GD Gafanha, 0 - SC Beira-Mar, 1
(0-1, ao intervalo)
O SC Beira-Mar ultrapassou um difícil obstáculo ao vencer na sua deslocação ao Complexo Desportivo do GD Gafanha, impondo-se à equipa vizinha, este ano promovida ao campeonato nacional de iniciados, por um tangencial 0-1. Foi um jogo nem sempre bem jogado, valendo a entrega posta em campo pelos atletas de ambas as equipas, que tiveram no forte vento que se fez sentir um problema adicional e que pode servir de atenuante para a fraca qualidade de jogo exibida.
Entrou melhor o Beira-Mar, tentando jogar no meio-campo do adversário, que procurava explorar o vento que tinha a seu favor, através de um futebol directo para os seus jogadores mais adiantados. O primeiro sinal de perigo foi dado pelos aveirenses, numa jogada de Jorge, conduzida pela esquerda, com o extremo auri-negro a assistir André, já dentro da área, valendo a defesa do guardião Marco, primeiro, e a intervenção do defesa Bernardo, na recarga, para impedir o primeiro golo da partida.
Mas o Gafanha respondeu e teve a seguir a primeira e única verdadeira oportunidade para marcar durante toda a partida. O lance até começa num mau atraso para o guarda-redes auri-negro Diogo, com Johnny a intrometer-se, a driblar o guardião aveirense, mas a adiantar em demasia a bola, que acabou por sair pela linha de fundo.
Sem jogar bem, o Beira-Mar ia dominando a meio-campo, com uma boa oposição do GD Gafanha, até que, aos 27', aconteceu o momento do jogo, num remate de Rui Ladeiro, desferido de fora da área e pleno de colocação, que fez entrar a bola ao ângulo superior direito do ex-guardião auri-negro Marco, que não teve hipótese de defesa. As equipas recolheram às cabinas com o 0-1 no marcador, indo para intervalo a ganhar aquela que mais o tinha justificado.
A equipa de João Amaral voltou a entrar melhor na etapa complementar, desta vez com o vento a favor e fazendo uma boa gestão do tempo, do controlo da bola, que circulava mais e melhor e do resultado, ainda que não largasse de vista a hipótese de o ampliar. E isso esteve mesmo para acontecer logo no início, com Jorge a levar o pânico à área contrária, com a bola a sobrar para Marcos, que cruza para Regêncio, de cabeça, proporcionar uma defesa segura a Marco, que, pouco depois, repetiu a proeza face a outro cabeceamento, desta feita de Jorge.
A equipa da casa raramente chegava perto da baliza de Diogo e o guardião aveirense só tocava na bola para recolher lançamentos longos e inofensivos que se perdiam nas suas mãos. Pelo contrário, os auri-negros voltaram a dispor de nova situação de perigo, num lance de superioridade numérica (Marcos e Jorge contra um defensor da Gafanha), com o primeiro a desferir um remate muito forte e o segundo a chegar tarde para a emenda.
Com a diferença tangencial a manter-se, o que faz sempre acreditar à equipa que está em desvantagem, no final assistiu-se à esperada e normal reacção do GD Gafanha, mas a verdade é que Diogo só por uma vez se teve de aplicar, desviando com uma "sapatada" para canto um cruzamento traiçoeiro de Serginho.
Numa partida que valeu mais pela emoção do resultado do que pela qualidade do futebol praticado, a vitória do Beira-Mar acaba por ser inteiramente justa, pois foi a equipa que, sem jogar muito bem, mostrou a personalidade que um líder deve ter e ainda segurança, entrega e espírito de sacrifício.
Tal como as duas equipas em confronto, também a 3ª equipa, a de arbitragem, chefiada pelo Sr. António Resende, da AF Aveiro, não esteve ao melhor nível, errando no capítulo técnico como no disciplinar e mostrando uma dualidade de critérios que prejudicou o Beira-Mar.
A liderança da série C do campeonato nacional de iniciados foi segurada, neste jogo, por:
Diogo (gr); Gi, Ramon, Nuno Silva e Ricardo Mango; Nuno Regêncio, João Neves (cap) (Rafa, 55'), Rui Ladeiro e André Santos (Lane, 60'); Jorge e Marcos Franco.
Suplentes não utilizados: João Pedro (gr), Nuno Aparício, Bruno Matos, João Gonçalves e Manú.
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
BENJAMINS A "A": Segunda parte justifica resultado
SC Beira-Mar "A", 7 - C Estrela Azul, 1
(3-0, ao intervalo)
Encontravam-se neste jogo as duas equipas que lideravam, só com vitórias, a série H do campeonato distrital de benjamins A, esperando-se, por isso, um jogo equilibrado. O resultado final espelha uma diferença que só se acentuou na 2ª metade, apesar de ao intervalo o resultado já ser favorável ao Beira-Mar, por 3-0.
O Jorge Vinagre fez alinhar para este jogo os seguintes atletas:
Pedro (gr), Tiago Almeida (cap) Tiago Pinheiro, Alex, Tiago Neves, Berna e Diogo.
Jogaram ainda o Gonçalo Nascimento, o Kiko, o Gonças, o Bruno Duarte e o Manuel.
A 1ª parte do jogo foi sempre muito equilibrada, com as duas equipas a procurarem impor o seu jogo na busca do golo. É de realçar que praticamente não houve faltas, o que fez com que ambas as equipas tivessem alguma liberdade para mostrarem boas jogadas e praticarem um futebol agradável de seguir.
Durante a primeira parte, o Beira-Mar teve a sorte do jogo do seu lado e uma grande eficácia na concretização, pois aos 3 golos marcados pelos auri-negros, o Estrela Azul respondeu com 3 oportunidades flagrantes mas que não conseguiu concretizar nenhuma delas. A equipa adversária apresentou um futebol agradável e com alguns bons executantes e o resultado que se verificava ao intervalo, apesar de um pouco desequilibrado, deixava tudo em aberto para a 2ª metade, embora a equipa da casa partisse já com algum conforto.
Para a 2ª parte, o Jorge Vinagre fez alinhar de inicio os seguintes jogadores:
Pedro (gr), Bruno Duarte, Tiago Pinheiro, Tiago Neves, Gonças , Berna e Alex. Jogaram ainda o Tiago Almeida (cap), Kiko, Gonçalo Nascimento, Diogo e Manuel.
O Beira-Mar entrou muito bem para esta 2ª metade, com confiança e mostrando um futebol muito interessante. Boas jogadas com vários intervenientes desequilibraram a equipa adversária e tornaram o jogo de sentido único. Mais dois golos sem resposta acabaram por completo com as veleidades do adversário, que só a partir desse momento deixou cair um pouco os braços. O domínio do jogo passou a ser só da equipa da casa.
Nesta fase de pressão, num lance dividido entre o guarda redes do Estrela e o Alex, este saiu lesionado. Saiu em braços de campo mas está a recuperar, esperamos que já esteja bem para a próxima semana.
O Estrela conseguiu marcar o seu golo na sequência de um dos raros livres marcados neste jogo, mas já não teve forças para mais.
O resultado final aceita-se pela 2ª parte do jogo, pelo espírito de equipa e pela motivação que os nossos jovens demonstraram.
Com esta vitória o Beira-Mar isola-se, assim, no comando da série.
Os marcadores de serviço foram: Diogo (3), Alex (2), Berna (1) e Gonçalo Nascimento (1)
(3-0, ao intervalo)
Encontravam-se neste jogo as duas equipas que lideravam, só com vitórias, a série H do campeonato distrital de benjamins A, esperando-se, por isso, um jogo equilibrado. O resultado final espelha uma diferença que só se acentuou na 2ª metade, apesar de ao intervalo o resultado já ser favorável ao Beira-Mar, por 3-0.
O Jorge Vinagre fez alinhar para este jogo os seguintes atletas:
Pedro (gr), Tiago Almeida (cap) Tiago Pinheiro, Alex, Tiago Neves, Berna e Diogo.
Jogaram ainda o Gonçalo Nascimento, o Kiko, o Gonças, o Bruno Duarte e o Manuel.
A 1ª parte do jogo foi sempre muito equilibrada, com as duas equipas a procurarem impor o seu jogo na busca do golo. É de realçar que praticamente não houve faltas, o que fez com que ambas as equipas tivessem alguma liberdade para mostrarem boas jogadas e praticarem um futebol agradável de seguir.
Durante a primeira parte, o Beira-Mar teve a sorte do jogo do seu lado e uma grande eficácia na concretização, pois aos 3 golos marcados pelos auri-negros, o Estrela Azul respondeu com 3 oportunidades flagrantes mas que não conseguiu concretizar nenhuma delas. A equipa adversária apresentou um futebol agradável e com alguns bons executantes e o resultado que se verificava ao intervalo, apesar de um pouco desequilibrado, deixava tudo em aberto para a 2ª metade, embora a equipa da casa partisse já com algum conforto.
Para a 2ª parte, o Jorge Vinagre fez alinhar de inicio os seguintes jogadores:
Pedro (gr), Bruno Duarte, Tiago Pinheiro, Tiago Neves, Gonças , Berna e Alex. Jogaram ainda o Tiago Almeida (cap), Kiko, Gonçalo Nascimento, Diogo e Manuel.
O Beira-Mar entrou muito bem para esta 2ª metade, com confiança e mostrando um futebol muito interessante. Boas jogadas com vários intervenientes desequilibraram a equipa adversária e tornaram o jogo de sentido único. Mais dois golos sem resposta acabaram por completo com as veleidades do adversário, que só a partir desse momento deixou cair um pouco os braços. O domínio do jogo passou a ser só da equipa da casa.
Nesta fase de pressão, num lance dividido entre o guarda redes do Estrela e o Alex, este saiu lesionado. Saiu em braços de campo mas está a recuperar, esperamos que já esteja bem para a próxima semana.
O Estrela conseguiu marcar o seu golo na sequência de um dos raros livres marcados neste jogo, mas já não teve forças para mais.
O resultado final aceita-se pela 2ª parte do jogo, pelo espírito de equipa e pela motivação que os nossos jovens demonstraram.
Com esta vitória o Beira-Mar isola-se, assim, no comando da série.
Os marcadores de serviço foram: Diogo (3), Alex (2), Berna (1) e Gonçalo Nascimento (1)
domingo, 23 de outubro de 2011
JUNIORES A: A magia está de volta
SC Beira-Mar, 5 - FC Infesta, 2
(3-0, ao intervalo)
A equipa de juniores do SC Beira-Mar obteve, na tarde de sábado, a sua segunda vitória no campeonato nacional da 2ª divisão, batendo, por expressivos 5-2, o FC Infesta, num jogo em que os auri-negros terão realizado a sua melhor exibição desta época e onde mostraram, nomeadamente durante a etapa inicial, que a magia exibida na parte final da época passada pode estar de regresso.
O jogo foi uma montanha russa de emoções e sentimentos, passando da euforia que um tranquilo 3-0 conferia ao intervalo, para um estado de preocupação no primeiro quarto de hora do segundo tempo, resultado de uma imprevista recuperação para 3-2 do Infesta e que relançava os matosinhenses na discussão do resultado. Finalmente, tudo acabou em bem, com os auri-negros a selarem uma vitória justíssima com mais 2 golos, ficando a dever a si próprios a construção de um resultado histórico.
Em mais uma tarde de muito calor neste Outono estival, o SC Beira-Mar apresentou-se, no Estádio Mário Duarte, com os seguintes elementos:
Cirineu (gr); André Silva, Manuel Martins, Mika (cap) e Wilson Rubio; Balacó (Cassamá, 51'), Ricardo Castro, Ricardo Figueiredo e Pité (Ricardo Tavares, 81'); Marc e Manuel Guedes (Xavi, 65').
Suplentes não utilizados: Samuel (gr), Miguel Martins e Francisco.
O primeiro tempo foi praticamente de sentido único (o Infesta criou apenas uma situação para golo, aos 27'), com o Beira-Mar a realizar 45 minutos de futebol de boa qualidade, como há muito não se via, para o que muito contribuiu o excelente desempenho do meio campo auri-negro, que teve Pité de regresso à titularidade após a grave lesão contraída no final da época passada.
Foi mesmo Pité que, logo no primeiro minuto da partida, dispôs da primeira grande oportunidade de golo, mas o seu remate cruzado, após boa jogada de ataque dos aveirenses, saiu a rasar o poste mais distante. O início de jogo da equipa de António Luís foi de autêntico sufoco e, aos 3', Ricardo Castro faz a bola esbarrar na barra, na marcação de um livre em posição frontal, na zona da meia-lua.
Não foi surpresa, pois, que Pité abrisse mesmo o marcador, aos 9', fazendo o 1-0 num oportuno golpe de cabeça, dando a melhor sequência a um cruzamento da esquerda de Ricardo Figueiredo.
O caudal ofensivo dos auri-negros produzia sucessivas situações de perigo e o marcador poderia ter sido ampliado por diversas vezes. Marc (13', 20' e 23') e Pité (14') dispuseram de boas oportunidades para o fazer, mas só aos 25' surgiria o 2-0. Marc, que tanto perseguia o golo, surgiu mais uma vez ao segundo poste, solicitado por Ricardo Figueiredo, e mostrou o sangue frio de um verdadeiro "matador", evitando primeiro um adversário para depois fuzilar o guardião do Infesta.
A equipa visitante revelava-se inofensiva e o isolado lance de perigo que criou, aos 27', foi na sequência de um livre a meio campo, que os jogadores do Infesta aproveitaram para despejar a bola na área. Mas o resultado era ainda escasso para tanto domínio e tão bom futebol praticado pelos donos do terreno. Aos 35', Marc, servido por Manuel Guedes, envia a bola ao poste e, na sequência do lance, um defesa atrasa pra o seu guarda-redes, que segurou com as mãos. O árbitro, muito bem, assinalou livre indirecto na pequena área, aproveitando Ricardo Figueiredo, solicitado por Marc, por rematar forte para a baliza, sendo a bola desviada com as mãos por um defesa do Infesta. Mais uma vez, o juiz da partida esteve bem e assinalou prontamente a grande penalidade, que o mesmo Ricardo Figueiredo transformou no merecido 3-0. O intervalo não chegaria sem mais uma boa oportunidade para o Beira-Mar ampliar a diferença, mas o golpe de cabeça de Marc, que acorreu a um bom cruzamento de Pité, rasou o travessão.
Tal como na primeira parte, também no início do período complementar o Beira-Mar poderia ter marcado, mas Manuel Guedes chegou, por muito pouco, atrasado a um cruzamento rasteiro de Marc, e a defesa contrária aliviou para canto. Na sequência deste, Ricardo Castro cabeceia para as mãos do guardião adversário.
