da baliza. Que falta de sorte!
Quem não marca, arrisca-se a sofrer, diz-se todos os dias no mundo do futebol, ou, usando uma linguagem mais bélica, quem poupa o inimigo, às mãos lhe morre. Foi o que aconteceu, dois minutos depois, num contra-ataque típico dos matosinhenses, que vê o seu perigoso avançado nº9 ter a fortuna que faltou aos homens da casa e rematar de fora da área, com a bola a ser desviada por um defesa auri-negro e trair o adiantado Samuel. Que crueldade este 0-1.
Para além do golo ter sido um duro golpe anímico para os rapazes de Aguinaldo Melo, passou-se, a partir desse momento, a jogar contra mais um adversário. Não, não foi o árbitro, mas o anti-jogo dos matreiros jovens do Leixões. Se até então se vinha assistindo a um bom jogo de futebol, com duas boas equipas a lutarem pelos três pontos, a partir do 0-1 pouco mais futebol se viu e o interveniente que passou a ser mais solicitado foi uma figura até então desconhecida, o massagista do Leixões (5 entradas em campo, pelo menos, até ao final do encontro). Foi gritante o uso (e abuso) de artimanhas para queimar tempo, com lesões simuladas a todo o momento pelos jogadores do Leixões, sendo uma ironia o facto de ter sido o Beira-Mar a terminar o jogo com dez unidades, fruto da dureza matosinhense, que deixou Rúben KO. Já não é a primeira vez que afloramos a falta de "fair-play" que verificamos nos jogos disputados por jovens que estão numa fase importante da sua formação e que deveriam ser educados e incentivados a jogarem o jogo pelo jogo, sem subterfúgios e com respeito pelo adversário. Alguma coisa as entidades que superintendem o nosso futebol têm de fazer, sob pena deste jogo magnífico se vir a transformar, à medida que os interesses aumentam, numa verdadeira guerra.
Contra tudo isto continuaram a lutar os briosos jogadores do Beira-Mar, alguns deles a baterem-se até às lágrimas por outro resultado que mereciam e que tudo fizeram por obter. E o empate, pelo menos, esteve quase a acontecer, em mais duas situações de flagrantes oportunidades de golo. Primeiro, aos 64', no seguimento de uma excelente jogada dos auri-negros pelo flanco direito, com Ricardo Tavares a tirar um bom centro, que apanhou Rafa no meio da área, solto de marcação, mas o cabeceamento do médio aveirense foi desviado superiormente para canto, com a ponta dos dedos, pelo guardião matosinhense. Depois, aos 70', Pité é chamado à marcação de um livre, perto e no enfiamento da grande área, junto da linha de fundo (um canto muito mais curto), colocando a bola ao segundo poste, onde uma entrada de cabeça de Miguel (com Henrique e Tavares também por perto), proporciona mais uma defesa do outro mundo (teve, de certeza, ajuda do Senhor de Matosinhos) do guardião do Leixões.
Foi o último suspiro dos auri-negros que, aos 78', viriam a ser ainda mais severamente castigados com a obtenção do segundo golo da equipa visitante, fruto de um pontapé de ressalto após marcação de um canto. Este injusto 0-2 poderia, aliás, ter chegado antes, aos 73', quando, numa fase em que o Beira-Mar arriscava tudo para chegar ao empate, viu um jogador leixonense, em jogada de contra-ataque, surgir frente a Samuel, que, com uma boa defesa, viria a adiar o resultado definitivo.
Sabemos que em futebol não há vitórias morais, mas os nossos jogadores, hoje, não mereciam tamanha injustiça, lutando sempre pela vitória, resultado que sabiam ser muito importante para as aspirações da equipa e que mereciam ter alcançado. A sorte que hoje os desacompanhou há-de chegar em jogos futuros. Vamos lá campeões!
Sob uma boa arbitragem do Sr Ivo Rocha, da AF Coimbra (os 5 minutos de compensação dados são, efectivamente, muito pouco para o tempo perdido, mas não há nenhum árbitro que dê muito mais), o professor Aguinaldo Melo apresentou:
Samuel (gr); Rúben Marques, Manuel, Miguel e Iuri (Henrique, 53'); André Silva (cap), Rafa, Pité e Wilson (Diogo Carvalho, 62'); Ricardo Tavares e Danny (Tiago Gomes, 77').
Suplentes não utilizados: Hugo (gr), Pedro Aparício, João Meireles e João Valente.
(0-0, ao intervalo)
A sorte foi madrasta para os sub-17 do SC Beira-Mar, no jogo que disputaram, hoje de manhã, no Estádio Mário Duarte, frente ao Leixões, com a vitória a sorrir aos matosinhenses por dois golos sem resposta, resultado que, de todo, não corresponde àquilo que se passou dentro das quatro linhas, tendo as melhores situações de golo pertencido aos aveirenses.
Com este resultado, os auri-negros perdem a invencibilidade no seu terreno, sofrem a quarta derrota na prova (a primeira por dois golos de diferença) e descem ao 6º lugar da série B, vendo os adversários da segunda metade da tabela aproximarem-se perigosamente. Tudo isto em vésperas dos jogos com o FC Porto e Padroense.
