UD Oliveirense, 1 - SC Beira-Mar, 1
(1-1, ao intervalo)
Oliveirense e Beira-Mar protagonizaram ontem, em Oliveira de Azeméis, um jogo muito intenso, nem sempre bem jogado, mas onde a emoção e o empenho de todos os atletas estiveram sempre presentes, do primeiro ao último minuto. Separadas por apenas 2 pontos na tabela classificativa da série B do campeonato nacional de juvenis e em zona crítica no que à despromoção diz respeito, ambas as formações tinham consciência da importância de um bom resultado neste jogo e essa responsabilidade foi transportada para dentro das quatro linhas, traduzindo-se numa aplicação a fundo de todos os intervenientes, que disputaram cada lance como se fosse o último. A outra face da moeda foi a perda de clarividência e o discernimento necessário para dar ao jogo a qualidade que não teve e que os protagonistas eram capazes de mostrar, libertos da pressão a que foram sujeitos.
O resultado acaba por se aceitar, a derrota para qualquer das equipas seria um castigo demasiado severo face à entrega ao jogo que os atletas evidenciaram, mas quer Oliveirense, quer Beira-Mar, recordarão os momentos que tiveram, capazes de ter dado outro rumo aos acontecimentos.
Foi uma equipa do Beira-Mar dizimada por doenças e lesões, a somar ainda a um castigo, que se apresentou no sintético principal do complexo da Oliveirense, sendo de referir a presença de 11 atletas de primeiro ano nos 17 convocados, dos quais 6 foram titulares, acabando a equipa por estar com 8 desses elementos em campo. Para este jogo de crucial importância, Aguinaldo Melo elegeu os seguintes jogadores, que tão boa conta deram de si:
Samuel (gr); João Rui, Guilherme, João Rafael e Bruno Filipe; André Silva, Balacó (cap) (Diogo M. Carvalho, int) e Rafa; Ricardo Tavares (Tiago Gomes, 74'), Marc (Henrique, 66') e Danny.
Suplentes não utilizados: Hugo (gr), Rúben Marques e João Valente.
Se a Oliveirense entrava em campo em superioridade no que ao capítulo físico-atlético dizia respeito, foi ao Beira-Mar que pertenceu a primeira oportunidade de golo, estavam decorridos apenas 2' de jogo, numa boa iniciativa de Ricardo Tavares, na direita, com um cruzamento para a zona de finalização onde, nem Marc, nem Danny foram lestos a dar o último toque.
Aos 10', o Sr. Carlos Taveira, árbitro do encontro, da AF Aveiro, dá início ao festival de cartões com que "coloriu" a equipa do Beira-Mar (7 amarelos e 1 vermelho, por acumulação), num lance em que Samuel, após hesitação sua e de João Rafael, sai da sua área para pôr cobro a um lançamento em profundidade, com o solicitado jogador da Oliveirense a chegar primeiro à bola, atirando-a contra o corpo do guardião aveirense. O juiz da partida marcou falta e, na nossa opinião, errou duas vezes: primeiro porque a intervenção de Samuel não foi com as mãos e, depois, se o tivesse sido, a cor do cartão teria de ser diferente. Na marcação do livre, Samuel desvia a bola para a barra, mas o lance teve uma maior importância porque condicionou o trabalho do árbitro para o resto do jogo, sempre muito severo para com os jogadores auri-negros, passando a sofrer uma grande pressão, dentro e fora das quatro linhas, com reflexo nas suas decisões.
Para piorar as coisas, do ponto de vista dos ânimos oliveirenses alterados, o Beira-Mar abriria o marcador, no minuto seguinte, com Samuel a repor rapidamente a bola em jogo e a isolar Marc, que ganha em velocidade ao seu marcador, isola-se e, após uma primeira tentativa falhada, emenda e faz o 0-1 à segunda.
A equipa da casa reagiu ao golo, mas o melhor que conseguia, perante uma bem organizada equipa do Beira-Mar, tonificada pelo golo, era a conquista de alguns pontapés de canto, na sequência dos quais, num deles, aos 21', surge um cabeceamento na área de um jogador oliveirense, livre de marcação, que levou a bola até às mãos de Samuel.
A equipa de Aguinaldo Melo, depois de suster este ímpeto de reacção ao golo, equilibrou as operações e passou a jogar mais perto da baliza contrária. Foi assim que, aos 24', Marc, em jogada individual, remata de fora da área, fazendo passar a bola não muito longe do alvo. O mesmo jogador, aos 28', inicia uma boa jogada pela esquerda, trocando com Danny, que endossa para a entrada da área, onde surgiu André Silva a rematar rasteiro, com a bola a roçar o poste esquerdo da baliza defendida por Leandro Sá.
O jogo estava intenso, emotivo, as paixões levadas ao rubro em cada lance mais disputado (Gui e André Silva já tinham sido, entretanto, também "amarelados") e, com o aproximar do final do primeiro tempo, a Oliveirense fez um "forcing" para restabelecer a igualdade no marcador. Aos 34', valeu uma intervenção arrojada de Samuel, opondo-se com êxito a uma entrada pelo meio de um jogador da casa, que lhe surgiu pela frente, ao oferecer o corpo à bola, evitando um golo que já era festejado antecipadamente. A resistência aveirense durou apenas mais um minuto, já que, aos 35', o árbitro da partida considera faltosa uma intervenção de João Rui (que viu o 4º amarelo para o Beira-Mar neste jogo) sobre um adversário, dentro da área e não teve dúvidas, perante os veementes e prontos protestos oliveirenses, ouvidos dentro e fora das 4 linhas, em assinalar a marca da grande penalidade. Vítor, indiferente às razões dos aveirenses, aproveitou para colocar o marcador em 1-1, ainda que Samuel tenha adivinhado o lado para o qual a bola foi enviada.
Animados pelo golo, os jogadores da casa galvanizaram-se, baralhando, por momentos, o equilíbrio defensivo dos auri-negros. Foi assim que, antes do apito para o descanso, a Oliveirense, por duas vezes, esteve à beira de consumar a "cambalhota" no marcador. Aos 39', na marcação de um livre frontal, a bola bate na barreira e quase trai Samuel, para, no minuto 40 e na sequência da melhor jogada da Oliveirense em todo o encontro, a equipa da casa desperdiçar uma oportunidade flagrante para chegar ao golo. O lance inicia-se no meio-campo, com sucessivas e rápidas trocas de bola, sempre em progressão pelo lado direito, ficando a equipa do Beira-Mar descompensada no lado contrário, para onde foi colocada a bola, rematada violentamente por cima da barra, quando o jogador interveniente (o criativo nº. 17), apenas com Samuel pela frente, tinha tudo para mandar a sua equipa em vantagem para os balneários.
A sorte que a equipa do Beira-Mar teve ao findar o primeiro tempo, acabou por ser desbaratada logo no primeiro minuto da segunda parte, quando, após lançamento lateral de João Rui, no enfiamento da grande área oliveirense, Marc, solicitado de cabeça por Danny, rodopia dentro da grande área e fica na cara de Leandro, contra o corpo do qual desfere um remate, que bem poderia ter estado na origem de mais um golo para a turma aveirense.
Este lance como que foi o mote para a segunda parte, com ambas as equipas empenhadas em chegar à vitória, ainda que, em termos de oportunidades, tivessem pertencido ao Beira-Mar as melhores e mais flagrantes. Da muita luta e entrega de todos os atletas, resultou apenas, aos 55', novo lance de perigo junto de uma das balizas, com Ricardo Tavares a cruzar, da direita, para o segundo poste, onde Diogo Carvalho chegou um tudo-nada atrasado. Nota para mais 2 cartões amarelos mostrados a Rafa e a Danny, aos 56' e 58', que colocaram a contabilidade em 6-0 "a favor" do Beira-Mar, mostrando claramente que o Sr. Carlos Taveira estava a sentir, em demasia, o ambiente criado. Como é possível, num jogo bem disputado, mas sempre com lealdade e "fair-play", mostrar a uma equipa 6 cartões, que passariam a 7 pouco depois, e à outra rigorosamente nenhum? Não é verdade que tivesse estado sobre o terreno de jogo uma equipa indisciplinada e outra rainha da correcção. Todos os atletas foram briosos, dignos uns dos outros, a diferença esteve no critério (ou melhor, na falta dele) do Sr. Carlos Taveira, que sentiu em demasia o calor que envolveu a partida, especialmente a partir do lance com Samuel, aos 10' de jogo.
Até que chegámos ao minuto 70, momento do jogo que nada alterou, em termos de resultado final, mas que poderia ter originado rumos completamente diferentes à partida. Nesse instante, e na mesma jogada, o Beira-Mar, por 3 vezes, esteve muito perto de desempatar a partida, com Henrique (duas vezes) e Danny a estarem muito perto do golo, negado pelos defesas oliveirenses, que salvaram os dois últimos remates (de cabeça, por Henrique e com o pé, por Danny) em cima da linha fatal, depois de bola ter já ultrapassado o guardião Leandro Sá. Não deu golo para o Beira-Mar e, na transição para o contra-ataque da Oliveirense, Gui comete falta na zona do meio-campo, vê o segundo cartão amarelo e consequente vermelho. Foram 10' de inferioridade numérica, que levaram a equipa de Aguinaldo Melo a cerrar fileiras, passando Danny (extremo/avançado) a jogar no lugar de defesa central, num sinal de que a equipa, neste jogo, estava disposta a tudo para honrar os seus pergaminhos. E, apesar do ânimo final que esta situação transmitiu à equipa da Oliveirense, o Beira-Mar defendeu-se sempre muito bem e não permitiu sequer que qualquer situação de perigo tivesse sido construída pelo seu adversário.
Chegava ao fim um daqueles jogos em que os atletas gostam de participar, com todos a saírem de cabeça bem erguida, cientes de que tinham lutado até aos limites pelo seu emblema. O pior foi mesmo o árbitro, que até nos pareceu não ser mau tecnicamente, mas que se deixou influenciar pelo ambiente, condicionando os jogadores do Beira-Mar com a amostragem de cartões, num jogo que não o justificou.
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
BENJAMINS A "B": O resultado diz tudo...
SC Beira-Mar, 11 - ARC Barroca, 0
(3-0, ao intervalo)
Foi um jogo com sentido único, contra um adversário que tentou valorizar o jogo, mas que nunca conseguiu criar problemas à defesa da nossa equipa. A primeira parte foi jogada de forma apressada, o que retirou descernimento aos nossos jogadores, que não conseguiram realizar jogadas que permitissem uma finalização fácil. Corrigimos na segunda parte e então conseguimos dar uma boa imagem do nosso futebol, acabando por fazer algumas boas jogadas que terminaram em golo.
Estiveram neste jogo: Álvaro; Rui (cap); Rafa; Mário; Alain; Afonso; Miguel; Henrique; Filipe Ferreira (Pipe) e João Batista.
Marcaram: Henrique (4); João Batista (4); Rui (2); Alain.
Nota: Agradecimento especial ao Filipe Gonçalves, Simão Ribeiro, Filipe Ferreira (Pipe), João Batista e ao treinador Paulo Martins, do escalão de benjamins B, que nos acompanharam nestes dois jogos e que tão boa colaboração prestaram.
(3-0, ao intervalo)
Foi um jogo com sentido único, contra um adversário que tentou valorizar o jogo, mas que nunca conseguiu criar problemas à defesa da nossa equipa. A primeira parte foi jogada de forma apressada, o que retirou descernimento aos nossos jogadores, que não conseguiram realizar jogadas que permitissem uma finalização fácil. Corrigimos na segunda parte e então conseguimos dar uma boa imagem do nosso futebol, acabando por fazer algumas boas jogadas que terminaram em golo.
Estiveram neste jogo: Álvaro; Rui (cap); Rafa; Mário; Alain; Afonso; Miguel; Henrique; Filipe Ferreira (Pipe) e João Batista.
Marcaram: Henrique (4); João Batista (4); Rui (2); Alain.
Nota: Agradecimento especial ao Filipe Gonçalves, Simão Ribeiro, Filipe Ferreira (Pipe), João Batista e ao treinador Paulo Martins, do escalão de benjamins B, que nos acompanharam nestes dois jogos e que tão boa colaboração prestaram.
BENJAMINS A "A": Sofrer por culpa própria...
C Estrela Azul, 2 - SC Beira-Mar, 4
(1-2, ao intervalo)
Com uma boa entrada no jogo, a nossa equipa chegou facilmente ao 0-2, o que criou algum deslumbramento nos jogadores, originando uma pequena reacção do adversário, que, fruto de um erro nosso, conseguiu reduzir para 1-2, resultado com que se atingiu o intervalo.
Na segunda parte continuámos a dominar o jogo, sem no entanto concretizar em golo as oportunidades que fomos criando. Com mais um erro primário oferecemos o golo do empate ao adversário, golo esse que fez despertar a nossa equipa que, com uma pressão mais intensa, acabaria por fazer mais dois golos na parte final do jogo.
A vitória não sofre contestação, mas há que evitar as desconcentrações que podem custar caro à nossa equipa.
Estiveram neste jogo : Francisco; Diogo (cap.); Vieira; Melo; Guilherme; João Figueira; Tiago; Mateus; Samuel; Simão Ribeiro e Filipe Gonçalves.
Marcaram: Tiago (2); Guilherme e João Figueira.
(1-2, ao intervalo)
Com uma boa entrada no jogo, a nossa equipa chegou facilmente ao 0-2, o que criou algum deslumbramento nos jogadores, originando uma pequena reacção do adversário, que, fruto de um erro nosso, conseguiu reduzir para 1-2, resultado com que se atingiu o intervalo.
Na segunda parte continuámos a dominar o jogo, sem no entanto concretizar em golo as oportunidades que fomos criando. Com mais um erro primário oferecemos o golo do empate ao adversário, golo esse que fez despertar a nossa equipa que, com uma pressão mais intensa, acabaria por fazer mais dois golos na parte final do jogo.
A vitória não sofre contestação, mas há que evitar as desconcentrações que podem custar caro à nossa equipa.
Estiveram neste jogo : Francisco; Diogo (cap.); Vieira; Melo; Guilherme; João Figueira; Tiago; Mateus; Samuel; Simão Ribeiro e Filipe Gonçalves.
Marcaram: Tiago (2); Guilherme e João Figueira.
JUNIORES A: Prémio e castigo
SC Beira-Mar, 1 - CD Candal, 1
(0-1, ao intervalo)
As equipas de juniores do Beira-Mar e do Candal, candidatas a um lugar na 2ª fase do campeonato nacional da 2ª divisão, para disputa da subida de escalão, irmanadas à partida para este jogo no 4º lugar da classificação da série B, defrontaram-se na tarde do último sábado, no Estádio Mário Duarte, terminando a partida com uma divisão de pontos que acaba por ser, ao mesmo tempo, um prémio e um castigo para as duas formações. O prémio é o ponto conquistado por ambos, fruto do labor desenvolvido durante o jogo pelos dois conjuntos, que procuraram sempre, sobretudo depois do resultado estar no 1-1 que seria final, chegar à vitória e aos 3 pontos. O castigo resulta dos 2 pontos perdidos, que penalizam a ineficácia demonstrada na hora da finalização, contabilizando ambas as equipas (mais a aveirense) ocasiões suficientes para chegar à vitória. Por tudo isto, o resultado acaba por se aceitar, ainda que, se um vencedor tivesse que haver, ele seria a formação treinada pelo professor António Luís.
O SC Beira-Mar apresentou-se com:
Diogo Lopes (gr); Berna (Paulo Sousa, 86'), Lobo, Renato e Bryan; Ricardo Castro, André Aranha e Filipe Vieira; Ibrahima (Cassamá, 70'), André Vaz (cap) e Sérgio Chipelo (Sílvio, 40').
Suplentes não utilizados: Cirineu (gr) e Granja.
O jogo mostrou, desde logo, estar-se em presença de duas boas equipas, mas foi o Beira-Mar que começou melhor e que deu os primeiros avisos, tendo o primeiro remate perigoso surgido, aos 11', através de Filipe Vieira, que atirou forte, mas por alto, aproveitando uma bola que sobrou para o lado esquerdo, após uma jogada de ataque aveirense, pelo lado contrário, que culminou num cruzamento de Berna para a área. Os auri-negros continuaram por cima e, aos 13', mais uma jogada pelo corredor direito, muito activo neste início de jogo, com um centro atrasado para Aranha, que remata sem deixar cair, mas pega mal na bola, que sobe em demasia. Ainda neste período de ascendente auri-negro, aos 15', Filipe Vieira está muito perto do golo, mas o seu pontapé de ressaca, desferido de fora da área, passa muito perto do poste.
E foi contra todas as expectativas, contra aquilo a que se costuma designar "corrente" do jogo, que os forasteiros chegaram à vantagem. A jogada é de contra-ataque puro, com uma abertura a rasgar na direita, muito bem aproveitada pelo jogador nº. 9 do Candal (excelente executante), que se isolou e, de ângulo fechado, "picou" a bola sobre Diogo Lopes, que lhe saiu ao caminho, anichando-a nas redes, num golo de belo efeito que colocou o marcador num imerecido 0-1.
O Beira-Mar sentiu o golo e abanou um pouco, como prova um lance, aos 20', em que se verificou uma hesitação na saída da baliza de Diogo Lopes, após um lançamento em profundidade, quase se deixando antecipar pelo jogador 11 do Candal que, por pouco, não conseguiu executar o "chapéu". Os auri-negros tinham caído, efectivamente, de produção e, nesta fase do jogo, era o Candal a equipa mais perigosa e a que melhor ligava o jogo, mostrando a tranquilidade que o golo de vantagem lhe conferira. Como corolário do que acabámos de escrever, aos 23', os gaienses estão muito perto do segundo, desta feita com o jogador nº.10 como protagonista desta boa oportunidade de golo, que resulta de uma bola ganha já dentro da grande área aveirense e termina com um remate desferido com o pé esquerdo, após evitar um adversário, que passa não muito longe do travessão da baliza defendida por Diogo.
Só aos 33' e através de uma iniciativa individual de Chipelo, o Beira-Mar conseguiu responder, quebrando a hegemonia temporária da equipa do Candal, no entanto, o extremo aveirense, após ter evitado dois adversários, em jogada pela esquerda, faz o remate já de ângulo muito fechado, proporcionando uma defesa para canto do guardião forasteiro. A primeira parte terminaria já com o Beira-Mar instalado na área do Candal, numa procura afincada do empate, que poderia ter acontecido em dois lances, já na ponta final deste período. Em cima do minuto 45 e a culminar uma boa jogada de envolvimento da equipa auri-negra, que circula a bola desde a direita até à esquerda, acabando por chegar a Ibrahima, que falha a finalização. Ainda mais flagrante foi a ocasião já em período de compensação, com o guarda-redes do Candal a negar o golo do empate com uma defesa "in-extremis" para canto, após um pontapé de ressaca desferido mesmo à entrada da área. Na sequência do canto, a bola só por milagre volta a não a entrar, com os "deuses" a protegerem o último reduto gaiense.
Se o Beira-Mar tinha acabado o primeiro tempo sufocando a extrema defesa do Candal, o período complementar principiou com um lance que poderia ter marcado o resto do desafio. Ainda não se tinha esgotado o primeiro minuto da segunda parte, quando uma falha clamorosa de Renato (acontece aos melhores) no eixo da defesa, permite ao perigoso nº. 9 do Candal isolar-se, mas, de uma forma incrível, o jogador da equipa de Vila Nova de Gaia perde o segundo golo, fazendo passar a bola milagrosamente rente ao poste direito da baliza do guardião Diogo, que nada poderia fazer.