Tudo indicava, pois, que o recital auri-negro da primeira parte iria ter continuação, mas o futebol continua a reservar-nos surpresas todos os dias e, num ápice, aos 54' e 58' (pelo meio, aos 56', Marc também poderia ter marcado), o Infesta obtinha 2 golos inesperados ( o primeiro muito consentido e o segundo com um pontapé do meio da rua, que Cirineu não conseguiu interceptar) e entrava, de novo, na discussão do resultado. O golpe de teatro esteve mesmo para acontecer, aos 60', quando o empate esteve à vista, valendo a fraca pontaria do avançado, que rematou para fora depois de ter ultrapassado o guardião Cirineu.
Foram cerca de 10 minutos de "apagão" aveirense, que poderia ter saído bastante caro. A matriz do jogo voltou a ser, no entanto, aquela que foi a dominante em quase todo o encontro e os auri-negros voltaram a produzir situações onde o golo esteve iminente. Cassamá, que havia entrado nos primeiros minutos do segundo tempo, na fase que coincidiu com o atrevimento visitante, rematou ao poste, aos 65', após uma arrancada pela esquerda que o deixou na cara do guarda-redes e, aos 77', falhou a emenda a um cruzamento de Pité, outra vez apenas com o guardião contrário pela frente.
Aos 78', novamente o Beira-Mar muito perto do golo, numa jogada pela direita, com Marc a picar sobre o guarda-redes, à saída deste, valendo o alívio de um defesa face a um Cassamá ligeiramente atrasado. A tranquilidade chegaria aos 81', com Marc a bisar e a obter o 4-2, num lance em que surgiu na frente do guarda-redes do Infesta, a quem mais uma vez fuzilou à sua saída.
Cassamá (85') e Ricardo Castro (87') protagonizaram jogadas individuais que, por pouco, não resultaram em golo, que surgiria já em período de compensação por Cassamá, que ganhou em velocidade e rematou para o 5-2 à saída do guarda-redes. Ricardo Tavares, à beira do fim, teve nos pés a hipótese do sexto golo, mas o poste devoveu-lhe a finalização efectuada à boca da baliza, após centro de André Siva.
A nota negativa do jogo vai para a expulsão de Ricardo Figueiredo e de um jogador do Infesta, já depois de o árbitro ter dado por concluído o encontro. Foi a sombra que ofuscou um dia de sol intenso.
O trabalho do juiz conimbricense, Sr Paulo Pinheiro, praticamente sem falhas no capítulo técnico, oscilou nos critérios usados disciplinarmente, poupando a expulsão a, pelo menos, um jogador visitante. Ainda assim, trabalho globalmente positivo.
(3-0, ao intervalo)
A equipa de juniores do SC Beira-Mar obteve, na tarde de sábado, a sua segunda vitória no campeonato nacional da 2ª divisão, batendo, por expressivos 5-2, o FC Infesta, num jogo em que os auri-negros terão realizado a sua melhor exibição desta época e onde mostraram, nomeadamente durante a etapa inicial, que a magia exibida na parte final da época passada pode estar de regresso.
O jogo foi uma montanha russa de emoções e sentimentos, passando da euforia que um tranquilo 3-0 conferia ao intervalo, para um estado de preocupação no primeiro quarto de hora do segundo tempo, resultado de uma imprevista recuperação para 3-2 do Infesta e que relançava os matosinhenses na discussão do resultado. Finalmente, tudo acabou em bem, com os auri-negros a selarem uma vitória justíssima com mais 2 golos, ficando a dever a si próprios a construção de um resultado histórico.
Em mais uma tarde de muito calor neste Outono estival, o SC Beira-Mar apresentou-se, no Estádio Mário Duarte, com os seguintes elementos:
Cirineu (gr); André Silva, Manuel Martins, Mika (cap) e Wilson Rubio; Balacó (Cassamá, 51'), Ricardo Castro, Ricardo Figueiredo e Pité (Ricardo Tavares, 81'); Marc e Manuel Guedes (Xavi, 65').
Suplentes não utilizados: Samuel (gr), Miguel Martins e Francisco.
O primeiro tempo foi praticamente de sentido único (o Infesta criou apenas uma situação para golo, aos 27'), com o Beira-Mar a realizar 45 minutos de futebol de boa qualidade, como há muito não se via, para o que muito contribuiu o excelente desempenho do meio campo auri-negro, que teve Pité de regresso à titularidade após a grave lesão contraída no final da época passada.
Foi mesmo Pité que, logo no primeiro minuto da partida, dispôs da primeira grande oportunidade de golo, mas o seu remate cruzado, após boa jogada de ataque dos aveirenses, saiu a rasar o poste mais distante. O início de jogo da equipa de António Luís foi de autêntico sufoco e, aos 3', Ricardo Castro faz a bola esbarrar na barra, na marcação de um livre em posição frontal, na zona da meia-lua.
Não foi surpresa, pois, que Pité abrisse mesmo o marcador, aos 9', fazendo o 1-0 num oportuno golpe de cabeça, dando a melhor sequência a um cruzamento da esquerda de Ricardo Figueiredo.
O caudal ofensivo dos auri-negros produzia sucessivas situações de perigo e o marcador poderia ter sido ampliado por diversas vezes. Marc (13', 20' e 23') e Pité (14') dispuseram de boas oportunidades para o fazer, mas só aos 25' surgiria o 2-0. Marc, que tanto perseguia o golo, surgiu mais uma vez ao segundo poste, solicitado por Ricardo Figueiredo, e mostrou o sangue frio de um verdadeiro "matador", evitando primeiro um adversário para depois fuzilar o guardião do Infesta.
A equipa visitante revelava-se inofensiva e o isolado lance de perigo que criou, aos 27', foi na sequência de um livre a meio campo, que os jogadores do Infesta aproveitaram para despejar a bola na área. Mas o resultado era ainda escasso para tanto domínio e tão bom futebol praticado pelos donos do terreno. Aos 35', Marc, servido por Manuel Guedes, envia a bola ao poste e, na sequência do lance, um defesa atrasa pra o seu guarda-redes, que segurou com as mãos. O árbitro, muito bem, assinalou livre indirecto na pequena área, aproveitando Ricardo Figueiredo, solicitado por Marc, por rematar forte para a baliza, sendo a bola desviada com as mãos por um defesa do Infesta. Mais uma vez, o juiz da partida esteve bem e assinalou prontamente a grande penalidade, que o mesmo Ricardo Figueiredo transformou no merecido 3-0. O intervalo não chegaria sem mais uma boa oportunidade para o Beira-Mar ampliar a diferença, mas o golpe de cabeça de Marc, que acorreu a um bom cruzamento de Pité, rasou o travessão.
Tal como na primeira parte, também no início do período complementar o Beira-Mar poderia ter marcado, mas Manuel Guedes chegou, por muito pouco, atrasado a um cruzamento rasteiro de Marc, e a defesa contrária aliviou para canto. Na sequência deste, Ricardo Castro cabeceia para as mãos do guardião adversário.
Tudo indicava, pois, que o recital auri-negro da primeira parte iria ter continuação, mas o futebol continua a reservar-nos surpresas todos os dias e, num ápice, aos 54' e 58' (pelo meio, aos 56', Marc também poderia ter marcado), o Infesta obtinha 2 golos inesperados ( o primeiro muito consentido e o segundo com um pontapé do meio da rua, que Cirineu não conseguiu interceptar) e entrava, de novo, na discussão do resultado. O golpe de teatro esteve mesmo para acontecer, aos 60', quando o empate esteve à vista, valendo a fraca pontaria do avançado, que rematou para fora depois de ter ultrapassado o guardião Cirineu.
Foram cerca de 10 minutos de "apagão" aveirense, que poderia ter saído bastante caro. A matriz do jogo voltou a ser, no entanto, aquela que foi a dominante em quase todo o encontro e os auri-negros voltaram a produzir situações onde o golo esteve iminente. Cassamá, que havia entrado nos primeiros minutos do segundo tempo, na fase que coincidiu com o atrevimento visitante, rematou ao poste, aos 65', após uma arrancada pela esquerda que o deixou na cara do guarda-redes e, aos 77', falhou a emenda a um cruzamento de Pité, outra vez apenas com o guardião contrário pela frente.
Aos 78', novamente o Beira-Mar muito perto do golo, numa jogada pela direita, com Marc a picar sobre o guarda-redes, à saída deste, valendo o alívio de um defesa face a um Cassamá ligeiramente atrasado. A tranquilidade chegaria aos 81', com Marc a bisar e a obter o 4-2, num lance em que surgiu na frente do guarda-redes do Infesta, a quem mais uma vez fuzilou à sua saída.
Cassamá (85') e Ricardo Castro (87') protagonizaram jogadas individuais que, por pouco, não resultaram em golo, que surgiria já em período de compensação por Cassamá, que ganhou em velocidade e rematou para o 5-2 à saída do guarda-redes. Ricardo Tavares, à beira do fim, teve nos pés a hipótese do sexto golo, mas o poste devoveu-lhe a finalização efectuada à boca da baliza, após centro de André Siva.
A nota negativa do jogo vai para a expulsão de Ricardo Figueiredo e de um jogador do Infesta, já depois de o árbitro ter dado por concluído o encontro. Foi a sombra que ofuscou um dia de sol intenso.
O trabalho do juiz conimbricense, Sr Paulo Pinheiro, praticamente sem falhas no capítulo técnico, oscilou nos critérios usados disciplinarmente, poupando a expulsão a, pelo menos, um jogador visitante. Ainda assim, trabalho globalmente positivo.
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
BENJAMINS B "A": Goleada inesperada
SC Beira-Mar "A", 12 - GD Gafanha "A", 1
(8-1, ao intervalo)
Na 2ª jornada do campeonato distrital da AFA, no escalão de benjamins B, a equipa “A” do SC Beira-Mar recebeu o GD Gafanha e venceu por um expressivo 12-1, registando-se já ao intervalo o resultado de 8-1.
Esta vitória e supremacia da equipa do Beira-Mar, espelha bem o desempenho dos nossos atletas, sendo que a equipa do Gafanha tudo tentou para reverter o desenrolar dos acontecimentos.
Com esta vitória, a equipa auri-negra já segue isolada no 1º lugar do seu grupo.
A equipa do SC Beira-Mar alinhou com:
Tiago Cruz, Ricardo, João Francisco, Aires, Leonardo, João Pedro e Pedro Marques, tendo ainda jogado o Filipe Goes e o Martim.
Marcadores:
João Pedro (7), Pedro Marques (2), Aires, Leo e Martim.
(8-1, ao intervalo)
Na 2ª jornada do campeonato distrital da AFA, no escalão de benjamins B, a equipa “A” do SC Beira-Mar recebeu o GD Gafanha e venceu por um expressivo 12-1, registando-se já ao intervalo o resultado de 8-1.
Esta vitória e supremacia da equipa do Beira-Mar, espelha bem o desempenho dos nossos atletas, sendo que a equipa do Gafanha tudo tentou para reverter o desenrolar dos acontecimentos.
Com esta vitória, a equipa auri-negra já segue isolada no 1º lugar do seu grupo.
A equipa do SC Beira-Mar alinhou com:
Tiago Cruz, Ricardo, João Francisco, Aires, Leonardo, João Pedro e Pedro Marques, tendo ainda jogado o Filipe Goes e o Martim.
Marcadores:
João Pedro (7), Pedro Marques (2), Aires, Leo e Martim.
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Agenda do fim-de-semana: Infantis com compromissos importantes
Numa jornada composta por um número de jogos (15) que constitui recorde esta época, algumas das partidas agendadas assumem particular importância, tendo em conta os objectivos perseguidos em cada um dos escalões. Vai ser um fim-de-semana cheio de emoções, esperando-se que seja também de boas sensações.
Começando pelos juniores, assume particular importância a partida com o Infesta, no estádio Mário Duarte, onde a equipa de António Luís procurará uma segunda vitória no campeonato nacional da 2ª divisão, que lhe transmita confiança e que a faça sair da zona baixa da tabela. O adversário encontra-se na mesma situação e persegue, de momento, os mesmos objectivos dos auri-negros, pelo que não são de esperar muitas facilidades, ainda que os aveirenses tenham de assumir o favoritismo. Para o campeonato distrital, a nossa equipa vem de um resultado bastante animador, obtido na última jornada diante do Taboeira, pelo que a recepção ao Estarreja, equipa que é vice-lider da Zona Sul e tem outras aspirações, pode ser encarada com um espírito mais tranquilo, não pondo evidentemente de lado a combatividade e a vontade de alcançar mais um resultado positivo, que até poderá passar pela segunda vitória consecutiva.
Nos juvenis, mais uma jornada com competição apenas no distrital da 2ª divisão, assumindo-se o Beira-Mar, líder da série E, como favorito na deslocação ao Bom-Sucesso.
Também no distrital de iniciados haverá confronto entre estes 2 emblemas, com os nossos vizinho do Bom-Sucessos a deslocarem-se a Aveiro, onde os comandados de Hugo Gonçalves e Tiago Pereira quererão dar continuidade à magnífica vitória da última jornada e ao bom campeonato que vêm fazendo, somando os 3 pontos em disputa e consolidando, desse modo, o 4º lugar que ocupam na tabela classificativa.
No campeonato nacional sub-15, aguarda-se com grande expectativa a deslocação dos auri-negros à Gafanha, num jogo em que estarão em confronto o líder da série C (SC Beira-Mar) e a equipa sensação da prova (GD Gafanha), que ocupa, actualmente, o 4º lugar. O favoritismo pende para os visitantes, mas, às vezes, nestes confrontos entre equipas vizinhas, a lógica é contrariada, sendo apenas confirmada se o favorito mostrar também igual vontade de vencer.
Jornada electrizante nos escalões de infantis. Os sub-13 têm um jogo em Avanca, que, não assumindo ainda um carácter definitivamente decisivo, clarificará, desde já, muito das contas finais da série G. Na verdade, Avanca e Beira-Mar comandam a série com vitórias nas 3 jornadas anteriores e quem ganhar este confronto ficará em posição muito vantajosa. O jogo é de tripla! Na outra série, parece bastante mais calma a recepção ao Valonguense, um jogo onde a nossa equipa vai procurar manter, também, o pleno de vitórias.
Nos infantis B, as nossas equipas, que comandam actualmente as 2 séries, deparam-se com compromissos muito difíceis e onde jogarão a sua liderança e algumas das hipóteses de qualificação para a série dos primeiros. Os jogos serão em Águeda (série F) e diante do Taboeira (série G), este último no campo do Seminário.
Os benjamins A disputam também, à 3ª jornada, a liderança nas 2 séries. Enquanto na série G recebem o Estrela Azul, com quem repartem o comando, na série H deslocam-se a Fermentelos, onde não poderão perder pontos se não quiserem ver o Taboeira isolar-se no comando. Ambas as partidas encerram as suas dificuldades, mas deverá ser em Fermentelos onde o maior equilíbrio deverá imperar e os auri-negros encontrarão maior oposição.
