As equipas de futebol de 7 do SC Beira-Mar, na época de 2010/2011, quando a primeira fase dos campeonatos distritais se aproxima do seu final, encontram-se, em todos os escalões, numa posição que nos dá legítimas e fundadas esperanças de poder passar à 2ª fase das respectivas provas com um pleno de apuramentos para a série dos primeiros.
Mas, no caso dos infantis A, com 3 jornadas ainda para disputar, mais do que esperanças, há já felizes certezas. Com efeito, as 2 equipas auri-negras são líderes isoladas nas suas séries, ainda não perderam qualquer jogo na prova, registando globalmente 22 vitórias nos 22 jogos disputados e, tendo em conta o avanço conquistado, há já a garantia que estaremos na disputa do título distrital, participando, com uma equipa, na série dos primeiros, a partir de 29 de Janeiro de 2011, quando se iniciar a 2ª fase do campeonato distrital da categoria.
Esperemos que este exemplo venha a ser seguido pelas outras equipas e que o apuramento dos nossos sub-13 seja o primeiro dos 5 potencialmente possíveis. A todos os atletas, "staff " técnico e dirigente, endereçamos as nossas felicitações e votos de uma excelente 2ª fase. Recorde-se que esta equipa se sagrou, na época transacta, campeã distrital de infantis B.
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
INICIADOS A: Bolas paradas foram decisivas numa vitória sem espectáculo
SC Beira-Mar, 3 - CF Repesenses, 0
(3-0, ao intervalo)
A recepção da equipa de iniciados do SC Beira-Mar ao Repesenses, uma das 2 equipas que, até agora, retirou pontos aos aveirenses no campeonato nacional, correspondeu a uma partida nem sempre bem jogada, mas onde os donos do terreno foram sempre superiores em todos os aspectos do jogo, apesar do empenho demonstrado pelo nosso adversário.
As equipas que vêm jogando contra esta equipa do Beira-Mar, ainda invicta na prova, fazem-no com uma motivação adicional, tentando infligir a primeira derrota aos auri-negros, facto que se traduz em mais um handicap que a equipa de Alberto Raínho e João Amaral tem de enfrentar. Por isso, os aveirenses enfrentaram dificuldades nos minutos iniciais, perante um adversário que povoou bem o seu meio-campo e linha defensiva. No entanto, a equipa auri-negra foi-se soltando e começou a chegar, com perigo, perto da baliza adversária, conquistando cantos e livres, que se revelariam decisivos na construção do resultado final.
O marcador foi aberto, aos 16’, na sequência de um pontapé de canto apontado por Bruno Ribeiro, surgindo Fábio a saltar com o guardião forasteiro, que ainda tenta evitar o golo, mas sem êxito, já que a sua tentativa, segundo o árbitro auxiliar, foi feita depois da bola ultrapassar a linha de baliza. A decisão também nos pareceu correcta, não restando dúvidas da consumação do 1-0.
O segundo não tardou muito, pois aconteceu aos 22’, e resultou da marcação de um livre, a cerca de 30 metros da baliza, a “pedir”o pé esquerdo de Melo, que atira por cima da barreira, com o guarda-redes viseense ainda a defender, mas sem segurar, permitindo a Lucas assistir Hugo Custódio, que empurrou para o 2-0. O 3-0 final nasceu de mais um canto apontado por Bruno Ribeiro, ao segundo poste, solicitando um primeiro cabeceamento de Ricardo Pinto e uma emenda na pequena área de Fábio, para o fundo das redes. Estavam decorridos 31’ de jogo.
O intervalo chegou pouco depois e, no segundo tempo, o jogo desceu ainda mais de velocidade e intensidade e, se foram poucos os lances de perigo para a baliza do Repesenses, Pedro Rafael teve uma manhã descansada e nunca foi importunado.
Registam-se apenas alguns lances de perigo, que, curiosamente, tiveram sempre Steven como protagonista. O primeiro aviso aconteceu aos 45’, mas o seu remate saiu mal direccionado; aos 60’, depois de um bom trabalho ma esquerda, o mesmo jogador atira à baliza mas vê a bola passar muito perto do poste esquerdo da baliza do Repesenses; o último lance de perigo voltaria a iniciar-se em Steven, numa boa jogada, agora pelo lado direito, cruzando para Sérgio surgir a cabecear por cima do travessão.
Num jogo pobre e com uma arbitragem regular do Sr. Paulo Pinheiro, da AF Coimbra, valeram os 3 pontos conquistados e que permitiram a manutenção da liderança da série C do campeonato nacional.
A equipa do SC Beira-Mar apresentou, nesta partida excepcionalmente disputada no relvado secundário do Estádio Mário Duarte, os seguintes atletas:
Pedro Rafael (gr); Sousa (Bruno Reis, 45’), Fábio (cap), Ricardo Pinto e Filipe Melo; Nuno Abreu (Tiago Ramalho, int), Hugo Custódio (Sérgio, 42’) e Lucas; Bruno Ribeiro, Aurélio e João Miguel (Steven, int).
Suplentes não utilizados: Canha (gr), Samuel e Miguel Campos.
(3-0, ao intervalo)
A recepção da equipa de iniciados do SC Beira-Mar ao Repesenses, uma das 2 equipas que, até agora, retirou pontos aos aveirenses no campeonato nacional, correspondeu a uma partida nem sempre bem jogada, mas onde os donos do terreno foram sempre superiores em todos os aspectos do jogo, apesar do empenho demonstrado pelo nosso adversário.
As equipas que vêm jogando contra esta equipa do Beira-Mar, ainda invicta na prova, fazem-no com uma motivação adicional, tentando infligir a primeira derrota aos auri-negros, facto que se traduz em mais um handicap que a equipa de Alberto Raínho e João Amaral tem de enfrentar. Por isso, os aveirenses enfrentaram dificuldades nos minutos iniciais, perante um adversário que povoou bem o seu meio-campo e linha defensiva. No entanto, a equipa auri-negra foi-se soltando e começou a chegar, com perigo, perto da baliza adversária, conquistando cantos e livres, que se revelariam decisivos na construção do resultado final.
O marcador foi aberto, aos 16’, na sequência de um pontapé de canto apontado por Bruno Ribeiro, surgindo Fábio a saltar com o guardião forasteiro, que ainda tenta evitar o golo, mas sem êxito, já que a sua tentativa, segundo o árbitro auxiliar, foi feita depois da bola ultrapassar a linha de baliza. A decisão também nos pareceu correcta, não restando dúvidas da consumação do 1-0.
O segundo não tardou muito, pois aconteceu aos 22’, e resultou da marcação de um livre, a cerca de 30 metros da baliza, a “pedir”o pé esquerdo de Melo, que atira por cima da barreira, com o guarda-redes viseense ainda a defender, mas sem segurar, permitindo a Lucas assistir Hugo Custódio, que empurrou para o 2-0. O 3-0 final nasceu de mais um canto apontado por Bruno Ribeiro, ao segundo poste, solicitando um primeiro cabeceamento de Ricardo Pinto e uma emenda na pequena área de Fábio, para o fundo das redes. Estavam decorridos 31’ de jogo.
O intervalo chegou pouco depois e, no segundo tempo, o jogo desceu ainda mais de velocidade e intensidade e, se foram poucos os lances de perigo para a baliza do Repesenses, Pedro Rafael teve uma manhã descansada e nunca foi importunado.
Registam-se apenas alguns lances de perigo, que, curiosamente, tiveram sempre Steven como protagonista. O primeiro aviso aconteceu aos 45’, mas o seu remate saiu mal direccionado; aos 60’, depois de um bom trabalho ma esquerda, o mesmo jogador atira à baliza mas vê a bola passar muito perto do poste esquerdo da baliza do Repesenses; o último lance de perigo voltaria a iniciar-se em Steven, numa boa jogada, agora pelo lado direito, cruzando para Sérgio surgir a cabecear por cima do travessão.
Num jogo pobre e com uma arbitragem regular do Sr. Paulo Pinheiro, da AF Coimbra, valeram os 3 pontos conquistados e que permitiram a manutenção da liderança da série C do campeonato nacional.
A equipa do SC Beira-Mar apresentou, nesta partida excepcionalmente disputada no relvado secundário do Estádio Mário Duarte, os seguintes atletas:
Pedro Rafael (gr); Sousa (Bruno Reis, 45’), Fábio (cap), Ricardo Pinto e Filipe Melo; Nuno Abreu (Tiago Ramalho, int), Hugo Custódio (Sérgio, 42’) e Lucas; Bruno Ribeiro, Aurélio e João Miguel (Steven, int).
Suplentes não utilizados: Canha (gr), Samuel e Miguel Campos.
Balanço da jornada: Iniciados A e Traquinas A ampliam vantagem no comando
Com 9 vitórias e 4 derrotas, a jornada disputada no último fim-de-semana trouxe de positivo o aumento da vantagem para o 2º classificado que agora gozam as equipas de iniciados A, no campeonato nacional, e de traquinas A, na prova distrital. Menos bons foram os resultados das equipas de juniores e juvenis, nos respectivos campeonatos nacionais, com os sub-19 a interromperem, com a derrota em Oliveira de Azeméis, uma série invicta de 11 jogos consecutivos e os comandados de Aguinaldo Melo, que haviam vencido em Repeses a meio da semana, a deixarem fugir, nos últimos instantes da partida com o Feirense, uma vitória que lhes teria garantido, praticamente, a manutenção na prova rainha da categoria. Referência ainda para os infantis A, primeiro escalão a ver uma sua equipa apurada para a série dos primeiros, quando ainda faltam disputar 3 jogos da 1ª fase do campeonato distrital.
Veja agora o quadro completo de resultados:
COMENTÁRIO
JUNIORES: Foi quebrada, ao fim de 11 jornadas consecutivas sem perder no campeonato nacional, a série invicta da equipa do SC Beira-Mar, que não conhecia o desaire desde o dia 2 de Outubro. O autor da proeza foi a Oliveirense, que aproveitou o factor-casa para bater os aveirenses por 2-1, colando-se ao pelotão de 7 equipas que procuram assegurar a disputa da subida de escalão, na 2ª fase da prova. Os auri-negros, que já haviam cedido um empate caseiro (1-1) a meio da semana, frente à Sanjoanense, com estes 5 pontos desperdiçados em apenas 2 jogos, desceram do 3º para o 6º lugar, mas mantêm as aspirações intactas, uma vez que o atraso para o 2º lugar é de apenas 4 pontos, sendo de apenas 1 para os 3º e 4º classificados.
A derrota, por 1-0, sofrida na Gafanha pela equipa de juniores, que disputa o campeonato distrital da 1ª divisão, determinou, como consequência imediata, que já não será matematicamente possível aceder à série dos primeiros. O objectivo da manutenção será, pois, jogado na 2ª fase, procurando um dos 5 primeiros lugares da série dos últimos.
JUVENIS: Passar da salvação ao "inferno" foi o que sucedeu à equipa de Aguinaldo Melo, no jogo que disputou no último domingo frente ao Feirense. A vencer o encontro, a 4 minutos do seu final, resultado que lhe garantiria a disputa dos últimos 3 jogos mais desafogadamente, a equipa do Beira-Mar permitiu a reviravolta ao Feirense, que acabaria por sair vencedor, por 1-2. Exactamente o contrário do sucedido a meio da semana, em Repeses, onde os auri-negros haviam obtido uma vitória tangencial, por 0-1, com alguma felicidade, aproveitando os últimos instantes do jogo e uma superioridade numérica.
INICIADOS: A vitória caseira do Beira-Mar, por 3-0, frente ao Repesenses, não só permitiu aos auri-negros conservarem a liderança da série C do campeonato nacional, conquistada há uma semana, como ainda, beneficiando do nulo entre Taboeira e Oliveirense, ampliarem a vantagem, de 1 para 3 pontos, sobre o 2º classificado. Está cada vez mais perto o apuramento para a 2ª fase, que é já praticamente uma certeza.
Pelo contrário, no campeonato distrital, a nossa equipa não tem ainda garantido o seu objectivo para esta 1ª fase da prova, que passa pelo apuramento para a série dos primeiros. A 3 jornadas do final, a equipa de Edmundo Ferreira depende apenas de si, mas a derrota, por 3-1, sofrida no terreno do líder Gafanha, foi bem aproveitada pelo Águeda, principal rival dos auri-negros na luta pelo 5º lugar, que ganhou o seu jogo e encurtou o atraso para os aveirenses, que é agora apenas de 1 ponto.
INFANTIS A: Com as 2 equipas 100 por cento vitoriosas, as vitórias alcançadas frente ao Bom-Sucesso (10-0) e na deslocação ao terreno do Barroca (1-9), vieram confirmar a superioridade quase absoluta dos auri-negros nesta 1ª fase da prova. Os resultados do fim-de-semana determinaram ainda o apuramento de uma equipa do SC Beira-Mar para a série dos primeiros, feito alcançado quando ainda faltam disputar 3 jornadas.
INFANTIS B: A equipa dos irmãos Teles tinha, teoricamente, um jogo acessível, defrontando, no Campo do Seminário, o antepenúltimo classificado Mourisquense. Por isso, a vitória dos auri-negros não será notícia surpreendente, o mesmo não se podendo dizer do resultado (4-2), que revela algumas dificuldades, um tanto inesperadas, mas já sentidas na primeira parte do jogo da Mourisca. Vale que a equipa continua a depender apenas de si para atingir os seus objectivos, tendo tudo de ser resolvido nas 3 jornadas que faltam para o final da 1ª fase.
BENJAMINS A: Duas goleadas selaram a participação das nossas equipas sub-11 na jornada do último fim-de-semana. 12-2, frente ao Murtoense, em jogo disputado no Campo do Seminário e 0-18, na visita ao terreno do Requeixo, são os números das vitórias alcançadas e que revelam a superioridade auri-negra face a estes adversários. Quanto à posição classificativa não houve alterações, sendo de esperar novidades na próxima semana.
BENJAMINS B: Não foram muito expressivas as vitórias alcançadas pelas equipas do SC Beira-Mar neste fim-de-semana, mas, para isso, deverá ter contribuído o rol de ausências forçadas, que limitaram o número de atletas disponíveis para atacar estes compromissos, para além, claro, do mérito dos nossos adversários. A deslocação a Eixo rendeu uma vitória por 0-2, enquanto que a recepção ao Barroca se traduziu por nova vitória auri-negra, esta por 3-0, resultados que fazem prolongar a carreira 100 por cento vitoriosa dos meninos de Paulo Martins e Jorge Vinagre, que estão a apenas uma vitória de garantirem, matematicamente, o apuramento para a série dos primeiros.
TRAQUINAS A: No jogo porventura mais importante da jornada, no respeitante ao futebol de 7, a equipa do Beira-Mar, líder da série E, tinha uma deslocação muito difícil ao terreno do GD Gafanha, 2º classificado da prova e única equipa que tinha "roubado" pontos aos auri-negros, impondo-lhes um empate na partida da 1ª volta. A diferença entre as equipas era de 2 pontos, pelo que se jogava a liderança neste confronto entre as duas formações de concelhos vizinhos. A vitória clara, por 1-4, da turma de Daniel Esteves, veio pôr tudo em "pratos mais limpos", tendo a vantagem dos aveirenses aumentado agora para uns confortáveis 5 pontos, aos quais acresce uma partida a menos disputada. A qualificação para a série dos primeiros ficou, por isso, muito mais perto.
Veja agora o quadro completo de resultados:
COMENTÁRIO
JUNIORES: Foi quebrada, ao fim de 11 jornadas consecutivas sem perder no campeonato nacional, a série invicta da equipa do SC Beira-Mar, que não conhecia o desaire desde o dia 2 de Outubro. O autor da proeza foi a Oliveirense, que aproveitou o factor-casa para bater os aveirenses por 2-1, colando-se ao pelotão de 7 equipas que procuram assegurar a disputa da subida de escalão, na 2ª fase da prova. Os auri-negros, que já haviam cedido um empate caseiro (1-1) a meio da semana, frente à Sanjoanense, com estes 5 pontos desperdiçados em apenas 2 jogos, desceram do 3º para o 6º lugar, mas mantêm as aspirações intactas, uma vez que o atraso para o 2º lugar é de apenas 4 pontos, sendo de apenas 1 para os 3º e 4º classificados.
A derrota, por 1-0, sofrida na Gafanha pela equipa de juniores, que disputa o campeonato distrital da 1ª divisão, determinou, como consequência imediata, que já não será matematicamente possível aceder à série dos primeiros. O objectivo da manutenção será, pois, jogado na 2ª fase, procurando um dos 5 primeiros lugares da série dos últimos.
JUVENIS: Passar da salvação ao "inferno" foi o que sucedeu à equipa de Aguinaldo Melo, no jogo que disputou no último domingo frente ao Feirense. A vencer o encontro, a 4 minutos do seu final, resultado que lhe garantiria a disputa dos últimos 3 jogos mais desafogadamente, a equipa do Beira-Mar permitiu a reviravolta ao Feirense, que acabaria por sair vencedor, por 1-2. Exactamente o contrário do sucedido a meio da semana, em Repeses, onde os auri-negros haviam obtido uma vitória tangencial, por 0-1, com alguma felicidade, aproveitando os últimos instantes do jogo e uma superioridade numérica.
INICIADOS: A vitória caseira do Beira-Mar, por 3-0, frente ao Repesenses, não só permitiu aos auri-negros conservarem a liderança da série C do campeonato nacional, conquistada há uma semana, como ainda, beneficiando do nulo entre Taboeira e Oliveirense, ampliarem a vantagem, de 1 para 3 pontos, sobre o 2º classificado. Está cada vez mais perto o apuramento para a 2ª fase, que é já praticamente uma certeza.
Pelo contrário, no campeonato distrital, a nossa equipa não tem ainda garantido o seu objectivo para esta 1ª fase da prova, que passa pelo apuramento para a série dos primeiros. A 3 jornadas do final, a equipa de Edmundo Ferreira depende apenas de si, mas a derrota, por 3-1, sofrida no terreno do líder Gafanha, foi bem aproveitada pelo Águeda, principal rival dos auri-negros na luta pelo 5º lugar, que ganhou o seu jogo e encurtou o atraso para os aveirenses, que é agora apenas de 1 ponto.
INFANTIS A: Com as 2 equipas 100 por cento vitoriosas, as vitórias alcançadas frente ao Bom-Sucesso (10-0) e na deslocação ao terreno do Barroca (1-9), vieram confirmar a superioridade quase absoluta dos auri-negros nesta 1ª fase da prova. Os resultados do fim-de-semana determinaram ainda o apuramento de uma equipa do SC Beira-Mar para a série dos primeiros, feito alcançado quando ainda faltam disputar 3 jornadas.