A primeira parte teve períodos de jogo repartido, mas com o Beira-Mar a tomar a iniciativa e a ter maior ascendente, perante um adversário que se mostrou, desde cedo, ser muito forte e perigoso nas transições ofensivas e ter executantes capazes de causar desequilíbrios no último reduto aveirense. No entanto, na maior parte das vezes, as iniciativas foram neutralizadas pelas boas organizações evidenciadas por ambas as equipas e, para além da perdida escandalosa de Manuel, aos 17', quando, na pequena área, enviou à barra uma bola largada para os seus pés pelo guardião leixonense, após livre de Pité, não se contabilizou mais nenhuma oportunidade flagrante de golo, apenas algumas (poucas) situações de perigo junto das balizas. O primeiro lance de perigo ocorreu aos 4', com Ricardo Tavares (também Manuel e André estavam soltos), nas costas da defesa, a cabecear à vontade, para as mãos do guardião forasteiro, uma bola vinda da direita, na sequência de um livre.
Aos 29', depois da já referida grande oportunidade de golo da primeira parte, foi a vez dos matosinhenses criarem algum perigo para a área aveirense, numa transição rápida pelo flanco direito, com um cruzamento que viria a proporcionar dois remates fortes, que foram devolvidos pela defensiva auri-negra. Até ao intervalo, registo apenas para uma boa jogada de Danny, que colocou a bola na meia-lua, em Pité, que evitou o seu adversário e ficou com o caminho livre para a baliza, optando pelo remate pronto, com o seu pé esquerdo, que levou a direcção do guarda-redes.
Não se pode dizer que o nulo então verificado fosse muito injusto, mas se tivesse que haver uma equipa em vantagem essa só poderia ser a do Beira-Mar.
A segunda parte começou com uma clara intenção dos beiramarenses chegarem à vitória, intensificando o seu domínio de uma forma clara, mas que só viria a mostrar-se aos 49', quando, por duas vezes, os aveirenses estiveram muito perto de se adiantarem no marcador. Primeiro foi Pité, que, na marca do penalti, vê uma bola ressaltar e vir na direcção do seu pé esquerdo, mas o seu remate, livre de oposição e em posição privilegiada, é miraculosamente defendido pelo guarda-redes contrário. Na sequência do lance, a bola é endossada na direita, em Wilson, que, também solto de marcação, faz um cruzamento/remate, que sobrevoa o guarda-redes e vai embater caprichosamente na barra da baliza. Que falta de sorte!
Quem não marca, arrisca-se a sofrer, diz-se todos os dias no mundo do futebol, ou, usando uma linguagem mais bélica, quem poupa o inimigo, às mãos lhe morre. Foi o que aconteceu, dois minutos depois, num contra-ataque típico dos matosinhenses, que vê o seu perigoso avançado nº9 ter a fortuna que faltou aos homens da casa e rematar de fora da área, com a bola a ser desviada por um defesa auri-negro e trair o adiantado Samuel. Que crueldade este 0-1.
Para além do golo ter sido um duro golpe anímico para os rapazes de Aguinaldo Melo, passou-se, a partir desse momento, a jogar contra mais um adversário. Não, não foi o árbitro, mas o anti-jogo dos matreiros jovens do Leixões. Se até então se vinha assistindo a um bom jogo de futebol, com duas boas equipas a lutarem pelos três pontos, a partir do 0-1 pouco mais futebol se viu e o interveniente que passou a ser mais solicitado foi uma figura até então desconhecida, o massagista do Leixões (5 entradas em campo, pelo menos, até ao final do encontro). Foi gritante o uso (e abuso) de artimanhas para queimar tempo, com lesões simuladas a todo o momento pelos jogadores do Leixões, sendo uma ironia o facto de ter sido o Beira-Mar a terminar o jogo com dez unidades, fruto da dureza matosinhense, que deixou Rúben KO. Já não é a primeira vez que afloramos a falta de "fair-play" que verificamos nos jogos disputados por jovens que estão numa fase importante da sua formação e que deveriam ser educados e incentivados a jogarem o jogo pelo jogo, sem subterfúgios e com respeito pelo adversário. Alguma coisa as entidades que superintendem o nosso futebol têm de fazer, sob pena deste jogo magnífico se vir a transformar, à medida que os interesses aumentam, numa verdadeira guerra.
Contra tudo isto continuaram a lutar os briosos jogadores do Beira-Mar, alguns deles a baterem-se até às lágrimas por outro resultado que mereciam e que tudo fizeram por obter. E o empate, pelo menos, esteve quase a acontecer, em mais duas situações de flagrantes oportunidades de golo. Primeiro, aos 64', no seguimento de uma excelente jogada dos auri-negros pelo flanco direito, com Ricardo Tavares a tirar um bom centro, que apanhou Rafa no meio da área, solto de marcação, mas o cabeceamento do médio aveirense foi desviado superiormente para canto, com a ponta dos dedos, pelo guardião matosinhense. Depois, aos 70', Pité é chamado à marcação de um livre, perto e no enfiamento da grande área, junto da linha de fundo (um canto muito mais curto), colocando a bola ao segundo poste, onde uma entrada de cabeça de Miguel (com Henrique e Tavares também por perto), proporciona mais uma defesa do outro mundo (teve, de certeza, ajuda do Senhor de Matosinhos) do guardião do Leixões.
