Com vitórias pelo mesmo resultado (4-1), os benjamins B em Oliveira do Bairro e os traquinas A na recepção ao Mourisquense, as equipas destes escalões melhoraram as suas posições nos respectivos campeonatos distritais, ascendendo ao 2º lugar os sub-10 e igualando a pontuação do vice-lider a equipa de Daniel Esteves, que manteve, contudo, a 3ª posição.
O Anadia foi a "besta negra" deste fim-de-semana, evitando o pleno de vitórias auri-negras nos 6 jogos disputados no campo do Seminário. Com efeito, o emblema do "trevo" impôs aos aveirenses uma derrota tangencial no escalão de infantis B e, surpreendentemente, tal como no ano transacto, fez marcar passo a equipa de infantis A, que cedeu o 2º empate consecutivo na prova e viu aproximarem-se perigosamente os seus adversários mais directos.
Na variante de 11, destaque para a vitória clara dos juniores sobre o Oliveira do Bairro, resultado que quase garante à equipa de António Luís a permanência na prova nacional do 2º escalão.
Com um saldo de 8 vitórias, 1 empate e 4 derrotas, veja agora o quadro completo dos resultados da última jornada:
COMENTÁRIO:
JUNIORES: A vitória por 3-0 sobre o Oliveira do Bairro foi um passo enorme rumo à tranquilidade com que poderá vir a encarar a parte final desta 2ª fase do campeonato nacional da 2ª divisão. Com efeito, agora com 9 pontos acima da "linha de água" e 5 partidas para disputar (3 das quais em casa), os auri-negros têm a manutenção a um pequeno passo.
Pelo contrário, no campeonato distrital da 1ª divisão, a equipa do Beira-Mar voltou a cair para uma zona perigosa (7º lugar com os mesmos pontos do 5º) depois da derrota caseira, frente ao Fiães, por 1-3.
INICIADOS: A derrota tangencial, por 3-2, sofrida em Guimarães, mostra que nesta zona B da 2ª fase do campeonato nacional, FC Porto à parte, há muito equilíbrio entre as equipas e todos os jogos poderão e deverão ser disputados para ganhar. Com 2 jogos em casa na 2ª volta, contra as equipas do "seu" campeonato, a equipa de Alberto Raínho tem fortes possibilidades de terminar esta fase muito bem posicionada.
Quem fez um brilharete foi a jovem equipa sub-14, que disputa o campeonato distrital da 1ª divisão, ao receber e bater a forte equipa do Avanca, por 1-0, "vingando" as 2 derrotas sofridas na 1ª fase.
INFANTIS A: A maior surpresa da jornada veio do empate cedido em casa (1-1) frente ao Anadia pela equipa de Ricardo Pinheiro. Com este resultado, a equipa auri-negra perde 4 pontos em dois jogos consecutivos, vendo reduzida para 2 pontos a vantagem sobre o 2º classificado.
Na série F, dos últimos, a equipa "B" conseguiu uma vitória clara, por 7-0, na recepção ao Eixense. Com este resultado, os auri-negros igualaram o GD Gafanha no comando da série, beneficiando da derrota nesta jornada do seu adversário mais directo.
INFANTIS B: Também neste escalão a equipa do Beira-Mar não foi muito feliz no confronto com o Anadia, acabando por ser derrotada por nivelados 4-5. Com esta derrota, a 3ª consecutiva, os aveirenses viram-se ultrapassados na classificação pela Sanjoanense e ocupam agora o 7º lugar.
BENJAMINS A: As equipas sub-11 do SC Beira-Mar confirmaram, mais uma vez nesta jornada, o bom momento que atravessam e alcançaram duas vitórias que não oferecem contestação, mantendo a liderança das respectivas séries. Valonguense, no campo do Seminário e Águas Boas, no seu reduto, foram incapazes de contrariar a superioridade das equipas de João Paulo, acabando batidas por 17-0 e 0-5, respectivamente.
BENJAMINS B: Excelente vitória em Oliveira do Bairro, por 1-4, da equipa de Paulo Martins que disputa a série dos primeiros do campeonato distrital sub-10, mantendo a invencibilidade numa prova que parece ter 3 candidatos ao 1º lugar. Beneficiando do embate entre aqueles que eram os 2 primeiros classificados à partida para esta jornada (Feirense e Fermentelos), o Beira-Mar ascendeu à vice-liderança, estando agora a 2 pontos da equipa da Feira, que ganhou também o seu jogo e manteve o comando.
A equipa "B" realizou também um jogo de grande importância no campo do Seminário, tendo ganho ao Mourisquense, por 4-2, adversário a quem ultrapassou na classificação, estabelecendo-se agora no 2º lugar a 3 pontos da Oliveirense, que lidera a série D, dos últimos.
TRAQUINAS A: Também a equipa de Daniel Esteves teve um fim-de-semana proveitoso, recebendo e vencendo, por 4-1, a difícil equipa do Mourisquense, que era o 2º classificado à partida para este jogo. Os auri-negros mantiveram o 3º lugar que ocupavam, mas agora com os mesmos pontos do Fiães, que ocupa o 2º lugar e a 3 escassos pontos do líder Oliveira do Bairro.
TRAQUINAS B: Teve início a 2ª volta do torneio distrital e a equipa do Beira-Mar retribuía em Ovar a visita à Ovarense, a quem tinha ganho claramente no jogo da 1ª volta. Desta feita os "vareiros" mostraram-se mais fortes e venceram os nossos sub-8 por 4-2.
terça-feira, 22 de março de 2011
segunda-feira, 21 de março de 2011
JUNIORES A: Matou-se o "borrego"...
SC Beira-Mar, 3 - Oliveira do Bairro SC, 0
(0-0, ao intervalo)
À terceira foi de vez! Com efeito, após os 2 jogos realizados na 1ª fase do campeonato entre estas duas equipas, onde se registaram empates, os juniores auri-negros conseguiram, finalmente, uma merecida vitória, por 3-0, sobre o sempre incómodo Oliveira do Bairro, que tem sido, nos últimos anos, um verdadeiro "desmancha-prazeres", sobretudo nos jogos realizados no reduto aveirense. Com esta vitória, sem surpresas, a equipa de António Luís tem praticamente garantida a permanência no "nacional" da 2ª divisão.
Numa tarde de muito sol e algum calor, o SC Beira-Mar apresentou-se, no estádio Mário Duarte, com a seguinte equipa:
Cirineu (gr); Leandro, Lobo, Renato e Bryan; Mika (Cassamá, 57'), André Aranha e Ricardo Castro; Berna (Pedro, 81'), André Vaz (cap) e Filipe Vieira (Ibrahima, 76').
Suplentes não utilizados: Diogo Lopes (gr), Rui Santos, Ricardo Melo e Greno.
Num jogo de grande importância para as duas equipas, sobretudo para a do Oliveira do Bairro, que partia com 6 pontos de desvantagem para os aveirenses, o encontro reflectiu muito a responsabilidade sentida por ambas as formações, sobretudo na primeira parte, que acabou por não ser muito bem jogada. Os visitantes apostaram numa organização que privilegiava o aspecto defensivo, mostrando-se implacáveis nas marcações, usando mesmo, algumas vezes, de uma certa rispidez. O Beira-Mar teve, naturalmente, maior iniciativa, mas o seu futebol não esteve ao nível do que é capaz de fazer, tendo produzido, nos primeiros 45 minutos, poucas oportunidades de golo. Ainda assim, pertenceriam aos auri-negros as únicas situações de perigo registadas na etapa inicial junto das balizas, podendo mesmo ter ido para o descanso com vantagem no marcador.
A primeira grande oportunidade de golo aconteceu, aos 19', na sequência de um canto "curto", com Filipe Vieira a colocar a bola na pequena área, para uma entrada fulgurante de Renato, que, livre de marcação e em posição frontal à baliza, cabeceou por cima do travessão. Em lance de bola corrida, aos 37', numa jogada de envolvimento colectivo pelo corredor direito, começada e terminada por Filipe Vieira, o Beira-Mar voltou a estar perto de inaugurar o marcador, mas o remate do "Bolacha", efectuado já dentro da área, a passe atrasado de Berna, com quem tinha combinado, passou ligeiramente por cima da baliza. Estas foram as duas grandes oportunidades de golo criadas durante a primeira parte, ainda que, aos 40', o Beira-Mar tenha voltado a criar perigo para as redes dos jovens "falcões" do Cértima, numa penetração de André Vaz pelo meio, servindo Bryan, livre de marcação do lado esquerdo, de onde partiu o remate fraco e ao lado.
A segunda parte começou praticamente com mais um lance de perigo para a baliza bairradina. Aos 50', numa boa iniciativa pelo lado direito, Berna liberta-se dos seus adversários e atrasa para Filipe Vieira, que, mais uma vez, mostrou ter a pontaria do remate desafinada, fazendo a bola passar novamente por cima da barra.
Na resposta, o Oliveira do Bairro criou, pela primeira vez no desafio, uma situação de algum perigo para as redes de Cirineu, na sequência de uma hesitação entre o guardião auri-negro e Lobo, com a bola a sobrar para a entrada da área, tendo um jogador visitante aproveitado o desentendimento para rematar para a baliza, proporcionando uma defesa apertada ao nosso guarda-redes.
Era mais nítido agora, que o Oliveira do Bairro recuava bem as suas linhas, oferecendo a iniciativa do jogo ao Beira-Mar para procurar jogar no erro do adversário e desferir o contra-golpe. E, aos 60', de novo quase aproveitava uma bola que sobrou de uma defesa incompleta de Cirineu, que, ao desfazer um cruzamento, ficou fora da baliza, valendo que o balão do defesa-esquerdo oliveirense não levou boa direcção e passou por alto.
O jogo começaria a decidir-se no minuto seguinte, quando Cassamá, lançado no jogo 4 minutos antes, abriu o marcador. O cruzamento é da direita, de Leandro, e o marcador do 1-0 fez o resto, dominou na marca de grande penalidade e essa boa recepção permitiu o enquadramento com a baliza, desferindo um remate colocado que não deu hipóteses de defesa ao guarda-redes visitante.
O Oliveira do Bairro ainda reagiu ao golo, alterando um pouco a estratégia que tinha montado e acercando-se mais da baliza de Cirineu, mas a verdade é que nunca criou perigo e, aos 70', Berna, com um golaço, desfez o que restava das esperanças bairradinas. Foi, efectivamente, um golo digno de figurar em todos os compêndios de grandes golos. A excelente iniciativa é individual, com Berna a correr da direita para o meio, fugindo a todos os adversários que lhe surgiram, acabando por desferir, ainda de fora da área e com o pé esquerdo, um remate com suficiente força e suprema colocação, que tornaram infrutífera a estirada do guarda-redes do Oliveira do Bairro.
Com o 2-0, o jogo acabou para a equipa visitante e, até ao fim, só deu Beira-Mar, que marcou mais um golo e perdeu ainda algumas ocasiões. Aos 73', Filipe Vieira, após uma grande jogada de entendimento do ataque do Beira-Mar, aparece na cara do guardião contrário e perde a primeira e flagrante oportunidade de fazer o terceiro golo. Este acabaria de surgir pouco depois, aos 75', com Renato a aparecer solto na área e a dar o melhor seguimento a um livre de Bryan, rematando para o fundo das redes e fixando o 3-0 final.
Com o jogo completamente dominado, o Beira-Mar, aos 79' e 80', poderia ainda ter dilatado o marcador. No primeiro lance, Cassamá remata para uma defesa segura do guarda-redes do Oliveira do Bairro, após jogada de entendimento com o "capitão" André Vaz; no segundo, a iniciativa é de Ibrahima, pela esquerda, com o cruzamento atrasado e rasteiro a fazer passar a bola em frente à baliza, viajando para o segundo poste, onde Berna dispara de pé esquerdo a rasar o travessão.
Vitória justa da equipa que mais apostou nos 3 pontos, perante um adversário que deu a sensação sempre de que o empate seria um bom resultado. A arbitragem do Sr. António Resende, da AF Aveiro, se esteve bem no capítulo técnico, foi de alguma permissividade para com a extrema agressividade dos jogadores do Oliveira do Bairro. A expulsão do auri-negro Pedro, aos 84', não se discutindo a sua justiça e a responsabilidade que o jogador poderá ter tido e que, se assim for, saberá assumir, terá sido, também, uma consequência do "deixa andar" permitido pelo juiz aveirense.
(0-0, ao intervalo)
À terceira foi de vez! Com efeito, após os 2 jogos realizados na 1ª fase do campeonato entre estas duas equipas, onde se registaram empates, os juniores auri-negros conseguiram, finalmente, uma merecida vitória, por 3-0, sobre o sempre incómodo Oliveira do Bairro, que tem sido, nos últimos anos, um verdadeiro "desmancha-prazeres", sobretudo nos jogos realizados no reduto aveirense. Com esta vitória, sem surpresas, a equipa de António Luís tem praticamente garantida a permanência no "nacional" da 2ª divisão.
Numa tarde de muito sol e algum calor, o SC Beira-Mar apresentou-se, no estádio Mário Duarte, com a seguinte equipa:
Cirineu (gr); Leandro, Lobo, Renato e Bryan; Mika (Cassamá, 57'), André Aranha e Ricardo Castro; Berna (Pedro, 81'), André Vaz (cap) e Filipe Vieira (Ibrahima, 76').
Suplentes não utilizados: Diogo Lopes (gr), Rui Santos, Ricardo Melo e Greno.
Num jogo de grande importância para as duas equipas, sobretudo para a do Oliveira do Bairro, que partia com 6 pontos de desvantagem para os aveirenses, o encontro reflectiu muito a responsabilidade sentida por ambas as formações, sobretudo na primeira parte, que acabou por não ser muito bem jogada. Os visitantes apostaram numa organização que privilegiava o aspecto defensivo, mostrando-se implacáveis nas marcações, usando mesmo, algumas vezes, de uma certa rispidez. O Beira-Mar teve, naturalmente, maior iniciativa, mas o seu futebol não esteve ao nível do que é capaz de fazer, tendo produzido, nos primeiros 45 minutos, poucas oportunidades de golo. Ainda assim, pertenceriam aos auri-negros as únicas situações de perigo registadas na etapa inicial junto das balizas, podendo mesmo ter ido para o descanso com vantagem no marcador.
A primeira grande oportunidade de golo aconteceu, aos 19', na sequência de um canto "curto", com Filipe Vieira a colocar a bola na pequena área, para uma entrada fulgurante de Renato, que, livre de marcação e em posição frontal à baliza, cabeceou por cima do travessão. Em lance de bola corrida, aos 37', numa jogada de envolvimento colectivo pelo corredor direito, começada e terminada por Filipe Vieira, o Beira-Mar voltou a estar perto de inaugurar o marcador, mas o remate do "Bolacha", efectuado já dentro da área, a passe atrasado de Berna, com quem tinha combinado, passou ligeiramente por cima da baliza. Estas foram as duas grandes oportunidades de golo criadas durante a primeira parte, ainda que, aos 40', o Beira-Mar tenha voltado a criar perigo para as redes dos jovens "falcões" do Cértima, numa penetração de André Vaz pelo meio, servindo Bryan, livre de marcação do lado esquerdo, de onde partiu o remate fraco e ao lado.
A segunda parte começou praticamente com mais um lance de perigo para a baliza bairradina. Aos 50', numa boa iniciativa pelo lado direito, Berna liberta-se dos seus adversários e atrasa para Filipe Vieira, que, mais uma vez, mostrou ter a pontaria do remate desafinada, fazendo a bola passar novamente por cima da barra.
Na resposta, o Oliveira do Bairro criou, pela primeira vez no desafio, uma situação de algum perigo para as redes de Cirineu, na sequência de uma hesitação entre o guardião auri-negro e Lobo, com a bola a sobrar para a entrada da área, tendo um jogador visitante aproveitado o desentendimento para rematar para a baliza, proporcionando uma defesa apertada ao nosso guarda-redes.
Era mais nítido agora, que o Oliveira do Bairro recuava bem as suas linhas, oferecendo a iniciativa do jogo ao Beira-Mar para procurar jogar no erro do adversário e desferir o contra-golpe. E, aos 60', de novo quase aproveitava uma bola que sobrou de uma defesa incompleta de Cirineu, que, ao desfazer um cruzamento, ficou fora da baliza, valendo que o balão do defesa-esquerdo oliveirense não levou boa direcção e passou por alto.
O jogo começaria a decidir-se no minuto seguinte, quando Cassamá, lançado no jogo 4 minutos antes, abriu o marcador. O cruzamento é da direita, de Leandro, e o marcador do 1-0 fez o resto, dominou na marca de grande penalidade e essa boa recepção permitiu o enquadramento com a baliza, desferindo um remate colocado que não deu hipóteses de defesa ao guarda-redes visitante.
O Oliveira do Bairro ainda reagiu ao golo, alterando um pouco a estratégia que tinha montado e acercando-se mais da baliza de Cirineu, mas a verdade é que nunca criou perigo e, aos 70', Berna, com um golaço, desfez o que restava das esperanças bairradinas. Foi, efectivamente, um golo digno de figurar em todos os compêndios de grandes golos. A excelente iniciativa é individual, com Berna a correr da direita para o meio, fugindo a todos os adversários que lhe surgiram, acabando por desferir, ainda de fora da área e com o pé esquerdo, um remate com suficiente força e suprema colocação, que tornaram infrutífera a estirada do guarda-redes do Oliveira do Bairro.
Com o 2-0, o jogo acabou para a equipa visitante e, até ao fim, só deu Beira-Mar, que marcou mais um golo e perdeu ainda algumas ocasiões. Aos 73', Filipe Vieira, após uma grande jogada de entendimento do ataque do Beira-Mar, aparece na cara do guardião contrário e perde a primeira e flagrante oportunidade de fazer o terceiro golo. Este acabaria de surgir pouco depois, aos 75', com Renato a aparecer solto na área e a dar o melhor seguimento a um livre de Bryan, rematando para o fundo das redes e fixando o 3-0 final.
Com o jogo completamente dominado, o Beira-Mar, aos 79' e 80', poderia ainda ter dilatado o marcador. No primeiro lance, Cassamá remata para uma defesa segura do guarda-redes do Oliveira do Bairro, após jogada de entendimento com o "capitão" André Vaz; no segundo, a iniciativa é de Ibrahima, pela esquerda, com o cruzamento atrasado e rasteiro a fazer passar a bola em frente à baliza, viajando para o segundo poste, onde Berna dispara de pé esquerdo a rasar o travessão.
Vitória justa da equipa que mais apostou nos 3 pontos, perante um adversário que deu a sensação sempre de que o empate seria um bom resultado. A arbitragem do Sr. António Resende, da AF Aveiro, se esteve bem no capítulo técnico, foi de alguma permissividade para com a extrema agressividade dos jogadores do Oliveira do Bairro. A expulsão do auri-negro Pedro, aos 84', não se discutindo a sua justiça e a responsabilidade que o jogador poderá ter tido e que, se assim for, saberá assumir, terá sido, também, uma consequência do "deixa andar" permitido pelo juiz aveirense.