INFANTIS B: A equipa dos irmãos Teles tinha, teoricamente, um jogo acessível, defrontando, no Campo do Seminário, o antepenúltimo classificado Mourisquense. Por isso, a vitória dos auri-negros não será notícia surpreendente, o mesmo não se podendo dizer do resultado (4-2), que revela algumas dificuldades, um tanto inesperadas, mas já sentidas na primeira parte do jogo da Mourisca. Vale que a equipa continua a depender apenas de si para atingir os seus objectivos, tendo tudo de ser resolvido nas 3 jornadas que faltam para o final da 1ª fase.
BENJAMINS A: Duas goleadas selaram a participação das nossas equipas sub-11 na jornada do último fim-de-semana. 12-2, frente ao Murtoense, em jogo disputado no Campo do Seminário e 0-18, na visita ao terreno do Requeixo, são os números das vitórias alcançadas e que revelam a superioridade auri-negra face a estes adversários. Quanto à posição classificativa não houve alterações, sendo de esperar novidades na próxima semana.
BENJAMINS B: Não foram muito expressivas as vitórias alcançadas pelas equipas do SC Beira-Mar neste fim-de-semana, mas, para isso, deverá ter contribuído o rol de ausências forçadas, que limitaram o número de atletas disponíveis para atacar estes compromissos, para além, claro, do mérito dos nossos adversários. A deslocação a Eixo rendeu uma vitória por 0-2, enquanto que a recepção ao Barroca se traduziu por nova vitória auri-negra, esta por 3-0, resultados que fazem prolongar a carreira 100 por cento vitoriosa dos meninos de Paulo Martins e Jorge Vinagre, que estão a apenas uma vitória de garantirem, matematicamente, o apuramento para a série dos primeiros.
TRAQUINAS A: No jogo porventura mais importante da jornada, no respeitante ao futebol de 7, a equipa do Beira-Mar, líder da série E, tinha uma deslocação muito difícil ao terreno do GD Gafanha, 2º classificado da prova e única equipa que tinha "roubado" pontos aos auri-negros, impondo-lhes um empate na partida da 1ª volta. A diferença entre as equipas era de 2 pontos, pelo que se jogava a liderança neste confronto entre as duas formações de concelhos vizinhos. A vitória clara, por 1-4, da turma de Daniel Esteves, veio pôr tudo em "pratos mais limpos", tendo a vantagem dos aveirenses aumentado agora para uns confortáveis 5 pontos, aos quais acresce uma partida a menos disputada. A qualificação para a série dos primeiros ficou, por isso, muito mais perto.
JUVENIS: Custa muito perder assim
SC Beira-Mar, 1 - CD Feirense, 2
(0-0, ao intervalo)
Quando faltavam 4 minutos para o final dos 80 regulamentares e a equipa do SC Beira-Mar vencia, por 1-0, o seu adversário, havia uma esperança muito forte que, no final desta partida com o Feirense, os auri-negros teriam dado um passo bem sólido na luta pelos seus objectivos e que ficariam praticamente a salvo do espectro da despromoção do campeonato nacional de juvenis. Mas, num ápice, e quando a equipa defendia galhardamente, reduzida a 10 unidades (expulsão de João Rui, aos 73'), a magra vantagem que detinha no marcador, os "fogaceiros", que têm justas e legítimas pretensões ao apuramento para a 2ª fase da prova, dão a "cambalhota" no marcador, gelando as hostes auri-negras com dois golos obtidos aos 76' e 80'+1. É a 6ª vez que, neste campeonato, a equipa de Aguinaldo Melo deixa fugir uma vantagem conquistada e, outra curiosidade, nunca recuperou de um resultado desfavorável!
O jogo começou com ascendente claro da equipa do Feirense, que dominou completamente o primeiro quarto de hora, período durante o qual os aveirenses se apresentaram com as suas linhas muito recuadas, parecendo os seus jogadores acusarem, mais uma vez, a responsabilidade do momento, mostrando muita ansiedade e não conseguindo segurar a bola. Depois de ter ameaçado, logo aos 2', quando o seu jogador nº 11 apareceu, solto na direita, a rematar perigosamente ao lado, o Feirense, aos 15', a culminar esta sua fulgurante entrada no jogo, viria a dispor de uma soberana oportunidade para inaugurar o marcador. Após uma defesa incompleta de Samuel, que largou a bola para a frente, o guardião aveirense, na tentativa de a recuperar, embrulha-se com um dianteiro forasteiro, considerando o Sr. Ricardo Pinho, árbitro do encontro, da AF Aveiro, motivo para a marcação de uma grande penalidade. O goleador Pena, encarregado da marcação, faz aquilo que normalmente não costuma e permite a Samuel coleccionar mais uma defesa de um castigo máximo.
Este lance como que libertou os comandados de Aguinaldo Melo, que começaram a aparecer mais, a não ter medo de ter a bola, trocando-a com maior frequência, na medida em que o Feirense ia perdendo o seu "gás" inicial. Aos 23', na sequência de um livre apontado por Marc, Danny aparece perigosamente na zona da finalização, falhando por pouco e, aos 25', num lance dividido na área do Feirense, Ricardo Tavares ganha a posição ao defesa, é derrubado, mas o árbitro marca falta ao contrário. E a primeira parte viria mesmo a terminar com duas flagrantes oportunidades de golo para o Beira-Mar, aos 37' e 38', ambas com Ricardo Tavares nas assistências, ele que realizou uma exibição de grande nível, a atacar e, na parte final do jogo, substituindo João Rui como defesa direito. No primeiro lance, o cruzamento é da esquerda, ao segundo poste, onde surgiu muito bem Marc a cabecear rente ao poste esquerdo; de seguida, o jogador auri-negro, oriundo de Oliveira de Azeméis, ganha na luta pelo lado direito e cruza rasteiro, para a boca da baliza, onde Danny, a meio metro da linha de golo, falha incrivelmente a finalização.
Esta boa ponta final da primeira parte do Beira-Mar teria continuidade no início do período complementar e, aos 42', os aveirenses colocar-se-iam mesmo em vantagem, após uma excelente jogada de Marc, pela esquerda, fugindo para a linha final e cruzando rasteiro, para a entrada fulminante de Ricardo Tavares, que faz o 1-0 mesmo à boca da baliza. A equipa de Aguinaldo Melo entrava da melhor maneira na segunda parte, podendo mesmo, aos 47', ter chegado ao segundo golo. Marc consegue um roubo de bola na intermediária feirense e lança de imediato Pité, que se isola, mas opta pelo remate à entrada da área, proporcionando boa e vistosa defesa ao guardião contrário, ficando a ideia que, se tivesse progredido mais, as hipóteses de êxito teriam sido maiores.
Tudo parecia correr de feição para os donos da casa, já que o Feirense, nesta segunda parte, não criava perigo absolutamente nenhum e só uma brincadeira de Samuel, aos 61', criou alguma aflição. Mas os jogadores auri-negros iam sendo sucessivamente carregados com cartões amarelos (André, Rúben, João Rui) e o lateral direito viria mesmo a ser admoestado por duas vezes, sendo obrigado a abandonar mais cedo o terreno de jogo. O Feirense, em superioridade numérica, fez um pressing final, denotando, no entanto, muitas dificuldades, face à boa organização do Beira-Mar, que segurava bem a vantagem. O empate surgiria, todavia, fruto de um bom golo, indefensável, consequência de um cabeceamento feliz, no meio de um cacho de jogadores, que fez a bola entrar no ângulo superior direito da baliza de Samuel. Já o 1-2, em período de compensação, resulta do abanão psicológico que a equipa sofreu com o golo do empate, tendo o avançado feirense aproveitado um erro defensivo (corte falhado, de frente para a bola) para se isolar e pôr toda a nação auri-negra à beira de um ataque de nervos.
Custa perder assim, mas quem anda no futebol tem de estar preparado para tudo, e se umas vezes se ganha sem merecer, outras, como é o caso, perde-se, tendo tudo dado para que outro resultado tivesse sido possível. Enquanto há vida, há esperança e, que eu saiba, estamos ainda todos bem vivos. É preciso reagir, rápido!
Uma última palavra para o árbitro do encontro, que realizou um trabalho "habilidoso", tendo dado, sempre que foi necessário, um "empurrãozinho" para a vitória do Feirense, que, diga-se, tem uma belíssima equipa. Mas o penalti assinalado a favor do Feirense, o não assinalado a favor do Beira-Mar, a expulsão de João Rui em momento crucial, foram decisões que penderam sempre para o mesmo lado, fazendo pensar que a "balança" estaria desequilibrada. É o que temos...
No Estádio Mário Duarte, o SC Beira-Mar apresentou-se com:
Samuel (gr); João Rui, João Rafael, Miguel e Rúben Marques (Bruno Filipe, 79'); André Silva (cap), Diogo M. Carvalho e Pité (Henrique, 64'); Ricardo Tavares, Marc (Tiago Azevedo, 55') e Danny.
Suplentes não utilizados: Hugo (gr), Diogo H. Carvalho, Balacó e João Valente.
(0-0, ao intervalo)
Quando faltavam 4 minutos para o final dos 80 regulamentares e a equipa do SC Beira-Mar vencia, por 1-0, o seu adversário, havia uma esperança muito forte que, no final desta partida com o Feirense, os auri-negros teriam dado um passo bem sólido na luta pelos seus objectivos e que ficariam praticamente a salvo do espectro da despromoção do campeonato nacional de juvenis. Mas, num ápice, e quando a equipa defendia galhardamente, reduzida a 10 unidades (expulsão de João Rui, aos 73'), a magra vantagem que detinha no marcador, os "fogaceiros", que têm justas e legítimas pretensões ao apuramento para a 2ª fase da prova, dão a "cambalhota" no marcador, gelando as hostes auri-negras com dois golos obtidos aos 76' e 80'+1. É a 6ª vez que, neste campeonato, a equipa de Aguinaldo Melo deixa fugir uma vantagem conquistada e, outra curiosidade, nunca recuperou de um resultado desfavorável!
O jogo começou com ascendente claro da equipa do Feirense, que dominou completamente o primeiro quarto de hora, período durante o qual os aveirenses se apresentaram com as suas linhas muito recuadas, parecendo os seus jogadores acusarem, mais uma vez, a responsabilidade do momento, mostrando muita ansiedade e não conseguindo segurar a bola. Depois de ter ameaçado, logo aos 2', quando o seu jogador nº 11 apareceu, solto na direita, a rematar perigosamente ao lado, o Feirense, aos 15', a culminar esta sua fulgurante entrada no jogo, viria a dispor de uma soberana oportunidade para inaugurar o marcador. Após uma defesa incompleta de Samuel, que largou a bola para a frente, o guardião aveirense, na tentativa de a recuperar, embrulha-se com um dianteiro forasteiro, considerando o Sr. Ricardo Pinho, árbitro do encontro, da AF Aveiro, motivo para a marcação de uma grande penalidade. O goleador Pena, encarregado da marcação, faz aquilo que normalmente não costuma e permite a Samuel coleccionar mais uma defesa de um castigo máximo.
Este lance como que libertou os comandados de Aguinaldo Melo, que começaram a aparecer mais, a não ter medo de ter a bola, trocando-a com maior frequência, na medida em que o Feirense ia perdendo o seu "gás" inicial. Aos 23', na sequência de um livre apontado por Marc, Danny aparece perigosamente na zona da finalização, falhando por pouco e, aos 25', num lance dividido na área do Feirense, Ricardo Tavares ganha a posição ao defesa, é derrubado, mas o árbitro marca falta ao contrário. E a primeira parte viria mesmo a terminar com duas flagrantes oportunidades de golo para o Beira-Mar, aos 37' e 38', ambas com Ricardo Tavares nas assistências, ele que realizou uma exibição de grande nível, a atacar e, na parte final do jogo, substituindo João Rui como defesa direito. No primeiro lance, o cruzamento é da esquerda, ao segundo poste, onde surgiu muito bem Marc a cabecear rente ao poste esquerdo; de seguida, o jogador auri-negro, oriundo de Oliveira de Azeméis, ganha na luta pelo lado direito e cruza rasteiro, para a boca da baliza, onde Danny, a meio metro da linha de golo, falha incrivelmente a finalização.
Esta boa ponta final da primeira parte do Beira-Mar teria continuidade no início do período complementar e, aos 42', os aveirenses colocar-se-iam mesmo em vantagem, após uma excelente jogada de Marc, pela esquerda, fugindo para a linha final e cruzando rasteiro, para a entrada fulminante de Ricardo Tavares, que faz o 1-0 mesmo à boca da baliza. A equipa de Aguinaldo Melo entrava da melhor maneira na segunda parte, podendo mesmo, aos 47', ter chegado ao segundo golo. Marc consegue um roubo de bola na intermediária feirense e lança de imediato Pité, que se isola, mas opta pelo remate à entrada da área, proporcionando boa e vistosa defesa ao guardião contrário, ficando a ideia que, se tivesse progredido mais, as hipóteses de êxito teriam sido maiores.
Tudo parecia correr de feição para os donos da casa, já que o Feirense, nesta segunda parte, não criava perigo absolutamente nenhum e só uma brincadeira de Samuel, aos 61', criou alguma aflição. Mas os jogadores auri-negros iam sendo sucessivamente carregados com cartões amarelos (André, Rúben, João Rui) e o lateral direito viria mesmo a ser admoestado por duas vezes, sendo obrigado a abandonar mais cedo o terreno de jogo. O Feirense, em superioridade numérica, fez um pressing final, denotando, no entanto, muitas dificuldades, face à boa organização do Beira-Mar, que segurava bem a vantagem. O empate surgiria, todavia, fruto de um bom golo, indefensável, consequência de um cabeceamento feliz, no meio de um cacho de jogadores, que fez a bola entrar no ângulo superior direito da baliza de Samuel. Já o 1-2, em período de compensação, resulta do abanão psicológico que a equipa sofreu com o golo do empate, tendo o avançado feirense aproveitado um erro defensivo (corte falhado, de frente para a bola) para se isolar e pôr toda a nação auri-negra à beira de um ataque de nervos.
Custa perder assim, mas quem anda no futebol tem de estar preparado para tudo, e se umas vezes se ganha sem merecer, outras, como é o caso, perde-se, tendo tudo dado para que outro resultado tivesse sido possível. Enquanto há vida, há esperança e, que eu saiba, estamos ainda todos bem vivos. É preciso reagir, rápido!
Uma última palavra para o árbitro do encontro, que realizou um trabalho "habilidoso", tendo dado, sempre que foi necessário, um "empurrãozinho" para a vitória do Feirense, que, diga-se, tem uma belíssima equipa. Mas o penalti assinalado a favor do Feirense, o não assinalado a favor do Beira-Mar, a expulsão de João Rui em momento crucial, foram decisões que penderam sempre para o mesmo lado, fazendo pensar que a "balança" estaria desequilibrada. É o que temos...
No Estádio Mário Duarte, o SC Beira-Mar apresentou-se com:
Samuel (gr); João Rui, João Rafael, Miguel e Rúben Marques (Bruno Filipe, 79'); André Silva (cap), Diogo M. Carvalho e Pité (Henrique, 64'); Ricardo Tavares, Marc (Tiago Azevedo, 55') e Danny.
Suplentes não utilizados: Hugo (gr), Diogo H. Carvalho, Balacó e João Valente.
domingo, 12 de dezembro de 2010
BENJAMINS A: História dos jogos espelhada nos resultados
SC Beira-Mar "A", 12 - SM Murtoense, 2
(4-1, ao intervalo)
Foi um jogo com sentido único aquele a que assistimos na manhã de sábado, no Seminário. Efectivamente, a nossa equipa foi sempre superior ao adversário, criando sucessivas oportunidades de golo, umas concretizadas, outras não, até criar o desnível no marcador, que o resultado final demonstra. Pena foi as duas desconcentrações que resultaram em golo do adversário, situações essas que em jogos mais equilibrados poderão custar-nos bem caro. Há que manter sempre os niveis de concentração elevados ao máximo até ao apito final. Saúda-se a recuperação de alguns atletas que regressaram e deram um bom contributo.
Alinhámos com: Álvaro; Guilherme; Diogo; Alain; Rafa; João Figueira; Rui (cap.) e Kiko.
Marcaram: Rafa (5); Guilherme (3); Alain (2); Rui e João Figueira.
AD Requeixo, 0 - SC Beira-Mar "B", 18
(0-6, ao intervalo)
Tal como o jogo da manhã, também este se resume aos números que o resultado final apresenta e, com mais ou menos golos, mostrámos claramente a nossa superioridade num campo pelado, que "jogou" contra nós, não permitindo que muitas outras boas jogadas terminassem em golo. Boa entrega de todos os atletas presentes, com destaque para a boa integração dos atletas Benjamins B, que ajudaram à boa exibição.
Alinhámos neste jogo com: Francisco; Mário; Vieira; Afonso; Melo; Miguel (cap.); Henrique; Gonças e Tiago Pinheiro.
Marcaram: Henrique (4); Melo (4); Afonso (4); Gonças (2); Vieira (2); Tiago Pinheiro e Miguel.
(4-1, ao intervalo)
Foi um jogo com sentido único aquele a que assistimos na manhã de sábado, no Seminário. Efectivamente, a nossa equipa foi sempre superior ao adversário, criando sucessivas oportunidades de golo, umas concretizadas, outras não, até criar o desnível no marcador, que o resultado final demonstra. Pena foi as duas desconcentrações que resultaram em golo do adversário, situações essas que em jogos mais equilibrados poderão custar-nos bem caro. Há que manter sempre os niveis de concentração elevados ao máximo até ao apito final. Saúda-se a recuperação de alguns atletas que regressaram e deram um bom contributo.
Alinhámos com: Álvaro; Guilherme; Diogo; Alain; Rafa; João Figueira; Rui (cap.) e Kiko.
Marcaram: Rafa (5); Guilherme (3); Alain (2); Rui e João Figueira.
AD Requeixo, 0 - SC Beira-Mar "B", 18
(0-6, ao intervalo)
Tal como o jogo da manhã, também este se resume aos números que o resultado final apresenta e, com mais ou menos golos, mostrámos claramente a nossa superioridade num campo pelado, que "jogou" contra nós, não permitindo que muitas outras boas jogadas terminassem em golo. Boa entrega de todos os atletas presentes, com destaque para a boa integração dos atletas Benjamins B, que ajudaram à boa exibição.
Alinhámos neste jogo com: Francisco; Mário; Vieira; Afonso; Melo; Miguel (cap.); Henrique; Gonças e Tiago Pinheiro.
Marcaram: Henrique (4); Melo (4); Afonso (4); Gonças (2); Vieira (2); Tiago Pinheiro e Miguel.