Foi o último suspiro dos auri-negros que, aos 78', viriam a ser ainda mais severamente castigados com a obtenção do segundo golo da equipa visitante, fruto de um pontapé de ressalto após marcação de um canto. Este injusto 0-2 poderia, aliás, ter chegado antes, aos 73', quando, numa fase em que o Beira-Mar arriscava tudo para chegar ao empate, viu um jogador leixonense, em jogada de contra-ataque, surgir frente a Samuel, que, com uma boa defesa, viria a adiar o resultado definitivo.
Sabemos que em futebol não há vitórias morais, mas os nossos jogadores, hoje, não mereciam tamanha injustiça, lutando sempre pela vitória, resultado que sabiam ser muito importante para as aspirações da equipa e que mereciam ter alcançado. A sorte que hoje os desacompanhou há-de chegar em jogos futuros. Vamos lá campeões!
Sob uma boa arbitragem do Sr Ivo Rocha, da AF Coimbra (os 5 minutos de compensação dados são, efectivamente, muito pouco para o tempo perdido, mas não há nenhum árbitro que dê muito mais), o professor Aguinaldo Melo apresentou:
Samuel (gr); Rúben Marques, Manuel, Miguel e Iuri (Henrique, 53'); André Silva (cap), Rafa, Pité e Wilson (Diogo Carvalho, 62'); Ricardo Tavares e Danny (Tiago Gomes, 77').
Suplentes não utilizados: Hugo (gr), Pedro Aparício, João Meireles e João Valente.
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
TRAQUINAS A: Estreia com a Oliveirense
O Campeonato Distrital de Traquinas A, este ano disputado por 49 equipas, distribuídas por 7 séries, tem início no próximo dia 9 de Outubro. Destas equipas, apenas 10 transitarão na fase seguinte para a “Série dos Primeiros”; as restantes irão disputar a “Série dos Últimos”, sendo redistribuídas por várias séries. O critério de apuramento será o seguinte:
1. Os primeiros classificados de cada série (7 equipas).
2. Os três segundos classificados com melhor coeficiente (pontos/jogos).
A prova iniciará em 9 de Outubro.
O sorteio ditou que SC Beira-Mar jogue na Série E, juntamente com o Gafanha, Taboeira, Mini-Foot (Taboeira), Estarreja, Cucujães e Oliveirense.
Na primeira jornada, a formação treinada por Daniel Esteves e Luis Malta folga, estreando-se uma semana mais tarde, em Oliveira de Azeméis, frente à Oliveirense.
Entretanto, a jovem equipa auri-negra realizou em Estarreja um jogo-treino com a equipa local, a quem venceu por 2-0, com golos de Martim e Pedro Marques já na segunda parte. Veja no Beira-Mar 2002, de onde foi retirada a foto publicada, todos os detalhes da partida.
1. Os primeiros classificados de cada série (7 equipas).
2. Os três segundos classificados com melhor coeficiente (pontos/jogos).
A prova iniciará em 9 de Outubro.
O sorteio ditou que SC Beira-Mar jogue na Série E, juntamente com o Gafanha, Taboeira, Mini-Foot (Taboeira), Estarreja, Cucujães e Oliveirense.
Na primeira jornada, a formação treinada por Daniel Esteves e Luis Malta folga, estreando-se uma semana mais tarde, em Oliveira de Azeméis, frente à Oliveirense.
Entretanto, a jovem equipa auri-negra realizou em Estarreja um jogo-treino com a equipa local, a quem venceu por 2-0, com golos de Martim e Pedro Marques já na segunda parte. Veja no Beira-Mar 2002, de onde foi retirada a foto publicada, todos os detalhes da partida.
domingo, 3 de outubro de 2010
Balanço da jornada: Infantis goleadores
Sortes distintas para as nossas equipas nesta última jornada, com o futebol de sete a apresentar um saldo cem por cento vitorioso, resultado das 3 vitórias (todas com goleadas) nos 3 jogos disputados pelas equipas de infantis (A e B). Já no futebol de 11 o saldo foi francamente negativo, com a equipa de iniciados A a salvar a honra da casa, vencendo categoricamente o Núcleo da Guarda, por 5-0, em jogo do campeonato nacional. Quanto ao resto, averbaram-se 4 derrotas (iniciados B, juvenis e juniores - A e B) o que faz esperar que melhores dias estejam para chegar.
Confira o quadro completo de resultados do fim-de-semana:
COMENTÁRIO
JUNIORES: Passam por uma fase menos boa de resultados as nossas equipas de juniores, com ambas as formações a averbarem, nesta jornada, a segunda derrota consecutiva. Para o campeonato nacional, a equipa de António Luís, apesar do bom jogo realizado em São João da Madeira, não evitou a derrota por 3-1 frente à Sanjoanense e caiu para a segunda metade da tabela classificativa.
No campeonato distrital, a deslocação a Cucujães saldou-se por pesada derrota (4-0), que atirou os aveirenses para o último lugar da classificação, ainda que a diferença para o 3º classificado seja apenas de 3 pontos!