INICIADOS A: Assalto falhado ao "castelo" de Guimarães
Vitória SC (Guimarães), 3 - SC Beira-Mar, 2
(2-1, ao intervalo)
Numa manhã de muito sol e calor em Guimarães, a equipa de iniciados do SC Beira-Mar disputou mais um jogo desta segunda fase do campeonato nacional da categoria. A formação auri-negra entrou muito bem na partida, controlando a bola no meio terreno adversário e chegou à vantagem quando estava decorrido 1 minuto e 20 segundos de jogo. O 0-1 resultou de uma grande jogada pela esquerda, com Ribeiro e Melo a combinarem, tendo este último cruzado para o segundo poste, onde apareceu Aurélio a finalizar de primeira com o pé esquerdo.
O Vitória sentiu o golo, tendo o Beira-Mar continuado na tentativa de controlo do jogo, ainda que nem sempre tenha conseguido praticar futebol de qualidade. A equipa da casa deu o primeiro sinal de perigo numa arrancada do seu ala esquerdo, que efectuou um excelente cruzamento para a área aveirense, que Fábio, em esforço e para evitar que a bola chegasse a 2 jogadores vimaranenses, prontos para encostar para o golo, cortou para a própria baliza, fazendo a bola embater na barra.
A equipa de Alberto Raínho e João Amaral viria a responder a este lance, aos 14’, também com uma jogada de grande perigo e que poderia ter mudado o rumo dos acontecimentos. A jogada é de Aurélio, cuja arrancada só em falta é conseguida travar. Na sequência do livre correspondentemente assinalado, Filipe Melo coloca a bola ao segundo poste, em Ricardo Pinto, que atira para o golo, evitado por um defensor do Vitória, em cima da linha fatal. Na recarga, Fábio, por duas vezes, dentro da pequena área, não consegue incrivelmente o golo. Primeiro, porque o defesa vimaranense corta a bola com o braço (era penalti e expulsão do jogador do Vitória), depois, porque o guardião da casa efectuou uma excelente defesa.
Neste lance, que poderia ter dado o segundo golo e vantagem numérica aos aveirenses, "acabou" o Beira-Mar na primeira parte. Inexplicavelmente, os auri-negros começaram a falhar nas marcações e a permitir que o Guimarães começasse a tomar conta do jogo e a criar situações de embaraço para a baliza defendida por Rafa. E foi no espaço de 5 minutos que, na sequência de dois lançamentos laterais longos efectuados para a nossa área, em que a defensiva aveirense não foi lesta a afastar a bola que o Vitória fez dois golos e deu a “cambalhota” no marcador, colocando o resultado no 2-1 com que se atingiria o intervalo. De referir, no entanto, que antes do descanso, valeu uma excelente intervenção de Rafa, que negou o terceiro golo a um adversário que lhe apareceu isolado.
Na segunda parte, o Beira-Mar rectificou estes erros, entrando com uma postura diferente daquela que tinha permitido à equipa da casa dar a volta ao marcador. Contudo, a equipa aveirense não foi muito feliz e, praticamente no recomeço, aos 39’, o Guimarães chega ao 3-1, golo apontado na sequência da marcação de um pontapé de canto em que o central vimaranense salta mais alto que todos e marca de cabeça.
A equipa auri-negra acusou este golpe e demorou algum tempo até voltar a circular a bola entre os seus jogadores. Assim que o conseguiu, começou a chegar com maior frequência à área vimaranense e, como consequência disso, aos 50’, reduziu mesmo a desvantagem, chegando ao 3-2. O autor do golo foi novamente Aurélio, que bisou, mas a jogada começa em Steven, lançado em velocidade pela esquerda, que entrou na área e rematou para uma defesa apertada do nº 1 do Vitória, que não conseguiu depois suster a recarga.
Com uma diferença mínima no marcador, a partida estava relançada e o Beira-Mar bem tentou chegar ao empate, contudo, sem conseguir criar verdadeiras situações de golo. Neste período, foi a equipa da casa que, em rápidos contra-ataques, pôs os auri-negros em “sentido”, tentando através das alas aproveitar as costas da defesa aveirense. Os últimos lances de relativo perigo para a área vitoriana foram um livre que Bruno Ribeiro atirou ao lado e duas bolas colocadas na área, também na sequência de livres, na tentativa de criar uma situação de golo, o que não aconteceu.
Não especulando com o que poderia ter acontecido se o árbitro tivesse visto o lance ocorrido e já descrito, aos 14’ da primeira parte, acabámos por perder justamente, pelo que (não) fizemos na etapa inicial, ficando, no entanto, a sensação de que, com um pouco mais de concentração nos lances de bola parada (3 golos sofridos assim) e uma pontinha apenas de sorte, poderíamos ter saído de Guimarães com pelo menos 1 ponto.
No campo nº 1 do Complexo Desportivo Dr. António Pimenta Machado, na cidade de Guimarães, a equipa do Beira-Mar apresentou-se com:
Rafa (gr); Sousa, Ricardo Pinto, Fábio (cap) e Filipe Melo; Miguel (Nuno Abreu, 63'), Tiago Ramalho (Tiago Marques, 58’) e Hugo Custódio; Bruno Ribeiro, Aurélio e João Miguel (Steven, int).
Suplentes não utilizados: Canha (gr), Ricardo Esteves, Lucas e Yusuf.
(2-1, ao intervalo)
Numa manhã de muito sol e calor em Guimarães, a equipa de iniciados do SC Beira-Mar disputou mais um jogo desta segunda fase do campeonato nacional da categoria. A formação auri-negra entrou muito bem na partida, controlando a bola no meio terreno adversário e chegou à vantagem quando estava decorrido 1 minuto e 20 segundos de jogo. O 0-1 resultou de uma grande jogada pela esquerda, com Ribeiro e Melo a combinarem, tendo este último cruzado para o segundo poste, onde apareceu Aurélio a finalizar de primeira com o pé esquerdo.
O Vitória sentiu o golo, tendo o Beira-Mar continuado na tentativa de controlo do jogo, ainda que nem sempre tenha conseguido praticar futebol de qualidade. A equipa da casa deu o primeiro sinal de perigo numa arrancada do seu ala esquerdo, que efectuou um excelente cruzamento para a área aveirense, que Fábio, em esforço e para evitar que a bola chegasse a 2 jogadores vimaranenses, prontos para encostar para o golo, cortou para a própria baliza, fazendo a bola embater na barra.
A equipa de Alberto Raínho e João Amaral viria a responder a este lance, aos 14’, também com uma jogada de grande perigo e que poderia ter mudado o rumo dos acontecimentos. A jogada é de Aurélio, cuja arrancada só em falta é conseguida travar. Na sequência do livre correspondentemente assinalado, Filipe Melo coloca a bola ao segundo poste, em Ricardo Pinto, que atira para o golo, evitado por um defensor do Vitória, em cima da linha fatal. Na recarga, Fábio, por duas vezes, dentro da pequena área, não consegue incrivelmente o golo. Primeiro, porque o defesa vimaranense corta a bola com o braço (era penalti e expulsão do jogador do Vitória), depois, porque o guardião da casa efectuou uma excelente defesa.
Neste lance, que poderia ter dado o segundo golo e vantagem numérica aos aveirenses, "acabou" o Beira-Mar na primeira parte. Inexplicavelmente, os auri-negros começaram a falhar nas marcações e a permitir que o Guimarães começasse a tomar conta do jogo e a criar situações de embaraço para a baliza defendida por Rafa. E foi no espaço de 5 minutos que, na sequência de dois lançamentos laterais longos efectuados para a nossa área, em que a defensiva aveirense não foi lesta a afastar a bola que o Vitória fez dois golos e deu a “cambalhota” no marcador, colocando o resultado no 2-1 com que se atingiria o intervalo. De referir, no entanto, que antes do descanso, valeu uma excelente intervenção de Rafa, que negou o terceiro golo a um adversário que lhe apareceu isolado.
Na segunda parte, o Beira-Mar rectificou estes erros, entrando com uma postura diferente daquela que tinha permitido à equipa da casa dar a volta ao marcador. Contudo, a equipa aveirense não foi muito feliz e, praticamente no recomeço, aos 39’, o Guimarães chega ao 3-1, golo apontado na sequência da marcação de um pontapé de canto em que o central vimaranense salta mais alto que todos e marca de cabeça.
A equipa auri-negra acusou este golpe e demorou algum tempo até voltar a circular a bola entre os seus jogadores. Assim que o conseguiu, começou a chegar com maior frequência à área vimaranense e, como consequência disso, aos 50’, reduziu mesmo a desvantagem, chegando ao 3-2. O autor do golo foi novamente Aurélio, que bisou, mas a jogada começa em Steven, lançado em velocidade pela esquerda, que entrou na área e rematou para uma defesa apertada do nº 1 do Vitória, que não conseguiu depois suster a recarga.
Com uma diferença mínima no marcador, a partida estava relançada e o Beira-Mar bem tentou chegar ao empate, contudo, sem conseguir criar verdadeiras situações de golo. Neste período, foi a equipa da casa que, em rápidos contra-ataques, pôs os auri-negros em “sentido”, tentando através das alas aproveitar as costas da defesa aveirense. Os últimos lances de relativo perigo para a área vitoriana foram um livre que Bruno Ribeiro atirou ao lado e duas bolas colocadas na área, também na sequência de livres, na tentativa de criar uma situação de golo, o que não aconteceu.
Não especulando com o que poderia ter acontecido se o árbitro tivesse visto o lance ocorrido e já descrito, aos 14’ da primeira parte, acabámos por perder justamente, pelo que (não) fizemos na etapa inicial, ficando, no entanto, a sensação de que, com um pouco mais de concentração nos lances de bola parada (3 golos sofridos assim) e uma pontinha apenas de sorte, poderíamos ter saído de Guimarães com pelo menos 1 ponto.
No campo nº 1 do Complexo Desportivo Dr. António Pimenta Machado, na cidade de Guimarães, a equipa do Beira-Mar apresentou-se com:
Rafa (gr); Sousa, Ricardo Pinto, Fábio (cap) e Filipe Melo; Miguel (Nuno Abreu, 63'), Tiago Ramalho (Tiago Marques, 58’) e Hugo Custódio; Bruno Ribeiro, Aurélio e João Miguel (Steven, int).
Suplentes não utilizados: Canha (gr), Ricardo Esteves, Lucas e Yusuf.
BENJAMINS A "B": Boa segunda parte
GD Águas Boas, 0 - SC Beira-Mar "B", 5
(0-1, ao intervalo)
Não entrámos muito bem neste jogo, embora tenhamos exercido o total domínio do encontro. Jogámos de forma muito lenta e muito previsível para o adversário e, ainda, com falhas na finalização, que justificam um resultado tão escasso ao intervalo (0-1). Tudo se viria a alterar na segunda parte, fruto de uma maior velocidade e melhor circulação de bola entre todos os jogadores, que resultou em mais espaços criados na área adversária e no consequente dilatar do marcador a nosso favor. Uma palavra final para a entrega total dos jogadores (das duas equipas), perante um pelado difícil e algum calor que dificultou a tarefa de todos.
Jogaram: Álvaro; Mário; Diogo Silva (cap); Melo; Guilherme; Afonso; Diogo Mateus; Gustavo e Kiko.
Marcaram: Diogo Mateus (2); Afonso (2); Kiko.
(0-1, ao intervalo)
Não entrámos muito bem neste jogo, embora tenhamos exercido o total domínio do encontro. Jogámos de forma muito lenta e muito previsível para o adversário e, ainda, com falhas na finalização, que justificam um resultado tão escasso ao intervalo (0-1). Tudo se viria a alterar na segunda parte, fruto de uma maior velocidade e melhor circulação de bola entre todos os jogadores, que resultou em mais espaços criados na área adversária e no consequente dilatar do marcador a nosso favor. Uma palavra final para a entrega total dos jogadores (das duas equipas), perante um pelado difícil e algum calor que dificultou a tarefa de todos.
Jogaram: Álvaro; Mário; Diogo Silva (cap); Melo; Guilherme; Afonso; Diogo Mateus; Gustavo e Kiko.
Marcaram: Diogo Mateus (2); Afonso (2); Kiko.
BENJAMINS A "A": Fartura de golos!
SC Beira-Mar "A", 17 - AD Valonguense, 0
(9-0, ao intervalo)
Defrontávamos, neste jogo, um adversário já nosso conhecido da 1ª fase do campeonato, e que agora nos pareceu inferiorizado em comparação com o passado recente. Assim como das outras vezes em que nos defrontámos, saímos vitoriosos, só que desta feita com uma goleada muito significativa. Foram muitos os golos marcados (e muitos falhados), que são resultado de um domínio total sobre a frágil equipa do Valonguense. Estão de parabéns os nossos atletas, que levaram o jogo sempre muito a sério, com muita entrega e empenho, do qual resultaram bonitas jogadas de futebol.
Jogaram: Francisco; Samuel (cap); Rafa; Vieira; Alain; Miguel; J.Figueira; Henrique; Gonçalo e Filipe.
Marcaram: Henrique (4); Samuel (4); Alain (3); Gonçalo (2); Miguel; J.Figueira; Vieira e Rafa.
(9-0, ao intervalo)
Defrontávamos, neste jogo, um adversário já nosso conhecido da 1ª fase do campeonato, e que agora nos pareceu inferiorizado em comparação com o passado recente. Assim como das outras vezes em que nos defrontámos, saímos vitoriosos, só que desta feita com uma goleada muito significativa. Foram muitos os golos marcados (e muitos falhados), que são resultado de um domínio total sobre a frágil equipa do Valonguense. Estão de parabéns os nossos atletas, que levaram o jogo sempre muito a sério, com muita entrega e empenho, do qual resultaram bonitas jogadas de futebol.
Jogaram: Francisco; Samuel (cap); Rafa; Vieira; Alain; Miguel; J.Figueira; Henrique; Gonçalo e Filipe.
Marcaram: Henrique (4); Samuel (4); Alain (3); Gonçalo (2); Miguel; J.Figueira; Vieira e Rafa.
domingo, 20 de março de 2011
BENJAMINS B "A": O Sol iluminou a boa exibição da equipa auri-negra
Oliveira Bairro SC, 1 - SC Beira-Mar "A", 4
(0-2, ao intervalo)
Manhã de Verão em Oliveira do Bairro, para receber o encontro entre duas equipas que tinham estado no mesmo grupo de apuramento na 1ª fase. A diferença pontual que então se verificou esteve bem espelhada neste jogo.
O Beira-Mar jogou na 1ª parte com os seguintes jogadores:
João Luis (gr), Renato, Pedro Reis, Berna, Simão, João Baptista (cap) e Samuel.
Entraram ainda o Tiago Neves, Rui Tiago, Alex, Luis Nunes e Tiago Pinheiro.
O jogo iniciou com as duas equipas a jogarem a bola muito por alto, sem a colocarem junto à relva, o que beneficiou a equipa da casa, pois notava-se claramente que os nossos jogadores poderiam fazer melhor.
Pouco a pouco, fomos conseguindo trocar mais a bola e começámos a dominar mais o jogo e a aparecer com mais perigo junto da baliza adversária. O Oliveira do Bairro continuou a basear o seu jogo no pontapé para a frente, a tentar jogar no erro da nossa defesa, para aproveitar o forte pontapé de um dos seus atletas. Nunca conseguiu, no entanto, criar perigo, pois a nossa defesa nunca deu espaços para o remate.
Do outro lado, os nossos atacantes iam pondo a defesa contrária "com a cabeça à roda" e criando lances de perigo. Foi, no entanto, através de um livre à entrada da área que fizemos o primeiro golo. O Oliveira do Bairro teve a sua melhor oportunidade na reposição de bola após o golo, num forte remate do meio campo, com a bola a passar ligeiramente por cima da trave da nossa baliza. A partir daqui só deu Beira-Mar e, com algumas oportunidades falhadas, ainda conseguimos fazer o segundo golo antes do descanso, fixando o resultado em 0-2 ao intervalo.
Para a 2ª parte, os treinadores fizeram alinhar de início os seguintes jogadores:
João Luis (gr), Renato, Simão, Rui Tiago, Luis Nunes, João Baptista (cap) e Pedro Reis.
Jogaram ainda Samuel, Berna, Tiago Neves, Alex e Tiago Pinheiro.
A 2ª parte começou novamente com o Beira-Mar a jogar mais no meio campo adversário, mas sem criar muitos desequilíbrios. O Oliveira Bairro manteve-se fiel ao seu estilo de jogo, pontapé para a frente para ver o que dava.
O Beira-Mar, sempre mais forte e aproveitando muito bem o refrescar da equipa, foi aparecendo cada vez com mais perigo e, com jogadas de belo efeito, foi criando oportunidades, tendo concretizado duas delas (0-4). Nesta fase, o Beira-Mar trocou muito bem a bola, jogando-a sempre junto à relva, saindo com a bola controlada de uma baliza a outra, beneficiando da frescura física que conseguiu manter até final do encontro e de uma qualidade técnica superior à do seu adversário.
O Oliveira do Bairro conseguiu fazer o seu golo de honra já muito perto do final , de um livre marcado fora da área, aproveitando um dos seus pontos fortes (bom rematador).
O Beira-Mar fez um bom jogo, mostrou que tem uma equipa que sabe jogar bom futebol, mas, se todos os jogadores jogarem mais para a equipa, de certeza que ainda poderemos melhorar.
Os marcadores foram: João Baptista (2),Pedro Reis (1) e Samuel (1).
(0-2, ao intervalo)
Manhã de Verão em Oliveira do Bairro, para receber o encontro entre duas equipas que tinham estado no mesmo grupo de apuramento na 1ª fase. A diferença pontual que então se verificou esteve bem espelhada neste jogo.
O Beira-Mar jogou na 1ª parte com os seguintes jogadores:
João Luis (gr), Renato, Pedro Reis, Berna, Simão, João Baptista (cap) e Samuel.
Entraram ainda o Tiago Neves, Rui Tiago, Alex, Luis Nunes e Tiago Pinheiro.
O jogo iniciou com as duas equipas a jogarem a bola muito por alto, sem a colocarem junto à relva, o que beneficiou a equipa da casa, pois notava-se claramente que os nossos jogadores poderiam fazer melhor.
Pouco a pouco, fomos conseguindo trocar mais a bola e começámos a dominar mais o jogo e a aparecer com mais perigo junto da baliza adversária. O Oliveira do Bairro continuou a basear o seu jogo no pontapé para a frente, a tentar jogar no erro da nossa defesa, para aproveitar o forte pontapé de um dos seus atletas. Nunca conseguiu, no entanto, criar perigo, pois a nossa defesa nunca deu espaços para o remate.