BENJAMINS B: Mais 2 vitórias... apesar das baixas
As duas equipas de Benjamins B continuam invencíveis e lideram isoladas as suas séries de qualificação. Este fim-de-semana teve a particularidade destas equipas se encontrarem com muitos atletas doentes ou a convalescer e ainda tivemos alguns a jogarem pelos benjamins A.
Este facto veio realçar o magnifico espírito de equipa existente neste escalão e também o esforço redobrado dos atletas. Todos se portaram muito bem e tiveram a oportunidade de fazerem, durante mais tempo, aquilo de que mais gostam, jogar à bola.
GD Eixense, 0 - SC Beira-Mar "A", 2
(0-1, ao intervalo)
A equipa “A” foi a Eixo vencer a equipa da casa, por 2 golos sem resposta.
Os treinadores Paulo Martins e Jorge Vinagre escalaram para esta partida os seguintes jogadores:
Lourenço (gr), Rui Tiago,, Bruno Duarte, Renato, Luís Nunes, Tiago Gomes ,Gonçalo Nascimento (cap), António e Couceiro.
Só o resultado é que parece equilibrado, pois o jogo foi sempre no sentido da baliza do Eixense.
A 1ª parte terminou com o resultado já favorável ao Beira-Mar, por 0-1, golo que surgiu da transformação de uma grande penalidade.
Na 2ª metade e apesar de também termos marcado apenas mais um golo, não foi por falta de oportunidades que a vantagem auri-negra não foi dilatada, mas por manifesta falta de sorte e também de algum deslumbramento face ás facilidades encontradas.
O Beira-Mar mandou sempre no jogo, não dando oportunidade da equipa da casa construir um único lance de perigo junto da nossa baliza.
Os marcadores dos golos neste jogo foram o Rui Tiago e o Renato.
SC Beira-Mar "B", 3 - ARC Barroca, 0
(2-0, ao intervalo)
A equipa B teve um jogo com o Barroca, actual terceiro classificado nesta série e que já tinha demonstrado na 1ª volta que não era uma equipa fácil.
Com 8 pontos de avanço sobre o 2º classificado e a 3 jornadas do final estamos a uma vitória de garantir o 1º lugar nesta série e o consequente apuramento para a série dos primeiros.
Os treinadores, para este encontro, utilizaram os seguintes jogadores:
João Luís (gr), Tiago Almeida, Tiago Neves, Pipe, Pedro Reis, Simão, Manuel (cap), Berna e Pedro António.
Valeu a pena assistir a este encontro de futebol entre jovens de 9 anos. Tivemos a oportunidade de ver boas jogadas de entendimento, muita luta e grande espírito de entreajuda.
Contra uma equipa forte fisicamente, com menos atletas que o habitual e ainda com alguns vindos de semana sem treinos, os nossos jogadores mostraram estar prontos para enfrentarem os desafios mais difíceis.
Com 2 golos na 1ª parte e um na 2ª, o Beira–Mar afirmou a sua superioridade, que nunca esteve em causa,
A luta foi mais no meio campo, zona onde o Barroca tentava parar a nossa equipa, fazendo uso do físico de alguns dos seus jogadores.
A boa técnica dos nossos atletas, o seu espírito de equipa, alternando com boas jogadas de entendimento, levou ao domínio da partida e ao aparecimento de várias oportunidades de golo junto da baliza do Barroca.
O visitante tentou espreitar o contra–ataque, mas nunca esteve perto de colocar a nossa baliza em perigo.
Os marcadores foram: Pedro Reis (2) e Berna (1).
Ao fim de 17 jogos (2 equipas) só com vitórias e a um passo da qualificação, o grande desafio será tentar chegar ao fim desta fase sem derrotas, o que, apesar de possível, é cada vez mais difícil pois todos os nossos adversários têm a motivação adicional para nos vencerem.
Desejamos a rápida recuperação a todos os que estão doentes e a continuação de bom trabalho a todos, não esquecendo nunca da importância que os treinos têm no desenvolvimento dos atletas.
Este facto veio realçar o magnifico espírito de equipa existente neste escalão e também o esforço redobrado dos atletas. Todos se portaram muito bem e tiveram a oportunidade de fazerem, durante mais tempo, aquilo de que mais gostam, jogar à bola.
GD Eixense, 0 - SC Beira-Mar "A", 2
(0-1, ao intervalo)
A equipa “A” foi a Eixo vencer a equipa da casa, por 2 golos sem resposta.
Os treinadores Paulo Martins e Jorge Vinagre escalaram para esta partida os seguintes jogadores:
Lourenço (gr), Rui Tiago,, Bruno Duarte, Renato, Luís Nunes, Tiago Gomes ,Gonçalo Nascimento (cap), António e Couceiro.
Só o resultado é que parece equilibrado, pois o jogo foi sempre no sentido da baliza do Eixense.
A 1ª parte terminou com o resultado já favorável ao Beira-Mar, por 0-1, golo que surgiu da transformação de uma grande penalidade.
Na 2ª metade e apesar de também termos marcado apenas mais um golo, não foi por falta de oportunidades que a vantagem auri-negra não foi dilatada, mas por manifesta falta de sorte e também de algum deslumbramento face ás facilidades encontradas.
O Beira-Mar mandou sempre no jogo, não dando oportunidade da equipa da casa construir um único lance de perigo junto da nossa baliza.
Os marcadores dos golos neste jogo foram o Rui Tiago e o Renato.
SC Beira-Mar "B", 3 - ARC Barroca, 0
(2-0, ao intervalo)
A equipa B teve um jogo com o Barroca, actual terceiro classificado nesta série e que já tinha demonstrado na 1ª volta que não era uma equipa fácil.
Com 8 pontos de avanço sobre o 2º classificado e a 3 jornadas do final estamos a uma vitória de garantir o 1º lugar nesta série e o consequente apuramento para a série dos primeiros.
Os treinadores, para este encontro, utilizaram os seguintes jogadores:
João Luís (gr), Tiago Almeida, Tiago Neves, Pipe, Pedro Reis, Simão, Manuel (cap), Berna e Pedro António.
Valeu a pena assistir a este encontro de futebol entre jovens de 9 anos. Tivemos a oportunidade de ver boas jogadas de entendimento, muita luta e grande espírito de entreajuda.
Contra uma equipa forte fisicamente, com menos atletas que o habitual e ainda com alguns vindos de semana sem treinos, os nossos jogadores mostraram estar prontos para enfrentarem os desafios mais difíceis.
Com 2 golos na 1ª parte e um na 2ª, o Beira–Mar afirmou a sua superioridade, que nunca esteve em causa,
A luta foi mais no meio campo, zona onde o Barroca tentava parar a nossa equipa, fazendo uso do físico de alguns dos seus jogadores.
A boa técnica dos nossos atletas, o seu espírito de equipa, alternando com boas jogadas de entendimento, levou ao domínio da partida e ao aparecimento de várias oportunidades de golo junto da baliza do Barroca.
O visitante tentou espreitar o contra–ataque, mas nunca esteve perto de colocar a nossa baliza em perigo.
Os marcadores foram: Pedro Reis (2) e Berna (1).
Ao fim de 17 jogos (2 equipas) só com vitórias e a um passo da qualificação, o grande desafio será tentar chegar ao fim desta fase sem derrotas, o que, apesar de possível, é cada vez mais difícil pois todos os nossos adversários têm a motivação adicional para nos vencerem.
Desejamos a rápida recuperação a todos os que estão doentes e a continuação de bom trabalho a todos, não esquecendo nunca da importância que os treinos têm no desenvolvimento dos atletas.
TRAQUINAS A: Sem margem para dúvidas!
GD Gafanha, 1 – SC Beira-Mar, 4
(0-1 ao intervalo)
Na deslocação ao campo da única equipa que tinha tirado pontos aos «traquinas» do SC Beira-Mar, dissiparam-se as dúvidas que ainda pudessem existir quanto à diferença de valor entre as duas equipas. É verdade que o Gafanha até entrou determinado em jogar predominantemente do lado da defesa aveirense, mas os «auri-negros», ao marcarem mesmo à beira do intervalo, através de um grande golo de João Pedro, acabariam por demonstrar que são efectivamente uma equipa com maior potencial.
Na segunda parte, o técnico, Daniel Esteves, reforçou o meio campo com a entrada de Tiago para jogar ao lado de Aires, entregando as «despesas» do jogo «ofensivo» a Diogo, que acabaria por «saltar» do banco para «destabilizar» por completo a defesa do Gafanha. Com isto, surgiram mais três golos (Aires, Diogo e outro de João Pedro) para o SC Beira-Mar e apenas um para a equipa da «casa», já perto do final, e quando o marcador já registava 0-4 a favor da formação «auri-negra.
(0-1 ao intervalo)
Na deslocação ao campo da única equipa que tinha tirado pontos aos «traquinas» do SC Beira-Mar, dissiparam-se as dúvidas que ainda pudessem existir quanto à diferença de valor entre as duas equipas. É verdade que o Gafanha até entrou determinado em jogar predominantemente do lado da defesa aveirense, mas os «auri-negros», ao marcarem mesmo à beira do intervalo, através de um grande golo de João Pedro, acabariam por demonstrar que são efectivamente uma equipa com maior potencial.
Na segunda parte, o técnico, Daniel Esteves, reforçou o meio campo com a entrada de Tiago para jogar ao lado de Aires, entregando as «despesas» do jogo «ofensivo» a Diogo, que acabaria por «saltar» do banco para «destabilizar» por completo a defesa do Gafanha. Com isto, surgiram mais três golos (Aires, Diogo e outro de João Pedro) para o SC Beira-Mar e apenas um para a equipa da «casa», já perto do final, e quando o marcador já registava 0-4 a favor da formação «auri-negra.
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Agenda fim-de-semana: Traquinas defendem liderança na Gafanha
Na jornada do próximo fim-de-semana, no que ao futebol de 7 diz respeito, o grande destaque vai para a deslocação da equipa de traquinas A à Gafanha, jogo onde os auri-negros, com 2 pontos de avanço sobre o seu próximo adversário (e uma partida a menos disputada), têm a sua liderança em perigo. Já nos escalões da variante de 11, os campeonatos nacionais de juniores e juvenis voltam a merecer especiais atenções, com a equipa de António Luís a enfrentar mais uma deslocação de risco, tentando, em Oliveira de Azeméis, perfazer o 12º jogo consecutivo sem perder, enquanto que os sub-15 disputam com o Feirense, no Estádio Mário Duarte, a primeira das 4 finais que decidirão o futuro da equipa deste escalão no próximo ano.
São 13 os jogos que completam a agenda da próxima jornada, resumida no quadro que segue:
Análise prévia da jornada
JUNIORES A: A equipa de António Luís perfez uma volta completa do campeonato nacional sem perder, o mesmo é dizer que defrontou consecutivamente todos os seus 11 adversários sem que nenhum deles tivesse conseguisse superiorizar-se aos aveirenses. Este dado é uma evidência da qualidade que os nossos sub-19 possuem e uma garantia que, mesmo em Oliveira de Azeméis, defrontando uma equipa que também está na corrida por um lugar entre os 3 ou 4 primeiros lugares, a possibilidade de uma vitória auri-negra é muito mais do que um desejo e está longe de ser uma utopia.
JUNIORES B: A deslocação do Beira-Mar à Gafanha corresponde a um jogo que, em termos de objectivos estritamente desportivos, interessará mais aos donos da casa do que aos auri-negros. A 5 jornadas do final do campeonato distrital da 1ª divisão, os beiramarenses têm praticamente a certeza de que disputarão a série dos últimos na 2ª fase da prova, ao contrário do GD Gafanha que, a 3 pontos da "salvação", jogará muito do seu futuro próximo neste jogo, facto que poderá gerar alguma ansiedade, a aproveitar pelos aveirenses, que deverão sempre lutar pela última réstia de esperança.
JUVENIS: Faltam 4 jogos para o final da 1ª fase do campeonato nacional de juvenis, onde se decidirá as equipas que descerão aos campeonatos distritais na próxima temporada. O Beira-Mar, salvo um enorme imponderável, terá evitado já a descida directa. Resta, agora, livrar-se do 8º lugar, aquele que obrigará a um "play-off" eliminatório com o homólogo da série A. Neste momento, há um mano-a-mano muito interessante entre os aveirenses e a Oliveirense, com vantagem de 3 pontos para a equipa de Aguinaldo Melo. É neste quadro, de algum relativo dramatismo, que surge a visita do Feirense ao "Mário Duarte", num jogo que, para além de se tratar de um clássico do distrito de Aveiro, terá ambas as equipas na perseguição de uma vitória, já que os "fogaceiros", actuais terceiros classificados, lutam pelo apuramento para a 2ª fase da prova.
INICIADOS A: A equipa de Alberto Raínho assumiu, na última jornada, a liderança da série C do campeonato nacional de iniciados, facto que acontece pela segunda vez durante a presente temporada, com os aveirenses a passarem anteriormente pelo comando durante apenas uma semana. E é a repetição deste facto que os auri-negros quererão evitar, quando entrarem em campo, no próximo domingo, para receberem a equipa do Repesenses. Os viseenses, situados no meio da tabela, são uma das duas equipas que o Beira-Mar não venceu durante a primeira volta (a outra foi o Taboeira), tendo imposto aos actuais comandantes um dos dois empates registados na prova até agora. Serve este dado estatístico para lembrar que, pese embora o favoritismo da nossa equipa, esta terá de saber respeitar o valor do adversário para o poder levar de vencida, como todos esperamos que aconteça.
INICIADOS B: O próximo fim-de-semana tem a curiosidade de nos reservar um triplo Gafanha-Beira-Mar. Um destes 3 confrontos refere-se ao campeonato distrital de iniciados da 1ª divisão, prova onde o nosso adversário é o actual líder isolado da Zona Sul e a primeira equipa que, matematicamente, já tem garantido o apuramento para a série dos primeiros. É este desiderato que os auri-negros também perseguem, estando actualmente no último posto que dá essa garantia (5º lugar), com uma "almofada" de 4 pontos sobre o seu adversário mais directo (Águeda). Com apenas 4 jogos para disputar nesta fase, pontuar no terreno do líder seria ouro sobre azul.
INFANTIS A: Mais um fim-de-semana que se antevê sem problemas de maior para as nossas duas equipas deste escalão. Ambas as formações, que são líderes isoladas das suas séries, defrontam os sextos classificados (Bom-Sucesso, na série G e Barroca, na série H), adversários que já foram derrotados na primeira volta e não deverão resistir, outra vez, ao maior poderio dos auri-negros. Haverá ainda a particularidade de, confirmando-se, como se espera, a vitória sobre o Bom-Sucesso, no Campo do Seminário, o Beira-Mar ter matematicamente garantida a participação de uma das suas equipas na série dos primeiros, quando ainda faltam 4 jornadas para terminar a 1ª fase.
INFANTIS B: Depois de um jogo de emoções fortes disputado na última jornada, o jogo deste fim-de-semana perspectiva-se de maior tranquilidade para a equipa de Pedro e João Teles, já que o Mourisquense, antepenúltimo classificado, não deverá resistir aos mais fortes argumentos do actual vice-comandante da série E, já exibidos, aliás, no jogo da primeira volta, na Mourisca, ganho pelos auri-negros por 2-7.
BENJAMINS A: Também neste escalão, depois de um fim-de-semana de grandes dificuldades, a vários níveis, se espera uma jornada mais calma. Pelo menos, no que aos adversários diz respeito, os auri-negros apresentam-se como teóricos favoritos, pois quer Murtoense, na série G, quer Requeixo, na série H, ocupam o último lugar da classificação e ainda não conquistaram qualquer ponto.
BENJAMINS B: As equipas de Paulo Martins e Jorge Vinagre mantêm um registo 100 por cento vitorioso até agora e o grande desafio da próxima jornada, quiçá das seguintes, é manter esta performance impressionante. Eixense, fora, e Barroca, em casa, serão os próximos adversários, que colocarão à prova o favoritismo com que os auri-negros se apresentam para qualquer um destes dois jogos, que, estamos em crer, corresponderão a mais duas vitórias dos jovens aveirenses.
TRAQUINAS A: O jogo grande desta jornada, no capítulo do futebol de 7, disputa-se neste escalão. Com efeito, a equipa do Beira-Mar joga a sua liderança na Gafanha, onde defrontará um adversário que, sendo o actual 2º classificado da série E, a 2 pontos dos auri-negros (ainda que com mais uma partida disputada do que os aveirenses), apearia a equipa de Daniel Esteves do comando, em caso de vitória. O jogo da primeira volta, no Campo do Seminário, foi muito emotivo e terminou com um empate a 3 golos, pelo que é de esperar a repetição de fortes emoções.
São 13 os jogos que completam a agenda da próxima jornada, resumida no quadro que segue:
Análise prévia da jornada
JUNIORES A: A equipa de António Luís perfez uma volta completa do campeonato nacional sem perder, o mesmo é dizer que defrontou consecutivamente todos os seus 11 adversários sem que nenhum deles tivesse conseguisse superiorizar-se aos aveirenses. Este dado é uma evidência da qualidade que os nossos sub-19 possuem e uma garantia que, mesmo em Oliveira de Azeméis, defrontando uma equipa que também está na corrida por um lugar entre os 3 ou 4 primeiros lugares, a possibilidade de uma vitória auri-negra é muito mais do que um desejo e está longe de ser uma utopia.
JUNIORES B: A deslocação do Beira-Mar à Gafanha corresponde a um jogo que, em termos de objectivos estritamente desportivos, interessará mais aos donos da casa do que aos auri-negros. A 5 jornadas do final do campeonato distrital da 1ª divisão, os beiramarenses têm praticamente a certeza de que disputarão a série dos últimos na 2ª fase da prova, ao contrário do GD Gafanha que, a 3 pontos da "salvação", jogará muito do seu futuro próximo neste jogo, facto que poderá gerar alguma ansiedade, a aproveitar pelos aveirenses, que deverão sempre lutar pela última réstia de esperança.
JUVENIS: Faltam 4 jogos para o final da 1ª fase do campeonato nacional de juvenis, onde se decidirá as equipas que descerão aos campeonatos distritais na próxima temporada. O Beira-Mar, salvo um enorme imponderável, terá evitado já a descida directa. Resta, agora, livrar-se do 8º lugar, aquele que obrigará a um "play-off" eliminatório com o homólogo da série A. Neste momento, há um mano-a-mano muito interessante entre os aveirenses e a Oliveirense, com vantagem de 3 pontos para a equipa de Aguinaldo Melo. É neste quadro, de algum relativo dramatismo, que surge a visita do Feirense ao "Mário Duarte", num jogo que, para além de se tratar de um clássico do distrito de Aveiro, terá ambas as equipas na perseguição de uma vitória, já que os "fogaceiros", actuais terceiros classificados, lutam pelo apuramento para a 2ª fase da prova.
