SC Beira-Mar, 0 - RD Águeda, 1
(0-1, ao intervalo)
Depois da concludente vitória na Pampilhosa, na jornada anterior, a equipa auri-negra ter dado a ideia de poder entrar numa fase de bons resultados, com a consequente subida na tabela classificativa, o resultado do jogo de ontem, com o RD Águeda, veio de novo colocar a nu as dificuldades sentidas esta época pela nossa equipa no campeonato distrital de juniores da 1ª divisão e constitui mesmo um passo atrás na luta pelos seus objectivos, ainda que, por agora, a "procissão" vá apenas no adro.
A derrota imposta pelos jovens "galos do Botaréu" no relvado secundário do estádio Mário Duarte, por 0-1, é ainda mais surpreendente porquanto António Luís apostou num "onze" teoricamente muito forte, mas que se deparou com uma equipa que se fechou sempre muito bem e que soube guardar a preciosa vantagem adquirida a meio da primeira parte.
Para o jogo da jornada 3 da 2ª fase da prova (série dos últimos), o SC Beira-Mar apresentou-se com:
Cirineu (gr); Berna, Lobo, Ricardo e Bryan; Mika (Ricardo Castro, int), André Vaz (cap) e Filipe Vieira (Pedro Ribeiro, 68'); Cassamá, Sílvío (André Aranha, int) e Ibrahima.
O Beira-Mar teve uma entrada dominadora no jogo, mas encontrou um adversário muito bem organizado defensivamente e que, com maior ou menor dificuldade, lá ia anulando as ofensivas dos da casa. Assim, apenas aos 13' de jogo a equipa de António Luís criou a primeira situação de verdadeiro perigo junto da baliza bairradina, quando, após uma boa jogada pelo flanco direito, Cassamá cruzou atrasado para a área, sobrando a bola para Ibrahima, que teve tempo para dominar e preparar o remate, que proporcionou uma defesa apertada ao guarda-redes contrário.
O Águeda defendia bem, mas não incomodava Cirineu, por isso, foi de uma forma surpreendente e contra todas as previsões que, aos 19', a equipa visitante chega à vantagem. O 0-1 aconteceu, pois, na primeira vez que a bola foi à baliza auri-negra, com o marcador do golo a aparecer, oportuno, ao segundo poste, aproveitando a passividade dos nossos atletas, que viram a bola sobrevoar toda a área, vinda da marcação de um livre sobre o lado direito.
Havia muito tempo para jogar e todos acreditavam ainda numa recuperação da desvantagem, tanto mais que Lobo, aos 25' e 28', esteve muito perto do empate. Ambos os lances resultam da marcação de pontapés de canto, sendo que no primeiro o cabeceamento foi parar às mãos do guarda-redes e, no segundo, o remate só não dá golo porque a bola é retirada quase em cima da linha fatal. Porfiava o Beira-Mar e, aos 36', no seguimento de uma jogada pelo corredor esquerdo, Bryan cruza rasteiro para a área, mas a bola passa em frente da baliza, sem que aparecesse alguém de amarelo e preto vestido para finalizar, acabando a bola por ser aliviada para canto por um defesa aguedense. Pouco depois, aos 38', Lobo volta a tirar mal as medidas à baliza e cabeceia por cima do travessão uma bola vinda de mais um pontapé de canto cobrado por Filipe Vieira.
O jogo era praticamente de sentido único, mas o golo não aparecia, sabendo-se que, nestas situações, a passagem do tempo galvaniza quem está por cima e aumenta a ansiedade em quem está a perder. E, aos 43', na segunda vez que o Águeda se conseguiu acercar da baliza aveirense, os visitantes quase ampliavam a surpresa. O lance começa numa boa jogada do ex-auri-negro Tito, que coloca a bola ao segundo poste para um remate muito perigoso, de primeira, de um colega, que fez passar a bola muito perto do poste mais distante.
Se a desvantagem verificada ao intervalo era injusta para os aveirenses e resultava de uma grande diferença na eficácia finalizadora que ambas as equipas evidenciaram ma primeira parte, o resultado final, para além desse factor, espelha ainda uma enorme falta de ideias mostrada pela equipa auri-negra nos segundos 45 minutos e acaba por premiar a capacidade defensiva que o Águeda quase sempre mostrou. Para atestar tudo isto que dizemos, apenas dois lances dignos de nota em toda a segunda parte. O primeiro com meia hora (!) já decorrida, tendo Pedro aparecido ao segundo poste a cabecear com muito perigo, rente ao poste, uma bola cruzada por André Vaz. O segundo lance, aos 84', e que seria a derradeira oportunidade para os beiramarenses chegarem ao empate, teve origem numa boa iniciativa de Ibrahima pela direita, evitando o seu opositor e centrando tenso, para uma entrada de rompante, de cabeça, de Cassamá, que só pecou pela direcção.
O Águeda não incomodou Cirineu neste período, mas o mais importante foi por eles conseguido, mostrando, mais uma vez, que não é a posse de bola que ganha jogos, mas sim o aproveitamento das oportunidades de golo criadas. Quanto aos auri-negros, aguardam-se melhores dias. Boa arbitragem.
domingo, 20 de fevereiro de 2011
sábado, 19 de fevereiro de 2011
TRAQUINAS A: Exibição muito bem conseguida!
SC Beira-Mar, 6 - AC Cucujães, 2
(5-0, ao intervalo)
O SC Beira-Mar realizou, frente ao Cucujães, aquela que até à data foi a melhor exibição da segunda fase do Campeonato Distrital de Traquinas A. Não estranhou, por isso, que ao intervalo o resultado já registasse um 5-0 favorável à equipa de Daniel Esteves e que no final o marcador terminasse com um triunfo auri-negro por 6-2.
A formação beiramarense entrou muito bem no jogo, a «trocar» bem a bola e a conseguir gizar bonitas de futebol ofensivo, daí que, até ao intervalo, os golos tenham surgido com naturalidade.
Martim foi o primeiro a «facturar», João Pedro, pela «ala direita», voltou às boas exibições, Pedro Marques a jogar como avançado centro, jogou muito em prol da equipa e Filipe Praça entrou bem para o flanco esquerdo. E quando as individualidades estão bem, torna-se difícil «parar» o futebol desta jovem equipa do SC Beira-Mar.
Na segunda parte, apesar de só ter marcado um golo e sofrido dois, continuou a jogar bem mas a desperdiçar muitas oportunidades. Filipe Praça ainda enviou uma bola à trave, Diogo marcou mais um golo mas bem que podia ter marcado mais, enquanto que do outro lado, estava uma equipa do Cucujães que acabou por justificar os dois «tentos» obtidos.
No cômputo geral, assistiu-se a uma boa actuação do SC Beira-Mar, perante um adversário que apesar de derrotado e de ter revelado dificuldades no seu sector mais recuado, mostrou que também sabe jogar futebol e que também tem bons valores individuais.
Uma palavra para o fair-play evidenciado por todos os intervenientes, numa partida em que os golos do SC Beira-Mar foram marcados por Martim, João Pedro (2), Filipe Praça, Pedro Marques e Diogo. Jogaram ainda os guarda-redes João Tiago e Ricardo, os defesas Filipe Goes, João Francisco e Bernardo e os médios Aires e Tiago.
(5-0, ao intervalo)
O SC Beira-Mar realizou, frente ao Cucujães, aquela que até à data foi a melhor exibição da segunda fase do Campeonato Distrital de Traquinas A. Não estranhou, por isso, que ao intervalo o resultado já registasse um 5-0 favorável à equipa de Daniel Esteves e que no final o marcador terminasse com um triunfo auri-negro por 6-2.
A formação beiramarense entrou muito bem no jogo, a «trocar» bem a bola e a conseguir gizar bonitas de futebol ofensivo, daí que, até ao intervalo, os golos tenham surgido com naturalidade.
Martim foi o primeiro a «facturar», João Pedro, pela «ala direita», voltou às boas exibições, Pedro Marques a jogar como avançado centro, jogou muito em prol da equipa e Filipe Praça entrou bem para o flanco esquerdo. E quando as individualidades estão bem, torna-se difícil «parar» o futebol desta jovem equipa do SC Beira-Mar.
Na segunda parte, apesar de só ter marcado um golo e sofrido dois, continuou a jogar bem mas a desperdiçar muitas oportunidades. Filipe Praça ainda enviou uma bola à trave, Diogo marcou mais um golo mas bem que podia ter marcado mais, enquanto que do outro lado, estava uma equipa do Cucujães que acabou por justificar os dois «tentos» obtidos.
No cômputo geral, assistiu-se a uma boa actuação do SC Beira-Mar, perante um adversário que apesar de derrotado e de ter revelado dificuldades no seu sector mais recuado, mostrou que também sabe jogar futebol e que também tem bons valores individuais.
Uma palavra para o fair-play evidenciado por todos os intervenientes, numa partida em que os golos do SC Beira-Mar foram marcados por Martim, João Pedro (2), Filipe Praça, Pedro Marques e Diogo. Jogaram ainda os guarda-redes João Tiago e Ricardo, os defesas Filipe Goes, João Francisco e Bernardo e os médios Aires e Tiago.
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Já é conhecida a capa da caderneta de cromos
Como já foi anteriormente divulgado, está em marcha o lançamento de uma caderneta de cromos de todas as equipas de futebol do SC Beira-Mar, numa iniciativa da Academia que irá agradar, estamos certos, a imensos coleccionadores.
As sessões fotográficas já foram realizadas, de acordo com o programa previsto e com a preciosa colaboração de todos os intervenientes, aos quais muito agradecemos. Sem pretender desvendar qualquer segredo, adiantamos, pelo pouco que sabemos, que as fotos corresponderam às expectativas e estão garantidos, à partida, bons "cromos" para coleccionar. O início da sua venda está previsto para inícios de Março, mas, para aguçar o apetite aos mais indefectíveis, damos hoje a conhecer aquela que irá ser a capa da caderneta onde, um a um, se juntarão todos os cromos que, seguramente, farão as delícias de todos, "miúdos" e "graúdos".
Mais detalhes sobre a colecção, nomeadamente data do início da sua venda, bem assim como os locais de aquisição, serão dados oportunamente. Até lá!
As sessões fotográficas já foram realizadas, de acordo com o programa previsto e com a preciosa colaboração de todos os intervenientes, aos quais muito agradecemos. Sem pretender desvendar qualquer segredo, adiantamos, pelo pouco que sabemos, que as fotos corresponderam às expectativas e estão garantidos, à partida, bons "cromos" para coleccionar. O início da sua venda está previsto para inícios de Março, mas, para aguçar o apetite aos mais indefectíveis, damos hoje a conhecer aquela que irá ser a capa da caderneta onde, um a um, se juntarão todos os cromos que, seguramente, farão as delícias de todos, "miúdos" e "graúdos".
Mais detalhes sobre a colecção, nomeadamente data do início da sua venda, bem assim como os locais de aquisição, serão dados oportunamente. Até lá!
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Agenda fim-de-semana: Infantis A em busca de nova vitória
Pela primeira vez esta época, a agenda do fim-de-semana é apenas composta por jogos dos campeonatos distritais, destacando-se, de entre estes, a recepção dos infantis A à Oliveirense, com os comandados de Ricardo Pinheiro, que ainda não perderam nesta temporada, a procurarem a 4ª vitória na 4ª jornada da 2ª fase da respectiva prova.
Numa jornada que tem a particularidade de as equipas auri-negras se encontrarem, por 3 vezes, com o RD Águeda (juniores, infantis B e benjamins A), são 11 os jogos que a compõem, como poderão conferir de seguida:
Análise prévia da jornada
JUNIORES B: Embalados por uma confortável e moralizante vitória na Pampilhosa, a equipa auri-negra regressa a casa, onde não foi feliz na 1ª jornada desta 2ª fase, preparada para rectificar esse desaire caseiro e dar continuidade à boa prestação da última jornada. O adversário é complicado, o RD Águeda só por muito pouco não foi apurado para a série dos primeiros e segue no comando da 2ª fase (série dos últimos) com duas vitórias. Em suma, estão reunidas todas as condições para se assistir a um bom jogo de futebol.
INICIADOS B: Deslocação de desfecho imprevisto, à Arrifana, da equipa de Edmundo Ferreira, que sofreu a primeira derrota na 2ª fase, na última jornada. O Arrifanense ainda não ganhou nesta fase, mas a verdade é que também já defrontou 2 dos adversários que se perfilam como fortes candidatos à promoção ao campeonato nacional - Gafanha e Fiães. De uma coisa temos a certeza - este será mais um bom jogo para que os auri-negros prossigam a sua fase de crescimento, individual e colectivo. Se a isto se somar um bom resultado, tanto melhor...
INFANTIS A: Líderes da série dos primeiros desde a 1ª jornada, a equipa de Ricardo Pinheiro faz o quarto jogo da 2ª fase novamente em casa, defrontando uma Oliveirense que foi sensação na jornada inaugural, ao derrotar o Feirense fora de portas, mas que desiludiu nas duas últimas jornadas (derrotas caseiras com Paços de Brandão e Anadia). Não havendo jogos fáceis nesta fase, os auri-negros apresentam-se como naturais candidatos à vitória, que a ser obtida, para além de poder garantir a manutenção da liderança, seria a repetição do único resultado que os beiramarenses conhecem na presente temporada.
A segunda equipa deste escalão desloca-se ao terreno do Mini Foot, para um jogo onde os aveirenses são claramente favoritos, se compararmos aquilo que estas 2 equipas já fizeram esta época. Embora estejam ambas com 2 vitórias ao cabo de 3 jornadas disputadas na 2ª fase, os auri-negros encontram-se 100 por cento vitoriosos, já que folgaram no passado fim-de-semana.
INFANTIS B: Mais uma deslocação muito difícil à nossa espera. Os infantis B defrontam o Recreio de Águeda no seu terreno, uma equipa que cedeu apenas 2 empates na 1ª fase, vencendo confortavelmente a série G e que, tal como os auri-negros, sobe ao relvado com 2 vitórias e 1 derrota nesta 2ª fase. Curiosamente, ambas as formações vêm de desaires na última jornada, pelo que irão, decerto, querer encontrar novamente o caminho dos êxitos que trilharam nos 2 primeiros jogos. Uma partida, seguramente, onde o vencedor não logrará uma vantagem muito desnivelada sobre o seu adversário.
BENJAMINS A: Jogos também muito equilibrados em perspectiva no escalão sub-11. Com efeito, quer Mourisquense, a quem recebemos no campo do Seminário, quer Águeda, que visitamos, são formações com argumentos fortes para nos complicarem a tarefa. A equipa da Mourisca arrancou-nos um empate num jogo da 1ª fase que se viria a revelar decisivo nas contas finais da qualificação. Já a equipa do Águeda falhou a qualificação para a série dos primeiros por muito pouco e apresenta-se, nesta 2ª fase, como líder da série G, com 2 vitórias nos 2 jogos já disputados. São, pois, dois grandes desafios para os nossos atletas, que devem encarar estas dificuldades como boas oportunidades para evoluir.
BENJAMINS B: Na série dos primeiros, Fermentelos e Beira-Mar vão reeditar um duelo que colocará, pela "enésima" vez, os atletas deste escalão num frente-a-frente de velhos conhecidos. Nos confrontos já disputados anteriormente, noutras épocas e em outros escalões, o balanço é favorável aos auri-negros, que, no entanto, também já sofreram desaires com os "leões" da Pateira e sabem quão difícil costuma ser este adversário. Acresce ainda que a equipa do Fermentelos está fortemente moralizada pelas 2 vitórias conseguidas nas 2 primeiras jornadas, pelo que, para além de tudo, o jogo colocará em confronto 2 equipas que ainda não perderam nesta 2ª fase. Quem será a primeira a ceder?
Na série dos últimos, e depois de ter iniciado a 2ª fase com um empate em Oliveira de Azeméis, a equipa do Beira-Mar faz o seu primeiro jogo na condição de visitado, recebendo o Eixense, que tem uma vitória e uma derrota nas jornadas anteriores. É um adversário bem conhecido da 1ª fase, a quem vencemos, na altura, por duas vezes. Favoritismo para os da casa, que terá de ser demonstrado no campo.
TRAQUINAS A: A equipa dos 6-3 (vitória com Salesiano de Arouca e derrota com o Feirense) recebe, no campo do Seminário, o Cucujães e não sabemos se a equipa de Daniel Esteves repetirá, pela terceira vez, este resultado frente ao seu adversário de sábado. Se o fizer, que seja com uma vitória, pois, para além de ter o factor-casa a seu favor, o opositor apresenta-se com duas derrotas nos 2 jogos já disputados.
TRAQUINAS B: Também no campo do Seminário, mas na manhã de domingo, os nossos sub-8, depois de duas deslocações consecutivas que resultaram em derrotas, recebem o Válega, para um jogo onde procurarão repetir a vitória alcançada na 1ª jornada frente à Ovarense. Uma coisa está segura - o divertimento inerente à prática de um jogo de futebol por atletas destas idades.
Numa jornada que tem a particularidade de as equipas auri-negras se encontrarem, por 3 vezes, com o RD Águeda (juniores, infantis B e benjamins A), são 11 os jogos que a compõem, como poderão conferir de seguida:
Análise prévia da jornada
JUNIORES B: Embalados por uma confortável e moralizante vitória na Pampilhosa, a equipa auri-negra regressa a casa, onde não foi feliz na 1ª jornada desta 2ª fase, preparada para rectificar esse desaire caseiro e dar continuidade à boa prestação da última jornada. O adversário é complicado, o RD Águeda só por muito pouco não foi apurado para a série dos primeiros e segue no comando da 2ª fase (série dos últimos) com duas vitórias. Em suma, estão reunidas todas as condições para se assistir a um bom jogo de futebol.
INICIADOS B: Deslocação de desfecho imprevisto, à Arrifana, da equipa de Edmundo Ferreira, que sofreu a primeira derrota na 2ª fase, na última jornada. O Arrifanense ainda não ganhou nesta fase, mas a verdade é que também já defrontou 2 dos adversários que se perfilam como fortes candidatos à promoção ao campeonato nacional - Gafanha e Fiães. De uma coisa temos a certeza - este será mais um bom jogo para que os auri-negros prossigam a sua fase de crescimento, individual e colectivo. Se a isto se somar um bom resultado, tanto melhor...