Refeitos deste susto, os auri-negros tentavam o que tinham de fazer, isto é, chegar ao golo do empate. E, aos 52', foi a vez dos aveirenses falharem, inacreditavelmente, esse desiderato. O lance é todo construído por André Aranha, pelo lado esquerdo, numa soberba iniciativa individual em que passa por todos os adversários que lhe surgiram ao caminho, acabando por dar atrasado para a boca da baliza, para uma finalização que se adivinhava simples, mas nem Ibrahima (meu Deus!), nem Filipe Vieira conseguiram fazer o mais fácil.
O Candal já se tinha revelado uma equipa muito perigosa nas transições rápidas e, aos 63', mostraram mais uma vez isso mesmo, com o nº. 9, sempre ele, a ser servido na esquerda, de onde desfere um remate cruzado, que causa alguns arrepios, tão perto a bola passou do poste mais distante. Mas a perdida mais escandalosa aconteceria no minuto seguinte, aos 64', sendo Ibrahima, de novo, o seu protagonista. O lance começa na marcação de um pontapé de canto e de uma segunda bola centrada por André Aranha para a boca da baliza, onde o perdulário-mor deste jogo não consegue acertar na bola de modo a colocá-la para lá da linha, entre os postes. Mas estava escrito que o Beira-Mar chegaria ao empate. Na sequência do lance, a bola vai de novo para canto e André Vaz, na sua marcação, do lado esquerdo, faz o 1-1 num pontapé directo, que contou com alguma colaboração do infeliz guardião do Candal.
O Candal reagiu ao golo do empate e o jogo tornou-se mais movimentado, passando as equipas a terem mais espaços para chegar às balizas, com ambas a mostrarem vontade de lutar pela vitória. E não foi por falta de oportunidades de golo até final que qualquer delas não o conseguiu, ainda que as mais flagrantes tivessem pertencido aos jogadores da casa. Mas foram os visitantes, aos 76', que primeiro estiveram à beira de quebrar a igualdade, quando um cruzamento da direita encontra o omnipresente nº. 9 ao segundo poste, correspondendo com um cabeceamento que passa por cima da baliza de Diogo. Respondeu o Beira-Mar, aos 79', numa jogada de contra-ataque, por Cassamá, que se isola, mas perde tempo na preparação e acaba por rematar ao lado, já com oposição.
O jogo estava louco, a vitória poderia pender para qualquer dos lados e a oportunidade seguinte pertenceu ao Candal. Estavam decorridos 81', os gaienses desenvolveram uma boa jogada pelo corredor direito, de onde cruzaram para a área, para uma boa recepção, desta vez do nº. 10 que, bem enquadrado com a baliza e sem oposição, remata para as mãos de Diogo. Aos 85', o mesmo jogador, volta a causar calafrios à equipa da casa, depois de ser lançado na esquerda e ficar isolado, na sequência de um contra-ataque da sua equipa, mas o seu remate felizmente é interceptado no último momento e não chega à baliza de Diogo Lopes. A estas oportunidades responderam os comandados de António Luís com uma jogada de Sílvio, aos 88', em que o veloz extremo aveirense fica isolado, embrulhando-se inexplicavelmente com a bola e não aproveitando a soberana ocasião, que teve sequência, também enjeitada pelo recém-entrado Paulo Sousa. No minuto seguinte, aos 89', Filipe Vieira coloca a bola milimetricamente na área, solicitando outra vez Paulinho, que domina e remata de pronto, à meia-volta, fazendo passar a bola muito perto do poste. A última oportunidade pertenceria ao Candal, já em período de compensação, no seguimento de nova jogada pela direita, com o cruzamento atrasado, que trazia muito "veneno" a não ter ninguém enquadrado com a bola para a finalização.
O jogo chegaria ao final e se o resultado não pode ser considerado muito bom, na perspectiva do Beira-Mar, até porque poderia muito bem ter chegado à vitória, acaba por ter de se aceitar, também porque o adversário, com um pouco mais de felicidade, poderia ter causado mal maior.
A arbitragem do Sr. Luís Coelho, da AF Coimbra, não pode ter nota positiva apenas porque foi desastradamente (des) auxiliado pelo seu assistente do lado da bancada poente, que cortou 3 jogadas de perigo iminente ao ataque auri-negro, por alegadas situações de fora-de-jogo, que só ele conseguiu descortinar.
(0-1, ao intervalo)
As equipas de juniores do Beira-Mar e do Candal, candidatas a um lugar na 2ª fase do campeonato nacional da 2ª divisão, para disputa da subida de escalão, irmanadas à partida para este jogo no 4º lugar da classificação da série B, defrontaram-se na tarde do último sábado, no Estádio Mário Duarte, terminando a partida com uma divisão de pontos que acaba por ser, ao mesmo tempo, um prémio e um castigo para as duas formações. O prémio é o ponto conquistado por ambos, fruto do labor desenvolvido durante o jogo pelos dois conjuntos, que procuraram sempre, sobretudo depois do resultado estar no 1-1 que seria final, chegar à vitória e aos 3 pontos. O castigo resulta dos 2 pontos perdidos, que penalizam a ineficácia demonstrada na hora da finalização, contabilizando ambas as equipas (mais a aveirense) ocasiões suficientes para chegar à vitória. Por tudo isto, o resultado acaba por se aceitar, ainda que, se um vencedor tivesse que haver, ele seria a formação treinada pelo professor António Luís.
O SC Beira-Mar apresentou-se com:
Diogo Lopes (gr); Berna (Paulo Sousa, 86'), Lobo, Renato e Bryan; Ricardo Castro, André Aranha e Filipe Vieira; Ibrahima (Cassamá, 70'), André Vaz (cap) e Sérgio Chipelo (Sílvio, 40').
Suplentes não utilizados: Cirineu (gr) e Granja.
O jogo mostrou, desde logo, estar-se em presença de duas boas equipas, mas foi o Beira-Mar que começou melhor e que deu os primeiros avisos, tendo o primeiro remate perigoso surgido, aos 11', através de Filipe Vieira, que atirou forte, mas por alto, aproveitando uma bola que sobrou para o lado esquerdo, após uma jogada de ataque aveirense, pelo lado contrário, que culminou num cruzamento de Berna para a área. Os auri-negros continuaram por cima e, aos 13', mais uma jogada pelo corredor direito, muito activo neste início de jogo, com um centro atrasado para Aranha, que remata sem deixar cair, mas pega mal na bola, que sobe em demasia. Ainda neste período de ascendente auri-negro, aos 15', Filipe Vieira está muito perto do golo, mas o seu pontapé de ressaca, desferido de fora da área, passa muito perto do poste.
E foi contra todas as expectativas, contra aquilo a que se costuma designar "corrente" do jogo, que os forasteiros chegaram à vantagem. A jogada é de contra-ataque puro, com uma abertura a rasgar na direita, muito bem aproveitada pelo jogador nº. 9 do Candal (excelente executante), que se isolou e, de ângulo fechado, "picou" a bola sobre Diogo Lopes, que lhe saiu ao caminho, anichando-a nas redes, num golo de belo efeito que colocou o marcador num imerecido 0-1.
O Beira-Mar sentiu o golo e abanou um pouco, como prova um lance, aos 20', em que se verificou uma hesitação na saída da baliza de Diogo Lopes, após um lançamento em profundidade, quase se deixando antecipar pelo jogador 11 do Candal que, por pouco, não conseguiu executar o "chapéu". Os auri-negros tinham caído, efectivamente, de produção e, nesta fase do jogo, era o Candal a equipa mais perigosa e a que melhor ligava o jogo, mostrando a tranquilidade que o golo de vantagem lhe conferira. Como corolário do que acabámos de escrever, aos 23', os gaienses estão muito perto do segundo, desta feita com o jogador nº.10 como protagonista desta boa oportunidade de golo, que resulta de uma bola ganha já dentro da grande área aveirense e termina com um remate desferido com o pé esquerdo, após evitar um adversário, que passa não muito longe do travessão da baliza defendida por Diogo.
Só aos 33' e através de uma iniciativa individual de Chipelo, o Beira-Mar conseguiu responder, quebrando a hegemonia temporária da equipa do Candal, no entanto, o extremo aveirense, após ter evitado dois adversários, em jogada pela esquerda, faz o remate já de ângulo muito fechado, proporcionando uma defesa para canto do guardião forasteiro. A primeira parte terminaria já com o Beira-Mar instalado na área do Candal, numa procura afincada do empate, que poderia ter acontecido em dois lances, já na ponta final deste período. Em cima do minuto 45 e a culminar uma boa jogada de envolvimento da equipa auri-negra, que circula a bola desde a direita até à esquerda, acabando por chegar a Ibrahima, que falha a finalização. Ainda mais flagrante foi a ocasião já em período de compensação, com o guarda-redes do Candal a negar o golo do empate com uma defesa "in-extremis" para canto, após um pontapé de ressaca desferido mesmo à entrada da área. Na sequência do canto, a bola só por milagre volta a não a entrar, com os "deuses" a protegerem o último reduto gaiense.
Se o Beira-Mar tinha acabado o primeiro tempo sufocando a extrema defesa do Candal, o período complementar principiou com um lance que poderia ter marcado o resto do desafio. Ainda não se tinha esgotado o primeiro minuto da segunda parte, quando uma falha clamorosa de Renato (acontece aos melhores) no eixo da defesa, permite ao perigoso nº. 9 do Candal isolar-se, mas, de uma forma incrível, o jogador da equipa de Vila Nova de Gaia perde o segundo golo, fazendo passar a bola milagrosamente rente ao poste direito da baliza do guardião Diogo, que nada poderia fazer.
Refeitos deste susto, os auri-negros tentavam o que tinham de fazer, isto é, chegar ao golo do empate. E, aos 52', foi a vez dos aveirenses falharem, inacreditavelmente, esse desiderato. O lance é todo construído por André Aranha, pelo lado esquerdo, numa soberba iniciativa individual em que passa por todos os adversários que lhe surgiram ao caminho, acabando por dar atrasado para a boca da baliza, para uma finalização que se adivinhava simples, mas nem Ibrahima (meu Deus!), nem Filipe Vieira conseguiram fazer o mais fácil.
O Candal já se tinha revelado uma equipa muito perigosa nas transições rápidas e, aos 63', mostraram mais uma vez isso mesmo, com o nº. 9, sempre ele, a ser servido na esquerda, de onde desfere um remate cruzado, que causa alguns arrepios, tão perto a bola passou do poste mais distante. Mas a perdida mais escandalosa aconteceria no minuto seguinte, aos 64', sendo Ibrahima, de novo, o seu protagonista. O lance começa na marcação de um pontapé de canto e de uma segunda bola centrada por André Aranha para a boca da baliza, onde o perdulário-mor deste jogo não consegue acertar na bola de modo a colocá-la para lá da linha, entre os postes. Mas estava escrito que o Beira-Mar chegaria ao empate. Na sequência do lance, a bola vai de novo para canto e André Vaz, na sua marcação, do lado esquerdo, faz o 1-1 num pontapé directo, que contou com alguma colaboração do infeliz guardião do Candal.
O Candal reagiu ao golo do empate e o jogo tornou-se mais movimentado, passando as equipas a terem mais espaços para chegar às balizas, com ambas a mostrarem vontade de lutar pela vitória. E não foi por falta de oportunidades de golo até final que qualquer delas não o conseguiu, ainda que as mais flagrantes tivessem pertencido aos jogadores da casa. Mas foram os visitantes, aos 76', que primeiro estiveram à beira de quebrar a igualdade, quando um cruzamento da direita encontra o omnipresente nº. 9 ao segundo poste, correspondendo com um cabeceamento que passa por cima da baliza de Diogo. Respondeu o Beira-Mar, aos 79', numa jogada de contra-ataque, por Cassamá, que se isola, mas perde tempo na preparação e acaba por rematar ao lado, já com oposição.
O jogo estava louco, a vitória poderia pender para qualquer dos lados e a oportunidade seguinte pertenceu ao Candal. Estavam decorridos 81', os gaienses desenvolveram uma boa jogada pelo corredor direito, de onde cruzaram para a área, para uma boa recepção, desta vez do nº. 10 que, bem enquadrado com a baliza e sem oposição, remata para as mãos de Diogo. Aos 85', o mesmo jogador, volta a causar calafrios à equipa da casa, depois de ser lançado na esquerda e ficar isolado, na sequência de um contra-ataque da sua equipa, mas o seu remate felizmente é interceptado no último momento e não chega à baliza de Diogo Lopes. A estas oportunidades responderam os comandados de António Luís com uma jogada de Sílvio, aos 88', em que o veloz extremo aveirense fica isolado, embrulhando-se inexplicavelmente com a bola e não aproveitando a soberana ocasião, que teve sequência, também enjeitada pelo recém-entrado Paulo Sousa. No minuto seguinte, aos 89', Filipe Vieira coloca a bola milimetricamente na área, solicitando outra vez Paulinho, que domina e remata de pronto, à meia-volta, fazendo passar a bola muito perto do poste. A última oportunidade pertenceria ao Candal, já em período de compensação, no seguimento de nova jogada pela direita, com o cruzamento atrasado, que trazia muito "veneno" a não ter ninguém enquadrado com a bola para a finalização.
O jogo chegaria ao final e se o resultado não pode ser considerado muito bom, na perspectiva do Beira-Mar, até porque poderia muito bem ter chegado à vitória, acaba por ter de se aceitar, também porque o adversário, com um pouco mais de felicidade, poderia ter causado mal maior.
A arbitragem do Sr. Luís Coelho, da AF Coimbra, não pode ter nota positiva apenas porque foi desastradamente (des) auxiliado pelo seu assistente do lado da bancada poente, que cortou 3 jogadas de perigo iminente ao ataque auri-negro, por alegadas situações de fora-de-jogo, que só ele conseguiu descortinar.
domingo, 21 de novembro de 2010
BENJAMINS B "A": Fim da 1ª volta só com vitórias
SC Beira-Mar, 3 - GD Gafanha, 2
(3-0, ao intervalo)
Chegou ao fim a 1ª volta desta fase de apuramento do campeonato distrital e as duas equipas de Benjamins B, orientadas pelo Paulo Martins e pelo Jorge Vinagre, só conheceram, até agora, o agradável sabor das vitórias. Vão partir para a 2ª volta em 1º lugar nas duas séries o que lhes dá alguma vantagem, mas terão que continuar a trabalhar (treinar) mais e melhor, pois no caso de passarem à série dos primeiros, as dificuldades irão aumentar muito.
Para este jogo, que opunha as duas equipas apenas com vitórias e que repartiam o comando da série E, o Beira-Mar alinhou no inicio com:
Rafa (gr), Tiago Almeida, Renato, Rui Tiago, Pedro Reis, Berna (cap) e Samuel.
Também entrou o Alex, o Bruno Santos, o Diogo, o Luís Nunes e o Tiago Neves.
Beira-Mar e Gafanha apresentavam-se para este jogo com naturais aspirações à vitória e a assumir a liderança isolada deste grupo. Tivemos uma primeira parte muito bem jogada pelas duas equipas, com ascendente da equipa do Beira-Mar que, com um jogo bem apoiado, ganhou a batalha do miolo do terreno e empurrou, aos poucos, o Gafanha para o seu meio-campo. Esta equipa auri-negra mostrou que tem muita qualidade, saiu muitas vezes a jogar desde a sua área até junto da baliza contrária, sem que os jogadores adversários tocassem na bola. Boas trocas de bola e muita segurança demonstraram que, apesar de haver ainda muito trabalho a desenvolver, estão no bom caminho. O GD Gafanha também mostrou porque repartia o 1º lugar, com uma equipa muito bem organizada e alguns bons executantes, nunca facilitou a vida ao Beira-Mar.
As ocasiões de golo começaram a aparecer, mas sempre do lado do Beira-Mar, sendo por isso natural que o resultado até ao intervalo se tivesse alterado por três vezes. Dois golos de cabeça do Samuel e um do Rui Tiago fixaram o resultado da 1ª parte.
As alterações feitas na equipa durante este período não fizeram diminuir o ritmo, demonstrando que o plantel tem muitas e boas alternativas.
Para a 2ª parte, o treinador fez alinhar os seguintes atletas:
Rafa (gr), Tiago Almeida, Tiago Neves, Rui Tiago, Alex, Pedro Reis e Diogo.
Jogaram também: Samuel, Renato, Luís Nunes, Berna (cap) e Bruno Santos.
A segunda metade voltou a ter um começo equilibrado, com as duas equipas a tentarem chegar ao golo rapidamente. O Beira-Mar para ficar mais folgado e o Gafanha ainda com esperança em recuperar do resultado com que acabou a 1º parte.
O Gafanha passou a defender com mais agressividade e o árbitro também ajudou, ao deixar jogar sem marcar as faltas cometidas, saindo, neste aspecto, a equipa da casa sempre mais prejudicada.
Num dos lances a meio-campo, em que foi assinalada uma falta contra a nossa equipa, o GD Gafanha conseguiu reduzir para 3-1. Nada fazia prever que este golo poderia desestabilizar tanto a equipa auri-negra. De repente, alguns livres mal assinalados e uma grande penalidade a nosso favor, que ficou por assinalar, desorientaram alguns dos nossos atletas e deixaram outros com medo de disputar as bolas. Aproveitou-se desta situação o Gafanha, que conseguiu aparecer com mais frequência no nosso meio campo e criar desequilíbrios. Numa destas jogadas, e aproveitando-se duma falha de marcação, o Gafanha voltou a marcar e a colocar a diferença mínima no marcador. O Beira-Mar acabou o jogo a sofrer, sem necessidade, pois fomos sempre superiores no jogo e poderíamos tê-lo resolvido antes.
Vamos iniciar a 2ª volta sem ninguém acima de nós na classificação, mas ainda temos muito trabalho pela frente para nos apurarmos para a série dos primeiros, que é o objectivo dos Benjamins B. Para a semana, esta equipa descansa, mas a outra recebe o Mourisquense, no 1º jogo da segunda volta, que então se iniciará.
(3-0, ao intervalo)
Chegou ao fim a 1ª volta desta fase de apuramento do campeonato distrital e as duas equipas de Benjamins B, orientadas pelo Paulo Martins e pelo Jorge Vinagre, só conheceram, até agora, o agradável sabor das vitórias. Vão partir para a 2ª volta em 1º lugar nas duas séries o que lhes dá alguma vantagem, mas terão que continuar a trabalhar (treinar) mais e melhor, pois no caso de passarem à série dos primeiros, as dificuldades irão aumentar muito.
Para este jogo, que opunha as duas equipas apenas com vitórias e que repartiam o comando da série E, o Beira-Mar alinhou no inicio com:
Rafa (gr), Tiago Almeida, Renato, Rui Tiago, Pedro Reis, Berna (cap) e Samuel.
Também entrou o Alex, o Bruno Santos, o Diogo, o Luís Nunes e o Tiago Neves.
Beira-Mar e Gafanha apresentavam-se para este jogo com naturais aspirações à vitória e a assumir a liderança isolada deste grupo. Tivemos uma primeira parte muito bem jogada pelas duas equipas, com ascendente da equipa do Beira-Mar que, com um jogo bem apoiado, ganhou a batalha do miolo do terreno e empurrou, aos poucos, o Gafanha para o seu meio-campo. Esta equipa auri-negra mostrou que tem muita qualidade, saiu muitas vezes a jogar desde a sua área até junto da baliza contrária, sem que os jogadores adversários tocassem na bola. Boas trocas de bola e muita segurança demonstraram que, apesar de haver ainda muito trabalho a desenvolver, estão no bom caminho. O GD Gafanha também mostrou porque repartia o 1º lugar, com uma equipa muito bem organizada e alguns bons executantes, nunca facilitou a vida ao Beira-Mar.