INICIADOS A: A equipa de Alberto Raínho assumiu, na última jornada, a liderança da série C do campeonato nacional de iniciados, facto que acontece pela segunda vez durante a presente temporada, com os aveirenses a passarem anteriormente pelo comando durante apenas uma semana. E é a repetição deste facto que os auri-negros quererão evitar, quando entrarem em campo, no próximo domingo, para receberem a equipa do Repesenses. Os viseenses, situados no meio da tabela, são uma das duas equipas que o Beira-Mar não venceu durante a primeira volta (a outra foi o Taboeira), tendo imposto aos actuais comandantes um dos dois empates registados na prova até agora. Serve este dado estatístico para lembrar que, pese embora o favoritismo da nossa equipa, esta terá de saber respeitar o valor do adversário para o poder levar de vencida, como todos esperamos que aconteça.
INICIADOS B: O próximo fim-de-semana tem a curiosidade de nos reservar um triplo Gafanha-Beira-Mar. Um destes 3 confrontos refere-se ao campeonato distrital de iniciados da 1ª divisão, prova onde o nosso adversário é o actual líder isolado da Zona Sul e a primeira equipa que, matematicamente, já tem garantido o apuramento para a série dos primeiros. É este desiderato que os auri-negros também perseguem, estando actualmente no último posto que dá essa garantia (5º lugar), com uma "almofada" de 4 pontos sobre o seu adversário mais directo (Águeda). Com apenas 4 jogos para disputar nesta fase, pontuar no terreno do líder seria ouro sobre azul.
INFANTIS A: Mais um fim-de-semana que se antevê sem problemas de maior para as nossas duas equipas deste escalão. Ambas as formações, que são líderes isoladas das suas séries, defrontam os sextos classificados (Bom-Sucesso, na série G e Barroca, na série H), adversários que já foram derrotados na primeira volta e não deverão resistir, outra vez, ao maior poderio dos auri-negros. Haverá ainda a particularidade de, confirmando-se, como se espera, a vitória sobre o Bom-Sucesso, no Campo do Seminário, o Beira-Mar ter matematicamente garantida a participação de uma das suas equipas na série dos primeiros, quando ainda faltam 4 jornadas para terminar a 1ª fase.
INFANTIS B: Depois de um jogo de emoções fortes disputado na última jornada, o jogo deste fim-de-semana perspectiva-se de maior tranquilidade para a equipa de Pedro e João Teles, já que o Mourisquense, antepenúltimo classificado, não deverá resistir aos mais fortes argumentos do actual vice-comandante da série E, já exibidos, aliás, no jogo da primeira volta, na Mourisca, ganho pelos auri-negros por 2-7.
BENJAMINS A: Também neste escalão, depois de um fim-de-semana de grandes dificuldades, a vários níveis, se espera uma jornada mais calma. Pelo menos, no que aos adversários diz respeito, os auri-negros apresentam-se como teóricos favoritos, pois quer Murtoense, na série G, quer Requeixo, na série H, ocupam o último lugar da classificação e ainda não conquistaram qualquer ponto.
BENJAMINS B: As equipas de Paulo Martins e Jorge Vinagre mantêm um registo 100 por cento vitorioso até agora e o grande desafio da próxima jornada, quiçá das seguintes, é manter esta performance impressionante. Eixense, fora, e Barroca, em casa, serão os próximos adversários, que colocarão à prova o favoritismo com que os auri-negros se apresentam para qualquer um destes dois jogos, que, estamos em crer, corresponderão a mais duas vitórias dos jovens aveirenses.
TRAQUINAS A: O jogo grande desta jornada, no capítulo do futebol de 7, disputa-se neste escalão. Com efeito, a equipa do Beira-Mar joga a sua liderança na Gafanha, onde defrontará um adversário que, sendo o actual 2º classificado da série E, a 2 pontos dos auri-negros (ainda que com mais uma partida disputada do que os aveirenses), apearia a equipa de Daniel Esteves do comando, em caso de vitória. O jogo da primeira volta, no Campo do Seminário, foi muito emotivo e terminou com um empate a 3 golos, pelo que é de esperar a repetição de fortes emoções.
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
JUNIORES A: Auri-negros mereciam e justificavam a vitória
SC Beira-Mar, 1 - AD Sanjoanense, 1
(0-0, ao intervalo)
Ainda que não tivesse sido quebrada a longa série de resultados sem derrotas que a equipa de juniores do SC Beira-Mar já leva no campeonato nacional da 2ª divisão, passando agora a ser de 11 (uma volta completa) o número de jogos consecutivos sem perder, o empate a uma bola verificado ontem, no Estádio Mário Duarte, frente à Sanjoanense, deixou algum amargo de boca nos atletas de António Luís, que realizaram uma exibição deveras suficiente para terem justificado mais do que a divisão de pontos. Os auri-negros foram, sem dúvida, a melhor equipa sobre o terreno, praticamente ao longo de todo o encontro, superiorizando-se largamente a um adversário que, apesar de 2º classificado da prova, nunca mostrou andamento para os aveirenses, acabando por ser feliz no momento (87') em que chegou ao empate, que, na verdade, não merecia.
No jogo entre os 2º e 3º classificados da divisão secundária do nacional de juniores, o SC Beira-Mar apresentou-se com:
Diogo Lopes (gr); Berna, Lobo, Renato e Mika; Granja, André Aranha e Filipe Vieira; Sílvio (Cassamá, 60'), André Vaz (cap) e Nélson (Ibrahima, 81').
Suplentes não utilizados: Cirineu (gr), Pedro Ribeiro, Sérgio Chipelo, Rui Santos e Pape.
Os primeiros minutos foram verdadeiramente elucidativos daquilo que se viria a passar ao longo de quase todo o jogo, com o Beira-Mar a mostrar-se fortíssimo nas transições para o ataque, com mudanças constantes de flanco, que baralhavam, por completo, o equilíbrio defensivo da Sanjoanense, com esta equipa na expectativa, chegando essencialmente à área do Beira-Mar através de livres e até mesmo de lançamentos de linha lateral. Foi assim que, aos 3', num contra-ataque rápido conduzido por Sílvio, este muda de flanco para Nélson, que, solto na esquerda, remata forte mas ligeiramente ao lado, perdendo a primeira grande ocasião para abrir o marcador. E foi através de um livre na intermediária, aos 5', ainda que com a colaboração de Diogo, que calculou mal a saída, que a Sanjoanense respondeu com perigo, com a bola a sobrevoar o guardião auri-negro, valendo que não levava a direcção da baliza.
Nélson, que estava muito activo na esquerda, fazendo a cabeça em água ao lateral direito da Sanjoanense, com o treinador visitante a ter mesmo de o "sacrificar" face ao desacerto na marcação do extremo auri-negro, aos 14', cria uma grande oportunidade de golo, depois de ganhar mais uma vez a linha e cruzar para Aranha, com este, ao segundo poste, a assistir André Vaz, para o "capitão" auri-negro rematar, na pequena área, por cima do travessão. Este bom período do Beira-Mar, que já merecia o golo, continuaria e, aos 17', uma extraordinária incursão de Berna pela direita, em velocidade e com a bola sempre bem controlada, termina com um cruzamento para a área, onde Filipe Vieira ganha um ressalto e serve André Aranha, que, bem enquadrado com a baliza, remata forte mas à figura do guarda-redes sanjoanense.
O jogo entraria numa fase de menor fulgor dos aveirenses e a Sanjoanense, depois de um centro/remate do seu nº 7, aos 23', que quase surpreendia Diogo, teve a sua melhor situação, aos 30', com o seu jogador mais adiantado (nº 9) a receber de costas para a baliza e a disparar, à meia-volta, para uma boa estirada de Diogo a desviar a bola para canto.
A equipa de António Luís voltaria, na parte final do primeiro tempo, a acelerar o andamento do jogo e esteve várias vezes à beira do golo, que na verdade já era mais do que justificado. André Aranha, assistido por André Vaz, aos 36', com um remate forte para uma defesa a dois tempos, após uma boa jogada de envolvimento colectivo, volta a ameaçar a baliza contrária. Mas as ocasiões mais flagrantes surgiriam aos 39' (Renato vê o seu cabeceamento, após canto, ser desviado em cima da linha pelo defesa esquerdo da Sanjoanense), aos 44' (Mika surge solto pela esquerda e vê o seu remate, em arco, roçar o poste contrário) e aos 45' (nova arrancada de Nélson pela esquerda, com uma solicitação para a boca da baliza, onde surge, em esforço, André Aranha, que atira por cima da baliza aberta, com o guarda-redes já batido), numa sucessão de oportunidades que, só por si, justificariam outro resultado, que não o nulo, ao intervalo.
Se, nos primeiros 45 minutos, o Beira-Mar já tinha sido claramente superior ao seu adversário, o início da segunda parte acentuou ainda mais o domínio auri-negro e, aos 49' (passe a rasgar na direita em Berna, cruzamento para Sílvio, que chega ligeiramente atrasado ao golpe de cabeça), 56' (mudança de flanco de André Vaz para Nélson, que serve atrasado o remate de Filipe, para boa defesa do guardião da ADS) e 64' (André Vaz, aberto na esquerda, recebe de Filipe Vieira e cruza para as mãos do guarda-redes, quando tinha Nélson à espera do passe atrasado), o Beira-Mar dispôs de três bons ensejos para chegar ao golo.
Mas mais flagrante seria a perdida, aos 68', de Cassamá, que falhou escandalosamente o golo, na cara do guarda-redes, completamente sozinho, rematando ao lado, quando tinha André Vaz solto na boca da baliza. Valeu que, no minuto seguinte, com toda a justiça, Filipe Vieira tivesse surgido isolado e chegado ao 1-0, desviando a bola para o fundo das redes à saída do guardião de São João da Madeira.
Foi enorme a festa do golo e os festejos quase que se repetiam, dois minutos depois, quando Lobo, ao segundo poste, cabeceia por cima da barra, uma bola vinda da marcação de um pontapé de canto. Aos 74', um cruzamento de André Vaz, do lado esquerdo, quase apanha Cassamá na boca da baliza, mas valeu à Sanjoanense a atenção de um defesa que tira a bola para canto, quando já se adivinhava o segundo golo.
A partir daqui o Beira-Mar baixou as suas linhas e a Sanjoanense despejava bolas na área, aproveitando todas as oportunidades que tinha para o fazer. Foi assim que, aos 81',na sequência da marcação de um canto, Lobo safa sobre a linha de golo e, aos 84', após uma confusão gerada na área do Beira-Mar, depois de um lançamento de linha lateral, a Sanjoanense volta a estar perto de marcar. Era um período de sofrimento para a equipa da casa, que apanha com um verdadeiro balde de água fria, aos 87', quando a Sanjoanense chega ao empate. O lance começa, outra vez, numa bola parada, com o esférico a seguir para a área aveirense, desde o meio campo, onde foi assinalado um livre duvidoso contra o Beira-Mar. Os auri-negros não são lestos no alívio e a bola sobra para a entrada da área, onde surge o defesa esquerdo da Sanjoanense a aplicar um magnífico pontapé, forte, cruzado e rasteiro, levando a bola a bater no poste mais distante antes de se anichar nas redes à guarda de Diogo Lopes, que não teve quaisquer hipóteses de defesa.
Havia pouco tempo para reagir, mas, ainda assim, a equipa de António Luís mostrou um grande carácter e foi à procura da vitória, que era inteiramente justa e merecida. E foi só por milagre que ela não aconteceu, já em período de compensação, num lance em que, inacreditavelmente, por duas vezes, a bola não entra, primeiro com um desvio em cima da linha de golo e, por, fim, com o "capitão" André Vaz, em desespero, a falhar na boca do golo, atirando por cima da barra. A prova evidente de que este resultado é injusto para o Beira-Mar, foi a forma como o treinador da ADS exteriorizou, após o apito final do árbitro, a satisfação pelo ponto conquistado em Aveiro.
A arbitragem do Sr. Rui Patrício, da AF Aveiro, num jogo de extrema correcção, não foi brilhante no capítulo técnico, tendo errado algumas vezes e quase sempre em prejuízo dos da casa, tendo ficado uma grande penalidade por marcar a favor dos aveirenses.
(0-0, ao intervalo)
Ainda que não tivesse sido quebrada a longa série de resultados sem derrotas que a equipa de juniores do SC Beira-Mar já leva no campeonato nacional da 2ª divisão, passando agora a ser de 11 (uma volta completa) o número de jogos consecutivos sem perder, o empate a uma bola verificado ontem, no Estádio Mário Duarte, frente à Sanjoanense, deixou algum amargo de boca nos atletas de António Luís, que realizaram uma exibição deveras suficiente para terem justificado mais do que a divisão de pontos. Os auri-negros foram, sem dúvida, a melhor equipa sobre o terreno, praticamente ao longo de todo o encontro, superiorizando-se largamente a um adversário que, apesar de 2º classificado da prova, nunca mostrou andamento para os aveirenses, acabando por ser feliz no momento (87') em que chegou ao empate, que, na verdade, não merecia.
No jogo entre os 2º e 3º classificados da divisão secundária do nacional de juniores, o SC Beira-Mar apresentou-se com:
Diogo Lopes (gr); Berna, Lobo, Renato e Mika; Granja, André Aranha e Filipe Vieira; Sílvio (Cassamá, 60'), André Vaz (cap) e Nélson (Ibrahima, 81').
Suplentes não utilizados: Cirineu (gr), Pedro Ribeiro, Sérgio Chipelo, Rui Santos e Pape.
Os primeiros minutos foram verdadeiramente elucidativos daquilo que se viria a passar ao longo de quase todo o jogo, com o Beira-Mar a mostrar-se fortíssimo nas transições para o ataque, com mudanças constantes de flanco, que baralhavam, por completo, o equilíbrio defensivo da Sanjoanense, com esta equipa na expectativa, chegando essencialmente à área do Beira-Mar através de livres e até mesmo de lançamentos de linha lateral. Foi assim que, aos 3', num contra-ataque rápido conduzido por Sílvio, este muda de flanco para Nélson, que, solto na esquerda, remata forte mas ligeiramente ao lado, perdendo a primeira grande ocasião para abrir o marcador. E foi através de um livre na intermediária, aos 5', ainda que com a colaboração de Diogo, que calculou mal a saída, que a Sanjoanense respondeu com perigo, com a bola a sobrevoar o guardião auri-negro, valendo que não levava a direcção da baliza.
Nélson, que estava muito activo na esquerda, fazendo a cabeça em água ao lateral direito da Sanjoanense, com o treinador visitante a ter mesmo de o "sacrificar" face ao desacerto na marcação do extremo auri-negro, aos 14', cria uma grande oportunidade de golo, depois de ganhar mais uma vez a linha e cruzar para Aranha, com este, ao segundo poste, a assistir André Vaz, para o "capitão" auri-negro rematar, na pequena área, por cima do travessão. Este bom período do Beira-Mar, que já merecia o golo, continuaria e, aos 17', uma extraordinária incursão de Berna pela direita, em velocidade e com a bola sempre bem controlada, termina com um cruzamento para a área, onde Filipe Vieira ganha um ressalto e serve André Aranha, que, bem enquadrado com a baliza, remata forte mas à figura do guarda-redes sanjoanense.
O jogo entraria numa fase de menor fulgor dos aveirenses e a Sanjoanense, depois de um centro/remate do seu nº 7, aos 23', que quase surpreendia Diogo, teve a sua melhor situação, aos 30', com o seu jogador mais adiantado (nº 9) a receber de costas para a baliza e a disparar, à meia-volta, para uma boa estirada de Diogo a desviar a bola para canto.
A equipa de António Luís voltaria, na parte final do primeiro tempo, a acelerar o andamento do jogo e esteve várias vezes à beira do golo, que na verdade já era mais do que justificado. André Aranha, assistido por André Vaz, aos 36', com um remate forte para uma defesa a dois tempos, após uma boa jogada de envolvimento colectivo, volta a ameaçar a baliza contrária. Mas as ocasiões mais flagrantes surgiriam aos 39' (Renato vê o seu cabeceamento, após canto, ser desviado em cima da linha pelo defesa esquerdo da Sanjoanense), aos 44' (Mika surge solto pela esquerda e vê o seu remate, em arco, roçar o poste contrário) e aos 45' (nova arrancada de Nélson pela esquerda, com uma solicitação para a boca da baliza, onde surge, em esforço, André Aranha, que atira por cima da baliza aberta, com o guarda-redes já batido), numa sucessão de oportunidades que, só por si, justificariam outro resultado, que não o nulo, ao intervalo.
Se, nos primeiros 45 minutos, o Beira-Mar já tinha sido claramente superior ao seu adversário, o início da segunda parte acentuou ainda mais o domínio auri-negro e, aos 49' (passe a rasgar na direita em Berna, cruzamento para Sílvio, que chega ligeiramente atrasado ao golpe de cabeça), 56' (mudança de flanco de André Vaz para Nélson, que serve atrasado o remate de Filipe, para boa defesa do guardião da ADS) e 64' (André Vaz, aberto na esquerda, recebe de Filipe Vieira e cruza para as mãos do guarda-redes, quando tinha Nélson à espera do passe atrasado), o Beira-Mar dispôs de três bons ensejos para chegar ao golo.
Mas mais flagrante seria a perdida, aos 68', de Cassamá, que falhou escandalosamente o golo, na cara do guarda-redes, completamente sozinho, rematando ao lado, quando tinha André Vaz solto na boca da baliza. Valeu que, no minuto seguinte, com toda a justiça, Filipe Vieira tivesse surgido isolado e chegado ao 1-0, desviando a bola para o fundo das redes à saída do guardião de São João da Madeira.
Foi enorme a festa do golo e os festejos quase que se repetiam, dois minutos depois, quando Lobo, ao segundo poste, cabeceia por cima da barra, uma bola vinda da marcação de um pontapé de canto. Aos 74', um cruzamento de André Vaz, do lado esquerdo, quase apanha Cassamá na boca da baliza, mas valeu à Sanjoanense a atenção de um defesa que tira a bola para canto, quando já se adivinhava o segundo golo.
A partir daqui o Beira-Mar baixou as suas linhas e a Sanjoanense despejava bolas na área, aproveitando todas as oportunidades que tinha para o fazer. Foi assim que, aos 81',na sequência da marcação de um canto, Lobo safa sobre a linha de golo e, aos 84', após uma confusão gerada na área do Beira-Mar, depois de um lançamento de linha lateral, a Sanjoanense volta a estar perto de marcar. Era um período de sofrimento para a equipa da casa, que apanha com um verdadeiro balde de água fria, aos 87', quando a Sanjoanense chega ao empate. O lance começa, outra vez, numa bola parada, com o esférico a seguir para a área aveirense, desde o meio campo, onde foi assinalado um livre duvidoso contra o Beira-Mar. Os auri-negros não são lestos no alívio e a bola sobra para a entrada da área, onde surge o defesa esquerdo da Sanjoanense a aplicar um magnífico pontapé, forte, cruzado e rasteiro, levando a bola a bater no poste mais distante antes de se anichar nas redes à guarda de Diogo Lopes, que não teve quaisquer hipóteses de defesa.