INFANTIS A: Líderes da série dos primeiros desde a 1ª jornada, a equipa de Ricardo Pinheiro faz o quarto jogo da 2ª fase novamente em casa, defrontando uma Oliveirense que foi sensação na jornada inaugural, ao derrotar o Feirense fora de portas, mas que desiludiu nas duas últimas jornadas (derrotas caseiras com Paços de Brandão e Anadia). Não havendo jogos fáceis nesta fase, os auri-negros apresentam-se como naturais candidatos à vitória, que a ser obtida, para além de poder garantir a manutenção da liderança, seria a repetição do único resultado que os beiramarenses conhecem na presente temporada.
A segunda equipa deste escalão desloca-se ao terreno do Mini Foot, para um jogo onde os aveirenses são claramente favoritos, se compararmos aquilo que estas 2 equipas já fizeram esta época. Embora estejam ambas com 2 vitórias ao cabo de 3 jornadas disputadas na 2ª fase, os auri-negros encontram-se 100 por cento vitoriosos, já que folgaram no passado fim-de-semana.
INFANTIS B: Mais uma deslocação muito difícil à nossa espera. Os infantis B defrontam o Recreio de Águeda no seu terreno, uma equipa que cedeu apenas 2 empates na 1ª fase, vencendo confortavelmente a série G e que, tal como os auri-negros, sobe ao relvado com 2 vitórias e 1 derrota nesta 2ª fase. Curiosamente, ambas as formações vêm de desaires na última jornada, pelo que irão, decerto, querer encontrar novamente o caminho dos êxitos que trilharam nos 2 primeiros jogos. Uma partida, seguramente, onde o vencedor não logrará uma vantagem muito desnivelada sobre o seu adversário.
BENJAMINS A: Jogos também muito equilibrados em perspectiva no escalão sub-11. Com efeito, quer Mourisquense, a quem recebemos no campo do Seminário, quer Águeda, que visitamos, são formações com argumentos fortes para nos complicarem a tarefa. A equipa da Mourisca arrancou-nos um empate num jogo da 1ª fase que se viria a revelar decisivo nas contas finais da qualificação. Já a equipa do Águeda falhou a qualificação para a série dos primeiros por muito pouco e apresenta-se, nesta 2ª fase, como líder da série G, com 2 vitórias nos 2 jogos já disputados. São, pois, dois grandes desafios para os nossos atletas, que devem encarar estas dificuldades como boas oportunidades para evoluir.
BENJAMINS B: Na série dos primeiros, Fermentelos e Beira-Mar vão reeditar um duelo que colocará, pela "enésima" vez, os atletas deste escalão num frente-a-frente de velhos conhecidos. Nos confrontos já disputados anteriormente, noutras épocas e em outros escalões, o balanço é favorável aos auri-negros, que, no entanto, também já sofreram desaires com os "leões" da Pateira e sabem quão difícil costuma ser este adversário. Acresce ainda que a equipa do Fermentelos está fortemente moralizada pelas 2 vitórias conseguidas nas 2 primeiras jornadas, pelo que, para além de tudo, o jogo colocará em confronto 2 equipas que ainda não perderam nesta 2ª fase. Quem será a primeira a ceder?
Na série dos últimos, e depois de ter iniciado a 2ª fase com um empate em Oliveira de Azeméis, a equipa do Beira-Mar faz o seu primeiro jogo na condição de visitado, recebendo o Eixense, que tem uma vitória e uma derrota nas jornadas anteriores. É um adversário bem conhecido da 1ª fase, a quem vencemos, na altura, por duas vezes. Favoritismo para os da casa, que terá de ser demonstrado no campo.
TRAQUINAS A: A equipa dos 6-3 (vitória com Salesiano de Arouca e derrota com o Feirense) recebe, no campo do Seminário, o Cucujães e não sabemos se a equipa de Daniel Esteves repetirá, pela terceira vez, este resultado frente ao seu adversário de sábado. Se o fizer, que seja com uma vitória, pois, para além de ter o factor-casa a seu favor, o opositor apresenta-se com duas derrotas nos 2 jogos já disputados.
TRAQUINAS B: Também no campo do Seminário, mas na manhã de domingo, os nossos sub-8, depois de duas deslocações consecutivas que resultaram em derrotas, recebem o Válega, para um jogo onde procurarão repetir a vitória alcançada na 1ª jornada frente à Ovarense. Uma coisa está segura - o divertimento inerente à prática de um jogo de futebol por atletas destas idades.
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
INICIADOS A: Calendário da 2ª fase conhecido na próxima 2ª feira
É já na próxima 2ª feira, dia 21 de Fevereiro, que a equipa de iniciados do SC Beira-Mar ficará a conhecer todos os seus adversários na 2ª fase do campeonato nacional, bem assim como o respectivo calendário.
Com efeito, a Federação Portuguesa de Futebol tem agendado para esse dia, pelas 16h00, no auditório Manuel Quaresma, o sorteio que determinará a matriz dos jogos a realizar nesta fase da prova.
O Beira-Mar, vencedor destacado e invicto da série C, sabe já, por força regulamentar desta competição, que o Varzim SC (2º classificado da série A) e o Vitória de Guimarães (3º classificado da série A), serão 2 dos seus opositores. O sorteio determinará apenas se será o FC Porto (1º classificado da série B) ou Leixões SC (2º classificado da série B) o quarto elemento a juntar-se ao grupo que os auri-negros integram.
A 2ª fase do campeonato nacional será disputada por 16 equipas, divididas em 4 séries, apurando-se para a 3ª fase, onde se conhecerá o campeão nacional, o 1º classificado de cada uma delas. O seu início está marcado para o dia 27 de Fevereiro, com a realização da 1ª jornada.
Com efeito, a Federação Portuguesa de Futebol tem agendado para esse dia, pelas 16h00, no auditório Manuel Quaresma, o sorteio que determinará a matriz dos jogos a realizar nesta fase da prova.
O Beira-Mar, vencedor destacado e invicto da série C, sabe já, por força regulamentar desta competição, que o Varzim SC (2º classificado da série A) e o Vitória de Guimarães (3º classificado da série A), serão 2 dos seus opositores. O sorteio determinará apenas se será o FC Porto (1º classificado da série B) ou Leixões SC (2º classificado da série B) o quarto elemento a juntar-se ao grupo que os auri-negros integram.
A 2ª fase do campeonato nacional será disputada por 16 equipas, divididas em 4 séries, apurando-se para a 3ª fase, onde se conhecerá o campeão nacional, o 1º classificado de cada uma delas. O seu início está marcado para o dia 27 de Fevereiro, com a realização da 1ª jornada.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Balanço da jornada: Infantis A e iniciados A continuam sem perder
Apesar do balanço final da jornada apresentar um número pouco habitual de derrotas (4), das quais 3 foram infligidas pelo Feirense, que foi uma espécie de "besta negra" das equipas do Beira-Mar, as 5 vitórias e 2 empates que completam o registo do último fim-de-semana, trouxeram-nos alguns motivos de satisfação. No campeonato nacional de iniciados, a formação orientada por Alberto Raínho terminou invicta a 1ª fase da prova, com 20 vitórias e 2 empates, sendo uma das duas equipas da Academia que, nesta época, ainda não sabe o que é perder em jogos oficiais. A outra é a equipa de infantis A, que, após uma 1ª fase só com vitórias, vai já na 3ª jornada da 2ª fase, repetindo triunfo atrás de triunfo.
O quadro que segue apresenta um resumo daquilo que foi o fim-de-semana desportivo das equipas da Academia de Futebol do SC Beira-Mar:
COMENTÁRIO
JUNIORES: Com o campeonato nacional parado até 12 de Março, apenas houve competição para a prova distrital da 1ª divisão, onde o Beira-Mar, que integra a série dos últimos, procura a manutenção no escalão principal da AF Aveiro. Depois de um resultado inesperado na 1ª jornada da 2ª fase (derrota, em casa, com a Oliveirense), a viagem até à Pampilhosa revestia-se de grande importância e uma vitória era aquilo que todos procuravam. O resultado (1-5 para os auri-negros) traduz bem a superioridade evidenciada neste jogo pelos aveirenses, que apresentaram, ainda assim, um misto de juniores e juvenis, e os 3 pontos amealhados são um forte estímulo para os próximos jogos.
INICIADOS: Beira-Mar, Braga, Porto, Académica e Benfica são as 5 equipas que, a nível nacional, terminaram a 1ª fase do campeonato sem derrotas. Esta proeza alcançada pelos sub-15 auri-negros foi possível graças à vitória no último jogo sobre o Académico de Viseu (2-1), tendo a equipa de Alberto Raínho juntado este objectivo à qualificação para a 2ª fase e ao 1º lugar na série C (11 pontos de avanço sobre o 2º) há muito conseguidos.
Já a equipa de Edmundo Ferreira, à 3ª jornada da 2ª fase do campeonato distrital, não conseguiu somar a terceira vitória consecutiva na série dos primeiros e foi surpreendida em casa pelo Feirense, que, ao bater os auri-negros por 0-2, alcançou, pelo contrário, a sua primeira vitória.
INFANTIS A: São líderes desde a 1ª jornada e, tendo somado a 3ª vitória em outros tantos jogos da 2ª fase do campeonato distrital, a equipa de Ricardo Pinheiro parece não querer largar o comando, apesar da forte concorrência nesta prova. No último sábado a vitória foi tangencial (2-1 sobre o Paços de Brandão), mas quem assistiu ao jogo no campo do Seminário viu mais um recital de bom futebol dado pelos aveirenses.
INFANTIS B: A equipa dos irmãos Teles perdeu em casa (0-3) com aquele que, possivelmente, será o campeão distrital desta categoria. O Beira-Mar deu excelente réplica, mas, há que reconhecer, o Feirense tem outros argumentos e mereceu a vitória, ainda que os auri-negros pudessem ter marcado em algumas ocasiões. Esta foi, aliás, a primeira derrota na 2ª fase dos beiramarenses, que estão a fazer uma excelente campanha.
BENJAMINS A: Enquanto que a equipa que participa na série F trouxe de Eixo uma vitória robusta (1-5), com o triunfo a ser alcançado apenas na segunda parte, tendo a equipa de João Paulo recuperado de uma desvantagem que se verificava ao intervalo, na série G, os aveirenses foram surpreendidos em casa pelo Oiã, que arrancou um empate, 1-1, num jogo que parecia controlado pelos auri-negros.
BENJAMINS B: Na série dos primeiros, excelente vitória (4-2) sobre a fortíssima equipa do Lamas, como que a mostrar que o empate na Gafanha, cedido na 1ª jornada da 2ª fase, foi um mero acidente de percurso.
Na série dos últimos, a equipa "B" deu início à 2ª fase com uma deslocação ao terreno da Oliveirense, tendo trazido um empate, 1-1, num jogo em que os auri-negros estiveram em vantagem.
TRAQUINAS A: Não foi muito feliz a equipa de Daniel Esteves na deslocação à Feira, ainda que uma derrota no terreno do Feirense nunca seja motivo para alarme. A verdade é que o nosso adversário vinha de um pesado desaire na 1ª jornada e a nossa equipa até estava, ao intervalo, em vantagem no marcador. Mas uma segunda parte menos conseguida resultou numa derrota, por 6-3, que, no entanto, não deve ser motivo para desânimo.
TRAQUINAS B: Os nossos pequenos sub-8 continuam o seu processo de aprendizagem e evolução neste maravilhoso jogo e tiveram mais uma deslocação, a segunda consecutiva. A viagem não foi longa, mas o adversário, esse sim, era difícil. Ganhou o GD Gafanha, por 3-0, e, agora, há que preparar, nos treinos, durante a semana, o jogo da próxima jornada.
O quadro que segue apresenta um resumo daquilo que foi o fim-de-semana desportivo das equipas da Academia de Futebol do SC Beira-Mar:
COMENTÁRIO
JUNIORES: Com o campeonato nacional parado até 12 de Março, apenas houve competição para a prova distrital da 1ª divisão, onde o Beira-Mar, que integra a série dos últimos, procura a manutenção no escalão principal da AF Aveiro. Depois de um resultado inesperado na 1ª jornada da 2ª fase (derrota, em casa, com a Oliveirense), a viagem até à Pampilhosa revestia-se de grande importância e uma vitória era aquilo que todos procuravam. O resultado (1-5 para os auri-negros) traduz bem a superioridade evidenciada neste jogo pelos aveirenses, que apresentaram, ainda assim, um misto de juniores e juvenis, e os 3 pontos amealhados são um forte estímulo para os próximos jogos.
INICIADOS: Beira-Mar, Braga, Porto, Académica e Benfica são as 5 equipas que, a nível nacional, terminaram a 1ª fase do campeonato sem derrotas. Esta proeza alcançada pelos sub-15 auri-negros foi possível graças à vitória no último jogo sobre o Académico de Viseu (2-1), tendo a equipa de Alberto Raínho juntado este objectivo à qualificação para a 2ª fase e ao 1º lugar na série C (11 pontos de avanço sobre o 2º) há muito conseguidos.
Já a equipa de Edmundo Ferreira, à 3ª jornada da 2ª fase do campeonato distrital, não conseguiu somar a terceira vitória consecutiva na série dos primeiros e foi surpreendida em casa pelo Feirense, que, ao bater os auri-negros por 0-2, alcançou, pelo contrário, a sua primeira vitória.
INFANTIS A: São líderes desde a 1ª jornada e, tendo somado a 3ª vitória em outros tantos jogos da 2ª fase do campeonato distrital, a equipa de Ricardo Pinheiro parece não querer largar o comando, apesar da forte concorrência nesta prova. No último sábado a vitória foi tangencial (2-1 sobre o Paços de Brandão), mas quem assistiu ao jogo no campo do Seminário viu mais um recital de bom futebol dado pelos aveirenses.
INFANTIS B: A equipa dos irmãos Teles perdeu em casa (0-3) com aquele que, possivelmente, será o campeão distrital desta categoria. O Beira-Mar deu excelente réplica, mas, há que reconhecer, o Feirense tem outros argumentos e mereceu a vitória, ainda que os auri-negros pudessem ter marcado em algumas ocasiões. Esta foi, aliás, a primeira derrota na 2ª fase dos beiramarenses, que estão a fazer uma excelente campanha.
BENJAMINS A: Enquanto que a equipa que participa na série F trouxe de Eixo uma vitória robusta (1-5), com o triunfo a ser alcançado apenas na segunda parte, tendo a equipa de João Paulo recuperado de uma desvantagem que se verificava ao intervalo, na série G, os aveirenses foram surpreendidos em casa pelo Oiã, que arrancou um empate, 1-1, num jogo que parecia controlado pelos auri-negros.
BENJAMINS B: Na série dos primeiros, excelente vitória (4-2) sobre a fortíssima equipa do Lamas, como que a mostrar que o empate na Gafanha, cedido na 1ª jornada da 2ª fase, foi um mero acidente de percurso.
Na série dos últimos, a equipa "B" deu início à 2ª fase com uma deslocação ao terreno da Oliveirense, tendo trazido um empate, 1-1, num jogo em que os auri-negros estiveram em vantagem.
TRAQUINAS A: Não foi muito feliz a equipa de Daniel Esteves na deslocação à Feira, ainda que uma derrota no terreno do Feirense nunca seja motivo para alarme. A verdade é que o nosso adversário vinha de um pesado desaire na 1ª jornada e a nossa equipa até estava, ao intervalo, em vantagem no marcador. Mas uma segunda parte menos conseguida resultou numa derrota, por 6-3, que, no entanto, não deve ser motivo para desânimo.
TRAQUINAS B: Os nossos pequenos sub-8 continuam o seu processo de aprendizagem e evolução neste maravilhoso jogo e tiveram mais uma deslocação, a segunda consecutiva. A viagem não foi longa, mas o adversário, esse sim, era difícil. Ganhou o GD Gafanha, por 3-0, e, agora, há que preparar, nos treinos, durante a semana, o jogo da próxima jornada.
domingo, 13 de fevereiro de 2011
BENJAMINS A "B": Empate penalizador
SC Beira-Mar "B", 1 - ADCR Oiã, 1
(0-0, ao intervalo)
O jogo da tarde, no Seminário, não sendo muito bem jogado, foi de uma entrega total dos nossos jogadores, que, com muito esforço, conseguiram chegar à vantagem no marcador. Quando se pensava que iríamos conseguir uma boa vitória, um dos poucos erros defensivos que cometemos permitiu ao adversário chegar à igualdade, que é um castigo demasiado severo para tanto esforço dos nossos atletas. Parabéns a todos pelo empenho.
Jogaram: Francisco; Diogo Silva; Mário; Guilherme; Rui (cap); Figueira; Diogo Mateus e Miguel.
Marcou: Guilherme
(0-0, ao intervalo)
O jogo da tarde, no Seminário, não sendo muito bem jogado, foi de uma entrega total dos nossos jogadores, que, com muito esforço, conseguiram chegar à vantagem no marcador. Quando se pensava que iríamos conseguir uma boa vitória, um dos poucos erros defensivos que cometemos permitiu ao adversário chegar à igualdade, que é um castigo demasiado severo para tanto esforço dos nossos atletas. Parabéns a todos pelo empenho.
Jogaram: Francisco; Diogo Silva; Mário; Guilherme; Rui (cap); Figueira; Diogo Mateus e Miguel.
Marcou: Guilherme
BENJAMINS A "A": Só jogámos meia parte...
GD Eixense, 1 - SC Beira-Mar "A", 5
(1-0, ao intervalo)
Efectivamente, este jogo, realizado num campo muito difícil e de dimensões muito reduzidas, teve duas partes completamente distintas. Na primeira parte, a nossa equipa foi extremamente passiva e limitou-se a ver o adversário jogar. O Eixense, com mérito e com uma melhor adaptação ao campo, justificou a vantagem de 1-0 ao intervalo. No segundo tempo, fruto de uma maior concentração e pressão sobre o adversário, tomámos conta do jogo, criando sussessivas oportunidades de golo e não mais permitindo ao adversário jogar, nem criar situações complicadas para a nossa defesa.
Foi uma vitória justa, conseguida com muito empenho e entrega ao jogo. Em situações futuras não poderemos "dar" meia parte de avanço ao adversário, com risco de ser impossível inverter o resultado.
Jogaram: Álvaro; Rafa; Samuel (cap); Vieira; Gustavo; Tiago Brandão; Afonso; Melo e Alain.
Marcaram: Tiago Brandão; Samuel; Afonso; Gustavo; Alain.