JUVENIS: Também os pupilos de Aguinaldo Melo não foram felizes na sua deslocação à Feira e acabaram derrotados, mais uma vez, pela diferença mínima (1-0). Segue-se, na próxima 3ª feira, a recepção ao Leixões, um jogo difícil mas que todos esperam para poder rectificar este desaire.
INICIADOS: Excelente resultado (goleada por 5-0) e excelente exibição marcaram o regresso dos comandados de Alberto Raínho às vitórias no campeonato nacional, após um empate algo inesperado, cedido em Repeses, na penúltima jornada e que fez a Oliveirense adiantar-se no primeiro lugar da classificação da série C.
Para o campeonato distrital, a equipa de Edmundo Ferreira foi batida na recepção ao Avanca (1-2), resultado que marca a primeira derrota caseira e faz os auri-negros descerem mais um lugar na tabela classificativa.
INFANTIS: Mostraram uma enorme apetência pelo golo todas as nossas 3 equipas de infantis, que neste fim-de-semana iniciaram a sua participação nos respectivos campeonatos distritais.
Em infantis A, enquanto a equipa "A" recebia e batia copiosamente o Eixense, por 18-0, a equipa "B" deslocava-se à Vista Alegre, onde foi ainda mais produtiva, averbando uma robusta vitória por 0-21.
No escalão sub-12, a nossa equipa iniciava a sua época oficial, recebendo o Estarreja, e registou a sua primeira vitória por esclarecedores 11-0.
Confira o quadro completo de resultados do fim-de-semana:
COMENTÁRIO
JUNIORES: Passam por uma fase menos boa de resultados as nossas equipas de juniores, com ambas as formações a averbarem, nesta jornada, a segunda derrota consecutiva. Para o campeonato nacional, a equipa de António Luís, apesar do bom jogo realizado em São João da Madeira, não evitou a derrota por 3-1 frente à Sanjoanense e caiu para a segunda metade da tabela classificativa.
No campeonato distrital, a deslocação a Cucujães saldou-se por pesada derrota (4-0), que atirou os aveirenses para o último lugar da classificação, ainda que a diferença para o 3º classificado seja apenas de 3 pontos!
JUVENIS: Também os pupilos de Aguinaldo Melo não foram felizes na sua deslocação à Feira e acabaram derrotados, mais uma vez, pela diferença mínima (1-0). Segue-se, na próxima 3ª feira, a recepção ao Leixões, um jogo difícil mas que todos esperam para poder rectificar este desaire.
INICIADOS: Excelente resultado (goleada por 5-0) e excelente exibição marcaram o regresso dos comandados de Alberto Raínho às vitórias no campeonato nacional, após um empate algo inesperado, cedido em Repeses, na penúltima jornada e que fez a Oliveirense adiantar-se no primeiro lugar da classificação da série C.
Para o campeonato distrital, a equipa de Edmundo Ferreira foi batida na recepção ao Avanca (1-2), resultado que marca a primeira derrota caseira e faz os auri-negros descerem mais um lugar na tabela classificativa.
INFANTIS: Mostraram uma enorme apetência pelo golo todas as nossas 3 equipas de infantis, que neste fim-de-semana iniciaram a sua participação nos respectivos campeonatos distritais.
Em infantis A, enquanto a equipa "A" recebia e batia copiosamente o Eixense, por 18-0, a equipa "B" deslocava-se à Vista Alegre, onde foi ainda mais produtiva, averbando uma robusta vitória por 0-21.
No escalão sub-12, a nossa equipa iniciava a sua época oficial, recebendo o Estarreja, e registou a sua primeira vitória por esclarecedores 11-0.
INICIADOS A: Goleada à chuva
SC Beira-Mar, 5 - NDS Guarda, 0
(2-0, ao intervalo)
Num jogo marcado pelas severas condições atmosféricas que se abateram um pouco por todo o país e, sem excepção, também sobre a cidade de Aveiro, a equipa de iniciados do SC Beira-Mar goleou esta manhã, no Estádio Mário Duarte, o Núcleo da Guarda, dando a melhor resposta ao empate cedido na última jornada em Repeses e aos primeiros pontos perdidos no campeonato nacional. Apesar da inclemente chuva que caiu, soprada a vento, praticamente durante todo o encontro, a equipa de Alberto Raínho realizou um bom jogo de futebol, sobretudo na segunda parte, alardeando uma superioridade por demais evidente sobre um adversário que ainda tentou ripostar, a espaços, durante o primeiro tempo, mas que foi inexistente, em termos atacantes, no período complementar. A boa exibição beiramarense foi coroada com a obtenção de 5 golos, ficando a equipa auri-negra a dever outros tantos (pelo menos) a si mesma.
O jogo não podia ter começado melhor para a nossa equipa, que, ainda não se tinha esgotado o primeiro minuto de jogo, já vencia por 1-0, fruto do oportuno golo apontado por Bruno Ribeiro, que aproveitou, livre de marcação, uma bola que sobrou para o lado direito, aplicando remate pronto e forte, que colocou o esférico no fundo das redes visitantes.