Do outro lado, os nossos atacantes iam pondo a defesa contrária "com a cabeça à roda" e criando lances de perigo. Foi, no entanto, através de um livre à entrada da área que fizemos o primeiro golo. O Oliveira do Bairro teve a sua melhor oportunidade na reposição de bola após o golo, num forte remate do meio campo, com a bola a passar ligeiramente por cima da trave da nossa baliza. A partir daqui só deu Beira-Mar e, com algumas oportunidades falhadas, ainda conseguimos fazer o segundo golo antes do descanso, fixando o resultado em 0-2 ao intervalo.
Para a 2ª parte, os treinadores fizeram alinhar de início os seguintes jogadores:
João Luis (gr), Renato, Simão, Rui Tiago, Luis Nunes, João Baptista (cap) e Pedro Reis.
Jogaram ainda Samuel, Berna, Tiago Neves, Alex e Tiago Pinheiro.
A 2ª parte começou novamente com o Beira-Mar a jogar mais no meio campo adversário, mas sem criar muitos desequilíbrios. O Oliveira Bairro manteve-se fiel ao seu estilo de jogo, pontapé para a frente para ver o que dava.
O Beira-Mar, sempre mais forte e aproveitando muito bem o refrescar da equipa, foi aparecendo cada vez com mais perigo e, com jogadas de belo efeito, foi criando oportunidades, tendo concretizado duas delas (0-4). Nesta fase, o Beira-Mar trocou muito bem a bola, jogando-a sempre junto à relva, saindo com a bola controlada de uma baliza a outra, beneficiando da frescura física que conseguiu manter até final do encontro e de uma qualidade técnica superior à do seu adversário.
O Oliveira do Bairro conseguiu fazer o seu golo de honra já muito perto do final , de um livre marcado fora da área, aproveitando um dos seus pontos fortes (bom rematador).
O Beira-Mar fez um bom jogo, mostrou que tem uma equipa que sabe jogar bom futebol, mas, se todos os jogadores jogarem mais para a equipa, de certeza que ainda poderemos melhorar.
Os marcadores foram: João Baptista (2),Pedro Reis (1) e Samuel (1).
INICIADOS B: Vitória do colectivo
SC Beira-Mar, 1 - AA Avanca, 0
(0-0, ao intervalo)
Ao fim de 5 jogos sem ganhar, com derrotas imerecidas nalguns deles, a equipa de Edmundo Ferreira regressou às vitórias no campeonato distrital da 1ª divisão e conseguiu um triunfo frente ao Avanca, por 1-0, que o bom futebol que tem praticado nesta 2ª fase há muito já justificava.
O técnico aveirense apresentou para este jogo, disputado no campo de treinos do estádio Mário Duarte, os seguintes elementos:
João Pedro (gr); Nuno Aparício, Nuno Silva, Ricardo Mango e Bruno; João Neves (cap), Nuno Regêncio e Rafa (André, int); Gi (Rui Ladeiro, int), Manú (Lâne, 60') e Marcos (Luís Miguel, 68').
Suplentes não utilizados: Pedro Rafael (gr), Gonçalo Ladeiro e João Gonçalves.
Assistiu-se a um jogo de contrastes, entre duas equipas que assentaram o seu futebol em pressupostos completamente diferentes. O Beira-Mar recorrendo a uma maior posse e circulação de bola, saindo a jogar desde trás, com trocas sucessivas que a iam fazendo avançar no terreno. O Avanca, mais forte fisicamente, baseava o seu jogo num futebol mais directo e individualista, onde se destacava a força (e também alguma técnica) do seu "capitão" e nº 9, João Almeida, que colocou imensas vezes a defensiva auri-negra em sobressalto. Como o futebol é um jogo de equipa, acabou por prevalecer, muito justamente, a força do colectivo aveirense, ainda que os primeiros sinais de perigo tivessem ocorrido junto da baliza defendida por João Pedro. Sempre com João Almeida nas jogadas (apetece quase dizer que a equipa do Avanca foi o seu "capitão" e mais 10), aos 3', 9' e 12', os forasteiros ameaçaram o golo. No primeiro lance o remate saiu às malhas laterais (foi desferido de ângulo muito difícil, do lado esquerdo), depois valeu a escorregadela do nº 9 avancanense que o fez perder a oportunidade de disparar e, por último, a bola atirada para a baliza abandonada por uma saída em falso de João Pedro saiu rente ao poste esquerdo.
Com esta descrição, não se pense que o jogo era de sentido único, pelo contrário, o Beira-Mar tinha mais posse de bola, mas não produzia tanto perigo quanto aquele que a capacidade individual de João Almeida permitia ao Avanca no último terço do terreno. Só aos 14', os aveirenses deram a primeira sensação de golo para a sua equipa, após uma boa jogada de envolvimento, com a bola a chegar a Manú, que penetra pelo meio e, da zona da meia-lua, executa um remate em arco que faz a bola rasar o travessão. Até ao intervalo, mais um lance de perigo para cada uma das balizas. Aos 24', e sempre pelo seu "capitão", foi a vez do Avanca voltar a ameaçar, após uma jogada de insistência, que terminou com um remate à entrada da área que faz a bola rasar o poste esquerdo, tendo ainda sofrido um ligeiro desvio na sua trajectória. No minuto seguinte, e também em jogada individual (a excepção à regra na equipa do Beira-Mar), Marcos ganha em esforço a dois adversários, entra na área e remata cruzado, porém, fraco e ao lado.
A segunda parte não poderia ter começado melhor para a equipa da casa que, logo aos 37', se adiantou no marcador. O autor do 1-0 foi Manú, que aproveitou um corte incompleto da defensiva do Avanca para receber a bola e rematar fora do alcance do guardião João Leites. Com vantagem no marcador, os auri-negros passaram a controlar completamente o jogo, com largos períodos de posse de bola, que faziam o adversário andar quase sempre atrás dela.
Foi, pois, de uma forma completamente inesperada, aos 54', num período de controlo total do jogo por parte da equipa de Edmundo Ferreira, que o Avanca dispôs de uma soberana ocasião para empatar a partida. O autor do lance foi, claro, João Almeida, que, após uma perda de bola a meio campo, correu para a área aveirense, onde acabou derrubado por Nuno Silva. A grande penalidade, pronta e justificadamente assinalada pelo árbitro, foi, contudo, desperdiçada pelo nº 31, Armando, que acusou a responsabilidade e disparou por cima da barra.
Seguiu-se um período de maior insistência do Avanca, na procura do golo do empate, que acabou por não acontecer, mas que o incansável João Almeida tudo fez para alcançar. Aos 59', na sequência de um canto, proporcionou mais uma defesa apertada ao guardião João Pedro, que volta a entrar em acção no minuto seguinte, defendendo com o pé outro remate perigoso de João Almeida, que começou e acabou a jogada.
O Beira-Mar sacudiu esta pressão final da equipa do Avanca (melhor, do seu "capitão") e, aos 61', poderia mesmo ter "sentenciado" a partida. Marcos, em jogada individual pela esquerda, ganha a vários adversários, evita também o guarda-redes e oferece o golo a Lâne, que, à boca da baliza, se deixa antecipar por um adversário, que alivia para canto. Respondeu ainda o inenarrável João Almeida, aos 64', num lance em que se mostrou mais forte no 1x1 com Nuno Silva, valendo a boa estirada de João Pedro, que defendeu o remate e evitou o golo do empate. Antes do final, aos 69', Rui Ladeiro também faz brilhar João Leites, na recarga a um livre marcado por Regêncio e que a barreira devolveu. O remate partiu forte, mas o guardião da equipa "azul" efectuou a defesa da manhã.
Boa vitória para os comandados de Edmundo Ferreira e, sobretudo, um jogo em que mostraram, mais uma vez, ser uma equipa que sabe jogar futebol. No final, o poder do colectivo auri-negro levou a melhor sobre o valor individual de um bom jogador do Avanca. Foi justa a vitória do Beira-Mar, mas o "capitão" da equipa adversária, por si só, não merecia sair derrotado.
(0-0, ao intervalo)
Ao fim de 5 jogos sem ganhar, com derrotas imerecidas nalguns deles, a equipa de Edmundo Ferreira regressou às vitórias no campeonato distrital da 1ª divisão e conseguiu um triunfo frente ao Avanca, por 1-0, que o bom futebol que tem praticado nesta 2ª fase há muito já justificava.
O técnico aveirense apresentou para este jogo, disputado no campo de treinos do estádio Mário Duarte, os seguintes elementos:
João Pedro (gr); Nuno Aparício, Nuno Silva, Ricardo Mango e Bruno; João Neves (cap), Nuno Regêncio e Rafa (André, int); Gi (Rui Ladeiro, int), Manú (Lâne, 60') e Marcos (Luís Miguel, 68').
Suplentes não utilizados: Pedro Rafael (gr), Gonçalo Ladeiro e João Gonçalves.
Assistiu-se a um jogo de contrastes, entre duas equipas que assentaram o seu futebol em pressupostos completamente diferentes. O Beira-Mar recorrendo a uma maior posse e circulação de bola, saindo a jogar desde trás, com trocas sucessivas que a iam fazendo avançar no terreno. O Avanca, mais forte fisicamente, baseava o seu jogo num futebol mais directo e individualista, onde se destacava a força (e também alguma técnica) do seu "capitão" e nº 9, João Almeida, que colocou imensas vezes a defensiva auri-negra em sobressalto. Como o futebol é um jogo de equipa, acabou por prevalecer, muito justamente, a força do colectivo aveirense, ainda que os primeiros sinais de perigo tivessem ocorrido junto da baliza defendida por João Pedro. Sempre com João Almeida nas jogadas (apetece quase dizer que a equipa do Avanca foi o seu "capitão" e mais 10), aos 3', 9' e 12', os forasteiros ameaçaram o golo. No primeiro lance o remate saiu às malhas laterais (foi desferido de ângulo muito difícil, do lado esquerdo), depois valeu a escorregadela do nº 9 avancanense que o fez perder a oportunidade de disparar e, por último, a bola atirada para a baliza abandonada por uma saída em falso de João Pedro saiu rente ao poste esquerdo.
Com esta descrição, não se pense que o jogo era de sentido único, pelo contrário, o Beira-Mar tinha mais posse de bola, mas não produzia tanto perigo quanto aquele que a capacidade individual de João Almeida permitia ao Avanca no último terço do terreno. Só aos 14', os aveirenses deram a primeira sensação de golo para a sua equipa, após uma boa jogada de envolvimento, com a bola a chegar a Manú, que penetra pelo meio e, da zona da meia-lua, executa um remate em arco que faz a bola rasar o travessão. Até ao intervalo, mais um lance de perigo para cada uma das balizas. Aos 24', e sempre pelo seu "capitão", foi a vez do Avanca voltar a ameaçar, após uma jogada de insistência, que terminou com um remate à entrada da área que faz a bola rasar o poste esquerdo, tendo ainda sofrido um ligeiro desvio na sua trajectória. No minuto seguinte, e também em jogada individual (a excepção à regra na equipa do Beira-Mar), Marcos ganha em esforço a dois adversários, entra na área e remata cruzado, porém, fraco e ao lado.
A segunda parte não poderia ter começado melhor para a equipa da casa que, logo aos 37', se adiantou no marcador. O autor do 1-0 foi Manú, que aproveitou um corte incompleto da defensiva do Avanca para receber a bola e rematar fora do alcance do guardião João Leites. Com vantagem no marcador, os auri-negros passaram a controlar completamente o jogo, com largos períodos de posse de bola, que faziam o adversário andar quase sempre atrás dela.
Foi, pois, de uma forma completamente inesperada, aos 54', num período de controlo total do jogo por parte da equipa de Edmundo Ferreira, que o Avanca dispôs de uma soberana ocasião para empatar a partida. O autor do lance foi, claro, João Almeida, que, após uma perda de bola a meio campo, correu para a área aveirense, onde acabou derrubado por Nuno Silva. A grande penalidade, pronta e justificadamente assinalada pelo árbitro, foi, contudo, desperdiçada pelo nº 31, Armando, que acusou a responsabilidade e disparou por cima da barra.
Seguiu-se um período de maior insistência do Avanca, na procura do golo do empate, que acabou por não acontecer, mas que o incansável João Almeida tudo fez para alcançar. Aos 59', na sequência de um canto, proporcionou mais uma defesa apertada ao guardião João Pedro, que volta a entrar em acção no minuto seguinte, defendendo com o pé outro remate perigoso de João Almeida, que começou e acabou a jogada.
O Beira-Mar sacudiu esta pressão final da equipa do Avanca (melhor, do seu "capitão") e, aos 61', poderia mesmo ter "sentenciado" a partida. Marcos, em jogada individual pela esquerda, ganha a vários adversários, evita também o guarda-redes e oferece o golo a Lâne, que, à boca da baliza, se deixa antecipar por um adversário, que alivia para canto. Respondeu ainda o inenarrável João Almeida, aos 64', num lance em que se mostrou mais forte no 1x1 com Nuno Silva, valendo a boa estirada de João Pedro, que defendeu o remate e evitou o golo do empate. Antes do final, aos 69', Rui Ladeiro também faz brilhar João Leites, na recarga a um livre marcado por Regêncio e que a barreira devolveu. O remate partiu forte, mas o guardião da equipa "azul" efectuou a defesa da manhã.
Boa vitória para os comandados de Edmundo Ferreira e, sobretudo, um jogo em que mostraram, mais uma vez, ser uma equipa que sabe jogar futebol. No final, o poder do colectivo auri-negro levou a melhor sobre o valor individual de um bom jogador do Avanca. Foi justa a vitória do Beira-Mar, mas o "capitão" da equipa adversária, por si só, não merecia sair derrotado.
BENJAMINS B "B": Mais uma vitória e subida ao 2º lugar
SC Beira-Mar "B", 4 - UD Mourisquense, 2
(2-1, ao intervalo)
O Beira-Mar somou a segunda vitória consecutiva nesta fase ao derrotar, este sábado, o Mourisquense, por 4-2, em partida disputada no campo do Seminário, em Aveiro. A equipa auri-negra entrou muito bem no jogo e, sem surpresa, chegou ao primeiro golo num remate de cabeça de Bruno Santos. Os minutos seguintes confirmaram a superioridade do Beira-Mar, mas contra a corrente do jogo, o Mourisquense viria a chegar à igualdade na marcação de uma grande penalidade. Este foi, de resto, o único lance de perigo criado pela equipa de Mourisca do Vouga na primeira parte do encontro. A formação aveirense não acusou o golo sofrido e voltou a colocar-se em vantagem ainda antes do intervalo novamente por intermédio de Bruno Santos. A segunda parte foi mais equilibrada. O Mourisquense surgiu mais ameaçador no ataque e chegou ao empate. Na fase decisiva do encontro o Beira-Mar acabou por ser mais forte e através de dois lances de bola parada selou a vitória.
Primeiro num livre directo marcado por Tiago Almeida e, depois, numa grande penalidade, cobrada por Bruno Santos. Com esta vitória, o Beira-Mar subiu ao segundo lugar da classificação, destronando a equipa de Mourisca do Vouga para a terceira posição, e mantém os olhos postos no topo da tabela actualmente ocupado pela Oliveirense.
O Beira-Mar alinhou com:
Rafa, Tiago Almeida, António, Pipe, Gonças, Diogo Couceiro (cap) e Bruno Santos.
Jogaram também na primeira parte o Tiago Gomes, o Manuel e o Bruno Duarte.
Na segunda parte o Beira Mar entrou com:
Lourenço, Tiago Almeida, Pipe, Diogo Couceiro (cap), Bruno Santos, Pedro António e Manuel.
Jogaram ainda o Gonças, António, Bruno Duarte e Tiago Gomes.
Os marcadores de serviço foram o Bruno Santos (3) e o Tiago Almeida (1).
(2-1, ao intervalo)
O Beira-Mar somou a segunda vitória consecutiva nesta fase ao derrotar, este sábado, o Mourisquense, por 4-2, em partida disputada no campo do Seminário, em Aveiro. A equipa auri-negra entrou muito bem no jogo e, sem surpresa, chegou ao primeiro golo num remate de cabeça de Bruno Santos. Os minutos seguintes confirmaram a superioridade do Beira-Mar, mas contra a corrente do jogo, o Mourisquense viria a chegar à igualdade na marcação de uma grande penalidade. Este foi, de resto, o único lance de perigo criado pela equipa de Mourisca do Vouga na primeira parte do encontro. A formação aveirense não acusou o golo sofrido e voltou a colocar-se em vantagem ainda antes do intervalo novamente por intermédio de Bruno Santos. A segunda parte foi mais equilibrada. O Mourisquense surgiu mais ameaçador no ataque e chegou ao empate. Na fase decisiva do encontro o Beira-Mar acabou por ser mais forte e através de dois lances de bola parada selou a vitória.
Primeiro num livre directo marcado por Tiago Almeida e, depois, numa grande penalidade, cobrada por Bruno Santos. Com esta vitória, o Beira-Mar subiu ao segundo lugar da classificação, destronando a equipa de Mourisca do Vouga para a terceira posição, e mantém os olhos postos no topo da tabela actualmente ocupado pela Oliveirense.
O Beira-Mar alinhou com:
Rafa, Tiago Almeida, António, Pipe, Gonças, Diogo Couceiro (cap) e Bruno Santos.
Jogaram também na primeira parte o Tiago Gomes, o Manuel e o Bruno Duarte.
Na segunda parte o Beira Mar entrou com:
Lourenço, Tiago Almeida, Pipe, Diogo Couceiro (cap), Bruno Santos, Pedro António e Manuel.
Jogaram ainda o Gonças, António, Bruno Duarte e Tiago Gomes.
Os marcadores de serviço foram o Bruno Santos (3) e o Tiago Almeida (1).
JUNIORES B: Fiães justificou a vitória na 2ª parte
SC Beira-Mar, 1 - Fiães SC, 3
(1-1, ao intervalo)
Esta foi a 3ª derrota em 4 jogos realizados na condição de visitado que a equipa de juniores do SC Beira-Mar sofreu na 2ª fase do campeonato distrital da 1ª divisão, parecendo existir uma maldição no relvado secundário do estádio Mário Duarte, onde os auri-negros ainda não ganharam (a vitória sobre o Paços de Brandão deu-se no palco principal).
A vitória do Fiães acabou por ser justa, tendo em consideração a 2ª parte realizada, onde conseguiu, após uma melhor entrada dos aveirenses no jogo, reverter a situação a seu favor, fruto da boa frente de ataque que mostrou ter e onde se destacaram Diogo (nº 8) e Tiago (nº 17), e do aproveitamento de 3 lances de bola parada (livre, penalti e canto). A formação auri-negra, formada à base de atletas juvenis (apenas foram utilizados 3 jogadores juniores), sentiu mais uma vez a perda da vantagem que detinha no marcador e nunca mais foi a mesma equipa após o golo do empate.