(1-0, ao intervalo)
Efectivamente, este jogo, realizado num campo muito difícil e de dimensões muito reduzidas, teve duas partes completamente distintas. Na primeira parte, a nossa equipa foi extremamente passiva e limitou-se a ver o adversário jogar. O Eixense, com mérito e com uma melhor adaptação ao campo, justificou a vantagem de 1-0 ao intervalo. No segundo tempo, fruto de uma maior concentração e pressão sobre o adversário, tomámos conta do jogo, criando sussessivas oportunidades de golo e não mais permitindo ao adversário jogar, nem criar situações complicadas para a nossa defesa.
Foi uma vitória justa, conseguida com muito empenho e entrega ao jogo. Em situações futuras não poderemos "dar" meia parte de avanço ao adversário, com risco de ser impossível inverter o resultado.
Jogaram: Álvaro; Rafa; Samuel (cap); Vieira; Gustavo; Tiago Brandão; Afonso; Melo e Alain.
Marcaram: Tiago Brandão; Samuel; Afonso; Gustavo; Alain.
TRAQUINAS A: Quebra de rendimento na segunda parte
CD Feirense, 6 - SC Beira-Mar, 3
(1-2, ao intervalo)
O Feirense impôs a segunda derrota (primeira da segunda fase) ao SC Beira-Mar, vencendo com justiça por 6-3, sobretudo porque foi superior na etapa complementar.
A equipa de Daniel Esteves ainda foi para o intervalo a vencer por 1-2 (e só não foi para o descanso a vencer por 1-3 porque Diogo, isolado, não conseguiu desfeitear o guarda-redes contrário no ultimo lance da primeira parte), mas no segundo tempo tudo foi diferente.
O SC Beira-Mar quebrou fisicamente, enquanto que o Feirense, subindo de rendimento, tornou-se mais forte, soube tirar partido de alguns erros infantis da defesa auri-negra, acabando por vencer com mérito.
Pedro Marques, no último lance da partida, ainda marcaria para o SC Beira-Mar, mas a derrota há muito que estava sentenciada.
(1-2, ao intervalo)
O Feirense impôs a segunda derrota (primeira da segunda fase) ao SC Beira-Mar, vencendo com justiça por 6-3, sobretudo porque foi superior na etapa complementar.
A equipa de Daniel Esteves ainda foi para o intervalo a vencer por 1-2 (e só não foi para o descanso a vencer por 1-3 porque Diogo, isolado, não conseguiu desfeitear o guarda-redes contrário no ultimo lance da primeira parte), mas no segundo tempo tudo foi diferente.
O SC Beira-Mar quebrou fisicamente, enquanto que o Feirense, subindo de rendimento, tornou-se mais forte, soube tirar partido de alguns erros infantis da defesa auri-negra, acabando por vencer com mérito.
Pedro Marques, no último lance da partida, ainda marcaria para o SC Beira-Mar, mas a derrota há muito que estava sentenciada.
Aires e Martim haviam marcado os outros golos dos aveirenses, no decorrer da primeira parte.
BENJAMINS B "A": Vitória justa num bom jogo de futebol
SC Beira-Mar "A", 4 - CF União Lamas, 2
Antevia-se um jogo difícil, quer pela qualidade do adversário, quer pelo início menos feliz da nossa equipa nesta fase. O jogo iniciou-se e, desde logo, o Lamas mostrou a sua boa organização, evidenciando bons princípios de jogo. É uma equipa que tenta jogar sempre com a bola controlada e tem bons executantes, defende muito bem e joga sempre correctamente, o que aliás já demonstrara na época anterior.
Foi, portanto, um incio de jogo equilibrado, havendo, no entanto, algum ascendente do Beira –Mar, que se destacava, sobretudo, pelo maior poder físico. O Lamas tinha muita dificuldade em ultrapassar o nosso meio campo e nós, lentamente, íamos aparecendo com perigo na baliza adversária.
O nosso primeiro golo surgiu de um livre muito bem marcado, não dando qualquer hipótese de defesa ao guarda redes adversário. Este golo chegou cedo e tranquilizou a nossa equipa. O adversário ressentiu-se um pouco e o Beira -Mar aproveitou para carregar mais e chegar ao segundo golo. Tivémos, ainda nesta fase, duas boas oportunidades para ampliar a vantagem, mas não conseguimos. O Lamas foi reagindo e aproximou-se mais da nossa baliza, no entanto, sem muito perigo. Foi numa saída nossa para o ataque, com uma perda de bola numa zona proibida, que o Lamas aproveitou para fazer o seu golo e reduzir a desvantagem. Ainda tivemos mais um lance em que a bola entrou, mas o árbitro anulou, por pretensa falta do nosso jogador sobre o guarda redes e, assim, o resultado não se alterou mais até ao intervalo (2-1).
Para a 2ª metade inciaram o jogo os seguintes atletas:
João Luis (gr), Tiago Almeida, Renato, Pedro Reis, Berna, Samuel e João Baptista (cap).
Ainda jogaram o Alex, o Simão, o Filipe André, o Couceiro e o Tiago Neves.
(2-1, ao intervalo)
Após o empate cedido há oito dias na Gafanha, o Beira- Mar respondeu da melhor maneira e alcançou uma vitória na recepção ao Lamas, uma das melhores equipas que se encontra a disputar esta fase final do campeonato distrital de Benjamins B.O Paulo Martins escolheu para iniciar este jogo os seguintes jogadores:
João Luis (gr), Renato, Pedro Reis, Simão, Alex, João Baptista (cap) e Samuel.
Na 1ª parte também jogaram o Tiago Almeida, o Berna, o Tiago Neves e o Couceiro.Antevia-se um jogo difícil, quer pela qualidade do adversário, quer pelo início menos feliz da nossa equipa nesta fase. O jogo iniciou-se e, desde logo, o Lamas mostrou a sua boa organização, evidenciando bons princípios de jogo. É uma equipa que tenta jogar sempre com a bola controlada e tem bons executantes, defende muito bem e joga sempre correctamente, o que aliás já demonstrara na época anterior.
Foi, portanto, um incio de jogo equilibrado, havendo, no entanto, algum ascendente do Beira –Mar, que se destacava, sobretudo, pelo maior poder físico. O Lamas tinha muita dificuldade em ultrapassar o nosso meio campo e nós, lentamente, íamos aparecendo com perigo na baliza adversária.
O nosso primeiro golo surgiu de um livre muito bem marcado, não dando qualquer hipótese de defesa ao guarda redes adversário. Este golo chegou cedo e tranquilizou a nossa equipa. O adversário ressentiu-se um pouco e o Beira -Mar aproveitou para carregar mais e chegar ao segundo golo. Tivémos, ainda nesta fase, duas boas oportunidades para ampliar a vantagem, mas não conseguimos. O Lamas foi reagindo e aproximou-se mais da nossa baliza, no entanto, sem muito perigo. Foi numa saída nossa para o ataque, com uma perda de bola numa zona proibida, que o Lamas aproveitou para fazer o seu golo e reduzir a desvantagem. Ainda tivemos mais um lance em que a bola entrou, mas o árbitro anulou, por pretensa falta do nosso jogador sobre o guarda redes e, assim, o resultado não se alterou mais até ao intervalo (2-1).
Para a 2ª metade inciaram o jogo os seguintes atletas:
João Luis (gr), Tiago Almeida, Renato, Pedro Reis, Berna, Samuel e João Baptista (cap).
Ainda jogaram o Alex, o Simão, o Filipe André, o Couceiro e o Tiago Neves.
A segunda parte trouxe novamente um jogo equilibrado, muito jogado a meio campo e com as duas equipas a procurarem sair para o ataque com a bola controlada e a tentarem não cometer qualquer erro, que poderiar custar caro. Ambas as formações mostraram porque chegaram a esta fase e que qualquer delas tem argumentos para disputar todos os jogos, sempre com os olhos na vitória.
O Beira- Mar foi mais eficaz e, uma vez mais, numa bola parada (canto), fez o 3-1, parecendo estar resolvido o jogo. Isso não aconteceu, o Lamas nunca baixou os braços e conseguiu, numa jogada de insistência, reduzir novamente para a diferença mínima e relançar o jogo. Contudo, a equipa da casa nunca se deixou desorientar e procurou novamente o golo da tranquilidade, que acabou por conseguir.
Foi, em suma, um jogo muito bem disputado entre duas boas equipas, que estão de parabéns .
Os marcadores dos golos foram: Pedro Reis (2), João Baptista (1) e Samuel (1).
BENJAMINS B "B": Um empate no arranque da 2ª fase
UD Oliveirense, 1 - SC Beira-Mar "B", 1
(0-1, ao intervalo)
A equipa de Benjamins B do Beira-Mar estreou-se com um empate na série dos últimos do campeonato distrital da Associação de Futebol de Aveiro. Na deslocação a Oliveira de Azeméis, os jovens jogadores auri-negros realizaram uma exibição agradável, mas não foram além da igualdade a um golo. O Beira-Mar entrou a dominar as operações e, sem surpresa, adiantou-se no marcador, num remate bem colocado de Pipe. A partida parecia controlada, mas, num rápido contra-ataque, a equipa de Oliveira de Azeméis chegou à igualdade. A segunda parte foi mais equilibrada, com a bola a passar muito tempo na zona do meio-campo.
Ainda assim, couberam ao Beira-Mar as melhores oportunidades para desbloquear o empate. Faltou, sobretudo, eficácia na hora da finalização para chegar á vitória.
O Beira-Mar alinhou de início com:
Lourenço (gr), Gonças, Pipe, Rui Tiago, Luís Nunes, Kiko e Bruno Santos(cap).
Jogaram ainda: Gonçalo Nascimento, Tiago Pinheiro e Manuel.
Na segunda parte, o Beira-Mar entrou com:
Lourenço (gr), Gonças, Rui Tiago, Luís Nunes, Gonçalo Nascimento, Kiko e Bruno Santos (cap).
Jogaram também: Pipe, Tiago Pinheiro, Rafa (gr) e Manuel.
Marcador: Pipe
(0-1, ao intervalo)
A equipa de Benjamins B do Beira-Mar estreou-se com um empate na série dos últimos do campeonato distrital da Associação de Futebol de Aveiro. Na deslocação a Oliveira de Azeméis, os jovens jogadores auri-negros realizaram uma exibição agradável, mas não foram além da igualdade a um golo. O Beira-Mar entrou a dominar as operações e, sem surpresa, adiantou-se no marcador, num remate bem colocado de Pipe. A partida parecia controlada, mas, num rápido contra-ataque, a equipa de Oliveira de Azeméis chegou à igualdade. A segunda parte foi mais equilibrada, com a bola a passar muito tempo na zona do meio-campo.
Ainda assim, couberam ao Beira-Mar as melhores oportunidades para desbloquear o empate. Faltou, sobretudo, eficácia na hora da finalização para chegar á vitória.
O Beira-Mar alinhou de início com:
Lourenço (gr), Gonças, Pipe, Rui Tiago, Luís Nunes, Kiko e Bruno Santos(cap).
Jogaram ainda: Gonçalo Nascimento, Tiago Pinheiro e Manuel.
Na segunda parte, o Beira-Mar entrou com:
Lourenço (gr), Gonças, Rui Tiago, Luís Nunes, Gonçalo Nascimento, Kiko e Bruno Santos (cap).
Jogaram também: Pipe, Tiago Pinheiro, Rafa (gr) e Manuel.
Marcador: Pipe
INICIADOS A: Sem derrotas!
SC Beira-Mar, 2 - Académico Viseu FC, 1
(1-0, ao intervalo)
Terminou hoje a 1ª fase do campeonato nacional de iniciados e a equipa do Beira-Mar, com a qualificação para a 2ª fase e o primeiro lugar na série C há muito garantidos, partia para a última jornada com um único objectivo - assegurar a invencibilidade na prova. Com apenas 2 empates cedidos nos 21 jogos anteriores, a equipa de Alberto Raínho tinha no Académico de Viseu o último obstáculo a transpor e acabou por o fazer, com as dificuldades que o 2-1 final deixa transparecer. 20 vitórias e 2 empates são, pois, o balanço final de uma brilhante prova realizada pelos sub-15 auri-negros, que fizeram da forte coesão do grupo a sua principal arma.
Num jogo condicionado pelas difíceis condições apresentadas pelo relvado do estádio Mário Duarte, a vitória do Beira-Mar não sofre contestação alguma, sobretudo pelo ascendente exercido na segunda parte, período em que justificou amplamente a vitória, que só surgiu no penúltimo minuto do tempo regulamentar, depois de uns primeiros 35 minutos onde houve maior réplica da formação academista.
Sob uma arbitragem regular do Sr. Paulo Pinheiro, da AF Coimbra, a equipa do SC Beira-Mar apresentou-se com:
Canha (gr); Yusuf (Sousa, int), Ricardo Pinto, Fábio (cap) e Filipe Melo; Nuno Abreu, Lucas (Tiago Marques, 51') e Tiago Ramalho; Aurélio (Ricardo Esteves, 70'), João Miguel (Steven, int) e Bruno Ribeiro.
Suplentes não utilizados: Pedro Rafael (gr), Rui e Sérgio.
Apesar de logo no primeiro minuto, numa transição rápida da equipa do Beira-Mar, Bruno Ribeiro, servido na esquerda, ter estado muito perto de inaugurar o marcador, proporcionando ao guardião viseense uma grande defesa para canto, cedo se verificou que o jogo iria ser marcado pelas difíceis condições do terreno, muito alagado pela água da intensa chuva que caiu antes e durante o jogo.
O Académico de Viseu até dava mostras de entender melhor a forma de jogar necessária para contornar essas dificuldades e, aos 10', num lançamento longo, o seu jogador nº 9 quase aproveita uma hesitação no último reduto da casa, que Canha acabou por resolver. A tarefa do Beira-Mar, no primeiro quarto de hora do jogo, foi, para além do já referido estado do relvado, muito dificultada pela atitude "guerreira" dos atletas academistas, que nunca viraram a cara à luta e disputavam cada lance como se fosse o último.
No entanto, pouco a pouco o Beira-Mar começou a tomar conta das operações e, sem poder jogar um futebol de qualidade, que o terreno não permitia, empurrou o adversário para o seu meio campo, onde se passou a jogar na maior parte do tempo. Era através de remates de longe que os auri-negros tentavam chegar ao golo, tendo Bruno Ribeiro (diagonal da esquerda para o meio e remate forte por cima do travessão), aos 12' e Lucas (pontapé de ressaca, à entrada da área, após marcação de um canto), aos 19', tentado a sua sorte.
Este maior assédio aveirense proporciona, aos 22', uma situação de muito perigo junto da baliza academista. No seguimento de uma boa jogada de ataque do Beira-Mar, Aurélio ganha ao seu adversário pelo corredor esquerdo e cruza, rasteiro e atrasado para João Miguel, que não consegue finalizar por muito pouco.
Caminhava já a partida para o descanso, quando, aos 31', o Beira-Mar chegou à vantagem. Aurélio está novamente na jogada, mas, desta vez, o seu cruzamento pelo ar sofre um ligeiro desvio, traindo a saída do guardião academista, que desvia para a frente, onde estava Bruno Ribeiro, que, de cabeça, atira para a baliza deserta e faz regressar as equipas às cabinas com 1-0 favorável à sua equipa.
Se durante a primeira parte ainda se tinha visto uma boa réplica do Académico de Viseu, no período complementar só deu Beira-Mar, que justificou bem a vantagem final. Mas, paradoxalmente, as coisas não estiveram nada fáceis para os auri-negros, que viram o seu adversário empatar logo no início da segunda parte. Com efeito, e depois de Steven, lançado ao intervalo, ter ameaçado logo no primeiro minuto, numa jogada saída do nada, Marcelo, o nº 16 academista, também ele uma aposta do seu técnico para a etapa complementar, fabrica sozinho o 1-1, lance que poderia figurar em qualquer compêndio de grandes golos. O pequeno atleta viseense, aos 37', pegou na bola do lado direito, correu para o meio e, do meio da rua (25, 30 metros) desfere um colocado remate de pé esquerdo, que surpreende o adiantado Canha, que nada pode fazer para evitar a igualdade. Grande golo, em qualquer parte do mundo!
Feridos no seu orgulho, os comandantes destacados da série C, lançaram-se para uma segunda parte em que, efectivamente, o seu domínio foi avassalador. Só deu Beira-Mar, mas as dificuldades para finalizar começaram logo a dar mostras, aos 39', com Fábio, ao segundo poste, após canto na direita, a não conseguir fazer aquilo que esta época já resultou em golo muitas vezes, cabeceando, desta feita, ao lado. Aurélio, aos 47', também após a marcação de um canto, ganha um ressalto em posição frontal, mas o seu remate é providencialmente desviado para canto. No minuto seguinte, o mesmo jogador volta a estar muito perto do golo, após passe atrasado de Ramalho, do lado direito.
Era um sufoco e, aos 51', por Bruno Ribeiro e 52', por Aurélio, o Beira-Mar dispõe de mais duas oportunidades para se colocar de novo em vantagem. No primeiro lance o remate sai sem direcção e, no segundo, o nosso goleador, primorosamente servido por Tiago Ramalho, apesar de ter ficado na cara do guardião contrário, atira ligeiramente ao lado, perdendo uma das mais soberanas ocasiões para marcar. A maior de todas, porém, surgiria aos 59', após uma belíssima jogada de ataque dos auri-negros, com Tiago Marques a servir Aurélio do lado direito, que cruzou largo para a área, surgindo Steven, sozinho, do lado contrário, a dominar e a ter tempo, na cara do guardião viseense, para preparar o remate, que saiu às malhas laterais.
O Beira-Mar já justificava há muito a vantagem, mas o tempo começava a escassear e os nervos poderiam falar mais alto. A verdade é que a sorte não queria nada com os da casa e faltava sempre alguma coisa para o golo. Aos 65', ele não aconteceu porque faltou um palmo de altura a Tiago Marques, que não chegou de cabeça a uma bola cruzada da direita por Aurélio, após uma boa jogada deste. Na ressaca do lance, foi Filipe Melo que viu o seu disparo forte levar a direcção das malhas laterais. Fábio, aos 66', voltou a mostrar não estar nos seus melhores dias em termos de finalização e volta a cabecear para fora, novamente no seguimento de um canto da direita, apontado ao segundo poste por Bruno Ribeiro.