Apesar da grande quantidade de água caída, o relvado do Mário Duarte permitia, de um modo geral e com excepção de zonas pontuais, a circulação da bola e desse facto se aproveitou a equipa de Alberto Raínho para desenvolver o seu jogo. A iniciativa pertencia-lhes, o domínio da posse de bola também e, aos 7', uma boa jogada de Aurélio pela esquerda, com passe atrasado da linha de fundo, quase proporcionava a João Miguel a obtenção do segundo golo, mas o remate saiu rente ao poste. O maior ascendente aveirense daria os seus frutos aos 14', com a obtenção do 2-0. O golo tem origem numa excelente abertura de Hugo Custódio, solicitando a penetração de Aurélio, na esquerda, donde centrou de pronto para a entrada vitoriosa de cabeça de João Miguel, à boca da baliza, finalizando da melhor maneira uma jogada vistosamente desenhada.
Com uma vantagem mais confortável no marcador e embora sem nunca deixar de ter o controlo da partida, a equipa de Alberto Raínho relaxou ligeiramente e caiu de produção atacante, disso se aproveitando o Núcleo para ameaçar timidamente com algumas jogadas de ataque, sobretudo pelo lado direito, mas que nunca tiveram consequências para a baliza do tranquilo Canha.
Só aos 31' Hugo Custódio volta a dar novo abanão no jogo, numa iniciativa individual desde o meio-campo, evitando vários adversários que lhe surgiram ao caminho, para acabar por ver o seu remate desviado pelo último defensor egitaniense, quando já muitos aguardavam pelo desfecho vitorioso.
Na segunda parte acentuou-se ainda mais o domínio dos da casa (Canha foi um mero espectador nos segundos 35 minutos) e a qualidade do jogo, que não fora má no primeiro tempo, subiu também uns degraus. Logo no primeiro minuto, Aurélio, depois de fazer uma pequena "maldade" ao seu marcador, passando-lhe a bola por cima da cabeça, remata de pronto, sem a deixar cair, mas esta sai ligeiramente ao lado. Este lance foi o mote para uma exibição de grande nível do Beira-Mar no segundo tempo e, na jogada imediatamente seguinte, Sousa, numa insistência em que ganha dois ressaltos, remata cruzado para o 3-0.
Esta entrada fulgurante do Beira-Mar, à semelhança do que fizera na etapa inicial, teve continuidade aos 40', numa bonita jogada de Tiago Ramalho pela direita, donde cruzou para o segundo poste, para o oportuno corte da defesa egitaniense, que impediu a finalização do bem posicionado Aurélio. Aos 44', um cruzamento de Sousa, do lado direito, volta a fazer perigar as redes da baliza visitante, com o guardião forasteiro a ser obrigado a intervenção de recurso para evitar mais um golo.
O jogo era de sentido único, o caudal ofensivo dos aveirenses impressionante e os lances de perigo sucediam-se, uns atrás dos outros. Aos 46', Tiago Ramalho protagoniza mais uma boa iniciativa pela direita, mas o seu cruzamento tenso não acaba em golo, porque João Miguel, na cara do guarda-redes, não dá a melhor direcção ao seu golpe de cabeça. Aos 47', Hugo Custódio falha, incrivelmente (acontece aos melhores), um golo de baliza aberta, que lhe foi oferecido em "bandeja de prata" por Sousa, após mais uma belíssima jogada de ataque do Beira-Mar pelo seu corredor direito. Aos 48' (tantas vezes o cântaro vai à fonte...), finalmente, a avalanche atacante dos auri-negros culminou em novo golo. O 4-0 tem origem na marcação de um pontapé de canto, aproveitando Fábio a confusão gerada para se limitar a confirmar o tento com um pequeno toque sobre a linha de golo.
Aos 52', mais uma boa abertura de Tiago Ramalho, para a direita, coloca o recém-entrado Rui em excelente posição para chegar ao golo na primeira vez que toca na bola, mas o remate cruzado do pequeno (em estatura, mas grande em coração) auri-negro é superiormente defendido pelo guarda-redes da equipa que veio da cidade mais alta de Portugal. Adivinhavam-se mais golos e, aos 59', esse momento esteve quase a acontecer, na sequência de uma boa jogada de Bruno Reis (entrado ao intervalo realizou uma agradável exibição e foi responsável, a par de Sousa, pelo autêntico perigo que se tornou o corredor direito do ataque do Beira-Mar), que fez o centro para a finalização fácil, mas incrivelmente falhada, primeiro por Rui e, depois, por Aurélio.
Entretanto, na baliza do Beira-Mar, Canha fazia exercícios para não arrefecer e observava como, aos 62', uma excelente jogada de ataque da sua equipa, com constantes trocas de bola entre vários jogadores, terminava com um bom cruzamento de Bruno Reis para uma cabeça oportuna de Sérgio, que fez a bola passar por cima da barra. Era o prenúncio do 5-0, que surgiu no minuto seguinte, na sequência de mais uma bela jogada iniciada em Tiago Ramalho, que, com um passe rasgado, colocou a bola em Aurélio, sobre o lado direito, donde partiu o centro, de primeira, a solicitar a entrada fulgurante de Sérgio, na zona do ponta-de-lança, a finalizar com o pé.