Aguinaldo Melo e António Luís apresentaram a seguinte equipa:
Samuel (gr); Diogo H. Carvalho, Gui (Tiago Azevedo, 65'), João Rafael e Wilson Rubio; André Silva (cap), Francisco, Diogo M. Carvalho e Pité; João Valente (Marc, 57') e Sílvio (Henrique, 76').
Suplentes não utilizados: Hugo (gr), João Meireles, Iuri e Bruno Filipe.
Numa manhã primaveril e num relvado muito rápido devido ao orvalho, foi a equipa do Beira-Mar que entrou melhor no jogo, com João Valente muito activo no corredor direito, onde esteve quase a ponto de ficar na cara do guarda-redes, aos 4', lançado por uma reposição de Samuel.
O jogo decorria com um ligeiro ascendente da casa, mas sem grandes oportunidades de golo, quando, aos 14', acontece o primeiro grande momento da partida, que levou ao 1-0. Numa iniciativa individual, Pité é claramente derrubado dentro da grande área, dando origem a uma grande penalidade que o árbitro prontamente assinalou. O mesmo jogador, chamado à conversão, rematou colocado, mas com pouca força, permitindo a defesa ao guarda-redes do Fiães. Valeu que, na insistência, a bola sobrou para Sílvio, que veio da esquerda para o meio e rematou em arco, ao ângulo superior esquerdo, sem qualquer hipótese de defesa para o guardião forasteiro.
O golo inaugural, obtido da forma como foi, deu um grande alento à equipa aveirense, que continuava mais empreendedora e, aos 21', após uma combinação no corredor direito entre Diogo H. Carvalho e André, o "capitão" auri-negro centra para a área, onde João Valente remata de primeira, valendo o desvio do guardião contrário para canto.
Apesar desta melhor entrada do Beira-Mar, o Fiães, de quando em vez e sem importunar Samuel, já ia dando mostras de possuir bons elementos, com Diogo (nº8) a mostrar-se muito acima da média, no que era acompanhado de perto por Tiago (nº17). E foram estes jogadores, da equipa do norte do distrito de Aveiro, que, no espaço de 1 minuto (22' e 23'), aproveitando as costas da defensiva auri-negra, que jogava (mal) na colocação em fora-de-jogo dos avançados contrários, estiveram na cara de Samuel e só não conseguiram o empate por muito mérito do guardião da casa.
O Fiães reagia bem ao golo sofrido e, aos 28', chegaria mesmo ao empate, através de Diogo, numa exímia marcação de um livre directo, muito perto da linha limite da grande área aveirense, quase em posição frontal. O remate foi executado com a parte interior do pé direito, muito colocado, com a bola a fugir do infrutífero voo de Samuel e a entrar na chamada "gaveta" da baliza.
Antes do intervalo, e com o jogo a decorrer em toada de algum equilíbrio, pertenceu ao Beira-Mar a maior oportunidade de golo, com Pité, aos 34', em jogada individual, a estar muito perto de desfazer a igualdade, valendo o guardião contrário (que defendeu com o pé) e o poste da sua baliza.
A segunda parte teve uma entrada de "leão" da equipa do Fiães, que, logo aos 47', se poderia ter adiantado no marcador. Mais uma vez o fora-de-jogo não funcionou e Filipe (o nº 27) apareceu de trás na cara de Samuel, desviando-lhe a bola do seu alcance, valendo à equipa do Beira-Mar a direcção não ser a melhor. Mas o ascendente dos forasteiros acabou por dar os seus frutos pouco depois, aos 53', com o árbitro do encontro a assinalar nova grande penalidade, desta feita a favor do Fiães, castigando um derrube de Gui, que poderia ter visto segundo amarelo nesta jogada. Diogo, encarregado da marcação, não se fez rogado e bisou na partida, colocando a sua equipa pela primeira vez na frente do marcador.
A equipa do Beira-Mar sentiu imenso o 1-2 e, aos 59', mais um jogador do Fiães na cara de Samuel poderia ter dilatado o marcador. Mesmo assim, aos 60', já com Marc em campo, os auri-negros poderiam ter restabelecido a igualdade. A jogada é pela esquerda e o cruzamento de Marc é "meio golo", faltando apenas a outra parte, que Sílvio, à boca da baliza, não conseguiu concretizar.
O jogo "terminaria", aos 70', com a obtenção do 1-3 pela equipa do Fiães, terceiro golo de bola parada. Desta vez foi na sequência de um canto da direita, com o nº 6 Álvaro a aproveitar um ressalto na área e a fuzilar a baliza de Samuel.
Até final, pese embora a tentativa de chegar ao golo por parte da equipa da casa, nomeadamente em duas jogadas em que Tiago Azevedo surge ligeiramente atrasado em zona de finalização, foi ainda ao Fiães, aos 80', que pertenceria a mais flagrante oportunidade, com Samuel, por duas ocasiões, a negar aquilo que daria ao marcador contornos de goleada.
A arbitragem, sem estar isenta de alguns (poucos) erros, acabou por não ter influência no resultado e decidiu bem nos lances de grande penalidade.
(1-1, ao intervalo)
Esta foi a 3ª derrota em 4 jogos realizados na condição de visitado que a equipa de juniores do SC Beira-Mar sofreu na 2ª fase do campeonato distrital da 1ª divisão, parecendo existir uma maldição no relvado secundário do estádio Mário Duarte, onde os auri-negros ainda não ganharam (a vitória sobre o Paços de Brandão deu-se no palco principal).
A vitória do Fiães acabou por ser justa, tendo em consideração a 2ª parte realizada, onde conseguiu, após uma melhor entrada dos aveirenses no jogo, reverter a situação a seu favor, fruto da boa frente de ataque que mostrou ter e onde se destacaram Diogo (nº 8) e Tiago (nº 17), e do aproveitamento de 3 lances de bola parada (livre, penalti e canto). A formação auri-negra, formada à base de atletas juvenis (apenas foram utilizados 3 jogadores juniores), sentiu mais uma vez a perda da vantagem que detinha no marcador e nunca mais foi a mesma equipa após o golo do empate.
Aguinaldo Melo e António Luís apresentaram a seguinte equipa:
Samuel (gr); Diogo H. Carvalho, Gui (Tiago Azevedo, 65'), João Rafael e Wilson Rubio; André Silva (cap), Francisco, Diogo M. Carvalho e Pité; João Valente (Marc, 57') e Sílvio (Henrique, 76').
Suplentes não utilizados: Hugo (gr), João Meireles, Iuri e Bruno Filipe.
Numa manhã primaveril e num relvado muito rápido devido ao orvalho, foi a equipa do Beira-Mar que entrou melhor no jogo, com João Valente muito activo no corredor direito, onde esteve quase a ponto de ficar na cara do guarda-redes, aos 4', lançado por uma reposição de Samuel.
O jogo decorria com um ligeiro ascendente da casa, mas sem grandes oportunidades de golo, quando, aos 14', acontece o primeiro grande momento da partida, que levou ao 1-0. Numa iniciativa individual, Pité é claramente derrubado dentro da grande área, dando origem a uma grande penalidade que o árbitro prontamente assinalou. O mesmo jogador, chamado à conversão, rematou colocado, mas com pouca força, permitindo a defesa ao guarda-redes do Fiães. Valeu que, na insistência, a bola sobrou para Sílvio, que veio da esquerda para o meio e rematou em arco, ao ângulo superior esquerdo, sem qualquer hipótese de defesa para o guardião forasteiro.
O golo inaugural, obtido da forma como foi, deu um grande alento à equipa aveirense, que continuava mais empreendedora e, aos 21', após uma combinação no corredor direito entre Diogo H. Carvalho e André, o "capitão" auri-negro centra para a área, onde João Valente remata de primeira, valendo o desvio do guardião contrário para canto.
Apesar desta melhor entrada do Beira-Mar, o Fiães, de quando em vez e sem importunar Samuel, já ia dando mostras de possuir bons elementos, com Diogo (nº8) a mostrar-se muito acima da média, no que era acompanhado de perto por Tiago (nº17). E foram estes jogadores, da equipa do norte do distrito de Aveiro, que, no espaço de 1 minuto (22' e 23'), aproveitando as costas da defensiva auri-negra, que jogava (mal) na colocação em fora-de-jogo dos avançados contrários, estiveram na cara de Samuel e só não conseguiram o empate por muito mérito do guardião da casa.
O Fiães reagia bem ao golo sofrido e, aos 28', chegaria mesmo ao empate, através de Diogo, numa exímia marcação de um livre directo, muito perto da linha limite da grande área aveirense, quase em posição frontal. O remate foi executado com a parte interior do pé direito, muito colocado, com a bola a fugir do infrutífero voo de Samuel e a entrar na chamada "gaveta" da baliza.
Antes do intervalo, e com o jogo a decorrer em toada de algum equilíbrio, pertenceu ao Beira-Mar a maior oportunidade de golo, com Pité, aos 34', em jogada individual, a estar muito perto de desfazer a igualdade, valendo o guardião contrário (que defendeu com o pé) e o poste da sua baliza.
A segunda parte teve uma entrada de "leão" da equipa do Fiães, que, logo aos 47', se poderia ter adiantado no marcador. Mais uma vez o fora-de-jogo não funcionou e Filipe (o nº 27) apareceu de trás na cara de Samuel, desviando-lhe a bola do seu alcance, valendo à equipa do Beira-Mar a direcção não ser a melhor. Mas o ascendente dos forasteiros acabou por dar os seus frutos pouco depois, aos 53', com o árbitro do encontro a assinalar nova grande penalidade, desta feita a favor do Fiães, castigando um derrube de Gui, que poderia ter visto segundo amarelo nesta jogada. Diogo, encarregado da marcação, não se fez rogado e bisou na partida, colocando a sua equipa pela primeira vez na frente do marcador.
A equipa do Beira-Mar sentiu imenso o 1-2 e, aos 59', mais um jogador do Fiães na cara de Samuel poderia ter dilatado o marcador. Mesmo assim, aos 60', já com Marc em campo, os auri-negros poderiam ter restabelecido a igualdade. A jogada é pela esquerda e o cruzamento de Marc é "meio golo", faltando apenas a outra parte, que Sílvio, à boca da baliza, não conseguiu concretizar.
O jogo "terminaria", aos 70', com a obtenção do 1-3 pela equipa do Fiães, terceiro golo de bola parada. Desta vez foi na sequência de um canto da direita, com o nº 6 Álvaro a aproveitar um ressalto na área e a fuzilar a baliza de Samuel.
Até final, pese embora a tentativa de chegar ao golo por parte da equipa da casa, nomeadamente em duas jogadas em que Tiago Azevedo surge ligeiramente atrasado em zona de finalização, foi ainda ao Fiães, aos 80', que pertenceria a mais flagrante oportunidade, com Samuel, por duas ocasiões, a negar aquilo que daria ao marcador contornos de goleada.
A arbitragem, sem estar isenta de alguns (poucos) erros, acabou por não ter influência no resultado e decidiu bem nos lances de grande penalidade.
quinta-feira, 17 de março de 2011
Agenda fim-de-semana: Factor-casa com grande peso
Na próxima jornada, não será por falta de apoio que as nossas equipas deixarão de obter, globalmente, bons resultados. Com efeito, dos 13 jogos agendados para o próximo fim-de-semana, 9 serão disputados intra-muros, apenas com 4 equipas a jogarem na condição de visitante. Nestas deslocações, aquela que envolve maior risco é a visita dos iniciados a Guimarães, num dos jogos aguardados com maior expectativa, tendo em conta a boa carreira da nossa equipa até agora e o reconhecido valor do nosso adversário.
No futebol de 7, o destaque vai para o jogo dos traquinas A, que recebem o Mourisquense, numa partida que colocará em confronto o 3º e o 2º classificados do campeonato distrital.
Confira, agora, o quadro completo dos jogos desta jornada:
Análise prévia da jornada
JUNIORES A: Na luta pela permanência no campeonato nacional da 2ª divisão, a equipa do SC Beira-Mar, que partiu para esta fase com algum desafogo, enfrenta mais uma equipa em situação aflitiva e que jogará nesta partida uma cartada de crucial importância para fugir à despromoção. Por esse motivo, não são de esperar facilidades na recepção ao Oliveira do Bairro, pese embora o favoritismo que se atribui à equipa auri-negra. Convirá não esquecer que este é o terceiro jogo da época entre as duas equipas do distrito de Aveiro e que nos dois duelos anteriores se registaram empates. À terceira será de vez?
JUNIORES B: Num jogo entre adversários directos (5º e 6º classificados) e que lutam também pela fuga à despromoção ao escalão secundário do campeonato distrital, o Beira-Mar recebe o Fiães e uma vitória seria de grande importância para consolidar uma posição livre de sobressaltos.
INICIADOS A: Depois da primeira derrota sofrida na presente época, frente ao FC Porto, a equipa de Alberto Raínho e João Amaral enfrenta novo difícil desafio na cidade-berço, onde procurará sair incólume do confronto que a oporá ao Vitória de Guimarães, emblema reconhecido pelo bom trabalho que desenvolve nos escalões de formação. Com percursos semelhantes nesta 2ª fase (1 vitória e 1 derrota), vimaranenses e aveirenses deverão proporcionar um bom jogo de futebol, tendo nós fundadas razões para esperar um bom desempenho da nossa equipa.
INICIADOS B: O próximo jogo com o Avanca, adversário que nos precede na classificação do campeonato distrital da 1ª divisão, deverá ser encarado fundamentalmente como mais uma etapa no crescimento e aperfeiçoamento da nossa equipa de 1º ano. Independentemente do resultado, que tem sido, em regra, pior do que as exibições realizadas, é importante que a equipa continue a melhorar os diferentes processos do jogo, tornando-se cada vez mais forte.
INFANTIS A: Depois de nas 3 últimas jornadas ter defrontado o 2º, 3º e 4º classificados do campeonato distrital, o líder Beira-Mar recebe, desta vez, o 5º da prova. A recepção ao Anadia fecha um ciclo de grande dificuldade, bem ultrapassado pelos auri-negros, que partem para este jogo com os bairadinos com 4 pontos de vantagem sobre os mais directos perseguidores. Para consolidar esta posição privilegiada, é fundamental assegurar uma vitória neste jogo, para o qual os aveirenses partem como claros favoritos.
Na série F, dos últimos, tem início a 2ª volta desta fase, com o Beira-Mar a receber o Eixense, equipa a quem bateu claramente no jogo da 1ª volta, facto que reforça o favoritismo que é atribuído aos auri-negros.
INFANTIS B: Depois de 2 derrotas consecutivas, a equipa do Beira-Mar volta a jogar em casa, recebendo um Anadia muito moralizado pela vitória na última jornada sobre o super-favorito Feirense, que não perdia há mais de 2 anos. Por esse motivo, as dificuldades aguardadas são ainda maiores, pois os bairradinos sub-12 têm uma equipa de reconhecido valor. Resta ao Beira-Mar jogar concentrado, sem falhas e colocar em campo, ao melhor nível, as armas que também possui.
BENJAMINS A: As equipas líderes das séries F e G, dos últimos, aparentam ter uma jornada de alguma tranquilidade, defrontando adversários que não se encontram bem posicionados nas respectivas classificações. Por isso, a recepção ao Valonguense (6º classificado da série F) e a deslocação a Águas Boas (último da série G) podem trazer mais duas vitórias para as nossas equipas e a manutenção do comando. Para tanto, pensamos que basta encarar os jogos com seriedade e respeito pelos adversários.
BENJAMINS B: Esta é uma jornada de grande importância para a definição dos primeiros lugares do campeonato distrital. O Beira-Mar, actual 3º classificado, desloca-se a Oliveira do Bairro, equipa que bem conhece da 1ª fase e que, na altura, bateu por duas vezes. Se agora repetir o resultado, pode muito bem aproveitar o confronto que oporá 1º (Feirense) e 2º (Fermentelos) classificados para se aproximar mais do topo. O lema será, pois, ganhar em Oliveira do Bairro e esperar, depois, pelo resultado da Feira!
A equipa "B" recebe o Mourisquense, adversário que antecede os auri-negros no 2º lugar da tabela classificativa da série D, dos últimos, num jogo em que os aveirenses sabem, à partida, que em caso de vitória ultrapassarão a formação da Mourisca.
TRAQUINAS A: Com um campeonato a ser disputado renhidamente e ainda com muitos candidatos a perfilarem-se para arrebatar o ceptro distrital, o Beira-Mar (3º classificado, com 12 pontos) recebe o Mourisquense (2º, 13 pontos), num jogo entre 2 adversários que se conhecem muito bem da época passada, onde disputaram, na mesma série, o torneio distrital de pré-escolas. Na altura, a equipa da Mourisca foi mais regular, ainda que os aveirenses tivessem levado vantagem nos confrontos directos (vitória em Aveiro, por 3-1 e derrota na Mourisca, por 2-1). Adivinha-se, portanto, um jogo de muito equilíbrio, esperando que o ambiente do Seminário venha a ter um peso decisivo.
TRAQUINAS B: Tem início a 2ª volta do torneio distrital e a equipa de Sérgio Ferreira retribui agora a visita à Ovarense, que ainda não ganhou na prova, onde soma 2 empates e 5 derrotas. Na 1ª volta, os auri-negros venceram com uma goleada (7-0), mas parece-nos que tem havido evolução nas equipas que as aproxima agora mais.
No futebol de 7, o destaque vai para o jogo dos traquinas A, que recebem o Mourisquense, numa partida que colocará em confronto o 3º e o 2º classificados do campeonato distrital.
Confira, agora, o quadro completo dos jogos desta jornada:
Análise prévia da jornada
JUNIORES A: Na luta pela permanência no campeonato nacional da 2ª divisão, a equipa do SC Beira-Mar, que partiu para esta fase com algum desafogo, enfrenta mais uma equipa em situação aflitiva e que jogará nesta partida uma cartada de crucial importância para fugir à despromoção. Por esse motivo, não são de esperar facilidades na recepção ao Oliveira do Bairro, pese embora o favoritismo que se atribui à equipa auri-negra. Convirá não esquecer que este é o terceiro jogo da época entre as duas equipas do distrito de Aveiro e que nos dois duelos anteriores se registaram empates. À terceira será de vez?
JUNIORES B: Num jogo entre adversários directos (5º e 6º classificados) e que lutam também pela fuga à despromoção ao escalão secundário do campeonato distrital, o Beira-Mar recebe o Fiães e uma vitória seria de grande importância para consolidar uma posição livre de sobressaltos.
INICIADOS A: Depois da primeira derrota sofrida na presente época, frente ao FC Porto, a equipa de Alberto Raínho e João Amaral enfrenta novo difícil desafio na cidade-berço, onde procurará sair incólume do confronto que a oporá ao Vitória de Guimarães, emblema reconhecido pelo bom trabalho que desenvolve nos escalões de formação. Com percursos semelhantes nesta 2ª fase (1 vitória e 1 derrota), vimaranenses e aveirenses deverão proporcionar um bom jogo de futebol, tendo nós fundadas razões para esperar um bom desempenho da nossa equipa.