Mas lá diz o ditado que "água mole em pedra dura, tanto dá até que fura" e, a um minuto do final do tempo regulamentar, Tiago Marques, com uma execução extraordinária, dá a merecida vitória à sua equipa. A jogada é de insistência de Sousa, que leva a bola desde trás até à entrada da área academista, tocando em Ramalho, que, por sua vez, serviu Tiago. Este mostrou instinto de matador e, num remate à meia-volta, surpreende o guarda-redes academista, apanhado em contra-pé. Outro grande golo, de uma aposta que se revelou decisiva do técnico aveirense nesta segunda parte
Não houve tempo para mais e o jogo terminaria em festa, numa perfeita sintonia entre jogadores, técnicos e massa adepta, com uma vitória inteiramente justa da equipa do Beira-Mar, que comete a proeza de terminar esta 1ª fase sem conhecer a derrota. Parabéns a todos!
(1-0, ao intervalo)
Terminou hoje a 1ª fase do campeonato nacional de iniciados e a equipa do Beira-Mar, com a qualificação para a 2ª fase e o primeiro lugar na série C há muito garantidos, partia para a última jornada com um único objectivo - assegurar a invencibilidade na prova. Com apenas 2 empates cedidos nos 21 jogos anteriores, a equipa de Alberto Raínho tinha no Académico de Viseu o último obstáculo a transpor e acabou por o fazer, com as dificuldades que o 2-1 final deixa transparecer. 20 vitórias e 2 empates são, pois, o balanço final de uma brilhante prova realizada pelos sub-15 auri-negros, que fizeram da forte coesão do grupo a sua principal arma.
Num jogo condicionado pelas difíceis condições apresentadas pelo relvado do estádio Mário Duarte, a vitória do Beira-Mar não sofre contestação alguma, sobretudo pelo ascendente exercido na segunda parte, período em que justificou amplamente a vitória, que só surgiu no penúltimo minuto do tempo regulamentar, depois de uns primeiros 35 minutos onde houve maior réplica da formação academista.
Sob uma arbitragem regular do Sr. Paulo Pinheiro, da AF Coimbra, a equipa do SC Beira-Mar apresentou-se com:
Canha (gr); Yusuf (Sousa, int), Ricardo Pinto, Fábio (cap) e Filipe Melo; Nuno Abreu, Lucas (Tiago Marques, 51') e Tiago Ramalho; Aurélio (Ricardo Esteves, 70'), João Miguel (Steven, int) e Bruno Ribeiro.
Suplentes não utilizados: Pedro Rafael (gr), Rui e Sérgio.
Apesar de logo no primeiro minuto, numa transição rápida da equipa do Beira-Mar, Bruno Ribeiro, servido na esquerda, ter estado muito perto de inaugurar o marcador, proporcionando ao guardião viseense uma grande defesa para canto, cedo se verificou que o jogo iria ser marcado pelas difíceis condições do terreno, muito alagado pela água da intensa chuva que caiu antes e durante o jogo.
O Académico de Viseu até dava mostras de entender melhor a forma de jogar necessária para contornar essas dificuldades e, aos 10', num lançamento longo, o seu jogador nº 9 quase aproveita uma hesitação no último reduto da casa, que Canha acabou por resolver. A tarefa do Beira-Mar, no primeiro quarto de hora do jogo, foi, para além do já referido estado do relvado, muito dificultada pela atitude "guerreira" dos atletas academistas, que nunca viraram a cara à luta e disputavam cada lance como se fosse o último.
No entanto, pouco a pouco o Beira-Mar começou a tomar conta das operações e, sem poder jogar um futebol de qualidade, que o terreno não permitia, empurrou o adversário para o seu meio campo, onde se passou a jogar na maior parte do tempo. Era através de remates de longe que os auri-negros tentavam chegar ao golo, tendo Bruno Ribeiro (diagonal da esquerda para o meio e remate forte por cima do travessão), aos 12' e Lucas (pontapé de ressaca, à entrada da área, após marcação de um canto), aos 19', tentado a sua sorte.
Este maior assédio aveirense proporciona, aos 22', uma situação de muito perigo junto da baliza academista. No seguimento de uma boa jogada de ataque do Beira-Mar, Aurélio ganha ao seu adversário pelo corredor esquerdo e cruza, rasteiro e atrasado para João Miguel, que não consegue finalizar por muito pouco.
Caminhava já a partida para o descanso, quando, aos 31', o Beira-Mar chegou à vantagem. Aurélio está novamente na jogada, mas, desta vez, o seu cruzamento pelo ar sofre um ligeiro desvio, traindo a saída do guardião academista, que desvia para a frente, onde estava Bruno Ribeiro, que, de cabeça, atira para a baliza deserta e faz regressar as equipas às cabinas com 1-0 favorável à sua equipa.
Se durante a primeira parte ainda se tinha visto uma boa réplica do Académico de Viseu, no período complementar só deu Beira-Mar, que justificou bem a vantagem final. Mas, paradoxalmente, as coisas não estiveram nada fáceis para os auri-negros, que viram o seu adversário empatar logo no início da segunda parte. Com efeito, e depois de Steven, lançado ao intervalo, ter ameaçado logo no primeiro minuto, numa jogada saída do nada, Marcelo, o nº 16 academista, também ele uma aposta do seu técnico para a etapa complementar, fabrica sozinho o 1-1, lance que poderia figurar em qualquer compêndio de grandes golos. O pequeno atleta viseense, aos 37', pegou na bola do lado direito, correu para o meio e, do meio da rua (25, 30 metros) desfere um colocado remate de pé esquerdo, que surpreende o adiantado Canha, que nada pode fazer para evitar a igualdade. Grande golo, em qualquer parte do mundo!
Feridos no seu orgulho, os comandantes destacados da série C, lançaram-se para uma segunda parte em que, efectivamente, o seu domínio foi avassalador. Só deu Beira-Mar, mas as dificuldades para finalizar começaram logo a dar mostras, aos 39', com Fábio, ao segundo poste, após canto na direita, a não conseguir fazer aquilo que esta época já resultou em golo muitas vezes, cabeceando, desta feita, ao lado. Aurélio, aos 47', também após a marcação de um canto, ganha um ressalto em posição frontal, mas o seu remate é providencialmente desviado para canto. No minuto seguinte, o mesmo jogador volta a estar muito perto do golo, após passe atrasado de Ramalho, do lado direito.
Era um sufoco e, aos 51', por Bruno Ribeiro e 52', por Aurélio, o Beira-Mar dispõe de mais duas oportunidades para se colocar de novo em vantagem. No primeiro lance o remate sai sem direcção e, no segundo, o nosso goleador, primorosamente servido por Tiago Ramalho, apesar de ter ficado na cara do guardião contrário, atira ligeiramente ao lado, perdendo uma das mais soberanas ocasiões para marcar. A maior de todas, porém, surgiria aos 59', após uma belíssima jogada de ataque dos auri-negros, com Tiago Marques a servir Aurélio do lado direito, que cruzou largo para a área, surgindo Steven, sozinho, do lado contrário, a dominar e a ter tempo, na cara do guardião viseense, para preparar o remate, que saiu às malhas laterais.
O Beira-Mar já justificava há muito a vantagem, mas o tempo começava a escassear e os nervos poderiam falar mais alto. A verdade é que a sorte não queria nada com os da casa e faltava sempre alguma coisa para o golo. Aos 65', ele não aconteceu porque faltou um palmo de altura a Tiago Marques, que não chegou de cabeça a uma bola cruzada da direita por Aurélio, após uma boa jogada deste. Na ressaca do lance, foi Filipe Melo que viu o seu disparo forte levar a direcção das malhas laterais. Fábio, aos 66', voltou a mostrar não estar nos seus melhores dias em termos de finalização e volta a cabecear para fora, novamente no seguimento de um canto da direita, apontado ao segundo poste por Bruno Ribeiro.
Mas lá diz o ditado que "água mole em pedra dura, tanto dá até que fura" e, a um minuto do final do tempo regulamentar, Tiago Marques, com uma execução extraordinária, dá a merecida vitória à sua equipa. A jogada é de insistência de Sousa, que leva a bola desde trás até à entrada da área academista, tocando em Ramalho, que, por sua vez, serviu Tiago. Este mostrou instinto de matador e, num remate à meia-volta, surpreende o guarda-redes academista, apanhado em contra-pé. Outro grande golo, de uma aposta que se revelou decisiva do técnico aveirense nesta segunda parte
Não houve tempo para mais e o jogo terminaria em festa, numa perfeita sintonia entre jogadores, técnicos e massa adepta, com uma vitória inteiramente justa da equipa do Beira-Mar, que comete a proeza de terminar esta 1ª fase sem conhecer a derrota. Parabéns a todos!
sábado, 12 de fevereiro de 2011
INFANTIS A "A": Resultado enganador
SC Beira-Mar "A", 2 - CD Paços Brandão, 1
(2-0, ao intervalo)
Quem não assistiu ao jogo desta tarde, disputado no campo do Seminário entre as equipas do Beira-Mar e do Paços de Brandão, poderá pensar que a vantagem tangencial (2-1) com que a equipa auri-negra bateu o seu adversário, correspondeu a um jogo rijamente disputado, de algum equilíbrio e de resultado incerto até ao final. Puro engano! A partida foi de sentido único, a vitória da equipa de Ricardo Pinheiro nunca esteve em causa e a diferença mínima só não deu lugar a uma goleada porque o futebol não é uma ciência exacta e a conjugação de factores adversos leva, muitas vezes, a estes desfechos, quando não pior. Paulo Pouseiro e Marco Dias, guarda-redes que defenderam a baliza do Beira-Mar, na 1ª e 2ª partes, respectivamente, não fizeram uma única defesa, o Paços de Brandão não criou uma única oportunidade de golo e chegou apenas ao tento de honra, a 3 minutos do final do jogo, através da marcação de uma grande penalidade, tão evidente quanto desnecessária.
O SC Beira-Mar entrou em campo com:
Pouseiro (gr); Bernardo (cap) e João Monteiro; Miguel Anjos, Gil e Ricardo Lima; Adriel.
Jogaram também: Gonçalo, Didi, Jorge e Leo.
A primeira parte, aliás como todo o jogo, só deu Beira-Mar, com a equipa aveirense a mostrar um futebol de primeira, de constantes trocas de bola, com boas combinações, que davam origem, com frequência, a flagrantes oportunidades de golo. Ricardo Lima, aos 2', do lado esquerdo, e Miguel Anjos, no minuto seguinte, do lado contrário, estão à beira de inaugurarem o marcador, através de remates cruzados, que roçam, em ambos os casos, o poste mais distante. Bernardo, de cabeça, aos 8', na sequência de um canto. e Gil, aos 14', num remate em jeito à entrada da área, voltam a levar o perigo à baliza da equipa pacense, que ia adiando como podia o primeiro golo do Beira-Mar.
Este aconteceria naturalmente, aos 15', como corolário do domínio avassalador dos aveirenses, que estavam a dar um autêntico recital de bom futebol. Foi Gil o marcador do 1-0, numa execução sublime de um livre directo, na zona da meia-lua da grande área do Paços de Brandão, a castigar uma falta que, por sinal, fora cometida dentro da área.
O mais difícil estava feito, mas era necessário mais golos para ficar a salvo de qualquer imponderável. Por isso, o Beira-Mar continuou a carregar no acelerador e, aos 19', Miguel Anjos protagoniza excelente jogada pela direita, que culmina com um passe atrasado para Didi, que fuzila à "queima-roupa", mas vê o seu iminente remate para golo ser desviado para canto por um defesa contrário.
O Paços de Brandão, equipa fisicamente muito forte, apenas via jogar e Pouseiro tinha uma manhã bem descansada. No entanto, apenas aos 26' o Beira-Mar chegava ao 2-0, golo que desde há muito era justificado. A jogada é pela esquerda, com uma das características incursões de Gonçalo a terminar num remate forte e colocado, que entra entre o poste e o guarda-redes, que teve alguma infelicidade neste lance.
O mesmo jogador, aos 28', quase chega ao terceiro golo, quando, na sequência de uma boa jogada de envolvimento da equipa, dispara à barra, com Gil, na recarga, a poder também ter marcado. Miguel Anjos, aos 30', na marcação de um livre directo, cria a última oportunidade para aumentar o "score" antes do intervalo e colocar mais alguma verdade nos números do marcador.
Na 2ª parte Ricardo Pinheiro fez alinhar:
Marco Dias (gr); Bernardo e João Monteiro; Ricardo Lima, Jorge e Gonçalo; Adriel.
Também jogaram: Didi, Leo, Gil e Miguel Anjos.
A entrada do Beira-Mar no segundo tempo foi fulgurante, na linha do que vinha a fazer e, aos 33', 34' e 35' o golo só não acontece por manifesta infelicidade para a equipa da casa. No primeiro lance, Ricardo Lima tem mesmo muito azar, já que o seu remate da direita, após passe a rasgar, faz a bola passar por entre as pernas do guarda-redes e bater caprichosamente no poste mais distante, ficando a saltitar sobre a linha de golo, à espera de algum auri-negro, que não apareceu para a empurrar para o fundo das redes. No segundo lance é o guardião pacense o protagonista, negando o golo a Jorge, que rematou forte, em zona frontal, uma bola de ressaca. Adriel, no terceiro lance, após evitar vários adversários pela esquerda, oferece, em bandeja de prata, o golo a Ricardo Lima, que ainda deve estar sem perceber como falhou esta oportunidade de baliza aberta.
O sentido de jogo era sempre o mesmo e até os erros grosseiros do árbitro (mais um penalti flagrante escamoteado aos aveirenses) pareciam não importunar a equipa da casa, tão segura estava da sua superioridade. A sorte, essa, é que continuava a não querer nada com a equipa auri-negra. Que o diga Gonçalo, que, aos 42', vê os ferros negarem-lhe novamente o golo, desta vez na sequência de um cabeceamento executado ao segundo poste após cruzamento de Ricardo Lima do lado direito.
Ainda que o domínio do Beira-Mar tivesse continuado, com uma percentagem elevadíssima de posse de bola, quase sempre no meio-campo contrário, apenas aos 56', Didi, num remate à meia-volta, volta a dar a sensação de golo, mas a bola rasa o poste. No minuto seguinte surgiria o 1-2, na grande penalidade já referida, e o jogo terminaria com o Beira-Mar a gerir a vantagem a seu bel-prazer e a vencer por um resultado que é uma verdadeira "mentira", se atentarmos naquilo que se passou ao longo dos 60 minutos do jogo. Mas, para quem assistiu à partida, fica, para além da vitória, também a imagem de mais um excelente jogo desta equipa do Beira-Mar, que, à 3ª jornada da 2ª fase, continua a liderar o campeonato distrital.
(2-0, ao intervalo)
Quem não assistiu ao jogo desta tarde, disputado no campo do Seminário entre as equipas do Beira-Mar e do Paços de Brandão, poderá pensar que a vantagem tangencial (2-1) com que a equipa auri-negra bateu o seu adversário, correspondeu a um jogo rijamente disputado, de algum equilíbrio e de resultado incerto até ao final. Puro engano! A partida foi de sentido único, a vitória da equipa de Ricardo Pinheiro nunca esteve em causa e a diferença mínima só não deu lugar a uma goleada porque o futebol não é uma ciência exacta e a conjugação de factores adversos leva, muitas vezes, a estes desfechos, quando não pior. Paulo Pouseiro e Marco Dias, guarda-redes que defenderam a baliza do Beira-Mar, na 1ª e 2ª partes, respectivamente, não fizeram uma única defesa, o Paços de Brandão não criou uma única oportunidade de golo e chegou apenas ao tento de honra, a 3 minutos do final do jogo, através da marcação de uma grande penalidade, tão evidente quanto desnecessária.
O SC Beira-Mar entrou em campo com:
Pouseiro (gr); Bernardo (cap) e João Monteiro; Miguel Anjos, Gil e Ricardo Lima; Adriel.
Jogaram também: Gonçalo, Didi, Jorge e Leo.
A primeira parte, aliás como todo o jogo, só deu Beira-Mar, com a equipa aveirense a mostrar um futebol de primeira, de constantes trocas de bola, com boas combinações, que davam origem, com frequência, a flagrantes oportunidades de golo. Ricardo Lima, aos 2', do lado esquerdo, e Miguel Anjos, no minuto seguinte, do lado contrário, estão à beira de inaugurarem o marcador, através de remates cruzados, que roçam, em ambos os casos, o poste mais distante. Bernardo, de cabeça, aos 8', na sequência de um canto. e Gil, aos 14', num remate em jeito à entrada da área, voltam a levar o perigo à baliza da equipa pacense, que ia adiando como podia o primeiro golo do Beira-Mar.
Este aconteceria naturalmente, aos 15', como corolário do domínio avassalador dos aveirenses, que estavam a dar um autêntico recital de bom futebol. Foi Gil o marcador do 1-0, numa execução sublime de um livre directo, na zona da meia-lua da grande área do Paços de Brandão, a castigar uma falta que, por sinal, fora cometida dentro da área.
O mais difícil estava feito, mas era necessário mais golos para ficar a salvo de qualquer imponderável. Por isso, o Beira-Mar continuou a carregar no acelerador e, aos 19', Miguel Anjos protagoniza excelente jogada pela direita, que culmina com um passe atrasado para Didi, que fuzila à "queima-roupa", mas vê o seu iminente remate para golo ser desviado para canto por um defesa contrário.
O Paços de Brandão, equipa fisicamente muito forte, apenas via jogar e Pouseiro tinha uma manhã bem descansada. No entanto, apenas aos 26' o Beira-Mar chegava ao 2-0, golo que desde há muito era justificado. A jogada é pela esquerda, com uma das características incursões de Gonçalo a terminar num remate forte e colocado, que entra entre o poste e o guarda-redes, que teve alguma infelicidade neste lance.
O mesmo jogador, aos 28', quase chega ao terceiro golo, quando, na sequência de uma boa jogada de envolvimento da equipa, dispara à barra, com Gil, na recarga, a poder também ter marcado. Miguel Anjos, aos 30', na marcação de um livre directo, cria a última oportunidade para aumentar o "score" antes do intervalo e colocar mais alguma verdade nos números do marcador.
Na 2ª parte Ricardo Pinheiro fez alinhar:
Marco Dias (gr); Bernardo e João Monteiro; Ricardo Lima, Jorge e Gonçalo; Adriel.
Também jogaram: Didi, Leo, Gil e Miguel Anjos.
A entrada do Beira-Mar no segundo tempo foi fulgurante, na linha do que vinha a fazer e, aos 33', 34' e 35' o golo só não acontece por manifesta infelicidade para a equipa da casa. No primeiro lance, Ricardo Lima tem mesmo muito azar, já que o seu remate da direita, após passe a rasgar, faz a bola passar por entre as pernas do guarda-redes e bater caprichosamente no poste mais distante, ficando a saltitar sobre a linha de golo, à espera de algum auri-negro, que não apareceu para a empurrar para o fundo das redes. No segundo lance é o guardião pacense o protagonista, negando o golo a Jorge, que rematou forte, em zona frontal, uma bola de ressaca. Adriel, no terceiro lance, após evitar vários adversários pela esquerda, oferece, em bandeja de prata, o golo a Ricardo Lima, que ainda deve estar sem perceber como falhou esta oportunidade de baliza aberta.