Nos benjamins B, o maior destaque vai para a deslocação do Beira-Mar (equipa "A") ao terreno do Beira-Vouga (equipa da AD Taboeira neste escalão), onde irá procurar obter a terceira vitória na série F e manter, deste modo, a sua liderança isolada. Já no jogo da série G, a nossa equipa "B" terá como objectivo melhorar, na recepção ao Mourisquense, a sua prestação na última jornada.
Finalmente, os traquinas A têm um duplo confronto, que engloba jogos com o Avanca, em casa (série F) e diante do Valonguense, fora (série G). Enquanto que na primeira partida as equipas se apresentam com resultados antagónicos obtidos na jornada inaugural (vitória dos auri-negros e derrota do Avanca), o segundo será um jogo de estreantes, já que ambas as formações só à 2ª jornada fazem a sua primeira aparição na prova.
Segue o quadro completo dos jogos:
Começando pelos juniores, assume particular importância a partida com o Infesta, no estádio Mário Duarte, onde a equipa de António Luís procurará uma segunda vitória no campeonato nacional da 2ª divisão, que lhe transmita confiança e que a faça sair da zona baixa da tabela. O adversário encontra-se na mesma situação e persegue, de momento, os mesmos objectivos dos auri-negros, pelo que não são de esperar muitas facilidades, ainda que os aveirenses tenham de assumir o favoritismo. Para o campeonato distrital, a nossa equipa vem de um resultado bastante animador, obtido na última jornada diante do Taboeira, pelo que a recepção ao Estarreja, equipa que é vice-lider da Zona Sul e tem outras aspirações, pode ser encarada com um espírito mais tranquilo, não pondo evidentemente de lado a combatividade e a vontade de alcançar mais um resultado positivo, que até poderá passar pela segunda vitória consecutiva.
Nos juvenis, mais uma jornada com competição apenas no distrital da 2ª divisão, assumindo-se o Beira-Mar, líder da série E, como favorito na deslocação ao Bom-Sucesso.
Também no distrital de iniciados haverá confronto entre estes 2 emblemas, com os nossos vizinho do Bom-Sucessos a deslocarem-se a Aveiro, onde os comandados de Hugo Gonçalves e Tiago Pereira quererão dar continuidade à magnífica vitória da última jornada e ao bom campeonato que vêm fazendo, somando os 3 pontos em disputa e consolidando, desse modo, o 4º lugar que ocupam na tabela classificativa.
No campeonato nacional sub-15, aguarda-se com grande expectativa a deslocação dos auri-negros à Gafanha, num jogo em que estarão em confronto o líder da série C (SC Beira-Mar) e a equipa sensação da prova (GD Gafanha), que ocupa, actualmente, o 4º lugar. O favoritismo pende para os visitantes, mas, às vezes, nestes confrontos entre equipas vizinhas, a lógica é contrariada, sendo apenas confirmada se o favorito mostrar também igual vontade de vencer.
Jornada electrizante nos escalões de infantis. Os sub-13 têm um jogo em Avanca, que, não assumindo ainda um carácter definitivamente decisivo, clarificará, desde já, muito das contas finais da série G. Na verdade, Avanca e Beira-Mar comandam a série com vitórias nas 3 jornadas anteriores e quem ganhar este confronto ficará em posição muito vantajosa. O jogo é de tripla! Na outra série, parece bastante mais calma a recepção ao Valonguense, um jogo onde a nossa equipa vai procurar manter, também, o pleno de vitórias.
Nos infantis B, as nossas equipas, que comandam actualmente as 2 séries, deparam-se com compromissos muito difíceis e onde jogarão a sua liderança e algumas das hipóteses de qualificação para a série dos primeiros. Os jogos serão em Águeda (série F) e diante do Taboeira (série G), este último no campo do Seminário.
Os benjamins A disputam também, à 3ª jornada, a liderança nas 2 séries. Enquanto na série G recebem o Estrela Azul, com quem repartem o comando, na série H deslocam-se a Fermentelos, onde não poderão perder pontos se não quiserem ver o Taboeira isolar-se no comando. Ambas as partidas encerram as suas dificuldades, mas deverá ser em Fermentelos onde o maior equilíbrio deverá imperar e os auri-negros encontrarão maior oposição.
Nos benjamins B, o maior destaque vai para a deslocação do Beira-Mar (equipa "A") ao terreno do Beira-Vouga (equipa da AD Taboeira neste escalão), onde irá procurar obter a terceira vitória na série F e manter, deste modo, a sua liderança isolada. Já no jogo da série G, a nossa equipa "B" terá como objectivo melhorar, na recepção ao Mourisquense, a sua prestação na última jornada.
Finalmente, os traquinas A têm um duplo confronto, que engloba jogos com o Avanca, em casa (série F) e diante do Valonguense, fora (série G). Enquanto que na primeira partida as equipas se apresentam com resultados antagónicos obtidos na jornada inaugural (vitória dos auri-negros e derrota do Avanca), o segundo será um jogo de estreantes, já que ambas as formações só à 2ª jornada fazem a sua primeira aparição na prova.
Segue o quadro completo dos jogos:
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Balanço da jornada: Fim-de-semana em tons auri-negros
Foi francamente positivo o balanço da jornada do fim-de-semana, no que à formação diz respeito. Com efeito, dos 14 jogos disputados, as nossas equipas averbaram 12 vitórias e apenas 2 derrotas.
Um destes desaires aconteceu justamente no campeonato nacional de juniores da 2ª divisão, tendo os aveirenses sido impotentes para contrariar o líder da série B Penafiel, que, no seu terreno, se impôs por justos 3-1. Já no campeonato distrital da 1ª divisão, a nossa equipa alcançou a primeira vitória na prova, batendo o Taboeira no seu terreno, por 1-2, contrariando a maioria das previsões. O "borrego" foi, finalmente, morto.
No escalão de juvenis, apenas a equipa do distrital competiu, acabando por cumprir com a sua obrigação ao vencer na recepção ao Estrela Azul, por 2-0, mantendo-se, deste modo, no topo da classificação da série E, agora apenas com a companhia do Taboeira.
Fim-de-semana em cheio para as equipas de iniciados, que não só ganharam como golearam os seus adversários. No campeonato nacional, os comandantes da série C recebiam a Oliveirense, a quem se impuseram por 4-0, enquanto que no distrital da 1ª divisão os comandados se Hugo Gonçalves e Tiago Pereira não quiseram ficar atrás e venceram, em São João da Madeira, por inequívocos 1-5.
No futebol de 7, a jornada só não foi mais uma vez 100 por cento vitoriosa porque a estreia da equipa "B" de benjamins B não correu muito bem, acabando o resultado (derrota por 14-0 na Vista Alegre) por traduzir as muitas dificuldades que houve para preparar este jogo. Quanto ao resto, apenas vitórias (8).
Nos infantis A, o favoritismo auri-negro confirmou-se nos dois jogos, traduzindo-se em resultados robustos, que atestam isso mesmo: 18-0, em casa, frente ao Murtoense e 0-14, fora, diante do Azurva.
Dupla vitória também nos infantis B, sendo de destacar o desfecho tangencialmente favorável aos auri-negros (1-0) verificado no Campo do Seminário, diante de um dos candidatos da série F, o GD Gafanha. No outro encontro deste escalão, na série G, o Beira-Mar não encontrou tantas dificuldades na deslocação ao terreno do Barroca, vencendo por desnivelados 1-7.
Igualmente vitoriosos saíram os benjamins A, que tinham, também, um compromisso com grau de dificuldade mais elevado, acabando por levar a melhor na deslocação ao terreno do GD Gafanha, a quem bateram por saborosos 1-3. No encontro da série H, vitória caseira sobre o Bom-Sucesso, por 5-0.
Para completar a revista da jornada, uma nota para a vitória concludente da equipa "A" dos benjamins B, também sobre o GD Gafanha (12-1) e para o início vitorioso, no campeonato distrital, dos traquinas A, que se deslocaram a Sever do Vouga, onde se impuseram ao Mini Foot por 0-2.
Veja, agora, em detalhe, o quadro completo dos resultados:
Um destes desaires aconteceu justamente no campeonato nacional de juniores da 2ª divisão, tendo os aveirenses sido impotentes para contrariar o líder da série B Penafiel, que, no seu terreno, se impôs por justos 3-1. Já no campeonato distrital da 1ª divisão, a nossa equipa alcançou a primeira vitória na prova, batendo o Taboeira no seu terreno, por 1-2, contrariando a maioria das previsões. O "borrego" foi, finalmente, morto.
No escalão de juvenis, apenas a equipa do distrital competiu, acabando por cumprir com a sua obrigação ao vencer na recepção ao Estrela Azul, por 2-0, mantendo-se, deste modo, no topo da classificação da série E, agora apenas com a companhia do Taboeira.
Fim-de-semana em cheio para as equipas de iniciados, que não só ganharam como golearam os seus adversários. No campeonato nacional, os comandantes da série C recebiam a Oliveirense, a quem se impuseram por 4-0, enquanto que no distrital da 1ª divisão os comandados se Hugo Gonçalves e Tiago Pereira não quiseram ficar atrás e venceram, em São João da Madeira, por inequívocos 1-5.
No futebol de 7, a jornada só não foi mais uma vez 100 por cento vitoriosa porque a estreia da equipa "B" de benjamins B não correu muito bem, acabando o resultado (derrota por 14-0 na Vista Alegre) por traduzir as muitas dificuldades que houve para preparar este jogo. Quanto ao resto, apenas vitórias (8).
Nos infantis A, o favoritismo auri-negro confirmou-se nos dois jogos, traduzindo-se em resultados robustos, que atestam isso mesmo: 18-0, em casa, frente ao Murtoense e 0-14, fora, diante do Azurva.
Dupla vitória também nos infantis B, sendo de destacar o desfecho tangencialmente favorável aos auri-negros (1-0) verificado no Campo do Seminário, diante de um dos candidatos da série F, o GD Gafanha. No outro encontro deste escalão, na série G, o Beira-Mar não encontrou tantas dificuldades na deslocação ao terreno do Barroca, vencendo por desnivelados 1-7.
Igualmente vitoriosos saíram os benjamins A, que tinham, também, um compromisso com grau de dificuldade mais elevado, acabando por levar a melhor na deslocação ao terreno do GD Gafanha, a quem bateram por saborosos 1-3. No encontro da série H, vitória caseira sobre o Bom-Sucesso, por 5-0.
Para completar a revista da jornada, uma nota para a vitória concludente da equipa "A" dos benjamins B, também sobre o GD Gafanha (12-1) e para o início vitorioso, no campeonato distrital, dos traquinas A, que se deslocaram a Sever do Vouga, onde se impuseram ao Mini Foot por 0-2.
Veja, agora, em detalhe, o quadro completo dos resultados:
INFANTIS B "A": Bom espectáculo!
SC Beira-Mar "A", 1 - GD Gafanha "A", 0
(0-0, ao intervalo)
Pelo curto historial destes jogos entre Beira-Mar e Gafanha, rapidamente se percebe que todos os confrontos são equilibrados e muito disputados, com incerteza no resultado final. O confronto deste sábado não fugiu à regra e, de novo, se assistiu a um jogo rijamente disputado, para intervenientes de tão "tenra" idade. Desta feita, o resultado foi-nos favorável, (como poderia ter sido outro) fruto de muita entrega e concentração por parte dos nossos atletas, que, com esta postura, são uma equipa difícil de derrotar por parte dos adversários. Parabéns a todos os intervenientes, não esquecendo que o campeonato está apenas no seu início e que muito há a trabalhar e melhorar para uma constante evolução.
Jogaram: Francisco; Melo; Vieira; Mateus; Tiago; Rafa; Daniel; Miguel; Edu; Afonso (cap).
Marcou: Miguel
(0-0, ao intervalo)
Pelo curto historial destes jogos entre Beira-Mar e Gafanha, rapidamente se percebe que todos os confrontos são equilibrados e muito disputados, com incerteza no resultado final. O confronto deste sábado não fugiu à regra e, de novo, se assistiu a um jogo rijamente disputado, para intervenientes de tão "tenra" idade. Desta feita, o resultado foi-nos favorável, (como poderia ter sido outro) fruto de muita entrega e concentração por parte dos nossos atletas, que, com esta postura, são uma equipa difícil de derrotar por parte dos adversários. Parabéns a todos os intervenientes, não esquecendo que o campeonato está apenas no seu início e que muito há a trabalhar e melhorar para uma constante evolução.
Jogaram: Francisco; Melo; Vieira; Mateus; Tiago; Rafa; Daniel; Miguel; Edu; Afonso (cap).
Marcou: Miguel
INFANTIS B "B": Vitória em condições muito difíceis
ARC Barroca, 1 - SC Beira-Mar "B", 7
(0-3, ao intervalo)
Boa vitória esta, a que os nossos atletas conquistaram na Barroca, fruto da muita entrega e empenho postos em campo, perante as condições difíceis que este apresenta e que, para nós, causam sempre alguma dificuldade acrescida para praticar o nosso melhor futebol. Assim, a nossa vitória nunca esteve em causa e os golos foram-se sucedendo com alguma naturalidade até construirmos uma goleada justa. O golo adversário, surgido numa desconcentração da nossa parte, premeia, também, o adversário, que sempre se bateu pelo melhor resultado, não se poupando a esforços mesmo com o avolumar do resultado.
Jogaram: Álvaro (cap); Diogo Silva; Mário; Gustavo; Alain; Samuel; Jorge; Guilherme; Henrique; Figueira e Rui.
Marcaram: Jorge (3); Samuel; Alain; Rui; Henrique.
(0-3, ao intervalo)
Boa vitória esta, a que os nossos atletas conquistaram na Barroca, fruto da muita entrega e empenho postos em campo, perante as condições difíceis que este apresenta e que, para nós, causam sempre alguma dificuldade acrescida para praticar o nosso melhor futebol. Assim, a nossa vitória nunca esteve em causa e os golos foram-se sucedendo com alguma naturalidade até construirmos uma goleada justa. O golo adversário, surgido numa desconcentração da nossa parte, premeia, também, o adversário, que sempre se bateu pelo melhor resultado, não se poupando a esforços mesmo com o avolumar do resultado.
Jogaram: Álvaro (cap); Diogo Silva; Mário; Gustavo; Alain; Samuel; Jorge; Guilherme; Henrique; Figueira e Rui.
Marcaram: Jorge (3); Samuel; Alain; Rui; Henrique.
INFANTIS A "A": Vontade de marcar sempre mais!
SC Beira-Mar "A", 18 - SM Murtoense, 0
(10-0, ao intervalo)
Com os jogos das séries G e H agendados, forçosamente, para a mesma hora (09h00), esta 3ª jornada trouxe o SM Murtoense até ao Campo Sintético do Seminário para defrontar os nossos infantis A, que competem na série G, orientados por Pedro Teles e Rafael Grácio, enquanto a outra série, liderada no banco por João Teles e Alexandre, ia também trazendo boas notícias de Azurva.