As ocasiões de golo começaram a aparecer, mas sempre do lado do Beira-Mar, sendo por isso natural que o resultado até ao intervalo se tivesse alterado por três vezes. Dois golos de cabeça do Samuel e um do Rui Tiago fixaram o resultado da 1ª parte.
As alterações feitas na equipa durante este período não fizeram diminuir o ritmo, demonstrando que o plantel tem muitas e boas alternativas.
Para a 2ª parte, o treinador fez alinhar os seguintes atletas:
Rafa (gr), Tiago Almeida, Tiago Neves, Rui Tiago, Alex, Pedro Reis e Diogo.
Jogaram também: Samuel, Renato, Luís Nunes, Berna (cap) e Bruno Santos.
A segunda metade voltou a ter um começo equilibrado, com as duas equipas a tentarem chegar ao golo rapidamente. O Beira-Mar para ficar mais folgado e o Gafanha ainda com esperança em recuperar do resultado com que acabou a 1º parte.
O Gafanha passou a defender com mais agressividade e o árbitro também ajudou, ao deixar jogar sem marcar as faltas cometidas, saindo, neste aspecto, a equipa da casa sempre mais prejudicada.
Num dos lances a meio-campo, em que foi assinalada uma falta contra a nossa equipa, o GD Gafanha conseguiu reduzir para 3-1. Nada fazia prever que este golo poderia desestabilizar tanto a equipa auri-negra. De repente, alguns livres mal assinalados e uma grande penalidade a nosso favor, que ficou por assinalar, desorientaram alguns dos nossos atletas e deixaram outros com medo de disputar as bolas. Aproveitou-se desta situação o Gafanha, que conseguiu aparecer com mais frequência no nosso meio campo e criar desequilíbrios. Numa destas jogadas, e aproveitando-se duma falha de marcação, o Gafanha voltou a marcar e a colocar a diferença mínima no marcador. O Beira-Mar acabou o jogo a sofrer, sem necessidade, pois fomos sempre superiores no jogo e poderíamos tê-lo resolvido antes.
Vamos iniciar a 2ª volta sem ninguém acima de nós na classificação, mas ainda temos muito trabalho pela frente para nos apurarmos para a série dos primeiros, que é o objectivo dos Benjamins B. Para a semana, esta equipa descansa, mas a outra recebe o Mourisquense, no 1º jogo da segunda volta, que então se iniciará.
INICIADOS A: Valeram os 3 pontos
SC Beira-Mar, 3 - AD São Romão, 0
(2-0, ao intervalo)
Foi uma má partida de futebol aquela a que se assistiu, hoje de manhã, no fustigado relvado do Estádio Mário Duarte que, apesar dos fortes aguaceiros caídos, se apresentava em condições que permitiam a prática do futebol, algo que o Beira-Mar não conseguiu. E falamos do Beira-Mar porque, olhando as posições das equipas na tabela classificativa, era a equipa auri-negra a que tinha maiores obrigações à entrada para este jogo Este começou aos repelões, jogado a baixa intensidade, ainda que com sentido único, diga-se em abono da verdade, o da baliza da equipa que veio das portas da Serra da Estrela.
O primeiro lance a causar algum perigo junto de uma das balizas pertenceu, naturalmente, à equipa da casa, aos 5’, na sequência da marcação de um canto, com o cabeceamento de Tiago Ramalho a passar ao lado. Só aos 12’, através de Steven, voltámos a criar mais perigo, mas o remate do goleador auri-negro saiu enrolado e permitiu a defesa fácil do guardião do São Romão.
Até que, aos 16’, o mesmo Steven, ao segundo poste, chega ao primeiro golo, com um disparo forte e colocado, correspondendo da melhor maneira a uma bola que sobrou após cruzamento de Filipe Melo.
Depois do 1-0, o guardião do São Romão agarra com as mãos um atraso de um colega seu, dando origem à marcação de um livre indirecto, na zona do penalti, um pouco descaído para a esquerda, mas, na cobrança, Hugo atirou contra a muralha defensiva formada pelos atletas serranos. Nova oportunidade, aos 25’, com Steven completamente isolado a levar a bola até à pequena área, acabando por fazer o mais difícil, que foi acertar com a bola no guarda-redes, que ficou entre os postes da sua baliza. Depois de ter ameaçado, aos 28’, com um remate fraco e ao lado, Bruno Ribeiro, no minuto seguinte, ensaia novo disparo, desta vez forte e colocado, fazendo um grande golo e colocando o marcador num mais tranquilo 2-0, resultado com que se atingiu o intervalo.
Na segunda parte, e ao contrário do sucedido na semana transacta, quando as substituições operadas durante o descanso ajudaram a equipa a transfigurar-se, neste jogo, as 3 alterações realizadas ao intervalo não modificaram nada a toada do jogo, sempre dominado por nós, é certo, mas nem sempre bem jogado e, a maior parte das vezes, diremos mesmo mal jogado.
De registar um remate de fora da área de Hugo Custódio, aos 42’, que erra o alvo, no que foi imitado, aos 45’, por Bruno Ribeiro. Ainda assim, o Beira-Mar chegaria ao 3-0, aos 50’, num lance bem aproveitado por Sérgio, que explora a passividade do guardião forasteiro, que não saiu a um cruzamento para a área, e faz, de cabeça, o golo que encerraria as contas desta partida.
Até final, destaque para mais 3 lances de perigo construídos pela equipa do Beira-Mar: no primeiro, o remate de Steven faz a bola passar muito perto do poste; depois, na sequência da marcação de um pontapé de canto, é Ricardo Pinto, ao segundo poste, a cabecear ao lado; finalmente, Hugo Custódio, após uma boa iniciativa individual, é desarmado no momento certo, quando se aprestava para apontar o quarto golo aveirense.
Num jogo que, em alguns momentos, chegou mesmo a ser aborrecido, valeram os 3 pontos conquistados e a boa arbitragem do Sr. Tiago Antunes, da AF Coimbra.
Evoluíram no relvado, por parte do SC Beira-Mar, os seguintes jogadores:
Pedro Rafael (gr); Yusuf, Ricardo Pinto, Fábio (cap) e Filipe Melo (Bruno Reis, 55’); Nuno Abreu (Lucas,int), Tiago Ramalho (Sérgio, int) e Hugo Custódio; Sousa (João Miguel, int), Steven e Bruno Ribeiro (Rui, 51’).
Suplentes não utilizados: Canha (gr) e Samuel.
(2-0, ao intervalo)
Foi uma má partida de futebol aquela a que se assistiu, hoje de manhã, no fustigado relvado do Estádio Mário Duarte que, apesar dos fortes aguaceiros caídos, se apresentava em condições que permitiam a prática do futebol, algo que o Beira-Mar não conseguiu. E falamos do Beira-Mar porque, olhando as posições das equipas na tabela classificativa, era a equipa auri-negra a que tinha maiores obrigações à entrada para este jogo Este começou aos repelões, jogado a baixa intensidade, ainda que com sentido único, diga-se em abono da verdade, o da baliza da equipa que veio das portas da Serra da Estrela.
O primeiro lance a causar algum perigo junto de uma das balizas pertenceu, naturalmente, à equipa da casa, aos 5’, na sequência da marcação de um canto, com o cabeceamento de Tiago Ramalho a passar ao lado. Só aos 12’, através de Steven, voltámos a criar mais perigo, mas o remate do goleador auri-negro saiu enrolado e permitiu a defesa fácil do guardião do São Romão.
Até que, aos 16’, o mesmo Steven, ao segundo poste, chega ao primeiro golo, com um disparo forte e colocado, correspondendo da melhor maneira a uma bola que sobrou após cruzamento de Filipe Melo.
Depois do 1-0, o guardião do São Romão agarra com as mãos um atraso de um colega seu, dando origem à marcação de um livre indirecto, na zona do penalti, um pouco descaído para a esquerda, mas, na cobrança, Hugo atirou contra a muralha defensiva formada pelos atletas serranos. Nova oportunidade, aos 25’, com Steven completamente isolado a levar a bola até à pequena área, acabando por fazer o mais difícil, que foi acertar com a bola no guarda-redes, que ficou entre os postes da sua baliza. Depois de ter ameaçado, aos 28’, com um remate fraco e ao lado, Bruno Ribeiro, no minuto seguinte, ensaia novo disparo, desta vez forte e colocado, fazendo um grande golo e colocando o marcador num mais tranquilo 2-0, resultado com que se atingiu o intervalo.
Na segunda parte, e ao contrário do sucedido na semana transacta, quando as substituições operadas durante o descanso ajudaram a equipa a transfigurar-se, neste jogo, as 3 alterações realizadas ao intervalo não modificaram nada a toada do jogo, sempre dominado por nós, é certo, mas nem sempre bem jogado e, a maior parte das vezes, diremos mesmo mal jogado.
De registar um remate de fora da área de Hugo Custódio, aos 42’, que erra o alvo, no que foi imitado, aos 45’, por Bruno Ribeiro. Ainda assim, o Beira-Mar chegaria ao 3-0, aos 50’, num lance bem aproveitado por Sérgio, que explora a passividade do guardião forasteiro, que não saiu a um cruzamento para a área, e faz, de cabeça, o golo que encerraria as contas desta partida.
Até final, destaque para mais 3 lances de perigo construídos pela equipa do Beira-Mar: no primeiro, o remate de Steven faz a bola passar muito perto do poste; depois, na sequência da marcação de um pontapé de canto, é Ricardo Pinto, ao segundo poste, a cabecear ao lado; finalmente, Hugo Custódio, após uma boa iniciativa individual, é desarmado no momento certo, quando se aprestava para apontar o quarto golo aveirense.
Num jogo que, em alguns momentos, chegou mesmo a ser aborrecido, valeram os 3 pontos conquistados e a boa arbitragem do Sr. Tiago Antunes, da AF Coimbra.
Evoluíram no relvado, por parte do SC Beira-Mar, os seguintes jogadores:
Pedro Rafael (gr); Yusuf, Ricardo Pinto, Fábio (cap) e Filipe Melo (Bruno Reis, 55’); Nuno Abreu (Lucas,int), Tiago Ramalho (Sérgio, int) e Hugo Custódio; Sousa (João Miguel, int), Steven e Bruno Ribeiro (Rui, 51’).
Suplentes não utilizados: Canha (gr) e Samuel.
INFANTIS B: Meia dúzia em cada parte!
CD Estarreja, 0 - SC Beira-Mar, 12
(0-6, ao intervalo)
A equipa de Infantis B (sub-12) obteve nova e incontestável vitória, por 12-0, na 1ª jornada da segunda volta e com a conjugação dos restantes resultados, reassumiu a liderança da sua série em igualdade pontual com o Avanca.
Jogo em Estarreja, num campo “sintético” que apresenta já muitas debilidades, onde participaram, na equipa do SC Beira-Mar, por ordem numérica, os seguintes jogadores: 1- Marcelo; 2-Daniel; 4-Adriano; 6-Diogo; 7-J. Claro; 8-Rui; 9-João Bernardo; 10-Tomás; 12-Bruno; 15-Pina; 16-Kikas e 20-Fábio.
Os misters Teles, Pedro e João, apresentaram de início:
Bruno (GR), Adriano, Daniel, Adriano, J. Claro (cap), Rui, Kikas e Fábio.
Jogaram ainda na 1ª parte: Diogo, João Bernardo, Pina e Tomás.
Após os 11-0, no jogo da 1ª volta, a equipa entrou “descontraída” em campo e, aos 2’, já vencia por 1-0.
O tento alcançado muito cedo permitiu que a equipa se desinibisse e, com a construção de jogadas de bom envolvimento colectivo, fosse conseguindo dilatar o marcador, embora devido a algumas “falhas”, nomeadamente ao nível do domínio de bola, tivessem ficado alguns golos por marcar.
Fica a curiosidade dos 6 golos alcançados no 1º período terem sido todos marcados por jogadores diferentes: 1-0, aos 2’, por Kikas; 2-0, aos 8’, por Rui; 3-0, aos 11’, por J. Claro; 4-0, aos 23’, por Tomás; 5-0, aos 25’, por Pina e 6-0, aos 28’, por Diogo.
Na 2ª parte, iniciaram a partida: Marcelo (GR), Adriano, Diogo, João Bernardo, Tomás, Pina e Fábio. Entraram ainda na 2ª parte: J. Claro, Daniel, Rui e Kikas.
No segundo tempo, a nossa equipa voltou a entrar bem em campo e marcou logo aos 3’, o que permitiu que fossem feitas algumas alterações no colectivo e testados novos posicionamentos em campo.
Apesar de algumas falhas de finalização, voltámos a marcar mais meia dúzia e conseguimos atingir a marca “redonda” da dúzia no final do jogo!
O evoluir do marcador na 2ª parte, foi o seguinte: Pina (33’), J. Bernardo (38’), Fábio (39’ e 45’), Rui (52’) e Tomás (56’).
A equipa de Infantis B partilha agora o 1º lugar do campeonato com o Avanca e tem, a partir de agora, tudo ao seu alcance para atingir um dos objectivos da época! Força equipa - vamos conseguir!
(0-6, ao intervalo)
A equipa de Infantis B (sub-12) obteve nova e incontestável vitória, por 12-0, na 1ª jornada da segunda volta e com a conjugação dos restantes resultados, reassumiu a liderança da sua série em igualdade pontual com o Avanca.
Jogo em Estarreja, num campo “sintético” que apresenta já muitas debilidades, onde participaram, na equipa do SC Beira-Mar, por ordem numérica, os seguintes jogadores: 1- Marcelo; 2-Daniel; 4-Adriano; 6-Diogo; 7-J. Claro; 8-Rui; 9-João Bernardo; 10-Tomás; 12-Bruno; 15-Pina; 16-Kikas e 20-Fábio.
Os misters Teles, Pedro e João, apresentaram de início:
Bruno (GR), Adriano, Daniel, Adriano, J. Claro (cap), Rui, Kikas e Fábio.
Jogaram ainda na 1ª parte: Diogo, João Bernardo, Pina e Tomás.
Após os 11-0, no jogo da 1ª volta, a equipa entrou “descontraída” em campo e, aos 2’, já vencia por 1-0.
O tento alcançado muito cedo permitiu que a equipa se desinibisse e, com a construção de jogadas de bom envolvimento colectivo, fosse conseguindo dilatar o marcador, embora devido a algumas “falhas”, nomeadamente ao nível do domínio de bola, tivessem ficado alguns golos por marcar.
Fica a curiosidade dos 6 golos alcançados no 1º período terem sido todos marcados por jogadores diferentes: 1-0, aos 2’, por Kikas; 2-0, aos 8’, por Rui; 3-0, aos 11’, por J. Claro; 4-0, aos 23’, por Tomás; 5-0, aos 25’, por Pina e 6-0, aos 28’, por Diogo.
Na 2ª parte, iniciaram a partida: Marcelo (GR), Adriano, Diogo, João Bernardo, Tomás, Pina e Fábio. Entraram ainda na 2ª parte: J. Claro, Daniel, Rui e Kikas.
No segundo tempo, a nossa equipa voltou a entrar bem em campo e marcou logo aos 3’, o que permitiu que fossem feitas algumas alterações no colectivo e testados novos posicionamentos em campo.
Apesar de algumas falhas de finalização, voltámos a marcar mais meia dúzia e conseguimos atingir a marca “redonda” da dúzia no final do jogo!
O evoluir do marcador na 2ª parte, foi o seguinte: Pina (33’), J. Bernardo (38’), Fábio (39’ e 45’), Rui (52’) e Tomás (56’).
A equipa de Infantis B partilha agora o 1º lugar do campeonato com o Avanca e tem, a partir de agora, tudo ao seu alcance para atingir um dos objectivos da época! Força equipa - vamos conseguir!
sábado, 20 de novembro de 2010
JUNIORES B: Bairradinos aproveitaram bem os erros aveirenses
SC Beira-Mar, 0 - Anadia FC, 3
(0-2, ao intervalo)
Os auri-negros deram esta manhã um passo atrás na luta pelos seus objectivos desta 1ª fase do campeonato distrital de juniores da 1ª divisão, ao serem derrotados em casa, frente ao Anadia, por contundentes 0-3. Os bairradinos, que se colocaram na frente do marcador, por dois golos, antes de se ter esgotado o primeiro quarto de hora do jogo, souberam aproveitar bem as falhas dos aveirenses nesse período e limitaram-se, depois, a deixar passar o tempo para segurar essa vantagem, que o Beira-Mar nunca soube, verdadeiramente, contrariar.
O SC Beira-Mar apresentou-se, no Campo de Treinos do Estádio Mário Duarte, com a seguinte equipa:
Hugo (gr); Diogo H. Carvalho (Tiago Azevedo, int), Mika, Rui Santos (cap) e Wilson Rubio (Renato Silva, int); Francisco, Greno e João Meireles; Nélson, Waly e Pedro Ribeiro.
Ainda nenhuma das equipas justificava o que quer que fosse na partida e já o Anadia se adiantava no marcador, com um golo obtido, logo aos 3', num lance em que houve muita passividade no último reduto da equipa da casa, que não foi lesta a despachar a bola, aproveitando-se desta indecisão o ataque bairradino para chegar ao 0-1, através de um remate, não muito forte, desferido bem dentro da área.
O jogo continuou sem muitos motivos de interesse, com o Beira-Mar a ter muitas dificuldades em chegar à baliza contrária, fruto de uma batalha no meio-campo em que o Anadia se mostrava superior. A qualidade do futebol praticado era, de todas as formas, de nível abaixo do medianamente exigível e só mais uma falha dos aveirenses, aos 14', abanou com a modorra em que a partida estava mergulhada. O guarda-redes bairradino faz uma reposição de bola em jogo, que surpreende a defesa auri-negra e isola o avançado nº. 9, que ainda permite uma defesa a Hugo no seu primeiro remate, mas não perdoa à segunda e eleva para 0-2 na recarga. Dois erros, dois golos, grande eficácia do Anadia no aproveitamento das falhas do seu adversário.
O técnico aveirense, após o golo, procurando dar mais criatividade ao seu meio-campo, trocou Nélson com Greno, colocando o habitual e veloz extremo auri-negro na organização do jogo na zona do miolo do terreno. E houve algumas melhorias, que levaram à primeira situação de perigo criada por parte dos aveirenses. João Meireles penetra pelo meio, vindo de trás, e serve Waly, à entrada da área, que tem um bom pormenor, simulando o remate com o pé esquerdo, mas puxando a bola para o direito, desferindo um "fogacho" que fez passar a bola bem rente ao poste direito. Aos 32', Greno, já a jogar na frente, ganha um ressalto à entrada da área adversária, isola-se e remata cruzado, fazendo também a bola passar muito perto do poste mais distante.
O intervalo chegava com uma vantagem exagerada no marcador para o Anadia, cujo mérito fora o do saber aproveitar os erros contrários, mostrando uma eficácia na finalização na ordem dos 100 por cento.
A 2ª parte iniciou-se com dois lances, um para cada lado, que poderiam ter feito funcionar o marcador. O primeiro, aos 49', para o Beira-Mar, numa jogada de insistência de Nélson, com a bola a sobrar para Waly, que rematou à meia-volta para uma defesa de recurso, com o pé, do guardião do Anadia. Os bairradinos responderiam, aos 51', novamente no seguimento de mais um erro defensivo, com Hugo a falhar a intercepção de um pontapé efectuado pelo guarda-redes contrário, que deixou o nº. 9 em boa posição para bisar, mas o seu remate sai para fora, com a baliza escancarada.