O sentido de jogo era sempre o mesmo e até os erros grosseiros do árbitro (mais um penalti flagrante escamoteado aos aveirenses) pareciam não importunar a equipa da casa, tão segura estava da sua superioridade. A sorte, essa, é que continuava a não querer nada com a equipa auri-negra. Que o diga Gonçalo, que, aos 42', vê os ferros negarem-lhe novamente o golo, desta vez na sequência de um cabeceamento executado ao segundo poste após cruzamento de Ricardo Lima do lado direito.
Ainda que o domínio do Beira-Mar tivesse continuado, com uma percentagem elevadíssima de posse de bola, quase sempre no meio-campo contrário, apenas aos 56', Didi, num remate à meia-volta, volta a dar a sensação de golo, mas a bola rasa o poste. No minuto seguinte surgiria o 1-2, na grande penalidade já referida, e o jogo terminaria com o Beira-Mar a gerir a vantagem a seu bel-prazer e a vencer por um resultado que é uma verdadeira "mentira", se atentarmos naquilo que se passou ao longo dos 60 minutos do jogo. Mas, para quem assistiu à partida, fica, para além da vitória, também a imagem de mais um excelente jogo desta equipa do Beira-Mar, que, à 3ª jornada da 2ª fase, continua a liderar o campeonato distrital.
INICIADOS B: Ganha quem marca
SC Beira-Mar, 0 - CD Feirense, 2
(0-0, ao intervalo)
A equipa de iniciados B do SC Beira-Mar sofreu hoje a 1ª derrota na 2ª fase do campeonato distrital da 1ª divisão, ao ser batida pelo Feirense, por dois golos sem resposta. O jogo foi muito agradável de seguir, com bons protagonistas e duas formações que mostraram bom futebol e boa organização. A derrota dos aveirenses, contudo, não espelha aquilo que se passou ao longo dos 70' do jogo, que teve uma primeira parte equilibrada, mas um segundo período de maior domínio auri-negro. O Feirense chegou à vitória já na parte final do jogo, castigando a ineficácia da equipa de Edmundo Ferreira, que dispusera de oportunidades mais do que suficientes para ter resolvido, antes, o jogo a seu favor.
No relvado secundário do estádio Mário Duarte, o técnico aveirense apresentou:
João Pedro (gr); Miguel Bastos (Nuno Aparício, int), Nuno Silva, Ricardo Mango e Gonçalo Ladeiro (Rafa, int); João Neves (cap), Nuno Regêncio e André Santos (Rui Ladeiro, 48'); Gilberto (Manu, int), Lâne (Luís Miguel, 43') e Marcos Franco.
Suplentes não utilizados: Diogo (gr) e Rafa Campanudo (infantil A).
A primeira parte desenrolou-se sob o signo do equilíbrio, mas com períodos de ascendente, ora de uma equipa, ora de outra. Entrou melhor o Feirense, com boa circulação de bola e obrigando o Beira-Mar, que denotava na parte inicial do jogo muita dificuldade em sair para o ataque, a jogar predominantemente no seu meio campo. Contudo, este domínio foi inconsequente, em termos de oportunidades para golo e, por volta dos 10', os auri-negros já tinham equilibrado a partida. Seria até do Beira-Mar a primeira situação para marcar, aos 11', mas Gilberto, quando se preparava para atirar para a baliza deserta, vê o árbitro interromper a partida, porque o guarda-redes da Feira, ao socar a bola para fora da área, se tinha estatelado no chão. É evidente que, em primeiro lugar, está sempre a integridade física dos atletas, mas o lance, como se viria a comprovar, não era para inspirar cuidados especiais.
O Beira-Mar passou, então, a estar por cima e dispôs de duas boas ocasiões para se adiantar no marcador. A mais flagrante ocorreu, aos 13', após um cruzamento de Lâne, do lado direito, para Marcos, ao segundo poste, amortecer com o pé, surgindo André, na boca da baliza, a rematar incrivelmente por cima do travessão. No minuto seguinte, numa transição rápida, André retribui o lance anterior e lança na esquerda Marcos, que ganha em velocidade e remata na passada às malhas laterais.
Este jogo de domínio repartido, com as duas equipas a mostrarem boa organização, levou novamente a equipa da Feira em busca do golo, com o guardião auri-negro João Pedro, aos 24', a resolver, a soco, uma jogada muito perigosa, quando se encontravam já 3 jogadores "azuis" prontos para dar o melhor seguimento ao cruzamento da direita. Aos 28', a baliza aveirense foi novamente ameaçada, com o remate forte, desferido de fora da área pelo jogador nº 7, a passar muito perto do poste. Os "fogaceiros" estavam novamente na mó de cima e Luís, que se mostrou um jogador muito criativo e funcionou como o verdadeiro motor da equipa da Feira, protagonizou, aos 30', uma excelente jogada pela esquerda, ganhando aos seus adversários e cruzando com boa conta para a área aveirense, onde Henrique, muito oportuno, rematou perigosamente de cabeça, falhando o golo por muito pouco.
O intervalo não chegaria sem que o Beira-Mar respondesse, novamente com muito perigo, à procura incessante das duas equipas pela vantagem. Na sequência de um livre na esquerda, Regêncio bate com muito perigo para a área, onde Lâne, primeiro e Marcos, depois, falham a emenda por um triz. O mesmo Lâne, aos 33', remataria, já dentro da área, outra vez com muito perigo, fazendo passar a boca muito perto do ângulo superior esquerdo da baliza defendida por Emanuel.
O empate ao intervalo era justo e, na segunda parte, as duas equipas continuaram a proporcionar um bom espectáculo. No entanto, os segundos 35' tiveram um maior ascendente do Beira-Mar, que poderia ter resolvido o jogo logo na sua parte inicial, com Marcos, por 3 vezes (36', 39' e 40'), a poder ter adiantado a sua equipa no marcador. Aos 41', foi Regêncio, com um remate forte, de fora da área, que fez a bola passar não muito longe do alvo. Marcos, aos 43', sozinho, após uma boa jogada de André, vê a bola sobrar-lhe para um disparo que passou por cima da barra, perdendo-se mais uma oportunidade para colorir o marcador.
Foi, efectivamente, uma entrada muito forte do Beira-Mar, que já justificava amplamente a vantagem. O recém-entrado Rui Ladeiro, aos 51', também esteve perto do golo e o incontornável Marcos, hoje muito infeliz na finalização, aos 53', isolado, volta a falhar flagrante ocasião para abrir o placard, mas é muito lento a decidir e deixa-se antecipar no momento do remate.
Tantas perdidas não poderiam dar bom resultado, porque já se sabe que, no futebol, quem não marca acaba sempre por sofrer. Dani, aos 62', deu o primeiro aviso, num lance de bola parada, surgindo muito perigosamente na área a rematar de cabeça, mas sem direcção. E, no minuto seguinte, num remate aparentemente inofensivo, desferido de fora da área, o Feirense chega à vantagem. João Pedro voa para a bola, agarra-a, mas ao cair no solo, larga-a vagarosamente para dentro da baliza, com o árbitro auxiliar a dar indicação de golo, perante o desespero do infeliz guardião aveirense.
O 0-1 foi um duro golpe nas aspirações da equipa de Edmundo Ferreira, que sentiu em demasia a injustiça desta vantagem para o Feirense, que, pouco depois, aproveitou este momento de desconcentração local para fazer o 0-2 final.
Sabendo que de nada valem as vitórias morais, queremos, contudo, enviar uma palavra de ânimo aos nossos atletas, que não foram em nada inferiores ao seu adversário, sendo apenas vítimas daquela máxima com que, muitas vezes, se define um jogo de futebol - ganha quem marca!
(0-0, ao intervalo)
A equipa de iniciados B do SC Beira-Mar sofreu hoje a 1ª derrota na 2ª fase do campeonato distrital da 1ª divisão, ao ser batida pelo Feirense, por dois golos sem resposta. O jogo foi muito agradável de seguir, com bons protagonistas e duas formações que mostraram bom futebol e boa organização. A derrota dos aveirenses, contudo, não espelha aquilo que se passou ao longo dos 70' do jogo, que teve uma primeira parte equilibrada, mas um segundo período de maior domínio auri-negro. O Feirense chegou à vitória já na parte final do jogo, castigando a ineficácia da equipa de Edmundo Ferreira, que dispusera de oportunidades mais do que suficientes para ter resolvido, antes, o jogo a seu favor.
No relvado secundário do estádio Mário Duarte, o técnico aveirense apresentou:
João Pedro (gr); Miguel Bastos (Nuno Aparício, int), Nuno Silva, Ricardo Mango e Gonçalo Ladeiro (Rafa, int); João Neves (cap), Nuno Regêncio e André Santos (Rui Ladeiro, 48'); Gilberto (Manu, int), Lâne (Luís Miguel, 43') e Marcos Franco.
Suplentes não utilizados: Diogo (gr) e Rafa Campanudo (infantil A).
A primeira parte desenrolou-se sob o signo do equilíbrio, mas com períodos de ascendente, ora de uma equipa, ora de outra. Entrou melhor o Feirense, com boa circulação de bola e obrigando o Beira-Mar, que denotava na parte inicial do jogo muita dificuldade em sair para o ataque, a jogar predominantemente no seu meio campo. Contudo, este domínio foi inconsequente, em termos de oportunidades para golo e, por volta dos 10', os auri-negros já tinham equilibrado a partida. Seria até do Beira-Mar a primeira situação para marcar, aos 11', mas Gilberto, quando se preparava para atirar para a baliza deserta, vê o árbitro interromper a partida, porque o guarda-redes da Feira, ao socar a bola para fora da área, se tinha estatelado no chão. É evidente que, em primeiro lugar, está sempre a integridade física dos atletas, mas o lance, como se viria a comprovar, não era para inspirar cuidados especiais.
O Beira-Mar passou, então, a estar por cima e dispôs de duas boas ocasiões para se adiantar no marcador. A mais flagrante ocorreu, aos 13', após um cruzamento de Lâne, do lado direito, para Marcos, ao segundo poste, amortecer com o pé, surgindo André, na boca da baliza, a rematar incrivelmente por cima do travessão. No minuto seguinte, numa transição rápida, André retribui o lance anterior e lança na esquerda Marcos, que ganha em velocidade e remata na passada às malhas laterais.
Este jogo de domínio repartido, com as duas equipas a mostrarem boa organização, levou novamente a equipa da Feira em busca do golo, com o guardião auri-negro João Pedro, aos 24', a resolver, a soco, uma jogada muito perigosa, quando se encontravam já 3 jogadores "azuis" prontos para dar o melhor seguimento ao cruzamento da direita. Aos 28', a baliza aveirense foi novamente ameaçada, com o remate forte, desferido de fora da área pelo jogador nº 7, a passar muito perto do poste. Os "fogaceiros" estavam novamente na mó de cima e Luís, que se mostrou um jogador muito criativo e funcionou como o verdadeiro motor da equipa da Feira, protagonizou, aos 30', uma excelente jogada pela esquerda, ganhando aos seus adversários e cruzando com boa conta para a área aveirense, onde Henrique, muito oportuno, rematou perigosamente de cabeça, falhando o golo por muito pouco.
O intervalo não chegaria sem que o Beira-Mar respondesse, novamente com muito perigo, à procura incessante das duas equipas pela vantagem. Na sequência de um livre na esquerda, Regêncio bate com muito perigo para a área, onde Lâne, primeiro e Marcos, depois, falham a emenda por um triz. O mesmo Lâne, aos 33', remataria, já dentro da área, outra vez com muito perigo, fazendo passar a boca muito perto do ângulo superior esquerdo da baliza defendida por Emanuel.
O empate ao intervalo era justo e, na segunda parte, as duas equipas continuaram a proporcionar um bom espectáculo. No entanto, os segundos 35' tiveram um maior ascendente do Beira-Mar, que poderia ter resolvido o jogo logo na sua parte inicial, com Marcos, por 3 vezes (36', 39' e 40'), a poder ter adiantado a sua equipa no marcador. Aos 41', foi Regêncio, com um remate forte, de fora da área, que fez a bola passar não muito longe do alvo. Marcos, aos 43', sozinho, após uma boa jogada de André, vê a bola sobrar-lhe para um disparo que passou por cima da barra, perdendo-se mais uma oportunidade para colorir o marcador.
Foi, efectivamente, uma entrada muito forte do Beira-Mar, que já justificava amplamente a vantagem. O recém-entrado Rui Ladeiro, aos 51', também esteve perto do golo e o incontornável Marcos, hoje muito infeliz na finalização, aos 53', isolado, volta a falhar flagrante ocasião para abrir o placard, mas é muito lento a decidir e deixa-se antecipar no momento do remate.
Tantas perdidas não poderiam dar bom resultado, porque já se sabe que, no futebol, quem não marca acaba sempre por sofrer. Dani, aos 62', deu o primeiro aviso, num lance de bola parada, surgindo muito perigosamente na área a rematar de cabeça, mas sem direcção. E, no minuto seguinte, num remate aparentemente inofensivo, desferido de fora da área, o Feirense chega à vantagem. João Pedro voa para a bola, agarra-a, mas ao cair no solo, larga-a vagarosamente para dentro da baliza, com o árbitro auxiliar a dar indicação de golo, perante o desespero do infeliz guardião aveirense.
O 0-1 foi um duro golpe nas aspirações da equipa de Edmundo Ferreira, que sentiu em demasia a injustiça desta vantagem para o Feirense, que, pouco depois, aproveitou este momento de desconcentração local para fazer o 0-2 final.
Sabendo que de nada valem as vitórias morais, queremos, contudo, enviar uma palavra de ânimo aos nossos atletas, que não foram em nada inferiores ao seu adversário, sendo apenas vítimas daquela máxima com que, muitas vezes, se define um jogo de futebol - ganha quem marca!
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Agenda fim-de-semana: Iniciados podem fazer história
Para o próximo fim-de-semana está marcado o final da 1ª fase do campeonato nacional de iniciados, prova onde a equipa do SC Beira-Mar permanece invicta, tendo apenas cedido 2 empates, até agora, nos 21 jogos já realizados. Está, pois, a apenas 1 jogo de cometer o feito notável de terminar esta fase sem derrotas, o que, a nível nacional, para além dos auri-negros, apenas Braga, Porto, Académica e Benfica poderão ambicionar.
De resto, referir a particularidade de Beira-Mar e Feirense se encontrarem por 3 vezes nesta jornada, com iniciados B, infantis B e traquinas A a reeditarem velhos clássicos onde, pelo menos, a rivalidade , que se espera sã, e a emoção não irão, decerto, faltar.
São os seguintes, os 12 jogos agendados:
Análise prévia da jornada
JUNIORES B: Após um arranque em falso na jornada inaugural da 2ª fase do campeonato distrital da 1ª divisão, é fundamental para a equipa do Beira-Mar a conquista de pontos na deslocação à Pampilhosa. Das 10 equipas que disputam esta série dos últimos, previsivelmente 5 descerão de escalão, daí a necessidade de começar, desde cedo, a amealhar pontos.
INICIADOS A: O Académico de Viseu, de visita ao estádio Mário Duarte, é o último obstáculo a transpor pela equipa de Alberto Raínho de modo a garantir uma prova imaculada na 1ª fase do campeonato nacional da categoria. Se conseguir ganhar (ou, pelo menos, se não perder) a formação auri-negra terminará sem derrotas, facto que, se não for inédito para os aveirenses, será, seguramente, muito difícil de igualar.
INICIADOS B: Tem sido uma surpresa bastante agradável, na 2ª fase do campeonato distrital da 1ª divisão, a equipa de Edmundo Ferreira, com 2 vitórias já alcançadas nas 2 primeiras jornadas. Com novo jogo em casa, os aveirenses vão encontrar-se com o Feirense na 3ª jornada, equipa que, tal como os auri-negros, deverá apresentar uma formação sub-14. Será, pois, um jogo bastante interessante de seguir, de modo a se aquilatar da relação de forças entre estas 2 equipas, que terão nestes atletas a base com que participarão, na próxima época, no campeonato nacional de iniciados.
INFANTIS A: Todos os recursos deste escalão estão concentrados no único jogo a disputar no próximo fim-de-semana, com a recepção ao Paços de Brandão a ser mais um bom teste para a equipa de Ricardo Pinheiro, que comanda, ao fim de 2 jornadas, o campeonato distrital, série dos primeiros. Ambas as equipas vêm de vitórias fora de portas, em terrenos de adversários bem complicados, pelo que a motivação está dos dois lados, mas o favoritismo, apesar das dificuldades que os pacenses colocarão, vai para os aveirenses, que ainda não perderam esta época.
INFANTIS B: É o segundo Beira-Mar-Feirense da jornada, um jogo que colocará frente a frente 2 das 3 equipas que apresentam vitórias nas duas jornadas já disputadas. Do lado aveirense, o maior argumento a favor prende-se com o factor-casa, mas a equipa santamariana apresenta um trunfo fortíssimo, o de campeã distrital na época passada no escalão de escolas A. É neste balanço que se jogará o desenlace final, mas a tarefa não será fácil para qualquer das equipas.
BENJAMINS A: Depois de 2 vitórias na jornada inaugural da 2ª fase, as nossas equipas partem para esta jornada com a moral em alta, defrontando o Eixense (fora) e o Oiã (em casa). Mais importante do que os resultados, que esperamos favoráveis, será aproveitar estes jogos sem grande pressão para evoluir e ser, em cada jogo, mais competente do que no anterior.
BENJAMINS B: Para a série dos primeiros, a equipa de Paulo Martins recebe, no Campo do Seminário, um adversário de quem nos recordamos muito bem do ano passado e que nos deixou uma impressão muito favorável. Aliás, o União de Lamas bateu categoricamente, por 4-0, o seu adversário da 1ª jornada, e confirmou as dificuldades que seguramente vai colocar aos auri-negros no jogo do próximo sábado.
Na série D, dos últimos, a equipa "B" do Beira-Mar, que folgou na 1ª jornada, inicia esta 2ª fase com uma deslocação que também se afigura complicada, encontrando-se com a tradicionalmente difícil Oliveirense.