Participaram no encontro os seguintes jogadores: Dani (2), Brandão (5), Gonçalo (10), J. Peralta (11), Bruno (12), Júnior (17), Aleks (19), Fábio (20), Luís Carlos (25), Rúben (77) e Ricardo (99).
O Beira-Mar fez alinhar na 1ª parte: Ricardo, Peralta, Brandão, Rúben, Júnior, Luís Carlos e Fábio. Jogaram ainda: Dani, Aleks e Gonçalo.
O jogo começou bem, com os nossos atletas a pressionarem alto os jogadores do Murtoense e a provocarem logo no primeiro minuto um canto, que até deu para experimentar um lance trabalhado nos treinos, ainda que sem efeito. No entanto, e na continuação da jogada, após um lançamento de linha lateral, Luís Carlos recebe a bola, faz boa rotação para a baliza e, num remate cruzado, inaugura o marcador (1’). Com o mote dado no minuto inaugural da partida, o que se viu depois foram consecutivas jogadas de entendimento entre os nossos atletas, com boas jogadas pelas linhas, que iam dando cruzamentos bem medidos ou cantos ganhos. Foi, no entanto, devido à boa pressão e consecutivas recuperações de bola dos auri-negros sob os jogadores adversários, que o resultado se foi dilatando no decorrer da primeira parte, quase de minuto em minuto, com nota positiva para os golos de Fábio (6’), Júnior (7’), Rúben (8’), Luís Carlos (14’), novamente Fábio (15’), Aleks (20’ e 22’), novamente Rúben (26’), Gonçalo (27’), com um cruzamento/remate a provocar auto-golo ao adversário. Luís Carlos (29’) fecha a primeira parte com hat-trick.
O Beira-Mar fez alinhar na 2ª parte: Bruno, Peralta, Dani, Rúben, Júnior, Luís Carlos e Fábio. Jogaram
ainda: Brandão, Aleks e Gonçalo.
A segunda parte do encontro inicia-se praticamente na mesma toada da anterior, com o SC Beira-Mar a procurar jogar bem e a aproveitar todas as oportunidades que cria. Uma reentrada forte e com um golo, que seria anulado por fora-de-jogo. Um minuto volvido e Luís Carlos (31’) provoca novo auto-golo, praticamente igual ao da 1ª parte, através de um cruzamento/remate. O marcador não parou e, até ao apito final, tempo para a vantagem, que ao intervalo era de 10 golos, ficar selada com uns expressivos 18-0, com golos no último tempo de Fábio (33’ e 35’), Gonçalo (44’), novamente Fábio (45’), Peralta (48’), Rúben (50’) e Luís Carlos (53’), a fechar o encontro com um poker. Sempre encarando o jogo com seriedade e vontade de mostrar serviço, os nossos atletas foram fazendo um resultado seguro, convincente e sempre com golos de qualidade, mostrando que, com trabalho e concentração, virão os frutos para colher. Parabéns a todos os atletas e àqueles que se deslocaram até ao Campo do Seminário para nos apoiar!
(10-0, ao intervalo)
Com os jogos das séries G e H agendados, forçosamente, para a mesma hora (09h00), esta 3ª jornada trouxe o SM Murtoense até ao Campo Sintético do Seminário para defrontar os nossos infantis A, que competem na série G, orientados por Pedro Teles e Rafael Grácio, enquanto a outra série, liderada no banco por João Teles e Alexandre, ia também trazendo boas notícias de Azurva.
Participaram no encontro os seguintes jogadores: Dani (2), Brandão (5), Gonçalo (10), J. Peralta (11), Bruno (12), Júnior (17), Aleks (19), Fábio (20), Luís Carlos (25), Rúben (77) e Ricardo (99).
O Beira-Mar fez alinhar na 1ª parte: Ricardo, Peralta, Brandão, Rúben, Júnior, Luís Carlos e Fábio. Jogaram ainda: Dani, Aleks e Gonçalo.
O jogo começou bem, com os nossos atletas a pressionarem alto os jogadores do Murtoense e a provocarem logo no primeiro minuto um canto, que até deu para experimentar um lance trabalhado nos treinos, ainda que sem efeito. No entanto, e na continuação da jogada, após um lançamento de linha lateral, Luís Carlos recebe a bola, faz boa rotação para a baliza e, num remate cruzado, inaugura o marcador (1’). Com o mote dado no minuto inaugural da partida, o que se viu depois foram consecutivas jogadas de entendimento entre os nossos atletas, com boas jogadas pelas linhas, que iam dando cruzamentos bem medidos ou cantos ganhos. Foi, no entanto, devido à boa pressão e consecutivas recuperações de bola dos auri-negros sob os jogadores adversários, que o resultado se foi dilatando no decorrer da primeira parte, quase de minuto em minuto, com nota positiva para os golos de Fábio (6’), Júnior (7’), Rúben (8’), Luís Carlos (14’), novamente Fábio (15’), Aleks (20’ e 22’), novamente Rúben (26’), Gonçalo (27’), com um cruzamento/remate a provocar auto-golo ao adversário. Luís Carlos (29’) fecha a primeira parte com hat-trick.
A segunda parte do encontro inicia-se praticamente na mesma toada da anterior, com o SC Beira-Mar a procurar jogar bem e a aproveitar todas as oportunidades que cria. Uma reentrada forte e com um golo, que seria anulado por fora-de-jogo. Um minuto volvido e Luís Carlos (31’) provoca novo auto-golo, praticamente igual ao da 1ª parte, através de um cruzamento/remate. O marcador não parou e, até ao apito final, tempo para a vantagem, que ao intervalo era de 10 golos, ficar selada com uns expressivos 18-0, com golos no último tempo de Fábio (33’ e 35’), Gonçalo (44’), novamente Fábio (45’), Peralta (48’), Rúben (50’) e Luís Carlos (53’), a fechar o encontro com um poker. Sempre encarando o jogo com seriedade e vontade de mostrar serviço, os nossos atletas foram fazendo um resultado seguro, convincente e sempre com golos de qualidade, mostrando que, com trabalho e concentração, virão os frutos para colher. Parabéns a todos os atletas e àqueles que se deslocaram até ao Campo do Seminário para nos apoiar!
INFANTIS A "B": Goleada na poeira
GD Azurva, 0 - SC Beira-Mar "B", 14
(0-4, ao intervalo)
A 3ª jornada da série H do campeonato distrital de infantis A levou o SC Beira-Mar até ao pelado de Azurva onde, num jogo de sentido único e muita poeira, conseguimos amealhar mais 3 pontos.
Com o jogo da equipa “A” a decorrer à mesma hora no campo do Seminário, estiveram no banco os técnicos Alexandre Santos e João Teles.
Participaram no encontro os seguintes jogadores: Marcelo (1), Adriano (4), Arsénio (6), J. Claro (7), Rui (8), João Bernardo (9), Kiko (15), Kikas (16), Gui (30), Valinho (76) e Azevedo (80).
O Beira-Mar fez alinhar na 1ª parte: Valinho, Adriano, Arsénio, J. Claro, João Bernardo, Kiko e Azevedo. Jogaram ainda: Rui, Kikas e Gui.
Numa partida em que eram esperadas dificuldades acrescidas, nomeadamente na adaptação ao terreno de jogo, não podíamos ter entrado melhor, pois Azevedo inaugurou o marcador logo aos 2’.
Contudo, a dureza do piso e o facto de não estar devidamente nivelado, foram criando algumas dificuldades aos nossos atletas nos minutos seguintes e o segundo golo demorou algum tempo a surgir, apesar da clara superioridade evidenciada pela nossa equipa em campo.
Marcado aos 15’, o 2-0, por Azevedo, a equipa “desinibiu-se” e, com excelentes jogadas de entendimento colectivo, os golos começaram a surgir naturalmente e, aos 20’, elevámos para 0-3, com hat-trick de Azevedo.
O Azurva nunca constituiu verdadeiramente perigo para a nossa baliza e Arsénio colocou-nos a vencer por 0-4, antes do intervalo.
Chegava assim o merecido descanso com uma vantagem que não deixava grandes dúvidas quanto ao desfecho final da partida.
Na 2ª parte o Beira-Mar alinhou com: Marcelo, Adriano, Arsénio, Rui, João Bernardo, Kikas e Gui. Jogaram ainda: J. Claro, Kiko e Azevedo.
Se na 1ª parte tivemos alguma dificuldade em dilatar o marcador, na 2ª tivemos um início demolidor, com 4 golos nos primeiros 5 minutos, 0-5 por Rui, 0-6 por João Bernardo, 0-7 por Gui e 0-8 por Kiko.
O adversário continuava a quase não conseguir ultrapassar o seu meio-campo
defensivo e só em lances de bola parada, nomeadamente num livre à entrada da
área e em 2 cantos, conseguiu entrar com a bola na nossa área, sem no entanto
criar verdadeiros lances de perigo.
Apesar de a vitória já estar praticamente assegurada, o ritmo dos jogadores do Beira-Mar nunca abrandou, o que elevou o marcador para números bem expressivos e que ditaram um resultado final, bem merecido, de 0-14.
Marcaram ainda, 0-9 por Kiko, 0-10 por João Bernardo, 0-11 por Azevedo (a fazer um poker de golos), 0-12 por João Bernardo (que fez hat-trick) e o 0-13 e 0-14 a serem marcados já perto do final pelo J. Claro.
Num campo que trazia boas recordações da época passada (lembrem-se do apuramento para a série dos primeiros e da volta ao campo…!), o jogo desta época também vai ficar recordado pelo muito pó e muitos golos!
Mais uma excelente vitória, que demonstra a força de todo o grupo.
(0-4, ao intervalo)
A 3ª jornada da série H do campeonato distrital de infantis A levou o SC Beira-Mar até ao pelado de Azurva onde, num jogo de sentido único e muita poeira, conseguimos amealhar mais 3 pontos.
Com o jogo da equipa “A” a decorrer à mesma hora no campo do Seminário, estiveram no banco os técnicos Alexandre Santos e João Teles.
Participaram no encontro os seguintes jogadores: Marcelo (1), Adriano (4), Arsénio (6), J. Claro (7), Rui (8), João Bernardo (9), Kiko (15), Kikas (16), Gui (30), Valinho (76) e Azevedo (80).
O Beira-Mar fez alinhar na 1ª parte: Valinho, Adriano, Arsénio, J. Claro, João Bernardo, Kiko e Azevedo. Jogaram ainda: Rui, Kikas e Gui.
Numa partida em que eram esperadas dificuldades acrescidas, nomeadamente na adaptação ao terreno de jogo, não podíamos ter entrado melhor, pois Azevedo inaugurou o marcador logo aos 2’.
Contudo, a dureza do piso e o facto de não estar devidamente nivelado, foram criando algumas dificuldades aos nossos atletas nos minutos seguintes e o segundo golo demorou algum tempo a surgir, apesar da clara superioridade evidenciada pela nossa equipa em campo.
Marcado aos 15’, o 2-0, por Azevedo, a equipa “desinibiu-se” e, com excelentes jogadas de entendimento colectivo, os golos começaram a surgir naturalmente e, aos 20’, elevámos para 0-3, com hat-trick de Azevedo.
O Azurva nunca constituiu verdadeiramente perigo para a nossa baliza e Arsénio colocou-nos a vencer por 0-4, antes do intervalo.
Chegava assim o merecido descanso com uma vantagem que não deixava grandes dúvidas quanto ao desfecho final da partida.
Na 2ª parte o Beira-Mar alinhou com: Marcelo, Adriano, Arsénio, Rui, João Bernardo, Kikas e Gui. Jogaram ainda: J. Claro, Kiko e Azevedo.
Se na 1ª parte tivemos alguma dificuldade em dilatar o marcador, na 2ª tivemos um início demolidor, com 4 golos nos primeiros 5 minutos, 0-5 por Rui, 0-6 por João Bernardo, 0-7 por Gui e 0-8 por Kiko.
Apesar de a vitória já estar praticamente assegurada, o ritmo dos jogadores do Beira-Mar nunca abrandou, o que elevou o marcador para números bem expressivos e que ditaram um resultado final, bem merecido, de 0-14.
Marcaram ainda, 0-9 por Kiko, 0-10 por João Bernardo, 0-11 por Azevedo (a fazer um poker de golos), 0-12 por João Bernardo (que fez hat-trick) e o 0-13 e 0-14 a serem marcados já perto do final pelo J. Claro.
Num campo que trazia boas recordações da época passada (lembrem-se do apuramento para a série dos primeiros e da volta ao campo…!), o jogo desta época também vai ficar recordado pelo muito pó e muitos golos!
Mais uma excelente vitória, que demonstra a força de todo o grupo.
INICIADOS A: Mais uma boa vitória auri-negra
SC Beira-Mar, 4 - UD Oliveirense, 0
(1-0, ao intervalo)
A equipa de iniciados do SC Beira-Mar obteve, neste domingo, mais uma bela vitória no campeonato nacional da categoria, dando seguimento ao excelente resultado da última jornada em Viseu e batendo, desta feita por concludentes 4-0, a sua rival da Oliveirense. Com 5 vitórias consecutivas, a equipa de João Amaral parece atravessar um bom momento, precisamente numa fase em que o calendário lhe tem reservados compromissos muito importantes.
Foram os seguintes os protagonistas eleitos para esta partida:
João Pedro (gr); Gi, Ramon, Nuno Silva e Ricardo Mango; Nuno Regêncio, André Santos (Lane, 61') e Rui Ladeiro (Rafa, 49'); Marcos Franco, Manú (João Neves, int) e Jorge Rodrigues.
Suplentes não utilizados: Diogo (gr), Bruno Matos, João Gonçalves e Miguel.
A entrada no jogo, disputado no relvado principal do estádio Mário Duarte, foi de autêntico sufoco para o último reduto da turma de Oliveira de Azeméis. Muito fortes, os auri-negros deram mostras, desde cedo, de querer resolver a seu favor a contenda e, logo aos 4', criaram a primeira situação de perigo, num remate de cabeça de Marcos, após livre de André, que obrigou o guarda-redes da Oliveirense a uma defesa apertada para canto. Aos 7', numa jogada individual em que mostrou todo o seu potencial, Jorge passa por vários adversários e fica na cara do guardião visitante, que mostrou também toda a sua valia e evitou o primeiro golo com uma defesa com o pé esquerdo. Aliás, estes dois protagonistas voltariam a estar em evidência, aos 15', quando o nº 1 de Oliveira de Azeméis volta a negar o golo aos aveirenses, desviando mais uma vez para canto um remate de Jorge, desferido de fora da área, após outra magnífica iniciativa individual.