Estes lances foram "sol" de pouca dura e o cinzentismo do jogo regressou novamente, com o técnico António Luís a mexer outra vez no seu "xadrez" (troca de posições de Mika com Francisco), procurando revitalizar a equipa e tirá-la da apatia. Mais uma vez a mudança mexeu com o "status-quo" instalado e Pedro, aos 66', faz uma diagonal da esquerda para dentro, rematando forte para defesa segura do guardião anadiense. Aos 73' é Tiago Azevedo que está muito perto do golo, salvo sobre a linha fatal por um defesa do Anadia, que desvia o remate do extremo aveirense, efectuado na recarga a uma bola afastada com os punhos pelo guarda-redes bairradino, após cruzamento da esquerda de Pedro.
O Anadia, agora com mais espaços para o contra-golpe, ameaçou oas 74', novamente através do seu nº. 9, com Hugo a fazer uma boa defesa para canto, desviando o remate do avançado "azul-e-branco", após boa jogada individual. O tempo ia escasseando para a recuperação, mas, ainda assim, Tiago Azevedo podia ter encurtado distâncias, aos 82', quando não aproveitou uma bola largada pelo guardião do Anadia, no único erro que cometeu na partida.
A estocada final seria dada, aos 86', numa jogada rápida de contra-ataque, em que o Anadia, aproveitando o adiantamento da equipa da casa, surge em superioridade numérica na zona de finalização e chega com facilidade ao 0-3, que desanimou por completo os jogadores auri-negros, incapazes de reagir mais até final.
Boa arbitragem da juíza da partida.
(0-2, ao intervalo)
Os auri-negros deram esta manhã um passo atrás na luta pelos seus objectivos desta 1ª fase do campeonato distrital de juniores da 1ª divisão, ao serem derrotados em casa, frente ao Anadia, por contundentes 0-3. Os bairradinos, que se colocaram na frente do marcador, por dois golos, antes de se ter esgotado o primeiro quarto de hora do jogo, souberam aproveitar bem as falhas dos aveirenses nesse período e limitaram-se, depois, a deixar passar o tempo para segurar essa vantagem, que o Beira-Mar nunca soube, verdadeiramente, contrariar.
O SC Beira-Mar apresentou-se, no Campo de Treinos do Estádio Mário Duarte, com a seguinte equipa:
Hugo (gr); Diogo H. Carvalho (Tiago Azevedo, int), Mika, Rui Santos (cap) e Wilson Rubio (Renato Silva, int); Francisco, Greno e João Meireles; Nélson, Waly e Pedro Ribeiro.
Ainda nenhuma das equipas justificava o que quer que fosse na partida e já o Anadia se adiantava no marcador, com um golo obtido, logo aos 3', num lance em que houve muita passividade no último reduto da equipa da casa, que não foi lesta a despachar a bola, aproveitando-se desta indecisão o ataque bairradino para chegar ao 0-1, através de um remate, não muito forte, desferido bem dentro da área.
O jogo continuou sem muitos motivos de interesse, com o Beira-Mar a ter muitas dificuldades em chegar à baliza contrária, fruto de uma batalha no meio-campo em que o Anadia se mostrava superior. A qualidade do futebol praticado era, de todas as formas, de nível abaixo do medianamente exigível e só mais uma falha dos aveirenses, aos 14', abanou com a modorra em que a partida estava mergulhada. O guarda-redes bairradino faz uma reposição de bola em jogo, que surpreende a defesa auri-negra e isola o avançado nº. 9, que ainda permite uma defesa a Hugo no seu primeiro remate, mas não perdoa à segunda e eleva para 0-2 na recarga. Dois erros, dois golos, grande eficácia do Anadia no aproveitamento das falhas do seu adversário.
O técnico aveirense, após o golo, procurando dar mais criatividade ao seu meio-campo, trocou Nélson com Greno, colocando o habitual e veloz extremo auri-negro na organização do jogo na zona do miolo do terreno. E houve algumas melhorias, que levaram à primeira situação de perigo criada por parte dos aveirenses. João Meireles penetra pelo meio, vindo de trás, e serve Waly, à entrada da área, que tem um bom pormenor, simulando o remate com o pé esquerdo, mas puxando a bola para o direito, desferindo um "fogacho" que fez passar a bola bem rente ao poste direito. Aos 32', Greno, já a jogar na frente, ganha um ressalto à entrada da área adversária, isola-se e remata cruzado, fazendo também a bola passar muito perto do poste mais distante.
O intervalo chegava com uma vantagem exagerada no marcador para o Anadia, cujo mérito fora o do saber aproveitar os erros contrários, mostrando uma eficácia na finalização na ordem dos 100 por cento.
A 2ª parte iniciou-se com dois lances, um para cada lado, que poderiam ter feito funcionar o marcador. O primeiro, aos 49', para o Beira-Mar, numa jogada de insistência de Nélson, com a bola a sobrar para Waly, que rematou à meia-volta para uma defesa de recurso, com o pé, do guardião do Anadia. Os bairradinos responderiam, aos 51', novamente no seguimento de mais um erro defensivo, com Hugo a falhar a intercepção de um pontapé efectuado pelo guarda-redes contrário, que deixou o nº. 9 em boa posição para bisar, mas o seu remate sai para fora, com a baliza escancarada.
Estes lances foram "sol" de pouca dura e o cinzentismo do jogo regressou novamente, com o técnico António Luís a mexer outra vez no seu "xadrez" (troca de posições de Mika com Francisco), procurando revitalizar a equipa e tirá-la da apatia. Mais uma vez a mudança mexeu com o "status-quo" instalado e Pedro, aos 66', faz uma diagonal da esquerda para dentro, rematando forte para defesa segura do guardião anadiense. Aos 73' é Tiago Azevedo que está muito perto do golo, salvo sobre a linha fatal por um defesa do Anadia, que desvia o remate do extremo aveirense, efectuado na recarga a uma bola afastada com os punhos pelo guarda-redes bairradino, após cruzamento da esquerda de Pedro.
O Anadia, agora com mais espaços para o contra-golpe, ameaçou oas 74', novamente através do seu nº. 9, com Hugo a fazer uma boa defesa para canto, desviando o remate do avançado "azul-e-branco", após boa jogada individual. O tempo ia escasseando para a recuperação, mas, ainda assim, Tiago Azevedo podia ter encurtado distâncias, aos 82', quando não aproveitou uma bola largada pelo guardião do Anadia, no único erro que cometeu na partida.
A estocada final seria dada, aos 86', numa jogada rápida de contra-ataque, em que o Anadia, aproveitando o adiantamento da equipa da casa, surge em superioridade numérica na zona de finalização e chega com facilidade ao 0-3, que desanimou por completo os jogadores auri-negros, incapazes de reagir mais até final.
Boa arbitragem da juíza da partida.
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Agenda fim-de-semana: Juvenis jogam cartada importante em Oliveira de Azeméis
Passa por Oliveira de Azeméis um dos compromissos mais importantes de todo o próximo fim-de-semana, com a equipa de juvenis do SC Beira-Mar a visitar a Oliveirense para um jogo do campeonato nacional onde as duas colectividades do distrito de Aveiro procurarão amealhar pontos que lhes permita uma maior tranquilidade na tabela classificativa.
Para além do duelo em juvenis, haverá ainda lugar, no próximo domingo, a outro Oliveirense-Beira-Mar, este a contar para o campeonato distrital de iniciados da 1ª divisão, com as duas equipas empenhadas em assegurar um lugar na série dos primeiros.
Destaque ainda para a recepção da equipa de juniores ao Candal, com as equipas igualadas pontualmente no 4º lugar da série B do campeonato nacional da 2ª divisão e também, no futebol de 7, para o jogo de benjamins B entre Beira-Mar e Gafanha, equipas que partilham o comando da série E e que decidem, neste jogo, quem terminará a primeira volta na liderança.
São os seguintes os 12 jogos agendados para a jornada a realizar nos próximos sábado e domingo:
Análise prévia da jornada
JUNIORES A: Empatadas no 4º lugar da classificação, Beira-Mar e Candal têm marcado, para o próximo sábado, no Estádio Mário Duarte, um jogo muito importante, tendo em vista as aspirações, legítimas, de ambas as equipas na luta por um lugar que dê acesso, na 2ª fase, à disputa da subida de escalão. Pela posição que ocupam, prevê-se um jogo de muito equilíbrio, onde as dificuldades deverão ser muitas, de parte a parte, na perspectiva de qualquer das equipas poder ganhar o jogo. Neste jogo de equilíbrios, pode valer o momento actual dos dois conjuntos e aí, o Beira-Mar leva clara vantagem. Enquanto os comandados de António Luís não perdem há 6 jogos consecutivos ( a última derrota foi há cerca de mês e meio), os gaienses chegam de uma série consecutiva de 3 jogos sem ganhar (DDE). Esperemos que não seja ainda a hora de regressarem às vitórias, sinal de que os auri-negros teriam dado mais um passo importante rumo aos seus objectivos.
JUNIORES B: Com a vitória alcançada na Pampilhosa, no jogo que marcou o início da 2ª volta do distrital da 1ª divisão, a equipa do Beira-Mar recusou-se a atirar a toalha ao chão e continua a luta por um lugar mais cimeiro na classificação. O Anadia, nosso próximo adversário, também tem o mesmo objectivo e só dispõe de mais 3 pontos do que os auri-negros, pelo que uma vitória no próximo jogo, em que beneficiamos do factor-casa, nos colaria pontualmente aos bairradinos.
JUVENIS: Com apenas 2 pontos de vantagem sobre a Oliveirense, a quem visita no próximo domingo, a equipa de Aguinaldo Melo enfrenta um dos seus jogos mais importantes deste campeonato nacional, por se tratar de um adversário directo na luta pela manutenção e porque, em caso de derrota, se verá ultrapassada pela formação de Oliveira de Azeméis, caindo para um indesejado 8º lugar da classificação. No jogo da 1ª volta vencemos por claros 3-1 e mostrámos valor superior ao nosso rival, pelo que, em condições normais, a vitória estará ao nosso alcance. Nós acreditamos!
INICIADOS A: O próximo jogo dos sub-15 do SC Beira-Mar, que recebem a simpática AD São Romão, equipa do meio da tabela, configura uma grande dose de favoritismo para os auri-negros, actuais vice-comandantes da série C do campeonato nacional e deverá ser uma daquelas partidas, salvaguardando uma enorme surpresa com que, por vezes, o futebol nos surpreende, em que a equipa aveirense deverá somar mais 3 pontos e manter a sua invencibilidade na prova.
INICIADOS B: A realizar uma excelente recuperação nas últimas jornadas (4 vitórias e 1 empate nos derradeiros 5 jogos), que a trouxe desde o 8º até ao desejado 5º lugar, a equipa de Edmundo Ferreira tem um compromisso muito importante nesta jornada, com a difícil deslocação a Oliveira de Azeméis, onde defrontará o 2º classificado da prova distrital da 1ª divisão, a fazer perigar de novo a tranquilidade classificativa. Mas a Oliveirense apenas dispõe de 3 pontos de vantagem, pelo que uma vitória aveirense, que já aconteceu, aliás, no jogo da 1ª volta (e logo por 5-2), colocaria as duas equipas em igualdade pontual, mostrando a grande nota de equilíbrio que tem sido dominante neste campeonato distrital.
INFANTIS A: Com o início da 2ª volta a ter lugar neste fim-de-semana, adivinha-se jornada tranquila para as equipas de Ricardo Pinheiro, que defrontam, precisamente, os adversários a quem infligiram maiores goleadas na 1ª volta. Se o Eixense ainda poderá fazer valer as características específicas do seu terreno de jogo para colocar alguma dificuldade suplementar aos auri-negros, já à visita do Vista Alegre ao Campo do Seminário deverá constituir mais uma oportunidade para os aveirenses chegarem a números pouco habituais em jogos de futebol, à semelhança dos 21-0 alcançados no jogo da 1ª volta.
INFANTIS B: Também favorita na sua deslocação a Estarreja, equipa que somou apenas 3 pontos em toda a primeira volta, a formação de Pedro e João Teles, com maior ou menor dificuldade, deverá regressar a Aveiro com os 3 pontos em disputa, ficando à espera do que vier a acontecer no jogo entre os também candidatos à série dos primeiros, Taboeira e Avanca, que se defrontam entre si.
BENJAMINS A: Também no escalão sub-11 as nossas equipas têm compromissos para onde partem como claras favoritas, com a deslocação ao terreno do Estrela Azul (série G) e a recepção ao Barroca (série H, agora comandada pelo Beira-Mar) a constituírem desafios que os atletas auri-negros deverão ultrapassar, também com maior ou menor dificuldade.
BENJAMINS B: O jogo grande de todo o futebol de 7 ocorrerá neste escalão, com Beira-Mar e Gafanha a defrontarem-se no Campo do Seminário, num jogo que será uma espécie de tira-teimas entre as duas equipas que partilham o comando da série E, contando por vitórias todos os 5 jogos realizados até agora. Os auri-negros apresentam um melhor "goal-average", com 54 golos marcados (mais 22 que o seu adversário), mas o GD Gafanha apenas sofreu um golo até agora, contra 5 dos aveirenses. Acreditamos que o melhor ataque se sobreporá à melhor defesa.
A outra equipa deste escalão e que disputa a série F, estará de folga nesta jornada.
TRAQUINAS A: O líder da série E do campeonato distrital de traquinas A recebe, no Campo do Seminário, o penúltimo classificado da prova, o Cucujães, que apenas conseguiu 3 pontos até agora e que não deverá constituir um obstáculo capaz de impedir os comandados de Daniel Esteves de obterem mais uma vitória e de se manterem no comando da classificação.
Para além do duelo em juvenis, haverá ainda lugar, no próximo domingo, a outro Oliveirense-Beira-Mar, este a contar para o campeonato distrital de iniciados da 1ª divisão, com as duas equipas empenhadas em assegurar um lugar na série dos primeiros.
Destaque ainda para a recepção da equipa de juniores ao Candal, com as equipas igualadas pontualmente no 4º lugar da série B do campeonato nacional da 2ª divisão e também, no futebol de 7, para o jogo de benjamins B entre Beira-Mar e Gafanha, equipas que partilham o comando da série E e que decidem, neste jogo, quem terminará a primeira volta na liderança.
São os seguintes os 12 jogos agendados para a jornada a realizar nos próximos sábado e domingo:
Análise prévia da jornada
JUNIORES A: Empatadas no 4º lugar da classificação, Beira-Mar e Candal têm marcado, para o próximo sábado, no Estádio Mário Duarte, um jogo muito importante, tendo em vista as aspirações, legítimas, de ambas as equipas na luta por um lugar que dê acesso, na 2ª fase, à disputa da subida de escalão. Pela posição que ocupam, prevê-se um jogo de muito equilíbrio, onde as dificuldades deverão ser muitas, de parte a parte, na perspectiva de qualquer das equipas poder ganhar o jogo. Neste jogo de equilíbrios, pode valer o momento actual dos dois conjuntos e aí, o Beira-Mar leva clara vantagem. Enquanto os comandados de António Luís não perdem há 6 jogos consecutivos ( a última derrota foi há cerca de mês e meio), os gaienses chegam de uma série consecutiva de 3 jogos sem ganhar (DDE). Esperemos que não seja ainda a hora de regressarem às vitórias, sinal de que os auri-negros teriam dado mais um passo importante rumo aos seus objectivos.
JUNIORES B: Com a vitória alcançada na Pampilhosa, no jogo que marcou o início da 2ª volta do distrital da 1ª divisão, a equipa do Beira-Mar recusou-se a atirar a toalha ao chão e continua a luta por um lugar mais cimeiro na classificação. O Anadia, nosso próximo adversário, também tem o mesmo objectivo e só dispõe de mais 3 pontos do que os auri-negros, pelo que uma vitória no próximo jogo, em que beneficiamos do factor-casa, nos colaria pontualmente aos bairradinos.
JUVENIS: Com apenas 2 pontos de vantagem sobre a Oliveirense, a quem visita no próximo domingo, a equipa de Aguinaldo Melo enfrenta um dos seus jogos mais importantes deste campeonato nacional, por se tratar de um adversário directo na luta pela manutenção e porque, em caso de derrota, se verá ultrapassada pela formação de Oliveira de Azeméis, caindo para um indesejado 8º lugar da classificação. No jogo da 1ª volta vencemos por claros 3-1 e mostrámos valor superior ao nosso rival, pelo que, em condições normais, a vitória estará ao nosso alcance. Nós acreditamos!
INICIADOS A: O próximo jogo dos sub-15 do SC Beira-Mar, que recebem a simpática AD São Romão, equipa do meio da tabela, configura uma grande dose de favoritismo para os auri-negros, actuais vice-comandantes da série C do campeonato nacional e deverá ser uma daquelas partidas, salvaguardando uma enorme surpresa com que, por vezes, o futebol nos surpreende, em que a equipa aveirense deverá somar mais 3 pontos e manter a sua invencibilidade na prova.
INICIADOS B: A realizar uma excelente recuperação nas últimas jornadas (4 vitórias e 1 empate nos derradeiros 5 jogos), que a trouxe desde o 8º até ao desejado 5º lugar, a equipa de Edmundo Ferreira tem um compromisso muito importante nesta jornada, com a difícil deslocação a Oliveira de Azeméis, onde defrontará o 2º classificado da prova distrital da 1ª divisão, a fazer perigar de novo a tranquilidade classificativa. Mas a Oliveirense apenas dispõe de 3 pontos de vantagem, pelo que uma vitória aveirense, que já aconteceu, aliás, no jogo da 1ª volta (e logo por 5-2), colocaria as duas equipas em igualdade pontual, mostrando a grande nota de equilíbrio que tem sido dominante neste campeonato distrital.
INFANTIS A: Com o início da 2ª volta a ter lugar neste fim-de-semana, adivinha-se jornada tranquila para as equipas de Ricardo Pinheiro, que defrontam, precisamente, os adversários a quem infligiram maiores goleadas na 1ª volta. Se o Eixense ainda poderá fazer valer as características específicas do seu terreno de jogo para colocar alguma dificuldade suplementar aos auri-negros, já à visita do Vista Alegre ao Campo do Seminário deverá constituir mais uma oportunidade para os aveirenses chegarem a números pouco habituais em jogos de futebol, à semelhança dos 21-0 alcançados no jogo da 1ª volta.
INFANTIS B: Também favorita na sua deslocação a Estarreja, equipa que somou apenas 3 pontos em toda a primeira volta, a formação de Pedro e João Teles, com maior ou menor dificuldade, deverá regressar a Aveiro com os 3 pontos em disputa, ficando à espera do que vier a acontecer no jogo entre os também candidatos à série dos primeiros, Taboeira e Avanca, que se defrontam entre si.
BENJAMINS A: Também no escalão sub-11 as nossas equipas têm compromissos para onde partem como claras favoritas, com a deslocação ao terreno do Estrela Azul (série G) e a recepção ao Barroca (série H, agora comandada pelo Beira-Mar) a constituírem desafios que os atletas auri-negros deverão ultrapassar, também com maior ou menor dificuldade.
BENJAMINS B: O jogo grande de todo o futebol de 7 ocorrerá neste escalão, com Beira-Mar e Gafanha a defrontarem-se no Campo do Seminário, num jogo que será uma espécie de tira-teimas entre as duas equipas que partilham o comando da série E, contando por vitórias todos os 5 jogos realizados até agora. Os auri-negros apresentam um melhor "goal-average", com 54 golos marcados (mais 22 que o seu adversário), mas o GD Gafanha apenas sofreu um golo até agora, contra 5 dos aveirenses. Acreditamos que o melhor ataque se sobreporá à melhor defesa.
A outra equipa deste escalão e que disputa a série F, estará de folga nesta jornada.