Até final, registo ainda para mais dois lances que teve Rui como interveniente e que lhe poderiam ter dado a obtenção de mais um golo. Primeiro, aos 66', numa boa jogada pela esquerda, que o levou a ficar em cima da linha de fundo, sem ângulo para fazer melhor do que colocar a bola na boca da baliza, donde foi tirada pela defesa contrária. Depois, aos 70', após uma boa jogada de combinação entre Aurélio e Bruno Reis (sempre ele), com o defesa-direito auri-negro a centrar para o remate de Rui, defendido com muita dificuldade pelo guardião do Núcleo.
O jogo chegava ao fim com um balanço francamente positivo para a equipa aveirense, boa exibição, vitória justíssima, muitos golos e, tudo isto, apesar do temporal.
Sob a arbitragem sem problemas do Sr Pedro Nascimento, da AF Coimbra, a equipa do SC Beira-Mar apresentou-se com:
Canha (gr); Sousa, Ricardo Pinto (Ricardo Esteves, int), Fábio (cap) e Filipe Melo; Nuno Abreu, Tiago Ramalho e Hugo Custódio (Sérgio, 55'); Bruno Ribeiro (Bruno Reis, int); João Miguel (Rui, 50') e Aurélio.
Suplentes não utilizados: Rafa (gr), Miguel e Steven.
(2-0, ao intervalo)
Num jogo marcado pelas severas condições atmosféricas que se abateram um pouco por todo o país e, sem excepção, também sobre a cidade de Aveiro, a equipa de iniciados do SC Beira-Mar goleou esta manhã, no Estádio Mário Duarte, o Núcleo da Guarda, dando a melhor resposta ao empate cedido na última jornada em Repeses e aos primeiros pontos perdidos no campeonato nacional. Apesar da inclemente chuva que caiu, soprada a vento, praticamente durante todo o encontro, a equipa de Alberto Raínho realizou um bom jogo de futebol, sobretudo na segunda parte, alardeando uma superioridade por demais evidente sobre um adversário que ainda tentou ripostar, a espaços, durante o primeiro tempo, mas que foi inexistente, em termos atacantes, no período complementar. A boa exibição beiramarense foi coroada com a obtenção de 5 golos, ficando a equipa auri-negra a dever outros tantos (pelo menos) a si mesma.
O jogo não podia ter começado melhor para a nossa equipa, que, ainda não se tinha esgotado o primeiro minuto de jogo, já vencia por 1-0, fruto do oportuno golo apontado por Bruno Ribeiro, que aproveitou, livre de marcação, uma bola que sobrou para o lado direito, aplicando remate pronto e forte, que colocou o esférico no fundo das redes visitantes.
Apesar da grande quantidade de água caída, o relvado do Mário Duarte permitia, de um modo geral e com excepção de zonas pontuais, a circulação da bola e desse facto se aproveitou a equipa de Alberto Raínho para desenvolver o seu jogo. A iniciativa pertencia-lhes, o domínio da posse de bola também e, aos 7', uma boa jogada de Aurélio pela esquerda, com passe atrasado da linha de fundo, quase proporcionava a João Miguel a obtenção do segundo golo, mas o remate saiu rente ao poste. O maior ascendente aveirense daria os seus frutos aos 14', com a obtenção do 2-0. O golo tem origem numa excelente abertura de Hugo Custódio, solicitando a penetração de Aurélio, na esquerda, donde centrou de pronto para a entrada vitoriosa de cabeça de João Miguel, à boca da baliza, finalizando da melhor maneira uma jogada vistosamente desenhada.
Com uma vantagem mais confortável no marcador e embora sem nunca deixar de ter o controlo da partida, a equipa de Alberto Raínho relaxou ligeiramente e caiu de produção atacante, disso se aproveitando o Núcleo para ameaçar timidamente com algumas jogadas de ataque, sobretudo pelo lado direito, mas que nunca tiveram consequências para a baliza do tranquilo Canha.
Só aos 31' Hugo Custódio volta a dar novo abanão no jogo, numa iniciativa individual desde o meio-campo, evitando vários adversários que lhe surgiram ao caminho, para acabar por ver o seu remate desviado pelo último defensor egitaniense, quando já muitos aguardavam pelo desfecho vitorioso.
Na segunda parte acentuou-se ainda mais o domínio dos da casa (Canha foi um mero espectador nos segundos 35 minutos) e a qualidade do jogo, que não fora má no primeiro tempo, subiu também uns degraus. Logo no primeiro minuto, Aurélio, depois de fazer uma pequena "maldade" ao seu marcador, passando-lhe a bola por cima da cabeça, remata de pronto, sem a deixar cair, mas esta sai ligeiramente ao lado. Este lance foi o mote para uma exibição de grande nível do Beira-Mar no segundo tempo e, na jogada imediatamente seguinte, Sousa, numa insistência em que ganha dois ressaltos, remata cruzado para o 3-0.