TRAQUINAS A: Na Feira vão-se encontrar duas equipas que, em resultado das performances da 1ª jornada, se poderão apresentar com disposições diferentes: mais motivada a equipa de Daniel Esteves, que ganhou ao Salesiano de Arouca, por 6-3, depois de uma reviravolta sensacional no marcador (esteve a perder por 0-3); previsivelmente mais nervosa a formação santamariana, que foi copiosamente batida (6-1) na sua deslocação a Fiães. Rectificação do Feirense, ou confirmação do Beira-Mar? A ver vamos!
TRAQUINAS B: A equipa de Sérgio Ferreira tem nova deslocação nesta jornada, com uma viagem curta até à Gafanha, depois de ter conhecido o sabor da derrota na última jornada, em Estarreja. Com uma vitória e uma derrota, ambas por números expressivos, que nos trará este jogo, onde o nosso adversário se apresenta com empate e vitória nas 2 jornadas já realizadas? Resposta no sábado à tarde, no Complexo Desportivo da Gafanha.
De resto, referir a particularidade de Beira-Mar e Feirense se encontrarem por 3 vezes nesta jornada, com iniciados B, infantis B e traquinas A a reeditarem velhos clássicos onde, pelo menos, a rivalidade , que se espera sã, e a emoção não irão, decerto, faltar.
São os seguintes, os 12 jogos agendados:
Análise prévia da jornada
JUNIORES B: Após um arranque em falso na jornada inaugural da 2ª fase do campeonato distrital da 1ª divisão, é fundamental para a equipa do Beira-Mar a conquista de pontos na deslocação à Pampilhosa. Das 10 equipas que disputam esta série dos últimos, previsivelmente 5 descerão de escalão, daí a necessidade de começar, desde cedo, a amealhar pontos.
INICIADOS A: O Académico de Viseu, de visita ao estádio Mário Duarte, é o último obstáculo a transpor pela equipa de Alberto Raínho de modo a garantir uma prova imaculada na 1ª fase do campeonato nacional da categoria. Se conseguir ganhar (ou, pelo menos, se não perder) a formação auri-negra terminará sem derrotas, facto que, se não for inédito para os aveirenses, será, seguramente, muito difícil de igualar.
INICIADOS B: Tem sido uma surpresa bastante agradável, na 2ª fase do campeonato distrital da 1ª divisão, a equipa de Edmundo Ferreira, com 2 vitórias já alcançadas nas 2 primeiras jornadas. Com novo jogo em casa, os aveirenses vão encontrar-se com o Feirense na 3ª jornada, equipa que, tal como os auri-negros, deverá apresentar uma formação sub-14. Será, pois, um jogo bastante interessante de seguir, de modo a se aquilatar da relação de forças entre estas 2 equipas, que terão nestes atletas a base com que participarão, na próxima época, no campeonato nacional de iniciados.
INFANTIS A: Todos os recursos deste escalão estão concentrados no único jogo a disputar no próximo fim-de-semana, com a recepção ao Paços de Brandão a ser mais um bom teste para a equipa de Ricardo Pinheiro, que comanda, ao fim de 2 jornadas, o campeonato distrital, série dos primeiros. Ambas as equipas vêm de vitórias fora de portas, em terrenos de adversários bem complicados, pelo que a motivação está dos dois lados, mas o favoritismo, apesar das dificuldades que os pacenses colocarão, vai para os aveirenses, que ainda não perderam esta época.
INFANTIS B: É o segundo Beira-Mar-Feirense da jornada, um jogo que colocará frente a frente 2 das 3 equipas que apresentam vitórias nas duas jornadas já disputadas. Do lado aveirense, o maior argumento a favor prende-se com o factor-casa, mas a equipa santamariana apresenta um trunfo fortíssimo, o de campeã distrital na época passada no escalão de escolas A. É neste balanço que se jogará o desenlace final, mas a tarefa não será fácil para qualquer das equipas.
BENJAMINS A: Depois de 2 vitórias na jornada inaugural da 2ª fase, as nossas equipas partem para esta jornada com a moral em alta, defrontando o Eixense (fora) e o Oiã (em casa). Mais importante do que os resultados, que esperamos favoráveis, será aproveitar estes jogos sem grande pressão para evoluir e ser, em cada jogo, mais competente do que no anterior.
BENJAMINS B: Para a série dos primeiros, a equipa de Paulo Martins recebe, no Campo do Seminário, um adversário de quem nos recordamos muito bem do ano passado e que nos deixou uma impressão muito favorável. Aliás, o União de Lamas bateu categoricamente, por 4-0, o seu adversário da 1ª jornada, e confirmou as dificuldades que seguramente vai colocar aos auri-negros no jogo do próximo sábado.
Na série D, dos últimos, a equipa "B" do Beira-Mar, que folgou na 1ª jornada, inicia esta 2ª fase com uma deslocação que também se afigura complicada, encontrando-se com a tradicionalmente difícil Oliveirense.
TRAQUINAS A: Na Feira vão-se encontrar duas equipas que, em resultado das performances da 1ª jornada, se poderão apresentar com disposições diferentes: mais motivada a equipa de Daniel Esteves, que ganhou ao Salesiano de Arouca, por 6-3, depois de uma reviravolta sensacional no marcador (esteve a perder por 0-3); previsivelmente mais nervosa a formação santamariana, que foi copiosamente batida (6-1) na sua deslocação a Fiães. Rectificação do Feirense, ou confirmação do Beira-Mar? A ver vamos!
TRAQUINAS B: A equipa de Sérgio Ferreira tem nova deslocação nesta jornada, com uma viagem curta até à Gafanha, depois de ter conhecido o sabor da derrota na última jornada, em Estarreja. Com uma vitória e uma derrota, ambas por números expressivos, que nos trará este jogo, onde o nosso adversário se apresenta com empate e vitória nas 2 jornadas já realizadas? Resposta no sábado à tarde, no Complexo Desportivo da Gafanha.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Caderneta de cromos das equipas de futebol do SC Beira-Mar
Numa iniciativa que teve um grande êxito em épocas anteriores, vai ser reeditada, este ano, uma caderneta de cromos com TODAS as equipas de futebol do SC Beira-Mar, desde a sua equipa profissional, passando por todos os escalões da formação em competição oficial e acabando nos não federados.
Deste modo, estão agendadas para o próximo SÁBADO, dia 12 de FEVEREIRO de 2011, de acordo com o mapa abaixo proposto, as sessões fotográficas de todas as equipas da Academia (fotos do conjunto e individuais), pelo que estão convocados todos os atletas, treinadores e directores.
Na elaboração deste mapa, foi feita uma tentativa de coordenação da realização das fotos com os compromissos desportivos das equipas, de forma a minimizar o transtorno de atletas e pais. Neste sentido, apela-se à compreensão de todos e ao CUMPRIMENTO RIGOROSO dos HORÁRIOS apresentados. As fotos serão realizadas impreterivelmente no horário definido, devendo os atletas comparecer, JÁ EQUIPADOS, com o EQUIPAMENTO OFICIAL DE JOGO.
Solicita-se aos treinadores e directores das equipas para uma divulgação completa e atempada junto dos seus atletas, no sentido da comparência de TODOS, no respeito escrupuloso dos horários indicados, que é também uma exigência da empresa responsável pelas sessões fotográficas.
Contamos com uma participação total, que agradecemos antecipadamente, para que esta iniciativa seja um verdadeiro sucesso.
Deste modo, estão agendadas para o próximo SÁBADO, dia 12 de FEVEREIRO de 2011, de acordo com o mapa abaixo proposto, as sessões fotográficas de todas as equipas da Academia (fotos do conjunto e individuais), pelo que estão convocados todos os atletas, treinadores e directores.
Na elaboração deste mapa, foi feita uma tentativa de coordenação da realização das fotos com os compromissos desportivos das equipas, de forma a minimizar o transtorno de atletas e pais. Neste sentido, apela-se à compreensão de todos e ao CUMPRIMENTO RIGOROSO dos HORÁRIOS apresentados. As fotos serão realizadas impreterivelmente no horário definido, devendo os atletas comparecer, JÁ EQUIPADOS, com o EQUIPAMENTO OFICIAL DE JOGO.
Solicita-se aos treinadores e directores das equipas para uma divulgação completa e atempada junto dos seus atletas, no sentido da comparência de TODOS, no respeito escrupuloso dos horários indicados, que é também uma exigência da empresa responsável pelas sessões fotográficas.
Contamos com uma participação total, que agradecemos antecipadamente, para que esta iniciativa seja um verdadeiro sucesso.
Balanço da jornada: Juniores terminam no 6º lugar a 1ª fase do campeonato nacional da 2ª divisão
Os juniores terminaram com nova vitória, desta vez fora, a sua participação na 1ª fase do campeonato nacional da 2ª divisão. A vitória no Candal permitiu à equipa de António Luís ascender à primeira metade da tabela classificativa, acabando num 6º lugar, que, ainda assim, ficou fora dos objectivos inicialmente traçados.
Num fim-de-semana com balanço globalmente positivo (9 vitórias, 1 empate e 2 derrotas), merecem ainda destaque as vitórias fora das duas equipas de iniciados e de ambas as equipas de infantis (A e B), que contam 2 vitórias nos 2 jogos já realizados na 2ª fase dos respectivos campeonatos distritais. Uma nota ainda para a maior goleada da época, obtida pela equipa "B" dos infantis A, que atingiu o impressionante "score" de 30-0 (!) sobre o Macinhatense.
Segue o quadro completo dos resultados da jornada:
COMENTÁRIO
JUNIORES: Falhado o objectivo de disputar, na 2ª fase do campeonato nacional da 2ª divisão, a subida de escalão, restava à equipa auri-negra aproveitar este último jogo para engrossar o número de pontos conquistados (metade deles transitarão para a 2ª fase) e, vencendo na deslocação ao Candal, como acabou por acontecer (1-2), ascender à primeira metade da classificação da série B e ocupar o 6º lugar. O triunfo da equipa de António Luís foi mais uma demonstração do bom momento em que a equipa acaba a 1ª fase e confirmou ainda a formação aveirense como a menos batida da sua série (26 golos sofridos em 22 jogos).
No campeonato distrital da 1ª divisão, a nossa equipa iniciou a sua participação na 2ª fase da prova (série dos últimos) com uma derrota caseira frente à Oliveirense (1-3), resultado que a juventude da formação auri-negra que entrou em campo (10 juvenis de 1º ano) ajuda, em parte, a explicar.
INICIADOS: Com a vitória dos nossos sub-15 no "derby" aveirense (vitória, por 1-2, no terreno da AD Taboeira) foi ultrapassado o penúltimo obstáculo numa prova que os comandados de Alberto Raínho pretendem terminar sem derrotas. Com apenas 2 empates cedidos até agora, resta a recepção do próximo domingo ao Académico de Viseu para que se possa fazer história neste escalão.
Surpreendente tem sido o arranque da nossa equipa "B" de iniciados na 2ª fase do campeonato distrital da 1ª divisão. Depois de uma qualificação para a série dos primeiros apenas garantida na última jornada da 1ª fase, a equipa de Edmundo Ferreira, ao cabo de 2 jornadas, encontra-se a liderar esta classificação com 2 vitórias obtidas. Depois da vitória caseira sobre a Oliveirense, os aveirenses bateram, na longa deslocação a Castelo de Paiva, o SC Paivense, por 1-2, num jogo em que o técnico aveirense, mais uma vez, apenas utilizou atletas sub-14 (1º ano). Força, rapazes!
INFANTIS A: A deslocação da equipa principal deste escalão à vila de Anta era de alto risco, porque muitos apontam "Os Baixinhos" como um dos candidatos ao título de campeão distrital e ainda porque, no subconsciente de muitos jogadores, estaria a derrota que sofreram, na época passada, no difícil terreno deste adversário. As dificuldades confirmaram-se, mas, desta feita, a vitória veio para Aveiro, ainda que os números do marcador (0-1) espelhem bem o quão custoso foi a conquista dos 3 pontos.
Impressionante foi também a prestação da nossa equipa "B", que mostrou ao seu técnico que as opções são muitas e boas neste escalão, ao bater por um resultado - 30-0! - que passa a constituir a maior goleada da época, a simpática equipa do Macinhatense.
INFANTIS B: Também a equipa de João e Pedro Teles, depois de uma qualificação sofrida para a série dos primeiros, parece querer dar mostras de quão injusto seria o seu afastamento do convívio dos melhores e foi até Arouca obter a segunda vitória em 2 jogos disputados nesta segunda fase. A vitória, por 1-3, sobre o Centro Juvenil Salesiano de Arouca, nunca esteve em causa, mas apenas foi confirmada a poucos minutos do final do jogo.
BENJAMINS A: Com ambas as equipas auri-negras a disputarem a série dos últimos, merece destaque a vitória alcançada no terreno do GD Gafanha, por 1-2, pela equipa que disputa a série G. Depois de 2 derrotas sofridas com este adversário na 1ª fase, este jogo mostrou que os comandados de João Paulo tinham valor para disputar a série dos primeiros, de onde apenas foram afastados pelos imponderáveis em que o futebol é fértil.
No outro jogo deste escalão, na série F, a nossa equipa bateu facilmente a AD Requeixo, por 4-0, num jogo sem muita história disputado no campo do Seminário.
BENJAMINS B: A equipa orientada por Paulo Martins iniciou a 2ª fase do campeonato distrital, série dos primeiros, com um empate (1-1) na deslocação ao terreno do GD Gafanha, adversário que tem sido um verdadeiro "desmancha-prazeres" para os aveirenses. Num jogo em que, mais uma vez, a nossa equipa foi muito superior, a agressividade do nosso adversário e uma manifesta falta de sorte (5 bolas nos ferros) tiraram 2 pontos aos auri-negros.
TRAQUINAS A: Quando a equipa de Daniel Esteves se viu a perder, ainda na primeira parte, por 0-3, na recepção ao Salesiano de Arouca, poucos acreditariam naquilo que se operou a seguir e que se traduziu numa reviravolta sensacional, que colocou o resultado final nuns incríveis 6-3 favoráveis aos auri-negros. Foi, pois, uma entrada cheia de emoção na 2ª fase do campeonato distrital sub-9, série dos primeiros, e a vitória alcançada, sobretudo atendendo à recuperação conseguida, será uma grande motivação para os jogos seguintes.
TRAQUINAS B: Depois de uma goleada na jornada inaugural do torneio distrital (vitória, por 7-0, sobre a Ovarense), coube agora aos pequenos atletas de Sérgio Ferreira conhecerem o outro lado da moeda. A derrota sofrida, por 5-1, na deslocação a Estarreja, vai ensinando a estes "miúdos" que, em competição, como na vida, há ganhar e há perder. É bom que aprendam, desde já, que é necessário conviver com ambos. Até por aqui se vê como o futebol pode ser uma lição para a vida, assim os educadores e os formadores não pervertam os princípios transmitidos aos nossos meninos.
Num fim-de-semana com balanço globalmente positivo (9 vitórias, 1 empate e 2 derrotas), merecem ainda destaque as vitórias fora das duas equipas de iniciados e de ambas as equipas de infantis (A e B), que contam 2 vitórias nos 2 jogos já realizados na 2ª fase dos respectivos campeonatos distritais. Uma nota ainda para a maior goleada da época, obtida pela equipa "B" dos infantis A, que atingiu o impressionante "score" de 30-0 (!) sobre o Macinhatense.
Segue o quadro completo dos resultados da jornada:
COMENTÁRIO
JUNIORES: Falhado o objectivo de disputar, na 2ª fase do campeonato nacional da 2ª divisão, a subida de escalão, restava à equipa auri-negra aproveitar este último jogo para engrossar o número de pontos conquistados (metade deles transitarão para a 2ª fase) e, vencendo na deslocação ao Candal, como acabou por acontecer (1-2), ascender à primeira metade da classificação da série B e ocupar o 6º lugar. O triunfo da equipa de António Luís foi mais uma demonstração do bom momento em que a equipa acaba a 1ª fase e confirmou ainda a formação aveirense como a menos batida da sua série (26 golos sofridos em 22 jogos).
No campeonato distrital da 1ª divisão, a nossa equipa iniciou a sua participação na 2ª fase da prova (série dos últimos) com uma derrota caseira frente à Oliveirense (1-3), resultado que a juventude da formação auri-negra que entrou em campo (10 juvenis de 1º ano) ajuda, em parte, a explicar.
INICIADOS: Com a vitória dos nossos sub-15 no "derby" aveirense (vitória, por 1-2, no terreno da AD Taboeira) foi ultrapassado o penúltimo obstáculo numa prova que os comandados de Alberto Raínho pretendem terminar sem derrotas. Com apenas 2 empates cedidos até agora, resta a recepção do próximo domingo ao Académico de Viseu para que se possa fazer história neste escalão.
Surpreendente tem sido o arranque da nossa equipa "B" de iniciados na 2ª fase do campeonato distrital da 1ª divisão. Depois de uma qualificação para a série dos primeiros apenas garantida na última jornada da 1ª fase, a equipa de Edmundo Ferreira, ao cabo de 2 jornadas, encontra-se a liderar esta classificação com 2 vitórias obtidas. Depois da vitória caseira sobre a Oliveirense, os aveirenses bateram, na longa deslocação a Castelo de Paiva, o SC Paivense, por 1-2, num jogo em que o técnico aveirense, mais uma vez, apenas utilizou atletas sub-14 (1º ano). Força, rapazes!
INFANTIS A: A deslocação da equipa principal deste escalão à vila de Anta era de alto risco, porque muitos apontam "Os Baixinhos" como um dos candidatos ao título de campeão distrital e ainda porque, no subconsciente de muitos jogadores, estaria a derrota que sofreram, na época passada, no difícil terreno deste adversário. As dificuldades confirmaram-se, mas, desta feita, a vitória veio para Aveiro, ainda que os números do marcador (0-1) espelhem bem o quão custoso foi a conquista dos 3 pontos.
Impressionante foi também a prestação da nossa equipa "B", que mostrou ao seu técnico que as opções são muitas e boas neste escalão, ao bater por um resultado - 30-0! - que passa a constituir a maior goleada da época, a simpática equipa do Macinhatense.
INFANTIS B: Também a equipa de João e Pedro Teles, depois de uma qualificação sofrida para a série dos primeiros, parece querer dar mostras de quão injusto seria o seu afastamento do convívio dos melhores e foi até Arouca obter a segunda vitória em 2 jogos disputados nesta segunda fase. A vitória, por 1-3, sobre o Centro Juvenil Salesiano de Arouca, nunca esteve em causa, mas apenas foi confirmada a poucos minutos do final do jogo.