TRAQUINAS A: O líder da série E do campeonato distrital de traquinas A recebe, no Campo do Seminário, o penúltimo classificado da prova, o Cucujães, que apenas conseguiu 3 pontos até agora e que não deverá constituir um obstáculo capaz de impedir os comandados de Daniel Esteves de obterem mais uma vitória e de se manterem no comando da classificação.
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Balanço da jornada: Traquinas A e Benjamins A também chegam ao topo
Num fim-de-semana que teria sido perfeito, não fosse a derrota dos juvenis contra a Académica, a única em 13 jogos disputados, sobram, ainda assim, motivos mais do que suficientes para nos regozijarmos e estarmos orgulhosos dos resultados das nossas equipas e do trabalho que a Academia de Futebol do SC Beira-Mar vem desenvolvendo, com grande mérito para os seus técnicos e respectiva coordenação.
Para além das 10 vitórias e 2 empates alcançados, merece destaque, nesta jornada, a chegada ao comando das respectivas classificações de mais 3 equipas do SC Beira-Mar, que já lideram 6 das 13 provas que disputam. Depois das duas equipas de infantis A (séries G e H) e da equipa de benjamins B (série F), que comandam há largas semanas, chegou agora a vez das equipas de traquinas A, benjamins A (série H) e benjamins B (série E) assumirem o primeiro lugar das suas tabelas classificativas.
Também no futebol de 11 e descontando o já referido desaire dos nossos infelizes sub-17, a jornada nos trouxe resultados bem animadores, com duas importantes vitórias nos campeonatos distritais de juniores e iniciados e um encorajador empate (4-4), obtido pela equipa que disputa o nacional de juniores, no terreno do líder Salgueiros. Tudo isto para além da já esperada vitória da equipa principal de iniciados, em Mangualde, que merece referência pelos números alcançados (1-8).
Confira agora o quadro completo de resultados:
COMENTÁRIO
JUNIORES: E vão 6 jogos sem perder! Esta é a magnífica série que os nossos sub-19, participantes no campeonato nacional da 2ª divisão, apresentam após o jogo do último fim-de-semana. A tarefa do passado sábado era bastante difícil, com os auri-negros a deslocarem-se ao terreno do líder Salgueiros, onde obtiveram um animador empate, por inusitados 4-4, num jogo que teve alterações no marcador capazes de agitar o mais fleumático dos "torcedores" presentes. Depois de ter estado, por duas vezes, a perder pela diferença de 2 golos (2-0 e 3-1), a equipa de António Luís foi capaz de inverter o marcador a seu favor (3-4), cedendo a igualdade já em período de compensação. Por tudo isto, foi muito bom, mas... acabou por saber a pouco.
No campeonato distrital, a nossa equipa, com a vitória alcançada na Pampilhosa, por 1-3, disse estar bem viva e capaz de continuar a lutar por aquele que era o seu primeiro objectivo, ou seja, apurar-se para a série dos primeiros. Mantendo-se inalterada a sua posição classificativa (9º lugar), o Beira-Mar está agora a uma curta distância (4 pontos) do desejado 5º lugar.
JUVENIS: Após uma moralizadora vitória na semana anterior, a equipa de juvenis regressou aos resultados negativos que a perseguiram nas últimas jornadas da 1ª volta. A derrota caseira com a Académica, por 0-1, ainda que imerecida, reduziu a margem de erro à equipa de Aguinaldo Melo, que, no entanto, continua a depender de si própria e tem valor, mais do que suficiente, para superar as dificuldades futuras.
INICIADOS: Vitória esperada dos nossos sub-15 em Mangualde, onde obtiveram o seu resultado mais desnivelado até agora registado, tendo goleado o seu adversário por expressivos 1-8 e mantido a pressão sobre o comandante Oliveirense, que não cede e mantém 1 escasso ponto de vantagem sobre os auri-negros.
Após algumas semanas de luta para chegar a esta posição, a equipa B de iniciados, com a difícil vitória caseira alcançada sobre o Estarreja, por 2-1, ascendeu, finalmente, ao 5º lugar da Zona Sul do campeonato distrital da 1ª divisão, ficando, para já, dentro daqueles que são os seus objectivos e elevando para 5 os jogos consecutivos em que não conhece o sabor da derrota (VEVVV). Mas nada está garantido e as dificuldades reiniciam-se no próximo jogo.
INFANTIS A: Chegou ao fim a 1ª volta, da 1ª fase, do campeonato distrital e as duas equipas auri-negras deste escalão cometeram o feito de terminar esta fase da prova, contando por vitórias todos os jogos até aqui disputados. Os compromissos desta jornada até eram, à partida, dos mais difíceis, uma vez que se defrontavam os segundos classificados das respectivas séries. Mas nem Gafanha (série G, derrota no Seminário por 7-0), nem Taboeira (série H, batido em casa por 0-5), mostraram argumentos capazes de contrariar a superioridade demonstrada pelas formações de Ricardo Pinheiro.
INFANTIS B: Também nos sub-12 está concluída a primeira volta da prova e nada melhor para a equipa dos irmãos Teles do que terminar com uma robusta vitória, obtida à custa do Azurva, que nos visitou e foi batido por inequívocos 9-0. A equipa aveirense segue isolada no 2º lugar, a 3 pontos do Avanca e tem agora, nas dificuldades que se adivinham para a 2ª volta, a oportunidade para mostrar a fibra de que são feitos os seus atletas.
BENJAMINS A: A nota de destaque neste escalão vai para a vitória alcançada em Albergaria, por 2-4, pela equipa auri-negra que disputa a série H do campeonato distrital, resultado que permitiu aos comandados de João Paulo ascender, pela primeira vez esta época, ao 1º lugar da classificação, aquele que dá acesso directo à série dos primeiros, apeando o Alba dessa posição.
O outro jogo deste escalão deu divisão de pontos entre Beira-Mar e Beira-Vouga, com o empate (1-1) registado no Campo do Seminário a manter ambas as equipas irmanadas pontualmente no 3º lugar da série G.
BENJAMINS B: Também neste escalão, e pela primeira vez esta época, a equipa do Beira-Mar, que disputa a série E, chega ao cimo da classificação, igualando pontualmente o anterior líder Gafanha, que folgou nesta jornada, onde a equipa aveirense obteve uma justa e saborosa vitória, no terreno do Taboeira, por claros 0-5.
No 1º lugar já estava, desde a 1ª jornada, a equipa da série F, e a vitória caseira, por 9-2, obtida sobre o Vista Alegre, para além de aguardada, permitiu aos auri-negros manterem a série 100 por cento vitoriosa na prova e uma liderança que já leva 8 pontos (!) de vantagem sobre o 2º classificado. Série dos primeiros à vista!
TRAQUINAS A: Tendo vencido em Estarreja, por 2-6, na passada 4ª feira, o seu jogo em atraso referente à 4ª jornada, a equipa de Daniel Esteves, logo aí, garantiu a chegada ao ambicionado 1º lugar da série E do campeonato distrital da categoria. O novel comandante, na última jornada, fazia a primeira deslocação com o estatuto de líder a Sever do Vouga e puxou aí dos seus "galões", batendo, inapelavelmente, o Mini-Foot, por um 0-7 revelador da boa forma que a nossa equipa atravessa.
Para além das 10 vitórias e 2 empates alcançados, merece destaque, nesta jornada, a chegada ao comando das respectivas classificações de mais 3 equipas do SC Beira-Mar, que já lideram 6 das 13 provas que disputam. Depois das duas equipas de infantis A (séries G e H) e da equipa de benjamins B (série F), que comandam há largas semanas, chegou agora a vez das equipas de traquinas A, benjamins A (série H) e benjamins B (série E) assumirem o primeiro lugar das suas tabelas classificativas.
Também no futebol de 11 e descontando o já referido desaire dos nossos infelizes sub-17, a jornada nos trouxe resultados bem animadores, com duas importantes vitórias nos campeonatos distritais de juniores e iniciados e um encorajador empate (4-4), obtido pela equipa que disputa o nacional de juniores, no terreno do líder Salgueiros. Tudo isto para além da já esperada vitória da equipa principal de iniciados, em Mangualde, que merece referência pelos números alcançados (1-8).
Confira agora o quadro completo de resultados:
COMENTÁRIO
JUNIORES: E vão 6 jogos sem perder! Esta é a magnífica série que os nossos sub-19, participantes no campeonato nacional da 2ª divisão, apresentam após o jogo do último fim-de-semana. A tarefa do passado sábado era bastante difícil, com os auri-negros a deslocarem-se ao terreno do líder Salgueiros, onde obtiveram um animador empate, por inusitados 4-4, num jogo que teve alterações no marcador capazes de agitar o mais fleumático dos "torcedores" presentes. Depois de ter estado, por duas vezes, a perder pela diferença de 2 golos (2-0 e 3-1), a equipa de António Luís foi capaz de inverter o marcador a seu favor (3-4), cedendo a igualdade já em período de compensação. Por tudo isto, foi muito bom, mas... acabou por saber a pouco.
No campeonato distrital, a nossa equipa, com a vitória alcançada na Pampilhosa, por 1-3, disse estar bem viva e capaz de continuar a lutar por aquele que era o seu primeiro objectivo, ou seja, apurar-se para a série dos primeiros. Mantendo-se inalterada a sua posição classificativa (9º lugar), o Beira-Mar está agora a uma curta distância (4 pontos) do desejado 5º lugar.
JUVENIS: Após uma moralizadora vitória na semana anterior, a equipa de juvenis regressou aos resultados negativos que a perseguiram nas últimas jornadas da 1ª volta. A derrota caseira com a Académica, por 0-1, ainda que imerecida, reduziu a margem de erro à equipa de Aguinaldo Melo, que, no entanto, continua a depender de si própria e tem valor, mais do que suficiente, para superar as dificuldades futuras.
INICIADOS: Vitória esperada dos nossos sub-15 em Mangualde, onde obtiveram o seu resultado mais desnivelado até agora registado, tendo goleado o seu adversário por expressivos 1-8 e mantido a pressão sobre o comandante Oliveirense, que não cede e mantém 1 escasso ponto de vantagem sobre os auri-negros.
Após algumas semanas de luta para chegar a esta posição, a equipa B de iniciados, com a difícil vitória caseira alcançada sobre o Estarreja, por 2-1, ascendeu, finalmente, ao 5º lugar da Zona Sul do campeonato distrital da 1ª divisão, ficando, para já, dentro daqueles que são os seus objectivos e elevando para 5 os jogos consecutivos em que não conhece o sabor da derrota (VEVVV). Mas nada está garantido e as dificuldades reiniciam-se no próximo jogo.
INFANTIS A: Chegou ao fim a 1ª volta, da 1ª fase, do campeonato distrital e as duas equipas auri-negras deste escalão cometeram o feito de terminar esta fase da prova, contando por vitórias todos os jogos até aqui disputados. Os compromissos desta jornada até eram, à partida, dos mais difíceis, uma vez que se defrontavam os segundos classificados das respectivas séries. Mas nem Gafanha (série G, derrota no Seminário por 7-0), nem Taboeira (série H, batido em casa por 0-5), mostraram argumentos capazes de contrariar a superioridade demonstrada pelas formações de Ricardo Pinheiro.
INFANTIS B: Também nos sub-12 está concluída a primeira volta da prova e nada melhor para a equipa dos irmãos Teles do que terminar com uma robusta vitória, obtida à custa do Azurva, que nos visitou e foi batido por inequívocos 9-0. A equipa aveirense segue isolada no 2º lugar, a 3 pontos do Avanca e tem agora, nas dificuldades que se adivinham para a 2ª volta, a oportunidade para mostrar a fibra de que são feitos os seus atletas.
BENJAMINS A: A nota de destaque neste escalão vai para a vitória alcançada em Albergaria, por 2-4, pela equipa auri-negra que disputa a série H do campeonato distrital, resultado que permitiu aos comandados de João Paulo ascender, pela primeira vez esta época, ao 1º lugar da classificação, aquele que dá acesso directo à série dos primeiros, apeando o Alba dessa posição.
O outro jogo deste escalão deu divisão de pontos entre Beira-Mar e Beira-Vouga, com o empate (1-1) registado no Campo do Seminário a manter ambas as equipas irmanadas pontualmente no 3º lugar da série G.
BENJAMINS B: Também neste escalão, e pela primeira vez esta época, a equipa do Beira-Mar, que disputa a série E, chega ao cimo da classificação, igualando pontualmente o anterior líder Gafanha, que folgou nesta jornada, onde a equipa aveirense obteve uma justa e saborosa vitória, no terreno do Taboeira, por claros 0-5.
No 1º lugar já estava, desde a 1ª jornada, a equipa da série F, e a vitória caseira, por 9-2, obtida sobre o Vista Alegre, para além de aguardada, permitiu aos auri-negros manterem a série 100 por cento vitoriosa na prova e uma liderança que já leva 8 pontos (!) de vantagem sobre o 2º classificado. Série dos primeiros à vista!
TRAQUINAS A: Tendo vencido em Estarreja, por 2-6, na passada 4ª feira, o seu jogo em atraso referente à 4ª jornada, a equipa de Daniel Esteves, logo aí, garantiu a chegada ao ambicionado 1º lugar da série E do campeonato distrital da categoria. O novel comandante, na última jornada, fazia a primeira deslocação com o estatuto de líder a Sever do Vouga e puxou aí dos seus "galões", batendo, inapelavelmente, o Mini-Foot, por um 0-7 revelador da boa forma que a nossa equipa atravessa.
JUVENIS: Ganhava quem marcasse
SC Beira-Mar, 0 - A Académica Coimbra, 1
(0-0, ao intervalo)
Num jogo pautado por grande equilíbrio, disputado de forma muito intensa, quase sempre longe das zonas de decisão e em que rarearam as oportunidades de golo, a equipa da Associação Académica de Coimbra acabou por ser a mais afortunada e levou de vencida, com um golo solitário obtido por Nuno Rodrigues, aos 59' de jogo, uma equipa do Beira-Mar que se viu, mais uma vez, castigada por uma derrota caseira, que verdadeiramente não merecia.
Sob a arbitragem do Sr. Nuno Vaz, da AF Viseu, as equipas apresentaram-se com:
SC Beira-Mar: Samuel (gr); João Rui, Manuel e Miguel; André Silva (cap), Rafa, Pité e Nito; Tiago Gomes (Marc, 51'), Henrique (Balacó, 70') e Tiago Azevedo (Bruno Filipe, 73').
Suplentes não utilizados: Hugo (gr), João Rafael, Rúben Marques e Diogo M. Carvalho.
A Académica C: Leonel (gr e cap); Patrick Leitão, Raphael, Miguel Rodrigues e João Neves; Samuel, Luís Borges, Patrick Ferreira e André Jorge (Fábio Gomes, int); Nuno Rodrigues (Rolente, 78') e Diogo Reverendo (Jorge Correia, 51').
Suplentes não utilizados: Miguel Rodrigues (gr), João Ferrão, João Neves e Xavier.
A primeira parte não teve golos e, quando o lance mais perigoso dos primeiros 40' foi um remate de Miguel Rodrigues, aos 13', na marcação de um livre directo, em posição frontal e já muito perto da linha limite da grande área aveirense, em que o central coimbrão proporcionou ao guardião Samuel uma atenta defesa para canto, sobram razões para justificar o nulo que se verificava ao intervalo. Com os meios-campos muito povoados, o jogo disputou-se essencialmente nessa zona do terreno e as equipas acabaram por se anular mutuamente, ficando desde logo a ideia que este seria um jogo que se decidiria com a marcação de um golo.
Já o segundo tempo começou mais movimentado, com um melhor início da equipa do Beira-Mar, que, logo aos 43', criou uma soberba oportunidade para abrir o marcador e, quiçá, dar um rumo diferente aos acontecimentos finais. Pité "inventa" espaço numa nesga de terreno, dentro da grande área e assiste, com um curto passe atrasado, o pé direito de Henrique, livre de marcação, com o avançado auri-negro a aplicar um pontapé de primeira que embate no corpo de um defesa estudante, quando tinha tudo para fazer golo. Pouco depois, aos 45', foi André Silva, em posição frontal, de fora da área, após mais uma boa jogada da equipa da casa, a tentar a sua sorte, mas também não foi feliz.
A Académica respondeu, aos 53', na sequência de uma reposição da bola em jogo pelo seu guarda-redes e após uma imperdoável falha no centro da defesa, surgindo o recém-entrado Jorge Correia na cara de Samuel, que saiu ao seu encontro e fez gorar a soberana ocasião para os forasteiros chegarem à vantagem.
Nesta fase do jogo sentia-se, cada vez mais, que quem fizesse um golo sairia vencedor. E a Académica, depois de ter ameaçado, aos 57', novamente num livre em posição privilegiada, que Miguel Rodrigues rematou para fora, viria mesmo a marcar, aos 59', por intermédio do seu avançado Nuno Rodrigues, que foi servido na zona frontal, apareceu na cara de Samuel e desviou com êxito, à saída do guardião aveirense, para o fundo das redes.
Os auri-negros acusaram muito este golpe e desconcentraram-se do jogo momentaneamente, dirigindo mais as suas atenções para o árbitro da partida, pondo em causa a regularidade do golo obtido. Isto valeu, para além de um cartão amarelo a Nito a expulsão directa de Pité, que só ele e o Sr. Nuno Vaz saberão explicar os motivos.
Reduzidos a 10 e ultrapassado este momento menos bom, só "deu" Beira-Mar até ao final. Os atletas auri-negros, mesmo em inferioridade numérica, lutaram até à exaustão na tentativa de chegarem à igualdade, mas o melhor que conseguiram foi um lance, aos 65', em que Tiago Azevedo, após jogada de insistência, vê a bola sobrar para aplicar o seu remate, que parou nas mãos de Leonel. Com o jogo agora mais perto da área estudantil, estes souberam gerir a vantagem e só voltariam a ser incomodados já em período de compensação, quando Rafa remata de cabeça, ao lado, após livre de Marc.
Com o campeonato nacional a aproximar-se de uma fase decisiva, é importante que a equipa não se desuna e que se concentre verdadeiramente nos seus objectivos globais. Cada jogo disputado é o mais importante, sem dúvida, mas os atletas devem obrigatoriamente pensar e saber, que atrás desse virá outro ainda mais decisivo. E, no futebol, há saber ganhar e saber perder. Ainda que as vitórias morais não interessem a ninguém, é bem melhor chegar ao fim de um jogo com a sensação do dever cumprido, mesmo perdendo, do que o desaire acontecer por desleixo ou irresponsabilidade. E, outra coisa, tal como quando se ganha a vitória deve ser repartida por todos, também na hora da derrota devemos ser solidários e não apontar o dedo a ninguém. E, meus amigos, no jogo com a Académica, tendo em conta todas as contrariedades surgidas durante a semana e mesmo antes do início desta partida, a equipa esteve à altura das suas responsabilidades e perdeu como poderia ter ganho. O empate era, aliás, o resultado mais justo.
Quanto ao árbitro da partida, pela nossa parte não lhe apontamos responsabilidades pela derrota e damos-lhe o benefício da dúvida no golo da Académica. Mas se, no capítulo técnico, esteve a um nível aceitável, já os seus critérios disciplinares se mostraram demasiado rigorosos para com jovens de 16 anos, a quem uma atitude mais pedagógica serviria muito melhor.
(0-0, ao intervalo)
Num jogo pautado por grande equilíbrio, disputado de forma muito intensa, quase sempre longe das zonas de decisão e em que rarearam as oportunidades de golo, a equipa da Associação Académica de Coimbra acabou por ser a mais afortunada e levou de vencida, com um golo solitário obtido por Nuno Rodrigues, aos 59' de jogo, uma equipa do Beira-Mar que se viu, mais uma vez, castigada por uma derrota caseira, que verdadeiramente não merecia.