Numa fase em que a Oliveirense, sem nunca incomodar muito o tranquilo João Pedro, procurava equilibrar mais o jogo, o Beira-Mar, aos 22', beneficiou de uma grande penalidade, prontamente assinalada pelo árbitro do encontro e que castigou claro derrube do guarda-redes a Rui Ladeiro. Parecia que tinha chegado o momento em que o "nó" seria desatado e os aveirenses chegariam ao primeiro do encontro. Em mais um duelo entre o guarda-redes da Oliveirense e Jorge, o primeiro voltou a levar a melhor e susteve o remate colocado mas algo denunciado do avançado aveirense, desviando para canto e adiando a já merecida vantagem da equipa da casa.
O lance da grande penalidade, não tendo originado o golo, foi, contudo, decisivo no desenrolar dos acontecimentos. O guardião oliveirense, até aí a estrela da equipa, lesionou-se ao fazer a defesa e, depois de uma interrupção do jogo que durou 7 minutos, viria mesmo a ter de ser substituído por se ter confirmado a gravidade da lesão sofrida (fractura do braço). Para piorar as coisas, do ponto de vista da equipa de Oliveira de Azeméis, na sequência do canto que se seguiu ao penalti, Jorge redimiu-se e viria a inaugurar o marcador, fazendo o 1-0 à segunda tentativa, após uma primeira defesa do novo guarda-redes adversário. Este foi o resultado com que se chegou ao intervalo, inteiramente merecido e até escasso, tendo em conta a boa entrada do Beira-Mar, que se mostrou sempre a equipa mais perigosa.
A segunda parte teve um cariz surpreendentemente diferente, aparecendo a Oliveirense a tomar a iniciativa do jogo, com o Beira-Mar na expectativa, com as linhas mais recuadas e procurando responder em transições rápidas, onde Jorge se mostrava particularmente perigoso. Foi por ele, aliás, que aos 40', em lance de contra-ataque conduzido pela direita, surgiu a primeira situação de golo, negada pelo guarda-redes oliveirense, que, com defesa apertada, susteve o remate desferido de fora da área pelo extremo aveirense, após ter feito uma diagonal para dentro.
O modo de jogar dos auri-negros neste início da segunda parte parecia uma armadilha montada ao adversário, que se entusiasmava com a iniciativa concedida, desguarnecendo as suas linhas mais recuadas. Foi assim que, aos 42', numa transição novamente pela direita, conduzida por Jorge, este solicitou no coração da área a entrada oportuna de André, que atirou para a baliza onde já não morava o guarda-redes.
Com a maior tranquilidade dada agora pelo 2-0, a equipa de João Amaral não alterou o seu modo de actuar e, aos 49', André retribuiu o gesto ao seu colega Jorge, outra vez num lance de contra-ataque, mas, desta feita, o guardião contrário deteve o remate desferido na sua cara pelo MVP deste jogo (2 golos e 1 assistência).
A primeira grande oportunidade da Oliveirense no jogo surgiria apenas aos 56', na sequência de uma boa jogada individual pela esquerda e em que o golo esteve iminente por duas vezes e a sorte bafejou os auri-negros. Entusiasmada pelo lance, a equipa adversária sentiu que um golo poderia relançar a partida e, aos 63', uma desconcentração de João Pedro quase lho permitia, com o guardião aveirense a deixar fugir um cruzamento fácil da direita e que, por pouco, não parava dentro das suas redes, com a bola a bater ainda no poste.
Este foi o "canto do cisne" da equipa visitante, que viu um Beira-Mar outra vez muito forte na parte final do jogo, com João Neves a avisar primeiro, aos 67', enviando a bola à barra após jogada de Lane, pela esquerda, para Jorge, no minuto seguinte, chegar ao 3-0, um bonito golo obtido de cabeça, na sequência de um pontapé de canto de Rafa. O marcador final estabilizaria no 4-0, obtido já em período de compensação, por Lane, que finalizou à boca da baliza uma boa jogada pela esquerda do ataque do Beira-Mar, culminada com um passe letal de Ricardo Mango.
As notas negativas do encontro vão para a já referida lesão do jovem guarda-redes titular da Oliveirense, que mostrou todos os seus atributos até ao momento do infortúnio e a quem auguramos uma rápida e completa recuperação e para o trabalho fraco do árbitro. O juiz da AF Aveiro, Sr. Joel Sousa, se no capítulo técnico até esteve em plano aceitável, errou desastrosamente no capítulo disciplinar, mostrando oscilações inaceitáveis de critério e complicando um jogo que até foi fácil de dirigir.
(1-0, ao intervalo)
A equipa de iniciados do SC Beira-Mar obteve, neste domingo, mais uma bela vitória no campeonato nacional da categoria, dando seguimento ao excelente resultado da última jornada em Viseu e batendo, desta feita por concludentes 4-0, a sua rival da Oliveirense. Com 5 vitórias consecutivas, a equipa de João Amaral parece atravessar um bom momento, precisamente numa fase em que o calendário lhe tem reservados compromissos muito importantes.
Foram os seguintes os protagonistas eleitos para esta partida:
João Pedro (gr); Gi, Ramon, Nuno Silva e Ricardo Mango; Nuno Regêncio, André Santos (Lane, 61') e Rui Ladeiro (Rafa, 49'); Marcos Franco, Manú (João Neves, int) e Jorge Rodrigues.
Suplentes não utilizados: Diogo (gr), Bruno Matos, João Gonçalves e Miguel.
A entrada no jogo, disputado no relvado principal do estádio Mário Duarte, foi de autêntico sufoco para o último reduto da turma de Oliveira de Azeméis. Muito fortes, os auri-negros deram mostras, desde cedo, de querer resolver a seu favor a contenda e, logo aos 4', criaram a primeira situação de perigo, num remate de cabeça de Marcos, após livre de André, que obrigou o guarda-redes da Oliveirense a uma defesa apertada para canto. Aos 7', numa jogada individual em que mostrou todo o seu potencial, Jorge passa por vários adversários e fica na cara do guardião visitante, que mostrou também toda a sua valia e evitou o primeiro golo com uma defesa com o pé esquerdo. Aliás, estes dois protagonistas voltariam a estar em evidência, aos 15', quando o nº 1 de Oliveira de Azeméis volta a negar o golo aos aveirenses, desviando mais uma vez para canto um remate de Jorge, desferido de fora da área, após outra magnífica iniciativa individual.
Numa fase em que a Oliveirense, sem nunca incomodar muito o tranquilo João Pedro, procurava equilibrar mais o jogo, o Beira-Mar, aos 22', beneficiou de uma grande penalidade, prontamente assinalada pelo árbitro do encontro e que castigou claro derrube do guarda-redes a Rui Ladeiro. Parecia que tinha chegado o momento em que o "nó" seria desatado e os aveirenses chegariam ao primeiro do encontro. Em mais um duelo entre o guarda-redes da Oliveirense e Jorge, o primeiro voltou a levar a melhor e susteve o remate colocado mas algo denunciado do avançado aveirense, desviando para canto e adiando a já merecida vantagem da equipa da casa.
O lance da grande penalidade, não tendo originado o golo, foi, contudo, decisivo no desenrolar dos acontecimentos. O guardião oliveirense, até aí a estrela da equipa, lesionou-se ao fazer a defesa e, depois de uma interrupção do jogo que durou 7 minutos, viria mesmo a ter de ser substituído por se ter confirmado a gravidade da lesão sofrida (fractura do braço). Para piorar as coisas, do ponto de vista da equipa de Oliveira de Azeméis, na sequência do canto que se seguiu ao penalti, Jorge redimiu-se e viria a inaugurar o marcador, fazendo o 1-0 à segunda tentativa, após uma primeira defesa do novo guarda-redes adversário. Este foi o resultado com que se chegou ao intervalo, inteiramente merecido e até escasso, tendo em conta a boa entrada do Beira-Mar, que se mostrou sempre a equipa mais perigosa.
A segunda parte teve um cariz surpreendentemente diferente, aparecendo a Oliveirense a tomar a iniciativa do jogo, com o Beira-Mar na expectativa, com as linhas mais recuadas e procurando responder em transições rápidas, onde Jorge se mostrava particularmente perigoso. Foi por ele, aliás, que aos 40', em lance de contra-ataque conduzido pela direita, surgiu a primeira situação de golo, negada pelo guarda-redes oliveirense, que, com defesa apertada, susteve o remate desferido de fora da área pelo extremo aveirense, após ter feito uma diagonal para dentro.
O modo de jogar dos auri-negros neste início da segunda parte parecia uma armadilha montada ao adversário, que se entusiasmava com a iniciativa concedida, desguarnecendo as suas linhas mais recuadas. Foi assim que, aos 42', numa transição novamente pela direita, conduzida por Jorge, este solicitou no coração da área a entrada oportuna de André, que atirou para a baliza onde já não morava o guarda-redes.
Com a maior tranquilidade dada agora pelo 2-0, a equipa de João Amaral não alterou o seu modo de actuar e, aos 49', André retribuiu o gesto ao seu colega Jorge, outra vez num lance de contra-ataque, mas, desta feita, o guardião contrário deteve o remate desferido na sua cara pelo MVP deste jogo (2 golos e 1 assistência).
A primeira grande oportunidade da Oliveirense no jogo surgiria apenas aos 56', na sequência de uma boa jogada individual pela esquerda e em que o golo esteve iminente por duas vezes e a sorte bafejou os auri-negros. Entusiasmada pelo lance, a equipa adversária sentiu que um golo poderia relançar a partida e, aos 63', uma desconcentração de João Pedro quase lho permitia, com o guardião aveirense a deixar fugir um cruzamento fácil da direita e que, por pouco, não parava dentro das suas redes, com a bola a bater ainda no poste.
Este foi o "canto do cisne" da equipa visitante, que viu um Beira-Mar outra vez muito forte na parte final do jogo, com João Neves a avisar primeiro, aos 67', enviando a bola à barra após jogada de Lane, pela esquerda, para Jorge, no minuto seguinte, chegar ao 3-0, um bonito golo obtido de cabeça, na sequência de um pontapé de canto de Rafa. O marcador final estabilizaria no 4-0, obtido já em período de compensação, por Lane, que finalizou à boca da baliza uma boa jogada pela esquerda do ataque do Beira-Mar, culminada com um passe letal de Ricardo Mango.
As notas negativas do encontro vão para a já referida lesão do jovem guarda-redes titular da Oliveirense, que mostrou todos os seus atributos até ao momento do infortúnio e a quem auguramos uma rápida e completa recuperação e para o trabalho fraco do árbitro. O juiz da AF Aveiro, Sr. Joel Sousa, se no capítulo técnico até esteve em plano aceitável, errou desastrosamente no capítulo disciplinar, mostrando oscilações inaceitáveis de critério e complicando um jogo que até foi fácil de dirigir.
domingo, 16 de outubro de 2011
JUNIORES A: Líder foi mais forte
FC Penafiel, 3 - SC Beira-Mar, 1
(0-0, ao intervalo)
Adivinhava-se muito difícil a visita da equipa de juniores do SC Beira-Mar ao terreno do comandante isolado da série B do campeonato nacional da 2ª divisão, o FC Penafiel, que contava por vitórias todos os 5 jogos disputados até então. A necessitar de um resultado positivo para colocar os níveis de confiança em patamares que lhe permita jogar com menor pressão, este não era, pois, o encontro ideal para a equipa de António Luís e Flávio Almeida, que, apesar de ter conseguido manter um nulo até ao intervalo, viu confirmarem-se as dificuldades previstas e que resultaram numa derrota, por 3-1. O resultado é justo, os donos do terreno apresentaram mais e melhores argumentos durante o jogo, acabando por mostrar ainda algumas das razões por que lideram claramente a classificação.
Sob uma excelente arbitragem do juiz transmontano da AF Vila Real, Sr. Nuno Cabral, o Beira-Mar apresentou-se com:
Samuel (gr); Leandro (Xavi, 43'), Manuel Martins (Pité, 61'), Rui Santos e Diogo (Ricardo Tavares, 69'); Mika (cap), André Silva, Ricardo Castro e Ricardo Figueiredo; Cassamá e Marc.
Suplentes não utilizados: Cirineu (gr); Manuel Guedes, Wilson Rubio e Balacó.
Talvez condicionadas pelo forte calor que se fazia sentir, as equipas entraram no jogo com algumas cautelas, com bastante contenção de ambas as partes, que pareciam querer estudar-se mutuamente. Quando estavam decorridos 9', o Penafiel conquistou 4 cantos consecutivos e, em dois deles, esteve perto do golo. A equipa da casa, fortíssima do ponto de vista físico, com jogadores de elevada estatura, mostrava ter nos lances de bola parada um dos seus pontos fortes.
Este foi o ponto de partida para que a equipa da casa começasse a tomar conta do jogo, passando também a ser mais pressionantes, o que colocava em dificuldade o futebol dos auri-negros. Aos 17', Samuel quase era surpreendido por um remate surpresa, desferido em arco, de muito longe, mas o guardião aveirense, apesar de ligeiramente adiantado, resolve a situação com um magnífico golpe de rins e desvia a bola para canto.
O Beira-Mar, só aos 18', através de Marc, ensaia o primeiro remate, mas o disparo cruzado saiu sem muito perigo. Seria Samuel, aos 20', que voltaria a negar o golo aos penafidelenses, defendendo por instinto, outra vez no seguimento de canto.
A atitude abnegada da equipa aveirense ia conseguindo manter o resultado equilibrado, mas, aos 30', teve ainda de contar com a sorte, já que o remate do defesa esquerdo da casa, desferido de fora da área, apenas seria sustido pelos ferros da baliza de Samuel, que não teria quaisquer hipóteses de defender o disparo, que saiu mesmo ao ângulo superior esquerdo.
A maior situação de perigo criada pelos auri-negros aconteceu aos 38', num pontapé livre de Ricardo Castro, apontado perto do limite da grande área da casa, descaído para o lado esquerdo e que fez a bola passar muito perto do poste mais distante. Já em tempo de compensação dado pelo árbitro, lugar ainda para mais uma bola na barra da baliza do Beira-Mar, outra vez após a marcação de um canto e, na jogada seguinte, para um contra-ataque dos auri-negros, que colocou Cassamá a dividir uma bola com o guardião do Penafiel e que poderia ter resultado num golo que cairia bem, mas que não traduziria a matriz da primeira parte.
O segundo tempo começou muito movimentado e, logo na jogada de saída, Marc coloca cruzado na área, nas costas da defesa penafidelense, tendo Ricardo Figueiredo chegado atrasado por muito pouco a uma bola que, a ser dominada, colocaria o jogador auri-negro muito perto do golo. Na jogada seguinte, é o nº 16 da equipa da casa que aproveita uma distracção no lado esquerdo da defesa aveirense para ficar na face de Samuel e errar por muito pouco a tentativa de "chapéu".