Havia pouco tempo para reagir, mas, ainda assim, a equipa de António Luís mostrou um grande carácter e foi à procura da vitória, que era inteiramente justa e merecida. E foi só por milagre que ela não aconteceu, já em período de compensação, num lance em que, inacreditavelmente, por duas vezes, a bola não entra, primeiro com um desvio em cima da linha de golo e, por, fim, com o "capitão" André Vaz, em desespero, a falhar na boca do golo, atirando por cima da barra. A prova evidente de que este resultado é injusto para o Beira-Mar, foi a forma como o treinador da ADS exteriorizou, após o apito final do árbitro, a satisfação pelo ponto conquistado em Aveiro.
A arbitragem do Sr. Rui Patrício, da AF Aveiro, num jogo de extrema correcção, não foi brilhante no capítulo técnico, tendo errado algumas vezes e quase sempre em prejuízo dos da casa, tendo ficado uma grande penalidade por marcar a favor dos aveirenses.
JUVENIS: Vitória feliz
CF "Os Repesenses", 0 - SC Beira-Mar, 1
(0-0, ao intervalo)
Se ao longo deste campeonato nacional de juvenis, a equipa do Beira-Mar, em muitos jogos, se pode lamentar da falta da chamada "estrelinha" da sorte, é bem verdade que, nos jogos que disputou com o Repesenses, não tem razões de queixa absolutamente nenhumas. À semelhança do sucedido no jogo da primeira volta, também na partida disputada ontem, no Estádio Montenegro Machado, em Repeses, um golo solitário de Pité, no declinar da contenda, bastou para que os aveirenses conquistassem os 3 preciosos pontos em disputa. Para que este resultado tivesse sido possível, contribuiu ainda, em grande parte, a soberba actuação do guardião Samuel, que, com o resultado ainda em 0-0, já no decorrer da segunda parte, por 3 vezes, negou o golo a jogadores do Repesenses que lhe surgiram sozinhos pela frente. Foi um verdadeiro "santo" milagreiro!
Aguinaldo Melo fez alinhar a seguinte equipa:
Samuel (gr); João Rui, Miguel, João Rafael e Rúben Marques (Tiago Azevedo, 74'); André Silva (cap), Diogo M. Carvalho e Pité; Ricardo Tavares (Tiago Gomes, 60'), Marc (Balacó, 79') e Danny.
Suplentes não utilizados: Hugo (gr), Diogo H. Carvalho, Bruno Filipe e Henrique.
Numa partida que se apresentava de vital importância para as aspirações da equipa do Beira-Mar, os auri-negros realizaram uma primeira parte não muito bem conseguida, mostrando sempre muita ansiedade e quase nunca conseguindo trocar a bola entre os seus jogadores. Ainda assim, pertencer-lhe-iam as melhores situações para chegar ao golo, apesar da iniciativa do jogo ter pertencido mais ao Repesenses, que, sem ter criado verdadeiro perigo para a baliza de Samuel, colocava muitas vezes a bola na sua área através de livres e dos muitos pontapés de canto que conquistou.
As equipas ensaiaram os primeiros remates aos 2' (Repesenses) e 5' (Beira-Mar, por Marc), em ambos os casos sem causar problemas. Foram uma espécie de "tomar o pulso" ao adversário, já que a primeira situação de perigo aconteceu, na verdade, aos 6', na sequência de uma jogada de contra-ataque do Beira-Mar, com a bola a chegar a Marc, junto à área dos donos da casa, que lateraliza para Danny, que rematou de pronto, forte, deixando pregado o guarda-redes, que viu a bola passar muito perto do poste esquerdo da sua baliza.
O Repesenses criaria a sua situação mais perigosa da primeira parte, aos 12', após um cruzamento da direita, valendo uma intervenção pronta de João Rafael para evitar a finalização contrária. Nos primeiros 40 minutos, este foi o único momento de golo iminente na baliza defendida por Samuel, que esteve sempre muito bem nas intervenções às bolas por alto colocadas na sua área, única forma do Repesenses chegar até lá. Sem jogar bem , como já referimos, o Beira-Mar poderia ter chegado ao intervalo em vantagem, caso tivesse concretizado algumas boas situações que teve, resultado de alguma fragilidade defensiva dos visitados. Aos 15', um cruzamento de Danny para a área permite a antecipação de Ricardo Tavares, que fica na cara do guarda-redes, mas remata fraco, com a bola a passar o guardião e a ser salva por um defesa que substituiu o seu colega da baliza; aos 20', numa reposição de bola por Samuel, Marc ganha o ressalto, isola-se, mas remata às malhas laterais, para Danny, aos 39', também na cara do guarda-redes, falhar a tentativa de "chapéu".
A segunda parte teve um início frenético e, no espaço de um minuto, ambas as equipas poderiam ter inaugurado o marcador. Primeiro foi o Repesesnses, aos 43', numa jogada de contra-ataque em que, num cenário que se viria a repetir, um jogador viseense surge na cara de Samuel, valendo a excelente intervenção deste para evitar dissabores à sua equipa. Logo no minuto seguinte, Marc, aberto na direita, é primorosamente assistido, entra na área e dispara para uma defesa por instinto, com o pé, do guarda-redes da casa.
Este lance, foi o início do melhor período do Beira-Mar, que passou a ligar melhor o seu jogo, jogando de pé para pé, tomando, por via disso, um maior ascendente na partida. Como consequência, aos 48', uma boa jogada colectiva da equipa aveirense, leva a bola até Marc, à entrada da área, que assiste Pité, solto no lado direito, com o esquerdino a entrar na área e a rematar ao lado, apenas com o guardião pela frente. Também de bola parada, aos 61', os auri-negros voltaram a criar muito perigo, com um canto de Pité, no lado direito, a apanhar Miguel sozinho na área, mas o central aveirense não deu a melhor direcção ao seu cabeceamento e perdeu uma flagrante oportunidade para fazer golo.
O jogo parecia controlado pela equipa de Aguinaldo Melo mas, num curto espaço de tempo, aos 63' e 65', como resultado de dois erros primários dos nossos centrais, o jogador nº 7 da equipa de Repeses aparece na frente de Samuel, perdendo, felizmente para os aveirenses, os dois duelos com o magnífico guardião auri-negro. Era "São" Samuel a fazer milagres, corrigindo os erros cometidos pelos seus intranquilos colegas da defesa. Um golo nesta altura teria, possivelmente, alterado o rumo dos acontecimentos.
Refeitos deste susto e, agora, outra vez, mais com o coração do que com a cabeça (o bom futebol já desaparecera de novo) os jogadores do Beira-Mar continuaram na procura da vitória, que eles sabiam ser de crucial importância. Aos 67', como que a ensaiar o que viria a seguir, Pité remata forte, à entrada da área, mas a sua tentativa é anulada por uma boa intervenção do guarda-redes do Repesenses, posto verdadeiramente à prova pela primeira vez neste lance.
Os jogadores do Repesenses não mostravam pressa em jogar e, aos 71', quando Danny procurava fora das 4 linhas a bola, para apressar a marcação do pontapé de baliza, foi pontapeado irreflectidamente pelo guardião da casa, que foi justamente expulso. Foi, pois, num quadro de superioridade numérica e já com os ponteiros do relógio a aproximarem-se do final do jogo que, aos 77', repetindo o feito da primeira volta, Pité dá a vitória ao SC Beira-Mar. A jogada é iniciada em Tiago Gomes, na esquerda, que ludibria o seu opositor, puxando a bola para a linha e cruzando para Marc, que assiste Pité, já dentro da grande área, tendo o esquerdino aveirense preparado o remate, que partiu forte e colocado, para o 0-1, que provocou fartos e continuados festejos entre todos os auri-negros.
Estava feito o que era preciso e, até final, uma nota lamentável para mais duas expulsões, uma para cada lado, já em tempo de compensação. Primeiro foi a do central do Repesesse (nº4), que poderia e deveria ter sido expulso já na primeira parte, por ter pontapeado Samuel e, pouco depois, a de Tiago Gomes, também numa atitude irreflectida, respondendo a uma provocação de um adversário.
Não gostámos muito da arbitragem do Sr. Gonçalo Martins, da AF Guarda, não porque tivesse cometido erros muito graves, apenas porque nos pareceu ser daquele género de juízes que, nos lances divididos, decide sempre a favor da equipa da casa.
(0-0, ao intervalo)
Se ao longo deste campeonato nacional de juvenis, a equipa do Beira-Mar, em muitos jogos, se pode lamentar da falta da chamada "estrelinha" da sorte, é bem verdade que, nos jogos que disputou com o Repesenses, não tem razões de queixa absolutamente nenhumas. À semelhança do sucedido no jogo da primeira volta, também na partida disputada ontem, no Estádio Montenegro Machado, em Repeses, um golo solitário de Pité, no declinar da contenda, bastou para que os aveirenses conquistassem os 3 preciosos pontos em disputa. Para que este resultado tivesse sido possível, contribuiu ainda, em grande parte, a soberba actuação do guardião Samuel, que, com o resultado ainda em 0-0, já no decorrer da segunda parte, por 3 vezes, negou o golo a jogadores do Repesenses que lhe surgiram sozinhos pela frente. Foi um verdadeiro "santo" milagreiro!
Aguinaldo Melo fez alinhar a seguinte equipa:
Samuel (gr); João Rui, Miguel, João Rafael e Rúben Marques (Tiago Azevedo, 74'); André Silva (cap), Diogo M. Carvalho e Pité; Ricardo Tavares (Tiago Gomes, 60'), Marc (Balacó, 79') e Danny.
Suplentes não utilizados: Hugo (gr), Diogo H. Carvalho, Bruno Filipe e Henrique.
Numa partida que se apresentava de vital importância para as aspirações da equipa do Beira-Mar, os auri-negros realizaram uma primeira parte não muito bem conseguida, mostrando sempre muita ansiedade e quase nunca conseguindo trocar a bola entre os seus jogadores. Ainda assim, pertencer-lhe-iam as melhores situações para chegar ao golo, apesar da iniciativa do jogo ter pertencido mais ao Repesenses, que, sem ter criado verdadeiro perigo para a baliza de Samuel, colocava muitas vezes a bola na sua área através de livres e dos muitos pontapés de canto que conquistou.
As equipas ensaiaram os primeiros remates aos 2' (Repesenses) e 5' (Beira-Mar, por Marc), em ambos os casos sem causar problemas. Foram uma espécie de "tomar o pulso" ao adversário, já que a primeira situação de perigo aconteceu, na verdade, aos 6', na sequência de uma jogada de contra-ataque do Beira-Mar, com a bola a chegar a Marc, junto à área dos donos da casa, que lateraliza para Danny, que rematou de pronto, forte, deixando pregado o guarda-redes, que viu a bola passar muito perto do poste esquerdo da sua baliza.
O Repesenses criaria a sua situação mais perigosa da primeira parte, aos 12', após um cruzamento da direita, valendo uma intervenção pronta de João Rafael para evitar a finalização contrária. Nos primeiros 40 minutos, este foi o único momento de golo iminente na baliza defendida por Samuel, que esteve sempre muito bem nas intervenções às bolas por alto colocadas na sua área, única forma do Repesenses chegar até lá. Sem jogar bem , como já referimos, o Beira-Mar poderia ter chegado ao intervalo em vantagem, caso tivesse concretizado algumas boas situações que teve, resultado de alguma fragilidade defensiva dos visitados. Aos 15', um cruzamento de Danny para a área permite a antecipação de Ricardo Tavares, que fica na cara do guarda-redes, mas remata fraco, com a bola a passar o guardião e a ser salva por um defesa que substituiu o seu colega da baliza; aos 20', numa reposição de bola por Samuel, Marc ganha o ressalto, isola-se, mas remata às malhas laterais, para Danny, aos 39', também na cara do guarda-redes, falhar a tentativa de "chapéu".
A segunda parte teve um início frenético e, no espaço de um minuto, ambas as equipas poderiam ter inaugurado o marcador. Primeiro foi o Repesesnses, aos 43', numa jogada de contra-ataque em que, num cenário que se viria a repetir, um jogador viseense surge na cara de Samuel, valendo a excelente intervenção deste para evitar dissabores à sua equipa. Logo no minuto seguinte, Marc, aberto na direita, é primorosamente assistido, entra na área e dispara para uma defesa por instinto, com o pé, do guarda-redes da casa.
Este lance, foi o início do melhor período do Beira-Mar, que passou a ligar melhor o seu jogo, jogando de pé para pé, tomando, por via disso, um maior ascendente na partida. Como consequência, aos 48', uma boa jogada colectiva da equipa aveirense, leva a bola até Marc, à entrada da área, que assiste Pité, solto no lado direito, com o esquerdino a entrar na área e a rematar ao lado, apenas com o guardião pela frente. Também de bola parada, aos 61', os auri-negros voltaram a criar muito perigo, com um canto de Pité, no lado direito, a apanhar Miguel sozinho na área, mas o central aveirense não deu a melhor direcção ao seu cabeceamento e perdeu uma flagrante oportunidade para fazer golo.
O jogo parecia controlado pela equipa de Aguinaldo Melo mas, num curto espaço de tempo, aos 63' e 65', como resultado de dois erros primários dos nossos centrais, o jogador nº 7 da equipa de Repeses aparece na frente de Samuel, perdendo, felizmente para os aveirenses, os dois duelos com o magnífico guardião auri-negro. Era "São" Samuel a fazer milagres, corrigindo os erros cometidos pelos seus intranquilos colegas da defesa. Um golo nesta altura teria, possivelmente, alterado o rumo dos acontecimentos.
Refeitos deste susto e, agora, outra vez, mais com o coração do que com a cabeça (o bom futebol já desaparecera de novo) os jogadores do Beira-Mar continuaram na procura da vitória, que eles sabiam ser de crucial importância. Aos 67', como que a ensaiar o que viria a seguir, Pité remata forte, à entrada da área, mas a sua tentativa é anulada por uma boa intervenção do guarda-redes do Repesenses, posto verdadeiramente à prova pela primeira vez neste lance.
Os jogadores do Repesenses não mostravam pressa em jogar e, aos 71', quando Danny procurava fora das 4 linhas a bola, para apressar a marcação do pontapé de baliza, foi pontapeado irreflectidamente pelo guardião da casa, que foi justamente expulso. Foi, pois, num quadro de superioridade numérica e já com os ponteiros do relógio a aproximarem-se do final do jogo que, aos 77', repetindo o feito da primeira volta, Pité dá a vitória ao SC Beira-Mar. A jogada é iniciada em Tiago Gomes, na esquerda, que ludibria o seu opositor, puxando a bola para a linha e cruzando para Marc, que assiste Pité, já dentro da grande área, tendo o esquerdino aveirense preparado o remate, que partiu forte e colocado, para o 0-1, que provocou fartos e continuados festejos entre todos os auri-negros.
Estava feito o que era preciso e, até final, uma nota lamentável para mais duas expulsões, uma para cada lado, já em tempo de compensação. Primeiro foi a do central do Repesesse (nº4), que poderia e deveria ter sido expulso já na primeira parte, por ter pontapeado Samuel e, pouco depois, a de Tiago Gomes, também numa atitude irreflectida, respondendo a uma provocação de um adversário.
Não gostámos muito da arbitragem do Sr. Gonçalo Martins, da AF Guarda, não porque tivesse cometido erros muito graves, apenas porque nos pareceu ser daquele género de juízes que, nos lances divididos, decide sempre a favor da equipa da casa.
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Balanço da jornada: Juniores imparáveis e iniciados na frente!
Num fim-de-semana em que se registou um número anormal de derrotas (4), as 8 vitórias alcançadas trouxeram, ainda assim, motivos fartos de satisfação e mesmo o empate alcançado pelos infantis B, frente a um dos candidatos ao apuramento para a série dos primeiros, na 2ª fase do campeonato distrital, não pode deixar de ser incluído no lote dos bons resultados.
Os grandes destaques da jornada vão para as nossas equipas de juniores e de iniciados, nos respectivos campeonatos nacionais. A equipa de António Luís, não só bateu um dos seus adversários directos, que jogava no seu terreno, como ainda o fez por números surpreendentes (0-3), elevando para 10 os jogos consecutivos que leva sem perder e revelando uma dinâmica imparável de vitória, que não se sabe até onde poderá chegar. Quanto aos nossos sub-15, parece que a equipa está talhada para as grandes ocasiões e, perante mais um confronto difícil, foi a Anadia vencer e assumir, de novo, a liderança da série C, beneficiando do empate do anterior líder.
Confira agora os resultados globais obtidos pelas nossas equipas, consultando o quadro que segue, do qual constam, ainda, os jogos da jornada intercalar do dia 1 de Dezembro (juvenis e juniores):
Os grandes destaques da jornada vão para as nossas equipas de juniores e de iniciados, nos respectivos campeonatos nacionais. A equipa de António Luís, não só bateu um dos seus adversários directos, que jogava no seu terreno, como ainda o fez por números surpreendentes (0-3), elevando para 10 os jogos consecutivos que leva sem perder e revelando uma dinâmica imparável de vitória, que não se sabe até onde poderá chegar. Quanto aos nossos sub-15, parece que a equipa está talhada para as grandes ocasiões e, perante mais um confronto difícil, foi a Anadia vencer e assumir, de novo, a liderança da série C, beneficiando do empate do anterior líder.
Confira agora os resultados globais obtidos pelas nossas equipas, consultando o quadro que segue, do qual constam, ainda, os jogos da jornada intercalar do dia 1 de Dezembro (juvenis e juniores):
COMENTÁRIO
JUNIORES: Impressionante! A equipa de juniores leva quase uma volta completa sem perder no campeonato nacional da 2ª divisão e, pela primeira vez esta época, os 10 jogos consecutivos a pontuar levaram-na, em matéria classificativa, a uma posição no pódio, ocupando agora o 3º lugar, o último que dá acesso directo à disputa da subida de escalão na 2ª fase da prova. Se a vitória caseira sobre o Cinfães, por 3-1, a meio da semana, se poderá considerar perfeitamente dentro dos parâmetros da normalidade, já o triunfo arrancado fora de portas, frente ao Padroense, um dos candidatos ao apuramento, por evidentes 0-3, pode deixar surpreendido quem não assistiu ao jogo, sendo, de toda a maneira, motivo para endereçar os parabéns à equipa de António Luís.