INICIADOS B: O próximo jogo com o Avanca, adversário que nos precede na classificação do campeonato distrital da 1ª divisão, deverá ser encarado fundamentalmente como mais uma etapa no crescimento e aperfeiçoamento da nossa equipa de 1º ano. Independentemente do resultado, que tem sido, em regra, pior do que as exibições realizadas, é importante que a equipa continue a melhorar os diferentes processos do jogo, tornando-se cada vez mais forte.
INFANTIS A: Depois de nas 3 últimas jornadas ter defrontado o 2º, 3º e 4º classificados do campeonato distrital, o líder Beira-Mar recebe, desta vez, o 5º da prova. A recepção ao Anadia fecha um ciclo de grande dificuldade, bem ultrapassado pelos auri-negros, que partem para este jogo com os bairadinos com 4 pontos de vantagem sobre os mais directos perseguidores. Para consolidar esta posição privilegiada, é fundamental assegurar uma vitória neste jogo, para o qual os aveirenses partem como claros favoritos.
Na série F, dos últimos, tem início a 2ª volta desta fase, com o Beira-Mar a receber o Eixense, equipa a quem bateu claramente no jogo da 1ª volta, facto que reforça o favoritismo que é atribuído aos auri-negros.
INFANTIS B: Depois de 2 derrotas consecutivas, a equipa do Beira-Mar volta a jogar em casa, recebendo um Anadia muito moralizado pela vitória na última jornada sobre o super-favorito Feirense, que não perdia há mais de 2 anos. Por esse motivo, as dificuldades aguardadas são ainda maiores, pois os bairradinos sub-12 têm uma equipa de reconhecido valor. Resta ao Beira-Mar jogar concentrado, sem falhas e colocar em campo, ao melhor nível, as armas que também possui.
BENJAMINS A: As equipas líderes das séries F e G, dos últimos, aparentam ter uma jornada de alguma tranquilidade, defrontando adversários que não se encontram bem posicionados nas respectivas classificações. Por isso, a recepção ao Valonguense (6º classificado da série F) e a deslocação a Águas Boas (último da série G) podem trazer mais duas vitórias para as nossas equipas e a manutenção do comando. Para tanto, pensamos que basta encarar os jogos com seriedade e respeito pelos adversários.
BENJAMINS B: Esta é uma jornada de grande importância para a definição dos primeiros lugares do campeonato distrital. O Beira-Mar, actual 3º classificado, desloca-se a Oliveira do Bairro, equipa que bem conhece da 1ª fase e que, na altura, bateu por duas vezes. Se agora repetir o resultado, pode muito bem aproveitar o confronto que oporá 1º (Feirense) e 2º (Fermentelos) classificados para se aproximar mais do topo. O lema será, pois, ganhar em Oliveira do Bairro e esperar, depois, pelo resultado da Feira!
A equipa "B" recebe o Mourisquense, adversário que antecede os auri-negros no 2º lugar da tabela classificativa da série D, dos últimos, num jogo em que os aveirenses sabem, à partida, que em caso de vitória ultrapassarão a formação da Mourisca.
TRAQUINAS A: Com um campeonato a ser disputado renhidamente e ainda com muitos candidatos a perfilarem-se para arrebatar o ceptro distrital, o Beira-Mar (3º classificado, com 12 pontos) recebe o Mourisquense (2º, 13 pontos), num jogo entre 2 adversários que se conhecem muito bem da época passada, onde disputaram, na mesma série, o torneio distrital de pré-escolas. Na altura, a equipa da Mourisca foi mais regular, ainda que os aveirenses tivessem levado vantagem nos confrontos directos (vitória em Aveiro, por 3-1 e derrota na Mourisca, por 2-1). Adivinha-se, portanto, um jogo de muito equilíbrio, esperando que o ambiente do Seminário venha a ter um peso decisivo.
TRAQUINAS B: Tem início a 2ª volta do torneio distrital e a equipa de Sérgio Ferreira retribui agora a visita à Ovarense, que ainda não ganhou na prova, onde soma 2 empates e 5 derrotas. Na 1ª volta, os auri-negros venceram com uma goleada (7-0), mas parece-nos que tem havido evolução nas equipas que as aproxima agora mais.
quarta-feira, 16 de março de 2011
TRAQUINAS A: Primeira vitória na condição de visitante
UD Oliveirense, 0 - SC Beira-Mar, 4
(0-2, ao intervalo)
Com o resultado em «branco», tudo se alterou com a entrada de Diogo em campo. Num ápice, Martim faz o primeiro golo da partida, na sequência de uma jogada individual de Diogo, que logo a seguir faz o segundo golo do SC Beira-Mar.
Na segunda parte, a primeira vitória como visitante da equipa de Daniel Esteves na segunda fase do campeonato distrital, foi consumada com dois golos de livre directo, muito bem marcados por João Francisco.
Apesar da boa réplica da Oliveirense, a vitória da equipa aveirense foi perfeitamente justa, assente numa exibição que, não tendo sido fulgurante, foi regular e muito segura.
No sector defensivo, quer o guarda-redes João Tiago, quer os «centrais» João Francisco e Filipe Goês estiveram muito concentrados; no meio campo, Aires voltou a ser o «motor» da equipa, e no ataque, para além do já citado Diogo, há a destacar a boa segunda parte de João Pedro Silva.
Na próxima jornada, o SC Beira-Mar recebe a sempre difícil equipa do Mourisquense.
(0-2, ao intervalo)
Com o resultado em «branco», tudo se alterou com a entrada de Diogo em campo. Num ápice, Martim faz o primeiro golo da partida, na sequência de uma jogada individual de Diogo, que logo a seguir faz o segundo golo do SC Beira-Mar.
Na segunda parte, a primeira vitória como visitante da equipa de Daniel Esteves na segunda fase do campeonato distrital, foi consumada com dois golos de livre directo, muito bem marcados por João Francisco.
Apesar da boa réplica da Oliveirense, a vitória da equipa aveirense foi perfeitamente justa, assente numa exibição que, não tendo sido fulgurante, foi regular e muito segura.
No sector defensivo, quer o guarda-redes João Tiago, quer os «centrais» João Francisco e Filipe Goês estiveram muito concentrados; no meio campo, Aires voltou a ser o «motor» da equipa, e no ataque, para além do já citado Diogo, há a destacar a boa segunda parte de João Pedro Silva.
Na próxima jornada, o SC Beira-Mar recebe a sempre difícil equipa do Mourisquense.
terça-feira, 15 de março de 2011
Momento de pesar para Paulo Martins
Pelo falecimento, ocorrido ontem, do pai do treinador das nossas equipas de benjamins B, a Academia de Futebol do SC Beira-Mar, neste momento difícil por que passa o técnico, mas sobretudo o homem, endereça a toda a família enlutada e em especial ao nosso grande amigo Paulo Martins, os mais sentidos votos de pesar, manifestando-lhe toda a nossa solideriedade e disponibilidade para o que julgar necessário.
Aproveitamos ainda para comunicar que o funeral se realizará amanhã, 4ª feira, dia 16 de Março, pelas 10h30, da igreja para o cemitério do Marco de Canaveses.
Que descanse em paz!
Aproveitamos ainda para comunicar que o funeral se realizará amanhã, 4ª feira, dia 16 de Março, pelas 10h30, da igreja para o cemitério do Marco de Canaveses.
Que descanse em paz!
Balanço da jornada: Iniciados A sofrem a primeira derrota da época frente ao FC Porto
No jogo grande da jornada, o sonho ainda chegou a ganhar forma mas, no final, a realidade foi bem dura e o FC Porto acabou com a invencibilidade da equipa de iniciados do SC Beira-Mar, impondo-lhe a primeira derrota da época, por 1-4, resultado que engana quem não assistiu à partida, que esteve longe de justificar diferença tão ampla no marcador.
Quem se manteve na senda das vitórias foram as equipas de benjamins B e traquinas A, que ocupam agora, ambas, o 3º lugar dos respectivos campeonatos distritais (série dos primeiros), continuando a perseguição ao lugar mais alto da classificação, onde, no escalão de infantis A, permanece a nossa equipa, apesar do empate na Feira.
Referência, por fim, para as excelentes carreiras que as equipas de benjamins A estão a fazer na série dos últimos, ocupando ambas o 1º lugar das respectivas séries, uma prova inequívoca que (nunca é de mais lembrar e a vitória de sábado, por 2-8, no terreno do Beira-Vouga, foi elucidativa), neste escalão também, o SC Beira-Mar merecia estar entre os melhores do distrito.
Veja agora o quadro completo dos resultados obtidos pelas nossas equipas, num saldo de 6 vitórias, 2 empates e 5 derrotas:
COMENTÁRIO:
JUNIORES: A 2ª fase do campeonato nacional da 2ª divisão começava com um jogo complicado para a equipa de António Luís, que se deslocava ao terreno do Tourizense, a primeira das equipas que se situava acima da "linha de água" referente à descida aos campeonatos distritais e que procuraria, no seu ambiente, a conquista dos 3 pontos que a pusessem mais a salvo da despromoção. O empate, 1-1, manteve este adversário à distância de 4 pontos dos auri-negros, acabando por ser um resultado satisfatório para a nossa equipa.
Não correu tão bem a deslocação a Milheirós, para o campeonato distrital da 1ª divisão, onde a nossa equipa, depois de duas vitórias consecutivas, saiu derrotada por 2-0, tendo sido apanhada na classificação pelo nosso opositor deste jogo, que a fez baixar ao 5º lugar, ainda assim dentro daqueles que são os objectivos para esta fase.
INICIADOS: Ao 24º jogo e depois de 21 vitórias e 2 empates, a equipa sub-15 do SC Beira-Mar foi batida pela primeira vez na época de 2010/2011! O autor da proeza foi o FC Porto, um dos fortes candidatos ao título de campeão nacional da categoria, mas que esteve longe de justificar a diferença que o resultado de 1-4 pode evidenciar.
Derrotada (0-1) foi também a equipa que disputa o campeonato distrital da 1ª divisão, elevando para 5 o número de jogos consecutivos que leva sem vencer. O adversário, contudo, foi um dos candidatos ao título de campeão distrital, pelo que a derrota caseira, por 0-1, com o Fiães, pode considerar-se dentro do capítulo da normalidade, ainda que a equipa de Edmundo Ferreira tivesse mostrado condições para ter feito melhor.
INFANTIS A: Ainda que o empate (1-1) na Feira represente a perda dos primeiros pontos nesta época para a equipa de Ricardo Pinheiro, após 20 vitórias consecutivas (14 na 1ª fase e 6 na 2ª), esse resultado, conjugado com a derrota da Sanjoanense, acabou por fazer aumentar de 3 para 4 pontos a vantagem sobre o 2º classificado. O Feirense viu-se ainda mantido à distância de 5 pontos e só o Taboeira reduziu de 6 para 4 pontos a desvantagem para os auri-negros. Em suma, este empate acabou por ser um bom resultado.
A equipa "B" regressou naturalmente às vitórias e venceu, por 4-1, na recepção ao Valonguense, primeiro passo de uma caminhada que procurará fazer esquecer a derrota da jornada anterior.
INFANTIS B: A derrota caseira frente à Sanjoanense, por 3-5, foi, talvez, o resultado menos aguardado desta jornada. Com efeito, a equipa de Pedro e João Teles vinha a fazer um bom campeonato, superior ao do seu adversário do último sábado, só que o equilíbrio entre a maior parte dos concorrentes é grande e os jogos são, muitas vezes, decididos por pequenos detalhes. Foi uma derrota inesperada e, ainda, injusta, que teve como consequência a descida dos aveirenses ao 6º lugar da classificação.
BENJAMINS A: Mais uma dupla vitória das equipas deste escalão, confirmando o bom momento que atravessam e que o 1º lugar em ambas as séries que disputam bem atesta. A mais significativa foi a conseguida no terreno do Beira-Vouga, por 2-8, quer pela expressão do resultado, quer ainda porque o adversário era um dos co-lideres da série F à partida para esta jornada. Com esta vitória e ainda com a surpreendente derrota do Gafanha, a equipa de João Paulo é agora líder isolado.
No jogo da série G, ainda que o adversário não fosse, em teoria, tão forte, também merece destaque os números da vitória (6-0) na recepção ao Vaguense, que confirmou os auri-negros como comandantes.
BENJAMINS B: A vitória, por 5-3, sobre o Paramos, equipa que também mostrou futebol de muita qualidade, manteve a formação de Paulo Martins no 3º lugar, numa perseguição sem tréguas aos dois lugares da frente, ocupados por equipas que também não desarmam. Feirense (16 pontos), Fermentelos (15 pontos) e Beira-Mar (14 pontos), parecem ganhar vantagem sobre a concorrência e tornar numa luta a 3 a disputa pelo ceptro distrital. As próximas jornadas são aguardadas com muita expectativa...
No outro jogo deste escalão, a equipa "B" do Beira-Mar regressou às vitórias na deslocação a Sever do Vouga, onde bateu, por tangencial 2-3, o Mini Foot, resultado que permitiu aos aveirenses ascender ao 3º lugar da série D.
TRAQUINAS A: Outro dos campeonatos que está ao rubro é o distrital sub-9 da AF Aveiro, com tudo em aberto para 7 equipas, separadas na classificação por apenas 6 pontos, com grande parte da prova ainda para disputar. A vitória na deslocação a Oliveira de Azeméis, por 0-4, confirmou o favoritismo que era atribuído à equipa de Daniel Esteves e manteve os auri-negros na perseguição ao 1º lugar, que está apenas a 3 pontos de distância.
TRAQUINAS B: A deslocação ao terreno do comandante da série C do torneio distrital era tida como sendo de grande dificuldade para os comandados de Sérgio Ferreira e a vitória do Avanca acabou por acontecer com naturalidade, por números (2-0), contudo, bem mais equilibrados do que aqueles verificados nos dois outros jogos anteriores como visitado, onde o nosso adversário goleou os seus opositores.
Quem se manteve na senda das vitórias foram as equipas de benjamins B e traquinas A, que ocupam agora, ambas, o 3º lugar dos respectivos campeonatos distritais (série dos primeiros), continuando a perseguição ao lugar mais alto da classificação, onde, no escalão de infantis A, permanece a nossa equipa, apesar do empate na Feira.
Referência, por fim, para as excelentes carreiras que as equipas de benjamins A estão a fazer na série dos últimos, ocupando ambas o 1º lugar das respectivas séries, uma prova inequívoca que (nunca é de mais lembrar e a vitória de sábado, por 2-8, no terreno do Beira-Vouga, foi elucidativa), neste escalão também, o SC Beira-Mar merecia estar entre os melhores do distrito.
Veja agora o quadro completo dos resultados obtidos pelas nossas equipas, num saldo de 6 vitórias, 2 empates e 5 derrotas:
COMENTÁRIO:
JUNIORES: A 2ª fase do campeonato nacional da 2ª divisão começava com um jogo complicado para a equipa de António Luís, que se deslocava ao terreno do Tourizense, a primeira das equipas que se situava acima da "linha de água" referente à descida aos campeonatos distritais e que procuraria, no seu ambiente, a conquista dos 3 pontos que a pusessem mais a salvo da despromoção. O empate, 1-1, manteve este adversário à distância de 4 pontos dos auri-negros, acabando por ser um resultado satisfatório para a nossa equipa.
Não correu tão bem a deslocação a Milheirós, para o campeonato distrital da 1ª divisão, onde a nossa equipa, depois de duas vitórias consecutivas, saiu derrotada por 2-0, tendo sido apanhada na classificação pelo nosso opositor deste jogo, que a fez baixar ao 5º lugar, ainda assim dentro daqueles que são os objectivos para esta fase.
INICIADOS: Ao 24º jogo e depois de 21 vitórias e 2 empates, a equipa sub-15 do SC Beira-Mar foi batida pela primeira vez na época de 2010/2011! O autor da proeza foi o FC Porto, um dos fortes candidatos ao título de campeão nacional da categoria, mas que esteve longe de justificar a diferença que o resultado de 1-4 pode evidenciar.
Derrotada (0-1) foi também a equipa que disputa o campeonato distrital da 1ª divisão, elevando para 5 o número de jogos consecutivos que leva sem vencer. O adversário, contudo, foi um dos candidatos ao título de campeão distrital, pelo que a derrota caseira, por 0-1, com o Fiães, pode considerar-se dentro do capítulo da normalidade, ainda que a equipa de Edmundo Ferreira tivesse mostrado condições para ter feito melhor.
INFANTIS A: Ainda que o empate (1-1) na Feira represente a perda dos primeiros pontos nesta época para a equipa de Ricardo Pinheiro, após 20 vitórias consecutivas (14 na 1ª fase e 6 na 2ª), esse resultado, conjugado com a derrota da Sanjoanense, acabou por fazer aumentar de 3 para 4 pontos a vantagem sobre o 2º classificado. O Feirense viu-se ainda mantido à distância de 5 pontos e só o Taboeira reduziu de 6 para 4 pontos a desvantagem para os auri-negros. Em suma, este empate acabou por ser um bom resultado.
A equipa "B" regressou naturalmente às vitórias e venceu, por 4-1, na recepção ao Valonguense, primeiro passo de uma caminhada que procurará fazer esquecer a derrota da jornada anterior.
INFANTIS B: A derrota caseira frente à Sanjoanense, por 3-5, foi, talvez, o resultado menos aguardado desta jornada. Com efeito, a equipa de Pedro e João Teles vinha a fazer um bom campeonato, superior ao do seu adversário do último sábado, só que o equilíbrio entre a maior parte dos concorrentes é grande e os jogos são, muitas vezes, decididos por pequenos detalhes. Foi uma derrota inesperada e, ainda, injusta, que teve como consequência a descida dos aveirenses ao 6º lugar da classificação.
BENJAMINS A: Mais uma dupla vitória das equipas deste escalão, confirmando o bom momento que atravessam e que o 1º lugar em ambas as séries que disputam bem atesta. A mais significativa foi a conseguida no terreno do Beira-Vouga, por 2-8, quer pela expressão do resultado, quer ainda porque o adversário era um dos co-lideres da série F à partida para esta jornada. Com esta vitória e ainda com a surpreendente derrota do Gafanha, a equipa de João Paulo é agora líder isolado.
No jogo da série G, ainda que o adversário não fosse, em teoria, tão forte, também merece destaque os números da vitória (6-0) na recepção ao Vaguense, que confirmou os auri-negros como comandantes.
BENJAMINS B: A vitória, por 5-3, sobre o Paramos, equipa que também mostrou futebol de muita qualidade, manteve a formação de Paulo Martins no 3º lugar, numa perseguição sem tréguas aos dois lugares da frente, ocupados por equipas que também não desarmam. Feirense (16 pontos), Fermentelos (15 pontos) e Beira-Mar (14 pontos), parecem ganhar vantagem sobre a concorrência e tornar numa luta a 3 a disputa pelo ceptro distrital. As próximas jornadas são aguardadas com muita expectativa...