O jogo estava vivo, as duas equipas procuravam a vitória e, aos 51', Marc remata perigosamente dentro da área contrária e obriga o guarda-redes da casa a uma defesa de recurso. Mais feliz e também fazendo valer aquilo que já mostrara ser uma arma bastante perigosa, o Penafiel, no minuto seguinte, chega finalmente ao golo na marcação de mais um pontapé de canto. O central Valente do Penafiel faz valer a sua estatura acima da média para cabecear à vontade para o 1-0.
À semelhança de jogos anteriores, o Beira-Mar acusou o golpe e, aos 58', sofre novo golo, na sequência de um cruzamento da esquerda e uma entrada fulgurante de cabeça, à boca da baliza, que só fez a bola parar no fundo das nossas redes.
A equipa da casa passou a mandar ainda mais no jogo e continuou a criar perigo no nosso último reduto. Após uma boa jogada de combinação pela direita, aos 64', novamente o nº 16 a disparar para uma magnífica intervenção de Samuel para canto, na sequência do qual os homens da casa voltaram a por à prova o guardião auri-negro, que negou outra vez o golo com mais uma boa defesa.
O Beira-Mar deu um ar da sua graça novamente por Marc, aos 69', quando enviou a bola à barra na marcação de um livre em posição frontal à baliza do Penafiel. Este poderia ter sido o momento de relançamento do jogo, mas mais forte, o Penafiel, aos 73', numa fase em que o Beira-Mar procurava reagir em jogadas de contra-ataque, daria a estocada final nas pretensões auri-negras, ao apontar o 3-0. O último golo dos visitados resulta de uma jogada pela esquerda com Samuel a evitar o golo com uma primeira defesa, mas a ser incapaz de suster a recarga.
Desmoralizados, os aveirenses poderiam ter visto a desvantagem ser aumentada, aos 76', mas o jogador do Penafiel falhou incrivelmente um golo de baliza aberta, com Samuel fora do lance. Seria, inclusivamente, o Beira-Mar a amenizar o desnível, aos 81', na transformação de uma grande penalidade apontada por Marc e conseguida numa jogada de contra-ataque conduzida por Cassamá.
Pouco depois do 3-1, e mesmo que quisessem intentar alguma reacção mais forte, os aveirenses ficaram reduzidos a 10 elementos por expulsão de Rui Santos e foi já em inferioridade numérica e em tempo de compensação que o resultado poderia ter sido ampliado, mas o nº 7 da casa, isolado frente a Samuel, atirou a bola para as mãos deste.
O Penafiel venceu bem, num jogo sem casos e m que os donos do terreno se apresentaram mais fortes.
(0-0, ao intervalo)
Adivinhava-se muito difícil a visita da equipa de juniores do SC Beira-Mar ao terreno do comandante isolado da série B do campeonato nacional da 2ª divisão, o FC Penafiel, que contava por vitórias todos os 5 jogos disputados até então. A necessitar de um resultado positivo para colocar os níveis de confiança em patamares que lhe permita jogar com menor pressão, este não era, pois, o encontro ideal para a equipa de António Luís e Flávio Almeida, que, apesar de ter conseguido manter um nulo até ao intervalo, viu confirmarem-se as dificuldades previstas e que resultaram numa derrota, por 3-1. O resultado é justo, os donos do terreno apresentaram mais e melhores argumentos durante o jogo, acabando por mostrar ainda algumas das razões por que lideram claramente a classificação.
Sob uma excelente arbitragem do juiz transmontano da AF Vila Real, Sr. Nuno Cabral, o Beira-Mar apresentou-se com:
Samuel (gr); Leandro (Xavi, 43'), Manuel Martins (Pité, 61'), Rui Santos e Diogo (Ricardo Tavares, 69'); Mika (cap), André Silva, Ricardo Castro e Ricardo Figueiredo; Cassamá e Marc.
Suplentes não utilizados: Cirineu (gr); Manuel Guedes, Wilson Rubio e Balacó.
Talvez condicionadas pelo forte calor que se fazia sentir, as equipas entraram no jogo com algumas cautelas, com bastante contenção de ambas as partes, que pareciam querer estudar-se mutuamente. Quando estavam decorridos 9', o Penafiel conquistou 4 cantos consecutivos e, em dois deles, esteve perto do golo. A equipa da casa, fortíssima do ponto de vista físico, com jogadores de elevada estatura, mostrava ter nos lances de bola parada um dos seus pontos fortes.
Este foi o ponto de partida para que a equipa da casa começasse a tomar conta do jogo, passando também a ser mais pressionantes, o que colocava em dificuldade o futebol dos auri-negros. Aos 17', Samuel quase era surpreendido por um remate surpresa, desferido em arco, de muito longe, mas o guardião aveirense, apesar de ligeiramente adiantado, resolve a situação com um magnífico golpe de rins e desvia a bola para canto.
O Beira-Mar, só aos 18', através de Marc, ensaia o primeiro remate, mas o disparo cruzado saiu sem muito perigo. Seria Samuel, aos 20', que voltaria a negar o golo aos penafidelenses, defendendo por instinto, outra vez no seguimento de canto.
A atitude abnegada da equipa aveirense ia conseguindo manter o resultado equilibrado, mas, aos 30', teve ainda de contar com a sorte, já que o remate do defesa esquerdo da casa, desferido de fora da área, apenas seria sustido pelos ferros da baliza de Samuel, que não teria quaisquer hipóteses de defender o disparo, que saiu mesmo ao ângulo superior esquerdo.
A maior situação de perigo criada pelos auri-negros aconteceu aos 38', num pontapé livre de Ricardo Castro, apontado perto do limite da grande área da casa, descaído para o lado esquerdo e que fez a bola passar muito perto do poste mais distante. Já em tempo de compensação dado pelo árbitro, lugar ainda para mais uma bola na barra da baliza do Beira-Mar, outra vez após a marcação de um canto e, na jogada seguinte, para um contra-ataque dos auri-negros, que colocou Cassamá a dividir uma bola com o guardião do Penafiel e que poderia ter resultado num golo que cairia bem, mas que não traduziria a matriz da primeira parte.
O segundo tempo começou muito movimentado e, logo na jogada de saída, Marc coloca cruzado na área, nas costas da defesa penafidelense, tendo Ricardo Figueiredo chegado atrasado por muito pouco a uma bola que, a ser dominada, colocaria o jogador auri-negro muito perto do golo. Na jogada seguinte, é o nº 16 da equipa da casa que aproveita uma distracção no lado esquerdo da defesa aveirense para ficar na face de Samuel e errar por muito pouco a tentativa de "chapéu".
O jogo estava vivo, as duas equipas procuravam a vitória e, aos 51', Marc remata perigosamente dentro da área contrária e obriga o guarda-redes da casa a uma defesa de recurso. Mais feliz e também fazendo valer aquilo que já mostrara ser uma arma bastante perigosa, o Penafiel, no minuto seguinte, chega finalmente ao golo na marcação de mais um pontapé de canto. O central Valente do Penafiel faz valer a sua estatura acima da média para cabecear à vontade para o 1-0.
À semelhança de jogos anteriores, o Beira-Mar acusou o golpe e, aos 58', sofre novo golo, na sequência de um cruzamento da esquerda e uma entrada fulgurante de cabeça, à boca da baliza, que só fez a bola parar no fundo das nossas redes.
A equipa da casa passou a mandar ainda mais no jogo e continuou a criar perigo no nosso último reduto. Após uma boa jogada de combinação pela direita, aos 64', novamente o nº 16 a disparar para uma magnífica intervenção de Samuel para canto, na sequência do qual os homens da casa voltaram a por à prova o guardião auri-negro, que negou outra vez o golo com mais uma boa defesa.
O Beira-Mar deu um ar da sua graça novamente por Marc, aos 69', quando enviou a bola à barra na marcação de um livre em posição frontal à baliza do Penafiel. Este poderia ter sido o momento de relançamento do jogo, mas mais forte, o Penafiel, aos 73', numa fase em que o Beira-Mar procurava reagir em jogadas de contra-ataque, daria a estocada final nas pretensões auri-negras, ao apontar o 3-0. O último golo dos visitados resulta de uma jogada pela esquerda com Samuel a evitar o golo com uma primeira defesa, mas a ser incapaz de suster a recarga.
Desmoralizados, os aveirenses poderiam ter visto a desvantagem ser aumentada, aos 76', mas o jogador do Penafiel falhou incrivelmente um golo de baliza aberta, com Samuel fora do lance. Seria, inclusivamente, o Beira-Mar a amenizar o desnível, aos 81', na transformação de uma grande penalidade apontada por Marc e conseguida numa jogada de contra-ataque conduzida por Cassamá.
Pouco depois do 3-1, e mesmo que quisessem intentar alguma reacção mais forte, os aveirenses ficaram reduzidos a 10 elementos por expulsão de Rui Santos e foi já em inferioridade numérica e em tempo de compensação que o resultado poderia ter sido ampliado, mas o nº 7 da casa, isolado frente a Samuel, atirou a bola para as mãos deste.
O Penafiel venceu bem, num jogo sem casos e m que os donos do terreno se apresentaram mais fortes.
JUVENIS B: Ganhar sem empolgar
SC Beira-Mar, 2 - C Estrela Azul, 0
(2-0, ao intervalo)
Num jogo em que se defrontavam 2 dos 4 líderes da série E do campeonato distrital de juvenis da 2ª divisão, a equipa "B" do SC Beira-Mar recebeu e bateu, por dois golos sem resposta, a formação do Estrela Azul, de Cacia. O resultado foi construído durante os primeiros 40 minutos de jogo, tendo os auri-negros, neste período, justificado amplamente a vitória. Atendendo à diferença de valores existente entre os adversários em confronto, ficou no final a sensação de que algo mais teria sido possível por banda dos comandados de Zé Maria Almeida, mas um segundo período menos conseguido deixou as coisas como estavam ao intervalo.
A primeira parte foi de sentido único para a baliza do Estrela Azul, com uma entrada demolidora dos auri-negros, que, logo aos 2', dispuseram da primeira grande oportunidade de golo. A jogada foi de Tiago Marques, pelo flanco esquerdo, tendo evitado um adversário, depois de entrar na área, e oferecido a finalização a João Miguel, que não aproveitou na cara do golo. Aos 12', seria Filipe Melo, numa incursão e remate também pela banda esquerda, a obrigar o guarda-redes contrário a uma defesa de recurso para canto.
Este domínio dos auri-negros daria os seus frutos, aos 15', com Miguel, em jogada de insistência, a ganhar todos os ressaltos e a servir Tiago Marques, que, sozinho, na cara do guarda-redes, não perdoou e abriu o activo.
Com o 1-0 favorável, o Beira-Mar não desacelerou e, aos 18', Ricardo Pinto cabeceou à barra, no meio de um cacho de jogadores, na sequência de um livre apontado por Bruno Reis.
A segunda metade da etapa inicial não foi tão intensa, mas, ainda assim, o Estrela Azul apenas conseguiu um remate à baliza do iniciado e tranquilo Diogo Nogueira, desferido de muito longe e sem qualquer perigo para as suas redes. Foi mesmo o Beira-Mar que, aos 27', criaria nova situação para marcar, com Miguel a ganhar a linha de fundo, pelo corredor esquerdo e a servir a zona central, onde não surgiu ninguém para finalizar. O intervalo não chegaria, contudo, sem que a expressão no marcador traduzisse com mais verdade aquilo que havia acontecido em campo. Com efeito, aos 38', na sequência de um pontapé de canto de Bruno Reis, Ricardo Pinto cabeceia para uma primeira defesa do guardião do Estrela Azul, impotente para suster a recarga de Fábio, que fez o 2-0 à vontade, mesmo à boca da baliza.
O Beira-Mar entrou na segunda parte algo apático, facto bem aproveitado pelo Estrela Azul para criar, logo aos 45', a sua primeira situação de verdadeiro perigo, com o nº 26 de Cacia a surgir em muito boa posição, acorrendo a uma segunda bola colocada na área, mas a rematar por cima do travessão. Os da casa responderiam, aos 52', através de Filipe Melo, numa jogada de combinação com Bruno Reis, em que fica na cara do guarda-redes, mas, já em esforço, atira para as suas mãos.
O Beira-Mar passou a tomar novamente conta do jogo, mas o ritmo era muito pausado e faltava sempre algo ao futebol dos auri-negros: último passe, melhores decisões, mais colectivismo. Aos 63', a muita cerimónia aveirense na hora de finalizar faz perder mais uma oportunidade e apenas aos 72' voltou a haver alguma vibração, com Bruno Reis a enviar uma bola à barra na marcação de um livre.
A sorte que o Estrela Azul teve neste lance foi contrariada, no minuto seguinte, quando o seu jogador nº 65 surge isolado e perde flagrante oportunidade para reduzir a diferença e poder relançar o jogo. Valeu a intervenção de Sousa, que recuperou e desarmou o adversário na hora do remate.
Até final, destaque para dois lances em que o marcador poderia ter sido mais dilatado, primeiro, aos 77', numa grande jogada de Bruno Reis, pela esquerda, culminada com um passe de "morte" para Miguel, que falha o golo da marca de grande penalidade; depois, no minuto seguinte, numa jogada individual de Filipe Melo que terminou num remate desferido já dentro da área e que foi desviado por um defesa.
Num jogo que teve uma má arbitragem de um juiz que errou bastantes vezes (deixou passar em claro uma grande penalidade cometida sobre Steven, aos 58', foi muito permissivo em termos disciplinares e não deve conhecer a lei da vantagem), a equipa do Beira-Mar evoluiu no relvado secundário do Estádio Mário Duarte com os seguintes jogadores:
Diogo (gr); Sousa, Fábio (cap), Ricardo Pinto e Filipe Melo; Nuno Abreu, Tiago Ramalho e Miguel; João Miguel (Steven, 50'), Tiago Marques (Rui Santana, 73') e Bruno Reis (Sérgio, 77').
Suplente não utilizado: Yusuf.
(2-0, ao intervalo)
Num jogo em que se defrontavam 2 dos 4 líderes da série E do campeonato distrital de juvenis da 2ª divisão, a equipa "B" do SC Beira-Mar recebeu e bateu, por dois golos sem resposta, a formação do Estrela Azul, de Cacia. O resultado foi construído durante os primeiros 40 minutos de jogo, tendo os auri-negros, neste período, justificado amplamente a vitória. Atendendo à diferença de valores existente entre os adversários em confronto, ficou no final a sensação de que algo mais teria sido possível por banda dos comandados de Zé Maria Almeida, mas um segundo período menos conseguido deixou as coisas como estavam ao intervalo.
A primeira parte foi de sentido único para a baliza do Estrela Azul, com uma entrada demolidora dos auri-negros, que, logo aos 2', dispuseram da primeira grande oportunidade de golo. A jogada foi de Tiago Marques, pelo flanco esquerdo, tendo evitado um adversário, depois de entrar na área, e oferecido a finalização a João Miguel, que não aproveitou na cara do golo. Aos 12', seria Filipe Melo, numa incursão e remate também pela banda esquerda, a obrigar o guarda-redes contrário a uma defesa de recurso para canto.