BENJAMINS A: Com ambas as equipas auri-negras a disputarem a série dos últimos, merece destaque a vitória alcançada no terreno do GD Gafanha, por 1-2, pela equipa que disputa a série G. Depois de 2 derrotas sofridas com este adversário na 1ª fase, este jogo mostrou que os comandados de João Paulo tinham valor para disputar a série dos primeiros, de onde apenas foram afastados pelos imponderáveis em que o futebol é fértil.
No outro jogo deste escalão, na série F, a nossa equipa bateu facilmente a AD Requeixo, por 4-0, num jogo sem muita história disputado no campo do Seminário.
BENJAMINS B: A equipa orientada por Paulo Martins iniciou a 2ª fase do campeonato distrital, série dos primeiros, com um empate (1-1) na deslocação ao terreno do GD Gafanha, adversário que tem sido um verdadeiro "desmancha-prazeres" para os aveirenses. Num jogo em que, mais uma vez, a nossa equipa foi muito superior, a agressividade do nosso adversário e uma manifesta falta de sorte (5 bolas nos ferros) tiraram 2 pontos aos auri-negros.
TRAQUINAS A: Quando a equipa de Daniel Esteves se viu a perder, ainda na primeira parte, por 0-3, na recepção ao Salesiano de Arouca, poucos acreditariam naquilo que se operou a seguir e que se traduziu numa reviravolta sensacional, que colocou o resultado final nuns incríveis 6-3 favoráveis aos auri-negros. Foi, pois, uma entrada cheia de emoção na 2ª fase do campeonato distrital sub-9, série dos primeiros, e a vitória alcançada, sobretudo atendendo à recuperação conseguida, será uma grande motivação para os jogos seguintes.
TRAQUINAS B: Depois de uma goleada na jornada inaugural do torneio distrital (vitória, por 7-0, sobre a Ovarense), coube agora aos pequenos atletas de Sérgio Ferreira conhecerem o outro lado da moeda. A derrota sofrida, por 5-1, na deslocação a Estarreja, vai ensinando a estes "miúdos" que, em competição, como na vida, há ganhar e há perder. É bom que aprendam, desde já, que é necessário conviver com ambos. Até por aqui se vê como o futebol pode ser uma lição para a vida, assim os educadores e os formadores não pervertam os princípios transmitidos aos nossos meninos.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
BENJAMINS B "A": Dois pontos perdidos
GD Gafanha, 1 - SC Beira-Mar "A", 1
(0-0, ao intervalo)
O início da 2ª fase não começou da melhor forma para os pupilos do Paulo Martins e do Jorge Vinagre, pois a equipa do Gafanha estava perfeitamente ao nosso alcance, apesar de virmos de uma derrota pesada no último jogo da 1ª fase com este adversário.
Para muitos, este não seria o jogo ideal para começar esta fase, mas, na realidade, nesta altura do campeonato, todos os jogos são complicados.
O encontro iniciou-se com os seguintes jogadores:
João Luís (gr), Renato, Pedro Reis, Alex (cap), Berna, Simão e Samuel.
Na 1ª parte ainda foram utilizados o Tiago Almeida, João Baptista, Tiago Neves, Rui Tiago e Couceiro.
O jogo começou com um Beira-Mar muito forte, a comandar as operações e a querer rapidamente chegar ao golo para quebrar alguma ansiedade. Nos primeiros 15 minutos de jogo o Gafanha nem conseguia respirar, pois a bola não saía da sua área e as jogadas de perigo sucediam-se. Só a grande exibição do seu guarda-redes e os ferros da baliza impediram que o resultado se alterasse. O Beira-Mar tudo tentou para marcar, mas a bem organizada e viril defesa do Gafanha ia chegando para as encomendas.
Mais uma vez conseguiram intimidar alguns dos nossos jogadores, fragilizando a nossa frente de ataque. De qualquer forma, também do banco saíram jogadores capazes de fazer a diferença, não permitindo, em momento algum, que o adversário se aproximasse da nossa baliza com perigo.
Assim, e até ao fim da 1ª parte, só deu Beira-Mar e o nosso guarda-redes não fez uma defesa.
Para a 2ª parte a equipa apresentou-se com o seguinte “sete”:
João Luis (gr), Tiago Almeida, Simão, Alex (cap), Rui Tiago, Berna e João Baptista.
O Renato, Tiago Neves, Pedro Reis, Couceiro e Samuel, também entraram neste período de jogo.
Era urgente passar das oportunidades ao golo. Assim, e mais uma vez, fomos para o meio campo do adversário e criámos inúmeras oportunidades de golo, mas não estava a ser fácil ultrapassar o inspirado guarda-redes contrário.
Como se costuma dizer, “água mole em pedra dura tanto bate até que fura” e, finalmente, conseguimos marcar num lance de pouca sorte para o guarda-redes.
Com um golo marcado, a nossa equipa continuou na mesma toada de ataque e teve algumas oportunidades de ampliar a vantagem. Mas, e sem que nada o fizesse prever, numa das raras jogadas de contra-ataque do Gafanha, estes beneficiaram de um livre perigoso, à entrada da nossa área, que aproveitaram da melhor forma para restabelecer a igualdade. Este golo mexeu um pouco com a nossa equipa, mas ainda dispusemos de algumas oportunidades flagrantes para alterar o resultado.
Foi um jogo tenso, apresentando-se a nossa equipa capaz de criar muitas oportunidades, contanto com 5 bolas nos ferros da baliza, que apenas a sorte (ou falta dela) não quis traduzir numa vitória folgada.
Mais uma vez a equipa do Gafanha se bateu muito bem, conseguindo um empate frente a um Beira-Mar que foi sempre superior mas não chegou para levar de vencida uma equipa que deixou tudo no campo para evitar a derrota.
O marcador do golo solitário foi o Rui Tiago.
Força equipa, com certeza muitas vitórias irão aparecer com o esforço de todos.
(0-0, ao intervalo)
O início da 2ª fase não começou da melhor forma para os pupilos do Paulo Martins e do Jorge Vinagre, pois a equipa do Gafanha estava perfeitamente ao nosso alcance, apesar de virmos de uma derrota pesada no último jogo da 1ª fase com este adversário.
Para muitos, este não seria o jogo ideal para começar esta fase, mas, na realidade, nesta altura do campeonato, todos os jogos são complicados.
O encontro iniciou-se com os seguintes jogadores:
João Luís (gr), Renato, Pedro Reis, Alex (cap), Berna, Simão e Samuel.
Na 1ª parte ainda foram utilizados o Tiago Almeida, João Baptista, Tiago Neves, Rui Tiago e Couceiro.
O jogo começou com um Beira-Mar muito forte, a comandar as operações e a querer rapidamente chegar ao golo para quebrar alguma ansiedade. Nos primeiros 15 minutos de jogo o Gafanha nem conseguia respirar, pois a bola não saía da sua área e as jogadas de perigo sucediam-se. Só a grande exibição do seu guarda-redes e os ferros da baliza impediram que o resultado se alterasse. O Beira-Mar tudo tentou para marcar, mas a bem organizada e viril defesa do Gafanha ia chegando para as encomendas.
Mais uma vez conseguiram intimidar alguns dos nossos jogadores, fragilizando a nossa frente de ataque. De qualquer forma, também do banco saíram jogadores capazes de fazer a diferença, não permitindo, em momento algum, que o adversário se aproximasse da nossa baliza com perigo.
Assim, e até ao fim da 1ª parte, só deu Beira-Mar e o nosso guarda-redes não fez uma defesa.
Para a 2ª parte a equipa apresentou-se com o seguinte “sete”:
João Luis (gr), Tiago Almeida, Simão, Alex (cap), Rui Tiago, Berna e João Baptista.
O Renato, Tiago Neves, Pedro Reis, Couceiro e Samuel, também entraram neste período de jogo.
Era urgente passar das oportunidades ao golo. Assim, e mais uma vez, fomos para o meio campo do adversário e criámos inúmeras oportunidades de golo, mas não estava a ser fácil ultrapassar o inspirado guarda-redes contrário.
Como se costuma dizer, “água mole em pedra dura tanto bate até que fura” e, finalmente, conseguimos marcar num lance de pouca sorte para o guarda-redes.
Com um golo marcado, a nossa equipa continuou na mesma toada de ataque e teve algumas oportunidades de ampliar a vantagem. Mas, e sem que nada o fizesse prever, numa das raras jogadas de contra-ataque do Gafanha, estes beneficiaram de um livre perigoso, à entrada da nossa área, que aproveitaram da melhor forma para restabelecer a igualdade. Este golo mexeu um pouco com a nossa equipa, mas ainda dispusemos de algumas oportunidades flagrantes para alterar o resultado.
Foi um jogo tenso, apresentando-se a nossa equipa capaz de criar muitas oportunidades, contanto com 5 bolas nos ferros da baliza, que apenas a sorte (ou falta dela) não quis traduzir numa vitória folgada.
Mais uma vez a equipa do Gafanha se bateu muito bem, conseguindo um empate frente a um Beira-Mar que foi sempre superior mas não chegou para levar de vencida uma equipa que deixou tudo no campo para evitar a derrota.
O marcador do golo solitário foi o Rui Tiago.
Força equipa, com certeza muitas vitórias irão aparecer com o esforço de todos.
domingo, 6 de fevereiro de 2011
INICIADOS A: "Derby" equilibrado acabou pintado em tons auri-negros!
AD Taboeira, 1 - SC Beira-Mar, 2
(0-1, ao intervalo)
Apesar de estarem já definidos, desde há muito, os principais objectivos de ambas as equipas (qualificação para a 2ª fase - sim para o Beira-Mar, não para o Taboeira), os dois emblemas aveirenses, todas as vezes que se encontram, arranjam sempre motivações extra que conferem a estes confrontos algo de especial, que não se verifica na maior parte dos outros jogos. No caso em análise, os auri-negros buscavam a manutenção da invencibilidade no campeonato nacional e uma vitória sobre a única equipa a quem ainda não haviam ganho na presente época. Do lado contrário, o Taboeira procurava fazer história e ser a primeira equipa a vergar os comandados de Alberto Rainho ao peso de uma derrota.
Foram estes os dados que lançaram um jogo muito bem disputado, com o equilíbrio a predominar durante a maior parte do tempo, e em que a entrega de todos os jogadores foi o factor mais relevante. A vitória foi do Beira-Mar, feliz na obtenção do primeiro golo, mas que mostrou mais e melhores argumentos para justificar os 3 pontos conquistados.
No relvado sintético do Parque de jogos José O. Santos, em Frossos, sob uma arbitragem que não teve influência no resultado do juiz aveirense, Sr. Carlos Oliveira, as equipas apresentaram:
AD Taboeira: Rúben (gr); Paulo (Filipe, int), Gonçalves, Dias e Hugo (Alex, 58'); Tiago (cap) (Duarte, 43'), Aidos e Kiko; J. Ribeiro, Dani (Mica, int) e Fábio.
SC Beira-Mar: Pedro Rafael (gr); Yusuf, Ricardo Pinto, Fábio (cap) e Filipe Melo; Nuno Abreu, Lucas (Sousa, 60') e Tiago Ramalho; Aurélio (Tiago Marques, 68'), João Miguel (Steven, int) e Bruno Ribeiro.
Suplentes não utilizados: Canha (gr), Ricardo Esteves, Rui e Bruno Reis.
A primeira parte do jogo teve o equilíbrio como nota dominante e assistiu-se, sobretudo, a um futebol musculado, de muita entrega por parte de todos os jogadores, que lutavam bastante pela posse de bola, que raramente circulava de pé para pé, prevalecendo o futebol directo. A primeira sensação de golo deu-a o Beira-Mar, aos 10', com Bruno Ribeiro a fugir pela esquerda e a cruzar para Aurélio, que falha por muito pouco a finalização, saindo a bola junto ao poste contrário sem que ninguém lhe tocasse, mas, 2 minutos volvidos, J. Ribeiro quase aproveita uma hesitação no centro da defesa auri-negra, acabando por cabecear para as mãos de Rafa.
Os lances de bola parada também eram aproveitados, por ambas as equipas, para criar perigo junto das balizas. Na sequência da marcação de pontapés de canto, o Taboeira, aos 14', coloca Rafa à prova, ao que respondeu o Beira-Mar, aos 17', com Fábio a aproveitar um ressalto e a rematar contra a muralha de pernas que preenchia a grande área adversária.
O jogo começaria a pintar-se com as cores amarelas e pretas, aos 20', com a obtenção do 0-1. A jogada é iniciada em Aurélio, do lado direito, que, com muito perigo, faz a bola passar em frente da baliza para o lado contrário, onde Tiago Ramalho insiste e, flectindo para dentro, desfere um remate que leva a bola a entrar entre o guardião da casa e o poste, não ficando Rúben muito bem nesta fotografia. Acontece aos melhores...
O Taboeira reagiu ao golo, não com futebol bem jogado, mas ainda com mais entrega e fazendo de cada lance de bola parada uma possibilidade de chegar ao empate. Foi o que esteve para acontecer, aos 22', com Dani a ganhar um ressalto na área, mas a falhar o remate para a baliza, que seria potencialmente perigoso.
Sem ter atingido níveis muito elevados, a qualidade melhorou ligeiramente na segunda parte, período onde se assistiu já a algumas jogadas de fino recorte técnico, sempre por parte da equipa orientada por Alberto Raínho, respondendo o Taboeira com muito perigo nos lances de bola parada e nos lançamentos longos para as costas dos nossos defesas.
Em desvantagem no marcador, a AD Taboeira viria a dar, neste segundo tempo, o primeiro sinal de perigo, aos 41', quando, no seguimento de um cruzamento da esquerda, o recém-entrado Mica não chega à bola, de cabeça, por muito pouco. O Beira-Mar responderia, aos 44', através de uma boa jogada de Aurélio pelo lado direito, com o cruzamento a apanhar Steven ao segundo poste, que, em dificuldade, cabeceou fraco. Bruno Ribeiro, aos 46', voltaria a ameaçar, rematando cruzado, rente ao poste, depois de uma bonita iniciativa pelo meio em que, primeiro, passou a bola sobre um defesa.
As situações de perigo sucediam-se, de um lado e doutro e, aos 48', Rafa faz a defesa da manhã, negando o golo do empate ao desviar para canto um pontapé forte de Aidos, que ganhou a posição sobre a direita após várias insistências, sempre com a bola a ser disputado pelo ar. Na sequência do canto, gera-se nova situação de perigo, mas a defensiva auri-negra alivia. Era o prenúncio para o que viria a suceder pouco depois, estavam decorridos 51' de jogo. Na sequência de um livre na direita, no enfiamento da grande área auri-negra, Hugo coloca na área, com a bola a sofrer um desvio e a sobrar para Mica, que de cabeça, ao segundo poste, faz à vontade o empate.
O Beira-Mar reagiu muito bem ao 1-1 e Steven começou a dar nas vistas. Aos 53' é lançado na frente, ganhando em velocidade ao seu opositor, mas rematando fraco para as mãos de Rúben. Foi o ensaio para o lance seguinte, aos 55', talvez a jogada mais bonita de todo o jogo. Bruno Ribeiro, na zona do meio campo, solicita Steven na esquerda, que, mais uma vez, ganha em velocidade, vai à linha e centra rasteiro, oferecendo em bandeja de prata o 1-2 a Aurélio, que, à boca da baliza, se limitou a encostar para o fundo das redes.
Estava de novo na frente a equipa de Alberto Raínho, mas, com uma vantagem mínima, todos os cuidados eram poucos, sobretudo porque, num lance de bola parada, em que o Taboeira já dera mostras de ser perigoso, tudo poderia acontecer. Foi o caso de um pontapé de canto, apontado aos 59', em que uma entrada de rompante de Kiko quase dava o empate. No minuto seguinte, é Mica que quase aproveita mais uma hesitação na zona central, após um despejo de bola na frente.
Este lance foi o canto do cisne para o Taboeira, que viu, a partir daí, o Beira-Mar controlar a partida, jogando, quase sempre, perto da baliza da casa e criando as últimas oportunidades para fazer funcionar de novo o marcador. Aos 65', Ricardo Pinto teve tudo para fazer o terceiro golo, na sequência de uma espécie de canto mais curto apontado por Filipe Melo, do lado direito, mas, ao amortecer com o peito, deixou a bola fugir para as mãos de Rúben. Já em período de compensação, mais uma boa iniciativa de Bruno Ribeiro proporciona ao guardião do Taboeira uma defesa apertada e incompleta, desaproveitada porque não apareceu ninguém para a recarga.
Com esta vitória, a equipa do Beira-Mar fica a um jogo apenas de terminar a primeira fase sem derrotas, tarefa a que só Beira-Mar, Braga, Porto, Académica e Benfica podem ambicionar. Vão conseguir!
(0-1, ao intervalo)
Apesar de estarem já definidos, desde há muito, os principais objectivos de ambas as equipas (qualificação para a 2ª fase - sim para o Beira-Mar, não para o Taboeira), os dois emblemas aveirenses, todas as vezes que se encontram, arranjam sempre motivações extra que conferem a estes confrontos algo de especial, que não se verifica na maior parte dos outros jogos. No caso em análise, os auri-negros buscavam a manutenção da invencibilidade no campeonato nacional e uma vitória sobre a única equipa a quem ainda não haviam ganho na presente época. Do lado contrário, o Taboeira procurava fazer história e ser a primeira equipa a vergar os comandados de Alberto Rainho ao peso de uma derrota.
Foram estes os dados que lançaram um jogo muito bem disputado, com o equilíbrio a predominar durante a maior parte do tempo, e em que a entrega de todos os jogadores foi o factor mais relevante. A vitória foi do Beira-Mar, feliz na obtenção do primeiro golo, mas que mostrou mais e melhores argumentos para justificar os 3 pontos conquistados.
No relvado sintético do Parque de jogos José O. Santos, em Frossos, sob uma arbitragem que não teve influência no resultado do juiz aveirense, Sr. Carlos Oliveira, as equipas apresentaram:
AD Taboeira: Rúben (gr); Paulo (Filipe, int), Gonçalves, Dias e Hugo (Alex, 58'); Tiago (cap) (Duarte, 43'), Aidos e Kiko; J. Ribeiro, Dani (Mica, int) e Fábio.
SC Beira-Mar: Pedro Rafael (gr); Yusuf, Ricardo Pinto, Fábio (cap) e Filipe Melo; Nuno Abreu, Lucas (Sousa, 60') e Tiago Ramalho; Aurélio (Tiago Marques, 68'), João Miguel (Steven, int) e Bruno Ribeiro.