No outro jogo deste escalão, a equipa "B" do Beira-Mar regressou às vitórias na deslocação a Sever do Vouga, onde bateu, por tangencial 2-3, o Mini Foot, resultado que permitiu aos aveirenses ascender ao 3º lugar da série D.
TRAQUINAS A: Outro dos campeonatos que está ao rubro é o distrital sub-9 da AF Aveiro, com tudo em aberto para 7 equipas, separadas na classificação por apenas 6 pontos, com grande parte da prova ainda para disputar. A vitória na deslocação a Oliveira de Azeméis, por 0-4, confirmou o favoritismo que era atribuído à equipa de Daniel Esteves e manteve os auri-negros na perseguição ao 1º lugar, que está apenas a 3 pontos de distância.
TRAQUINAS B: A deslocação ao terreno do comandante da série C do torneio distrital era tida como sendo de grande dificuldade para os comandados de Sérgio Ferreira e a vitória do Avanca acabou por acontecer com naturalidade, por números (2-0), contudo, bem mais equilibrados do que aqueles verificados nos dois outros jogos anteriores como visitado, onde o nosso adversário goleou os seus opositores.
segunda-feira, 14 de março de 2011
Petizes em São João da Madeira
O Beira-Mar participou no passado sábado, dia 12, numa manhã desportiva com a Sanjoanense, em futebol de cinco, a qual decorreu com excelente ambiente. Os PETIZES A dividiram-se em duas equipas e mantiveram a invencibilidade nesta época com duas vitórias, por 1-0 e 3-0. Os Petizes B jogaram futebol de 3, tendo defrontado 4 equipas da Sanjoanense, sempre com vitórias.
A alegria, o empenho e o espírito de equipa são as notas fortes destas equipas de PETIZES. Apresentámos, em São João da Madeira, num complexo desportivo com excelentes condições, dezassete PETIZES: Miguel Lima, João Pedro, Rafa, Gonçalo Fernandes, Hugo, Nuno, Rodrigo Cardoso, Francisco Pinto, Vasco, Gonçalo Vinhas, Gustavo, Gaby, Miguel Mota, Kiko, Binita, Rodrigo Rego e Tomás.
Aproveitamos para dar as boas vindas ao Tomás, que efectuou o seu primeiro jogo pelo Beira-Mar.
A alegria, o empenho e o espírito de equipa são as notas fortes destas equipas de PETIZES. Apresentámos, em São João da Madeira, num complexo desportivo com excelentes condições, dezassete PETIZES: Miguel Lima, João Pedro, Rafa, Gonçalo Fernandes, Hugo, Nuno, Rodrigo Cardoso, Francisco Pinto, Vasco, Gonçalo Vinhas, Gustavo, Gaby, Miguel Mota, Kiko, Binita, Rodrigo Rego e Tomás.
Aproveitamos para dar as boas vindas ao Tomás, que efectuou o seu primeiro jogo pelo Beira-Mar.
INICIADOS A: Derrota cruel
SC Beira-Mar, 1 - FC Porto, 4
(1-2, ao intervalo)
É certo que em futebol são os resultados que ficam para a história, mas manda a verdade que se diga que esta derrota dos iniciados do Beira-Mar, frente ao FC Porto, por 1-4, é um castigo demasiado severo para aquilo que os pupilos de Alberto Raínho fizeram durante o jogo, sobretudo na primeira parte, jogada olhos nos olhos com os azuis e brancos, que tiveram a sorte do jogo pelo seu lado. Nesses primeiros 35 minutos, os jovens auri-negros deram fundadas esperanças de poder discutir o resultado com o seu teoricamente mais poderoso adversário, mas a eficácia portista e os golos cirurgicamente obtidos em momentos cruciais da partida, fatais sob o ponto de vista psicológico, foram agruras em demasia para quem luta com armas tão desiguais.
Sob uma arbitragem complicativa do juiz leiriense, Sr. Carlos Amado, as equipas apresentaram-se da seguinte forma no relvado principal do estádio Mário Duarte:
SC Beira-Mar: Rafa (gr); Sousa, Ricardo Pinto, Fábio (cap) e Ricardo Melo; Miguel, Tiago Ramalho e Hugo Custódio; Aurélio, João Miguel (Steven, 49') e Bruno Ribeiro (Lucas, 65').
Suplentes não utilizados: Canha (gr), Yusuf, Nuno Abreu, Tiago Marques e Ricardo Esteves.
FC Porto: João Costa (gr); Joel (Emanuel Alves, 52'), João Cunha, Bruno Duarte e Raúl; Diogo Barbosa, Clever e Rui Moreira (cap); Sérgio Ribeiro (Luís Malta, 64'), Tiago Garcia e Ruben Macedo.
Suplentes não utilizados: João Gurtner (gr), Tomás Mota, Sérgio Cardoso, Emanuel Davide e Rui Silva.
Apesar de se apresentarem com estatutos completamente diferentes na prova, isso não se notou quando a partida começou, com o Beira-Mar a responder sempre com muita objectividade e perigo ao maior e natural controlo de bola por parte do seu adversário, que, no entanto, o fazia sempre longe das zonas de perigo. A equipa de Alberto Raínho disporia mesmo da primeira e flagrante oportunidade para chegar ao golo, à passagem do minuto 6, num lance de "laboratório" quase perfeito, com Aurélio a falhar a baliza por milímetros, rematando em posição frontal após duas simulações sucessivas, na sequência de um canto, que o deixaram com a baliza à sua mercê. Que falta de sorte!
Quiçá deslumbrados com a hipótese de poderem ter-se adiantado no marcador, os aveirenses foram surpreendidos, no minuto seguinte, com um rápido contra-ataque, que proporcionaria o 0-1. Tiago Garcia é lançado em velocidade, com a bola a ser metida no espaço vazio, e o rápido e talentoso avançado portista evita a saída de Rafa e dá para a boca da baliza, onde a defensiva aveirense falhou a intercepção, aproveitando-se disso Sérgio Ribeiro para atirar por entre os postes abandonados.
Este foi o primeiro golpe sofrido pelos auri-negros, que viram o seu adversário marcar na jogada seguinte ao momento em que poderiam eles ter festejado. Mas os braços não caíram e a reacção ao golo fez-se sentir, aos 18', numa boa jogada de combinação, pelo corredor esquerdo, entre Ribeiro e Melo, com este a colocar na área para uma entrada de cabeça de Hugo, que vê o seu remate ser desviado para canto. Na sequência deste, a bola sobra para Miguel, descaído na esquerda, que a coloca na área para nova entrada de cabeça, desta vez de Aurélio, que não dá golo por muito pouco.
A insistência do Beira-Mar, que em termos defensivos anulava por completo as iniciativas dos azuis e brancos, viria a dar os seus frutos, aos 32', depois de uma série de cantos conquistados. Foi precisamente num deles, apontado da direita por Bruno Ribeiro, que Ricardo Pinto aproveitou uma sobra de bola para a pontapear de pronto para o fundo das redes, obtendo o já muito merecido e justo 1-1.
Quando se pensava que as equipas recolheriam aos balneários igualadas no marcador, que era o mínimo que os aveirenses poderiam exigir para si em termos de justiça no resultado, em cima dos 35', o FC Porto volta a ganhar de novo vantagem e a mostrar uma tremenda eficácia em termos de finalização. Para além de mais um momento revelador de a sorte do jogo estar do seu lado, o FC Porto também mostrou, no lance do 1-2, que tem bons executantes. O golo é obra de Tiago Garcia, que recebe de costas para a baliza, rodopia e desfere um remate cruzado que surpreende Rafa pela sua potência e velocidade de execução.
Foi mais um golpe duro na moral dos auri-negros, que vêem o adversário ganhar vantagem pouco depois do empate e em cima do intervalo, com tudo o que isso representa em termos psicológicos. Mas o pior ainda estava para vir! Logo no início da 2ª parte, aos 38', noutro momento crucial do jogo, o FC Porto chega ao 1-3 e dá, praticamente, a estocada final na partida. Rafa ainda evita o golo num primeiro momento, saindo aos pés do isolado Tiago Garcia, mas a bola sobra para Ruben Macedo, que atira para a baliza deserta.
Foram demasiados golpes em tão curto espaço de tempo (golo a fechar, golo a abrir) e isto reflectiu-se no que veio a seguir. O Porto, mais tranquilo com a vantagem de dois golos, partiu para o seu melhor período no jogo, enquanto o Beira-Mar sentia agora maiores dificuldades em chegar à baliza de João Costa como o houvera feito na etapa inicial.
Assim, aos 45' e 55', os azuis e brancos estiveram muito perto de ampliar a vantagem. A primeira oportunidade resulta de sucessivas trocas de bola à entrada da grande área aveirense, com Ruben Macedo a surgir na cara de Pedro Rafael, "picando-lhe" a bola por cima do corpo, mas errando o alvo por milímetros. O segundo lance é uma jogada de contra-ataque feito em superioridade numérica, com Tiago Garcia a ser servido na direita e a rematar cruzado, com a bola a rasar o poste mais distante.
Com o FC Porto a controlar a vantagem e a ser mais dominador desde o momento do terceiro golo, o Beira-Mar viria ainda a reagir no último quarto do jogo, em que voltou a equilibrar as operações.O momento mais perigoso deste período, protagonizado pelos aveirenses, aconteceu, aos 57', quando Bruno Ribeiro se escapou pela esquerda e rematou à figura de João Costa.
E foi já no 5º minuto de compensação dado pelo árbitro, quando já não havia dúvidas quanto ao vencedor da partida, que o marcador voltou a funcionar, castigando com um severo 1-4 uma equipa do Beira-Mar que esteve largo tempo na disputa do resultado. Mas o futebol é um jogo cruel e foi desse modo que, na sequência de um livre na direita, marcado no enfiamento da grande área da casa, Tiago Garcia bisaria na partida marcando um belo golo de cabeça.
Foram boas as indicações (se mais precisas fossem...) deixadas pela equipa de Alberto Raínho, que mostrou ter condições para discutir todos os jogos nesta 2ª fase, onde, aconteça o que acontecer, fechará uma brilhante época.
(1-2, ao intervalo)
É certo que em futebol são os resultados que ficam para a história, mas manda a verdade que se diga que esta derrota dos iniciados do Beira-Mar, frente ao FC Porto, por 1-4, é um castigo demasiado severo para aquilo que os pupilos de Alberto Raínho fizeram durante o jogo, sobretudo na primeira parte, jogada olhos nos olhos com os azuis e brancos, que tiveram a sorte do jogo pelo seu lado. Nesses primeiros 35 minutos, os jovens auri-negros deram fundadas esperanças de poder discutir o resultado com o seu teoricamente mais poderoso adversário, mas a eficácia portista e os golos cirurgicamente obtidos em momentos cruciais da partida, fatais sob o ponto de vista psicológico, foram agruras em demasia para quem luta com armas tão desiguais.
Sob uma arbitragem complicativa do juiz leiriense, Sr. Carlos Amado, as equipas apresentaram-se da seguinte forma no relvado principal do estádio Mário Duarte:
SC Beira-Mar: Rafa (gr); Sousa, Ricardo Pinto, Fábio (cap) e Ricardo Melo; Miguel, Tiago Ramalho e Hugo Custódio; Aurélio, João Miguel (Steven, 49') e Bruno Ribeiro (Lucas, 65').
Suplentes não utilizados: Canha (gr), Yusuf, Nuno Abreu, Tiago Marques e Ricardo Esteves.
FC Porto: João Costa (gr); Joel (Emanuel Alves, 52'), João Cunha, Bruno Duarte e Raúl; Diogo Barbosa, Clever e Rui Moreira (cap); Sérgio Ribeiro (Luís Malta, 64'), Tiago Garcia e Ruben Macedo.
Suplentes não utilizados: João Gurtner (gr), Tomás Mota, Sérgio Cardoso, Emanuel Davide e Rui Silva.
Apesar de se apresentarem com estatutos completamente diferentes na prova, isso não se notou quando a partida começou, com o Beira-Mar a responder sempre com muita objectividade e perigo ao maior e natural controlo de bola por parte do seu adversário, que, no entanto, o fazia sempre longe das zonas de perigo. A equipa de Alberto Raínho disporia mesmo da primeira e flagrante oportunidade para chegar ao golo, à passagem do minuto 6, num lance de "laboratório" quase perfeito, com Aurélio a falhar a baliza por milímetros, rematando em posição frontal após duas simulações sucessivas, na sequência de um canto, que o deixaram com a baliza à sua mercê. Que falta de sorte!
Quiçá deslumbrados com a hipótese de poderem ter-se adiantado no marcador, os aveirenses foram surpreendidos, no minuto seguinte, com um rápido contra-ataque, que proporcionaria o 0-1. Tiago Garcia é lançado em velocidade, com a bola a ser metida no espaço vazio, e o rápido e talentoso avançado portista evita a saída de Rafa e dá para a boca da baliza, onde a defensiva aveirense falhou a intercepção, aproveitando-se disso Sérgio Ribeiro para atirar por entre os postes abandonados.
Este foi o primeiro golpe sofrido pelos auri-negros, que viram o seu adversário marcar na jogada seguinte ao momento em que poderiam eles ter festejado. Mas os braços não caíram e a reacção ao golo fez-se sentir, aos 18', numa boa jogada de combinação, pelo corredor esquerdo, entre Ribeiro e Melo, com este a colocar na área para uma entrada de cabeça de Hugo, que vê o seu remate ser desviado para canto. Na sequência deste, a bola sobra para Miguel, descaído na esquerda, que a coloca na área para nova entrada de cabeça, desta vez de Aurélio, que não dá golo por muito pouco.
A insistência do Beira-Mar, que em termos defensivos anulava por completo as iniciativas dos azuis e brancos, viria a dar os seus frutos, aos 32', depois de uma série de cantos conquistados. Foi precisamente num deles, apontado da direita por Bruno Ribeiro, que Ricardo Pinto aproveitou uma sobra de bola para a pontapear de pronto para o fundo das redes, obtendo o já muito merecido e justo 1-1.
Quando se pensava que as equipas recolheriam aos balneários igualadas no marcador, que era o mínimo que os aveirenses poderiam exigir para si em termos de justiça no resultado, em cima dos 35', o FC Porto volta a ganhar de novo vantagem e a mostrar uma tremenda eficácia em termos de finalização. Para além de mais um momento revelador de a sorte do jogo estar do seu lado, o FC Porto também mostrou, no lance do 1-2, que tem bons executantes. O golo é obra de Tiago Garcia, que recebe de costas para a baliza, rodopia e desfere um remate cruzado que surpreende Rafa pela sua potência e velocidade de execução.
Foi mais um golpe duro na moral dos auri-negros, que vêem o adversário ganhar vantagem pouco depois do empate e em cima do intervalo, com tudo o que isso representa em termos psicológicos. Mas o pior ainda estava para vir! Logo no início da 2ª parte, aos 38', noutro momento crucial do jogo, o FC Porto chega ao 1-3 e dá, praticamente, a estocada final na partida. Rafa ainda evita o golo num primeiro momento, saindo aos pés do isolado Tiago Garcia, mas a bola sobra para Ruben Macedo, que atira para a baliza deserta.
Foram demasiados golpes em tão curto espaço de tempo (golo a fechar, golo a abrir) e isto reflectiu-se no que veio a seguir. O Porto, mais tranquilo com a vantagem de dois golos, partiu para o seu melhor período no jogo, enquanto o Beira-Mar sentia agora maiores dificuldades em chegar à baliza de João Costa como o houvera feito na etapa inicial.
Assim, aos 45' e 55', os azuis e brancos estiveram muito perto de ampliar a vantagem. A primeira oportunidade resulta de sucessivas trocas de bola à entrada da grande área aveirense, com Ruben Macedo a surgir na cara de Pedro Rafael, "picando-lhe" a bola por cima do corpo, mas errando o alvo por milímetros. O segundo lance é uma jogada de contra-ataque feito em superioridade numérica, com Tiago Garcia a ser servido na direita e a rematar cruzado, com a bola a rasar o poste mais distante.
Com o FC Porto a controlar a vantagem e a ser mais dominador desde o momento do terceiro golo, o Beira-Mar viria ainda a reagir no último quarto do jogo, em que voltou a equilibrar as operações.O momento mais perigoso deste período, protagonizado pelos aveirenses, aconteceu, aos 57', quando Bruno Ribeiro se escapou pela esquerda e rematou à figura de João Costa.
E foi já no 5º minuto de compensação dado pelo árbitro, quando já não havia dúvidas quanto ao vencedor da partida, que o marcador voltou a funcionar, castigando com um severo 1-4 uma equipa do Beira-Mar que esteve largo tempo na disputa do resultado. Mas o futebol é um jogo cruel e foi desse modo que, na sequência de um livre na direita, marcado no enfiamento da grande área da casa, Tiago Garcia bisaria na partida marcando um belo golo de cabeça.
Foram boas as indicações (se mais precisas fossem...) deixadas pela equipa de Alberto Raínho, que mostrou ter condições para discutir todos os jogos nesta 2ª fase, onde, aconteça o que acontecer, fechará uma brilhante época.
domingo, 13 de março de 2011
BENJAMINS A "B": Valeu pela segunda parte
SC Beira-Mar "B", 6 - FC Vaguense, 0
(0-0, ao intervalo)
Efectivamente, a nossa equipa não existiu na primeira parte deste jogo, fomos demasiado lentos, pouco agressivos, circulámos mal a bola entre os nossos jogadores, falhámos passes fáceis e, por fim, falhámos soberanas oportunidades de golo. Com um desempenho tão baixo, e tanta intranquilidade, o nosso adversário foi acreditando que era possível levar do Seminário um resultado positivo, sem no entanto criar grandes lances de perigo para a nossa baliza.
No segundo tempo tivemos outra atitude, fomos mais rápidos e agressivos e, por consequência, os golos foram aparecendo com naturalidade. Fizemos seis e muitos outros ficaram por marcar. É preciso manter sempre esta atitude e, se possível, melhorar. Estes atletas já deram provas de que são capazes de muito mais e melhor, não se justifica tanto nervosismo num jogo que se pretende jogado com prazer e diversão.
Jogaram: Álvaro; Diogo Silva; Rui (cap); Mário; Melo; Miguel; Diogo Mateus; Tiago Pinheiro; Manuel e Gonças.
Marcaram: Melo (3); Miguel (2) e Tiago Pinheiro.
(0-0, ao intervalo)
Efectivamente, a nossa equipa não existiu na primeira parte deste jogo, fomos demasiado lentos, pouco agressivos, circulámos mal a bola entre os nossos jogadores, falhámos passes fáceis e, por fim, falhámos soberanas oportunidades de golo. Com um desempenho tão baixo, e tanta intranquilidade, o nosso adversário foi acreditando que era possível levar do Seminário um resultado positivo, sem no entanto criar grandes lances de perigo para a nossa baliza.