Sob a arbitragem do Sr. Nuno Vaz, da AF Viseu, as equipas apresentaram-se com:
SC Beira-Mar: Samuel (gr); João Rui, Manuel e Miguel; André Silva (cap), Rafa, Pité e Nito; Tiago Gomes (Marc, 51'), Henrique (Balacó, 70') e Tiago Azevedo (Bruno Filipe, 73').
Suplentes não utilizados: Hugo (gr), João Rafael, Rúben Marques e Diogo M. Carvalho.
A Académica C: Leonel (gr e cap); Patrick Leitão, Raphael, Miguel Rodrigues e João Neves; Samuel, Luís Borges, Patrick Ferreira e André Jorge (Fábio Gomes, int); Nuno Rodrigues (Rolente, 78') e Diogo Reverendo (Jorge Correia, 51').
Suplentes não utilizados: Miguel Rodrigues (gr), João Ferrão, João Neves e Xavier.
A primeira parte não teve golos e, quando o lance mais perigoso dos primeiros 40' foi um remate de Miguel Rodrigues, aos 13', na marcação de um livre directo, em posição frontal e já muito perto da linha limite da grande área aveirense, em que o central coimbrão proporcionou ao guardião Samuel uma atenta defesa para canto, sobram razões para justificar o nulo que se verificava ao intervalo. Com os meios-campos muito povoados, o jogo disputou-se essencialmente nessa zona do terreno e as equipas acabaram por se anular mutuamente, ficando desde logo a ideia que este seria um jogo que se decidiria com a marcação de um golo.
Já o segundo tempo começou mais movimentado, com um melhor início da equipa do Beira-Mar, que, logo aos 43', criou uma soberba oportunidade para abrir o marcador e, quiçá, dar um rumo diferente aos acontecimentos finais. Pité "inventa" espaço numa nesga de terreno, dentro da grande área e assiste, com um curto passe atrasado, o pé direito de Henrique, livre de marcação, com o avançado auri-negro a aplicar um pontapé de primeira que embate no corpo de um defesa estudante, quando tinha tudo para fazer golo. Pouco depois, aos 45', foi André Silva, em posição frontal, de fora da área, após mais uma boa jogada da equipa da casa, a tentar a sua sorte, mas também não foi feliz.
A Académica respondeu, aos 53', na sequência de uma reposição da bola em jogo pelo seu guarda-redes e após uma imperdoável falha no centro da defesa, surgindo o recém-entrado Jorge Correia na cara de Samuel, que saiu ao seu encontro e fez gorar a soberana ocasião para os forasteiros chegarem à vantagem.
Nesta fase do jogo sentia-se, cada vez mais, que quem fizesse um golo sairia vencedor. E a Académica, depois de ter ameaçado, aos 57', novamente num livre em posição privilegiada, que Miguel Rodrigues rematou para fora, viria mesmo a marcar, aos 59', por intermédio do seu avançado Nuno Rodrigues, que foi servido na zona frontal, apareceu na cara de Samuel e desviou com êxito, à saída do guardião aveirense, para o fundo das redes.
Os auri-negros acusaram muito este golpe e desconcentraram-se do jogo momentaneamente, dirigindo mais as suas atenções para o árbitro da partida, pondo em causa a regularidade do golo obtido. Isto valeu, para além de um cartão amarelo a Nito a expulsão directa de Pité, que só ele e o Sr. Nuno Vaz saberão explicar os motivos.
Reduzidos a 10 e ultrapassado este momento menos bom, só "deu" Beira-Mar até ao final. Os atletas auri-negros, mesmo em inferioridade numérica, lutaram até à exaustão na tentativa de chegarem à igualdade, mas o melhor que conseguiram foi um lance, aos 65', em que Tiago Azevedo, após jogada de insistência, vê a bola sobrar para aplicar o seu remate, que parou nas mãos de Leonel. Com o jogo agora mais perto da área estudantil, estes souberam gerir a vantagem e só voltariam a ser incomodados já em período de compensação, quando Rafa remata de cabeça, ao lado, após livre de Marc.
Com o campeonato nacional a aproximar-se de uma fase decisiva, é importante que a equipa não se desuna e que se concentre verdadeiramente nos seus objectivos globais. Cada jogo disputado é o mais importante, sem dúvida, mas os atletas devem obrigatoriamente pensar e saber, que atrás desse virá outro ainda mais decisivo. E, no futebol, há saber ganhar e saber perder. Ainda que as vitórias morais não interessem a ninguém, é bem melhor chegar ao fim de um jogo com a sensação do dever cumprido, mesmo perdendo, do que o desaire acontecer por desleixo ou irresponsabilidade. E, outra coisa, tal como quando se ganha a vitória deve ser repartida por todos, também na hora da derrota devemos ser solidários e não apontar o dedo a ninguém. E, meus amigos, no jogo com a Académica, tendo em conta todas as contrariedades surgidas durante a semana e mesmo antes do início desta partida, a equipa esteve à altura das suas responsabilidades e perdeu como poderia ter ganho. O empate era, aliás, o resultado mais justo.
Quanto ao árbitro da partida, pela nossa parte não lhe apontamos responsabilidades pela derrota e damos-lhe o benefício da dúvida no golo da Académica. Mas se, no capítulo técnico, esteve a um nível aceitável, já os seus critérios disciplinares se mostraram demasiado rigorosos para com jovens de 16 anos, a quem uma atitude mais pedagógica serviria muito melhor.
BENJAMINS B "A": Continua a senda vitoriosa do Beira-Mar
AD Taboeira, 0 - SC Beira-Mar, 5
(0-1, ao intervalo)
O jogo iniciou-se com um golo no primeiro minuto, marcado pelo Samuel, que reflectiu, desde logo, a vontade do Beira Mar de sair de São João de Loure com mais uma vitória.
As duas formações mantiveram-se muito equilibradas, a estudarem-se mutuamente ao longo da primeira parte, com jogadas de grande perigo em ambas as balizas a colocarem à prova os guarda-redes das duas equipas. Os auri-negros procuravam chegar ao ataque através de lances colectivos, sem contudo conseguirem transformar em golos as oportunidades criadas. Fomos para o intervalo com a vantagem mínima e exigia-se maior capacidade finalizadora para o segundo tempo, de modo a evitar que algum deslize moralizasse o adversário.
Para a segunda parte, demonstrando uma boa leitura do jogo, os treinadores Paulo Martins e Jorge Vinagre alteraram o esquema táctico da equipa e construíram uma formação que se mostrou 100 por cento eficaz, apesar das sucessivas substituições de jogadores, que em nada afectaram a superior capacidade do nosso colectivo.
O segundo golo da partida surgiu novamente ao primeiro minuto de jogo, marcado pelo Renato e, apesar da boa troca de bola e toada igualmente ofensiva da equipa do Taboeira, os restantes golos surgiram naturalmente, marcados pelo Samuel, Pedro Reis e João Batista.
O resultado final não demonstra a grande intensidade do jogo, verificando-se que esta formação lida bem com equipas fortes e consegue cumprir em campo com as alterações tácticas transmitidas pelos seus treinadores.
O Beira Mar alcançou, assim, mais uma vitória, que se justificou plenamente e encheu o olho aos “felizes sofredores” de fora e de dentro do recinto de jogo.
(0-1, ao intervalo)
O jogo iniciou-se com um golo no primeiro minuto, marcado pelo Samuel, que reflectiu, desde logo, a vontade do Beira Mar de sair de São João de Loure com mais uma vitória.
As duas formações mantiveram-se muito equilibradas, a estudarem-se mutuamente ao longo da primeira parte, com jogadas de grande perigo em ambas as balizas a colocarem à prova os guarda-redes das duas equipas. Os auri-negros procuravam chegar ao ataque através de lances colectivos, sem contudo conseguirem transformar em golos as oportunidades criadas. Fomos para o intervalo com a vantagem mínima e exigia-se maior capacidade finalizadora para o segundo tempo, de modo a evitar que algum deslize moralizasse o adversário.
Para a segunda parte, demonstrando uma boa leitura do jogo, os treinadores Paulo Martins e Jorge Vinagre alteraram o esquema táctico da equipa e construíram uma formação que se mostrou 100 por cento eficaz, apesar das sucessivas substituições de jogadores, que em nada afectaram a superior capacidade do nosso colectivo.
O segundo golo da partida surgiu novamente ao primeiro minuto de jogo, marcado pelo Renato e, apesar da boa troca de bola e toada igualmente ofensiva da equipa do Taboeira, os restantes golos surgiram naturalmente, marcados pelo Samuel, Pedro Reis e João Batista.
O resultado final não demonstra a grande intensidade do jogo, verificando-se que esta formação lida bem com equipas fortes e consegue cumprir em campo com as alterações tácticas transmitidas pelos seus treinadores.
O Beira Mar alcançou, assim, mais uma vitória, que se justificou plenamente e encheu o olho aos “felizes sofredores” de fora e de dentro do recinto de jogo.
BENJAMINS A "B": Boa vitória contra adversário difícil
SC Alba, 2 - SC Beira-Mar "B", 4
(1-2, ao intervalo)
Foi, efectivamente, uma vitória perante um adversário muito dificil, que quis sempre discutir o resultado, apesar de sempre se encontrar em desvantagem no marcador.
Rapidamente nos colocámos em vantagem no marcador e chegámos mesmo ao 0-2, margem que nos poderia fazer encarar o jogo com alguma tranquilidade. Porém, uma desconcentração próximo do intervalo fez o adversário reduzir a desvantagem e colocar alguma incerteza no marcador para a segunda parte. Reagimos bem e fizemos o 1-3 com alguma naturalidade, mas de novo deixámos o adversário chegar ao golo, fazendo prolongar a incerteza quanto ao resultado final. Continuámos a dominar o jogo e, perto do fim, fizemos o golo da tranquilidade, que confere justiça à nossa vitória, que nos colocou no primeiro lugar da nossa série.
Parabéns a todos...
Estiveram neste jogo: Álvaro; Rafa; Vieira; Gustavo; Guilherme; Afonso; Henrique; Samuel (cap.) e o Melo.
Marcaram: Melo (2); Rafa e Henrique.
(1-2, ao intervalo)
Foi, efectivamente, uma vitória perante um adversário muito dificil, que quis sempre discutir o resultado, apesar de sempre se encontrar em desvantagem no marcador.
Rapidamente nos colocámos em vantagem no marcador e chegámos mesmo ao 0-2, margem que nos poderia fazer encarar o jogo com alguma tranquilidade. Porém, uma desconcentração próximo do intervalo fez o adversário reduzir a desvantagem e colocar alguma incerteza no marcador para a segunda parte. Reagimos bem e fizemos o 1-3 com alguma naturalidade, mas de novo deixámos o adversário chegar ao golo, fazendo prolongar a incerteza quanto ao resultado final. Continuámos a dominar o jogo e, perto do fim, fizemos o golo da tranquilidade, que confere justiça à nossa vitória, que nos colocou no primeiro lugar da nossa série.
Parabéns a todos...
Estiveram neste jogo: Álvaro; Rafa; Vieira; Gustavo; Guilherme; Afonso; Henrique; Samuel (cap.) e o Melo.
Marcaram: Melo (2); Rafa e Henrique.
BENJAMINS A "A": Ter o pássaro na mão e deixá-lo fugir... no último minuto!
SC Beira-Mar "A", 1 - GD Beira-Vouga, 1
(0-0, ao intervalo)
Foi o que aconteceu à nossa equipa neste último sábado, ao fim da manhã, num jogo equilibrado, em que conseguimos chegar à vantagem já no decorrer da segunda parte e, quando tudo fazia prever que a vitória nos iria sorrir, eis que uma pequena distracção deitou tudo a perder e cedemos o empate mesmo no final do jogo. Nada a lamentar, é preciso continuar a trabalhar para que, no futuro, estes erros não se voltem a repetir.
Tivemos a boa ajuda, neste jogo, do Luis que, no tempo que esteve em campo, ajudou bastante a nossa equipa.
Parabéns a todos.
Neste jogo estiveram: Francisco; Diogo; Rui (cap.); Mário; Miguel; Alain; Figueira; Luis e o Tiago.
Marcou o Rui.
(0-0, ao intervalo)
Foi o que aconteceu à nossa equipa neste último sábado, ao fim da manhã, num jogo equilibrado, em que conseguimos chegar à vantagem já no decorrer da segunda parte e, quando tudo fazia prever que a vitória nos iria sorrir, eis que uma pequena distracção deitou tudo a perder e cedemos o empate mesmo no final do jogo. Nada a lamentar, é preciso continuar a trabalhar para que, no futuro, estes erros não se voltem a repetir.
Tivemos a boa ajuda, neste jogo, do Luis que, no tempo que esteve em campo, ajudou bastante a nossa equipa.
Parabéns a todos.
Neste jogo estiveram: Francisco; Diogo; Rui (cap.); Mário; Miguel; Alain; Figueira; Luis e o Tiago.
Marcou o Rui.
INICIADOS A: Mais uma goleada
GD Mangualde, 1 - SC Beira-Mar, 8
(1-2, ao intervalo)
Tal como o resultado de 1-8 indica, este foi um jogo completamente dominado pelo Beira-Mar, que com esta volumosa vitória continua sem perder no campeonato nacional de iniciados, não desarmando da luta pelo 1º lugar da série C, onde já apresenta o melhor ataque e a melhor defesa de todas as equipas participantes. Entrámos no jogo a mandar, mas sem criar situações de perigo e só depois de 10 minutos de “aquecimento”, a equipa começou a pôr a bola à superfície do bem tratado relvado do Estádio Municipal de Mangualde e a criar oportunidades para chegar ao golo. E, com a primeira delas, veio o 0-1, aos 12’, com Sousa a cruzar para a finalização de cabeça de Bruno Ribeiro. O 0-2 surgiria aos 20’, estando um cruzamento de Sousa novamente na sua origem, pertencendo a Hugo Custódio, que realizou um grande jogo (3 golos e 3 assistências), o remate de primeira para o fundo das malhas.
Sem jogar muito bem, a nossa equipa foi sempre controlando as operações, mas num lance na nossa área, já em cima do tempo de intervalo, quando Fábio vai para tirar a bola da zona de perigo, o avançado do Mangualde intromete-se, sendo atingido pelo “capitão” auri-negro. Penalti sem margem para dúvidas, que o Mangualde aproveitou para reduzir a desvantagem para a margem mínima, ainda que Rafael tenha tocado na bola antes de entrar na baliza, gesto insuficiente para evitar o 1-2 com que as equipas, de imediato, recolheram aos balneários.
Na segunda parte, a qualidade do nosso jogo melhorou bastante, tendo as mexidas operadas ao intervalo também contribuído para que o recital de futebol auri-negro tivesse acontecido. Este teve início logo aos 40’, com Hugo Custódio a servir o recém-entrado Steven, que dispara para a baliza e obtém o 1-3. Esta dupla voltaria a funcionar, pouco depois, aos 44’, desta vez com Hugo a ir à linha de fundo e a assistir no meio o veloz goleador aveirense, que “bisa” no jogo e faz o 1-4.
Mais golos poderiam ter acontecido, quando Bruno Ribeiro, de longe, atira torto, ou quando Hugo Custódio chega um pouco atrasado ao cruzamento de Sousa. Mas a maior das ocasiões desperdiçadas aconteceria aos 50’, quando Hugo Custódio é derrubado na área, após uma jogada pela esquerda, e o árbitro assinala uma grande penalidade indiscutível. Filipe Melo, encarregado da sua marcação, enjeita a ocasião e permite a defesa ao guardião da casa. Maré de azar para o nosso esquerdino, que quase vê novamente a sorte ser-lhe madrasta, aos 55’, quando envia a bola ao poste na marcação de um livre, situação corrigida por Hugo Custódio que, na recarga, faz o 1-5.
O 17 aveirense continuou a encher o campo e, aos 62’, após uma boa jogada pelo lado direito, Hugo serve de “bandeja”, na zona da meia-lua, Sérgio, que remata em jeito e muito bem colocado, elevando para 1-6. O avolumar do marcador continuou, aos 67’, desta vez com Steven a arrancar veloz e a cruzar rasteiro para a área, onde o guarda-redes do Mangualde mergulha e falha a intercepção, permitindo a Hugo Custódio chegar facilmente ao 1-7. Os números finais do marcador surgiriam já em período de descontos, tendo o golo que deu o 1-8 sido o mais festejado pela equipa aveirense. O motivo para a festa foi o facto de Filipe Melo, o autor do último golo auri-negro, já não fazer o gosto ao pé há algumas épocas, tendo quebrado o “jejum” nesta partida de Mangualde. O derradeiro tento do Beira-Mar resultou de um contra-ataque rápido conduzido por Steven pelo flanco esquerdo, terminando num cruzamento para Filipe Melo, que acompanhou a jogada e que fez ainda a bola embater no poste, tendo consumado o golo apenas à segunda tentativa. O modo efusivo como o marcador e os seus colegas celebraram este golo, é um sinal claro do espírito de grupo que reina nesta equipa. O árbitro já nem reiniciou a partida, dando o jogo por terminado com uma vitória concludente e justa do Beira-Mar, perante um adversário brioso e que tentou sempre jogar a bola dentro das suas limitações.
O árbitro da partida, Sr. Paulo Brás, da AF Guarda, ao contrário do nosso jogo em Repeses, que também dirigiu, realizou desta vez um excelente trabalho e, das duas uma, ou teve um mau dia (como todos têm) em Repeses, o que se aceita, ou esse jogo foi-nos condicionado propositadamente e isso seria inadmissível.
A equipa apresentou-se com: Pedro Rafael (gr); Bruno Reis (Yusuf, int), Ricardo Esteves, Fábio (cap) (Lucas, 42’) e Filipe Melo; Nuno Abreu (Ricardo Pinto, int), Tiago Ramalho e Hugo Custódio; Sousa (Sérgio, 46’), João Miguel (Steven, int) e Bruno Ribeiro.
Suplentes não utilizados: Canha (gr) e Rui Santana.
Uma palavra final para os aveirenses (pais e não só), que não se cansam de nos acompanhar para todo o lado, sempre em grande número, apoiando-nos incondicionalmente com os seus cânticos e incentivos, puxando ininterruptamente pela equipa. Para eles uma palavra: ESPECTÁCULO! Muito obrigado!
(1-2, ao intervalo)
Tal como o resultado de 1-8 indica, este foi um jogo completamente dominado pelo Beira-Mar, que com esta volumosa vitória continua sem perder no campeonato nacional de iniciados, não desarmando da luta pelo 1º lugar da série C, onde já apresenta o melhor ataque e a melhor defesa de todas as equipas participantes. Entrámos no jogo a mandar, mas sem criar situações de perigo e só depois de 10 minutos de “aquecimento”, a equipa começou a pôr a bola à superfície do bem tratado relvado do Estádio Municipal de Mangualde e a criar oportunidades para chegar ao golo. E, com a primeira delas, veio o 0-1, aos 12’, com Sousa a cruzar para a finalização de cabeça de Bruno Ribeiro. O 0-2 surgiria aos 20’, estando um cruzamento de Sousa novamente na sua origem, pertencendo a Hugo Custódio, que realizou um grande jogo (3 golos e 3 assistências), o remate de primeira para o fundo das malhas.
Sem jogar muito bem, a nossa equipa foi sempre controlando as operações, mas num lance na nossa área, já em cima do tempo de intervalo, quando Fábio vai para tirar a bola da zona de perigo, o avançado do Mangualde intromete-se, sendo atingido pelo “capitão” auri-negro. Penalti sem margem para dúvidas, que o Mangualde aproveitou para reduzir a desvantagem para a margem mínima, ainda que Rafael tenha tocado na bola antes de entrar na baliza, gesto insuficiente para evitar o 1-2 com que as equipas, de imediato, recolheram aos balneários.