Suplentes não utilizados: Canha (gr), Ricardo Esteves, Rui e Bruno Reis.
A primeira parte do jogo teve o equilíbrio como nota dominante e assistiu-se, sobretudo, a um futebol musculado, de muita entrega por parte de todos os jogadores, que lutavam bastante pela posse de bola, que raramente circulava de pé para pé, prevalecendo o futebol directo. A primeira sensação de golo deu-a o Beira-Mar, aos 10', com Bruno Ribeiro a fugir pela esquerda e a cruzar para Aurélio, que falha por muito pouco a finalização, saindo a bola junto ao poste contrário sem que ninguém lhe tocasse, mas, 2 minutos volvidos, J. Ribeiro quase aproveita uma hesitação no centro da defesa auri-negra, acabando por cabecear para as mãos de Rafa.
Os lances de bola parada também eram aproveitados, por ambas as equipas, para criar perigo junto das balizas. Na sequência da marcação de pontapés de canto, o Taboeira, aos 14', coloca Rafa à prova, ao que respondeu o Beira-Mar, aos 17', com Fábio a aproveitar um ressalto e a rematar contra a muralha de pernas que preenchia a grande área adversária.
O jogo começaria a pintar-se com as cores amarelas e pretas, aos 20', com a obtenção do 0-1. A jogada é iniciada em Aurélio, do lado direito, que, com muito perigo, faz a bola passar em frente da baliza para o lado contrário, onde Tiago Ramalho insiste e, flectindo para dentro, desfere um remate que leva a bola a entrar entre o guardião da casa e o poste, não ficando Rúben muito bem nesta fotografia. Acontece aos melhores...
O Taboeira reagiu ao golo, não com futebol bem jogado, mas ainda com mais entrega e fazendo de cada lance de bola parada uma possibilidade de chegar ao empate. Foi o que esteve para acontecer, aos 22', com Dani a ganhar um ressalto na área, mas a falhar o remate para a baliza, que seria potencialmente perigoso.
Sem ter atingido níveis muito elevados, a qualidade melhorou ligeiramente na segunda parte, período onde se assistiu já a algumas jogadas de fino recorte técnico, sempre por parte da equipa orientada por Alberto Raínho, respondendo o Taboeira com muito perigo nos lances de bola parada e nos lançamentos longos para as costas dos nossos defesas.
Em desvantagem no marcador, a AD Taboeira viria a dar, neste segundo tempo, o primeiro sinal de perigo, aos 41', quando, no seguimento de um cruzamento da esquerda, o recém-entrado Mica não chega à bola, de cabeça, por muito pouco. O Beira-Mar responderia, aos 44', através de uma boa jogada de Aurélio pelo lado direito, com o cruzamento a apanhar Steven ao segundo poste, que, em dificuldade, cabeceou fraco. Bruno Ribeiro, aos 46', voltaria a ameaçar, rematando cruzado, rente ao poste, depois de uma bonita iniciativa pelo meio em que, primeiro, passou a bola sobre um defesa.
As situações de perigo sucediam-se, de um lado e doutro e, aos 48', Rafa faz a defesa da manhã, negando o golo do empate ao desviar para canto um pontapé forte de Aidos, que ganhou a posição sobre a direita após várias insistências, sempre com a bola a ser disputado pelo ar. Na sequência do canto, gera-se nova situação de perigo, mas a defensiva auri-negra alivia. Era o prenúncio para o que viria a suceder pouco depois, estavam decorridos 51' de jogo. Na sequência de um livre na direita, no enfiamento da grande área auri-negra, Hugo coloca na área, com a bola a sofrer um desvio e a sobrar para Mica, que de cabeça, ao segundo poste, faz à vontade o empate.
O Beira-Mar reagiu muito bem ao 1-1 e Steven começou a dar nas vistas. Aos 53' é lançado na frente, ganhando em velocidade ao seu opositor, mas rematando fraco para as mãos de Rúben. Foi o ensaio para o lance seguinte, aos 55', talvez a jogada mais bonita de todo o jogo. Bruno Ribeiro, na zona do meio campo, solicita Steven na esquerda, que, mais uma vez, ganha em velocidade, vai à linha e centra rasteiro, oferecendo em bandeja de prata o 1-2 a Aurélio, que, à boca da baliza, se limitou a encostar para o fundo das redes.
Estava de novo na frente a equipa de Alberto Raínho, mas, com uma vantagem mínima, todos os cuidados eram poucos, sobretudo porque, num lance de bola parada, em que o Taboeira já dera mostras de ser perigoso, tudo poderia acontecer. Foi o caso de um pontapé de canto, apontado aos 59', em que uma entrada de rompante de Kiko quase dava o empate. No minuto seguinte, é Mica que quase aproveita mais uma hesitação na zona central, após um despejo de bola na frente.
Este lance foi o canto do cisne para o Taboeira, que viu, a partir daí, o Beira-Mar controlar a partida, jogando, quase sempre, perto da baliza da casa e criando as últimas oportunidades para fazer funcionar de novo o marcador. Aos 65', Ricardo Pinto teve tudo para fazer o terceiro golo, na sequência de uma espécie de canto mais curto apontado por Filipe Melo, do lado direito, mas, ao amortecer com o peito, deixou a bola fugir para as mãos de Rúben. Já em período de compensação, mais uma boa iniciativa de Bruno Ribeiro proporciona ao guardião do Taboeira uma defesa apertada e incompleta, desaproveitada porque não apareceu ninguém para a recarga.
Com esta vitória, a equipa do Beira-Mar fica a um jogo apenas de terminar a primeira fase sem derrotas, tarefa a que só Beira-Mar, Braga, Porto, Académica e Benfica podem ambicionar. Vão conseguir!
INFANTIS A "B": A maior goleada da época!
SC Beira-Mar, 30 - AA Macinhatense, 0
(12-0, ao intervalo)
A equipa "B" do escalão de infantis A do SC Beira-Mar continuou, na tarde de ontem, o "passeio" em que se parece tornar esta 2ª fase do campeonato distrital da categoria, alcançando a sua segunda vitória, com uma segunda goleada, por números que ficam a constituir o recorde da presente temporada - 30-0! Impressionante o "score" atingido pelos jovens auri-negros, que marcaram, em termos médios, um golo cada 2 minutos.
Para que o resultado tivesse atingido estes números tão desnivelados, há, seguramente, uma explicação. Ela resulta, na nossa opinião, de uma conjugação de factores, dos quais destacamos, em primeiro lugar, o poderio que evidencia esta equipa do Beira-Mar, que, apesar de já ter realizado ao início da manhã um jogo de grande importância para a disputa do título de campeão distrital (vitória no terreno de um dos candidatos, o Anta, por 0-1), apresentou, no Campo do Seminário, um conjunto recheado de bons valores, a maioria deles campeões distritais de infantis B na época passada. Depois, há que dizê-lo, o nosso adversário, apesar do brio e do "fair-play" que mostraram, e sem desprimor de espécie alguma, revelou imensas fragilidades, próprias de alguém que é de "outro campeonato". Por último, pensamos que os números atingidos são fruto também da ambição revelada por um grupo, que se quer motivar valorizando o espectáculo e que sabe que, para o fazer contra adversários de categoria inferior, só a vitória não chega, é necessário estabelecer objectivos mais elevados. É compreensível e com isto saem todos a ganhar.
Quanto ao jogo, os números falam por si, nem a história dos golos se vai contar, como de costume, tão fastidioso se tornaria. Referir apenas algumas curiosidades: o primeiro golo do Beira-Mar foi obtido "apenas" aos 5' de jogo, maior período de tempo que o Macinhatense esteve sem sofrer golos; Henrique, que defendeu a baliza do Beira-Mar durante toda a primeira parte, tocou apenas uma vez na bola, para executar um pontapé de baliza; os 8 primeiros golos do Beira-Mar tiveram 8 marcadores diferentes; todos os jogadores de campo do Beira-Mar marcaram golos; Didi foi o artilheiro-mor, com 9 tentos apontados; Renato, que substituiu Henrique na baliza ao intervalo, fez a primeira defesa, fácil, para deter um pontapé livre apontado no meio campo do Macinhatense, apenas aos 35'.
De resto, os golos foram para todos os gostos, resultado de boas combinações, de belas iniciativas individuais, de cabeça, com o pé, através de remates de fora da área, de grande penalidade, emendas à boca da baliza, aproveitamento de deslizes, etc, etc, etc...
Ricardo Pineiro apresentou neste jogo:
Henrique (gr); Rafa e Toncha; Vítor Hugo, Hugo e João Gonçalo; Didi (cap).
Também jogaram: Renato (gr), Leonardo e Portugal.
Marcaram os golos: Didi (9), Toncha (4), João Gonçalo (4), Vítor Hugo (3), Leonardo (3), Portugal (3), Hugo (2) e Rafa (2).
(12-0, ao intervalo)
A equipa "B" do escalão de infantis A do SC Beira-Mar continuou, na tarde de ontem, o "passeio" em que se parece tornar esta 2ª fase do campeonato distrital da categoria, alcançando a sua segunda vitória, com uma segunda goleada, por números que ficam a constituir o recorde da presente temporada - 30-0! Impressionante o "score" atingido pelos jovens auri-negros, que marcaram, em termos médios, um golo cada 2 minutos.
Para que o resultado tivesse atingido estes números tão desnivelados, há, seguramente, uma explicação. Ela resulta, na nossa opinião, de uma conjugação de factores, dos quais destacamos, em primeiro lugar, o poderio que evidencia esta equipa do Beira-Mar, que, apesar de já ter realizado ao início da manhã um jogo de grande importância para a disputa do título de campeão distrital (vitória no terreno de um dos candidatos, o Anta, por 0-1), apresentou, no Campo do Seminário, um conjunto recheado de bons valores, a maioria deles campeões distritais de infantis B na época passada. Depois, há que dizê-lo, o nosso adversário, apesar do brio e do "fair-play" que mostraram, e sem desprimor de espécie alguma, revelou imensas fragilidades, próprias de alguém que é de "outro campeonato". Por último, pensamos que os números atingidos são fruto também da ambição revelada por um grupo, que se quer motivar valorizando o espectáculo e que sabe que, para o fazer contra adversários de categoria inferior, só a vitória não chega, é necessário estabelecer objectivos mais elevados. É compreensível e com isto saem todos a ganhar.
Quanto ao jogo, os números falam por si, nem a história dos golos se vai contar, como de costume, tão fastidioso se tornaria. Referir apenas algumas curiosidades: o primeiro golo do Beira-Mar foi obtido "apenas" aos 5' de jogo, maior período de tempo que o Macinhatense esteve sem sofrer golos; Henrique, que defendeu a baliza do Beira-Mar durante toda a primeira parte, tocou apenas uma vez na bola, para executar um pontapé de baliza; os 8 primeiros golos do Beira-Mar tiveram 8 marcadores diferentes; todos os jogadores de campo do Beira-Mar marcaram golos; Didi foi o artilheiro-mor, com 9 tentos apontados; Renato, que substituiu Henrique na baliza ao intervalo, fez a primeira defesa, fácil, para deter um pontapé livre apontado no meio campo do Macinhatense, apenas aos 35'.
De resto, os golos foram para todos os gostos, resultado de boas combinações, de belas iniciativas individuais, de cabeça, com o pé, através de remates de fora da área, de grande penalidade, emendas à boca da baliza, aproveitamento de deslizes, etc, etc, etc...
Ricardo Pineiro apresentou neste jogo:
Henrique (gr); Rafa e Toncha; Vítor Hugo, Hugo e João Gonçalo; Didi (cap).
Também jogaram: Renato (gr), Leonardo e Portugal.
Marcaram os golos: Didi (9), Toncha (4), João Gonçalo (4), Vítor Hugo (3), Leonardo (3), Portugal (3), Hugo (2) e Rafa (2).
sábado, 5 de fevereiro de 2011
INICIADOS B: O caminho faz-se, caminhando...
SC Paivense, 1 - SC Beira-Mar, 2
(1-2, ao intervalo)
O SC Beira-Mar venceu hoje à tarde o SC Paivense, por 2-1, no Estádio Municipal da Boavista, em Castelo de Paiva, em jogo da 2.ª jornada da 2ª fase do campeonato distrital de iniciados da 1ª divisão, Série dos Primeiros.
O marcador funcionou aos 14 minutos, quando após jogada individual de André, este é derrubado dentro da área adversária. Na conversão do castigo máximo, Regêncio não desperdiça a oportunidade de abrir o marcador e faz o 0-1.
O Paivense, sem criar muitas oportunidades de golo, chega à igualdade, aos 27 minutos, numa jogada de insistência pelo lado direito do ataque.
Contudo, os auri-negros não baixaram os braços e, logo de seguida, chegam novamente à vantagem no marcador, através de André, que foi desmarcado na perfeição por Rui Ladeiro, estavam decorridos 29 minutos.
A primeira parte terminava com a justa vantagem do Beira-Mar.
A segunda parte do jogo não teve grande história, apenas de salientar a braveza e vontade dos atletas do Beira-Mar em conseguir a vitória.
Obrigada a correr atrás do prejuízo, a equipa do Paivense entregou-se à luta e encostou o adversário às cordas, sujeitando o SC Beira-Mar a verdadeiro sufoco nos minutos finais da partida, que haveria de terminar com uma preciosa vitória auri-negra, a segunda em 2 jogos realizados nesta fase.
A equipa do SC Beira-Mar apresentou-se da seguinte maneira:
João Pedro (gr) (Diogo, 35’); Bruno Matos (Miguel Bastos, 35'), Mango, Nuno Silva e Marcos Franco (Gonçalo Ladeiro, 56’); João Neves (cap), Rui Ladeiro, Regêncio e André; Luís Miguel (Lãne Nhaga, 46’) e Manú (João Gonçalves, 35’).
Suplentes não utilizados: Gi e João Gonçalo.
(1-2, ao intervalo)
O SC Beira-Mar venceu hoje à tarde o SC Paivense, por 2-1, no Estádio Municipal da Boavista, em Castelo de Paiva, em jogo da 2.ª jornada da 2ª fase do campeonato distrital de iniciados da 1ª divisão, Série dos Primeiros.
O marcador funcionou aos 14 minutos, quando após jogada individual de André, este é derrubado dentro da área adversária. Na conversão do castigo máximo, Regêncio não desperdiça a oportunidade de abrir o marcador e faz o 0-1.
O Paivense, sem criar muitas oportunidades de golo, chega à igualdade, aos 27 minutos, numa jogada de insistência pelo lado direito do ataque.
Contudo, os auri-negros não baixaram os braços e, logo de seguida, chegam novamente à vantagem no marcador, através de André, que foi desmarcado na perfeição por Rui Ladeiro, estavam decorridos 29 minutos.
A primeira parte terminava com a justa vantagem do Beira-Mar.
A segunda parte do jogo não teve grande história, apenas de salientar a braveza e vontade dos atletas do Beira-Mar em conseguir a vitória.
Obrigada a correr atrás do prejuízo, a equipa do Paivense entregou-se à luta e encostou o adversário às cordas, sujeitando o SC Beira-Mar a verdadeiro sufoco nos minutos finais da partida, que haveria de terminar com uma preciosa vitória auri-negra, a segunda em 2 jogos realizados nesta fase.
A equipa do SC Beira-Mar apresentou-se da seguinte maneira:
João Pedro (gr) (Diogo, 35’); Bruno Matos (Miguel Bastos, 35'), Mango, Nuno Silva e Marcos Franco (Gonçalo Ladeiro, 56’); João Neves (cap), Rui Ladeiro, Regêncio e André; Luís Miguel (Lãne Nhaga, 46’) e Manú (João Gonçalves, 35’).
Suplentes não utilizados: Gi e João Gonçalo.
BENJAMINS A "B": Bom espectáculo de futebol
GD Gafanha, 1 - SC Beira-Mar "B", 2
(0-1, ao intervalo)
Foi um dos jogos mais bem conseguidos da época por parte da nossa equipa, que se mostrou bastante concentrada e combativa durante toda a partida. Começámos o jogo com algumas hesitações, mas passados os minutos iniciais controlámos o jogo, ensaiando jogadas de belo efeito, resultando uma dessas boas jogadas no primeiro golo da nossa equipa. Não permitimos reacção por parte do adversário, continuando a "mandar" no jogo até ao intervalo.
Na segunda parte entrámos muito bem, até que, em determinado momento, defendemos muito próximo da nossa área, o que permitiu ao adversário chegar ao empate, pondo alguma injustiça no resultado. Reagimos de imediato e criámos algumas boas situações para finalizar, o que só não aconteceu por manifesta infelicidade. Próximo do final e a premiar mais uma boa jogada, conseguimos isolar a nossa ponta de lança, que, com facilidade, concretizou o golo que daria a vitória.
Resta referir que foi um bom jogo de futebol, perante um bom adversário (já nos tinha vencido esta época), o que valoriza ainda mais a nossa vitória.
Jogaram: Álvaro (gr); Rafa; Vieira; Samuel (cap); Alain; Miguel; Tiago Brandão; Afonso; Melo e Henrique.
Marcaram: Alain e Henrique.
(0-1, ao intervalo)
Foi um dos jogos mais bem conseguidos da época por parte da nossa equipa, que se mostrou bastante concentrada e combativa durante toda a partida. Começámos o jogo com algumas hesitações, mas passados os minutos iniciais controlámos o jogo, ensaiando jogadas de belo efeito, resultando uma dessas boas jogadas no primeiro golo da nossa equipa. Não permitimos reacção por parte do adversário, continuando a "mandar" no jogo até ao intervalo.
Na segunda parte entrámos muito bem, até que, em determinado momento, defendemos muito próximo da nossa área, o que permitiu ao adversário chegar ao empate, pondo alguma injustiça no resultado. Reagimos de imediato e criámos algumas boas situações para finalizar, o que só não aconteceu por manifesta infelicidade. Próximo do final e a premiar mais uma boa jogada, conseguimos isolar a nossa ponta de lança, que, com facilidade, concretizou o golo que daria a vitória.
Resta referir que foi um bom jogo de futebol, perante um bom adversário (já nos tinha vencido esta época), o que valoriza ainda mais a nossa vitória.
Jogaram: Álvaro (gr); Rafa; Vieira; Samuel (cap); Alain; Miguel; Tiago Brandão; Afonso; Melo e Henrique.
Marcaram: Alain e Henrique.
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