No segundo tempo tivemos outra atitude, fomos mais rápidos e agressivos e, por consequência, os golos foram aparecendo com naturalidade. Fizemos seis e muitos outros ficaram por marcar. É preciso manter sempre esta atitude e, se possível, melhorar. Estes atletas já deram provas de que são capazes de muito mais e melhor, não se justifica tanto nervosismo num jogo que se pretende jogado com prazer e diversão.
Jogaram: Álvaro; Diogo Silva; Rui (cap); Mário; Melo; Miguel; Diogo Mateus; Tiago Pinheiro; Manuel e Gonças.
Marcaram: Melo (3); Miguel (2) e Tiago Pinheiro.
BENJAMINS A "A": Jogo controlado desde o primeiro minuto
GD Beira-Vouga, 2 - SC Beira-Mar "A", 8
(1-3, ao intervalo)
Marcámos o primeiro golo no primeiro lance do jogo e, de seguida, relaxámos um pouco, o que permitiu ao adversário ensaiar algumas jogadas de contra ataque que, com alguma atrapalhação e falta de concentração da nossa parte, lhes permitiu chegar ao empate. Logo nos recompusemos e rapidamente fizemos a diferença no marcador com vários golos. O jogo foi decorrendo com um ritmo não muito elevado, mas sempre com ascendente da nossa parte, não permitindo ao adversário criar grandes situações de finalização. Resta referir (mais uma vez), que as desconcentrações em determinados momentos do jogo podem custar-nos alguns pontos em jogos mais equilibrados, tanto desconcentrações defensivas como ofensivas (como se podem falhar tantos golos fáceis ?).
Jogaram: Francisco; Rafa; Gustavo; Alain; Samuel (Cap.); Afonso; Guilherme; Figueira; Henrique e Vieira.
Marcaram: Alain (4); Henrique (3); Samuel.
(1-3, ao intervalo)
Marcámos o primeiro golo no primeiro lance do jogo e, de seguida, relaxámos um pouco, o que permitiu ao adversário ensaiar algumas jogadas de contra ataque que, com alguma atrapalhação e falta de concentração da nossa parte, lhes permitiu chegar ao empate. Logo nos recompusemos e rapidamente fizemos a diferença no marcador com vários golos. O jogo foi decorrendo com um ritmo não muito elevado, mas sempre com ascendente da nossa parte, não permitindo ao adversário criar grandes situações de finalização. Resta referir (mais uma vez), que as desconcentrações em determinados momentos do jogo podem custar-nos alguns pontos em jogos mais equilibrados, tanto desconcentrações defensivas como ofensivas (como se podem falhar tantos golos fáceis ?).
Jogaram: Francisco; Rafa; Gustavo; Alain; Samuel (Cap.); Afonso; Guilherme; Figueira; Henrique e Vieira.
Marcaram: Alain (4); Henrique (3); Samuel.
INFANTIS B: Não merecíamos este resultado…!
SC Beira-Mar, 3 - AD Sanjoanense, 5
(0-1, ao intervalo)
Terceiro jogo seguido sem o sabor da vitória, em que o desfecho final é bastante penalizador, mas quem sofre 5 golos em casa dificilmente consegue um resultado positivo. Contra um adversário perfeitamente ao nosso alcance, vários erros colectivos nas abordagens defensivas deitaram tudo a perder.
Jogo no campo do Seminário, onde participaram, na equipa do SC Beira-Mar, por ordem numérica, os seguintes jogadores: 1- Marcelo; 4-Adriano; 6-Diogo; 7-J. Claro; 8-Rui; 9-João Bernardo; 11-Peralta; 12-Bruno; 16-Kikas; 17-Júnior; 20-Fábio e 30-Gui.
Os misters Pedro e João Teles apresentaram de início:
Marcelo (GR), Adriano, J. Claro (cap.), João Bernardo, Peralta, Fábio e Gui.
Jogaram ainda na 1ª parte: Júnior, Diogo e Kikas.
A 1ª parte conta-se em poucas palavras, muito equilíbrio das 2 equipas, com algum domínio da nossa parte, em que desperdiçámos 2 soberanas ocasiões de golo, tendo enviado uma bola aos ferros da baliza da Sanjoanense.
No último minuto, golpe demasiado duro para a nossa equipa, quando, no único remate à nossa baliza, a bola tabelou nas costas dum nosso jogador e anichou-se na baliza.
Na 2ª parte, iniciaram a partida:
Bruno (GR), Adriano, Diogo, J. Claro, Peralta, Júnior e Fábio.
Entraram ainda na 2ª parte: J. Bernardo e Kikas.
Se mal acabámos, não podíamos ter melhor começo de 2ª parte, pois no pontapé inicial, Fábio, num forte remate, faz um grande golo e repõe a igualdade (e justiça) no marcador.
Aos 6´, demos a volta ao marcador, por Diogo, que coloca muito bem a cabeça na sequência dum livre longo executado pelo Adriano, fazendo a reviravolta. Parecia que o mais difícil estava feito e que iríamos conseguir um resultado positivo.
Contudo, nos minutos seguintes, apesar de termos enviado mais uma bola ao poste, cometemos demasiados erros colectivos na abordagem aos lances defensivos, que foram muito bem aproveitados pela Sanjoanense, que, em 4 remates, fez 3 golos, aos 14’, 16’ e 19’ e colocou-se em vantagem por 2-4.
Após termos sofrido o 4º golo, aconteceu um grande momento de futebol, com o capitão J. Claro a “pegar” na bola na reposição em jogo e, após fintar toda a equipa adversária, colocou a bola por cima do guarda-redes e fez um grande golo, que nos colocava de novo dentro do jogo, com uma desvantagem mínima.
Arriscámos o tudo por tudo e tivemos, de seguida, novas duas claras oportunidades para empatar a partida, tendo enviado nova bola ao poste (a 3ª na partida) e, com tamanha infelicidade, acabou por imperar aquela máxima do futebol: quem não marca, sofre!
Infelizmente foi o que nos aconteceu, aos 26’, numa jogada de puro contra-ataque, aproveitando o nosso avanço natural no terreno de jogo.
Há que levantar a cabeça e encarar de frente o próximo jogo, onde voltamos a jogar em casa, contra um Anadia moralizado, após ter infringido ao Feirense a primeira derrota da sua equipa de 1999 passados mais de 2 anos.
(0-1, ao intervalo)
Terceiro jogo seguido sem o sabor da vitória, em que o desfecho final é bastante penalizador, mas quem sofre 5 golos em casa dificilmente consegue um resultado positivo. Contra um adversário perfeitamente ao nosso alcance, vários erros colectivos nas abordagens defensivas deitaram tudo a perder.
Jogo no campo do Seminário, onde participaram, na equipa do SC Beira-Mar, por ordem numérica, os seguintes jogadores: 1- Marcelo; 4-Adriano; 6-Diogo; 7-J. Claro; 8-Rui; 9-João Bernardo; 11-Peralta; 12-Bruno; 16-Kikas; 17-Júnior; 20-Fábio e 30-Gui.
Os misters Pedro e João Teles apresentaram de início:
Marcelo (GR), Adriano, J. Claro (cap.), João Bernardo, Peralta, Fábio e Gui.
Jogaram ainda na 1ª parte: Júnior, Diogo e Kikas.
A 1ª parte conta-se em poucas palavras, muito equilíbrio das 2 equipas, com algum domínio da nossa parte, em que desperdiçámos 2 soberanas ocasiões de golo, tendo enviado uma bola aos ferros da baliza da Sanjoanense.
No último minuto, golpe demasiado duro para a nossa equipa, quando, no único remate à nossa baliza, a bola tabelou nas costas dum nosso jogador e anichou-se na baliza.
Na 2ª parte, iniciaram a partida:
Bruno (GR), Adriano, Diogo, J. Claro, Peralta, Júnior e Fábio.
Entraram ainda na 2ª parte: J. Bernardo e Kikas.
Se mal acabámos, não podíamos ter melhor começo de 2ª parte, pois no pontapé inicial, Fábio, num forte remate, faz um grande golo e repõe a igualdade (e justiça) no marcador.
Aos 6´, demos a volta ao marcador, por Diogo, que coloca muito bem a cabeça na sequência dum livre longo executado pelo Adriano, fazendo a reviravolta. Parecia que o mais difícil estava feito e que iríamos conseguir um resultado positivo.
Contudo, nos minutos seguintes, apesar de termos enviado mais uma bola ao poste, cometemos demasiados erros colectivos na abordagem aos lances defensivos, que foram muito bem aproveitados pela Sanjoanense, que, em 4 remates, fez 3 golos, aos 14’, 16’ e 19’ e colocou-se em vantagem por 2-4.
Após termos sofrido o 4º golo, aconteceu um grande momento de futebol, com o capitão J. Claro a “pegar” na bola na reposição em jogo e, após fintar toda a equipa adversária, colocou a bola por cima do guarda-redes e fez um grande golo, que nos colocava de novo dentro do jogo, com uma desvantagem mínima.
Arriscámos o tudo por tudo e tivemos, de seguida, novas duas claras oportunidades para empatar a partida, tendo enviado nova bola ao poste (a 3ª na partida) e, com tamanha infelicidade, acabou por imperar aquela máxima do futebol: quem não marca, sofre!
Infelizmente foi o que nos aconteceu, aos 26’, numa jogada de puro contra-ataque, aproveitando o nosso avanço natural no terreno de jogo.
Há que levantar a cabeça e encarar de frente o próximo jogo, onde voltamos a jogar em casa, contra um Anadia moralizado, após ter infringido ao Feirense a primeira derrota da sua equipa de 1999 passados mais de 2 anos.
BENJAMINS B "A": Excelente vitória num bom jogo de futebol
SC Beira-Mar, 5 - CG Paramos, 3
(2-1, ao intervalo)
A equipa de Paulo Martins venceu com distinção mais um adversário difícil, num jogo intenso e com uma arbitragem muito regular.
A toada ofensiva imprimida pelos nossos atletas desde o apito inicial foi determinante na obtenção do primeiro golo da partida, um auto-golo do defesa do Paramos, muito bem pressionado pelo João Batista, a quem naturalmente poderá ser atribuído o golo dado ter o lance resultado de um seu remate inicial.
A vencer desde os minutos iniciais, a equipa do Beira-Mar, com uma defesa consistente a contrariar todas as tentativas de contra-ataque do adversário, manteve a capacidade ofensiva e conseguiu obter o segundo golo marcado pelo João Batista.
O Paramos, de indiscutível penálti, originado por um desentendimento dos nossos defesas que “ensanduicharam” o atacante adversário num lance já fora de perigo, conseguiu reduzir o marcador pouco antes do intervalo, numa fase em que o ascendente pertencia claramente à nossa equipa.
Moralizados pela boa exibição do primeiro tempo, os nossos atletas regressam ao relvado e conseguem marcar no lance inicial, através de um remate certeiro do Pedro Reis desferido a partir do círculo central.
Após algumas jogadas de perigo das duas equipas e de uma bola ao poste na baliza adversária, conseguimos marcar o quarto golo, através de um bonito lance do Samuel.
O jogo manteve-se muito equilibrado com a toada atacante do nosso lado, voltando no entanto o Paramos a marcar num rápido e certeiro contra ataque.
O quinto golo do Beira-Mar surgiu naturalmente, fruto da persistência da equipa e num belo lance individual do Samuel, que de calcanhar, à “Madjer” volta a conquistar uma vantagem de três golos, essencial para tranquilizar os nervos dos nossos atletas, técnicos e adeptos e diga-se que igualmente oportuna para apaziguar os constantes ataques verbais ao árbitro provindos da claque adversária que ao mínimo lance e sem qualquer fundamento o fuzilavam de “palhaço” para cima (verdadeiramente lamentável!).
O Paramos conseguiu ainda marcar o terceiro golo novamente num lance de contra-ataque, demonstrando que estavam dispostos a dar luta até ao apito final, que no entanto não tardou a chegar.
A nossa equipa manteve o 3º lugar no campeonato em face das vitórias dos adversários que permanecem no primeiro e segundo lugares e que na próxima jornada jogam entre si.
No Beira-Mar, jogaram inicialmente: João Luís, Renato, Pedro Reis, Simão, Bernardo, João Batista e Samuel. Jogaram ainda: Bruno Santos, Rui Silva, Pipe, Diogo Couceiro e Tiago Almeida.
(2-1, ao intervalo)
A equipa de Paulo Martins venceu com distinção mais um adversário difícil, num jogo intenso e com uma arbitragem muito regular.
A toada ofensiva imprimida pelos nossos atletas desde o apito inicial foi determinante na obtenção do primeiro golo da partida, um auto-golo do defesa do Paramos, muito bem pressionado pelo João Batista, a quem naturalmente poderá ser atribuído o golo dado ter o lance resultado de um seu remate inicial.
A vencer desde os minutos iniciais, a equipa do Beira-Mar, com uma defesa consistente a contrariar todas as tentativas de contra-ataque do adversário, manteve a capacidade ofensiva e conseguiu obter o segundo golo marcado pelo João Batista.
O Paramos, de indiscutível penálti, originado por um desentendimento dos nossos defesas que “ensanduicharam” o atacante adversário num lance já fora de perigo, conseguiu reduzir o marcador pouco antes do intervalo, numa fase em que o ascendente pertencia claramente à nossa equipa.
Moralizados pela boa exibição do primeiro tempo, os nossos atletas regressam ao relvado e conseguem marcar no lance inicial, através de um remate certeiro do Pedro Reis desferido a partir do círculo central.
Após algumas jogadas de perigo das duas equipas e de uma bola ao poste na baliza adversária, conseguimos marcar o quarto golo, através de um bonito lance do Samuel.
O jogo manteve-se muito equilibrado com a toada atacante do nosso lado, voltando no entanto o Paramos a marcar num rápido e certeiro contra ataque.
O quinto golo do Beira-Mar surgiu naturalmente, fruto da persistência da equipa e num belo lance individual do Samuel, que de calcanhar, à “Madjer” volta a conquistar uma vantagem de três golos, essencial para tranquilizar os nervos dos nossos atletas, técnicos e adeptos e diga-se que igualmente oportuna para apaziguar os constantes ataques verbais ao árbitro provindos da claque adversária que ao mínimo lance e sem qualquer fundamento o fuzilavam de “palhaço” para cima (verdadeiramente lamentável!).
O Paramos conseguiu ainda marcar o terceiro golo novamente num lance de contra-ataque, demonstrando que estavam dispostos a dar luta até ao apito final, que no entanto não tardou a chegar.
A nossa equipa manteve o 3º lugar no campeonato em face das vitórias dos adversários que permanecem no primeiro e segundo lugares e que na próxima jornada jogam entre si.
No Beira-Mar, jogaram inicialmente: João Luís, Renato, Pedro Reis, Simão, Bernardo, João Batista e Samuel. Jogaram ainda: Bruno Santos, Rui Silva, Pipe, Diogo Couceiro e Tiago Almeida.
BENJAMINS B "B": Regresso às vitórias
Mini Foot Clube, 2 - SC Beira-Mar "B", 3
(0-1, ao intervalo)
Esta deslocação a Sever do Vouga era importante para a nossa equipa, que vinha de uma pesada derrota em casa e estes jovens atletas reagiram muito bem e trouxeram uma vitória para Aveiro, que, apesar de tangencial, nunca esteve em causa.
O treinador Jorge Vinagre fez alinhar na 1ª parte os seguintes jogadores ;
Lourenço (gr), Bruno Duarte, Tiago Neves, Alex ,Luis Nunes (cap), Kiko e Gonçalo Nascimento.
Entraram ainda o António, o Filipe André, o Tiago Gomes e o Pedro António.
O Beira-Mar iniciou o jogo melhor que a equipa da casa, apresentando-se com um futebol organizado, com a equipa a trocar bem a bola, demonstrando clara superioridade sobre o seu opositor.
Foi, portanto, com naturalidade que foram aparecendo algumas oportunidades para inaugurar o marcador, o que veio a acontecer aos 12’ ,fruto de mais uma boa jogada de combinação dos nossos atletas.
O Mini-Foot, nesta fase, raramente chegou junto da nossa baliza e, quando o fez, foi sempre sem perigo. Chegou o intervalo com o resultado em 0-1, mas a escassa diferença no marcador não espelhava a realidade do jogo.
Para a 2ª parte o Beira-Mar alinhou da seguinte maneira:
Rafa (gr), Alex, António, Tiago Neves, Pedro António, Luis Nunes (cap) e Gonçalo Nascimento.
O Kiko, o Filipe André, o Tiago Gomes e o Bruno Duarte também foram utilizados.
Para a 2ª metade o Beira-Mar trouxe a vontade de resolver rapidamente o jogo e até começou bem pois, aos 26’, já estava a marcar. Com este golo a equipa da casa desmoralizou e os auri-negros aproveitaram para se apoderar do jogo e passaram a dominar completamente. Com um bom espirito de entreajuda e melhor qualidade técina que o seu adversário, foi sem surpresa que se chegou ao 0-3.
Estavam decorridos 43’, quando, num lance inofensivo, deixámos o nosso adversário reduzir a diferença. Quem diria que, com este golo, o jogo se alteraria completamente. Foi o que aconteceu, o Minifoot acreditou que podia fazer melhor e a nossa equipa tremeu. Quando faltavam 2 minutos para acabar a partida ainda fizeram o 2-3, mas não foram além disso.
A vitória foi mais do que justa por tudo que o Beira-Mar fez nos primeiros 43 minutos, mas não podemos esquecer que o jogo tem 50 minutos.
Os golos foram marcados pelo Gonçalo Nascimento (2) e Kiko (1).
(0-1, ao intervalo)
Esta deslocação a Sever do Vouga era importante para a nossa equipa, que vinha de uma pesada derrota em casa e estes jovens atletas reagiram muito bem e trouxeram uma vitória para Aveiro, que, apesar de tangencial, nunca esteve em causa.
O treinador Jorge Vinagre fez alinhar na 1ª parte os seguintes jogadores ;
Lourenço (gr), Bruno Duarte, Tiago Neves, Alex ,Luis Nunes (cap), Kiko e Gonçalo Nascimento.
Entraram ainda o António, o Filipe André, o Tiago Gomes e o Pedro António.
O Beira-Mar iniciou o jogo melhor que a equipa da casa, apresentando-se com um futebol organizado, com a equipa a trocar bem a bola, demonstrando clara superioridade sobre o seu opositor.
Foi, portanto, com naturalidade que foram aparecendo algumas oportunidades para inaugurar o marcador, o que veio a acontecer aos 12’ ,fruto de mais uma boa jogada de combinação dos nossos atletas.
O Mini-Foot, nesta fase, raramente chegou junto da nossa baliza e, quando o fez, foi sempre sem perigo. Chegou o intervalo com o resultado em 0-1, mas a escassa diferença no marcador não espelhava a realidade do jogo.