Na segunda parte, a qualidade do nosso jogo melhorou bastante, tendo as mexidas operadas ao intervalo também contribuído para que o recital de futebol auri-negro tivesse acontecido. Este teve início logo aos 40’, com Hugo Custódio a servir o recém-entrado Steven, que dispara para a baliza e obtém o 1-3. Esta dupla voltaria a funcionar, pouco depois, aos 44’, desta vez com Hugo a ir à linha de fundo e a assistir no meio o veloz goleador aveirense, que “bisa” no jogo e faz o 1-4.
Mais golos poderiam ter acontecido, quando Bruno Ribeiro, de longe, atira torto, ou quando Hugo Custódio chega um pouco atrasado ao cruzamento de Sousa. Mas a maior das ocasiões desperdiçadas aconteceria aos 50’, quando Hugo Custódio é derrubado na área, após uma jogada pela esquerda, e o árbitro assinala uma grande penalidade indiscutível. Filipe Melo, encarregado da sua marcação, enjeita a ocasião e permite a defesa ao guardião da casa. Maré de azar para o nosso esquerdino, que quase vê novamente a sorte ser-lhe madrasta, aos 55’, quando envia a bola ao poste na marcação de um livre, situação corrigida por Hugo Custódio que, na recarga, faz o 1-5.
O 17 aveirense continuou a encher o campo e, aos 62’, após uma boa jogada pelo lado direito, Hugo serve de “bandeja”, na zona da meia-lua, Sérgio, que remata em jeito e muito bem colocado, elevando para 1-6. O avolumar do marcador continuou, aos 67’, desta vez com Steven a arrancar veloz e a cruzar rasteiro para a área, onde o guarda-redes do Mangualde mergulha e falha a intercepção, permitindo a Hugo Custódio chegar facilmente ao 1-7. Os números finais do marcador surgiriam já em período de descontos, tendo o golo que deu o 1-8 sido o mais festejado pela equipa aveirense. O motivo para a festa foi o facto de Filipe Melo, o autor do último golo auri-negro, já não fazer o gosto ao pé há algumas épocas, tendo quebrado o “jejum” nesta partida de Mangualde. O derradeiro tento do Beira-Mar resultou de um contra-ataque rápido conduzido por Steven pelo flanco esquerdo, terminando num cruzamento para Filipe Melo, que acompanhou a jogada e que fez ainda a bola embater no poste, tendo consumado o golo apenas à segunda tentativa. O modo efusivo como o marcador e os seus colegas celebraram este golo, é um sinal claro do espírito de grupo que reina nesta equipa. O árbitro já nem reiniciou a partida, dando o jogo por terminado com uma vitória concludente e justa do Beira-Mar, perante um adversário brioso e que tentou sempre jogar a bola dentro das suas limitações.
O árbitro da partida, Sr. Paulo Brás, da AF Guarda, ao contrário do nosso jogo em Repeses, que também dirigiu, realizou desta vez um excelente trabalho e, das duas uma, ou teve um mau dia (como todos têm) em Repeses, o que se aceita, ou esse jogo foi-nos condicionado propositadamente e isso seria inadmissível.
A equipa apresentou-se com: Pedro Rafael (gr); Bruno Reis (Yusuf, int), Ricardo Esteves, Fábio (cap) (Lucas, 42’) e Filipe Melo; Nuno Abreu (Ricardo Pinto, int), Tiago Ramalho e Hugo Custódio; Sousa (Sérgio, 46’), João Miguel (Steven, int) e Bruno Ribeiro.
Suplentes não utilizados: Canha (gr) e Rui Santana.
Uma palavra final para os aveirenses (pais e não só), que não se cansam de nos acompanhar para todo o lado, sempre em grande número, apoiando-nos incondicionalmente com os seus cânticos e incentivos, puxando ininterruptamente pela equipa. Para eles uma palavra: ESPECTÁCULO! Muito obrigado!
domingo, 14 de novembro de 2010
INFANTIS B: Vitória importante antes de 2ª volta decisiva!
SC Beira-Mar, 9 - GD Azurva, 0
(3-0, ao intervalo)
Após ter registado na jornada anterior uma derrota em Avanca, que podia ter deixado algumas “feridas”, a equipa de Infantis B (sub-12) soube reagir muito bem e obteve uma excelente vitória no jogo da última jornada da 1ª volta.
Foi sem dúvida uma demonstração de que o colectivo é forte e que está preparado para uma 2ª volta onde, em cada partida, vai ter uma margem mínima de erro, de modo a alcançar o objectivo da série dos primeiros.
Jogo no campo do Seminário, onde a chuva foi aparecendo, mas sem causar muito incómodo, tendo participado, na equipa do SC Beira-Mar, por ordem numérica, os seguintes jogadores: 2-Daniel; 6-Diogo; 7-J. Claro; 8-Rui; 10-Tomás; 11-Peralta; 12-Bruno; 15-Pina; 16-Kikas; 17-Júnior; 20-Fábio e 30-Gui.
Os misters Pedro e João Teles apresentaram de início: Bruno (gr), Daniel, Diogo, J. Claro (cap), Peralta, Júnior e Fábio.
Jogaram ainda na 1ª parte: Tomás, Pina, Rui e Kikas
A equipa teve um início de partida algo “nervoso” e foi permitindo ao adversário ir tapando todos os caminhos para a sua área.
O “click” surgiu aos 8’, através de Fábio, que inaugurou o marcador, aproveitando uma excelente recuperação de bola a meio campo de Diogo.
O golo fez despertar os auri-negros e, nos minutos seguintes, assumimos claramente o comando do jogo, tendo com naturalidade chegado aos 2-0, aos 11’, por Diogo, após bom passe de J. Claro.
Com a vantagem conseguida, a equipa “relaxou” um pouco e baixou a qualidade do futebol praticado. Contudo, merece destaque, aos 26’, o golo de Kikas, conseguido apenas dez segundos após ter entrado em campo, numa oportuna desmarcação pelo lado direito, aproveitando uma assistência primorosa do capitão.
O intervalo chegou quase a seguir com uma merecida vantagem de 3-0, pois o Azurva nunca conseguiu verdadeiramente levar perigo até à nossa baliza.
Na 2ª parte, iniciaram a partida: Bruno (gr), Daniel, Rui, Peralta, Júnior, Kikas e Gui.
Entraram ainda na 2ª parte: J. Claro, Fábio, Diogo, Pina e Tomás.
No regresso dos balneários o colectivo demonstrou outra atitude, que se veio a manter durante toda a segunda parte e teve reflexo no score final de 9-0, com o Azurva a ter apenas uma soberana ocasião para fazer o tento de honra, perto do apito final, quando enviou uma bola à trave, em remate já dentro da nossa área.
O evoluir do marcador na 2ª parte, onde foram marcados 6 golos, foi o seguinte: 4-0, aos 32’, através de Gui; 5-0, aos 41’, no melhor golo da manhã, por Júnior, num potente e colocado remate à entrada da área; o 6-0, aos 43’, e o 7-0, aos 46’, alcançados por Kikas, que fez um hat-trick e revelou instinto de finalizador; o 8-0, aos 48’, por Gui que bisou na partida, dando seguimento a bom cruzamento pela direita de Rui e, aos 54’, o 9-0 final, por Diogo, que também bisou, numa recarga plena de oportunidade, após remate de Tomás ao poste da baliza do Azurva.
Vitória moralizadora para uma 2ª volta que se prevê muito competitiva e com várias finais entre equipas muito niveladas e de resultado imprevisível! Força equipa, vamos conseguir!
(3-0, ao intervalo)
Após ter registado na jornada anterior uma derrota em Avanca, que podia ter deixado algumas “feridas”, a equipa de Infantis B (sub-12) soube reagir muito bem e obteve uma excelente vitória no jogo da última jornada da 1ª volta.
Foi sem dúvida uma demonstração de que o colectivo é forte e que está preparado para uma 2ª volta onde, em cada partida, vai ter uma margem mínima de erro, de modo a alcançar o objectivo da série dos primeiros.
Jogo no campo do Seminário, onde a chuva foi aparecendo, mas sem causar muito incómodo, tendo participado, na equipa do SC Beira-Mar, por ordem numérica, os seguintes jogadores: 2-Daniel; 6-Diogo; 7-J. Claro; 8-Rui; 10-Tomás; 11-Peralta; 12-Bruno; 15-Pina; 16-Kikas; 17-Júnior; 20-Fábio e 30-Gui.
Os misters Pedro e João Teles apresentaram de início: Bruno (gr), Daniel, Diogo, J. Claro (cap), Peralta, Júnior e Fábio.
Jogaram ainda na 1ª parte: Tomás, Pina, Rui e Kikas
A equipa teve um início de partida algo “nervoso” e foi permitindo ao adversário ir tapando todos os caminhos para a sua área.
O “click” surgiu aos 8’, através de Fábio, que inaugurou o marcador, aproveitando uma excelente recuperação de bola a meio campo de Diogo.
O golo fez despertar os auri-negros e, nos minutos seguintes, assumimos claramente o comando do jogo, tendo com naturalidade chegado aos 2-0, aos 11’, por Diogo, após bom passe de J. Claro.
Com a vantagem conseguida, a equipa “relaxou” um pouco e baixou a qualidade do futebol praticado. Contudo, merece destaque, aos 26’, o golo de Kikas, conseguido apenas dez segundos após ter entrado em campo, numa oportuna desmarcação pelo lado direito, aproveitando uma assistência primorosa do capitão.
O intervalo chegou quase a seguir com uma merecida vantagem de 3-0, pois o Azurva nunca conseguiu verdadeiramente levar perigo até à nossa baliza.
Na 2ª parte, iniciaram a partida: Bruno (gr), Daniel, Rui, Peralta, Júnior, Kikas e Gui.
Entraram ainda na 2ª parte: J. Claro, Fábio, Diogo, Pina e Tomás.
No regresso dos balneários o colectivo demonstrou outra atitude, que se veio a manter durante toda a segunda parte e teve reflexo no score final de 9-0, com o Azurva a ter apenas uma soberana ocasião para fazer o tento de honra, perto do apito final, quando enviou uma bola à trave, em remate já dentro da nossa área.
O evoluir do marcador na 2ª parte, onde foram marcados 6 golos, foi o seguinte: 4-0, aos 32’, através de Gui; 5-0, aos 41’, no melhor golo da manhã, por Júnior, num potente e colocado remate à entrada da área; o 6-0, aos 43’, e o 7-0, aos 46’, alcançados por Kikas, que fez um hat-trick e revelou instinto de finalizador; o 8-0, aos 48’, por Gui que bisou na partida, dando seguimento a bom cruzamento pela direita de Rui e, aos 54’, o 9-0 final, por Diogo, que também bisou, numa recarga plena de oportunidade, após remate de Tomás ao poste da baliza do Azurva.
Vitória moralizadora para uma 2ª volta que se prevê muito competitiva e com várias finais entre equipas muito niveladas e de resultado imprevisível! Força equipa, vamos conseguir!
INFANTIS A "A": A máquina só foi oleada ao intervalo...
SC Beira-Mar "A", 7 - GD Gafanha, 0
(1-0, ao intervalo)
Num jogo disputado no Campo do Seminário e que teve duas partes bem distintas, o SC Beira-Mar levou de vencida o GD Gafanha, equipa que seguia no 2º lugar da série G do campeonato distrital de infantis A, em igualdade pontual com o Taboeira, mantendo, com este resultado, a liderança da classificação e deixando agora o seu adversário de ontem a uma distância de 6 pontos.
Ricardo Pinheiro começou o jogo com:
Pouseiro (gr); Rafa e Bernardo (cap); Didi, Gil e Gonçalo, Adriel.
Participaram ainda: Vítor Hugo, João Gonçalo, André e o infantil B João Bernardo.
O primeiro tempo da equipa aveirense não foi muito bem conseguido, ainda que, naturalmente, o domínio do jogo lhe tenha pertencido quase por completo. No entanto, os atletas auri-negros, que até nem começaram mal, davam mostras de alguma ansiedade, à medida que o tempo ia passando e o golo não aparecia. Do outro lado, uma bem organizada equipa do Gafanha, criava um estado de espírito de sentido contrário, mostrando-se cada vez mais tranquila, acreditando que podia fazer uma "graça" e criando, aqui e ali, situações de incómodo para o último reduto do Beira-Mar.
E tudo até poderia ter sido diferente, se a equipa de Ricardo Pinheiro tivesse concretizado em golo as oportunidades criadas logo no início do jogo: Didi, no primeiro minuto, envia a bola ao poste; Gonçalo, aos 3', surge solto na esquerda, mas remata à figura do guarda-redes e Didi, de novo, aos 5', num remate desferido do lado direito, faz a bola passar rente ao poste mais distante. O Gafanha deu o primeiro sinal de perigo, aos 9', através do seu "capitão" Phil (bom jogador), num remate em arco, após boa jogada individual, com a bola a passar não muito longe do alvo. As coisas não saíam com a fluidez habitual à equipa de Ricardo Pinheiro e só aos 12', Didi, em posição frontal, volta a criar perigo, proporcionando ao guardião contrário uma excelente defesa. Foi do "banco" que veio a solução para este problema, que se estava a tornar muito "bicudo" e, aos 19', André, na primeira vez que toca na bola, lançado por um passe de longe de João Gonçalo, faz um vistoso "chapéu" ao guarda-redes e inaugura o marcador.
Pensou-se que o mais difícil estaria feito e que, a partir do 1-0, outros golos surgiriam, com maior ou menor dificuldade. A verdade é que foi o Gafanha que esteve perto de o alcançar, aos 23', e não fosse uma soberba defesa de Pouseiro a negar o golo a um adversário que lhe surgiu isolado e a equipa visitante teria chegado mesmo à igualdade. Era a fase de maior desacerto da equipa beiramarense, valendo uma intervenção "in-extremis" de João Bernardo, que hoje se estreou no escalão superior ao seu, ao cortar de cabeça um centro da direita, que um adversário, ao segundo poste, se apressava para finalizar, estavam decorridos 27' de jogo.
O intervalo chegaria com uma vantagem mínima para a equipa da casa, que experimentou inesperadas dificuldades face a um adversário que deu uma excelente réplica.
Para a etapa complementar o técnico aveirense fez alinhar:
Renato (gr); Rafa e Bernardo; Vítor Hugo, Gil e Gonçalo; Adriel.
Também jogaram: Didi, João Gonçalo, André e João Bernardo.
Na segunda parte tudo foi diferente, a máquina funcionou em pleno, dando mostras que o descanso tinha sido bom conselheiro e que algo de mágico teria acontecido durante o intervalo. Gonçalo, aos 33' e 35' bisou no jogo, fazendo o 2-0 na marcação de um canto directo e o 3-0 "picando" a bola sobre o guarda-redes, na sequência de um passe rasgado de Gil, que o isolou.
De repente tudo ficou mais fácil, a "engrenagem" começou a trabalhar na perfeição e Gil elevou para 4-0, aos 38', através de um remate bem colocado, desferido em posição frontal. Também houve tempo para algum desperdício, quando, aos 41', Adriel, após jogada individual, falha na cara do guarda-redes, para Bernardo, na jogada seguinte, falhar sozinho, ao segundo poste, o golpe de cabeça para o golo, na sequência de um cruzamento da direita de Vítor Hugo. Mas o "carburador" depressa se afinaria e Didi chega ao 5-0, aos 46', com um remate forte, após jogada individual. Do 6-0, obtido por Gonçalo, aos 48', o facto mais saliente é o de ter sido feito com o seu pé direito, não sendo de estranhar a forma como Gil, aos 53', obtém o 7-0, já que do "laboratório" da marcação de cantos desta equipa têm saído inúmeros lances como este.
O resultado estava feito, mas, até ao apito final do árbitro, houve tempo ainda para Bernardo falhar mais um golo de cabeça, na sequência de um canto apontado por João Gonçalo, aos 55', no que foi imitado por Rafa, no minuto seguinte. Aos 57', João Bernardo quase fazia a estreia a marcar pelos infantis A, mas o guardião da Gafanha negou-lhe os propósitos, fazendo uma excelente defesa, a desviar o fortíssimo remate desferido à entrada da área. As derradeiras oportunidades surgiriam mesmo na parte final do encontro, com André a ver o seu remate de fora da área ser defendido para canto e, na sequência deste, o "capitão" Bernardo a proporcionar mais uma defesa de recurso ao guardião do GD Gafanha, que acabou o jogo em grande plano.
Como as últimas imagens são aquelas que ficam na retina, a segunda parte da equipa de Ricardo Pinheiro disse-nos que a "máquina" está em perfeito funcionamento, apenas tendo precisado de uns "pingos de óleo" durante o intervalo...
(1-0, ao intervalo)
Num jogo disputado no Campo do Seminário e que teve duas partes bem distintas, o SC Beira-Mar levou de vencida o GD Gafanha, equipa que seguia no 2º lugar da série G do campeonato distrital de infantis A, em igualdade pontual com o Taboeira, mantendo, com este resultado, a liderança da classificação e deixando agora o seu adversário de ontem a uma distância de 6 pontos.
Ricardo Pinheiro começou o jogo com:
Pouseiro (gr); Rafa e Bernardo (cap); Didi, Gil e Gonçalo, Adriel.
Participaram ainda: Vítor Hugo, João Gonçalo, André e o infantil B João Bernardo.
O primeiro tempo da equipa aveirense não foi muito bem conseguido, ainda que, naturalmente, o domínio do jogo lhe tenha pertencido quase por completo. No entanto, os atletas auri-negros, que até nem começaram mal, davam mostras de alguma ansiedade, à medida que o tempo ia passando e o golo não aparecia. Do outro lado, uma bem organizada equipa do Gafanha, criava um estado de espírito de sentido contrário, mostrando-se cada vez mais tranquila, acreditando que podia fazer uma "graça" e criando, aqui e ali, situações de incómodo para o último reduto do Beira-Mar.
E tudo até poderia ter sido diferente, se a equipa de Ricardo Pinheiro tivesse concretizado em golo as oportunidades criadas logo no início do jogo: Didi, no primeiro minuto, envia a bola ao poste; Gonçalo, aos 3', surge solto na esquerda, mas remata à figura do guarda-redes e Didi, de novo, aos 5', num remate desferido do lado direito, faz a bola passar rente ao poste mais distante. O Gafanha deu o primeiro sinal de perigo, aos 9', através do seu "capitão" Phil (bom jogador), num remate em arco, após boa jogada individual, com a bola a passar não muito longe do alvo. As coisas não saíam com a fluidez habitual à equipa de Ricardo Pinheiro e só aos 12', Didi, em posição frontal, volta a criar perigo, proporcionando ao guardião contrário uma excelente defesa. Foi do "banco" que veio a solução para este problema, que se estava a tornar muito "bicudo" e, aos 19', André, na primeira vez que toca na bola, lançado por um passe de longe de João Gonçalo, faz um vistoso "chapéu" ao guarda-redes e inaugura o marcador.
Pensou-se que o mais difícil estaria feito e que, a partir do 1-0, outros golos surgiriam, com maior ou menor dificuldade. A verdade é que foi o Gafanha que esteve perto de o alcançar, aos 23', e não fosse uma soberba defesa de Pouseiro a negar o golo a um adversário que lhe surgiu isolado e a equipa visitante teria chegado mesmo à igualdade. Era a fase de maior desacerto da equipa beiramarense, valendo uma intervenção "in-extremis" de João Bernardo, que hoje se estreou no escalão superior ao seu, ao cortar de cabeça um centro da direita, que um adversário, ao segundo poste, se apressava para finalizar, estavam decorridos 27' de jogo.