Apesar do jogo digno efectuado pela equipa que disputa o campeonato distrital, frente ao Cucujães, o Beira-Mar sofreu nova derrota em casa, por 1-3, afastando, quase por completo, a possibilidade de apuramento para a série dos primeiros.
JUVENIS: Se a meio da semana, a vitória alcançada no terreno do Vigor (1-3) poderia ter servido de tónico para encetar uma série de jogos que pusessem a nossa equipa a salvo de grandes preocupações, a pesada derrota sofrida em casa, no domingo, frente ao Boavista, por 1-4, veio colocar tudo na "estaca zero", fazendo com que cada jogo disputado pelos auri-negros se revista de autêntica final. E, como qualquer final que se disputa, ela terá de ser para ganhar...
INICIADOS: Pela segunda vez esta época a equipa de Alberto Raínho e João Amaral chega ao topo da classificação. E, das duas vezes que isso aconteceu, foi consequência de vitórias fora, alcançadas sobre adversários poderosos, primeiro sobre a Oliveirense, à 9ª jornada, apeando-a directamente, nesse jogo, da liderança e agora em Anadia, 3º classificado da prova. Para tomar as rédeas do comando, os auri-negros, para além da vitória, por 1-3, frente aos bairradinos, beneficiaram do empate, na Covilhã, cedido pela equipa de Oliveira de Azeméis, que, desde o início, tem ocupado quase sempre o primeiro lugar. Esperemos que agora, ao contrário do que aconteceu antes, os auri-negros se agarrem ao lugar e não o cedam ao fim de uma jornada apenas.
A derrota sofrida em Avanca, por 3-0, poderia ter atirado, de novo, a equipa de Edmundo Ferreira para o indesejado 6º lugar da classificação da Zona Sul do campeonato distrital da 1ª divisão. Valeu à equipa auri-negra a derrota caseira do Águeda, seu principal adversário na luta pelo 5º lugar da prova, o último que apura para a série dos primeiros, principal objectivo da equipa do Beira-Mar nesta 1ª fase.
INFANTIS A: Mais do que as duas vitórias alcançadas pelas equipas do Beira-Mar (1-9, na Mourisca e 10-1, em casa, frente ao Vaguense), mantendo-se 100 por cento vitoriosas, a notícia foi mesmo a obtenção de um golo por cada uma das equipas adversárias, o segundo, apenas, sofrido na prova pelos auri-negros. Na série G, registe-se ainda a curiosidade de ter sido o Mourisquense a única equipa que, até agora, marcou golos aos aveirenses.
INFANTIS B: Jogo de crucial importância para as aspirações da equipa disputavam os sub-12 do SC Beira-Mar no terreno do Taboeira, um dos 3 mais fortes e assumidos candidatos ao apuramento para a série dos primeiros. Os auri-negros, à partida para este jogo, partilhavam o comando com o Avanca e tinham o seu adversário com 3 pontos de atraso, no 3º lugar. A partida, sendo de grande importância para as duas equipas, era, por via disso, mais decisiva para o Taboeira, que, perdendo, ficaria praticamente afastado do seu objectivo. O empate registado (1-1), deixando ainda tudo em aberto, abre melhores perspectivas à equipa dos irmãos Teles, mas tudo vai depender do que as equipas fizerem no futuro.
BENJAMINS A: João Paulo passou uma semana terrível para gerir tantos problemas que lhe surgiram com doenças e lesões de atletas. Foi, por isso, muito difícil a construção das equipas para acudir aos 2 jogos agendados. Valeu a colaboração do grupo dos benjamins B, que cedeu alguns elementos, em número suficiente para nos apresentarmos em Frossos, frente ao Taboeira e receber, em casa, o Mourisquense, que se revelava um jogo de capital importância para o futuro da nossa equipa. Fragilizados pelos motivos já evocados, perdemos frente ao Taboeira por 11-0, mas mantivemos a chama acesa na série H, batendo o Mourisquense, por 3-0, um adversário directo na luta pelo apuramento para a série dos primeiros, que agora parece ser um duelo entre Beira-Mar e Alba.
BENJAMINS B: Apesar do imenso frio que se fez sentir durante toda a manhã de sábado, as nossas equipas de benjamins B mostraram-se imperturbáveis às condições climatéricas e impuseram-se aos seus adversários do fim-de-semana, registando mais duas vitórias e mantendo um percurso imaculado na prova. Macinhatense (derrota, por 8-1, no Seminário) e Oliveira do Bairro (batido em casa, por 1-3), foram as equipas que ficaram nos registos da 7ª e da 8ª vitórias dos auri-negros, tantas quantos os jogos que cada uma das formações de Paulo Martins e Jorge Vinagre já efectuaram.
TRAQUINAS A: A equipa de Daniel Esteves e Luís Malta registou mais uma clara vitória em casa, batendo, desta vez, a equipa da Oliveirense, por 7-1, num jogo em que a primeira parte foi um dos melhores períodos de futebol praticado pelos jovens aveirenses. Foi apenas mais um passo na perseguição ao objectivo principal (apuramento para a série dos primeiros), num momento em que a prova vai entrar numa fase decisiva.
JUVENIS: Erros e lição de contra-ataque justificam resultado
SC Beira-Mar, 1 - Boavista FC, 4
(0-0, ao intervalo)
A equipa de juvenis do SC Beira-Mar voltou a marcar passo no campeonato nacional da categoria e foi severamente batida pelo Boavista, no Estádio Mário Duarte, por 1-4, resultado que é uma conjugação de erros primários cometidos pelos auris negros, bem aproveitados pelos "axadrezados" para dar a "cambalhota" no marcador, com uma brilhante demonstração da arte de bem contra-atacar, mostrada pela equipa do Bessa, quando já se encontrava em vantagem e os aveirenses tentavam, desesperadamente, chegar pelo menos ao empate.
Sob uma excelente arbitragem do Sr. João Henriques, da AF Coimbra, a equipa do Beira-Mar apresentou-se, num dia de muita chuva, com os seguintes elementos:
Samuel (gr); João Rui, Miguel, Manuel e Rúben Marques (Henrique, 63'); André Silva (cap), Diogo M. Carvalho e Pité; Ricardo Tavares (João Valente, 70'), Marc (Tiago Gomes, 63') e Danny.
Suplentes não utilizados: Hugo (gr); Bruno Filipe e Balacó.
Quando o jogo se iniciou, cedo se percebeu que as condições do tempo e do relvado iriam condicionar a tarefa dos jogadores, tornando o seu trabalho muito mais difícil e tendo, naturalmente, reflexos na qualidade do futebol praticado. Com zonas do terreno onde a bola rolava rapidamente, e outras, mais encharcadas, onde prendia, era quase impossível controlar bem a intensidade do passe e isso viria, infelizmente para os da casa, a ter influência no resultado.
O jogo era de muita luta a meio campo, com a bola a ser jogada quase sempre longe das balizas, tendo Marc, apenas aos 6', feito o primeiro remate da partida, desferido de muito longe, em balão, por cima do travessão, ficando o registo da tentativa de chegar, por este meio, ao golo que se mostrava difícil de obter em circunstâncias tão adversas. O Boavista, que montou uma estratégia de colocação dos avançados auri-negros em fora-de-jogo e que resultou praticamente em pleno, só chegava à área de Samuel em lances de bola parada, aproveitando livres em qualquer parte do terreno (mesmo no seu meio campo) para colocar a bola perto da baliza do Beira-Mar. E foi na marcação de um livre, este no enfiamento da grande área, sobre o lado direito, que o Boavista rematou, aos 21', pela primeira vez à baliza aveirense, tendo Samuel defendido bem com um desvio para canto. Também foi na marcação de um livre na direita, executado por Marc, aos 27', que o Beira-Mar levou o perigo à baliza dos "axadrezados", com Danny a elevar-se bem na área e a rematar de cabeça para as mãos do guardião José Pedro.
A convicção era cada vez maior que as bolas paradas resolveriam o jogo, mas, curiosamente, foi num bom lance de bola corrida, aproveitando o corredor direito, onde a bola deslizava quase normalmente, que o Beira-Mar construiu uma soberana oportunidade de golo, com Marc a abrir em Ricardo Tavares, que assiste, com um cruzamento rasteiro, a entrada de Pité na pequena área, que atirou, na cara do guarda-redes do Boavista, contra o corpo deste. Como se costuma dizer, e sem ofensa para José Pedro, acertou no "boneco"! A parte final da primeira parte, acentuaria a tendência do Beira-Mar para incomodar mais o último reduto boavisteiro e, aos 39' e 40', o perigo voltou a rondar a baliza da equipa do Bessa. No primeiro lance, outra vez Ricardo Tavares, na direita, faz um cruzamento rasteiro e atrasado, solicitando Diogo Carvalho, que, por estar ligeiramente adiantado relativamente à bola, executa o remate em dificuldade, saindo fraco; a seguir, mais um livre de Marc, muito bem executado, permite um cabeceamento muito perigoso a João Rui, que fica muito perto do golo.
A equipa aveirense, que poderia ter chegado ao intervalo na frente do marcador, já que dispôs das melhores, diríamos mesmo, únicas oportunidades de golo, jogava, na segunda parte, a favor do vento, factor que poderia não ser despiciendo, dadas as condições já referidas do relvado. Mas não foi por aí que as coisas se viriam a decidir e, neste período complementar, aos 46', pertenceria mesmo ao Boavista o primeiro remate, desferido em posição frontal pelo seu nº 7, que saiu, no entanto, sem direcção. Mas logo no minuto seguinte, o Beira-Mar colocar-se-ia em vantagem, por Danny, que surge solto na área, onde recebe um cruzamento rasteiro, da direita, de Ricardo Tavares, para atirar para o 1-0 na cara do guardião contrário, que viu a bola passar-lhe por baixo.
Parecia estar feito o mais difícil, mas os esfusiantes e prolongados festejos do golo inaugural como que desconcentraram os jogadores aveirenses, que, no minuto seguinte, fruto de uma indecisão e de uma má opção, oferecem o golo do empate ao adversário. Uma bola que poderia ter sido aliviada facilmente, é atrasada para Samuel, mas fica presa na água e disso se aproveita Joel para chegar, de forma inesperada ao 1-1, apanhando o guardião aveirense ligeiramente fora dos postes e atirando para a baliza deserta.
Os jogadores aveirenses procuraram reagir de imediato e, aos 49', Marc responde, em jogada individual, que culmina com um remate forte, mas ao lado do poste.
As coisas complicar-se-iam para os auri-negros, aos 52', quando num ressalto de bola, após uma tentativa de alívio, na área do Beira-Mar, esta fica à mercê do extremo boavisteiro Tiago, que, na cara de Samuel, só tem de a fazer sobrevoar o guardião aveirense, que nada pôde fazer para evitar o 1-2 caído do céu. De repente, um jogo que parecia estar a encaminhar-se bem para a obtenção de um resultado positivo, que os atletas beiramarenses tanto perseguiam e desejavam, vira-se completamente ao contrário e era a equipa de Aguinaldo Melo que teria de correr atrás do prejuízo. Todos estes acontecimentos adversos, em tão curto espaço de tempo, acabam por mexer com a estrutura mental da equipa e, aos 60', num lance em tudo semelhante ao do primeiro golo dos forasteiros (nova bola presa na água, em atraso não aconselhado ao guarda-redes), valeu a intervenção de Samuel para evitar mais um golo oferecido.
Operadas algumas alterações no Beira-Mar, com duas substituições e mudança no sistema de jogo utilizado, os aveirenses ganharam momentaneamente um novo fôlego e viriam a estar muito perto do empate, em dois lances sucessivos. Aos 65', um livre apontado por Tiago Gomes, no enfiamento da grande área do Boavista, no flanco esquerdo, leva a bola ao segundo poste, onde aparece, sozinho, Pité, a falhar escandalosamente o golo, atirando de cabeça ao lado. No minuto seguinte é Tiago Gomes, após uma iniciativa individual, a entrar bem dentro da área do Boavista, mas a rematar ligeiramente ao lado do poste direito.
Estes lances foram como que o "canto do cisne", na perspectiva beiramarense, já que, de seguida, apareceu o Boavista em todo o seu esplendor, na arte de contra-atacar, aproveitando muito bem o balanceamento para o ataque dos aveirenses, na procura de chegar, pelo menos, ao empate. Foi assim que, aos 67', novamente Tiago, chega ao 1-3 (talvez o melhor golo do jogo) e, aos 75', Joel também bisaria, fazendo o 1-4 em mais uma excelente transição rápida, em que a bola foi bem trocada desde a área "axadrezada" até os marcadores ficarem na cara de Samuel, que não teve qualquer hipótese de evitar este avolumar do marcador. Valeriam, aliás, duas suas intervenções, aos 71' e já depois, em período de compensação, para evitar que jogadores adversários isolados ampliassem ainda mais o marcador, numa fase em que a equipa do Beira-Mar estava, também psicologicamente, derrotada.
O apito final chegaria a seguir e se os números do marcador acabam por nos "obrigar" a ter de aceitar a vitória do Boavista, que, no entanto, só seria verdadeiramente justificada após a reviravolta no marcador, fica mais uma vez a sensação que outro resultado teria sido possível. Mas, também mais uma vez, a nossa equipa não soube guardar a vantagem com que esteve no marcador e este facto já começa a parecer sina....
(0-0, ao intervalo)
A equipa de juvenis do SC Beira-Mar voltou a marcar passo no campeonato nacional da categoria e foi severamente batida pelo Boavista, no Estádio Mário Duarte, por 1-4, resultado que é uma conjugação de erros primários cometidos pelos auris negros, bem aproveitados pelos "axadrezados" para dar a "cambalhota" no marcador, com uma brilhante demonstração da arte de bem contra-atacar, mostrada pela equipa do Bessa, quando já se encontrava em vantagem e os aveirenses tentavam, desesperadamente, chegar pelo menos ao empate.
Sob uma excelente arbitragem do Sr. João Henriques, da AF Coimbra, a equipa do Beira-Mar apresentou-se, num dia de muita chuva, com os seguintes elementos:
Samuel (gr); João Rui, Miguel, Manuel e Rúben Marques (Henrique, 63'); André Silva (cap), Diogo M. Carvalho e Pité; Ricardo Tavares (João Valente, 70'), Marc (Tiago Gomes, 63') e Danny.
Suplentes não utilizados: Hugo (gr); Bruno Filipe e Balacó.
Quando o jogo se iniciou, cedo se percebeu que as condições do tempo e do relvado iriam condicionar a tarefa dos jogadores, tornando o seu trabalho muito mais difícil e tendo, naturalmente, reflexos na qualidade do futebol praticado. Com zonas do terreno onde a bola rolava rapidamente, e outras, mais encharcadas, onde prendia, era quase impossível controlar bem a intensidade do passe e isso viria, infelizmente para os da casa, a ter influência no resultado.
O jogo era de muita luta a meio campo, com a bola a ser jogada quase sempre longe das balizas, tendo Marc, apenas aos 6', feito o primeiro remate da partida, desferido de muito longe, em balão, por cima do travessão, ficando o registo da tentativa de chegar, por este meio, ao golo que se mostrava difícil de obter em circunstâncias tão adversas. O Boavista, que montou uma estratégia de colocação dos avançados auri-negros em fora-de-jogo e que resultou praticamente em pleno, só chegava à área de Samuel em lances de bola parada, aproveitando livres em qualquer parte do terreno (mesmo no seu meio campo) para colocar a bola perto da baliza do Beira-Mar. E foi na marcação de um livre, este no enfiamento da grande área, sobre o lado direito, que o Boavista rematou, aos 21', pela primeira vez à baliza aveirense, tendo Samuel defendido bem com um desvio para canto. Também foi na marcação de um livre na direita, executado por Marc, aos 27', que o Beira-Mar levou o perigo à baliza dos "axadrezados", com Danny a elevar-se bem na área e a rematar de cabeça para as mãos do guardião José Pedro.
A convicção era cada vez maior que as bolas paradas resolveriam o jogo, mas, curiosamente, foi num bom lance de bola corrida, aproveitando o corredor direito, onde a bola deslizava quase normalmente, que o Beira-Mar construiu uma soberana oportunidade de golo, com Marc a abrir em Ricardo Tavares, que assiste, com um cruzamento rasteiro, a entrada de Pité na pequena área, que atirou, na cara do guarda-redes do Boavista, contra o corpo deste. Como se costuma dizer, e sem ofensa para José Pedro, acertou no "boneco"! A parte final da primeira parte, acentuaria a tendência do Beira-Mar para incomodar mais o último reduto boavisteiro e, aos 39' e 40', o perigo voltou a rondar a baliza da equipa do Bessa. No primeiro lance, outra vez Ricardo Tavares, na direita, faz um cruzamento rasteiro e atrasado, solicitando Diogo Carvalho, que, por estar ligeiramente adiantado relativamente à bola, executa o remate em dificuldade, saindo fraco; a seguir, mais um livre de Marc, muito bem executado, permite um cabeceamento muito perigoso a João Rui, que fica muito perto do golo.
A equipa aveirense, que poderia ter chegado ao intervalo na frente do marcador, já que dispôs das melhores, diríamos mesmo, únicas oportunidades de golo, jogava, na segunda parte, a favor do vento, factor que poderia não ser despiciendo, dadas as condições já referidas do relvado. Mas não foi por aí que as coisas se viriam a decidir e, neste período complementar, aos 46', pertenceria mesmo ao Boavista o primeiro remate, desferido em posição frontal pelo seu nº 7, que saiu, no entanto, sem direcção. Mas logo no minuto seguinte, o Beira-Mar colocar-se-ia em vantagem, por Danny, que surge solto na área, onde recebe um cruzamento rasteiro, da direita, de Ricardo Tavares, para atirar para o 1-0 na cara do guardião contrário, que viu a bola passar-lhe por baixo.
Parecia estar feito o mais difícil, mas os esfusiantes e prolongados festejos do golo inaugural como que desconcentraram os jogadores aveirenses, que, no minuto seguinte, fruto de uma indecisão e de uma má opção, oferecem o golo do empate ao adversário. Uma bola que poderia ter sido aliviada facilmente, é atrasada para Samuel, mas fica presa na água e disso se aproveita Joel para chegar, de forma inesperada ao 1-1, apanhando o guardião aveirense ligeiramente fora dos postes e atirando para a baliza deserta.
Os jogadores aveirenses procuraram reagir de imediato e, aos 49', Marc responde, em jogada individual, que culmina com um remate forte, mas ao lado do poste.