Esta entrada fulgurante do Beira-Mar, à semelhança do que fizera na etapa inicial, teve continuidade aos 40', numa bonita jogada de Tiago Ramalho pela direita, donde cruzou para o segundo poste, para o oportuno corte da defesa egitaniense, que impediu a finalização do bem posicionado Aurélio. Aos 44', um cruzamento de Sousa, do lado direito, volta a fazer perigar as redes da baliza visitante, com o guardião forasteiro a ser obrigado a intervenção de recurso para evitar mais um golo.
O jogo era de sentido único, o caudal ofensivo dos aveirenses impressionante e os lances de perigo sucediam-se, uns atrás dos outros. Aos 46', Tiago Ramalho protagoniza mais uma boa iniciativa pela direita, mas o seu cruzamento tenso não acaba em golo, porque João Miguel, na cara do guarda-redes, não dá a melhor direcção ao seu golpe de cabeça. Aos 47', Hugo Custódio falha, incrivelmente (acontece aos melhores), um golo de baliza aberta, que lhe foi oferecido em "bandeja de prata" por Sousa, após mais uma belíssima jogada de ataque do Beira-Mar pelo seu corredor direito. Aos 48' (tantas vezes o cântaro vai à fonte...), finalmente, a avalanche atacante dos auri-negros culminou em novo golo. O 4-0 tem origem na marcação de um pontapé de canto, aproveitando Fábio a confusão gerada para se limitar a confirmar o tento com um pequeno toque sobre a linha de golo.
Aos 52', mais uma boa abertura de Tiago Ramalho, para a direita, coloca o recém-entrado Rui em excelente posição para chegar ao golo na primeira vez que toca na bola, mas o remate cruzado do pequeno (em estatura, mas grande em coração) auri-negro é superiormente defendido pelo guarda-redes da equipa que veio da cidade mais alta de Portugal. Adivinhavam-se mais golos e, aos 59', esse momento esteve quase a acontecer, na sequência de uma boa jogada de Bruno Reis (entrado ao intervalo realizou uma agradável exibição e foi responsável, a par de Sousa, pelo autêntico perigo que se tornou o corredor direito do ataque do Beira-Mar), que fez o centro para a finalização fácil, mas incrivelmente falhada, primeiro por Rui e, depois, por Aurélio.
Entretanto, na baliza do Beira-Mar, Canha fazia exercícios para não arrefecer e observava como, aos 62', uma excelente jogada de ataque da sua equipa, com constantes trocas de bola entre vários jogadores, terminava com um bom cruzamento de Bruno Reis para uma cabeça oportuna de Sérgio, que fez a bola passar por cima da barra. Era o prenúncio do 5-0, que surgiu no minuto seguinte, na sequência de mais uma bela jogada iniciada em Tiago Ramalho, que, com um passe rasgado, colocou a bola em Aurélio, sobre o lado direito, donde partiu o centro, de primeira, a solicitar a entrada fulgurante de Sérgio, na zona do ponta-de-lança, a finalizar com o pé.
Até final, registo ainda para mais dois lances que teve Rui como interveniente e que lhe poderiam ter dado a obtenção de mais um golo. Primeiro, aos 66', numa boa jogada pela esquerda, que o levou a ficar em cima da linha de fundo, sem ângulo para fazer melhor do que colocar a bola na boca da baliza, donde foi tirada pela defesa contrária. Depois, aos 70', após uma boa jogada de combinação entre Aurélio e Bruno Reis (sempre ele), com o defesa-direito auri-negro a centrar para o remate de Rui, defendido com muita dificuldade pelo guardião do Núcleo.
O jogo chegava ao fim com um balanço francamente positivo para a equipa aveirense, boa exibição, vitória justíssima, muitos golos e, tudo isto, apesar do temporal.
Sob a arbitragem sem problemas do Sr Pedro Nascimento, da AF Coimbra, a equipa do SC Beira-Mar apresentou-se com:
Canha (gr); Sousa, Ricardo Pinto (Ricardo Esteves, int), Fábio (cap) e Filipe Melo; Nuno Abreu, Tiago Ramalho e Hugo Custódio (Sérgio, 55'); Bruno Ribeiro (Bruno Reis, int); João Miguel (Rui, 50') e Aurélio.
Suplentes não utilizados: Rafa (gr), Miguel e Steven.
INFANTIS B: Vitória robusta na abertura do campeonato
SC Beira-Mar, 11 - CD Estarreja, 0
(4-0, ao intervalo)
A equipa de Infantis B (sub-12) do SC Beira-Mar obteve uma excelente vitória na jornada inaugural do campeonato distrital, por números que não deixam qualquer dúvida em relação à justiça do marcador, embora existam ainda alguns aspectos a corrigir no jogo colectivo… que certamente serão melhorados com o decorrer da época!
Estreia na equipa de 2 novos jogadores: Fábio (ex-Eixense) - 4 golos e Kikas (ex-Adrep) - 3 golos, a quem desejamos as maiores felicidades e êxitos ao serviço do S.C. Beira-Mar - sejam muito bem-vindos!
Jogo no campo do Seminário, onde participaram, na equipa do SC Beira-Mar, por ordem numérica, os seguintes jogadores: 1- Marcelo; 2-Daniel; 4-Adriano; 6-Diogo; 7-J. Claro; 9-João Bernardo; 11-Peralta; 12-Bruno; 15-Pina; 16-Kikas, 17-Júnior e 20-Fábio.