Para a 2ª parte o Beira-Mar alinhou da seguinte maneira:
Rafa (gr), Alex, António, Tiago Neves, Pedro António, Luis Nunes (cap) e Gonçalo Nascimento.
O Kiko, o Filipe André, o Tiago Gomes e o Bruno Duarte também foram utilizados.
Para a 2ª metade o Beira-Mar trouxe a vontade de resolver rapidamente o jogo e até começou bem pois, aos 26’, já estava a marcar. Com este golo a equipa da casa desmoralizou e os auri-negros aproveitaram para se apoderar do jogo e passaram a dominar completamente. Com um bom espirito de entreajuda e melhor qualidade técina que o seu adversário, foi sem surpresa que se chegou ao 0-3.
Estavam decorridos 43’, quando, num lance inofensivo, deixámos o nosso adversário reduzir a diferença. Quem diria que, com este golo, o jogo se alteraria completamente. Foi o que aconteceu, o Minifoot acreditou que podia fazer melhor e a nossa equipa tremeu. Quando faltavam 2 minutos para acabar a partida ainda fizeram o 2-3, mas não foram além disso.
A vitória foi mais do que justa por tudo que o Beira-Mar fez nos primeiros 43 minutos, mas não podemos esquecer que o jogo tem 50 minutos.
Os golos foram marcados pelo Gonçalo Nascimento (2) e Kiko (1).
sábado, 12 de março de 2011
INFANTIS A "B": Miguel Morgado resolveu!
SC Beira-Mar "B", 4 - AD Valonguense, 1
(1-1, ao intervalo)
Um "hat-trick" de Miguel Morgado e uma assistência para o quarto golo fizeram do esquerdino auri-negro a figura nuclear de um jogo que não estava a correr de feição à equipa de Ricardo Pinheiro, com o colectivo a não funcionar e os lances de 1 para 1 raramente a saírem bem. Ainda assim a vitória não oferece contestação, sendo inteiramente justa e marcando o regresso aos triunfos após o desaire de há uma semana.
O início do jogo foi de muita luta, com maior iniciativa por parte do Beira-Mar, mas com o Valonguense a ripostar e a procurar também chegar à baliza defendida, na primeira parte, por Renato. Os lances de perigo, contudo, escassearam e manda a verdade que se diga que o 1-0 chegou sem que tivesse sido criada uma flagrante oportunidade de golo! O golo inaugural, aos 12', foi de uma enorme simplicidade, com Miguel Morgado a receber na esquerda e a aplicar um potente e colocado remate cruzado que surpreendeu tudo e todos, guardião incluído.
Este foi o lance que deu o mote para um grande jogo do esquerdino aveirense, que, pouco depois, aos 14', na marcação de um livre na linha limite da grande área, sobre a direita, fez estremecer a barra da baliza da equipa de Arrancada do Vouga, com a bola, caprichosamente, a não entrar.
O jogo só voltaria a animar na parte final da etapa inicial, com Hugo também a acertar no poste, aos 26', numa recarga de cabeça após um remate de Portugal, que surgiu na cara do guarda-redes do Valonguense, que defendeu de forma incompleta para a frente. O mesmo Hugo, aos 28' e após uma assistência primorosa de Portugal, que volta a estar na jogada, pela esquerda, falha o remate, em posição frontal, bem dentro da área e livre de marcação e perde a hipótese do segundo golo. Surpreendentemente, em cima do apito para o descanso, seria o Valonguense a chegar à igualdade, através do seu jogador mais influente (nº 10), que depois de apontar um livre à entrada da área, que proporcionou a Renato uma defesa de recurso, para a frente, teve ainda tempo para procurar a recarga, que conseguiu através de novo remate forte, que "fuzilou", sem hipótese, o guarda-redes da casa.
Se o 1-1 verificado ao intervalo se poderia considerar desajustado, tendo em conta as oportunidades criadas pelas duas equipas, ele servia de castigo para o jogo sofrível que a nossa equipa realizou nestes primeiros 30 minutos.
Não houve grandes melhorias na parte inicial do período complementar, registando-se apenas, aos 35', uma tabela entre Morgado e Portugal, que proporcionou a este último um remate dentro da área, desferido de ângulo já um pouco difícil, para uma defesa apertada mas eficaz do guarda-redes adversário. O Valonguense ainda respondeu, aos 39', novamente numa iniciativa individual do seu nº 10, que ganhou em corrida e disparou na passada, ao lado, mas levando muito perigo à baliza agora defendida por Henrique. Na resposta, André aparece em posição de finalização, que faz com uma tentativa de "chapéu" ao guarda-redes, que , no entanto, saiu um pouco alto.
Foi preciso esperar pelos 45' para que Miguel Morgado, mais uma vez de forma simples, "desembrulhasse" um "atado" que se estava a afigurar bastante difícil. O jogador auri-negro faz o 2-1, ganhando posição após um lançamento lateral efectuado para a área e desviando subtilmente do guarda-redes à saída deste. No minuto seguinte o 3-1 e o jogo a ficar definitivamente resolvido, com Miguel Morgado a chegar ao "hat-trick" através de um remate cruzado, desferido do lado esquerdo do ataque do Beira-Mar.
Foi um período demolidor por parte da equipa da casa, sempre com Morgado em evidência, que estaria também no lance do 4-1, aos 49', começado numa reposição de bola por Henrique, com Miguel a insistir e a dar para Fábio, que se limita a empurrar para a baliza. Aos 52', Miguel Morgado ainda assistiria, com um passe de "morte", Francisco Nolasco, que falhou o golo na cara do guarda-redes. Aos 57', Fábio não aproveitaria ainda uma falha do guardião visitante, após mais uma reposição longa por parte de Henrique, para dilatar a vantagem aveirense.
Ricardo Pinheiro apresentou os seguintes elementos neste jogo realizado no Campo do Seminário:
Renato (gr); Rafa e Toncha; Miguel Morgado, João Gonçalo e Miguel Anjos (cap); André.
Jogaram também: Henrique (gr), Fábio, Portugal, Hugo e Francisco Nolasco.
(1-1, ao intervalo)
Um "hat-trick" de Miguel Morgado e uma assistência para o quarto golo fizeram do esquerdino auri-negro a figura nuclear de um jogo que não estava a correr de feição à equipa de Ricardo Pinheiro, com o colectivo a não funcionar e os lances de 1 para 1 raramente a saírem bem. Ainda assim a vitória não oferece contestação, sendo inteiramente justa e marcando o regresso aos triunfos após o desaire de há uma semana.
O início do jogo foi de muita luta, com maior iniciativa por parte do Beira-Mar, mas com o Valonguense a ripostar e a procurar também chegar à baliza defendida, na primeira parte, por Renato. Os lances de perigo, contudo, escassearam e manda a verdade que se diga que o 1-0 chegou sem que tivesse sido criada uma flagrante oportunidade de golo! O golo inaugural, aos 12', foi de uma enorme simplicidade, com Miguel Morgado a receber na esquerda e a aplicar um potente e colocado remate cruzado que surpreendeu tudo e todos, guardião incluído.
Este foi o lance que deu o mote para um grande jogo do esquerdino aveirense, que, pouco depois, aos 14', na marcação de um livre na linha limite da grande área, sobre a direita, fez estremecer a barra da baliza da equipa de Arrancada do Vouga, com a bola, caprichosamente, a não entrar.
O jogo só voltaria a animar na parte final da etapa inicial, com Hugo também a acertar no poste, aos 26', numa recarga de cabeça após um remate de Portugal, que surgiu na cara do guarda-redes do Valonguense, que defendeu de forma incompleta para a frente. O mesmo Hugo, aos 28' e após uma assistência primorosa de Portugal, que volta a estar na jogada, pela esquerda, falha o remate, em posição frontal, bem dentro da área e livre de marcação e perde a hipótese do segundo golo. Surpreendentemente, em cima do apito para o descanso, seria o Valonguense a chegar à igualdade, através do seu jogador mais influente (nº 10), que depois de apontar um livre à entrada da área, que proporcionou a Renato uma defesa de recurso, para a frente, teve ainda tempo para procurar a recarga, que conseguiu através de novo remate forte, que "fuzilou", sem hipótese, o guarda-redes da casa.
Se o 1-1 verificado ao intervalo se poderia considerar desajustado, tendo em conta as oportunidades criadas pelas duas equipas, ele servia de castigo para o jogo sofrível que a nossa equipa realizou nestes primeiros 30 minutos.
Não houve grandes melhorias na parte inicial do período complementar, registando-se apenas, aos 35', uma tabela entre Morgado e Portugal, que proporcionou a este último um remate dentro da área, desferido de ângulo já um pouco difícil, para uma defesa apertada mas eficaz do guarda-redes adversário. O Valonguense ainda respondeu, aos 39', novamente numa iniciativa individual do seu nº 10, que ganhou em corrida e disparou na passada, ao lado, mas levando muito perigo à baliza agora defendida por Henrique. Na resposta, André aparece em posição de finalização, que faz com uma tentativa de "chapéu" ao guarda-redes, que , no entanto, saiu um pouco alto.
Foi preciso esperar pelos 45' para que Miguel Morgado, mais uma vez de forma simples, "desembrulhasse" um "atado" que se estava a afigurar bastante difícil. O jogador auri-negro faz o 2-1, ganhando posição após um lançamento lateral efectuado para a área e desviando subtilmente do guarda-redes à saída deste. No minuto seguinte o 3-1 e o jogo a ficar definitivamente resolvido, com Miguel Morgado a chegar ao "hat-trick" através de um remate cruzado, desferido do lado esquerdo do ataque do Beira-Mar.
Foi um período demolidor por parte da equipa da casa, sempre com Morgado em evidência, que estaria também no lance do 4-1, aos 49', começado numa reposição de bola por Henrique, com Miguel a insistir e a dar para Fábio, que se limita a empurrar para a baliza. Aos 52', Miguel Morgado ainda assistiria, com um passe de "morte", Francisco Nolasco, que falhou o golo na cara do guarda-redes. Aos 57', Fábio não aproveitaria ainda uma falha do guardião visitante, após mais uma reposição longa por parte de Henrique, para dilatar a vantagem aveirense.
Ricardo Pinheiro apresentou os seguintes elementos neste jogo realizado no Campo do Seminário:
Renato (gr); Rafa e Toncha; Miguel Morgado, João Gonçalo e Miguel Anjos (cap); André.
Jogaram também: Henrique (gr), Fábio, Portugal, Hugo e Francisco Nolasco.
INICIADOS B: Golo madrugador foi decisivo
SC Beira-Mar, 0 - Fiães SC, 1
(0-1, ao intervalo)
Um golo, logo aos 4 minutos, foi suficiente para que o Fiães levasse de vencida esta manhã, no relvado secundário do estádio Mário Duarte, a equipa do SC Beira-Mar, num jogo equilibrado, disputado a um ritmo não muito intenso, mas onde a formação auri-negra, ainda assim, não merecia sair derrotada. Com esta vitória, a equipa visitante manteve intactas as aspirações ao título de campeão distrital de iniciados da 1ª divisão, enquanto que os aveirenses levam já 5 jogos consecutivos sem vencer.
Edmundo Ferreira apresentou a seguinte equipa, numa manhã de chuva, mas com o estado do terreno a apresentar-se em boas condições:
João Pedro (gr); Miguel, João Neves (cap), Nuno Silva e Ricardo Mango; Nuno Regêncio (Rafa, int), Rui Ladeiro (Bruno, int) e André (João Gonçalves, 56'); Gi (Lâne, 56'), Manu e Marcos.
Suplentes não utilizados: Canha (gr); Marcos Dias e Gonçalo Ladeiro.
Ainda nenhuma das equipas tinha feito algo que o justificasse e já o Fiães se adiantava no marcador, aproveitando a marcação de um pontapé de canto e a passividade da defensiva da casa para, de cabeça, chegar ao 0-1.
Este lance marcaria a primeira parte do jogo, jogada a um ritmo lento e com poucas oportunidades de golo, mas onde o Beira-Mar esteve sempre mais perto da baliza do seu adversário. Manu esteve em evidência neste período de jogo e, por duas vezes, ameaçou o golo. Aos 19', a tentativa foi feita de fora da área e a bola não passou muito longe do alvo, para, aos 25', chegar ligeiramente atrasado a uma solicitação de Nuno Silva, deixando-se antecipar pelo guardião do Fiães. No minuto anterior, uma boa iniciativa do "capitão" da equipa visitante tinha criado muito perigo para a baliza de João Pedro, valendo na circunstância Nuno Silva, que desarmou o adversário no momento do remate.
Antes de as equipas recolherem aos balneários, destaque para um lance de insistência, aos 32', em que Marcos esteve muito perto do empate, rematando forte, muito perto do poste direito, após a bola já ter andado a rondar a zona de perigo da baliza do Fiães.
A segunda parte desenrolou-se de novo numa toada lenta, mas sempre com o Beira-Mar na procura de chegar ao empate, apesar de apenas, aos 51', ter tido a primeira oportunidade para isso. Foi, de facto, uma grande oportunidade de golo, a dar um safanão na modorra em que tinha caído o encontro. Pena foi que André não tivesse concretizado, quando, na cara do guardião visitante e após uma transição ofensiva, rematou de primeira mas à figura deste. Pouco depois, aos 53', novo lance de perigo por parte do Beira-Mar e novamente com André na jogada, chegando ligeiramente atrasado a um passe a rasgar de Manu e deixando-se antecipar pelo guarda-redes contrário.
O tempo passava, as forças iam faltando e o Fiães conseguia guardar a vantagem, mantendo, quase sempre, o Beira-Mar longe das zonas de perigo. Estava guardada, no entanto, uma parte final de jogo bastante empolgante. Aos 67', o guardião do Fiães nega o empate a Miguel, fazendo a defesa da manhã e desviando para canto um potente remate, desferido do meio da "rua", que levava o selo de golo.
Balanceado na procura da igualdade, o Beira-Mar quase era surpreendido, aos 69', numa jogada de contra-ataque que apanha a equipa auri-negra completamente descompensada, valendo a fraca pontaria do jogador nº 6 do Fiães, que, completamente isolado, atirou ao lado do poste esquerdo da baliza de João Pedro. O último lance digno de registo pertenceria aos aveirenses, numa boa iniciativa de Lâne pela direita, desfazendo-se do seu opositor e cruzando rasteiro para a área, onde foi mais lesta a defensiva forasteira, que esconjurou o perigo.
O jogo, bem arbitrado, terminaria pouco depois e o "filme" repetir-se-ia, saindo imerecidamente derrotada a equipa do Beira-Mar, que, mais uma vez, em nada se mostrou inferior ao seu opositor, mas que tarda em encontrar o caminho da baliza.
(0-1, ao intervalo)
Um golo, logo aos 4 minutos, foi suficiente para que o Fiães levasse de vencida esta manhã, no relvado secundário do estádio Mário Duarte, a equipa do SC Beira-Mar, num jogo equilibrado, disputado a um ritmo não muito intenso, mas onde a formação auri-negra, ainda assim, não merecia sair derrotada. Com esta vitória, a equipa visitante manteve intactas as aspirações ao título de campeão distrital de iniciados da 1ª divisão, enquanto que os aveirenses levam já 5 jogos consecutivos sem vencer.
Edmundo Ferreira apresentou a seguinte equipa, numa manhã de chuva, mas com o estado do terreno a apresentar-se em boas condições:
João Pedro (gr); Miguel, João Neves (cap), Nuno Silva e Ricardo Mango; Nuno Regêncio (Rafa, int), Rui Ladeiro (Bruno, int) e André (João Gonçalves, 56'); Gi (Lâne, 56'), Manu e Marcos.
Suplentes não utilizados: Canha (gr); Marcos Dias e Gonçalo Ladeiro.
Ainda nenhuma das equipas tinha feito algo que o justificasse e já o Fiães se adiantava no marcador, aproveitando a marcação de um pontapé de canto e a passividade da defensiva da casa para, de cabeça, chegar ao 0-1.
Este lance marcaria a primeira parte do jogo, jogada a um ritmo lento e com poucas oportunidades de golo, mas onde o Beira-Mar esteve sempre mais perto da baliza do seu adversário. Manu esteve em evidência neste período de jogo e, por duas vezes, ameaçou o golo. Aos 19', a tentativa foi feita de fora da área e a bola não passou muito longe do alvo, para, aos 25', chegar ligeiramente atrasado a uma solicitação de Nuno Silva, deixando-se antecipar pelo guardião do Fiães. No minuto anterior, uma boa iniciativa do "capitão" da equipa visitante tinha criado muito perigo para a baliza de João Pedro, valendo na circunstância Nuno Silva, que desarmou o adversário no momento do remate.
Antes de as equipas recolherem aos balneários, destaque para um lance de insistência, aos 32', em que Marcos esteve muito perto do empate, rematando forte, muito perto do poste direito, após a bola já ter andado a rondar a zona de perigo da baliza do Fiães.
A segunda parte desenrolou-se de novo numa toada lenta, mas sempre com o Beira-Mar na procura de chegar ao empate, apesar de apenas, aos 51', ter tido a primeira oportunidade para isso. Foi, de facto, uma grande oportunidade de golo, a dar um safanão na modorra em que tinha caído o encontro. Pena foi que André não tivesse concretizado, quando, na cara do guardião visitante e após uma transição ofensiva, rematou de primeira mas à figura deste. Pouco depois, aos 53', novo lance de perigo por parte do Beira-Mar e novamente com André na jogada, chegando ligeiramente atrasado a um passe a rasgar de Manu e deixando-se antecipar pelo guarda-redes contrário.
O tempo passava, as forças iam faltando e o Fiães conseguia guardar a vantagem, mantendo, quase sempre, o Beira-Mar longe das zonas de perigo. Estava guardada, no entanto, uma parte final de jogo bastante empolgante. Aos 67', o guardião do Fiães nega o empate a Miguel, fazendo a defesa da manhã e desviando para canto um potente remate, desferido do meio da "rua", que levava o selo de golo.
Balanceado na procura da igualdade, o Beira-Mar quase era surpreendido, aos 69', numa jogada de contra-ataque que apanha a equipa auri-negra completamente descompensada, valendo a fraca pontaria do jogador nº 6 do Fiães, que, completamente isolado, atirou ao lado do poste esquerdo da baliza de João Pedro. O último lance digno de registo pertenceria aos aveirenses, numa boa iniciativa de Lâne pela direita, desfazendo-se do seu opositor e cruzando rasteiro para a área, onde foi mais lesta a defensiva forasteira, que esconjurou o perigo.
O jogo, bem arbitrado, terminaria pouco depois e o "filme" repetir-se-ia, saindo imerecidamente derrotada a equipa do Beira-Mar, que, mais uma vez, em nada se mostrou inferior ao seu opositor, mas que tarda em encontrar o caminho da baliza.
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