As coisas complicar-se-iam para os auri-negros, aos 52', quando num ressalto de bola, após uma tentativa de alívio, na área do Beira-Mar, esta fica à mercê do extremo boavisteiro Tiago, que, na cara de Samuel, só tem de a fazer sobrevoar o guardião aveirense, que nada pôde fazer para evitar o 1-2 caído do céu. De repente, um jogo que parecia estar a encaminhar-se bem para a obtenção de um resultado positivo, que os atletas beiramarenses tanto perseguiam e desejavam, vira-se completamente ao contrário e era a equipa de Aguinaldo Melo que teria de correr atrás do prejuízo. Todos estes acontecimentos adversos, em tão curto espaço de tempo, acabam por mexer com a estrutura mental da equipa e, aos 60', num lance em tudo semelhante ao do primeiro golo dos forasteiros (nova bola presa na água, em atraso não aconselhado ao guarda-redes), valeu a intervenção de Samuel para evitar mais um golo oferecido.
Operadas algumas alterações no Beira-Mar, com duas substituições e mudança no sistema de jogo utilizado, os aveirenses ganharam momentaneamente um novo fôlego e viriam a estar muito perto do empate, em dois lances sucessivos. Aos 65', um livre apontado por Tiago Gomes, no enfiamento da grande área do Boavista, no flanco esquerdo, leva a bola ao segundo poste, onde aparece, sozinho, Pité, a falhar escandalosamente o golo, atirando de cabeça ao lado. No minuto seguinte é Tiago Gomes, após uma iniciativa individual, a entrar bem dentro da área do Boavista, mas a rematar ligeiramente ao lado do poste direito.
Estes lances foram como que o "canto do cisne", na perspectiva beiramarense, já que, de seguida, apareceu o Boavista em todo o seu esplendor, na arte de contra-atacar, aproveitando muito bem o balanceamento para o ataque dos aveirenses, na procura de chegar, pelo menos, ao empate. Foi assim que, aos 67', novamente Tiago, chega ao 1-3 (talvez o melhor golo do jogo) e, aos 75', Joel também bisaria, fazendo o 1-4 em mais uma excelente transição rápida, em que a bola foi bem trocada desde a área "axadrezada" até os marcadores ficarem na cara de Samuel, que não teve qualquer hipótese de evitar este avolumar do marcador. Valeriam, aliás, duas suas intervenções, aos 71' e já depois, em período de compensação, para evitar que jogadores adversários isolados ampliassem ainda mais o marcador, numa fase em que a equipa do Beira-Mar estava, também psicologicamente, derrotada.
O apito final chegaria a seguir e se os números do marcador acabam por nos "obrigar" a ter de aceitar a vitória do Boavista, que, no entanto, só seria verdadeiramente justificada após a reviravolta no marcador, fica mais uma vez a sensação que outro resultado teria sido possível. Mas, também mais uma vez, a nossa equipa não soube guardar a vantagem com que esteve no marcador e este facto já começa a parecer sina....
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
INFANTIS B: Primeiro empate dos irmãos Teles em derby emocionante!
AD Taboeira, 1 - SC Beira-Mar, 1
(1-0, ao intervalo)
Tal como na 1ª volta, foi um jogo de grande qualidade e com muita emoção o que decorreu na manhã de sábado, com as 2 equipas a lutar por um lugar de acesso à série dos primeiros.
O jogo teve uma primeira parte onde o equilíbrio foi a nota dominante, mas onde, na segunda, fizemos mais do que o suficiente para conseguir um resultado mais positivo, pois construímos várias oportunidades, que a serem concretizadas, quase nos poderiam ter garantido o tão ambicionado apuramento.
Jogo no campo de Frossos, numa manhã muito fria, onde participaram, na equipa do SC Beira-Mar, por ordem numérica, os seguintes jogadores: 1- Marcelo; 2-Daniel; 4-Adriano; 6-Diogo; 7-J. Claro; 8-Rui; 9-João Bernardo; 11-Peralta; 12-Bruno; 16-Kikas; 17-Júnior e 20-Fábio.
Os misters Teles, Pedro e João, apresentaram de início:
Marcelo (GR), Adriano, J. Claro (cap.), João Bernardo, Peralta, Júnior e Fábio.
Jogaram ainda na 1ª parte: Kikas e Diogo.
O adversário jogava o tudo por tudo nesta partida, pois com 2 derrotas já averbadas um novo desaire retirava-lhe qualquer hipótese de apuramento.
Foi a equipa do Taboeira que entrou na partida tentando assumir o seu comando, no entanto cedo nos adaptámos ao seu sistema de jogo e equilibrámos a partida.
Numa primeira parte onde escassearam as ocasiões evidentes de marcar, o Taboeira chegou à vantagem, aos 19’, aproveitando uma das raras “falhas” no nosso reduto defensivo.
Reagimos muito bem ao golo sofrido, e procurámos chegar ao empate antes do intervalo, tendo disposto de clara oportunidade, quando enviámos uma bola à barra, num cabeceamento na sequência de um canto.
Na 2ª parte, iniciaram a partida:
Marcelo (GR), Adriano, Diogo, J. Claro, Peralta, Kikas e Júnior.
Entraram ainda na 2ª parte: João Bernardo e Fábio.
No segundo tempo, a nossa equipa entrou muito bem em campo e assumiu por completo a iniciativa do jogo, com o adversário a procurar apenas chegar à nossa baliza através de lances de contra-ataque.
Conseguimos chegar ao mais que justo empate, aos 8´, por Kikas, numa recarga cheia de oportunidade, após livre no meio campo, bem executado por João Bernardo.
Até ao final do jogo, os nossos jogadores tudo fizeram para merecer um outro resultado, nomeadamente nos últimos dez minutos, em que dispusemos de 3 claríssimas oportunidades para dar a volta ao marcador. Contudo, alguma ansiedade no momento da finalização não permitiu repetir a vitória da 1ª volta.
Após 60 minutos em que fomos superiores, o resultado final soube a pouco…, mas toda a equipa está de parabéns e no bom caminho para conseguir o objectivo principal da época!
Nova curiosidade, neste jogo com o Taboeira, foi o primeiro empate registado em todas partidas oficiais dos irmãos Teles, desde que assumiram o comando desta equipa na época anterior!
(1-0, ao intervalo)
Tal como na 1ª volta, foi um jogo de grande qualidade e com muita emoção o que decorreu na manhã de sábado, com as 2 equipas a lutar por um lugar de acesso à série dos primeiros.
O jogo teve uma primeira parte onde o equilíbrio foi a nota dominante, mas onde, na segunda, fizemos mais do que o suficiente para conseguir um resultado mais positivo, pois construímos várias oportunidades, que a serem concretizadas, quase nos poderiam ter garantido o tão ambicionado apuramento.
Jogo no campo de Frossos, numa manhã muito fria, onde participaram, na equipa do SC Beira-Mar, por ordem numérica, os seguintes jogadores: 1- Marcelo; 2-Daniel; 4-Adriano; 6-Diogo; 7-J. Claro; 8-Rui; 9-João Bernardo; 11-Peralta; 12-Bruno; 16-Kikas; 17-Júnior e 20-Fábio.
Os misters Teles, Pedro e João, apresentaram de início:
Marcelo (GR), Adriano, J. Claro (cap.), João Bernardo, Peralta, Júnior e Fábio.
Jogaram ainda na 1ª parte: Kikas e Diogo.
O adversário jogava o tudo por tudo nesta partida, pois com 2 derrotas já averbadas um novo desaire retirava-lhe qualquer hipótese de apuramento.
Foi a equipa do Taboeira que entrou na partida tentando assumir o seu comando, no entanto cedo nos adaptámos ao seu sistema de jogo e equilibrámos a partida.
Numa primeira parte onde escassearam as ocasiões evidentes de marcar, o Taboeira chegou à vantagem, aos 19’, aproveitando uma das raras “falhas” no nosso reduto defensivo.
Reagimos muito bem ao golo sofrido, e procurámos chegar ao empate antes do intervalo, tendo disposto de clara oportunidade, quando enviámos uma bola à barra, num cabeceamento na sequência de um canto.
Na 2ª parte, iniciaram a partida:
Marcelo (GR), Adriano, Diogo, J. Claro, Peralta, Kikas e Júnior.
Entraram ainda na 2ª parte: João Bernardo e Fábio.
No segundo tempo, a nossa equipa entrou muito bem em campo e assumiu por completo a iniciativa do jogo, com o adversário a procurar apenas chegar à nossa baliza através de lances de contra-ataque.
Conseguimos chegar ao mais que justo empate, aos 8´, por Kikas, numa recarga cheia de oportunidade, após livre no meio campo, bem executado por João Bernardo.
Até ao final do jogo, os nossos jogadores tudo fizeram para merecer um outro resultado, nomeadamente nos últimos dez minutos, em que dispusemos de 3 claríssimas oportunidades para dar a volta ao marcador. Contudo, alguma ansiedade no momento da finalização não permitiu repetir a vitória da 1ª volta.
Após 60 minutos em que fomos superiores, o resultado final soube a pouco…, mas toda a equipa está de parabéns e no bom caminho para conseguir o objectivo principal da época!
Nova curiosidade, neste jogo com o Taboeira, foi o primeiro empate registado em todas partidas oficiais dos irmãos Teles, desde que assumiram o comando desta equipa na época anterior!
domingo, 5 de dezembro de 2010
BENJAMINS A: Em semana terrível, terminámos com um sorriso...
Efectivamente, este grupo teve uma semana muito difícil, com muitas ausências por motivos de doença de vários atletas, facto que não permitiu que treinássemos como gostaríamos, obrigando mesmo ao cancelamento de treinos. Remediámos a situação com a ajuda, preciosa, do grupo de Benjamins B e conseguimos ter uma prestação digna em ambos os jogos, apesar dos resultados antagónicos.
AD Taboeira, 11 - SC Beira-Mar "A", 0
(7-0, ao intervalo)
Apenas um jogo perdido
Numa manhã de muito frio, tivemos algumas dificuldades em travar um adversário que foi sempre mais forte que nós, dificuldade essa que já esperávamos, em virtude de apresentarmos alguns atletas com debilidades fisícas e em número limitado. Os que estiveram em campo empregaram-se a fundo, tentando contrariar o adversário, tendo sido demasiado penalizados pela diferença no marcador. Resta ressalvar a dignidade e o bom comportamento de todos na defesa da camisola do Beira-Mar.
Estiveram neste jogo: Francisco; Rui (cap); Diogo Silva; Gustavo; Guilherme; Alain; Gonçalo Nascimento e Alexandre Pinto.
SC Beira-Mar "B", 3 - UD Mourisquense, 0
(2-0, ao intervalo)
Bom início ditou resultado final...
Começámos com bom ritmo e com vontade de cedo resolver o jogo a nosso favor, para evitar surpresas desagradáveis, em virtude de algumas limitações que apresentámos. Os atletas responderam em pleno e, aos 3 minutos, já venciam por 2-0. A partir daqui controlámos o jogo com muita concentração, fazendo uma gestão do esforço dos atletas, procurando manter sempre a equipa equilibrada para não permitir que o adversário nos criasse dificuldades. Este controlo do jogo permitiu ainda fazer o terceiro golo (fantástica execução) e com ele definir o resultado a nosso favor, conquistando uma vitória justíssima.
O Beira-Mar apresentou: Álvaro (gr); Gabriel, Vieira, António Melo, Afonso, Samuel (cap), João Baptista, Miguel Vaz e Rui Tiago.
Marcaram: Samuel (2) e Afonso.
AD Taboeira, 11 - SC Beira-Mar "A", 0
(7-0, ao intervalo)
Apenas um jogo perdido
Numa manhã de muito frio, tivemos algumas dificuldades em travar um adversário que foi sempre mais forte que nós, dificuldade essa que já esperávamos, em virtude de apresentarmos alguns atletas com debilidades fisícas e em número limitado. Os que estiveram em campo empregaram-se a fundo, tentando contrariar o adversário, tendo sido demasiado penalizados pela diferença no marcador. Resta ressalvar a dignidade e o bom comportamento de todos na defesa da camisola do Beira-Mar.
Estiveram neste jogo: Francisco; Rui (cap); Diogo Silva; Gustavo; Guilherme; Alain; Gonçalo Nascimento e Alexandre Pinto.
SC Beira-Mar "B", 3 - UD Mourisquense, 0
(2-0, ao intervalo)
Bom início ditou resultado final...
Começámos com bom ritmo e com vontade de cedo resolver o jogo a nosso favor, para evitar surpresas desagradáveis, em virtude de algumas limitações que apresentámos. Os atletas responderam em pleno e, aos 3 minutos, já venciam por 2-0. A partir daqui controlámos o jogo com muita concentração, fazendo uma gestão do esforço dos atletas, procurando manter sempre a equipa equilibrada para não permitir que o adversário nos criasse dificuldades. Este controlo do jogo permitiu ainda fazer o terceiro golo (fantástica execução) e com ele definir o resultado a nosso favor, conquistando uma vitória justíssima.
O Beira-Mar apresentou: Álvaro (gr); Gabriel, Vieira, António Melo, Afonso, Samuel (cap), João Baptista, Miguel Vaz e Rui Tiago.
Marcaram: Samuel (2) e Afonso.
INICIADOS A: Num campo difícil, vitória justa valeu a liderança
Anadia FC, 1 - SC Beira-Mar, 3
(0-1, ao intervalo)
Num dia de chuva intensa e com um sintético muito molhado, assistiu-se, em Anadia, a um bom jogo de futebol, com uma grande entrega dos jogadores de ambas as equipas.
Começámos a dominar desde cedo, mas sempre com um grande respeito pelo nosso opositor, que se encontrava logo atrás de nós na classificação, ainda que longe em termos pontuais.
Dadas as condicionantes do estado do piso, circulávamos a bola pelos nossos atletas, quando o terreno permitia e virávamos o lado do jogo, com passes longos, quando a bola não rolava. O domínio era do Beira-Mar e o adversário procurava responder com futebol directo, na exploração do contra-ataque e da velocidade dos seus atletas mais adiantados.
O primeiro aviso veio de Hugo, com um remate de fora da área a passar perto do poste, para depois, na sequência da marcação de um canto, Ricardo Pinto, ao segundo poste, cabecear mal e sem direcção. Também após outro pontapé de canto, Hugo tenta rematar de primeira, na zona da grande penalidade, mas acaba por falhar o pontapé. Esta sequência de lances de perigo levar-nos-ia até ao minuto 27, momento em que Hugo Custódio tabela bem com João, aparece em boa posição e, numa execução de génio, tira dois defesas e o guarda-redes do caminho e faz o 0-1.
Ainda antes do intervalo, o marcador poderia ter funcionado de novo, em dois lances, um para cada lado, com os auri-negros a disporem, primeiro, de uma ocasião para chegar ao segundo golo, na sequência de um canto, com os nossos dois centrais a atrapalharem-se e a não conseguirem cabecear com êxito. Em cima da hora para o descanso, oportunidade para os bairradinos empatarem, no lance mais perigoso criado pelo Anadia, que resultou de uma desatenção da nossa linha média, que permitiu vantagem numérica (2X1) no flanco de Filipe Melo, impotente para evitar a combinação, da qual resultou um remate cruzado, forte e colocado, que levou a bola a embater no poste da baliza de Canha.
Na segunda parte, entrámos novamente bem, sabendo que, apesar da vantagem, era necessário procurar mais um golo que garantisse alguma tranquilidade. Ele surgiria, aos 45’, num lance em que João Miguel, na pequena área, recebe a bola de costas para a baliza, combinando, inteligentemente, com Ramalho, que assiste Hugo Custódio, melhor colocado, para um “chapéu” de fora da área, que resultaria no 0-2, ainda que o impotente guardião anadiense tivesse tocado a bola antes de esta entrar.
A partir deste golo, assistiu-se a uma reacção normal dos homens da casa, que, com muito brio, nos encostaram às nossas linhas mais recuadas, criando-nos alguns calafrios, principalmente em lances de bola parada. E foi num lance deste tipo que, aos 65’, quando uma bola fica perdida no interior da nossa área, após a marcação de um canto, que o Anadia aproveita para reduzir a diferença para 1-2.
Animados pelo golo, que relançava a partida, logo depois, o Anadia ameaçava de novo, com a bola rematada de longe a passar muito perto da baliza defendida por Canha. Foi um período de algum sofrimento, que as grandes equipas têm de saber suportar e, com maior ou menor dificuldade, os auri-negros ultrapassaram esta fase e acabaram mesmo com a incerteza no resultado, sentenciando o jogo, à passagem do minuto 68, com a obtenção do 1-3 final. A bola é metida em Steven, que passou por toda a gente em velocidade, acabando por tirar um adversário do caminho com um toque subtil e rematado em jeito, ao poste mais distante, obtendo mais um belo golo (e qual deles, o melhor?).
Antes do apito final, o Anadia ainda poderia ter encurtado distâncias, com o camisola 6 da casa, Joel, a aparecer na cara de Canha, atirando, contudo, por cima do travessão. Pouco depois, chegaria o apito final da árbitra da AF Porto, Ana Aguiar, que realizou uma arbitragem que se pode considerar boa.
Grande atitude, determinação, concentração e entrega da nossa equipa, que conseguiu uma vitória justa, num campo difícil. Depois de um período em que apresentámos alguma quebra física, em alguns jogos, parece que estamos de regresso às boas exibições. Aproveitando o semi-desaire da Oliveirense na Covilhã, os aveirenses estão, de novo, no comando da classificação da série C do campeonato nacional de iniciados.
O SC Beira-Mar apresentou, no Complexo Desportivo de Anadia, os seguintes jogadores:
Canha (gr); Sousa, Ricardo Pinto, Fábio (cap) e Filipe Melo; Nuno Abreu, Tiago Ramalho e Hugo Custódio; Aurélio (Steven, 52’), João Miguel (Lucas, 63’) e Bruno Ribeiro.
Suplentes não utilizados: Pedro Rafael (gr), Yusuf, Ricardo Esteves, Sérgio e Bruno Reis.
(0-1, ao intervalo)
Num dia de chuva intensa e com um sintético muito molhado, assistiu-se, em Anadia, a um bom jogo de futebol, com uma grande entrega dos jogadores de ambas as equipas.
Começámos a dominar desde cedo, mas sempre com um grande respeito pelo nosso opositor, que se encontrava logo atrás de nós na classificação, ainda que longe em termos pontuais.
Dadas as condicionantes do estado do piso, circulávamos a bola pelos nossos atletas, quando o terreno permitia e virávamos o lado do jogo, com passes longos, quando a bola não rolava. O domínio era do Beira-Mar e o adversário procurava responder com futebol directo, na exploração do contra-ataque e da velocidade dos seus atletas mais adiantados.
O primeiro aviso veio de Hugo, com um remate de fora da área a passar perto do poste, para depois, na sequência da marcação de um canto, Ricardo Pinto, ao segundo poste, cabecear mal e sem direcção. Também após outro pontapé de canto, Hugo tenta rematar de primeira, na zona da grande penalidade, mas acaba por falhar o pontapé. Esta sequência de lances de perigo levar-nos-ia até ao minuto 27, momento em que Hugo Custódio tabela bem com João, aparece em boa posição e, numa execução de génio, tira dois defesas e o guarda-redes do caminho e faz o 0-1.