Os misters António Luís (que substituiu o Pedro Teles neste jogo) e João Teles, apresentaram de início:
Marcelo (GR), Adriano, J. Claro (cap.), João Bernardo, Peralta, Júnior e Fábio.
Jogaram ainda na 1ª parte: Daniel, Diogo, Pina e Kikas.
Com um bom início de partida, a equipa chegou rapidamente à vantagem de 2 golos, com Fábio a abrir o marcador, aos 3’, e João Bernardo, aos 6’, a elevar para 2-0, o que permitiu aos nossos jogadores largar o nervoso “miudinho” do primeiro jogo, embalando para uma exibição bem conseguida, sem ser brilhante.
A superioridade da nossa equipa nunca esteve em causa durante toda a 1ª parte, embora alguns pormenores defensivos tenham dado a possibilidade ao Estarreja de reduzir a vantagem. Contudo, chegámos ao intervalo com o score de 4-0, com mais 2 golos a surgirem aos 12’, por Fábio e aos 29’, por Kikas.
Na 2ª parte, iniciaram a partida:
Bruno (GR), Daniel, Adriano, Diogo, Pina, Júnior e Kikas.
Entraram ainda na 2ª parte: João Bernardo, Fábio, Peralta e J. Claro.
No segundo tempo, a nossa equipa voltou a entrar bem em campo, continuando, a espaços, com jogadas de bom entendimento colectivo, que quase sempre levavam o perigo à baliza da equipa de Estarreja, pelo que foi natural o avolumar do marcador até ao resultado final duns merecidos 11-0!
O evoluir do marcador na 2ª parte, onde foram marcados 7 golos, foi o seguinte: Kikas (2’ e 9’), Fábio (7’ e 22’), Diogo (3’), João Bernardo (17’) e J. Claro (29’).
A equipa, ao longo da partida, teve algumas desatenções defensivas e ofensivas, que podem custar “caro” contra outros adversários, mas, no geral, e para primeiro jogo oficial, fica o prenúncio de uma boa época…!
(4-0, ao intervalo)
A equipa de Infantis B (sub-12) do SC Beira-Mar obteve uma excelente vitória na jornada inaugural do campeonato distrital, por números que não deixam qualquer dúvida em relação à justiça do marcador, embora existam ainda alguns aspectos a corrigir no jogo colectivo… que certamente serão melhorados com o decorrer da época!
Estreia na equipa de 2 novos jogadores: Fábio (ex-Eixense) - 4 golos e Kikas (ex-Adrep) - 3 golos, a quem desejamos as maiores felicidades e êxitos ao serviço do S.C. Beira-Mar - sejam muito bem-vindos!
Jogo no campo do Seminário, onde participaram, na equipa do SC Beira-Mar, por ordem numérica, os seguintes jogadores: 1- Marcelo; 2-Daniel; 4-Adriano; 6-Diogo; 7-J. Claro; 9-João Bernardo; 11-Peralta; 12-Bruno; 15-Pina; 16-Kikas, 17-Júnior e 20-Fábio.
Os misters António Luís (que substituiu o Pedro Teles neste jogo) e João Teles, apresentaram de início:
Marcelo (GR), Adriano, J. Claro (cap.), João Bernardo, Peralta, Júnior e Fábio.
Jogaram ainda na 1ª parte: Daniel, Diogo, Pina e Kikas.
Com um bom início de partida, a equipa chegou rapidamente à vantagem de 2 golos, com Fábio a abrir o marcador, aos 3’, e João Bernardo, aos 6’, a elevar para 2-0, o que permitiu aos nossos jogadores largar o nervoso “miudinho” do primeiro jogo, embalando para uma exibição bem conseguida, sem ser brilhante.
A superioridade da nossa equipa nunca esteve em causa durante toda a 1ª parte, embora alguns pormenores defensivos tenham dado a possibilidade ao Estarreja de reduzir a vantagem. Contudo, chegámos ao intervalo com o score de 4-0, com mais 2 golos a surgirem aos 12’, por Fábio e aos 29’, por Kikas.
Na 2ª parte, iniciaram a partida:
Bruno (GR), Daniel, Adriano, Diogo, Pina, Júnior e Kikas.
Entraram ainda na 2ª parte: João Bernardo, Fábio, Peralta e J. Claro.
No segundo tempo, a nossa equipa voltou a entrar bem em campo, continuando, a espaços, com jogadas de bom entendimento colectivo, que quase sempre levavam o perigo à baliza da equipa de Estarreja, pelo que foi natural o avolumar do marcador até ao resultado final duns merecidos 11-0!
O evoluir do marcador na 2ª parte, onde foram marcados 7 golos, foi o seguinte: Kikas (2’ e 9’), Fábio (7’ e 22’), Diogo (3’), João Bernardo (17’) e J. Claro (29’).
A equipa, ao longo da partida, teve algumas desatenções defensivas e ofensivas, que podem custar “caro” contra outros adversários, mas, no geral, e para primeiro jogo oficial, fica o prenúncio de uma boa época…!
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