Este domínio dos auri-negros daria os seus frutos, aos 15', com Miguel, em jogada de insistência, a ganhar todos os ressaltos e a servir Tiago Marques, que, sozinho, na cara do guarda-redes, não perdoou e abriu o activo.
Com o 1-0 favorável, o Beira-Mar não desacelerou e, aos 18', Ricardo Pinto cabeceou à barra, no meio de um cacho de jogadores, na sequência de um livre apontado por Bruno Reis.
A segunda metade da etapa inicial não foi tão intensa, mas, ainda assim, o Estrela Azul apenas conseguiu um remate à baliza do iniciado e tranquilo Diogo Nogueira, desferido de muito longe e sem qualquer perigo para as suas redes. Foi mesmo o Beira-Mar que, aos 27', criaria nova situação para marcar, com Miguel a ganhar a linha de fundo, pelo corredor esquerdo e a servir a zona central, onde não surgiu ninguém para finalizar. O intervalo não chegaria, contudo, sem que a expressão no marcador traduzisse com mais verdade aquilo que havia acontecido em campo. Com efeito, aos 38', na sequência de um pontapé de canto de Bruno Reis, Ricardo Pinto cabeceia para uma primeira defesa do guardião do Estrela Azul, impotente para suster a recarga de Fábio, que fez o 2-0 à vontade, mesmo à boca da baliza.
O Beira-Mar entrou na segunda parte algo apático, facto bem aproveitado pelo Estrela Azul para criar, logo aos 45', a sua primeira situação de verdadeiro perigo, com o nº 26 de Cacia a surgir em muito boa posição, acorrendo a uma segunda bola colocada na área, mas a rematar por cima do travessão. Os da casa responderiam, aos 52', através de Filipe Melo, numa jogada de combinação com Bruno Reis, em que fica na cara do guarda-redes, mas, já em esforço, atira para as suas mãos.
O Beira-Mar passou a tomar novamente conta do jogo, mas o ritmo era muito pausado e faltava sempre algo ao futebol dos auri-negros: último passe, melhores decisões, mais colectivismo. Aos 63', a muita cerimónia aveirense na hora de finalizar faz perder mais uma oportunidade e apenas aos 72' voltou a haver alguma vibração, com Bruno Reis a enviar uma bola à barra na marcação de um livre.
A sorte que o Estrela Azul teve neste lance foi contrariada, no minuto seguinte, quando o seu jogador nº 65 surge isolado e perde flagrante oportunidade para reduzir a diferença e poder relançar o jogo. Valeu a intervenção de Sousa, que recuperou e desarmou o adversário na hora do remate.
Até final, destaque para dois lances em que o marcador poderia ter sido mais dilatado, primeiro, aos 77', numa grande jogada de Bruno Reis, pela esquerda, culminada com um passe de "morte" para Miguel, que falha o golo da marca de grande penalidade; depois, no minuto seguinte, numa jogada individual de Filipe Melo que terminou num remate desferido já dentro da área e que foi desviado por um defesa.
Num jogo que teve uma má arbitragem de um juiz que errou bastantes vezes (deixou passar em claro uma grande penalidade cometida sobre Steven, aos 58', foi muito permissivo em termos disciplinares e não deve conhecer a lei da vantagem), a equipa do Beira-Mar evoluiu no relvado secundário do Estádio Mário Duarte com os seguintes jogadores:
Diogo (gr); Sousa, Fábio (cap), Ricardo Pinto e Filipe Melo; Nuno Abreu, Tiago Ramalho e Miguel; João Miguel (Steven, 50'), Tiago Marques (Rui Santana, 73') e Bruno Reis (Sérgio, 77').
Suplente não utilizado: Yusuf.
BENJAMINS A "B": Jogo de sentido único
SC
Beira-Mar “B”, 5 – FC Bom-Sucesso, 0
(2-0, ao intervalo)
Tarde de verão em pleno Outono! Foi assim que o Beira-Mar recebeu o vizinho Bom-Sucesso no seu primeiro jogo desta época em casa.
As duas equipas vinham de uma vitória na 1ª jornada e estavam, pois, motivadas para este derby, mas na realidade só uma delas procurou, desde o primeiro minuto, a vitória: o Beira Mar.
Os treinadores Paulo Martins e Jorge Vinagre escalaram os seguintes jogadores para esta 1ª parte:
Pedro (gr), Tiago Almeida, Tiago Pinheiro (cap), Tiago Neves, Alex, Berna e Bruno Santos. O Kiko, o Gonçalo Nascimento, o Gonças e o Bruno Duarte também jogaram.
O Beira-Mar entrou de rompante e, logo no primeiro minuto, teve uma oportunidade flagrante para abrir o marcador, que só a falta de sorte auri-negra ajudou a equipa visitante a manter o nulo. Na sequência desta jogada, o Beira-Mar beneficiou de uma série de pontapés de canto, mas sem resultados práticos.
O jogo passou a ser completamente dominado pela equipa da casa e várias oportunidades de golo foram criadas, mas o guarda-redes adversário, com um punhado de boas defesas, foi conseguindo adiar o inevitável.
O Beira-Mar conseguiu ainda 2 golos nesta 1ª parte e o nosso guarda-redes praticamente não foi incomodado.
Para a 2ª metade, alinharam os seguintes jogadores:
Lourenço (gr), Tiago Pinheiro (cap), Tiago Neves, Alex, Gonçalo Nascimento, Kiko e Gonças. Também jogaram o Tiago Almeida, o Berna, o Bruno Duarte e o Bruno Santos.
A 2ª metade não trouxe muitas novidades relativamente à primeira, os auri-negros continuaram sempre a atacar, na procura de mais golos e o adversário ia-se aguentado como podia a defender. O Beira-Mar conseguiu mais três golos sem resposta e só mesmo no final foi incomodado, com algum perigo a rondar a nossa baliza. Aqui, o nosso guarda-redes esteve muito bem e conseguiu manter invioladas as suas redes.
Foi um jogo agradável de seguir, apesar das diferenças entre as duas equipas.
Os marcadores foram: Alex (2), Tiago Neves (2) e Tiago Almeida (1).
(2-0, ao intervalo)
Tarde de verão em pleno Outono! Foi assim que o Beira-Mar recebeu o vizinho Bom-Sucesso no seu primeiro jogo desta época em casa.
As duas equipas vinham de uma vitória na 1ª jornada e estavam, pois, motivadas para este derby, mas na realidade só uma delas procurou, desde o primeiro minuto, a vitória: o Beira Mar.
Os treinadores Paulo Martins e Jorge Vinagre escalaram os seguintes jogadores para esta 1ª parte:
Pedro (gr), Tiago Almeida, Tiago Pinheiro (cap), Tiago Neves, Alex, Berna e Bruno Santos. O Kiko, o Gonçalo Nascimento, o Gonças e o Bruno Duarte também jogaram.
O Beira-Mar entrou de rompante e, logo no primeiro minuto, teve uma oportunidade flagrante para abrir o marcador, que só a falta de sorte auri-negra ajudou a equipa visitante a manter o nulo. Na sequência desta jogada, o Beira-Mar beneficiou de uma série de pontapés de canto, mas sem resultados práticos.
O jogo passou a ser completamente dominado pela equipa da casa e várias oportunidades de golo foram criadas, mas o guarda-redes adversário, com um punhado de boas defesas, foi conseguindo adiar o inevitável.
O Beira-Mar conseguiu ainda 2 golos nesta 1ª parte e o nosso guarda-redes praticamente não foi incomodado.
Para a 2ª metade, alinharam os seguintes jogadores:
Lourenço (gr), Tiago Pinheiro (cap), Tiago Neves, Alex, Gonçalo Nascimento, Kiko e Gonças. Também jogaram o Tiago Almeida, o Berna, o Bruno Duarte e o Bruno Santos.
A 2ª metade não trouxe muitas novidades relativamente à primeira, os auri-negros continuaram sempre a atacar, na procura de mais golos e o adversário ia-se aguentado como podia a defender. O Beira-Mar conseguiu mais três golos sem resposta e só mesmo no final foi incomodado, com algum perigo a rondar a nossa baliza. Aqui, o nosso guarda-redes esteve muito bem e conseguiu manter invioladas as suas redes.
Foi um jogo agradável de seguir, apesar das diferenças entre as duas equipas.
Os marcadores foram: Alex (2), Tiago Neves (2) e Tiago Almeida (1).
BENJAMINS A "A": Vitória justa do Beira-Mar
GD Gafanha, 1 – SC Beira-Mar “A”,
3
(1-2, ao intervalo)A equipa do Gafanha entrou bem no jogo, com os seus jogadores mais “acordados” do que os nossos e numa das primeiras jogadas, talvez a única ao longo do jogo em que o meio campo do Beira-Mar esteve menos bem, consegue marcar o seu único golo.
A nossa equipa, dirigida pelo Paulo Martins e pelo Jorge Vinagre, não acusou o peso do golo e teve uma reacção em bloco, reveladora da capacidade que parece ter atingido em termos colectivos.
A composição da equipa que iniciou o jogo pareceu uma escolha acertada da equipa técnica, nomeadamente com o retardar da entrada em campo do Samuel, nosso marcador de serviço, por demais conhecido das equipas adversárias e que tendencialmente é alvo de entradas mais duras dos seus adversários, nas primeiras jogadas do jogo, que condicionam a sua prestação.
O jogo manteve-se muito emotivo, tendo o Beira-Mar conseguido “empurrar” o Gafanha para o seu meio campo e produzido várias jogadas de perigo que faziam antever a alteração no resultado.
O golo do Beira-Mar surge finalmente pelo Pedro Reis, aos 16 minutos de jogo, e a partir desse momento a equipa não mais parou o seu pendor ofensivo.
O Samuel, que entrou com enorme confiança no jogo, marca o segundo golo do Beira-Mar no minuto 24, permitindo que o intervalo fosse alcançado com uma vantagem mínima mas reconfortante e merecida da nossa equipa.
A segunda parte do jogo começou e terminou com um domínio avassalador da equipa do Beira-Mar, que se traduziu em mais um golo do Samuel, ao minuto 30.
O marcador poderia ter sido mais dilatado, o que não aconteceu devido à boa prestação do guarda redes do Gafanha e alguma falta de sorte, de que é exemplo um penalti bem marcado, mas ao poste, do Samuel.
É de enaltecer a correcção dos jogadores de ambas as equipas, que transformaram este “derby” num exemplo a seguir.
TRAQUINAS A "A": Uma vitória para começar
Mini Foot Clube, 0 - SC Beira-Mar "A", 2
(0-2, ao intervalo)
No primeiro jogo oficial da época, realizado no sábado, 15 de Outubro de 2011, no Estádio Municipal de Sever do Vouga, a equipa de traquinas A do SC Beira-Mar obteve uma vitória, por dois golos sem resposta, frente à formação do Mini Foot, com o resultado a ser construído durante a primeira parte.
Numa manhã de muito calor, a equipa auri-negra, orientada por Sérgio Ferreira, apresentou os seguintes jogadores:
Luís Angel (gr), Rodrigo, Guga, Lucas, J. Afonso, Rodri, Matilde, Diogo, Rui Pedro, Rui Vieira, João Vítor e Dé.
O Beira-Mar colocou-se cedo em vantagem com um golo obtido por Rodri, logo aos 5' de jogo, na transformação de uma grande penalidade, tendo Rodrigo, aos 15', num remate forte desferido de fora da área, estabelecido o resultado que viria a ser o final.
Os primeiros 25 minutos foram de domínio aveirense, de tal forma que o Mini Foot nem uma vez sequer chegou com perigo à baliza do Beira-Mar.
Nos primeiros 10 minutos da etapa complementar, a equipa do Mini Foot procurou e conseguiu equilibrar o jogo, contudo sem causar perigo. A partir daí voltou a ser o Beira-Mar a dominar e a criar algumas oportunidades de golo, através de João Vítor (remate a rasar a barra), de Lucas (remate à barra, na marcação de uma grande penalidade) e de Diogo (remate ao poste esquerdo).
Arbitragem aceitável, num jogo sem problemas de maior e com justiça na vitória conseguida. Parabéns a todos.
(0-2, ao intervalo)
No primeiro jogo oficial da época, realizado no sábado, 15 de Outubro de 2011, no Estádio Municipal de Sever do Vouga, a equipa de traquinas A do SC Beira-Mar obteve uma vitória, por dois golos sem resposta, frente à formação do Mini Foot, com o resultado a ser construído durante a primeira parte.
Numa manhã de muito calor, a equipa auri-negra, orientada por Sérgio Ferreira, apresentou os seguintes jogadores:
Luís Angel (gr), Rodrigo, Guga, Lucas, J. Afonso, Rodri, Matilde, Diogo, Rui Pedro, Rui Vieira, João Vítor e Dé.
O Beira-Mar colocou-se cedo em vantagem com um golo obtido por Rodri, logo aos 5' de jogo, na transformação de uma grande penalidade, tendo Rodrigo, aos 15', num remate forte desferido de fora da área, estabelecido o resultado que viria a ser o final.
Os primeiros 25 minutos foram de domínio aveirense, de tal forma que o Mini Foot nem uma vez sequer chegou com perigo à baliza do Beira-Mar.
Nos primeiros 10 minutos da etapa complementar, a equipa do Mini Foot procurou e conseguiu equilibrar o jogo, contudo sem causar perigo. A partir daí voltou a ser o Beira-Mar a dominar e a criar algumas oportunidades de golo, através de João Vítor (remate a rasar a barra), de Lucas (remate à barra, na marcação de uma grande penalidade) e de Diogo (remate ao poste esquerdo).
Arbitragem aceitável, num jogo sem problemas de maior e com justiça na vitória conseguida. Parabéns a todos.
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Agenda do fim-de-semana: Traquinas A dão o pontapé de saída
As jornadas do próximo fim-de-semana trazem-nos um conjunto de 14 jogos com a participação de equipas auri-negras, entre as quais já se integram os traquinas A, que no sábado iniciam o campeonato distrital da sua categoria.
Tarefa muito complicada é prevista para as equipas de juniores, com particular relevância para a deslocação ao terreno do líder da série B, Penafiel, que conta por vitórias todos os 5 cinco jogos já disputados no campeonato nacional da 2ª divisão. Às vezes, é com grandes desafios que nos conseguimos superar e é nessa perspectiva que acalentamos sempre a esperança de fazer um bom resultado. Mais curta, mas também complicada, é a deslocação até ao terreno do Taboeira da equipa do distrital da 1ª divisão, sempre com o objectivo de pontuar pela primeira vez na prova.