Ainda antes do intervalo, o marcador poderia ter funcionado de novo, em dois lances, um para cada lado, com os auri-negros a disporem, primeiro, de uma ocasião para chegar ao segundo golo, na sequência de um canto, com os nossos dois centrais a atrapalharem-se e a não conseguirem cabecear com êxito. Em cima da hora para o descanso, oportunidade para os bairradinos empatarem, no lance mais perigoso criado pelo Anadia, que resultou de uma desatenção da nossa linha média, que permitiu vantagem numérica (2X1) no flanco de Filipe Melo, impotente para evitar a combinação, da qual resultou um remate cruzado, forte e colocado, que levou a bola a embater no poste da baliza de Canha.
Na segunda parte, entrámos novamente bem, sabendo que, apesar da vantagem, era necessário procurar mais um golo que garantisse alguma tranquilidade. Ele surgiria, aos 45’, num lance em que João Miguel, na pequena área, recebe a bola de costas para a baliza, combinando, inteligentemente, com Ramalho, que assiste Hugo Custódio, melhor colocado, para um “chapéu” de fora da área, que resultaria no 0-2, ainda que o impotente guardião anadiense tivesse tocado a bola antes de esta entrar.
A partir deste golo, assistiu-se a uma reacção normal dos homens da casa, que, com muito brio, nos encostaram às nossas linhas mais recuadas, criando-nos alguns calafrios, principalmente em lances de bola parada. E foi num lance deste tipo que, aos 65’, quando uma bola fica perdida no interior da nossa área, após a marcação de um canto, que o Anadia aproveita para reduzir a diferença para 1-2.
Animados pelo golo, que relançava a partida, logo depois, o Anadia ameaçava de novo, com a bola rematada de longe a passar muito perto da baliza defendida por Canha. Foi um período de algum sofrimento, que as grandes equipas têm de saber suportar e, com maior ou menor dificuldade, os auri-negros ultrapassaram esta fase e acabaram mesmo com a incerteza no resultado, sentenciando o jogo, à passagem do minuto 68, com a obtenção do 1-3 final. A bola é metida em Steven, que passou por toda a gente em velocidade, acabando por tirar um adversário do caminho com um toque subtil e rematado em jeito, ao poste mais distante, obtendo mais um belo golo (e qual deles, o melhor?).
Antes do apito final, o Anadia ainda poderia ter encurtado distâncias, com o camisola 6 da casa, Joel, a aparecer na cara de Canha, atirando, contudo, por cima do travessão. Pouco depois, chegaria o apito final da árbitra da AF Porto, Ana Aguiar, que realizou uma arbitragem que se pode considerar boa.
Grande atitude, determinação, concentração e entrega da nossa equipa, que conseguiu uma vitória justa, num campo difícil. Depois de um período em que apresentámos alguma quebra física, em alguns jogos, parece que estamos de regresso às boas exibições. Aproveitando o semi-desaire da Oliveirense na Covilhã, os aveirenses estão, de novo, no comando da classificação da série C do campeonato nacional de iniciados.
O SC Beira-Mar apresentou, no Complexo Desportivo de Anadia, os seguintes jogadores:
Canha (gr); Sousa, Ricardo Pinto, Fábio (cap) e Filipe Melo; Nuno Abreu, Tiago Ramalho e Hugo Custódio; Aurélio (Steven, 52’), João Miguel (Lucas, 63’) e Bruno Ribeiro.
Suplentes não utilizados: Pedro Rafael (gr), Yusuf, Ricardo Esteves, Sérgio e Bruno Reis.
INFANTIS A "B": Golear sem deslumbrar
SC Beira-Mar "B", 10 - FC Vaguense, 1
(4-1, ao intervalo)
A equipa de infantis A do SC Beira-Mar, que disputa a série H do campeonato distrital, somou a sua 10ª vitória na prova, tantas quantos os jogos disputados até agora, reforçando o seu estatuto de líder e caminhando a passos largos para o apuramento para a série dos primeiros. Para isso nem precisou de se aplicar a fundo e mais do que a vitória auri-negra, por 10-1, notícia será mesmo o golo marcado pelo Vaguense, apenas o segundo sofrido pelos aveirenses, que já apontaram 95 tentos.
O Beira-Mar apresentou-se com:
Marco Pais (gr); Toncha e João Monteiro; Didi, Hugo e João Gonçalo; Fábio.
Também alinharam: Henrique (gr), André, Rafa e Portugal
A primeira parte, apesar do domínio claro dos donos do terreno, nem sempre foi bem jogada, tardando os auri-negros em assentar o seu jogo. Mesmo depois de terem chegado à vantagem de 1-0, aos 8', por João Gonçalo, após boa jogada pelo lado esquerdo, o futebol dos aveirenses não saía tão fluido como habitualmente, pese embora a abnegnação e entrega de todos os seus jogadores. Só aos 17' o marcador voltaria de novo a funcionar, com João Gonçalo a bisar, numa jogada individual de Didi, que cruza da direita para o lado contrário, onde o marcador do 2-0 recolhe, evita um adversário e atira a contar.
Num jogo de muita luta, disputado numa tarde de imenso frio, o Vaguense só procurava chegar à baliza de Marco através de pontapés de longe, aproveitando a potência do remate do seu nº 6, que sobressaía em termos físicos.
A qualidade do jogo do Beira-Mar começou a melhorar e só a barra, aos 21', e o poste, aos 26', evitaram novo golo, devolvendo remates de Didi, executado de longe, e de Hugo, feito em posição frontal, após uma excelente jogada de futebol colectivo. Golos que chegaram com o aproximar do descanso, com Hugo, aos 27', a rematar forte e colocado, à entrada da área, fazendo o 3-0 na sequência da marcação de um pontapé de canto, para Didi, aos 29', chegar ao 4-0 com uma "bomba" desferida de fora da área.
O momento do Vaguense estaria guardado para a jogada seguinte, com o nº 6, como habitualmente, a aproveitar a reposição da bola em jogo após o golo para desferir um potente remate à baliza do Beira-Mar, proporcionando difícil defesa a Marco Pais, que desviou para canto na sua primeira verdadeira intervenção no jogo. Na sequência do canto, que seria o último lance da primeira parte, o Vaguense aproveita e faz o seu festejadíssimo golo, regressando as equipas aos balneários com 4-1 no marcador.
Na segunda parte a qualidade do futebol praticado pelos aveirenses melhorou e rapidamente a vantagem foi dilatada, com o 5-1 a surgir, aos 34', na tranformação, por João Monteiro, de uma clara grande penalidade assinalada a castigar derrube a Didi e o 6-1, no minuto seguinte, através de uma oportuna recarga de Fábio, aproveitando uma bola defendida para a frente após remate forte de Hugo, de fora da área.
Marco seria chamado a intervir mais cedo, nesta segunda parte, aos 38', opondo-se mais uma vez muito bem, com uma boa defesa, a uma tentativa do incontornável nº 6 do Vaguense, que rematou fortíssimo um livre assinalado perto do limite da grande área do Beira-Mar. Mas o sentido do jogo era claramente o da baliza forasteira e o melhor futebol agora exibido pela equipa de Ricardo Pinheiro voltaria a dar os seus frutos, com Didi a chegar ao 7-1, aos 41', um grande golo obtido com um remate colocadíssimo, desferido de fora da área, após uma boa iniciativa individual, com a bola ainda a bater no poste antes de se anichar nas redes.
No meio de duas perdidas incríveis do Beira-Mar, aos 47' e 49', com a barra a devolver os remates auri-negros (Didi nas jogadas), o goleador aveirense redime-se e faz de cabeça o 8-1, na sequência da marcação de um canto, apontado por Portugal do lado direito. A ponta final do jogo estaria reservada para André, que bisaria, aos 50' e 57', com o 9-1 a surgir de uma recarga do "levezinho" a uma bola largada pelo guardião de Vagos após remate de Toncha e o definitivo 10-1 a ser feito à boca da baliza, após uma assistência primorosa de Fábio, que fez tudo sozinho, em jogada pelo flanco esquerdo.
Até parece fácil!
(4-1, ao intervalo)
A equipa de infantis A do SC Beira-Mar, que disputa a série H do campeonato distrital, somou a sua 10ª vitória na prova, tantas quantos os jogos disputados até agora, reforçando o seu estatuto de líder e caminhando a passos largos para o apuramento para a série dos primeiros. Para isso nem precisou de se aplicar a fundo e mais do que a vitória auri-negra, por 10-1, notícia será mesmo o golo marcado pelo Vaguense, apenas o segundo sofrido pelos aveirenses, que já apontaram 95 tentos.
O Beira-Mar apresentou-se com:
Marco Pais (gr); Toncha e João Monteiro; Didi, Hugo e João Gonçalo; Fábio.
Também alinharam: Henrique (gr), André, Rafa e Portugal
A primeira parte, apesar do domínio claro dos donos do terreno, nem sempre foi bem jogada, tardando os auri-negros em assentar o seu jogo. Mesmo depois de terem chegado à vantagem de 1-0, aos 8', por João Gonçalo, após boa jogada pelo lado esquerdo, o futebol dos aveirenses não saía tão fluido como habitualmente, pese embora a abnegnação e entrega de todos os seus jogadores. Só aos 17' o marcador voltaria de novo a funcionar, com João Gonçalo a bisar, numa jogada individual de Didi, que cruza da direita para o lado contrário, onde o marcador do 2-0 recolhe, evita um adversário e atira a contar.
Num jogo de muita luta, disputado numa tarde de imenso frio, o Vaguense só procurava chegar à baliza de Marco através de pontapés de longe, aproveitando a potência do remate do seu nº 6, que sobressaía em termos físicos.
A qualidade do jogo do Beira-Mar começou a melhorar e só a barra, aos 21', e o poste, aos 26', evitaram novo golo, devolvendo remates de Didi, executado de longe, e de Hugo, feito em posição frontal, após uma excelente jogada de futebol colectivo. Golos que chegaram com o aproximar do descanso, com Hugo, aos 27', a rematar forte e colocado, à entrada da área, fazendo o 3-0 na sequência da marcação de um pontapé de canto, para Didi, aos 29', chegar ao 4-0 com uma "bomba" desferida de fora da área.
O momento do Vaguense estaria guardado para a jogada seguinte, com o nº 6, como habitualmente, a aproveitar a reposição da bola em jogo após o golo para desferir um potente remate à baliza do Beira-Mar, proporcionando difícil defesa a Marco Pais, que desviou para canto na sua primeira verdadeira intervenção no jogo. Na sequência do canto, que seria o último lance da primeira parte, o Vaguense aproveita e faz o seu festejadíssimo golo, regressando as equipas aos balneários com 4-1 no marcador.
Na segunda parte a qualidade do futebol praticado pelos aveirenses melhorou e rapidamente a vantagem foi dilatada, com o 5-1 a surgir, aos 34', na tranformação, por João Monteiro, de uma clara grande penalidade assinalada a castigar derrube a Didi e o 6-1, no minuto seguinte, através de uma oportuna recarga de Fábio, aproveitando uma bola defendida para a frente após remate forte de Hugo, de fora da área.
Marco seria chamado a intervir mais cedo, nesta segunda parte, aos 38', opondo-se mais uma vez muito bem, com uma boa defesa, a uma tentativa do incontornável nº 6 do Vaguense, que rematou fortíssimo um livre assinalado perto do limite da grande área do Beira-Mar. Mas o sentido do jogo era claramente o da baliza forasteira e o melhor futebol agora exibido pela equipa de Ricardo Pinheiro voltaria a dar os seus frutos, com Didi a chegar ao 7-1, aos 41', um grande golo obtido com um remate colocadíssimo, desferido de fora da área, após uma boa iniciativa individual, com a bola ainda a bater no poste antes de se anichar nas redes.
No meio de duas perdidas incríveis do Beira-Mar, aos 47' e 49', com a barra a devolver os remates auri-negros (Didi nas jogadas), o goleador aveirense redime-se e faz de cabeça o 8-1, na sequência da marcação de um canto, apontado por Portugal do lado direito. A ponta final do jogo estaria reservada para André, que bisaria, aos 50' e 57', com o 9-1 a surgir de uma recarga do "levezinho" a uma bola largada pelo guardião de Vagos após remate de Toncha e o definitivo 10-1 a ser feito à boca da baliza, após uma assistência primorosa de Fábio, que fez tudo sozinho, em jogada pelo flanco esquerdo.
Até parece fácil!
BENJAMINS B "B": Jogo quente em manhã fria
Oliveira Bairro SC, 1 - SC Beira-Mar "B", 3
(0-0, ao intervalo)
A deslocação a casa do mais directo adversário do Beira-Mar, na luta do 1º lugar nesta série, fazia prever um bom jogo e a perspectiva de um resultado equilibrado.
Um jogo marcado para as 9 horas da manhã, com os termómetros a indicarem os 0 graus e o relvado todo branquinho, era o Inverno a marcar presença.
O Paulo Martins optou pelos seguintes jogadores para iniciar o jogo:
João Luís (gr), Tiago Almeida, Renato, Pedro Reis (cap), Simão, Couceiro e Samuel.
No banco estiveram o Tiago Neves, Pipe e Bruno Santos. Todos eles também jogaram na 1ª parte.
O Beira-Mar entrou a mandar no jogo e a demonstrar porque é o líder isolado, só com vitórias. Os primeiros 20 minutos foram de domínio absoluto da equipa visitante, que desfrutou de algumas oportunidades de golo mas não conseguiu concretizar.
O Oliveira do Bairro tinha muita dificuldade em sair do seu meio campo e optou por organizar a sua defesa e tentar com pontapés longos tirar partido de alguma possível desatenção, para surpreender o Beira-Mar, aproveitando o contra ataque.
A qualidade dos nossos jogadores e a sua concentração não permitiram que a equipa adversária tivesse um único lance de perigo, aliás o nosso guarda-redes não fez uma única defesa.
A nossa equipa esteve sempre muito bem organizada e, com um futebol bonito, manteve durante largos minutos a equipa da casa fechada junto à sua área.
Os últimos minutos da 1ª parte mostraram um Oliveira do Bairro a subir mais no terreno e a ganhar mais lances no meio campo, no entanto não criaram qualquer perigo junto da nossa baliza.
O intervalo chegou com um 0-0 penalizador para o Beira-Mar que foi a única equipa que fez tudo para sair na frente.
Para a 2ª parte o treinador escolheu os seguintes jogadores para reiniciar a partida:
João Luís (gr), Renato, Tiago Neves, Pedro Reis (cap), Pipe, Bruno Santos e Samuel.
Como habitualmente, também foram utilizados os restantes jogadores, neste caso o Tiago Almeida, o Couceiro e o Simão.
Voltámos a entrar bem no jogo, com muita atitude e a pressionar o adversário no seu meio campo. Os lances de perigo começaram a aparecer junto da baliza do Oliveira do Bairro e o golo adivinhava-se.
Surgiram, assim, aos 2’, 10’ e 18’, os três golos que justificaram mais uma vitória da equipa auri-negra, todos obtidos pelo Samuel.
Também nesta segunda parte, o Oliveira do Bairro não criava perigo junto da nossa baliza. Os lances mais perigosos saíram de dois livres, mas que não levaram a melhor direcção. Aos 24’, numa desatenção dos nossos atletas, a equipa da casa conseguiu fazer o seu golo de honra.
Oito pontos separam agora estas 2 equipas e foi dado um passo muito importante para alcançar o objectivo do Beira-Mar, apurar-se para a série dos primeiros em 1º lugar.
Para os meninos que estão doentes, desejam-se rápidas melhoras.
(0-0, ao intervalo)
A deslocação a casa do mais directo adversário do Beira-Mar, na luta do 1º lugar nesta série, fazia prever um bom jogo e a perspectiva de um resultado equilibrado.
Um jogo marcado para as 9 horas da manhã, com os termómetros a indicarem os 0 graus e o relvado todo branquinho, era o Inverno a marcar presença.
O Paulo Martins optou pelos seguintes jogadores para iniciar o jogo:
João Luís (gr), Tiago Almeida, Renato, Pedro Reis (cap), Simão, Couceiro e Samuel.
No banco estiveram o Tiago Neves, Pipe e Bruno Santos. Todos eles também jogaram na 1ª parte.
O Beira-Mar entrou a mandar no jogo e a demonstrar porque é o líder isolado, só com vitórias. Os primeiros 20 minutos foram de domínio absoluto da equipa visitante, que desfrutou de algumas oportunidades de golo mas não conseguiu concretizar.
O Oliveira do Bairro tinha muita dificuldade em sair do seu meio campo e optou por organizar a sua defesa e tentar com pontapés longos tirar partido de alguma possível desatenção, para surpreender o Beira-Mar, aproveitando o contra ataque.
A qualidade dos nossos jogadores e a sua concentração não permitiram que a equipa adversária tivesse um único lance de perigo, aliás o nosso guarda-redes não fez uma única defesa.
A nossa equipa esteve sempre muito bem organizada e, com um futebol bonito, manteve durante largos minutos a equipa da casa fechada junto à sua área.
Os últimos minutos da 1ª parte mostraram um Oliveira do Bairro a subir mais no terreno e a ganhar mais lances no meio campo, no entanto não criaram qualquer perigo junto da nossa baliza.
O intervalo chegou com um 0-0 penalizador para o Beira-Mar que foi a única equipa que fez tudo para sair na frente.
Para a 2ª parte o treinador escolheu os seguintes jogadores para reiniciar a partida:
João Luís (gr), Renato, Tiago Neves, Pedro Reis (cap), Pipe, Bruno Santos e Samuel.
Como habitualmente, também foram utilizados os restantes jogadores, neste caso o Tiago Almeida, o Couceiro e o Simão.
Voltámos a entrar bem no jogo, com muita atitude e a pressionar o adversário no seu meio campo. Os lances de perigo começaram a aparecer junto da baliza do Oliveira do Bairro e o golo adivinhava-se.
Surgiram, assim, aos 2’, 10’ e 18’, os três golos que justificaram mais uma vitória da equipa auri-negra, todos obtidos pelo Samuel.
Também nesta segunda parte, o Oliveira do Bairro não criava perigo junto da nossa baliza. Os lances mais perigosos saíram de dois livres, mas que não levaram a melhor direcção. Aos 24’, numa desatenção dos nossos atletas, a equipa da casa conseguiu fazer o seu golo de honra.
Oito pontos separam agora estas 2 equipas e foi dado um passo muito importante para alcançar o objectivo do Beira-Mar, apurar-se para a série dos primeiros em 1º lugar.
Para os meninos que estão doentes, desejam-se rápidas melhoras.
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