O intervalo chegaria com uma vantagem mínima para a equipa da casa, que experimentou inesperadas dificuldades face a um adversário que deu uma excelente réplica.
Para a etapa complementar o técnico aveirense fez alinhar:
Renato (gr); Rafa e Bernardo; Vítor Hugo, Gil e Gonçalo; Adriel.
Também jogaram: Didi, João Gonçalo, André e João Bernardo.
Na segunda parte tudo foi diferente, a máquina funcionou em pleno, dando mostras que o descanso tinha sido bom conselheiro e que algo de mágico teria acontecido durante o intervalo. Gonçalo, aos 33' e 35' bisou no jogo, fazendo o 2-0 na marcação de um canto directo e o 3-0 "picando" a bola sobre o guarda-redes, na sequência de um passe rasgado de Gil, que o isolou.
De repente tudo ficou mais fácil, a "engrenagem" começou a trabalhar na perfeição e Gil elevou para 4-0, aos 38', através de um remate bem colocado, desferido em posição frontal. Também houve tempo para algum desperdício, quando, aos 41', Adriel, após jogada individual, falha na cara do guarda-redes, para Bernardo, na jogada seguinte, falhar sozinho, ao segundo poste, o golpe de cabeça para o golo, na sequência de um cruzamento da direita de Vítor Hugo. Mas o "carburador" depressa se afinaria e Didi chega ao 5-0, aos 46', com um remate forte, após jogada individual. Do 6-0, obtido por Gonçalo, aos 48', o facto mais saliente é o de ter sido feito com o seu pé direito, não sendo de estranhar a forma como Gil, aos 53', obtém o 7-0, já que do "laboratório" da marcação de cantos desta equipa têm saído inúmeros lances como este.
O resultado estava feito, mas, até ao apito final do árbitro, houve tempo ainda para Bernardo falhar mais um golo de cabeça, na sequência de um canto apontado por João Gonçalo, aos 55', no que foi imitado por Rafa, no minuto seguinte. Aos 57', João Bernardo quase fazia a estreia a marcar pelos infantis A, mas o guardião da Gafanha negou-lhe os propósitos, fazendo uma excelente defesa, a desviar o fortíssimo remate desferido à entrada da área. As derradeiras oportunidades surgiriam mesmo na parte final do encontro, com André a ver o seu remate de fora da área ser defendido para canto e, na sequência deste, o "capitão" Bernardo a proporcionar mais uma defesa de recurso ao guardião do GD Gafanha, que acabou o jogo em grande plano.
Como as últimas imagens são aquelas que ficam na retina, a segunda parte da equipa de Ricardo Pinheiro disse-nos que a "máquina" está em perfeito funcionamento, apenas tendo precisado de uns "pingos de óleo" durante o intervalo...
sábado, 13 de novembro de 2010
JUNIORES A: Empate com sabor agridoce
SC Salgueiros, 4 - SC Beira-Mar, 4
(2-0, ao intervalo)
A equipa de juniores do SC Beira-Mar arrancou hoje, ao final da tarde, princípio da noite, um empate a quatro bolas no terreno do líder da série B do campeonato nacional da 2ª divisão desta categoria. A divisão de pontos com o Salgueiros, sendo um bom resultado para a equipa de António Luís, acabou por saber a pouco no final da partida, uma vez que a formação portuense chegou à igualdade já em pleno período de compensação, frustrando o esforço dos atletas auri-negros, que conseguiram uma épica reviravolta no marcador, colocando-se em vantagem, por 3-4, a cerca de 10 minutos do final da partida, depois de terem estado, por duas vezes, com uma desvantagem de dois golos (2-0 e 3-1).
A partida iniciou-se praticamente com o 1-0 para o Salgueiros, facto que não perturbou a equipa aveirense, que partiu para a luta em busca da igualdade. Quando o sentido do jogo pendia mais para esse resultado, o Salgueiros, numa transição rápida, elevou para 2-0, resultado com que se viria a atingir o intervalo e que não traduzia aquilo que se passara em campo durante os primeiros 45'.
Na segunda parte, António Luís lançou Sílvio no jogo e o avançado aveirense viria a ser figura de destaque. Cerca dos 55' reduziu para 2-1, devolvendo esperanças bem fundadas à sua equipa de dar a volta aos acontecimentos. No entanto, no minuto seguinte, rude golpe atingia essas pretensões, com o Salgueiros a chegar ao 3-1.
A equipa de António Luís não abanou, mostrou o seu carácter e com mais dois golos de Sílvio, que regista, assim, um "hat-trick" na partida, e um de Ibrahima, deu uma sensacional "cambalhota" no marcador, colocando-se na frente por surpreendentes e pouco habituais 3-4. Faltavam cerca de dez minutos para jogar e sabia-se da reacção salgueirista que, até final, os aveirenses teriam de enfrentar. Decorria já o período de compensação, quando, numa fase de grande pressão, dentro e fora das quatro linhas, o árbitro castiga o Beira-Mar com a marcação de uma grande penalidade, que o nosso adversário não desperdiçou para fazer o 4-4 final.
Foi pena, pelo momento em que o empate aconteceu, mas todos são merecedores dos maiores elogios, pois provaram que não temem qualquer adversário deste campeonato. Temos equipa!
(2-0, ao intervalo)
A equipa de juniores do SC Beira-Mar arrancou hoje, ao final da tarde, princípio da noite, um empate a quatro bolas no terreno do líder da série B do campeonato nacional da 2ª divisão desta categoria. A divisão de pontos com o Salgueiros, sendo um bom resultado para a equipa de António Luís, acabou por saber a pouco no final da partida, uma vez que a formação portuense chegou à igualdade já em pleno período de compensação, frustrando o esforço dos atletas auri-negros, que conseguiram uma épica reviravolta no marcador, colocando-se em vantagem, por 3-4, a cerca de 10 minutos do final da partida, depois de terem estado, por duas vezes, com uma desvantagem de dois golos (2-0 e 3-1).
A partida iniciou-se praticamente com o 1-0 para o Salgueiros, facto que não perturbou a equipa aveirense, que partiu para a luta em busca da igualdade. Quando o sentido do jogo pendia mais para esse resultado, o Salgueiros, numa transição rápida, elevou para 2-0, resultado com que se viria a atingir o intervalo e que não traduzia aquilo que se passara em campo durante os primeiros 45'.
Na segunda parte, António Luís lançou Sílvio no jogo e o avançado aveirense viria a ser figura de destaque. Cerca dos 55' reduziu para 2-1, devolvendo esperanças bem fundadas à sua equipa de dar a volta aos acontecimentos. No entanto, no minuto seguinte, rude golpe atingia essas pretensões, com o Salgueiros a chegar ao 3-1.
A equipa de António Luís não abanou, mostrou o seu carácter e com mais dois golos de Sílvio, que regista, assim, um "hat-trick" na partida, e um de Ibrahima, deu uma sensacional "cambalhota" no marcador, colocando-se na frente por surpreendentes e pouco habituais 3-4. Faltavam cerca de dez minutos para jogar e sabia-se da reacção salgueirista que, até final, os aveirenses teriam de enfrentar. Decorria já o período de compensação, quando, numa fase de grande pressão, dentro e fora das quatro linhas, o árbitro castiga o Beira-Mar com a marcação de uma grande penalidade, que o nosso adversário não desperdiçou para fazer o 4-4 final.
Foi pena, pelo momento em que o empate aconteceu, mas todos são merecedores dos maiores elogios, pois provaram que não temem qualquer adversário deste campeonato. Temos equipa!
INICIADOS B: Steven desatou um "nó" que estava bem apertado
SC Beira-Mar, 2 - CD Estarreja, 1
(1-1, ao intervalo)
A equipa de iniciados B do SC Beira-Mar alcançou esta manhã, no relvado secundário do Estádio Mário Duarte, uma importante vitória sobre o Estarreja, por tangenciais 2-1, resultado que permitiu à equipa de Edmundo Ferreira, para já provisoriamente, ascender à primeira metade da tabela classificativa do campeonato distrital da 1ª divisão, posição que lhe permitiria, na 2ª fase da prova, disputar a série dos primeiros. A partida não foi muito bem jogada, quase sempre disputada a um ritmo lento e o Beira-Mar só viria verdadeiramente a justificar a vitória após se ter colocado pela segunda vez em vantagem. Steven foi o homem do jogo, aquele que foi capaz de impor alguma velocidade ao jogo e que deu um pontapé na modorra em que este tinha caído com a obtenção de um bom golo, já na segunda parte, que valeu a vitória e a conquista de 3 preciosos pontos para a equipa aveirense.
A equipa auri-negra apresentou-se com:
João Pedro (gr);Yusuf (Nuno Aparício, 38'), Nuno Silva (Rafa, 31'), Ricardo Pinto e Ricardo Mango; João Neves, Lucas e Rui Santana (Nuno Regêncio); Manu (cap) (Rui Ladeiro, 53'), João Gonçalves (Luís Miguel, int) e Steven.
Suplentes não utilizados: Paulo Duarte (gr) e Gilberto Fernandes.
O jogo iniciou-se num ritmo muito morno, que se iria, aliás, prolongar ao longo de grande parte da partida e só aos 8', Lucas, com o primeiro remate do encontro, desferido à entrada da área, dá nota de alguma coisa digna de registo, com a bola a subir acima do travessão. Estava o jogo mergulhado numa perfeita sonolência, quando algo de imprevisto aconteceu, aos 18', e que fez espevitar os espíritos mais adormecidos. Tratou-se do lance do primeiro golo, obtido para o Beira-Mar, resultado de um remate aparentemente inofensivo de Manu, que se transformou no 1-0 com alguma colaboração do guardião estarrejense, infeliz a segurar a bola, que lhe escapou das mãos para se anichar no fundo das suas redes. O guarda-redes do CD Estarreja viria a redimir-se, no entanto, logo no minuto seguinte, negando com uma boa defesa o segundo golo do Beira-Mar, tentado através de um bom remate de Steven, desferido da meia-lua.
A equipa visitante reagiu ao golo e poderia ter chegado à igualdade em lances ocorridos aos 22' e 24'. No primeiro, uma falha no eixo da defesa auri-negra, que não interceptou uma bola reposta pelo guarda-redes do Estarreja, permite a um jogador forasteiro isolar-se e fazer um "chapéu" a João Pedro, que falhou o alvo por muito pouco; no segundo, a oportunidade resulta da marcação de um livre sobre o lado esquerdo, com a bola a ser rematada directamente à baliza, indo embater na barra para alívio dos da casa. Costuma dizer-se que não há duas sem três e, aos 25', o Estarreja chegaria mesmo ao 1-1, com o marcador a surgir na cara do guardião aveirense após mais uma desatenção defensiva.
O Beira-Mar só aos 30', através de Steven, que já dava mostras de ser o jogador mais perigoso da banda dos auri-negros, levaria novamente o perigo às redes do Estarreja, mas a incursão pela direita do veloz goleador aveirense terminaria com um desarme providencial, quando se aprestava para finalizar. Antes do descanso, tempo ainda para um lance que deu a sensação de golo, aos 33', junto da baliza de João Pedro, na sequência de um livre marcado do lado direito do ataque do Estarreja, com um jogador forasteiro a cabecear às malhas laterais e para a resposta, dada já em período de compensação, com Steven a cruzar largo, do lado direito, para Manu falhar a direcção do golpe de cabeça desferido ao segundo poste, livre de marcação.
O resultado ao intervalo ajustava-se perfeitamente àquilo que se tinha passado dentro das 4 linhas e só não havia motivos para satisfação com a qualidade do espectáculo proporcionado pelas duas equipas.
A segunda parte, que viria a mostrar-se mais movimentada, ainda que tivesse continuado a não ser muito bem jogada, com predominância de passes transviados, dificuldades de ligação do jogo e pouca intensidade na disputa dos lances, começou com uma oportunidade para o Estarreja desempatar a igualdade no marcador. Decorria o primeiro minuto, quando uma perda de bola no meio-campo aveirense, permite uma transição rápida que isola um jogador do Estarreja, acabando este por se deixar bater pelo guardião João Pedro. O Beira-Mar responderia timidamente, apenas aos 50', numa jogada pela esquerda, que faz a bola sobrar para a entrada da área, onde Lucas desfere um remate, que sai frouxo e ao lado da baliza.
O momento do jogo aconteceria aos 52', com a obtenção do golo da vitória do Beira-Mar, através de Steven, que ganha a disputa de bola na grande área estarrejense e, descaído sobre o lado esquerdo, desfere um remate espontâneo com o seu pé esquerdo, fazendo a bola embater na barra e descer para dentro da baliza, consumando-se o 2-1 final.
Em vantagem no marcador, o Beira-Mar melhorou, finalmente, a sua qualidade de jogo e acabou por justificar a vitória pelo futebol praticado nestes 20 minutos finais, período em que poderia ter ampliado o marcador. Aos 58', Steven é claramente derrubado na grande área do Estarreja, mas o árbitro, incompreensivelmente, manda seguir o lance; aos 62', o mesmo jogador, lançado de trás por um passe longo de Ricardo Pinto, ganha em velocidade, isola-se e falha o "chapéu" por um triz, para finalmente, aos 65', na sequência de um livre apontado do lado direito por Nuno Regêncio, João Neves ficar também muito perto do golo da tranquilidade, ao cabecear a bola rente ao poste mais distante.
Num jogo que teve uma arbitragem muito fraquinha, com o juiz da partida, para além do penalti não assinalado, a enganar-se muitas vezes e sempre em prejuízo do Beira-Mar, valeu a vitória, os 3 pontos e a exibição da ponta final da segunda parte.
(1-1, ao intervalo)
A equipa de iniciados B do SC Beira-Mar alcançou esta manhã, no relvado secundário do Estádio Mário Duarte, uma importante vitória sobre o Estarreja, por tangenciais 2-1, resultado que permitiu à equipa de Edmundo Ferreira, para já provisoriamente, ascender à primeira metade da tabela classificativa do campeonato distrital da 1ª divisão, posição que lhe permitiria, na 2ª fase da prova, disputar a série dos primeiros. A partida não foi muito bem jogada, quase sempre disputada a um ritmo lento e o Beira-Mar só viria verdadeiramente a justificar a vitória após se ter colocado pela segunda vez em vantagem. Steven foi o homem do jogo, aquele que foi capaz de impor alguma velocidade ao jogo e que deu um pontapé na modorra em que este tinha caído com a obtenção de um bom golo, já na segunda parte, que valeu a vitória e a conquista de 3 preciosos pontos para a equipa aveirense.
A equipa auri-negra apresentou-se com:
João Pedro (gr);Yusuf (Nuno Aparício, 38'), Nuno Silva (Rafa, 31'), Ricardo Pinto e Ricardo Mango; João Neves, Lucas e Rui Santana (Nuno Regêncio); Manu (cap) (Rui Ladeiro, 53'), João Gonçalves (Luís Miguel, int) e Steven.
Suplentes não utilizados: Paulo Duarte (gr) e Gilberto Fernandes.
O jogo iniciou-se num ritmo muito morno, que se iria, aliás, prolongar ao longo de grande parte da partida e só aos 8', Lucas, com o primeiro remate do encontro, desferido à entrada da área, dá nota de alguma coisa digna de registo, com a bola a subir acima do travessão. Estava o jogo mergulhado numa perfeita sonolência, quando algo de imprevisto aconteceu, aos 18', e que fez espevitar os espíritos mais adormecidos. Tratou-se do lance do primeiro golo, obtido para o Beira-Mar, resultado de um remate aparentemente inofensivo de Manu, que se transformou no 1-0 com alguma colaboração do guardião estarrejense, infeliz a segurar a bola, que lhe escapou das mãos para se anichar no fundo das suas redes. O guarda-redes do CD Estarreja viria a redimir-se, no entanto, logo no minuto seguinte, negando com uma boa defesa o segundo golo do Beira-Mar, tentado através de um bom remate de Steven, desferido da meia-lua.
A equipa visitante reagiu ao golo e poderia ter chegado à igualdade em lances ocorridos aos 22' e 24'. No primeiro, uma falha no eixo da defesa auri-negra, que não interceptou uma bola reposta pelo guarda-redes do Estarreja, permite a um jogador forasteiro isolar-se e fazer um "chapéu" a João Pedro, que falhou o alvo por muito pouco; no segundo, a oportunidade resulta da marcação de um livre sobre o lado esquerdo, com a bola a ser rematada directamente à baliza, indo embater na barra para alívio dos da casa. Costuma dizer-se que não há duas sem três e, aos 25', o Estarreja chegaria mesmo ao 1-1, com o marcador a surgir na cara do guardião aveirense após mais uma desatenção defensiva.
O Beira-Mar só aos 30', através de Steven, que já dava mostras de ser o jogador mais perigoso da banda dos auri-negros, levaria novamente o perigo às redes do Estarreja, mas a incursão pela direita do veloz goleador aveirense terminaria com um desarme providencial, quando se aprestava para finalizar. Antes do descanso, tempo ainda para um lance que deu a sensação de golo, aos 33', junto da baliza de João Pedro, na sequência de um livre marcado do lado direito do ataque do Estarreja, com um jogador forasteiro a cabecear às malhas laterais e para a resposta, dada já em período de compensação, com Steven a cruzar largo, do lado direito, para Manu falhar a direcção do golpe de cabeça desferido ao segundo poste, livre de marcação.
O resultado ao intervalo ajustava-se perfeitamente àquilo que se tinha passado dentro das 4 linhas e só não havia motivos para satisfação com a qualidade do espectáculo proporcionado pelas duas equipas.
A segunda parte, que viria a mostrar-se mais movimentada, ainda que tivesse continuado a não ser muito bem jogada, com predominância de passes transviados, dificuldades de ligação do jogo e pouca intensidade na disputa dos lances, começou com uma oportunidade para o Estarreja desempatar a igualdade no marcador. Decorria o primeiro minuto, quando uma perda de bola no meio-campo aveirense, permite uma transição rápida que isola um jogador do Estarreja, acabando este por se deixar bater pelo guardião João Pedro. O Beira-Mar responderia timidamente, apenas aos 50', numa jogada pela esquerda, que faz a bola sobrar para a entrada da área, onde Lucas desfere um remate, que sai frouxo e ao lado da baliza.
O momento do jogo aconteceria aos 52', com a obtenção do golo da vitória do Beira-Mar, através de Steven, que ganha a disputa de bola na grande área estarrejense e, descaído sobre o lado esquerdo, desfere um remate espontâneo com o seu pé esquerdo, fazendo a bola embater na barra e descer para dentro da baliza, consumando-se o 2-1 final.
Em vantagem no marcador, o Beira-Mar melhorou, finalmente, a sua qualidade de jogo e acabou por justificar a vitória pelo futebol praticado nestes 20 minutos finais, período em que poderia ter ampliado o marcador. Aos 58', Steven é claramente derrubado na grande área do Estarreja, mas o árbitro, incompreensivelmente, manda seguir o lance; aos 62', o mesmo jogador, lançado de trás por um passe longo de Ricardo Pinto, ganha em velocidade, isola-se e falha o "chapéu" por um triz, para finalmente, aos 65', na sequência de um livre apontado do lado direito por Nuno Regêncio, João Neves ficar também muito perto do golo da tranquilidade, ao cabecear a bola rente ao poste mais distante.
Num jogo que teve uma arbitragem muito fraquinha, com o juiz da partida, para além do penalti não assinalado, a enganar-se muitas vezes e sempre em prejuízo do Beira-Mar, valeu a vitória, os 3 pontos e a exibição da ponta final da segunda parte.
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