Com o campeonato nacional parado durante 3 semanas, no escalão de juvenis, apenas a equipa do distrital da 2ª divisão estará em acção. Depois de ter sofrido a primeira derrota na prova na última jornada, a formação orientada por Zé Maria Almeida vai querer aproveitar a recepção ao Estrela Azul para regressar às vitórias e às boas exibições com que já nos presenteou esta época.
Isolados no comando da série C do campeonato nacional desde a última jornada, os iniciados auri-negros jogarão essa posição num clássico regional contra a Oliveirense, numa partida em que acreditamos que a vitória penderá para as nossas cores. Noutro clássico do distrito de Aveiro, este em São João da Madeira, os iniciados do SC Beira-Mar, que disputam o campeonato distrital da 1ª divisão, após a injusta derrota da última jornada frente ao Taboeira, têm uma oportunidade para regressar aos triunfos, diante de um adversário da mesma faixa etária e que ainda não venceu nenhum dos 5 jogos disputados (2 empates e 3 derrotas).
Ainda 100 por cento vitoriosas, as equipas do futebol de 7, à medida que os campeonatos avançam, vêem redobradas as dificuldades a cada jornada. E se os infantis A, nos jogos contra Murtoense (em casa) e Azurva (fora) são claramente favoritos, o triplo confronto com o Gafanha, em infantis B (série F), benjamins A (série G) e benjamins B (série F), faz prever partidas com algumas dificuldades. Nos outros jogos destes escalões, com Barroca (infantis B), Bom-Sucesso (benjamins A) e Vista Alegre (benjamins B), as dificuldades serão, teoricamente, menores.
Os traquinas A iniciam a sua participação no campeonato distrital com uma deslocação ao terreno do Mini Foot, um bom teste para começar a competição.
Eis o quadro completo dos jogos programados para o fim-de-semana:
Tarefa muito complicada é prevista para as equipas de juniores, com particular relevância para a deslocação ao terreno do líder da série B, Penafiel, que conta por vitórias todos os 5 cinco jogos já disputados no campeonato nacional da 2ª divisão. Às vezes, é com grandes desafios que nos conseguimos superar e é nessa perspectiva que acalentamos sempre a esperança de fazer um bom resultado. Mais curta, mas também complicada, é a deslocação até ao terreno do Taboeira da equipa do distrital da 1ª divisão, sempre com o objectivo de pontuar pela primeira vez na prova.
Com o campeonato nacional parado durante 3 semanas, no escalão de juvenis, apenas a equipa do distrital da 2ª divisão estará em acção. Depois de ter sofrido a primeira derrota na prova na última jornada, a formação orientada por Zé Maria Almeida vai querer aproveitar a recepção ao Estrela Azul para regressar às vitórias e às boas exibições com que já nos presenteou esta época.
Isolados no comando da série C do campeonato nacional desde a última jornada, os iniciados auri-negros jogarão essa posição num clássico regional contra a Oliveirense, numa partida em que acreditamos que a vitória penderá para as nossas cores. Noutro clássico do distrito de Aveiro, este em São João da Madeira, os iniciados do SC Beira-Mar, que disputam o campeonato distrital da 1ª divisão, após a injusta derrota da última jornada frente ao Taboeira, têm uma oportunidade para regressar aos triunfos, diante de um adversário da mesma faixa etária e que ainda não venceu nenhum dos 5 jogos disputados (2 empates e 3 derrotas).
Ainda 100 por cento vitoriosas, as equipas do futebol de 7, à medida que os campeonatos avançam, vêem redobradas as dificuldades a cada jornada. E se os infantis A, nos jogos contra Murtoense (em casa) e Azurva (fora) são claramente favoritos, o triplo confronto com o Gafanha, em infantis B (série F), benjamins A (série G) e benjamins B (série F), faz prever partidas com algumas dificuldades. Nos outros jogos destes escalões, com Barroca (infantis B), Bom-Sucesso (benjamins A) e Vista Alegre (benjamins B), as dificuldades serão, teoricamente, menores.
Os traquinas A iniciam a sua participação no campeonato distrital com uma deslocação ao terreno do Mini Foot, um bom teste para começar a competição.
Eis o quadro completo dos jogos programados para o fim-de-semana:
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Traquinas B: Torneio de Inverno adiado para 5 de Novembro
Inicialmente agendado para o próximo sábado, dia 15 de Outubro, o início do torneio de Inverno destinado ao escalão de traquinas B e organizado pela AF Aveiro, foi adiado para o dia 5 de Novembro, depois de o organismo associativo ter dado provimento aos pedidos de vários clubes participantes. O fom da prova está previsto para 21 de Janeiro de 2012.
Deste modo, o calendário já divulgado fica sem efeito, passando a ser, salvo posterior correcção, o seguinte:
TRAQUINAS B - Série C
1ª Jornada - 05-11-2011 - Hora a designar - GD Eixense - SC Beira-Mar
2ª Jornada - 13-11-2011 - 10h00 - SC Beira-Mar - AD Valonguense
3ª Jornada - 19-11-2011 - Hora a designar - UD Mourisquense - SC Beira-Mar
4ª Jornada - 27-11-2011 - 10h00 - SC Beira-Mar "A" - FC Bom-Sucesso
5ª Jornada - 04-12-2011 - 11h00 - CD Estarreja - SC Beira-Mar
Deste modo, o calendário já divulgado fica sem efeito, passando a ser, salvo posterior correcção, o seguinte:
TRAQUINAS B - Série C
1ª Jornada - 05-11-2011 - Hora a designar - GD Eixense - SC Beira-Mar
2ª Jornada - 13-11-2011 - 10h00 - SC Beira-Mar - AD Valonguense
3ª Jornada - 19-11-2011 - Hora a designar - UD Mourisquense - SC Beira-Mar
4ª Jornada - 27-11-2011 - 10h00 - SC Beira-Mar "A" - FC Bom-Sucesso
5ª Jornada - 04-12-2011 - 11h00 - CD Estarreja - SC Beira-Mar
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Balanço da jornada: Iniciados A isolados no comando
Foi um fim-de-semana de contrastes na Academia de Futebol, com uma jornada de glória para as equipas de futebol de 7, que saíram 100 por cento vitoriosas (7 jogos, 7 vitórias), ao contrário dos resultados desoladores no futebol de 11, onde apenas, em 6 jogos, a equipa de iniciados ganhou, obtendo em Viseu uma importante vitória frente ao Académico, por 1-3, que a isolou no comando da série C do campeonato nacional.
A desilusão do fim-de-semana começou no sábado, com uma dupla derrota caseira das equipas de juniores, de manhã, no distrital da 1ª divisão, diante do Cucujães (0-1) e à tarde, em jogo do nacional da 2ª divisão, diante do Tourizense (0-2), um resultado inesperado depois da vitória de há oito dias frente ao Candal. No domingo, as más notícias continuaram a chegar da Mourisca, onde a equipa B de juvenis sofreu a primeira derrota no distrital da 2ª divisão (3-2), ainda que não tenha perdido a liderança da série E, onde agora já tem companhia. E se este resultado foi algo surpreendente, o mesmo não se poderá dizer da derrota dos sub-17 no terreno do Boavista (3-1), um dos líderes da série B, com quem discutiram o jogo e o resultado até final.
No escalão de iniciados, a equipa B recebia o vizinho Taboeira e a derrota, por 0-1, não espelha de modo nenhum a superioridade patenteada pelos auri-negros neste encontro, enquanto de Viseu chegava a boa nova da vitória e liderança isolada da turma de João Amaral.
No futebol de 7 só houve motivos para sorrir, tendo as nossas equipas averbado triunfos em todas as partidas disputadas. Os infantis A alcançaram mais uma dupla vitória, por números bem expressivos (1-5 em Estarreja e 12-1, em casa, diante do NEGE), somando a segunda vitória em 2 jornadas já disputadas.
Os infantis B imitaram os seus colegas mais velhos e venceram, com maior ou menor dificuldade, os 2 jogos agendados: 0-3 na Mourisca e 10-0, no Seminário, frente ao Vaguense, foram os resultados.
Os benjamins A iniciaram da melhor maneira a participação no campeonato distrital com vitórias claras frente aos seus adversários, menos expressiva a alcançada na deslocação à Vista Alegre (2-5), mas francamente demolidora (13-2) na recepção ao Mourisquense.
Finalmente, no escalão de benjamins B, a formação auri-negra averbou uma vitória tangencial no terreno do Valonguense, por 3-4, resultado que indicia algumas dificuldades, que ficaram a dever-se mais a erros próprios do que a problemas provocados pelo adversário.
Segue o quadro completo dos resultados:
A desilusão do fim-de-semana começou no sábado, com uma dupla derrota caseira das equipas de juniores, de manhã, no distrital da 1ª divisão, diante do Cucujães (0-1) e à tarde, em jogo do nacional da 2ª divisão, diante do Tourizense (0-2), um resultado inesperado depois da vitória de há oito dias frente ao Candal. No domingo, as más notícias continuaram a chegar da Mourisca, onde a equipa B de juvenis sofreu a primeira derrota no distrital da 2ª divisão (3-2), ainda que não tenha perdido a liderança da série E, onde agora já tem companhia. E se este resultado foi algo surpreendente, o mesmo não se poderá dizer da derrota dos sub-17 no terreno do Boavista (3-1), um dos líderes da série B, com quem discutiram o jogo e o resultado até final.
No escalão de iniciados, a equipa B recebia o vizinho Taboeira e a derrota, por 0-1, não espelha de modo nenhum a superioridade patenteada pelos auri-negros neste encontro, enquanto de Viseu chegava a boa nova da vitória e liderança isolada da turma de João Amaral.
No futebol de 7 só houve motivos para sorrir, tendo as nossas equipas averbado triunfos em todas as partidas disputadas. Os infantis A alcançaram mais uma dupla vitória, por números bem expressivos (1-5 em Estarreja e 12-1, em casa, diante do NEGE), somando a segunda vitória em 2 jornadas já disputadas.
Os infantis B imitaram os seus colegas mais velhos e venceram, com maior ou menor dificuldade, os 2 jogos agendados: 0-3 na Mourisca e 10-0, no Seminário, frente ao Vaguense, foram os resultados.
Os benjamins A iniciaram da melhor maneira a participação no campeonato distrital com vitórias claras frente aos seus adversários, menos expressiva a alcançada na deslocação à Vista Alegre (2-5), mas francamente demolidora (13-2) na recepção ao Mourisquense.
Finalmente, no escalão de benjamins B, a formação auri-negra averbou uma vitória tangencial no terreno do Valonguense, por 3-4, resultado que indicia algumas dificuldades, que ficaram a dever-se mais a erros próprios do que a problemas provocados pelo adversário.
Segue o quadro completo dos resultados:
INFANTIS A "A": Entrar no jogo a ganhar!
CD Estarreja, 1 – SC Beira-Mar "A", 5
(0-4, ao intervalo)
A 2ª jornada da série G dos Infantis A, levou o SC Beira-Mar até ao reduto do CD Estarreja, para, desta feita, a equipa auri-negra arrecadar mais 3 pontos.
Participaram no encontro os seguintes jogadores: Marcelo (1), Adriano (4), Brandão (5), Arsénio (6), J. Bernardo (9), Gonçalo (10), Kiko (15), Luís Carlos (25), Valinho (76), Ruben (77) e Azevedo (80).
O Beira-Mar fez alinhar na 1ª parte: Marcelo, Adriano, Arsénio, J. Bernardo, Gonçalo, Ruben e Azevedo. Jogaram ainda: Valinho, Brandão, Kiko e Luís Carlos.
O jogo começou, praticamente, com um golo do Beira-Mar, numa excelente recuperação de bola a meio campo por parte da nossa equipa, Azevedo avança pela direita, cruza para o 2º poste e Rúben, de cabeça, faz o primeiro golo com apenas um minuto de jogo.
Três minutos volvidos e nova recuperação de bola a meio campo, desta vez de Arsénio, que aproveita para galgar alguns metros e, ainda fora da área, com um remate potente, faz a bola sobrevoar o guarda-redes e entrar no canto superior direito da baliza, aumentando o marcador para 0-2. A boa circulação de bola e recuperação rápida da mesma estava a dar frutos, com constantes situações para finalizar por parte da equipa de Aveiro.
Aos 14 minutos é a vez de Adriano mostrar serviço e, com um remate forte, cruzado, sobre a esquerda, aproveita para fazer o 0-3, um golo semelhante ao anterior. Quatro minutos depois, é a vez do guarda-redes auri-negro Marcelo brilhar na baliza com uma boa intervenção, negando o golo ao adversário, após a nossa equipa permitir um lançamento lateral de forma rápida, com a equipa desorganizada defensivamente.
A espaços, o CD Estarreja ia aproveitando alguns erros individuais dos jogadores beiramarenses para se isolar em direcção à baliza, no entanto Rúben e Kiko, com nota de destaque em importantes desarmes, cortaram alguns lances de perigo.
A quatro minutos do intervalo, aos 26, é Luís Carlos que ganha bem a bola ao adversário, tira um jogador do caminho com uma finta e remata, confiante, para o golo, fazendo então o 0-4.
A primeira parte resume-se a uma entrada forte e com golos madrugadores do Beira-Mar, mas com alguns erros individuais que proporcionaram alguns remates perigosos por parte do CD Estarreja, mantendo Marcelo sempre alerta. Beira-Mar vai para o intervalo a ganhar, bem, por 4 golos.
Na 2ª parte o Beira-Mar alinhou com: Valinho, Brandão, Adriano, Rúben, Arsénio, Bernardo e Azevedo. Jogaram ainda: Gonçalo, Kiko e Luís Carlos.
A 2ª parte do encontro começa com uma boa troca de bola por parte do Beira-Mar, tentando nos primeiros minutos fazer o adversário subir e aproveitar o espaço nas costas do Estarreja e a velocidade dos atacantes auri-negros para fazer aumentar o marcador.
Aos 40 minutos, Luís Carlos, numa boa recuperação de bola a meio campo, entrega bem a Rúben e este aproveita para se isolar em direcção à baliza, rematando firme para o golo, aumentando para 0-5.
Com o jogo controlado, o Beira-Mar consegue fazer boas jogadas de envolvimento, boa pressão sobre o adversário quando não tem a bola, no entanto, aos 50 minutos, num lance no qual a bola não é tirada com eficácia da nossa defesa, o adversário aproveita para ganhar a bola e remata para golo, deixando o resultado em 1-5.
Com o resultado feito, os últimos minutos de jogo trouxeram alguns remates perigosos por parte do Beira-Mar, nomeadamente de Azevedo e Luís Carlos, deixando em campo a imagem de uma equipa rematadora, perigosa e sempre à procura de mais golos.
Vitória justa e de mão cheia.
Parabéns a todos os atletas e àqueles que se deslocaram até Estarreja para nos acompanhar em mais uma importante vitória!
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